A ação foi realizada no bairro Treze e confiscou diversos materiais relacionados ao tráfico de drogas
Uma ação da Polícia Civil no município de Coração de Maria, nesta quinta-feira (23), resultou na apreensão de uma motocicleta e de diversos materiais relacionados à atividade de tráfico de drogas. A ação foi realizada em uma residência no bairro Treze, em cumprimento a um mandado de busca e apreensão domiciliar.
No imóvel, foram apreendidos aparelho celular, uma balança de precisão, pinos plásticos utilizados para o acondicionamento de entorpecentes, embalagens, papel seda para a confecção de cigarros, dinheiro em espécie e recipientes de tinta spray usados em pichações associadas à organização criminosa. Além do material, uma motocicleta também foi apreendida.
Conforme as apurações, os suspeitos fugiram antes das equipes policiais chegarem. Todo material confiscado foi apresentado à unidade policial para a adoção das medidas legais cabíveis. As investigações seguem com o objetivo de localizar os investigados e aprofundar a apuração sobre a atuação do grupo criminoso.
A ação foi realizada por meio da Delegacia Territorial (DT/Coração de Maria), vinculada à 3ª Coordenadora Regional de Polícia do Interior (COORPIN/Santo Amaro), com o apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (GATTI/Recôncavo).
A Polícia Civil cumpriu um mandado de prisão preventiva contra um homem, de 66 anos, investigado pelo crime de estupro de vulnerável, em Conceição do Coité. De acordo com as investigações, o crime ocorreu em 2018, na zona rural do município, e o suspeito era vizinho da vítima.
O homem foi localizado por equipes da Delegacia Territorial (DT/Conceição do Coité), após as apurações apontarem que ele estava escondido em uma residência localizada no bairro Pampulha.
O suspeito foi conduzido à unidade policial, onde foram adotadas as medidas legais cabíveis. Ele segue custodiado à disposição do Poder Judiciário. A prisão ocorreu na terça-feira (21).
Trinta e nove pessoas foram retiradas de uma clínica de reabilitação durante uma operação da Polícia Civil realizada nesta quarta-feira (22), em Candeias, na Região Metropolitana de Salvador. O estabelecimento era investigado desde dezembro de 2025 por suspeitas de tortura, maus-tratos e possível relação com duas mortes.
A unidade, chamada Terra Santa Videira, oferece atendimento psicossocial e tratamento para dependência química. Durante a operação o proprietário do local foi preso. Relatos de ex-internos apontam que pacientes teriam sido submetidos a agressões físicas, incluindo choques e a prática de mantê-los pendurados de cabeça para baixo.
O caso começou a ser investigado em 31 de dezembro de 2025, após Geovane Santana Lopes, que estava internado na instituição, ser encontrado com queimaduras pelo corpo. Na época, a clínica afirmou que o próprio paciente teria provocado os ferimentos, mas a versão foi contestada pelos familiares.
Após o episódio, Geovane foi encaminhado para uma unidade de saúde, onde permaneceu internado até 4 de maio deste ano, quando teve a morte confirmada. Cinco dias depois da morte de Geovane, outro caso chamou a atenção das autoridades: Iago Marques Formiga, que atuava como monitor na clínica, desapareceu. Ele havia sido paciente do local e, após concluir o tratamento, passou a trabalhar na instituição.
Dez dias após o desaparecimento, o corpo de Iago foi localizado carbonizado às margens da BA-530, em Camaçari, também na Região Metropolitana de Salvador.
Um personal trainer de 30 anos foi preso nesta quarta-feira (22), em Salvador, suspeito dos crimes de estupro e importunação sexual. A ação foi realizada pela Polícia Civil, que também cumpriu um mandado de busca e apreensão contra o investigado. Segundo a corporação, ele se apresentava como educador físico e afirmava ter qualificação para aplicar procedimentos de liberação miofascial, técnica utilizada nos atendimentos em que as vítimas relatam ter sofrido os abusos.
As investigações começaram após a denúncia de uma mulher de 28 anos, que procurou o suspeito para um atendimento. Conforme o relato da vítima, durante o procedimento ele passou a adotar comportamentos incompatíveis com qualquer finalidade terapêutica. O caso ganhou repercussão em novembro de 2025, quando a enfermeira e influenciadora digital Maria Emília Barbosa afirmou nas redes sociais que havia sido vítima do profissional, identificado como Maurício Brasil. Ela contou que foi orientada a realizar a avaliação física usando biquíni e submetida a posições que a deixaram constrangida, além de relatar uma suposta sessão de liberação miofascial com contato inadequado nas partes íntimas.
