Busca por tratamento para engravidar reflete tendência crescente de adiar a maternidade

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A busca crescente por tratamentos de reprodução assistida para ter filhos reflete uma tendência da sociedade atual: mulheres cada vez mais adiam seu projeto de maternidade. Na Bahia, em 2025, foram realizados 1185 ciclos de Fertilização in Vitro, sendo 316 pacientes com menos de 35 anos e 869 com mais de 35 anos. Os números são do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), vinculado a ANVISA, e mostram que 73,64% dos ciclos na Bahia foram realizados por mulheres acima dos 35 anos. “A mulher moderna, geralmente, prioriza os estudos e a carreira profissional e decide engravidar, muitas vezes, em idade mais avançada, quando sua fertilidade já começou a declinar”, afirma o ginecologista Joaquim Lopes, da Huntington Cenafert, clínica que integra um dos principais grupos de Reprodução Assistida do Brasil.

“No passado, mulheres costumavam ter filhos ainda muito jovens, por volta dos 20 anos, mas atualmente é comum terem seu primeiro filho após os 35 anos”, lembra Joaquim Lopes. A idade da mulher é, no entanto, um dos fatores naturais que comprometem a sua capacidade reprodutiva. Uma mulher nasce com um a dois milhões de óvulos (oócitos) e, ao contrário do homem que produz espermatozoides durante toda a vida, a mulher não produz novos óvulos e seu estoque vai diminuindo ao longo da vida até a menopausa. Apartir dos 35 anos, a quantidade e a qualidade dos óvulos começam a cair de forma acelerada até a falência ovariana total. Justamente a partir dessa idade, quando a fertilidade entra em declínio, que muitas mulheres começam a pensar em ter seu primeiro filho. “Algumas mulheres com ciclo menstrual regular e boa condição de saúde reprodutiva consegue engravidar espontaneamente mesmo com mais 40 anos, no entanto, boa parte dos casos precisa recorrer a ajuda especializada”, esclarece Joaquim Lopes.

Além dos números locais, o Brasil lidera a Reprodução Assistida na América Latina, de acordo com REDLARA – Red Latinoamericana de Reproducción Asistida (REDLARA), instituição científica e educacional, que agrupa mais de 90% dos centros que realizam técnicas de reprodução assistida na região. Dos mais de 200 centros de medicina reprodutiva que integram a instituição, 70 ficam no Brasil.

No último ano (2025), foram realizados 62.951 ciclos de Fertilização in Vitro no país, de acordo com o SisEmbrio.

Gravidez após os 40 anos

Quando a gravidez não vem espontaneamente, é possível contar com as técnicas de reprodução assistida, especialmente a Fertilização in Vitro (FIV), para engravidar após os 40 anos. Segundo Joaquim Lopes, um dos primeiros passos é avaliar a reserva ovariana da mulher e sua condição geral de saúde.

O médico também destaca a possibilidade de congelamento de óvulos para a mulher que deseja adiar sua maternidade, seja por motivos profissionais ou pessoais. As técnicas de preservação da fertilidade, como a criopreservação de óvulos através do método de vitrificação, são eficazes e seguras. “O ideal é que o congelamento seja realizado até os 35 anos, embora após essa idade a paciente possa também recorrer a um aconselhamento reprodutivo para avaliar a possibilidade de preservação da fertilidade” recomenda.

Outra opção a ser considerada é o congelamento de embriões para futura implantação no útero. Nesse caso, é feito o procedimento de Fertilização in Vitro. Os óvulos coletados são fertilizados com o espermatozoide do parceiro ou sêmen de doador e os embriões obtidos são congelados para serem implantados no momento que a paciente decidir pela gravidez. A indicação de cada técnica é individualizada e depende de vários aspectos, que devem ser alinhados adequadamente entre a paciente e o especialista em medicina reprodutiva.

Quando buscar ajuda?

Uma mulher com menos de 30 anos e vida sexual ativa, que deseja ser mãe, pode esperar até dois anos para que aconteça a gravidez se ela já foi avaliada por um especialista e não apresenta nenhum problema que possa afetar sua fertilidade. Caso a mulher tenha mais de 30 anos não deve aguardar mais que um ano para iniciar uma investigação com o especialista. Se atingiu 35 anos, o prazo de espera não deve ultrapassar seis meses. Após os 40 anos de idade, se a mulher deseja engravidar, ela deve iniciar a investigação da sua capacidade fértil imediatamente. “A investigação do parceiro também é essencial para a avaliação precisa das causas da infertilidade e a indicação do tratamento adequado”, explica Joaquim Lopes.

Sobre a Huntington Cenafert

Localizada no bairro de Ondina, em Salvador, a Huntington Cenafert é uma clínica especializada em reprodução assistida e tem como missão garantir uma atenção integral e humanizada a pessoas que sonham em ter filhos.

Ao longo de sua atuação, a clínica já contabiliza mais de 3.500 bebês nascidos através das diversas técnicas de reprodução assistida. O laboratório de reprodução assistida da clínica oferece tecnologia de ponta para a realização dos procedimentos com eficácia e segurança. O paciente infértil conta com o suporte de uma equipe médica multidisciplinar, experiente e qualificada, e com serviços que vão desde o atendimento de casos mais simples – solucionados com tratamento de menor complexidade – até aqueles que exigem o emprego de técnicas avançadas no campo da reprodução assistida.

A Huntington Cenafert integra um dos principais grupos de Reprodução Assistida do Brasil.

Mais informações no site https://cenafert.com.br

Com informações da assessoria de Comunicação.


Campanha reforça a importância do diagnóstico precoce para evitar perda visual irreversível e outras complicações graves

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Abril é marcado pela campanha Abril Marrom, dedicada à conscientização sobre a cegueira e as deficiências visuais. Mais do que falar sobre condições comuns, o período também abre espaço para discutir doenças raras e potencialmente incapacitantes, como a Neuromielite Óptica (NMO), que pode causar perda visual severa e até paralisia quando não diagnosticada e tratada a tempo.

A Neuromielite Óptica é uma doença autoimune inflamatória que afeta principalmente o nervo óptico e a medula espinhal. Por ser rara e, muitas vezes, confundida com outras doenças neurológicas, como a esclerose múltipla, o diagnóstico costuma ser tardio, o que aumenta significativamente o risco de sequelas permanentes.

Os primeiros sinais da doença podem incluir dor ocular, perda súbita da visão em um ou ambos os olhos, fraqueza muscular e alterações na sensibilidade. Em muitos casos, os episódios são recorrentes e progressivos, agravando o quadro clínico ao longo do tempo.

A paciente Marcela Mustefaga, psicóloga e cofundadora da NMO Brasil, tem visão monocular e relata sobre a perda visual. “Quando percebi meu olho ficando embaçado, com dor e a visão sumindo, imaginei que um colírio resolveria. Existe uma ideia comum de que problemas nos olhos são simples, mas não são. Quando perdi a visão de um olho e, em dois momentos, fiquei completamente sem enxergar, entendi o quanto a visão é preciosa. Não é só sobre se localizar ou se mover com segurança, mas sobre valorizar as cores, olhar para quem você ama e querer guardar cada detalhe. Hoje, além das adaptações físicas, convivo com a ansiedade e o medo de uma nova crise”, conta.

Segundo o neuro-oftalmologista Dr. Wander Borges, o diagnóstico precoce é determinante para preservar a visão, especialmente em doenças como a NMO, que evoluem rapidamente. “A perda visual na neuromielite óptica ocorre de forma aguda e severa, podendo se instalar em poucas horas ou dias. Diferente de outras doenças oculares mais comuns, que costumam evoluir lentamente, a NMO pode levar a uma redução intensa da visão em um curto período, muitas vezes acompanhada de dor ocular. Por isso, é fundamental suspeitar precocemente da doença, já que existe uma janela terapêutica nos primeiros dias que pode evitar danos irreversíveis”, explica.

O especialista também reforça que grande parte dos casos de cegueira poderia ser evitada com acompanhamento adequado. “Mais de 60% dos casos de cegueira são evitáveis. Sintomas como visão embaçada persistente, perda de campo visual e surgimento de manchas escuras devem ser investigados o quanto antes. Além disso, pessoas com diabetes precisam de acompanhamento oftalmológico regular, e avaliações de rotina são essenciais a partir dos 40 anos, principalmente para diagnóstico precoce do glaucoma”, orienta.

Outro ponto de atenção é que muitos sinais iniciais acabam sendo ignorados. Dor nos olhos e visão embaçada, por exemplo, são frequentemente associados ao cansaço ou estresse, o que pode atrasar a busca por atendimento médico, algo especialmente perigoso em quadros inflamatórios do nervo óptico.

Para Marcela, essas campanhas de conscientização são essenciais não apenas para prevenção, mas também para ampliar o entendimento da sociedade sobre as deficiências visuais. “O Abril Marrom é um alerta importante para o autocuidado da visão. Mesmo que a NMO não tenha prevenção, existem outras doenças que podem ser evitadas com atenção. Além disso, é fundamental lembrar que nem toda deficiência é visível. No caso da NMO, o olho pode parecer normal, mas a pessoa pode ter baixa visão ou não enxergar de um dos olhos, o que ainda gera julgamentos e falta de compreensão no dia a dia”, destaca.

Sobre a NMO Brasil – Associação Brasileira de Pacientes de Neuromielite Óptica e Doenças do seu Espectro

Fundada em 2014 por pacientes, a NMO Brasil é uma referência para pacientes, profissionais de saúde e para a sociedade, além de nortear o Março Verde no Brasil e integrar a mobilização global em relação à Neuromielite Óptica. A entidade atua na conscientização da sociedade, no apoio a pacientes e familiares e na articulação por políticas públicas e acesso a tratamento, sendo referência no Brasil na mobilização em torno do Março Verde e do Dia Mundial da NMOSD.

Com informações da assessoria de comunicação


Manifestações de defesa e oposição na Bahia | Fotos: Reprodução / Bahia Notícias

Uma pesquisa do instituto Datafolha aponta que a maioria dos brasileiros defende que o ex-presidente Jair Bolsonaro cumpra pena em prisão domiciliar, em vez de retornar ao regime fechado. Segundo o levantamento, 59% dos entrevistados afirmam que Bolsonaro deve permanecer em prisão domiciliar, enquanto 37% defendem que ele volte para um presídio. Outros 5% não souberam responder. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 137 municípios do país entre terça-feira (7) e quinta-feira (9) de abril, e foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número BR-03770/2026. No recorte regional, o Nordeste aparece dividido: 48% defendem a manutenção da prisão domiciliar, enquanto 47% preferem o retorno ao regime fechado, o que configura empate técnico dentro da margem de erro.

A região também acompanha a tendência nacional de forte polarização sobre o tema. Bolsonaro foi transferido para prisão domiciliar após decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 27 do mês passado. A medida tem caráter temporário e prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogada ou convertida em retorno ao regime fechado.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento na trama golpista após a eleição de 2022. Até a transferência, ele cumpria pena no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha.

A defesa solicitou a prisão domiciliar após Bolsonaro ser internado com broncopneumonia bacteriana nos dois pulmões, associada a crises de soluço. O pedido foi aceito pelo STF em caráter humanitário. A decisão determina o uso de tornozeleira eletrônica e proíbe Bolsonaro de usar redes sociais ou produzir conteúdos em áudio e vídeo. 

Também há restrição de circulação e proibição de aglomerações em um raio de um quilômetro da residência. Visitas são limitadas: familiares seguem regras semelhantes às da unidade prisional anterior, enquanto advogados têm acesso diário e médicos podem atendê-lo sem restrição. Outras visitas estão proibidas durante o período da medida.


O Datafolha também identificou diferenças entre grupos sociais e políticos. Entre pessoas com mais de 60 anos, 61% defendem a prisão domiciliar. Já entre empresários, esse índice chega a 81%. Por outro lado, 44% dos jovens de 16 a 24 anos e 42% dos desempregados defendem o retorno ao presídio.

Entre eleitores que se declaram de centro, 53% apoiam a prisão domiciliar e 41% preferem o regime fechado. Já entre os mais alinhados ao bolsonarismo, 94% defendem a manutenção da prisão em casa, enquanto entre os mais identificados com o petismo, 68% querem a volta ao presídio.

O levantamento também mostra diferenças entre potenciais eleitorados: entre quem declara intenção de votar em Lula (PT), 66% defendem o retorno à prisão, enquanto entre eleitores de Flávio Bolsonaro, 93% apoiam a permanência em casa.


A missão Artemis II foi concluída com sucesso após cerca de dez dias de viagem, consolidando mais um passo importante na retomada das missões tripuladas à Lua. A cápsula Orion pousou no Oceano Pacífico, onde equipes de resgate já estavam posicionadas para garantir a retirada segura dos astronautas.

A fase mais crítica da operação ocorreu durante a reentrada na atmosfera terrestre. Nesse momento, a nave enfrentou velocidades extremamente elevadas e temperaturas intensas, exigindo o pleno funcionamento dos sistemas de proteção térmica. A desaceleração foi realizada com o auxílio de paraquedas, permitindo um pouso controlado e seguro no mar.

A bordo estavam quatro astronautas, que passaram por avaliações médicas logo após o resgate, conforme os protocolos estabelecidos pela NASA. Durante a missão, a tripulação realizou uma trajetória ao redor da Lua, contribuindo para testes fundamentais de navegação, comunicação e desempenho da espaçonave.

O sucesso da Artemis II representa um avanço estratégico para futuras missões do programa espacial. A iniciativa tem como objetivo levar novamente seres humanos à superfície lunar e abrir caminho para explorações mais longas, incluindo possíveis viagens tripuladas a Marte.

Agência Brasil


Número é considerado estável quando comparado com o ano anterior

foto: © Pixabay

O trabalho doméstico com vínculo formal registrou 1.302.792 vínculos ativos, segundo estudo divulgado nesta sexta-feira (10) pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Com número ligeiramente inferior ao de 2024, quando foram feitos 1.343.792 registros formais, o setor permanece estável, mas registrou aumento na remuneração média real, que saiu de R$1.949,06 em dezembro de 2024 para R$ 2.047,92 em dezembro de 2025.

Os dados fazem parte do eSocial e estão disponíveis no Painel do Trabalho DomésticoSegundo o estudo, as mulheres permanecem com forte presença na categoria, representando 88,64% do total de trabalhadores (1.154.128 vínculos), enquanto os homens correspondem a 11,36%.

Os números mostram ainda que, em relação à raça e cor, a maioria se autodeclara branca (44,54%) ou parda (41,56%), o que segundo o MTE evidencia a diversidade da força de trabalho no setor.

Serviços

Além disso, a ocupação de empregado doméstico nos serviços gerais concentra a maior parte dos vínculos, somando 991.391 registros, com remuneração média de R$ 1.952,44. Outras funções relevantes incluem babás, com 124.753 vínculos e média salarial de R$ 2.098,67.

Os cuidadores de idosos somam 75.908 vínculos e média salarial de R$ 2.281,78. Já os motoristas de carro de passeio registraram 20.061 vínculos e média de R$ 3.142,17. A maior remuneração média é observada na ocupação de enfermeiro, que, embora conte com apenas 453 vínculos, alcança R$ 4.813,10.

Em relação ao nível de escolaridade, a maioria possui ensino médio completo, somando 545.468 trabalhadores com este nível de formação. Os profissionais com nível fundamental incompleto vêm em seguida, com 350 mil, e os com o ensino fundamental completo ficaram em terceiro, com 218.794.

A maioria dos trabalhadores estão na faixa etária de 50 a 59 anos, com 450.516 vínculos. Em seguida vêm os trabalhadores na faixa etária de 40 a 49 anos, com 414.572. Os trabalhadores na faixa de 30 a 39 ficaram na terceira posição com 184.258.

Estados

Os estados de São Paulo, com 391.991; Minas Gerais, com 158.383 e Rio de Janeiro, com 140.772 vínculos, são os que mais empregam.

No Nordeste, estados como Bahia (68.589), Pernambuco (57.570) e Ceará (28.885) também apresentam participação expressiva. Já no Sul e no Centro-Oeste, Rio Grande do Sul (66.539), Paraná (56.126), e Goiás (54.469) se destacam, ainda que com volumes menores.

“Em termos de remuneração, há variações regionais importantes: os estados do Sudeste e do Sul tendem a registrar médias salariais mais elevadas, enquanto Norte e Nordeste apresentam valores inferiores, evidenciando desigualdades regionais que acompanham o mercado de trabalho brasileiro”, informou o MTE.

Agência Brasil


Senador afirma que decisão sobre candidatura ao Planalto será construída com seu grupo político

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O senador Angelo Coronel (Republicanos) aponta que eleição para Presidente da República deste ano será bastante acirrada. Em conversa com a imprensa durante o lançamento do São João de Cruz das Almas, o parlamentar diz que todos os nomes que vêm sendo colocados na disputa têm chances de ir para o segundo turno. 

“Essa eleição, na minha ótica, não será nacionalizada. Não tem nenhuma estrela como teve no passado, quando Lula tinha 70 e tantos por cento dos votos. É uma eleição equilibrada, onde todos os candidatos têm chances de chegar ao segundo turno”, disse o senador. 

Na oportunidade, o Coronel reafirmou o seu apoio ao também senador Flávio Bolsonaro (PL), filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), na disputa presidencial. No entanto, o parlamentar baiano disse que precisa conversar com o seu grupo político para definir quem deverá apoiar na disputa ao Palácio do Planalto. 

“Evidentemente, por eu ser colega de Flávio já há sete anos e termos uma relação familiar, eu não me vejo votando contra ele.  Agora, evidentemente, vamos ouvir o grupo para que o grupo defina qual o melhor caminho a seguir”, afirmou. 

Angelo Coronel é pré-candidato ao Senado na chapa encabeçada por ACM Neto (União Brasil) que vai disputar o Governo da Bahia este ano. O senador não é o único componente da majoritária oposicionista que declarou voto em Flávio Bolsonaro. Além dele, o presidente do PL na Bahia e também pré-candidato ao Senado, João Roma, já disse que o seu apoio na eleição presidencial será ao filho do ex-presidente. 

informações Bahia.ba


Levantamento da CNI mostra que CLT lidera entre jovens

© Marcello Casal JrAgência Brasil

Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o modelo formal, regido pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos trabalhadores que procuraram emprego recentemente.

De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho.

“Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Claudia Perdigão, especialista em Políticas e Indústria da CNI. 

Principais números da pesquisa

36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);

18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;

12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;

10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;

9,3% preferem abrir o próprio negócio;

6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);

20% não encontraram oportunidades atrativas.

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Preferência entre jovens

Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.

41,4% dos trabalhadores de 25 a 34 anos preferem CLT;

38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.

Segundo Claudia Perdigão, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.

Renda complementar

O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.

Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.

Alta satisfação

A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.

95% estão satisfeitos com o emprego atual;

70% se dizem muito satisfeitos;

4,6% estão insatisfeitos;

1,6% muito insatisfeitos.

A mobilidade no mercado é limitada:

20% buscaram outro emprego recentemente;

35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;

6% dos trabalhadores com mais de 60 anos fizeram o mesmo.

O tempo no emprego também influencia:

36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;

9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.

Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.


Normas definem casos de vicaricídio e monitoramento de agressores

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mulheres de todo o país passam a contar nesta sexta-feira (10) com leis de proteção mais abrangentes para casos de violência. Diário Oficial da União desta sexta-feira (10) traz publicadas normas que tipificam crimes e ampliam a vigilância sobre agressores. 

As medidas foram sancionadas nessa quinta-feira (9) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e atualizam a legislação sobre o tema.

Lei 15.382/2026 cria o Dia Nacional de Proteção e Combate à Violência contra as Mulheres e Meninas Indígenas, a ser lembrado em 5 de setembro.

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Tornozeleira

Outra norma prevê o monitoramento eletrônico de agressores. A Lei 15.383/2026 altera a Lei Maria da Penha para incluir tal possibilidade, quando houver risco atual ou iminente à vida ou à integridade física ou psicológica da mulher em situação de violência doméstica e familiar.

Além dos casos em que for verificado o risco iminente à integridade física ou psicológica da vítima, a imposição da tornozeleira será prioridade nos casos em que houver descumprimento de medidas protetivas anteriormente impostas.

Violência vicária

Lei nº 15.384/2026 tipifica o crime de vicaricídio, que é o assassinato de filhos e parentes como forma de punir ou causar sofrimento às mulheres.

Um dos casos mais recentes foi o do secretário de Governo da prefeitura de Itumbiara (GO), Thales Machado, que atirou nos dois filhos e se matou.

A legislação prevê pena de 20 a 40 anos em regime fechado para casos de violência vicária.

A pena pode ser aumentada de um terço até a metade se o crime for praticado:

  • na presença da mulher a quem se pretende causar sofrimento, punição ou controle;
  • contra criança ou adolescente ou pessoa idosa ou com deficiência;
  • em descumprimento de medida protetiva de urgência.
  • As medidas entram em vigor hoje

A temporada de gripe no Brasil em 2026 começou de forma antecipada e mais intensa em relação ao ano anterior. Os dados do Instituto Todos pela Saúde, com base em informações de laboratórios, mostram que os registros de síndrome respiratória aguda grave provocados pelo vírus influenza quase dobraram entre janeiro e a metade de março, na comparação com o mesmo intervalo de 2025. Foram 3.584 ocorrências neste ano, contra 1.838 no período anterior.

No mesmo recorte, mais de 800 mortes por vírus respiratórios foram contabilizadas no país, segundo o Ministério da Saúde. A pasta também aponta que o Brasil acumulou cerca de 14 mil casos de síndrome respiratória aguda grave até meados de março.

Diante do cenário, o governo federal adiantou a campanha de vacinação em 2026. A meta é imunizar 90% dos grupos prioritários até 30 de maio, e cerca de 6 milhões de doses já foram aplicadas em todo o país.

*Metro1
Foto: Freepik


Códigos específicos já estão disponíveis para consulta no site da estatal

Brasilia – O Banco do Brasil e Os Correios inauguram hoje agência do órgão postal no edifício sede do BB. No evento serão divulgados os resultados das duas primeiras semanas de funcionamento do Banco Postal como correspondente do Banco do Brasil. Participam da cerimônia o vice-presidente de Negócios dos Correios, José Furian Filho, e o vice-presidente de Varejo, Distribuição e Operações do BB, Dan Conrado.

Os Correios concluíram os projetos de codificação postal dos municípios de Porto Seguro e Carinhanha. Agora, as localidades possuem Códigos de Endereçamento Postal (CEPs) específicos para seus logradouros. Isto é, cada avenida, praça, rua e travessa terá identificação individual. 

Além de facilitar a localização de endereços, beneficiando moradores e empresas que prestam serviços, o sistema ainda permite que o CEP seja usado como referência de garantia de confirmação de endereço, prática comum entre empresas de diversos segmentos.

Porto Seguro – A partir do dia 15 de abril, o município contará com 1.731 logradouros cadastrados com novo CEP, em 44 bairros. Os novos códigos substituem os gerais, que eram utilizados em toda a cidade. 

A atual faixa de CEP (45810-000 a 45819-999) foi alterada para 46050-001 a 46099-999. O CEP geral que atualmente atende à localidade (45810-000) permanecerá ativo por dois anos, a contar de 14 de abril, para minimizar quaisquer transtornos aos clientes no envio e recebimento de objetos postais, até que haja a adaptação aos novos CEPs por logradouro. Confira a relação dos bairros abaixo:

As faixas dos distritos de Porto Seguro foram alteradas: Vera Cruz (46095-000 a 46095-999), Arraial D’Ajuda (46096-000 a 46096-999), Vale Verde (46097-000 a 46097-999), Trancoso (46098-000 a 46098-999) e Caraíva (46099-000 a 46099-999). 

Carinhanha – Desde o dia 31 de março, o município possui 188 trechos cadastrados com novo Código de Endereçamento Postal (CEP), em nove bairros. A atual faixa de CEP (446445-001 a 46445-999) foi mantida. O código geral que atualmente atende Carinhanha (46445-000) permanecerá ativo por dois anos, a contar de 30 de março, para minimizar quaisquer transtornos aos clientes no envio e recebimento de objetos postais, até que haja a adaptação aos novos CEPs por logradouro. A zona rural do município será atendida pelo CEP 46445-899. 

A população deve entrar em contato com seus correspondentes e empresas nas quais possuam cadastro para informar o novo CEP do seu endereço. Os sistemas de bancos e empresas que trabalham conectados ao banco de dados dos Correios serão atualizados automaticamente. 

Os CEPs específicos já estão disponíveis para consulta no [http://Portal Correios]site dos Correios e também nas agências dos municípios. Com essa ação, a estatal busca a melhoria da prestação de serviços aos moradores, promovendo a cidadania e contribuindo para uma sociedade mais organizada e inclusiva.

CEP é cidadania – O código de endereçamento postal orienta e acelera o encaminhamento, o tratamento e a distribuição de objetos de correspondência, por meio da sua atribuição a localidades, logradouros, unidades dos Correios, serviços, órgãos públicos, empresas e edifícios.