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Operação da Polícia Federal Bezerro de Ouro.
Foto: Polícia Federal

combate aos garimpos clandestinos nas terras indígenas Munduruku e Sai Cinza, no município de Jacareacanga, no Pará, é o objetivo da Operação Mundurukânia, da Polícia Federal. Os crimes investigados são de associação criminosa (Artigo 288 do Código Penal), exploração ilegal de matéria-prima pertencente à União e delito contra o meio ambiente.

“Essa prática, além de provocar graves danos ao meio ambiente devido ao uso de produtos químicos altamente nocivos, causando a poluição de rios e lençóis freáticos, também gera uma série de outros problemas sociais na região, como conflitos entre garimpeiros e indígenas”, explicou a PF em nota sobre a ação, que começou ontem (25).

Efetivo
Coordenada pela Polícia Federal, a Operação Mundurukânia está sendo realizada em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o Ibama e a Força Nacional. Ao todo, foram empregados 134 servidores entre policiais e agentes de fiscalização, além da utilização de aeronaves e veículos 4×4.

Operações
Segundo a PF, outras ações nesse mesmo sentido vêm sendo deflagradas na região ao longo dos últimos anos, como a Operação Pajé Brabo, em 2018; a Operação Bezerro de Ouro, em 2020, que teve duas fases, a Operação Divita 709, em 2021 e a Operação Bezerro de Ouro 709, também em 2021.

As operações fazem parte de uma série de medidas determinadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, em julho do ano passado, para realizar o enfrentamento e monitoramento da covid-19, para evitar o contágio e a mortalidade entre a população indígena. Dentre as medidas solicitadas, estão a expulsão de invasores das terras indígenas, assim como a implantação de barreiras sanitárias periódicas, ampliação da assistência médica e social e entrega de cestas de alimentos.

Nome
De tradição guerreira, os Mundurukus dominavam culturalmente a região do Vale do Tapajós, que nos primeiros tempos de contato durante o século XIX era conhecida como Mundurukânia, e daí se extraiu o nome da operação.

Informações: Agência Brasil


Foto: Divulgação

Para realizar a segunda etapa de conexão de novas redes para melhoria do abastecimento de água na região do CIS BR-324, o fornecimento de água será interrompido em alguns bairros de Feira de Santana, nesta sexta-feira (28/5), a partir das 7h. O serviço deve ser concluído às 18h do mesmo dia, quando o abastecimento começará a ser regularizado, de forma gradativa, nas áreas afetadas, com plena normalização em até 24 horas após o término do serviço.
As áreas afetadas são 35ºBI, Subaé, Limoeiro e parte do Aviário.
A interrupção não afetará os imóveis que contam com reservação adequada para satisfazer as necessidades diárias de consumo de seus ocupantes.

Informações: Ascom


Foto: Andrews Pedra Branca

Os ônibus urbanos em Feira de Santana estão circulando em novo horário e atenderá o usuário até 20h55 – última partida do Terminal Central. Aos domingos e feriados o atendimento ocorre até 20h30.

Especialmente para quem trabalha ou frequenta o Boulevard Shopping, os ônibus estão garantidos até 20h45, de segunda a sábado, e 20h15 aos domingos e feriados.

As mudanças feitas pela Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) na tabela horária, tanto do Sistema Integrado de Transporte (SIT) quanto do Bus Rapid Transit (BRT), visam adequar a oferta ao funcionamento de estabelecimentos comerciais e de serviços, conforme último decreto municipal.

O secretário Saulo Figueiredo destaca que higienização, desinfecção e demarcação do distanciamento social em assentos e plataformas nos terminais de transbordo, bem como em toda a frota das concessionárias, seguem sob intensa fiscalização da SMTT.

“Vale lembrar que para embarcar em qualquer ônibus o passageiro deve usar máscara”.

Informações: Secom


Foto: Thiago Paixão

Nesta segunda-feira, 24, 2 mil pessoas receberam a segunda dose contra a Covid-19 em Feira de Santana. No entanto, cerca de 11 mil não compareceram para realizar a segunda dose dentro do prazo recomendado, o que representa 20% do percentual de vacinados em primeira dose.

Essa ausência prejudica a imunização, atrasa a vacinação de outros interessados e gera aglomerações nas Unidades Básicas de Saúde.

O secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto, faz um alerta e pede que as pessoas compareçam para tomar a segunda dose. Segundo ele, o grupo de idosos é o que mais deixa de tomar a vacina completa.

“Quem toma a primeira dose não completa o ciclo vacinal, não está plenamente imunizado. Só a partir da segunda dose que há a cobertura completa da vacina. Os profissionais de saúde possuem essa consciência e completam as duas aplicações, mas o grupo de prioridades está deixando de tomar, o que é muito perigoso”.
Ele acrescenta que se o cidadão não comparecer na data marcada, pode receber a segunda dose da vacina outro dia, mas não pode deixar de tomar.

APLICAÇÃO DA VACINA

Idosos a partir de 60 anos podem ser imunizados de segunda a sexta-feira nas Unidades Básicas de Saúde e às terças e quintas em outras 21 Unidades de Saúde da Família (USFs). Eles devem apresentar RG, CPF e comprovante de residência.

A segunda dose para os trabalhadores de saúde está sendo aplicada na UBS do CSU (Centro Social Urbano), bairro Cidade Nova. Para ser vacinado é necessário comprovar o vínculo de trabalho em uma instituição de saúde.

Os autônomos devem levar uma autodeclaração que comprovem sua atuação na área. Além disso, documentos como identidade original com foto, CPF e comprovante de residência também são essenciais. São considerados trabalhadores da saúde aquelas pessoas que atuam em clínicas, consultórios e entre outros locais que oferecem serviços de saúde.

Secom


Mercado de frutos do mar de Huanan, em Wuhan
Foto: China News Service/ Global Times/ Reprodução

A Organização Mundial da Saúde conduziu uma investigação sobre as origens da pandemia e concluiu em um relatório que o risco de um acidente era “extremamente baixo”. O relatório disse que não houve “nenhum relato de doença respiratória compatível com Covid-19 durante as semanas / meses anteriores a dezembro de 2019, e nenhuma evidência sorológica de infecção em trabalhadores por meio de triagem de sorologia específica para SARS-CoV-2”.

O ecologista de doenças Peter Daszak, que trabalhou na equipe da OMS, disse ao correspondente médico-chefe da CNN, Dr. Sanjay Gupta, em fevereiro, que “ainda não há evidências de que isso tenha vindo de um laboratório”. Ele observou que os pesquisadores foram testados e não foram encontradas evidências de anticorpos de Covid-19, e disse que o laboratório estava “muito bem administrado”.

“Não é um descarte completo dessa hipótese”, disse Daszak. “É uma conclusão extremamente improvável e existem hipóteses muito mais prováveis por aí.”

Mas a investigação da OMS foi amplamente criticada pelos EUA, Reino Unido e outros governos por seu acesso limitado a “dados e amostras originais e completos”.

Membros do Comitê de Relações Exteriores da Câmara, que há muito tempo investigam as origens da pandemia, receberam um dossiê confidencial sobre o assunto na semana passada, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto.

A fonte se recusou a dizer se o relatório de inteligência mencionando os pesquisadores hospitalizados foi discutido.

Funcionários da inteligência atuais e antigos dizem que a ideia de que o vírus foi acidentalmente liberado do laboratório de Wuhan é razoável, embora alertem que não há uma avaliação confiável sobre essa possibilidade.

Nos últimos dias do governo Trump, o ex-secretário de Estado Mike Pompeo se inclinou para a possibilidade de o vírus vazar do Instituto de Virologia de Wuhan, ou WIV. Apesar de a inteligência ser inconclusiva, Pompeo divulgou um informativo que dizia que os EUA tinham evidências de que os pesquisadores da WIV adoeceram no outono de 2019 com sintomas semelhantes aos da Covid-19 e que o laboratório, onde o coronavírus foi estudado em morcegos, tinha uma história da pesquisa militar.

Um dos desafios para concluir qualquer estudo é o acesso ao próprio laboratório. A China atrasou o acesso a investigadores internacionais por meses após o surto inicial, garantindo que o laboratório tivesse sido profundamente limpo antes que qualquer análise forense pudesse ser feita.

Os investigadores também não foram autorizados a visualizar registros de dados originais, que os cientistas dizem que seriam essenciais para a compreensão das origens do vírus.

Um caminho para encontrar uma resposta seria executar o sequenciamento genético nas amostras originais nas quais a equipe do laboratório de Wuhan estava trabalhando. Mas “os chineses nunca permitirão isso”, disse uma fonte próxima da equipe de inteligência.

“Minha convicção pessoal é que nunca saberemos a resposta para isso”, disse a fonte. “E a resposta não será descoberta pela CIA, porque isso sugeriria que os chineses também estão investigando”, mas não estão, segundo a fonte.

“Se a resposta existe, ela não será encontrada pelo serviço de inteligência tradicional”, acrescentou.

Informações: CNN Brasil


Vacina de Oxford/AstraZeneca

O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) retomou hoje (25) a produção da vacina Oxford/AstraZeneca contra covid-19, que estava interrompida desde a última quinta-feira (20). A linha de produção pôde ser reativada porque um novo carregamento do ingrediente farmacêutico ativo (IFA) chegou da China no último sábado (22).

A Fiocruz recebeu no fim de semana insumo suficiente para produzir 12 milhões de doses, o que assegura a produção de vacinas até a terceira semana de junho e entregas ininterruptas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) até 3 de julho.

O IFA é considerado o componente mais importante da vacina, por conter as informações genéticas que vão despertar a resposta imunológica contra o novo coronavírus. O insumo é transportado a uma temperatura de -55 graus Celsius e precisa ser descongelado lentamente ao chegar à fábrica.

O processo de produção das vacinas em Bio-Manguinhos inclui um longo protocolo de controle de qualidade, que demora até quatro semanas para garantir a eficácia e a segurança do lote fabricado, até a liberação para o PNI, do Ministério da Saúde.

As doses que começarão a ser produzidas hoje devem ser entregues para o Sistema Único de Saúde (SUS) somente entre 14 e 19 de junho.

Cronograma apresentado na última quinta-feira (20) pelo vice-presidente de Produção e Inovação da Fiocruz, Marco Krieger, à Comissão de Enfrentamento à Covid-19 da Câmara dos Deputados previa que as próximas entregas semanais seriam de 4,9 milhões, 5,1 milhões e 2,8 milhões de doses.

Na última sexta-feira (21), foram entregues 6,1 milhões – 800 mil doses a mais do que a previsão inicial. Segundo Krieger, a Fiocruz deve entregar mais 26 milhões de doses ao PNI até o início de julho e chegar ao total de 62 milhões com os carregamentos de IFA que já chegaram ao Brasil.

O acordo de encomenda tecnológica entre a Fiocruz e a farmacêutica AstraZeneca prevê a produção de 100,4 milhões de doses a partir da chegada de 14 lotes do IFA, que é produzido pelo laboratório chinês WuXi Biologics.

No carregamento do último sábado, a Fiocruz recebeu dois lotes, totalizando dez remessas já enviadas. A previsão é que mais dois lotes cheguem em junho, e os últimos dois, em julho.

Até o momento, a Fiocruz já produziu e entregou ao PNI 37,1 milhões de doses contra a covid-19. Além dessas, também chegaram aos postos de vacinação 4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca produzidas pelo Instituto Serum, da Índia.

Informações: Agência Brasil


Sessão da CPI da Pandemia
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O grupo de senadores independentes e de oposição da CPI da Pandemia decidiu enfrentar a ofensiva de governistas. Na noite de segunda-feira, o G7 se reuniu e bateu o martelo para convocar 10 governadores para prestarem depoimento na comissão.

Segundo senadores que participaram da conversa, serão convocados os governadores do Amazonas, Amapá, Distrito Federal, Pará, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

Nestes estados, houve investigação da Polícia Federal durante a pandemia. A estratégia do G7 é desmontar a contraofensiva de governistas. O senadores alinhados ao Palácio do Planalto têm reforçado o discurso de que as gestões estaduais não estão no foco da CPI. Interlocutores do presidente avaliam que o tom defensivo melhorou na última semana com o enfrentamento a Renan Calheiros e aos governadores.

Inicialmente, a ideia é que, primeiro, falem os governadores do Amazonas, Wilson Lima, e do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. Alinhados ao presidente Jair Bolsonaro, esta seria uma forma de levar governadores a CPI sem tirar os holofotes do governo federal.

O depoimento de Lima é dado como certo desde o início da CPI, já que o pedido de criação da CPI traz, desde o começo, a crise de saúde no Amazonas. O de Castro deve abordar, ainda, a falta de ação do governo fluminense quanto à aglomeração causada pelo presidente Jair Bolsonaro no último domingo.

O senador Ranfolfe Rodrigues, vice-presidente da CPI, disse que o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, também deve ser convocado.

Eleito na onda bolsonarista, o ex-juiz se tornou inimigo político do presidente e perdeu o cargo após aprovação de um processo de impeachment. Ele é réu no Superior Tribunal de Justiça e acusado pela Procuradoria-Geral da República de ser o responsável por estruturar um esquema de corrupção no Rio para desvio de recursos que deveriam ser utilizados no enfrentamento à pandemia.

Informações: CNN Brasil


A ausência de conclusão das obras de revitalização da Lagoa Grande, conduzida pelo Governo do Estado, tem trazido uma série de transtornos, especialmente aos moradores dos bairros Parque Getúlio Vargas, Caseb e Rocinha. A afirmação consta no requerimento nº 120/2021, de autoria do vereador Pedro Américo (DEM), em tramitação na Câmara Municipal. O parlamentar, que já foi chefe da Defesa Civil em Feira de Santana, quer saber informações da Prefeitura a respeito da obra.

Mais precisamente, Pedro Américo quer que a Prefeitura forneça à Casa, no prazo de 5 dias úteis, toda a documentação relacionada às obras de revitalização da Lagoa Grande. Ainda, quer que o Governo do Estado, através da CONDER, encaminhe toda a documentação referente ao processo licitatório, bem como relativa ao andamento das obras.

O vereador pediu que cópias dos documentos sejam encaminhados à Procuradoria Geral do Município, para que seja avaliado o possível ajuizamento de ação judicial para obrigar o Estado a concluir as obras, nos moldes estabelecidos no processo licitatório. Ele declara, no requerimento, que, quando chefe da Defesa Civil, acompanhou de perto a condução da obra e os danos que a inconclusão desta tem causado aos cidadãos que moram em sua redondeza.

Dentre os danos estão alagamento de casas, esgoto a céu aberto e ausência de capacidade para suportar chuvas. De acordo com Pedro Américo, estes danos são fruto da incapacidade do Governo do Estado através da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (CONDER), que precisa oferecer uma solução para tal problema.

Ainda segundo o vereador, “não é possível que o Município assista inerte a esta problemática, que tem afetado a dignidade e a saúde de um elevado número de moradores, em que pese, entretanto, a obra ser de competência do Estado”. A administração municipal tem o dever, conforme consta no requerimento, de eficiência e, como tal, o Estado está sujeito à fiscalização do Município nas questões que lhe são afetas.

Ascom


Foto: Andrews Pedra Branca

As audiências públicas virtuais para elaboração do plano de ações de prevenção e combate às enchentes em Feira de Santana começam nesta quarta-feira, 26 e seguem até sexta-feira, a partir das 9h. Para ter acesso às informações, os interessados devem acessar o site – feiradesantana.ba.gov.br – da Prefeitura de Feira. As audiências serão transmitidas pelo canal do Youtube da Prefeitura.

Para participar não é necessário inscrição prévia e, apenas, o interessado deve assinar a lista de presença online. Quem deseja contribuir com sugestões basta se credenciar preenchendo uma ficha específica e acrescentar a informação no formulário digital.

O Plano de Diretor de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais Urbanas do Município de Feira de Santana (PDMAPFS), como é denominado tecnicamente, trata-se de um instrumento que norteará ações de prevenção e redução dos prejuízos causados pelas chuvas em áreas críticas na cidade, além de orientar o crescimento sustentável dos assentamentos urbanos.

Todas as bacias hidrográficas do município serão contempladas com o trabalho técnico. No primeiro dia, 26, será a vez da Bacia do Subaé – que compreende o 35º BI, Jomafa, Aviário, Limoeiro, Parque Panorama, Tomba, Feira VII, entre outros.

A bacia Jacuípe, na quinta-feira, 27, abrange os bairros como Caseb, Parque Lagoa Grande, SIM, Santo Antônio dos Prazeres, Cidade Nova e Parque Ipê, e a bacia Pojuca, na sexta, 28, (Pedra do Descanso, São João do Cazumbá, Baraúna, Jussara, Jardim Cruzeiro, entre outros).

Ao final das audiências, todas as sugestões e contribuições serão publicadas no site da Prefeitura, sendo devidamente identificadas, transformando-se em objeto de análise pela equipe técnica da Fundação Escola Politécnica da UFBA e do próprio Governo Municipal.


Foto: Reprodução / TV Globo

A 6ª Vara dos Juizados Especiais de Causas Comuns está tramitando um processo distribuído pelo cantor baiano Netinho contra o compositor Manno Góes, em decorrência de condutas ilegais e desacauteladas praticadas desde 2019 pelo compositor.

De acordo com a ação, as declarações ofensivas teriam sido feitas nas redes sociais e na imprensa. A mais recente, foi no dia 01 de maio deste ano, quando Netinho foi convidado para participar de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo/SP. Na ocasião, o compositor criticou a performance com a música “Milla” em um ato pró-Bolsonaro (veja aqui).

Na última semana, o Tribunal de Justiça da Bahia expediu intimação para Manno Góes prestar esclarecimentos sobre o pedido liminar no prazo de cinco dias.

Segundo o advogado Luiz Vasconcelos, que defende o Cantor Netinho, o processo busca, através de uma decisão liminar, que o compositor retire no prazo de 24 horas toda e qualquer postagem em suas redes sociais que sejam alusivas ao cantor ou qualquer outra forma que ele possa ser identificado. Além disso, a ação pede que Manno Góes se abstenha de praticar qualquer outro tipo de alusão, menção, referência ou ilação ao cantor.

O Advogado esclarece ainda que, não obstante o pedido liminar de retirada de todas as publicações, o compositor poderá ser condenado ao pagamento de indenização a título de danos morais em razão do mesmo ter ofendido diversas vezes Netinho nas redes sociais e nos veículos de imprensa.

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