De acordo com a delegada Marita Souza, responsável pelo caso, outras oito mulheres procuraram a polícia após a divulgação da primeira denúncia e apresentaram relatos semelhantes. Segundo a Polícia Civil, o investigado repetia o mesmo modo de atuação, solicitando que as pacientes permanecessem apenas com roupas íntimas durante os atendimentos.
Durante o cumprimento do mandado de busca, os policiais apreenderam uma porção de haxixe, uma balança de precisão, dois frascos de anabolizantes, um aparelho celular, equipamentos eletrônicos e documentos, que serão encaminhados para perícia.
As investigações, conduzidas pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), por meio das equipes da 16ª Delegacia Territorial (Pituba), continuam para identificar possíveis novas vítimas e esclarecer completamente os fatos.
A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) orientou que outras possíveis vítimas do homem investigado por importunação sexual em uma academia de condomínio, em Feira de Santana, procurem a unidade para registrar ocorrência. O caso aconteceu no último domingo (19), no bairro Registro, no complexo Jardim Brasil.
“Caso exista alguma mulher que tenha sido vítima desse indivíduo que está tendo sua imagem amplamente divulgada, que compareça até a Deam para que a gente possa ouvi-la. Isso vai com certeza auxiliar muito na investigação. E mulheres que tenham sido vítimas de outros casos como esse também que registrem o fato para que a situação não fique impune”, afirmou a delegada Lorena Almeida.
O suspeito, um personal trainer de 21 anos e morador do condomínio, foi identificado, mas fugiu antes da chegada da Polícia Militar e ainda não foi localizado.
De acordo com a investigação, a vítima gravava o próprio treino quando registrou o momento em que o homem se aproximou e praticou a importunação sexual. Segundo a delegada, ao perceber que a vítima havia procurado ajuda na portaria, o suspeito fugiu do condomínio antes da chegada da polícia.
As investigações também apontam que o homem teria virado a câmera de segurança da academia antes da ação. No entanto, o crime foi registrado porque a vítima filmava o treino com o celular.
“Ele teve a malícia de virar a câmera interna da academia do condomínio para não flagrar o ato. Só foi possível observar a prática do crime porque, por coincidência, a vítima estava utilizando o celular para gravar”, explicou Lorena Almeida.
O investigado deve responder pelo crime de importunação sexual, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão. A vítima já foi ouvida, solicitou medida protetiva e a Polícia Civil segue com as investigações para localizar o suspeito.
*com informações do Acorda Cidade Foto: divulgação
A Polícia Civil investiga um caso de importunação sexual ocorrido na manhã deste domingo (19), em uma academia localizada em um condomínio residencial no bairro Registro, no complexo Jardim Brasil, em Feira de Santana. O suspeito, identificado como morador do condomínio, ainda não foi localizado.
De acordo com a Polícia Militar, equipes do 25º Batalhão foram acionadas após a denúncia feita por uma mulher de 35 anos. Ela informou que, enquanto utilizava uma esteira, um homem realizou um ato libidinoso dentro do espaço da academia.
As imagens do momento passaram a circular nas redes sociais. O vídeo foi gravado pela própria vítima durante o treino, mas ela contou que só percebeu a atitude do suspeito ao assistir à gravação depois. Nas imagens, o homem aparece ao fundo do ambiente se masturbando.
Após o chamado, policiais militares realizaram buscas na região, porém o suspeito não foi encontrado. A vítima foi orientada a registrar a ocorrência na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), que apura o caso.
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) promove audiência pública interativa para instruir o PL 1.855, de 2022, que “institui a Política Nacional para o Desenvolvimento da Economia da Biodiversidade (PNDEB)”.
Senador Jaques Wagner (PT-BA) à bancada.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado
O senador Jaques Wagner (PT-BA) tentou vender um terreno por R$ 15,8 milhões um dia depois de ter sido alvo de operação da Polícia Federal (PF) por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A transação foi barrada pelo cartório de registro de imóveis, que recebeu uma ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.
Por meio de sua defesa, o senador petista disse não haver irregularidades. Ele não explicou os detalhes do negócio.
– A defesa do senador Jaques Wagner esclarece que ele não se manifestará sobre condutas que não sejam sobre sua campanha eleitoral. Todos os demais assuntos estão e continuarão sendo tratados judicialmente. Todos os fatos apurados são públicos e com registros públicos. Não há mínima irregularidade e nem nada a esconder – afirmou o advogado Pablo Domingues.
Wagner também tinha acertado a venda de um segundo imóvel por R$ 10 milhões, o apartamento dele em Salvador (BA), em transação protocolada em cartório uma semana antes da operação da PF. Com a ordem do ministro André Mendonça, o negócio acabou bloqueado e a transmissão de propriedade na matrícula do imóvel não foi autorizada pelo cartório. As informações são do Estadão.
