Presidente argentino faz visita ao Brasil em meio a uma forte crise econômica de seu país.
Lula recebe o presidente da Argentina, Alberto Fernández, no Palácio da Alvorada nesta terça-feira (2) — Foto: Ricardo Stuckert/PR
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu na tarde desta terça-feira (2), na residência oficial do Palácio da Alvorada, o presidente da Argentina, Alberto Fernández.
Entre os temas previstas do encontro está a situação econômica da Argentina, com a possibilidade de o Brasil acertar linhas de créditos para exportações brasileiras ao país vizinho.
Participam do encontro:
Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços
Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores
Fernando Haddad, ministro da Fazenda
Gabriel Galípolo, secretário-executivo do Ministério da Fazenda
Aloizio Mercadante, presidente do BNDES
Celso Amorim, assessor-chefe da assessoria especial da Presidência
A Argentina é um dos principais parceiros econômicos do Brasil. Em 2021, ficou atrás somente de China e Estados Unidos.
O país governado por Fernández enfrenta uma forte crise na economia. A cotação do dólar tem batido recordes em comparação ao peso, e a inflação bateu 104% ao ano, maior percentual em 30 anos.
Antes do encontro, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, explicou que as linhas de crédito em discussão seriam destinadas a empresas argentinas que compram produtos exportados por companhias brasileiras.
Segundo Haddad, essas linhas de crédito teriam garantias, que poderiam ser executadas no caso de não pagamento pelos compradores de produtos brasileiros.
O auxílio brasileiro é uma das ações que o governo argentino tenta para enfrentar a crise econômica que reflete na força política de Fernández. Recentemente, o presidente argentino anunciou que não irá se candidatar à reeleição.
Lula e Fernández são aliados políticos. Fernández esteve na posse de Lula em 1º de janeiro e visitou o aliado quando o petista estava preso em Curitiba (PR), em razão de uma condenação na Operação Lava Jato.
Em janeiro deste ano, Lula foi a Buenos Aires, em sua primeira viagem internacional como novo presidente do Brasil.
Análise da proposta estava prevista para esta terça (2).
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), adiou nesta terça-feira (2) a votação do projeto que estabelece regras de combate às fake news.
A decisão foi tomada após pedido do relator do PL, Orlando Silva (PCdoB-SP), e a manifestação de líderes da Casa.
Silva argumentou, em fala no plenário da Casa, que precisa de mais tempo para analisar a proposta e promover modificações no texto sugeridas por deputados ao longo desta terça.
O objetivo, segundo ele, é garantir uma “posição que unifique o plenário da Câmara dos Deputados num movimento de combater a desinformação”.
O relator disse também que uma das sugestões ainda pendentes de análise trata da possível autoridade que fiscalizará as regras da proposta – um dos temas mais polêmicos da proposta e que foi retirado na última versão apresentada pelo relator.
“Especulamos hoje durante todo o dia alguns caminhos alternativos para que a lei tenha algum mecanismo de fiscalização que possa se cumprir a lei, aplicando inclusive sanções. Mas ocorre que mesmo após todos esses encontros e ouvindo todas as bancadas, nós não tivemos, e eu assumo como minha responsabilidade de relator, tempo útil para examinar todas as sugestões”, afirmou Silva.
A votação do texto no plenário principal da Casa estava prevista para esta terça após um compromisso firmado por Arthur Lira no último dia 25.
O chamado PL das Fake News tem sofrido com críticas e mobilizações da oposição. Mais cedo, o presidente da Câmara pediu às lideranças partidárias que avaliassem o número de apoios dentro das bancadas. Ele afirmou que levaria o projeto à votação somente com o número necessário para aprovação.
Integrantes do governo dizem ainda haver dúvidas no governo sobre qual nome deve ser indicado
Foto: Reprodução, Youtube/BandNews FM
Sem chefe desde janeiro, defensores públicos da União apontam descaso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com a carreira e reclamam de paralisação no planejamento de longo prazo do órgão. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.
No final do ano passado, o governo conseguiu barrar a sabatina do antigo defensor público-geral federal, Daniel Macedo, reconduzido ao cargo por mais dois anos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A indicação foi oficialmente retirada no dia 31 de janeiro e, desde então, a DPU (Defensoria Pública da União) vive em compasso de espera, enquanto o governo tenta se blindar de possíveis bolsonaristas.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, integrantes do governo Lula dizem ainda haver dúvidas no governo sobre qual nome deve ser indicado.
Reservadamente, ainda segundo o jornal, auxiliares tentam minimizar as críticas pelo atraso, afirmando que o próprio presidente quer falar com os candidatos antes de se decidir.
La Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram nesta terça-feira (2) – e suas equipes econômicas também. A ajuda brasileira seria um paliativo para uma economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões
Os presidentes da Argentina e do Brasil se encontram nesta terça-feira (2) – e suas equipes econômicas também – para buscar uma alternativa que dê algum fôlego ao país em ano eleitoral. Alberto Fernandez, presidente argentino e aliado de Lula, se encontra com o brasileiro na tarde de hoje, numa tentativa de conseguir uma sinalização da maior economia da região que passe por linhas de crédito e até eventual uso do banco dos Brics.
Fernando Haddad e o seu par argentino, Sergio Massa, potencial candidato na eleição presidencial deste ano, também vão se encontrar. O Brasil tenta ajudar os argentinos, principalmente por meio de linhas de financiamento aos exportadores brasileiros, seja via BNDES ou bancos comerciais.
O entrave principal, no entanto, é a garantia que os importadores argentinos podem dar para as operações de compra. Títulos argentinos, por exemplo, não são considerados ativos seguros. E há ainda a questão de conversibilidade, já que o peso vem perdendo valor.
No começo da gestão Lula, se discutiu a possibilidade de operações de swap cambial para garantir o comércio entre os dois países – o que descartaria a necessidade de dólares por parte dos argentinos. Mas, como a operação envolvida títulos públicos dos dois países, o Banco Central brasileiro não topou.
Nesta terça-feira, a China faz esse tipo de operação com os argentinos e, segundo o governo argentino, isso estaria por trás do crescimento de 6 bilhões de dólares do comércio entre os dois países em cinco anos.
A ajuda brasileira seria, de qualquer maneira, um paliativo para uma economia que passa por uma crise histórica e que negociou com o FMI um pacote de resgate de US$ 44 bilhões. O ritmo intenso da desvalorização recente do peso acelerou a crise, aumentando a inflação e o medo de uma maxidesvalorização, que seria um desastre ainda maior para o atual presidente em termos políticos. Além disso, o país passou por uma seca extrema que impactou a produção agrícola e, consequentemente, suas exportações – e entrada de dólares.
Uma outra saída seria o uso do banco dos Brics. Ocorre que a instituição, hoje presidida por Dilma Rousseff, não financia países que são de fora do grupo, formado por China, Rússia, Índia e África do Sul. Brasil e China, no entanto, poderiam propor uma solução, alterando as regras, mas essa saída demandaria tempo. Mercadoria de que a Argentina não dispõe no momento.
Ex-presidente recebeu o governador de São Paulo nesta 2ª feira (1º.mai) antes da Agrishow em Ribeirão Preto (SP)
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se encontrou na manhã desta 2ª feira (1º.mai.2023) com governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas(Republicanos), antes da Agrishow, maior feira de agronegócio da América Latina, em Ribeirão Preto (SP).
Abraçados, Tarcísio e Bolsonaro cantaram “1 capitão incomoda muita gente, 2 capitães incomodam muito mais”. Os 2 foram oficiais do Exército. O atual governador de São Paulo e ex-ministro de Bolsonaro deixou a carreira militar em 2008 para assumir um cargo na CGU(Controladoria Geral da União). Já o ex-chefe do Executivo foi para reserva em 1988, quando foi eleito vereador no Rio de Janeiro.
Bolsonaro embarcou para São Paulo no domingo (30.abr) e, ao chegar no aeroporto Leite Lopes, em Ribeirão Preto (SP), foi recebido por apoiadores. Antes de desembarcar, ele também cumprimentou passageiros que estiveram com ele no mesmo voo.
O ex-presidente estará acompanhado de Tarcísio na Agrishow. Na feira, Bolsonaro poderá ir à exposição e circular pelo local, entre os diversos estandes, mas não deve fazer discursos.
A ida de Bolsonaro ao evento fez com que o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, não fosse à feira. Ele disse que se sentiu “desconvidado”. No sábado (29.abr), a Agrishow cancelou a abertura do evento para não dar palanque político a Bolsonaro.
Presidente disse, em evento de comemoração ao Dia do Trabalho em São Paulo, que taxa de juros é ‘responsável por parte’ da situação do Brasil. Lula também afirmou que governo estuda isentar do IR a participação nos lucros recebida por funcionários.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar nesta segunda-feira (1º) a taxa Selic, índice básico de juros da economia, hoje em 13,75%. Em evento com centrais sindicais em celebração ao Dia do Trabalho, em São Paulo, Lula associou o patamar atual da Selic ao desemprego e disse que a taxa de juros é parcialmente “responsável” pela situação do país.
“A gente não poder viver mais em um país aonde a taxa de juros não controla a inflação, ela controla, na verdade, o desemprego nesse país porque ela é responsável por uma parte da situação que nós vivemos hoje”, disse.
