Uma tentativa de furto a uma loja de artigos para celular foi frustrada pela Guarda Municipal na tarde de terça-feira, 1º, na Praça Padre Ovídio (Praça da Matriz). Se passando por cliente, um homem de 20 anos tentou levar alguns itens do estabelecimento e o ato foi percebido pelos funcionários que reagiram.
“O suspeito saiu correndo e se deparou com a guarnição, sendo conduzido à Central de Flagrantes. Ele não estava armado”, afirma a comandante da corporação, Cássia Dias.
TENTATIVA DE ASSALTO FRUSTRADA
Em janeiro, uma tentativa de assalto também foi frustrada pela Guarda Municipal em uma loja na rua Filinto Bastos (Rua de Aurora). Desta vez, o indivíduo portava um simulacro de arma de fogo (réplica proibida).
De imediato, os guardas municipais chegaram no local e renderam o indivíduo, que foi levado à sede da Seprev sendo conduzido até o Complexo de Delegacias, no bairro Sobradinho.
A Polícia Federal cumpre, nesta terça-feira (22), sete mandados de busca e apreensão em uma operação que apura o “direcionamento e superfaturamento na venda de ventiladores pulmonares para o Estado de São Paulo”, conforme divulgado pela corporação.
As investigações que deram origem aos mandados apontam que São Paulo adquiriu, em abril de 2020, 1.280 ventiladores pulmonares pelo valor de R$ 242.247.500. A compra foi realizada por dispensa de licitação com a empresa Hichens Harrison.
Segundo a PF, uma investigação feita por peritos criminais identificou preço abusivo de R$ 63.318.356,00 e “elementos que indicam o direcionamento indevido”.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) revogou nesta segunda-feira (14) a prisão domiciliar do caminhoneiro Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão. Ele foi preso em outubro do ano passado e teve a prisão domiciliar decretada em dezembro.
Apesar da revogação, o magistrado determinou que Zé Trovão seja monitorado por uma tornozeleira eletrônica. Em setembro, foi o próprio Moraes quem determinou a prisão preventiva de Zé Trovão.
Ele estava sendo investigado pelo inquérito dos atos antidemocráticos do STF. O mandato de prisão do caminhoneiro foi expedido no dia 3 de setembro, quando Zé Trovão se tornou um dos principais divulgadores das manifestações em apoio ao presidente Jair Bolsonaro no feriado do dia 7 de setembro.
Zé Trovão ficou foragido por mais de um mês até que se entregou à polícia no dia 26 de outubro de 2021, em Joinville, Santa Catarina.
Veja a nota dos advogados do ativista:
“Atendendo pedido feito pelos advogados Elias Mattar Assad e Thaise Mattar Assad, o Ministro Alexandre de Moraes revogou prisão domiciliar anteriormente imposta ao Sr. Marcos Antonio Pereira Gomes, conhecido como Zé Trovão. O despacho liberatório é datado desta segunda-feira (14/02/2022), com intimação da defesa apenas na tarde desta terça-feira (15/02/2022). O Ministro Alexandre de Moraes deferiu o pedido da defesa, revogando a prisão preventiva, mantendo o uso de tornozeleira entre restrições de uso de redes sociais e comunicação com os demais investigados”.
Após análises de provas e depoimentos colhidos ao longo da última semana, foi cumprido na tarde desta sexta-feira (11), por policiais da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Feira de Santana), o mandado de prisão temporária contra o ex-companheiro de Jéssica Regina Macedo Carmo, morta por disparo de arma de fogo em Santo Estevão no último sábado (5). A vítima estava grávida de nove meses.
A determinação judicial contra ele foi cumprida na cidade de Feira de Santana. Embora ele tenha alegado inicialmente que o tiro teria sido acidental, após análises das provas, o ex-vereador foi colocado como suspeito do crime.
Ele, que passará por exames de corpo de delito, está sendo levado para a sede da 1ª Coorpin, onde será ouvido. O suspeito deve ser posteriormente encaminhado ao sistema prisional, ficando à disposição da Justiça.
O terceiro policial civil envolvido em um acidente grave com uma viatura na BA-233, na região da Chapada Diamantina, morreu na manhã deste sábado (5), um dia depois do ocorrido. A informação foi dada por amigos da vítima, que informaram que ele sofreu morte cerebral, e confirmada pela Polícia Civil.