O Ministério Público da Bahia (MPBA), em conjunto com a Secretaria da Segurança Pública (SSP) e a Polícia Militar, deflagrou na manhã desta sexta-feira (17) a Operação Vinculum. A ação investiga a morte de Mateus Daniel Chagas da Silva e do adolescente Kaíque Reis dos Santos, ocorridas em 28 de setembro de 2025, no bairro de São Marcos, em Salvador.
Foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão contra seis policiais militares investigados pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. As diligências aconteceram em Salvador e Lauro de Freitas, em residências e locais de trabalho dos investigados.
De acordo com o MPBA, a investigação aponta que as vítimas foram executadas e que houve alteração na cena do crime para sustentar a versão apresentada pelos policiais, de que as mortes ocorreram durante um confronto armado.
A operação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Corregedoria da Polícia Militar e da Força Correcional Especial Integrada (Force), da SSP. Os mandados foram expedidos pelo 2º Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador.
Um motorista de um ônibus interestadual abandonou o veículo e fugiu a pé após a Polícia Rodoviária Federal (PRF) identificar uma licença de viagem falsificada durante uma fiscalização, na manhã desta quarta-feira (16), em Feira de Santana.
A abordagem aconteceu por volta das 9h, durante a Operação Embarque Legal, que reforça a fiscalização do transporte rodoviário de passageiros nas rodovias federais.
De acordo com a PRF, o ônibus fazia o trajeto entre Montes Claros (MG) e Aracaju (SE). Durante a inspeção, os policiais solicitaram a documentação do veículo e do condutor. Ao verificarem a licença de viagem apresentada, constataram que o documento era falso.
Ao perceber que a fraude havia sido descoberta, o motorista aproveitou um momento de distração da equipe para fugir em direção a uma área de vegetação próxima ao posto da PRF. Ele deixou para trás o ônibus, as chaves do veículo e os passageiros.
A Polícia Rodoviária Federal informou que realiza buscas para localizar o condutor e adotará as medidas legais cabíveis. Enquanto isso, a corporação providencia alternativas para que os passageiros possam seguir viagem com segurança até o destino final.
O homem que se apresenta como pai da bebê de 10 meses morta após sofrer estupro usou as redes sociais para contestar as declarações dadas pela mãe da criança, Ysabelle Rodrigues, em entrevista a uma afiliada da Record TV no Ceará. A manifestação foi publicada na noite desta quarta-feira (15), dois dias após a morte da menina, em Fortaleza (CE).
Nos stories de seu perfil no Instagram, ele afirmou que a ex-companheira não estaria dizendo a verdade sobre o caso e defendeu que ela também seja responsabilizada pelo ocorrido com a filha.
– Ela está mentindo, gente. Eles todos estão mentindo. É para estar presa ela e o seu irmão. Minha filha não volta, mas eu só quero justiça – escreveu.
O homem também afirmou que está sendo impedido de manter contato com o outro filho que teve com Ysabelle e fez um apelo público.
– Eles não querem que eu veja meu filho. Será que eu não tenho direito? Até quando? Já não basta a dor da perda da minha filha e agora não posso ver meu filho – declarou.
Em outra publicação, ele prestou uma homenagem à filha e lamentou a morte da bebê.
– Você tinha uma vida inteira pela frente, sonhos para realizar e um sorriso que iluminava os meus dias. Arrancaram você dos meus braços de forma violenta e injusta, deixando um vazio que nada no mundo será capaz de preencher. Minha eterna Helena – escreveu.
As publicações ocorreram após a divulgação da entrevista concedida por Ysabelle Rodrigues. Na conversa com a emissora TV Cidade, afiliada da Record no Ceará, a mãe afirmou que decidiu falar publicamente diante das especulações sobre o caso e negou ter ingerido bebida alcoólica na confraternização realizada antes da morte da menina.
– Eu não trisquei numa gota de bebida. Eu lembro de tudo que aconteceu – afirmou.
A morte de Helena aconteceu na última segunda-feira (13), em um apartamento no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. O caso é investigado pela Delegacia de Combate à Exploração da Criança e do Adolescente (Dceca). De forma preliminar, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de estupro de vulnerável seguido de morte, mas a confirmação da causa dependerá dos laudos da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce).
A Justiça do Ceará decretou a prisão preventiva de Francisco Ray Rodrigues Magalhães, de 22 anos, e Roberto Levy Oliveira Magalhães, de 26 anos, suspeitos de participação no crime. Francisco seria “ficante” da mãe da criança e estava no apartamento no bairro Dionísio Torres onde o fato ocorreu. Roberto, por sua vez, foi encontrado com o corpo em cima da bebê.