A taxa de juros é o principal instrumento do Banco Central para coordenar a política monetária do país. Quando os juros sobem, o empréstimo fica mais caro e a economia “esfria”, o que ajuda a controlar a inflação – mas, como consequência, reduz a expansão da renda e do emprego.
Lula discursa em evento em comemoração ao Dia do Trabalho, em São Paulo — Foto: TV Brasil/Reprodução
Durante o discurso, o presidente também disse que o governo estuda isentar do imposto de renda a participação nos lucros (PLR) recebida por funcionários. Também citou esforços para uma possível regulamentação do trabalho por aplicativos (veja mais abaixo).
A crítica à taxa de juros feita por Lula nesta segunda foi mais uma vez direcionada ao BC, que tem mantido a Selic em 13,75% ao ano, o maior nível em mais de seis anos. Ao longo dos últimos meses, o presidente tem feito reiteradas reclamações quanto à manutenção do índice.
Chefiado por Roberto Campos Neto, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, o Banco Central possui autonomia operacional para fixar a taxa Selic para controlar a inflação.
Na ata da última de sua última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC avaliou que a desaceleração da atividade econômica “é necessária para garantir a convergência da inflação para suas metas, particularmente após período prolongado de inflação acima das metas”.
Isso ocorre, na visão do Banco Central, porque existe atualmente “uma dinâmica inflacionária movida por excessos de demanda [aumento de recursos na economia], inicialmente em bens e que atualmente se deslocou para o setor de serviços”.
Na semana passada, durante debate no Senado Federal, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, afirmou que a taxa de juros é alta no Brasil por conta do atual nível de endividamento – considerado elevado para o padrão de países emergentes.
Lula também afirmou que o governo estuda a possibilidade de isentar do imposto de renda a parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) recebida por funcionários de empresas que possuem esse tipo de remuneração.
“A pedido das centrais sindicais, nós começamos a estudar, se o patrão não paga imposto de renda sobre o lucro, se o patrão não paga imposto de renda sobre os dividendos que ele recebe, por que que os trabalhadores têm que pagar imposto no PLR? Por quê?”, disse.
“Então nós estamos estudando, Haddad estava na reunião, nós estamos na reunião, quem sabe para o próximo ano, da mesma forma que um patrão que ganha milhões não paga sobre o lucro, o trabalhador não pode pagar imposto de renda sobre participação dele no lucro da empresa. Essa é uma coisa que precisamos trabalhar muito para mudar”, continuou.
Trabalhadores de aplicativos
Lula defendeu ainda que pessoas que trabalham por meio de aplicativos tenham direitos trabalhistas. O governo criou neste 1º de maio um grupo, junto com sindicatos e empregadores, para discutir a regulamentação de atividades por aplicativos, como transporte de pessoas, bens e comida.
“Não tem problema que o cara trabalha em aplicativo. Muitas vezes, o cara não quer assinar carteira. Não tem problema. O que nós queremos é que a pessoa que trabalha com aplicativo, que ela tenha um compromisso de seguridade social, porque, se ele ficar doente, ou a mulher, tem que ter cobertura para essa pessoa ser tratada”, disse Lula.
Novas imagens dos invasores do Palácio do Planalto mostram as falhas de segurança durante a ação e também a atuação de personagens-chave
O presidente também voltou a defender a prisão dos extremistas que participaram da invasão as sedes dos três poderes, em 8 de janeiro.
“Vocês se lembram que eles tentaram dar um golpe dia 8. Eu quero terminar dizendo para vocês: todas as pessoas que tentaram dar golpe serão presas, porque esse país quer democracia de verdade”, afirmou Lula.
O Congresso criou na última semana uma CPI mista, composta por deputados e senadores, para investigar os atos golpistas.
O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), discutirá com lideranças da Câmara, na terça-feira (2/5), a possibilidade de adiar a votação do projeto de lei que cria marco regulatório na internet, o PL da Censura.
Parlamentares dizem que Lira quer avaliar se o projeto, relatado pelo deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), tem os votos necessários para ser aprovado no plenário da Casa.
Silva afirmou à coluna que foi chamado para uma reunião com Lira nesta terça, em Brasília. Mas disse desconhecer qualquer decisão sobre adiar a votação do texto.
A preocupação do presidente da Câmara cresceu nos últimos dias. Especialmente após o Republicanos, partido presidido pelo deputado Marcos Pereira (SP), posicionar-se publicamente contra o projeto.
Lideranças evangélicas da Casa também pressionam outros parlamentares contra o PL de Orlando Silva. Eles colocaram no ar um placar on-line, que, até o momento, indica a possível derrota do projeto da Censura.