Yago da França Souza Avelar tinha de 39 anos, era casado e não deixou filhos. Ele estava internado no Hospital Geral do Estado (HGE). Segundo amigos, os médicos que o acompanham disseram que o quadro dele é irreversível, mas os aparelhos continuam ligados e o protocolo de morte encefálica deverá ser aberto nas próximas horas. “Era um rapaz muito centrado, muito inteligente, talentoso. Desenvolvia atividades percussivas, fez parte do Grupo Ganhadeiras de Itapuã. Um cara ímpar, muito bom de coração. Sou suspeito para falar dele, era um irmão que vai deixar muita saudade, fará muita falta”, disse João Pedro das Virgens, soldado da Polícia Militar e amigo de infância do agente.
Outra pessoa também foi assassinada, e mais quatro ficaram feridas
Casa de um dos criminosos foi incendiada por populares revoltados Foto: Divulgação/Polícia Militar do PR
Um pastor evangélico foi assassinado a tiros, em Palmas, no Sul do Paraná, após se recusar a pagar R$ 10 pelo conserto da energia elétrica da igreja. Outra pessoa também morreu, e mais quatro ficaram feridas no ataque. O caso aconteceu entre a noite de sexta-feira (21) e a madrugada deste sábado (22).
De acordo com a PM, a igreja e a casa do pastor, anexa ao templo, compartilhavam da mesma energia elétrica e possuíam ligações clandestinas, os chamados “gatos”. Quando o sistema parou de funcionar, na noite de ontem, o pastor solicitou os serviços de um morador da região.
Segundo testemunhas, após o conserto, o homem cobrou R$ 10 pelo serviço, e o líder religioso se negou a pagar. Neste momento, iniciou-se uma confusão entre os dois e outras pessoas, que tentaram intervir. O vizinho então saiu do local, e retornou pouco tempo depois, com dois irmãos. Eles efetuaram disparos contra um grupo de pessoas que estava na porta da igreja.
Quatro homens, que tinham entre 21 e 32 anos, foram baleados. O que tinha 25 anos morreu. O suspeito de atirar contra o grupo foi baleado no abdômen. Ele foi socorrido e recebeu voz de prisão ainda no hospital.
Ainda na madrugada de hoje, quatro pessoas encapuzadas invadiram a casa do pastor. Ele saiu para verificar do que se tratava e foi morto com mais de 10 tiros. Ele morreu no local.
Pessoas da comunidade se revoltaram com o crime e incendiaram a casa de um dos suspeitos de matar o pastor.
Miqueias da Silva Santana assassinou a esposa, a sogra e a filha com golpes de pá e enxada
Caso ocorreu em Campinas, São Paulo Foto: Reprodução / Redes Sociais
Preso em flagrante por triplo feminicídio, um morador de Campinas (SP) disse à polícia que matou a filha de 3 anos para que ela não ficasse só quando ele assassinasse a mãe e a avó da criança. Miqueias da Silva Santana, de 30 anos, cometeu os crimes nessa terça-feira (18), desferindo golpes de pá e enxada na cabeça das vítimas.
– Na mente dele, ele entendeu que seria a melhor solução, conforme declarações, porque ela [a filha] ficaria sem [a] mãe, [a] avó e o pai, porque o pai ficaria preso – declarou o delegado, Mateus Rocha, da 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), em entrevista ao portal G1.
O próprio suspeito foi o responsável por acionar a polícia por telefone. Na ocasião, ele relatou que “fez besteira” e que feriu a esposa, Claudia Bernardes Santos, de 34 anos.
Segundo o delegado, Miqueias prestou depoimento com tranquilidade. Durante sua fala, ele disse que as brigas familiares se tornaram mais recorrentes nos últimos três meses.
– [Ele] Estava bastante tranquilo, aparentemente tranquilo, e falou tudo espontaneamente. A princípio, houve um histórico de discussões, mas nada além disso. Não há notícias de agressões anteriores. Mas houve um desentendimento há cerca de três meses. Segundo ele, a convivência entre os dois piorou e começaram a discutir mais – disse o delegado.
Miqueias decidiu, então, tirar a vida da sogra por ela interferir na relação conjugal do casal.
– Na data de ontem, houve nova discussão. Ele saiu de casa a pretexto de buscar refrigerante para família e decidiu que era aquele o momento de praticar o crime. Ele voltou pra casa, se apoderou da ferramenta que tinha lá, agrediu primeiramente a sogra, a filha. Em seguida, a esposa entrou em luta corporal e acabou sendo vitimada – concluiu o delegado.
Em assembleia virtual realizada na noite de terça-feira(18), o Sindicato dos Policiais Civis da Bahia (Sindpoc) aprovou “Lockdown Semanal”, uma paralisação a ser realizada toda quinta feira, bem como o estado de greve da categoria.
Dentre as pautas de reivindicações estão a regulamentação do Artigo 46, parágrafo 1o da Lei 11.370/2009, que concede o salário de nível superior para os servidores com formação acadêmica, reestruturação da carreira, além da exigência de apresentação do cartão de vacinação para a população ter acesso às delegacias do Estado, algo que, segundo o sindicato, não está ocorrendo.
“Como se não bastasse tudo o que temos passado, hoje nos deparamos com o surto de Covid-19 e de gripe nas delegacias e os policiais expostos diariamente a esse perigo eminente, porque a Policia Civil da Bahia não tem cumprido o Decreto do Governo do Estado, onde o usuário do serviço público para adentrar nos órgãos e repartições precisa ter em mãos a carteira de vacinação”, denunciou Eustácio Lopes, presidente do Sindpoc.
Além do Lockdown Semanal, que acontecerá toda quinta-feira e o estado de greve dos servidores da Policia Civil, terá continuidade a Operação Padrão, iniciada no dia 01 de janeiro, com atos semanais nas delegacias.
Por fim, ficou definida uma Assembleia Geral Presencial, a ser realizada no Campo Grande, no dia 10 de fevereiro, com caminhada até a Sede da Polícia Civil, para entrega das horas extras e chefias.
A Corte de Cassação de Roma, a última instância da Justiça italiana, determinou nesta quarta-feira (19) que o atacante Robinho, ex-Santos e seleção brasileira, está condenado a nove anos de prisão por violência sexual de grupo cometida contra uma mulher albanesa na boate chamada Sio Café, em Milão, na madrugada do dia 22 de janeiro de 2013. Ricardo Falco, amigo do atleta, recebeu a mesma sentença.
Sem a presença do jogador, que nem sequer viajou para a Itália, a audiência que analisou o recurso apresentado por sua defesa teve apenas 30 minutos. Durante a curta sessão, somente um dos advogados de defesa, Franco Moretti, fez a sustentação oral. Ele afirmou que a relação entre a mulher e Robinho foi consensual, tentou trazer à audiência pontos sobre a conduta da vítima e citou um dossiê da vida privada dela, que foi rechaçado no julgamento em segunda instância. Após a decisão, não há mais possibilidade de recurso.
A vítima, que completa 32 anos na sexta-feira (21), acompanhou a audiência. Ela disse que não queria comparecer ao tribunal, mas foi convencida por seu advogado.
Tanto Robinho como Ricardo Falco foram condenados com base no artigo “609 bis” do Código Penal Italiano, que fala da participação de duas ou mais pessoas reunidas para ato de violência sexual – forçando alguém a manter relações sexuais em uma condição de inferioridade “física ou psíquica”.
Ao ser interrogado, em abril de 2014, o atacante negou a acusação. Em áudio captado pela Justiça italiana, ele admitiu que manteve relação sexual com a vítima, mas disse que foi uma relação consensual de sexo oral e sem outros envolvidos. No caso de Ricardo Falco, a perícia realizada por determinação da Justiça identificou a presença de seu sêmen nas roupas da jovem.
Com a condenação confirmada em última instância, a Justiça italiana pode pedir a extradição do jogador, mas a Constituição de 1988 veta a extradição de brasileiros natos.
Um homem que foi preso em flagrante após matar a ex-esposa a tiros, no município de Ipirá, a 210 quilômetros de Salvador, disse à polícia que não se recordava do crime. O suspeito afirmou que estava desorientado quando cometeu o feminicídio. Identificado como Luís Claudio Judeu, ele segue detido.
A vítima, Alessandra Souza Rios, tinha 40 anos, e era cabeleireira. O crime foi cometido na frente das duas filhas gêmeas do casal, enquanto as três voltavam de uma vaquejada. Não há detalhes sobre as idades das meninas.
A delegacia da cidade detalhou que Alessandra já tinha uma medida protetiva contra o ex-marido, Luís Judeu. Ele já era investigado por ameaçar e causar danos à ex-companheira. Conhecida como “Sandra do Salão”, a vítima teve um estabelecimento queimado em um ataque criminoso.
De acordo com a Polícia Civil, Carlos foi levado para a delegacia da cidade por policiais militares, que o encontraram em uma fazenda.