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Moro faz duras críticas a visita de Lula à Cuba: 'Nada mudou'; Veja post

Foto: Pedro França/Agência Senado.

O Senador Sérgio Moro, através de postagem no X (antigo Twitter), faz duras críticas visita de Lula à Cuba, após o presidente brasileiro criticar os embargos impostos pelos EUA. 

Na postagem o Senador diz que Lula foi ‘adular a ditadura’. Veja post a seguir: 


Informações TBN


Empresas podem economizar com energia mais barata no mercado livre a partir de 2024. Mas, para quem continuar comprando das distribuidoras, conta pode ficar maior.

Torres de transmissão de energia elétrica no Pará. — Foto: Paulo Santos/Reuters

Torres de transmissão de energia elétrica no Pará. — Foto: Paulo Santos/Reuters 

As distribuidoras de energia elétrica devem perder 5.301 clientes, ou 1% do seu mercado, com a migração de consumidores ligados em alta tensão – como comércios e indústrias – para o mercado livre de energia em 2024. 

Os dados são da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que estima para 2024 a migração de clientes que consomem um total de 279,4 gigawatts-hora (GWh) de energia por mês. 

Esse consumo representa 1% da energia demandada mensalmente pelos consumidores no chamado mercado “cativo” ou “regulado” – que só pode comprar energia da distribuidora local. 

Os dados consideram a média de consumo nesse mercado até julho de 2023, segundo cálculo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE). 

Mercado livre puxa aumento do consumo de energia em 2022

Mercado livre puxa aumento do consumo de energia em 2022 

O que muda a partir de 2024?

A partir de janeiro de 2024, os consumidores de energia em alta tensão poderão comprar energia de qualquer comercializador que não seja a distribuidora, negociando preços. 

O mercado livre existe no Brasil desde 1996, mas as regras para migração restringiam a contratação para grandes consumidores, com demanda acima 1.000 quilowatts (kW) ou 500 kW, no caso de fontes renováveis. 

Em setembro de 2022, o governo federal publicou uma portaria que permite a migração de todos os outros consumidores ligados em alta tensão. Já os consumidores em baixa tensão, como os residenciais e rurais, permanecem tendo de comprar energia da distribuidora local.

“A portaria torna elegível esses consumidores a partir de janeiro [de 2024], mas o efeito prático já é concreto porque 5.300 contratos já foram encerrados com as distribuidoras, [elas] já foram notificadas, e 5.300 novos contratos já foram assinados com os comercializadores”, declarou o presidente da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (Abraceel), Rodrigo Ferreira. 

No ano passado, o governo chegou a colocar em consulta pública uma portaria para a abertura completa do mercado, mas ela nunca foi publicada. O tema também é tratado em um projeto de lei que tramita na Câmara dos Deputados. 

A conta de luz vai aumentar?

Os custos de aquisição de energia são menores no mercado livre. Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima que a tarifa pode cair de 15% a 20% para quem migrar a partir de 2024. 

Mas, para os consumidores que vão continuar no mercado cativo, das residências, a conta de luz pode aumentar. É o que afirma o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Marcos Madureira. 

Ele lista três razões para um eventual aumento: 

“Sem dúvida, esses três impactos serão sentidos. Não é igual porque vai depender de como cada distribuidora será impactada. Uma distribuidora poderá ter um volume maior de migração, outra poderá ter um volume menor, mas sem dúvida alguma a tarifa dos consumidores no mercado regulado será impactada”, afirma Madureira. 

O aumento na CDE se dará por causa de uma eventual alta no consumo de fontes incentivadas no mercado livre. Usinas de geração solar e eólica, por exemplo, têm descontos nas tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão, que são custeados pela CDE. 

Já a sobrecontratação das distribuidoras é uma questão sistêmica. Hoje, esse número está em torno de 10%, segundo o presidente da Abradee. Isso significa que essa parcela de energia contratada não é consumida no mercado regulado, por falta de demanda. 

Quando a energia “sobra”, as distribuidoras podem: 

Segundo Madureira, as distribuidoras pagam em média R$ 250 por megawatt-hora (MWh) pela energia. O valor é superior ao Preço de Liquidação das Diferenças (PLD) — referência para o mercado livre, que hoje está no piso, a cerca de R$ 70 por MWh. 

O PLD é o valor pelo qual a distribuidora vende energia no mercado livre. Com isso, a diferença de R$ 180 por MWh acaba na conta do consumidor cativo – que não tem acesso ao mercado livre. 

“É o que chamamos de espiral da morte. Toda vez que alguém migra do mercado regulado para o mercado livre, como as regras estão hoje, aumenta o preço do mercado regulado. Portanto, torna mais atrativo para alguém migrar. Esse alguém migra, torna mais atrativo [para outro]. E a energia vai ficando mais cara para quem permanece no mercado regulado”, declarou Madureira.

A Abraceel, que representa as comercializadoras do mercado livre, afirma que não verifica esse impacto na conta de luz. 

Segundo Ferreira, haveria uma redução na CDE com uma eventual migração de consumidores da geração distribuída –terceiro subsídio com mais impacto no fundo setorial. Na geração distribuída, o consumidor gera sua própria energia, principalmente a partir de placas solares. 

Contudo, o presidente da Abraceel reconhece que essa migração demanda mais convencimento, porque já houve um investimento em geração por parte do cliente em potencial. 

Ferreira afirma ainda que a associação não encontrou indícios de sobrecontratação com a migração desse grupo de consumidores – o chamado “grupo A”, de alta tensão. “Há um volume significativo de energia que deixará o mercado regulado nos próximos anos, muito superior ao volume de energia envolvido nessa fase de abertura do mercado”, disse. 

Como migrar para o mercado livre? 

Pela regulação atual, todos os consumidores em alta tensão — acima de 2,3 quilovolts (kV) – poderão contratar energia no mercado livre a partir de janeiro de 2024. Isso significa que vão poder adquirir energia de um comercializador a preços negociados. 

As regras excluem os consumidores em baixa tensão, como residências e em áreas rurais, que vão permanecer comprando da distribuidora local. 

Para iniciar o processo, o consumidor precisa notificar a sua distribuidora 6 meses antes do vencimento do contratual anual de prestação de serviços. 

Além disso, a partir de janeiro, os consumidores aptos a migrar terão que fazer isso por meio de uma comercializadora varejista. Ou seja, uma empresa que os representará junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) — responsável pela gestão da compra e venda de energia no mercado livre. 

“Isso facilita demais a vida deles, porque não só o modelo de comercializador varejista simplifica muito a vida para o consumidor, como agiliza uma série de elementos dessa migração”, afirmou o presidente da Abraceel. 

Com a publicação da portaria, em setembro de 2022, o mercado passou a se preparar para entrada de milhares de consumidores que possuem consumo individual menor. 

“Essa abertura é algo para o qual nós nos preparamos há três anos. Entendemos que é uma disrupção superimportante no mercado de energia”, afirma o diretor de Tecnologia da Delta Energia, Alfredo Silva. Em julho, o grupo comprou a Wisebyte, uma empresa de tecnologia voltada para o mercado livre. 

Segundo Silva, atualmente, o mercado potencial de consumidores livres é de 30.000 empresas. Com a abertura para a alta tensão, esse número vai para mais 72.000. E, caso os consumidores residenciais sejam incluídos futuramente, o mercado pode crescer para mais de 80 milhões. 

Os números da Aneel para migração em 2024 superaram as expectativas. Segundo os dados da agência, só em janeiro, 2.195 consumidores devem entrar no mercado livre. 

Como as distribuidoras têm que ser notificadas seis meses antes do término dos contratos e os dados da Aneel são de junho, esse número de migração em janeiro está fechado. Contudo, nos meses seguintes, pode aumentar. 

“Estávamos imaginando, depois de algumas conversas com Aneel, CCEE etc., 1.500 em janeiro e me parece que são [mais de] 2.000. É um número bem expressivo”, afirma Ferreira. 

A CCEE estima um mercado potencial de 165.000 consumidores, sendo que 93.000 já fizeram investimentos em geração distribuída –em que o próprio consumidor gera sua energia. O restante, cerca de 72.000 clientes, estaria mais propenso a migrar. 

“É um mercado ainda de ‘atacarejo’. Antes da portaria, o que tínhamos era um mercado de atacado. Grosso modo, para fazer parte do mercado livre, um consumidor tinha que ter uma conta mensal na ordem de R$ 150 mil […]. Com a portaria, passam a ser elegíveis consumidores com uma conta de R$ 10 mil. É muito diferente”, disse o presidente da Abraceel. 

Segundo o presidente da Abradee, Marcos Madureira, o mercado livre é um fato, mas seria necessário endereçar os custos que ficam para o mercado regulado. 

“A abertura de mercado é algo previsto para ser institucionalizado, faz parte da evolução [do mercado]. Nós só entendemos que tem que se tomar alguns cuidados para os incentivos que são dados nos mercados não continuarem onerando os consumidores regulados”, declarou.

Informações G1


Presidente vitimizou a ditadura e apoiou a regulação de redes

Plano PT Lula
Partido quer expandir presença nos municípios, para dar continuidade a seu projeto político | Foto: Reprodução/Ricardo Stuckert/PR

O presidente Lula discursou para poucas autoridades, na plenária de Havana, em Cuba, durante encontro de países do G77, neste sábado, 16. A plateia deveria ter, ao menos, cem autoridades e 16 chefes de Estado.

Além disso, ao subir à tribuna, o petista sequer foi aplaudido pelos presentes, de tal modo que não percebeu quando seria a hora de falar.publicidade

O vídeo divulgado à imprensa pela Empresa Brasileira de Comunicação não mostra a quantidade de pessoas no local, mas, sim, apenas o presidente falando. Jornalistas enviados por outros veículos de comunicação, contudo, registraram a baixa adesão de pessoas.

O que Lula disse em Cuba

No evento, Lula vitimizou a ditadura cubana e acusou os Estados Unidos de imporem um “embargo ilegal” ao regime castrista. O petista não citou os mais de mil presos políticos que existem na ilha.

Criado nos anos 1960, o G77 é um grupo composto de mais de 130 países do chamado “Sul Global”, mas tem historicamente tido pouca voz nas definições tomadas em ambientes geopolíticos, como a ONU.

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O presidente Lula, durante evento em Cuba com países do G77 – 16/07/2023 | Foto: Reprodução/Gov.Br

O petista criticou ainda a inclusão do regime castrista na lista de Estados patrocinadores do terrorismo, pelos norte-americanos. “O Brasil é contra qualquer medida coercitiva de caráter unilateral”, disse.

Lula também apoiou a ideia segundo a qual as redes sociais têm de ser regulamentadas. “O projeto de diretrizes globais para regulamentação de plataformas digitais, da Unesco, equilibra a liberdade de expressão e o acesso à informação com a necessidade de coibir a disseminação de conteúdos que contrariam a lei, ou ameaçam a democracia e os direitos humanos”, observou.

Informações Revista Oeste


Marcelo Chello/CJPress/Folhapress

Ao tentar adular o presidente Lula, o ministro da Justiça Flávio Dino fez coro nas críticas ao Tribunal Penal Internacional, o TPI.

O presidente Lula alertou, corretamente, que há um desbalanceamento, em que alguns países aderiram à jurisdição do Tribunal Penal Internacional e outros não, como os Estados Unidos, a China e outros países importantes. Isso sugere que em algum momento a diplomacia brasileira pode rever essa adesão a esse acordo, uma vez que não houve essa igualdade entre as nações. Foi um alerta que o presidente fez. É claro que a diplomacia brasileira vai saber avaliar isso”, disse Dino na quarta, 13.

Mas Dino já foi favorável ao TPI, como é possível constatar após uma breve busca na rede social X, antigo Twitter. Em 2021, quando Jair Bolsonaro era presidente, ele não reclamava de um suposto “desbalanceamento” na corte.

No dia 29 de abril de 2021, Dino escreveu:

Hoje em debate com o ex-ministro Temporão, a convite dos estudantes de Direito da UFRJ, externei a minha avaliação jurídica de que, em algum momento, a pandemia no Brasil vai resultar em ações no Tribunal Penal Internacional, em face de crimes contra a humanidade“, escreveu.

Em 7 de maio de 2021, de novo:

Algo aconteceu para Bolsonaro estar falando tantas insanidades nesta semana. Até para os padrões dele, a taxa está atipicamente elevada. Será medo da CPI? Ou do Tribunal Penal Internacional? E o trabalho, NADA. Só bravatas e agressões“, escreveu.

Reprodução

Em 14 de novembro de 2021, voltou ao assunto:

Essas constantes viagens a Dubai são só passeio mesmo? Ou tem algo de esquisito nisso? Estão preparando exílio para o fim dos efêmeros e desastrados anos de poder? Ou a preocupação é fugir à jurisdição do Tribunal Penal Internacional?.”

Informações Crusoé


“Impossível” zerar a fila de espera do INSS, diz ministro do governo; ENTENDA

Foto: Reprodução/UOL.

O ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, disse ser “impossível” zerar a fila de espera do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Em entrevista ao Estadão, publicada na 6ª feira (15.set.2023), ele reafirmou que a expectativa do governo é chegar ao final de dezembro com o prazo máximo de 45 dias para atendimento. 

“Zerar a fila é impossível porque, todo mês, você tem que atender o pedido do mês e ainda resolver o que estava acumulado anteriormente”, explicou Lupi. “Eu espero que, até final de dezembro, a gente consiga atingir o prazo máximo de 45 dias.” 

Em julho, o governo lançou um programa de bônus para os funcionários do INSS que colaborarem com a redução da fila de atendimento e perícias médicas no órgão. O incentivo tem duração de 9 meses, podendo ser prorrogado por mais 3 meses. 

Conforme dados do instituto, os pedidos pendentes recuaram 5,7% de junho a agosto. Foram de 1,79 milhão para 1,69 milhão (até 28 de agosto). Considerando apenas os pedidos com prazo superior a 45 dias, a queda foi de 7,95%, de 1,1 milhão para 1,05 milhão no mesmo período. 

Para Lupi, o ritmo de redução da fila do INSS está dentro do esperado. O ministro disse que o alto tempo de espera é uma “herança maldita” do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PT). A redução da fila é uma das prioridades do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). 

CONSIGNADO 

Em março, o governo federal anunciou que o teto de juros do consignado a beneficiários do INSS baixaria para 1,70% ao mês. Antes, a taxa era de 2,14%. Em meio a reclamações de bancos, no entanto, o governo reviu a decisão. No mesmo mês, o teto de juros foi fixado em 1,97%, e reduzido para 1,91% em agosto. 

Lupi disse na entrevista que, com a queda da Selic, será possível chegar ao patamar desejado até o fim de 2024. “Eu acho que vou chegar lá. Sou brasileiro, não desisto nunca”, falou o ministro. “Seguindo nessa sequência de baixar taxa de juros [Selic], baixar lá, baixa aqui [no consignado]”. 

O ministro reconheceu que o anúncio da redução da taxa para 1,70% foi precipitado. “Acho que posso ter falhado na maneira de fazê-lo”. E minimizou: “Só erra quem trabalha”. 

Créditos: Poder 360. 


Veja quais são os alimentos que nunca podem faltar na dieta de quem tem colesterol alto

O colesterol é uma substância responsável pela formação das membranas celulares e pela produção de hormônios. O problema surge quando seu valor é alto: isso pode contribuir para o aparecimento de doenças cardíacas. Nem todo mundo, porém, sabe que com um alimentos adequados e um estilo de vida saudável é possível combater e reduzir o colesterol alto. 

Antes de citar quais alimentos são aliados na luta contra o colesterol alto, é preciso saber que reduzir o consumo de gorduras saturadas e trans é essencial. Essas gorduras estão presentes em alimentos de origem animal, como carnes vermelhas, carnes processadas e laticínios ricos em gordura, bem como em alimentos processados, como alimentos fritos e produtos de panificação. 

Substituir essas gorduras por fontes mais saudáveis de gordura, como gorduras insaturadas (encontradas em azeite de oliva, abacate e nozes), pode ajudar a reduzir o LDL. 

Quais alimentos você deve consumir para combater o colesterol alto? 

A nutrição pode fazer muito pela nossa saúde. Consumir os alimentos a seguir como parte de uma rotina alimentar saudável e variada pode realmente ajudar a reduzir os níveis de colesterol LDL no sangue. 

Aveia: cereal rico em fibras (principalmente beta-lucano) que, ao se ligar ao colesterol no intestino, ajuda a reduzir sua absorção e circulação no sangue. É muito versátil e pode ser utilizado por exemplo no café da manhã ou para preparar um mingau. 

Nozes: ricas em ômega 3, fibras e antioxidantes que ajudam a reduzir o LDL e a manter a elasticidade das artérias. São o lanche perfeito, uma alternativa aos alimentos industriais. 

Leguminosas: fontes de proteínas vegetais, ricas em fibras, que ajudam a controlar os níveis de colesterol no sangue. Os melhores são feijão, lentilha e grão-de-bico. 

Azeite: é fonte de gorduras saudáveis ​​que aumentam o colesterol HDL (o bom) e reduzem o colesterol ruim. 

Leites vegetais: por serem de origem vegetal, são naturalmente livres de colesterol. Alguns exemplos são os leite de soja, amêndoa, arroz e aveia. 

Peixes gordurosos (salmão, sardinha, arenque): são ricos em ômega 3, reduzem os triglicerídeos, evitando a formação de coágulos sanguíneos. 

Oleaginosas como amêndoas e pistache: contêm esteróis vegetais que dificultam a absorção do colesterol no trato intestinal, reduzindo assim a quantidade que entra na corrente sanguínea. Podem ser consumidos ao pequeno-almoço ou como lanche, como alternativa saudável aos produtos industriais e lanches. 

Vegetais de folhas verdes (espinafre, couve): contêm vitaminas, minerais e antioxidantes que reduzem a oxidação celular e promovem a saúde do coração. 

Soja: é fonte de proteína vegetal rica em isoflavonas que melhoram a saúde do coração. 

Cevada: rica em fibras solúveis que se ligam ao colesterol no intestino, reduzindo-o. Pode ser utilizado no preparo de sopas, por exemplo. 

Grãos integrais: ricos em fibras que ajudam a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis ​​​​e a reduzir o colesterol LDL, ou seja, o colesterol ruim. 

Créditos: Catraca Livre.


Acusado de fake news contra Moraes é condenado a 5 anos de prisão

Foto: Alexandre de Moraes no plenário do STF. (Foto: Carlos Moura/SCO/STF).

O juiz Rudi Baldi Loewenkron, da 34ª Vara Criminal do Rio, condenou o advogado bolsonarista Alexandre Cezar Zibenberg a cinco anos de prisão por distribuir fake news contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, diz O Globo. 

Em junho de 2020, Zibenberg publicou a seguinte mensagem nas redes sociais: “O ESCÂNDALO NO STF Ministro Alexandre Moraes recebeu propina do Cartel de Trens, diz ex-diretor da Siemens”. 

O advogado e blogueiro já havia sido condenado em duas instâncias ao pagamento de R$ 50 mil por danos morais. Após a condenação, ele fez uma “vaquinha” nas redes sociais para poder pagar a dívida. 

Créditos: O Antagonista. 


Lula deve usar andador depois da cirurgia e ministros temem comando de Janja sobre a agenda

Foto: Reprodução/VEJA.

O presidente Lula deve despachar do Palácio da Alvorada por cerca de um mês depois da cirurgia que fará no quadril, no dia 29. A previsão deve mudar a rotina do presidente –e já causa tensão entre ministros e auxiliares. 

EM CASA 

A agenda, neste período, deve ficar submetida também à primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, já que, embora seja um palácio, o Alvorada é a residência do casal. 

EM CASA 2 

Há o temor de que a agenda de Lula, já lotada, fique ainda mais restrita, em especial para ministros e auxiliares que não gozam da total simpatia da primeira-dama. 

EM CASA 3 

A previsão é de que Lula já comece a despachar no começo da semana seguinte à cirurgia. Por cerca de 15 dias, ele terá que se locomover com a ajuda de um andador. 

SOBRE RODAS 

A empresa Itaipu Binacional disponibilizou à Presidência um carrinho de golfe para que o presidente possa se locomover em deslocamentos maiores no Alvorada. 

Créditos: Folha de S. Paulo. 


Em processo de 2016, o Tribunal de Contas da União determinou que o petista devolvesse centenas de presentes recebidos de autoridades estrangeiras

Lula relógio de luxo joias presidência
O Piaget não conta na lista de presentes oficiais informados pelo presidente ao TCU | Foto: Ricardo Stuckert/Presidência

Em seu primeiro mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou com relógios de luxo e um colar de ouro branco. Os objetos foram incorporados ao acervo pessoal do petista, depois que ele deixou o cargo, de acordo com reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.

Quase uma década depois, em 2016, os presentes dados a Lula tornaram-se alvo do Tribunal de Contas da União (TCU) e da Operação Lava Jato.publicidade

O petista devolveu 484 itens, 453 no processo do TCU, no valor de R$ 2,2 milhões. A lista de presentes inclui esculturas, quadros, tapetes, vasos e louças, informou o Estadão. Outros 21 objetos valiosos foram restituídos por exigência da Operação Lava Jato

Registros do acervo particular de Lula e declarações públicas mostram que permaneceram com Lula pelo menos dois relógios de luxo: um Piaget, avaliado em R$ 80 mil, e um Cartier Santos Dumont, feito de ouro branco 18 quilates e prata 750, no valor de £ 9,6 mil — o que corresponde a R$ 59,9 mil.

O Piaget não consta na lista de presentes oficiais informados pelo presidente ao TCU. Em julho passado, de acordo com o jornal Folha de S.Paulo, Lula disse que recebeu o relógio do ex-presidente da França Jacques Chirac (1932-2019), em 2005, nas comemorações do Ano do Brasil na França. 

O petista afirmou que o item ficou perdido até ele encontrá-lo, depois da mudança, em uma gaveta. E começou a usá-lo, inclusive na campanha de 2022.

Já o Cartier Santos Dumont, ornado com uma pedra safira azul, foi um presente recebido do governo francês em 2005. O presidente também está usando o objeto, segundo informou o Instituto Lula. 

Em 2003, Lula recebeu do então ministro das Relações Exteriores da Líbia, Abdelrahman Shalqam, um relógio suíço folheado em prata, incorporado ao seu acervo particular. Não há informações sobre a marca do relógio, no qual o mostrador traz uma imagem do coronel Muammar Kadafi, antigo ditador da Líbia, morto durante revolta popular de 2011. 

Um colar de ouro branco também ficou sob posse particular de Lula. O item foi um presente da Citic Group Corporation, uma empresa de investimento estatal da China, entregue em abril de 2004. Na joia, há detalhes em ouro amarelo e um pingente na forma de uma gravata.

Nova determinação do TCU obrigou Lula a devolver a maioria dos presentes recebidos

Entendimento no TCU é de que objetos valiosos têm de ser devolvidos por Lula | Foto: Divulgação/TCU

A devolução dos outros mais de 400 itens ocorreu depois de uma mudança, a partir de determinação do TCU. A Corte mudou seu entendimento sobre a preservação, a organização e a proteção dos acervos documentais privados dos presidentes da República.

A partir daquele momento, quem ocupasse o cargo de presidente teria permissão de ficar apenas com presentes de caráter personalíssimo, como medalhas personalizadas e grã-colar, ou de consumo direto, como perfumes, camisetas, bonés, chinelo e gravata.

A regra passou a servir de base para os presidentes seguintes. O processo foi arquivado depois de Lula devolver os 453 itens.

A questão é que, no entender da Corte, objetos de grande valor recebidos têm de ser devolvidos ao Estado. No momento em que proferiu seu voto, na época, o ministro Walton Alencar, relator do processo no TCU, foi enfático nesse sentido.

Os relógios e colar citados, que permaneceram com Lula, podem ser considerados de grande valor. Por esse argumento, o ex-presidente Jair Bolsonaro está sendo cobrado a devolver objetos de alto valor financeiro que recebeu enquanto ocupava o cargo.

Em nota, a Presidência da República afirmou que não há irregularidades. De acordo com o órgão, Lula não vendeu nenhum dos presentes que recebeu.

Já a defesa de Bolsonaro, em meio às investigações, declarou que o ex-presidente “jamais apropriou-se ou desviou quaisquer bens públicos” e que coloca sua movimentação bancária à disposição das autoridades.

No levantamento do TCU de 2016, outros oito presentes recebidos por Lula, que somam o valor de R$ 11,7 mil, não foram encontrados. Por esse motivo, o presidente teve de restituir esses valores em dinheiro.

Informações Revista Oeste


‘Operação Fauda’ acontece na manhã desta sexta-feira (15), na periferia da capital baiana.

Policial federal e dois homens morrem durante operação em Salvador

Policial federal e dois homens morrem durante operação em Salvador 

Um policial federal e quatro homens morreram em um confronto durante uma operação na manhã desta sexta-feira (15), na região de Valéria, em Salvador. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), outros dois agentes (um da Polícia Federal e outro da Civil) ficaram feridos. 

O policial Lucas Monteiro Caribe chegou a ser socorrido com os outros dois agentes (um da Polícia Civil e outro também federal) para o Hospital Geraldo Estado (HGE), na capital baiana, mas chegou à unidade sem vida. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos outros policiais. 

De acordo com a SSP-BA, os quatro homens que morreram são suspeitos de fazer parte do grupo criminoso que trocou tiros com os policiais. Dois morreram no momento do tiroteio e os outros horas depois, em uma região de matagal, entre os bairros de Valéria e Rio Sena, durante a fuga. 

Desde agosto, a Polícia Federal participa de operações na Bahia como parte de um acordo de cooperação entre o governo estadual e federal para reprimir a criminalidade no estado. 

De acordo com a secretaria da segurança da Bahia, um grupo criminoso está escondido em uma região de mata fechada, do bairro periférico da capital baiana. 

Valéria fica em um ponto considerado estratégico para o tráfico de drogas e é palco de constantes confrontos entre facções criminosas de atuação local e nacional. Ele fica em uma região que margeia duas rodovias, a BR-324 e a BA-528, conhecida como Estrada do Derba, onde ocorre a operação desta sexta. Além disso, a localidade está em um dos limites de Salvador, próximo ao município de Simões Filho, e têm uma extensa área de matagal. 

Três policiais ficam feridos e dois homens morreram após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois homens morreram após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe — Foto: Arquivo Pessoal

Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe — Foto: Arquivo Pessoal 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

A “Operação Fauda” é feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Os suspeitos morreram no local da troca de tiros. 

A FICCO foi lançada em agosto deste ano, pela SSP-BA e Polícia Federal, com o objetivo de intensificar, em caráter especial, o enfrentamento às organizações e associações criminosas. A integração entre os governos estadual e federal será feita de forma pontual, caso eles entendam que exista a necessidade. 

De acordo com o órgão de segurança pública, a ação é contra uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e armas, homicídios e roubos, com atuação no bairro de Valéria. 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Equipes das Polícias Federal, Militar e Civil cumprem ordens judiciais na capital baiana, à procura de foragidos, armas, munições e entorpecentes. Cerca de 100 policiais de unidades ordinárias e especializadas das forças federal e estadual participam da operação integrada. 

Por causa da ação, um intenso engarrafamento foi formado nas regiões da Estrada do Derba, Estrada Velha de Paripe e na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana. 

Segundo a Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), os ônibus do transporte público da capital baiana tiveram o itinerário desviado. Os veículos que seguem no sentido BR-324 passam a trafegar pela Avenida Suburbana. 

Já os que seguem sentido Base Naval, estão retornando para a BR-324 antes do local da operação policial e de lá continuam o itinerário. 

Helicópteros do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar realizam varreduras na região de Valéria e do subúrbio ferroviário à procura dos suspeitos. Do alto, os militares avaliam possíveis rotas de fuga e repassam informações para as equipes que estão no chão. 

Graer atua na região de Valéria — Foto: Divulgação/SSP-BA

Graer atua na região de Valéria — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Governador fala sobre operação

Governador da BA fala sobre operação em bairro de Salvador e lamenta morte de policial

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Governador da BA fala sobre operação em bairro de Salvador e lamenta morte de policial 

Nesta sexta, o governador Jerônimo Rodrigues apresentou novas viaturas na cidade de Feira de Santana, a 100 km de Salvador. Perguntado sobre a operação integrada em Salvador, ele lamentou a morte do policial federal. 

“Eu quero me solidarizar com a Polícia Federal, que perdeu um homem na iniciativa de uma operação, em Valéria. É uma iniciativa da polícia em desmontar a atuação do crime organizado na Bahia”, disse Jerônimo Rodrigues. 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

De acordo com o governador da Bahia, a determinação dele, do secretário de segurança Marcelo Werner, do presidente Lula e do ministro Flávio Dino é de que a polícia “não dê trégua” para os criminosos. 

“Nós não queremos e determinamos que sejam trazidos corpos. Queremos presos, para que a gente possa, a partir da prisão deles, garantir mais informações e fazer uma operação com sucesso”, afirmou. 

Governador da Bahia fala sobre crise da segurança pública no país

Governador da Bahia fala sobre crise da segurança pública no país 

A Bahia vive momento de insegurança nos últimos meses, com troca de tiros entre policiais e homens armados e apreensões de armas pesadas. No início deste mês, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, admitiu que a guerra entre facções é a principal responsável pela violência no estado. 

Um mês antes, a PF e a Secretaria de Segurança Pública da Bahia lançaram a ‘Força Integrada de Combate ao Crime Organizado’. No desfile do 7 de setembro, o governador do estado negou que vai pedir intervenção federal para a segurança pública do estado, após os casos de violência registrados em Salvador. 

No entanto, Jerônimo Rodrigues admitiu a possibilidade de adotar a medida futuramente, caso entenda que isso seja necessário. “Se precisar, não terei problema, mas não há ambiente agora para a gente poder duvidar [da segurança da Bahia]. Não é preciso a intervenção do governo federal no estado da Bahia. Estamos tranquilos e firmes com isso”, disse. 

Governador da Bahia fala sobre medidas para combater insegurança no estado

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PF e mais 4 homens morrem em operação na Bahia; suspeitos se escondem em mata, diz governo

‘Operação Fauda’ acontece na manhã desta sexta-feira (15), na periferia da capital baiana.

Policial federal e dois homens morrem durante operação em Salvador

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Policial federal e dois homens morrem durante operação em Salvador 

Um policial federal e quatro homens morreram em um confronto durante uma operação na manhã desta sexta-feira (15), na região de Valéria, em Salvador. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA), outros dois agentes (um da Polícia Federal e outro da Civil) ficaram feridos. 

O policial Lucas Monteiro Caribe chegou a ser socorrido com os outros dois agentes (um da Polícia Civil e outro também federal) para o Hospital Geraldo Estado (HGE), na capital baiana, mas chegou à unidade sem vida. Não há detalhes sobre o estado de saúde dos outros policiais. 

De acordo com a SSP-BA, os quatro homens que morreram são suspeitos de fazer parte do grupo criminoso que trocou tiros com os policiais. Dois morreram no momento do tiroteio e os outros horas depois, em uma região de matagal, entre os bairros de Valéria e Rio Sena, durante a fuga. 

Desde agosto, a Polícia Federal participa de operações na Bahia como parte de um acordo de cooperação entre o governo estadual e federal para reprimir a criminalidade no estado. 

De acordo com a secretaria da segurança da Bahia, um grupo criminoso está escondido em uma região de mata fechada, do bairro periférico da capital baiana. 

Valéria fica em um ponto considerado estratégico para o tráfico de drogas e é palco de constantes confrontos entre facções criminosas de atuação local e nacional. Ele fica em uma região que margeia duas rodovias, a BR-324 e a BA-528, conhecida como Estrada do Derba, onde ocorre a operação desta sexta. Além disso, a localidade está em um dos limites de Salvador, próximo ao município de Simões Filho, e têm uma extensa área de matagal. 

Três policiais ficam feridos e dois homens morreram após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois homens morreram após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe — Foto: Arquivo Pessoal

Policial morto foi identificado como Lucas Monteiro Caribe — Foto: Arquivo Pessoal 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

A “Operação Fauda” é feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) e da Secretaria da Segurança Pública da Bahia (SSP-BA). Os suspeitos morreram no local da troca de tiros. 

FICCO foi lançada em agosto deste ano, pela SSP-BA e Polícia Federal, com o objetivo de intensificar, em caráter especial, o enfrentamento às organizações e associações criminosas. A integração entre os governos estadual e federal será feita de forma pontual, caso eles entendam que exista a necessidade. 

De acordo com o órgão de segurança pública, a ação é contra uma organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e armas, homicídios e roubos, com atuação no bairro de Valéria. 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Equipes das Polícias Federal, Militar e Civil cumprem ordens judiciais na capital baiana, à procura de foragidos, armas, munições e entorpecentes. Cerca de 100 policiais de unidades ordinárias e especializadas das forças federal e estadual participam da operação integrada. 

Por causa da ação, um intenso engarrafamento foi formado nas regiões da Estrada do Derba, Estrada Velha de Paripe e na Avenida Afrânio Peixoto, conhecida como Suburbana. 

Segundo a Secretaria de Mobilidade de Salvador (Semob), os ônibus do transporte público da capital baiana tiveram o itinerário desviado. Os veículos que seguem no sentido BR-324 passam a trafegar pela Avenida Suburbana. 

Já os que seguem sentido Base Naval, estão retornando para a BR-324 antes do local da operação policial e de lá continuam o itinerário. 

Helicópteros do Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar realizam varreduras na região de Valéria e do subúrbio ferroviário à procura dos suspeitos. Do alto, os militares avaliam possíveis rotas de fuga e repassam informações para as equipes que estão no chão. 

Graer atua na região de Valéria — Foto: Divulgação/SSP-BA

Graer atua na região de Valéria — Foto: Divulgação/SSP-BA 

Governador fala sobre operação

Governador da BA fala sobre operação em bairro de Salvador e lamenta morte de policial

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Governador da BA fala sobre operação em bairro de Salvador e lamenta morte de policial 

Nesta sexta, o governador Jerônimo Rodrigues apresentou novas viaturas na cidade de Feira de Santana, a 100 km de Salvador. Perguntado sobre a operação integrada em Salvador, ele lamentou a morte do policial federal. 

“Eu quero me solidarizar com a Polícia Federal, que perdeu um homem na iniciativa de uma operação, em Valéria. É uma iniciativa da polícia em desmontar a atuação do crime organizado na Bahia”, disse Jerônimo Rodrigues. 

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA

Três policiais ficam feridos e dois suspeitos morrem após confronto no bairro de Valéria, em Salvador — Foto: Divulgação/SSP-BA 

De acordo com o governador da Bahia, a determinação dele, do secretário de segurança Marcelo Werner, do presidente Lula e do ministro Flávio Dino é de que a polícia “não dê trégua” para os criminosos. 

“Nós não queremos e determinamos que sejam trazidos corpos. Queremos presos, para que a gente possa, a partir da prisão deles, garantir mais informações e fazer uma operação com sucesso”, afirmou. 

Governador da Bahia fala sobre crise da segurança pública no país

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Governador da Bahia fala sobre crise da segurança pública no país 

A Bahia vive momento de insegurança nos últimos meses, com troca de tiros entre policiais e homens armados e apreensões de armas pesadas. No início deste mês, o secretário de Segurança Pública da Bahia, Marcelo Werner, admitiu que a guerra entre facções é a principal responsável pela violência no estado. 

Um mês antes, a PF e a Secretaria de Segurança Pública da Bahia lançaram a ‘Força Integrada de Combate ao Crime Organizado’. No desfile do 7 de setembro, o governador do estado negou que vai pedir intervenção federal para a segurança pública do estado, após os casos de violência registrados em Salvador. 

No entanto, Jerônimo Rodrigues admitiu a possibilidade de adotar a medida futuramente, caso entenda que isso seja necessário. “Se precisar, não terei problema, mas não há ambiente agora para a gente poder duvidar [da segurança da Bahia]. Não é preciso a intervenção do governo federal no estado da Bahia. Estamos tranquilos e firmes com isso”, disse. 

Governador da Bahia fala sobre medidas para combater insegurança no estado

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Governador da Bahia fala sobre medidas para combater insegurança no estado 

Um ônibus do transporte público, que fazia linha Estação Pirajá x Castelo Branco, foi incendiado na manhã desta sexta-feira, no bairro Castelo Branco, que fica em outro ponto da cidade. Segundo a Semob, antes de colocar fogo no veículo, os criminosos obrigaram passageiros, motorista e cobrador, a descerem do veículo. 

A situação aconteceu na localidade conhecida como “Creche”. Os ônibus deixaram de passar pelo local. A Semob informou que é o oitavo na capital baiana e o segundo apenas nesta semana. 

Jerônimo Rodrigues afirmou que o incêndio no ônibus foi uma forma que os criminosos tentaram para dispersar a atenção da polícia e da imprensa. 

Na quinta-feira (14), um homem foi preso em flagrante após roubar uma van escolar, invadir uma casa e fazer um casal refém por 1h30, em outro ponto do bairro de Castelo Branco. O suspeito ficou ferido, mas nenhuma das vítimas teve ferimentos.

Um ônibus do transporte público, que fazia linha Estação Pirajá x Castelo Branco, foi incendiado na manhã desta sexta-feira, no bairro Castelo Branco, que fica em outro ponto da cidade. Segundo a Semob, antes de colocar fogo no veículo, os criminosos obrigaram passageiros, motorista e cobrador, a descerem do veículo. 

A situação aconteceu na localidade conhecida como “Creche”. Os ônibus deixaram de passar pelo local. A Semob informou que é o oitavo na capital baiana e o segundo apenas nesta semana. 

Jerônimo Rodrigues afirmou que o incêndio no ônibus foi uma forma que os criminosos tentaram para dispersar a atenção da polícia e da imprensa. 

Na quinta-feira (14), um homem foi preso em flagrante após roubar uma van escolar, invadir uma casa e fazer um casal refém por 1h30, em outro ponto do bairro de Castelo Branco. O suspeito ficou ferido, mas nenhuma das vítimas teve ferimentos.

Informações G1

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