Outro foco de possível virada viria de parlamentares da bancada ruralista, insatisfeitos com a posição do governo Lula, grande defensor do PL da Censura, de fortalecer movimentos sociais como o MST.
Oposicionistas ao projeto ficaram empolgados com o placar da votação do requerimento de urgência, na última terça-feira (25/4).
O pedido foi aprovado com um placar de 239 votos favoráveis. Apesar de derrotados, parlamentares de oposição acreditam que esse número seria reversível na votação do mérito da proposta.
Os Estados Unidos estão preocupados com a maneira como o Brasil tem lidado com os recentes conflitos entre Rússia e Ucrânia e EUA e China. Documentos da inteligência americana aos quais o jornal The Washington Post teve acesso apontam sucessivos acenos do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) a rivais geopolíticos dos americanos.
Em um trecho, por exemplo, a inteligência americana cita o interesse de Lula em formar um “bloco de paz mundial” para mediar os interesses dos EUA e da China e intermediar o fim dos combates na Ucrânia.
Ao que parece o país do tio Sam está arrependido de ter dado suporte a vitória de Lula que como um presente ao gregos parece mais um cavalo de troia.
O economista Santiago Peña, de 44 anos, do Partido Colorado, foi eleito presidente do Paraguai neste domingo (30). Ele assumirá o cargo no dia 15 de agosto, e o mandato é de cinco anos.
Com 99,89 % das urnas apuradas, o resultado é o seguinte:
Santiago Peña: 42,74 %
Efraín Alegre: 27,48 %
Payo Cubas: 22,92 %
As informações são da Justiça Eleitoral do país. Mesmo antes da definição, quando a apuração apontava a liderança do vencedor, o atual presidente, Mario Abdo Benitez, do mesmo Partido Colorado de Peña, afirmou em uma rede social que seu colega tinha sido eleito.
O jornal “ABC Color” afirma que a eleição está decidida. O próprio Peña também já afirmou que é o vencedor, de acordo com a agência Reuters.
Esperava-se que a disputa fosse concorrida, pois o candidato da esquerda, Efraín Alegre, havia conseguido formar uma coalizão ampla e aparecia bem nas pesquisas.
Santiago Peña e a mulher em 30 de abril de 2023 — Foto: Agustin Marcarian/Reuters
Peña disse que manteria laços com Taiwan.
Nos eventos finais da campanha, Alegre começou a falar mais das acusações de corrupção feitas contra o líder do Partido Colorado, Horacio Cartes, um ex-presidente que foi colocado sob sanções dos EUA em janeiro. Alegre o chamou de “Pablo Escobar do Paraguai”, referindo-se ao notório narcotraficante colombiano morto em 1993. Cartes nega as acusações.
Peña reconheceu as divisões partidárias em seu discurso de encerramento da campanha e prometeu ser “um símbolo da unidade partidária”.
Presidente Lula parabeniza o presidente eleito
Em sua conta no Twitter, o presidente Lula deu os parabéns ao presidente eleito.
Alberto Fernández, da Argentina, também parabenizou Peña pelo Twitter. Os dois já conversaram pelo telefone depois do resultado da votação.
Quem é o novo presidente do Paraguai
Santiago Peña é um economista com formação nos Estados Unidos e uma passagem pelo Fundo Monetário Internacional.
Ele foi ministro da Fazenda do Paraguai durante o governo de Horácio Cartes (2013 a 2018) e, durante seu tempo no ministério, ele se filiou ao Partido Colorado, o mais tradicional do Paraguai.
Cartes foi condenado na Justiça e deve ser extraditado dos EUA para o Paraguai. Durante a campanha, Peña teve que dar explicações sobre seu antigo chefe.
O atual presidente, Mario Abdo Benítez, também é do Partido Colorado, mas os dois não são aliados próximos.
Peña foi pai adolescente, ele teve um filho aos 17 anos, quando ainda estava na escola.
Depois de voltar do trabalho no FMI, ele incialmente foi trabalhar em um cargo no Banco Central. Depois, foi para o Ministério da Fazenda e, quando acabou o governo de Cartes, ele foi trabalhar no banco do antigo chefe.
Essa é a segunda vez que ele se candidatou: em 2018, ele perdeu as primárias do Partido Colorado para o atual presidente, Mario Abdo Benítez.
Considerado um dos principais assuntos das recentes discussões no Congresso, o PL que prevê punições pelo mau uso de plataformas digitais vem causando ruídos entre base e oposição ao Governo Federal.
Neste momento, o placar mostra que os votos contra o PL superaram os votos a favor. Veja abaixo: