Sem a presença do presidente Jair Bolsonaro, apoiadores do atual governo confirmaram a adesão de ao menos 50 cidades do interior à motocarreata marcada para esta sexta-feira, em Salvador, feriado de Dois de Julho. O ato terá concentração a partir das 9h, na região do Dique do Tororó, próximo à Arena Fonte Nova.
Segundo os organizadores, motos, jipes e carros antigos se reunirão em uma manifestação a favor da “liberdade” e do “voto impresso e auditável”, bandeiras defendidas por Bolsonaro.
Havia a expectativa de que o presidente viesse à capital baiana prestigiar o evento. Procurada pelo Metro1, a assessoria de Bolsonaro informou, no entanto, que não há previsão dessa agenda.
Mais cedo, em entrevista ao site Metro1, o prefeito Bruno Reis (DEM) afirmou que, embora não tenha poder de polícia, agirá para coibir eventuais transtornos por ocasião da motocarreata bolsonarista.
O gestor, que recentemente criticou atos a favor do impeachment do presidente, citou que a manifestaação é “inoportuna” diante do cenário de descontrole da pandemia de Covid-19 — crise saniatária que continua a provocar elevado número de mortes no país.
Realizadas em outras cidades do país, as motociatas promovidas pelo chefe do Executivo federal têm sido marcadas por ataques às políticas de isolamento, pedidos de intervenção militar e fechamento do STF.
Além das investidas contra as instituições democráticas, Bolsonaro atambém infringiu regras de trânsito. Durante um ato em São Paulo, por exemplo, o presidente cobriu a placa de sua motocicleta e utilizou um capacete do tipo “coquinho”, sem viseira e proteção para o maxilar, o que é proibido para motociclistas e pode render multa grave.
A retomada das atividades escolares presenciais, que dará início a fase de ensino “híbrido” na rede estadual, voltou à discussão nesta quarta-feira (30) após o governador Rui Costa (PT) comentar a possibilidade eventual de um retorno em 15 dias, caso os índices da Covid-19 continuem reduzindo. Provocado pelo Bahia Notícias, o diretor-geral da APLB Sindicato, Rui Oliveira, revelou que a intenção do governador deverá encontrar alguma dificuldade para ser concretizada.
De acordo com Oliveira, uma pesquisa interna realizada pela própria APLB consultou 13 mil profissionais em todo o território baiano. Destes, 97% decidiram que só retornarão as aulas presenciais após concluírem o calendário vacinal com a aplicação da segunda dose. A imunização dos profissionais da educação foi iniciada no mês de abril. O sindicato não sabe precisar a margem de trabalhadores que já receberam a primeira dose no estado. Os municípios adotaram estratégicas individuais para cumprir a determinação de vacinação.
“Num cenário pós festejos juninos e com a preocupação de nova variante é inadmissível não se preocupar com a vida do povo baiano. Temos mais que lutar por mais vacina e condições de biossegurança, por isso, vamos lutar em defesa da vida e por mais vacina. Aulas presenciais só com imunização total e protocolo de biossegurança”, enfatiza Oliveira.
Em maio deste ano, os trabalhadores da rede estadual de ensino chegaram a aprovar a adoção do estado de greve pela continuidade das aulas remotas e pelo retorno das atividade presenciais somente após a imunização completa, com aplicação das 1ª e 2ª doses da vacina. (reveja).
“Estamos muito ansiosos pelo retorno às aulas porque é fundamental para a vida e futuro dos jovens o retorno das aulas. Inclusive, quero renovar meu pedido aos prefeitos para já irem aquecendo as turbinas das escolas municipais para a gente voltar com tudo”, afirmou o governador nesta quarta durante uma transmissão nas redes sociais.
No dia que completa seis meses à frente do comando de Salvador, o prefeito Bruno Reis (DEM) disse não estar feliz na condição de prefeito. A fala foi dita nesta quinta-feira (1º) durante entrevista a Mário Kertész, no estúdio da Rádio Metropole.
Reis disse que “lutou bastante pra chegar até a prefeitura”, mas, por conta do agravamento da pandemia, praticamente tem morado no trabalho. “Durmo, acordo, tomo café da manhã na prefeitura. Eu peguei uma enorme barra. Quando me elegi, em 15 de novembro, a pandemia estava praticamente controlada. Mas a situação mudou completamente e estamos enfrentando o momento mais difícil da história”.
“Preciso ser sincero aqui. Não estou feliz. Tem sido tudo muito difícil. Até as entregas, que todo prefeito gosta de fazer, de abraçar as pessoas, conversar, isso não está acontecendo. Tem sido muito complicado, muito difícil”, afirmou o prefeito.
brasileiros têm se mostrado preocupados com suas informações pessoais na internet, principalmente em uma era baseada nas mídias digitais e no compartilhamento de dados.
Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, encomendada pela Mastercard, apontou que sete em cada dez pessoas (73%) já sofreram algum tipo de ameaça digital -como o recebimento de mensagens falsas de empresas e senhas roubadas.
O levantamento ainda aponta que apesar de saberem que as empresas com as quais interagem guardam algum tipo de informação, 92% ainda temem pela segurança de seus dados. Em uma escala de 1 a 10 em que 1 é nenhum medo e 10 muito medo, os brasileiros atribuíram nota média 7,9 ao temor de serem vítimas de um ataque cibernético.
O CPF é considerado como a informação mais sensível pelos brasileiros. O medo de ter esse dado vazado atinge 94%.
Para Estanislau Bassols, gerente geral da Mastercard Brasil, a sensação de insegurança revelada pela pesquisa não é em vão. Segundo o executivo, o aumento da exposição dos brasileiros aos meios virtuais em virtude da pandemia de coronavírus trouxe consigo um ambiente mais propício a novos tipos de crime.
“Ao longo do último ano, cresceram os golpes, fraudes e ataques cibernéticos contra pessoas e empresas. Com novos esquemas de fraudes sendo criados todos os dias, é essencial que organizações atuem de forma a mitigar riscos e ampliar a segurança de seus clientes. Cabe às empresas a responsabilidade pela segurança dos dados dos seus clientes”, afirmou Bassols.
Dentre os entrevistados, 13% declaram que já tiveram seus dados vazados por alguma empresa da qual é cliente. Ainda segundo o estudo, 70% dos entrevistados já ouviram falar de ataque cibernético, mas apenas 13% deste total estão bem-informados sobre o assunto. A taxa de conhecimento é mais alta entre homens (78%) do que entre mulheres (62%).
As redes sociais foram consideradas como os ambientes menos confiáveis, enquanto hospitais, clínicas de exames médicos, escolas e faculdades são as instituições em que os entrevistados mais confiam.
Segundo o levantamento, a proteção de informações pessoas por parte de clínicas e hospitais é vista como muito confiável por 26%, mais ou menos confiável por 44% e pouco confiável por 20%.
Em relação às redes sociais, um terço dos brasileiros (33%) acredita que esses meios são nada confiáveis na proteção desses dados. Outros 31% acham as redes sociais pouco confiáveis.
Para Bassols, apesar da falta de confiança dos consumidores, a tendência é que a adoção de novas tecnologias continue em uma crescente .
“A transformação digital tornou-se um imperativo e isso acelerou as exigências da sociedade. Depois da pandemia, esses hábitos não devem mudar. Conforme olhamos para o futuro, precisamos continuar a habilitar todas as opções, tanto na loja física quanto online, para fazer com que a economia digital funcione para todos”, disse.
Ainda segundo o levantamento, 96% dos brasileiros com acesso à internet afirmam que adotam medidas adicionais de segurança, como evitar clicar em links suspeitos (83%), evitar o uso de redes públicas de wi-fi (75%), usar senhas fortes (72%), usar antivírus (67%) e possuir senhas diferentes para conta ou aplicativo (64%).
De acordo com o gerente geral da Mastercard Brasil, apesar de o medo de ataques cibernéticos por parte da população ter o potencial de impactar o desenvolvimento desses mercados, a maioria das pessoas não abrirá mão de um mundo cada vez mais conectado.
Segundo o levantamento, 66% disseram concordar que é mais seguro pagar contas pela internet do que ir até uma agência bancária com dinheiro.
Além disso, Bassols também afirma que a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) também acaba sendo positiva neste cenário.
“Vemos a LGPD como uma oportunidade de abrir caminho para inovações futuras. A gestão transparente dos dados é um ponto muito importante para a Mastercard. E quando falamos em transparência e controle, estamos dizendo que as empresas devem dar às pessoas, de forma clara e muito simples, a informação de como coletam e usam seus dados”, afirmou.
“Com cada vez mais empresas em conformidade com a lei e atuando de forma transparente, os consumidores se sentirão mais seguros. E à medida que a conscientização do consumidor sobre isso aumenta, também cresce a percepção de segurança e de que esse compartilhamento de dados seja benéfico para os dois lados”, completou Bassols.
Roberto Ferreira Dias foi demitido do governo Foto: PR/Anderson Riedel
Acusado de ter cobrado propina de Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, para firmar um acordo para fornecimento da vacina da AstraZeneca, o agora ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, havia ingressado no governo em janeiro de 2019, na gestão do ex-ministro Luiz Henrique Mandetta. Apesar de a reportagem do jornal Folha de São Paulo ter afirmado que o atual líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR), teria sido o responsável por indicar Ferreira Dias ao governo, Barros negou, em rede social, a alegação e afirmou que sequer era alinhado ao governo quando o ex-gestor foi escolhido.
– Em relação à matéria da Folha, reitero que Roberto Ferreira Dias teve sua nomeação no Ministério da Saúde no início da atual gestão presidencial, em 2019, quando [eu] não estava alinhado ao governo. Assim, repito: [ele] não é minha indicação. Desconheço totalmente a denúncia da Davati – afirmou Barros.
Em outubro de 2020, o nome de Ferreira Dias já tinha sido envolvido em outra questão controversa, quando o presidente Jair Bolsonaro pediu ao Senado que fosse retirada a tramitação da indicação dele para um cargo de diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
Na época, o ex-gestor ocuparia uma vaga que seria aberta em dezembro, com o término do mandato de Alessandra Bastos Soares. Porém, após a divulgação de informações de que ele havia assinado um contrato de R$ 133,2 milhões do Ministério da Saúde que estava sob suspeita de irregularidade, o presidente desistiu do nome de Ferreira Dias.
O governo federal exonerou Roberto Ferreira Dias, diretor de Logística do Ministério da Saúde. A decisão, anunciada na noite de ontem (29), foi publicada na edição de hoje (30) do DOU (Diário Oficial da União) e é assinada pelo ministro-chefe da Casa Civil, Luiz Eduardo Ramos.
Ainda de acordo com o ministério, a decisão foi tomada na manhã de ontem, antes da denúncia contra Dias vir à tona.
Roberto Dias é suspeito de pedir propina de US$ 1 por cada dose de vacina contra a covid-19 na negociação para compras de vacina AstraZeneca.
Dias foi nomeado na gestão do então ministro Luiz Henrique Mandetta. Seu nome foi uma indicação do deputado federal e atual líder do governo no Congresso, Ricardo Barros (PP-PR).
Barros, porém, nega que tenha interferido na nomeação. “Roberto Ferreira Dias teve sua nomeação no Ministério da Saúde no início da atual gestão presidencial, em 2019, quando não estava alinhado ao governo. Assim, repito, não é minha indicação. Desconheço totalmente a denúncia da Davati”.
O servidor foi acusado por Paulo Dominguetti Pereira, representante da Davati Medical Supply, empresa que tentou negociar com o governo de Jair Bolsonaro a venda de 400 milhões de doses da vacina da AstraZeneca, de pedir propina de US$ 1 por cada dose adquirida. A denúncia foi feita em entrevista à Folha de S.Paulo.
O presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, Omar Aziz (PSD-AM) comentou a denúncia logo após sua publicação. Para o senador, as acusações são “fortes”. Em seu Twitter, Aziz afirmou que Dominguetti será convocado para depor na comissão ainda esta semana.
O vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também afirmou que apresentaria, junto com o senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), requerimento para convocação de Paulo Dominguetti Pereira.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) inicia, nesta quarta-feira (30), as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2021.
Os interessados poderão se inscrever na Página do Participante, até 14 de julho. A taxa de inscrição é de R$ 85 e o pagamento deve ser feito por aqueles que não estão isentos, por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança).
Os resultados finais das solicitações de isenção foram divulgados pelo Inep, no dia 25 de junho, e estão disponíveis na Página do Participante.
Os interessados em fazer o Enem 2021 deverão realizar a inscrição no exame, isentos ou não. O Inep preparou um passo a passo para ajudar na inscrição. Para isso, basta acessar a Página do Participante, no endereço eletrônico enem.inep.gov.br.
Provas As provas do Enem 2021 serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro, tanto a versão digital quanto a impressa. As duas versões também terão a mesma estrutura de prova: quatro cadernos de questões e a redação.
Cada prova terá 45 questões de múltipla escolha, que, no caso do Enem Digital, serão apresentadas na tela do computador. Já a redação será realizada em formato impresso, nos mesmos moldes de aplicação e correção da versão em papel. Os participantes receberão folhas de rascunho nos dois dias.
No primeiro dia, serão aplicadas as provas de linguagens, códigos e suas tecnologias, e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. A aplicação regular terá cinco horas e 30 minutos de duração.
No segundo dia, as provas serão de ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias. Nesse caso, a aplicação regular terá cinco horas de duração.
O primeiro passo para a inserção no mercado de trabalho é a qualificação profissional. Neste sentido, a Secretaria de Educação vai oferecer aos 3.758 estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) da Rede Municipal cursos profissionalizantes gratuitos. A formação será nas áreas de comércio, gestão, saúde, asseio, conservação e zeladoria. Para prestar o serviço, a Administração Municipal firmou contrato com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial, SENAC.
Os cursos terão a carga horária total de 160 horas e serão para as seguintes funções: porteiro e vigia, repositor de mercadorias, promotor de vendas, assistente de logística, recepcionista e cuidador de idosos. As turmas serão compostas por 20 estudantes.
As aulas serão ministradas de forma presencial, obedecendo ao protocolo sanitário de prevenção à Covid-19. O local será definido pela Seduc.
A secretária de Educação, Anaci Paim, destaca que o investimento na capacitação profissional representa uma importante conquista para os estudantes da EJA, pois são alunos que estão em busca de uma oportunidade de trabalho.
“Proporcionar a esses estudantes uma chance de ingresso no mercado de trabalho, de forma qualificada, é também garantir que eles possam continuar estudando porque a grande maioria depende dessa condição para seguir em frente”, observa a secretária.
A venda de bebida alcoólica estará proibida durante o feriado de 2 de julho, inclusive por sistema de delivery, em toda a Bahia. De acordo com medida publicada nesta terça-feira (29) no Diário Oficial do Estado, a proibição passa a valer desde às 18h de quinta-feira (1º) até às 5h da segunda-feira (5). A exceção abrange regiões cuja taxa de ocupação de UTI alcancem a taxa de 75% ou menos, durante cinco dias consecutivos.
Em todo o estado, o toque de recolher, que prevê a restrição da locomoção noturna de pessoas, passará a ser das 22h às 5h, a partir desta terça-feira (29) até o dia 8 de julho. Os meios de transporte metropolitanos ficam suspensos das 22h30 às 5h, de 29 de junho até 8 de julho.
A circulação dos ferry boats deverá ser suspensa das 22h30 às 5h de 29 de junho a 8 de julho, ficando vedado o seu funcionamento nos dias 3 e 4 de julho (sábado e domingo).
A circulação das lanchinhas também será suspensa das 22h30 às 5h desta terça-feira (29) até o dia 8 de julho, podendo funcionar no final de semana (dias 3 e 4 de julho) com limitação de ocupação ao máximo de 50% da capacidade da embarcação.
Aulas
As unidades de ensino públicas e particulares podem manter as atividades de forma semipresencial. Para que isso ocorra, é necessário que a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 esteja abaixo de 75%, por cinco dias consecutivos, nas regiões de saúde.
Eventos e shows
Os eventos e atividades que envolvam aglomeração de pessoas continuam proibidos, em todo o território da Bahia, independentemente do número de participantes, ainda que previamente autorizados.
Segue suspensa ainda a realização de shows, festas, públicas ou privadas, e afins, independentemente do número de participantes, além de atividades esportivas amadoras em todos os municípios baianos, até 8 de julho.
O decreto mantém a permissão de eventos profissionais e científicos com até 50 pessoas; além de atos religiosos litúrgicos desde que esses ocorram com 25% da ocupação dos espaços. Academias também podem manter o funcionamento, desde que limitem a 50% da capacidade.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam) agora está em novo endereço, localizado na rua Pilar do Sul, 840, Brasília. A sede foi inaugurada pelo prefeito Colbert Filho, na manhã desta terça-feira, 29.
A unidade dispõe de energia sustentável por sistema de captação solar, o que não gera impactos ao meio ambiente. O prédio possui dois andares e um total de 16 salas.
Colbert Filho destacou que o órgão municipal é o primeiro implantado na região Sul e observou que o espaço mais amplo vai permitir acomodar os equipamentos sonoros apreendidos durante as fiscalizações de combate à poluição sonora. Até o momento, esses equipamentos são guardados em um galpão – a transferência vai reduzir custos com aluguel.
Durante o ato de inauguração, o prefeito recomendou à Semmam o plantio de mil árvores como estímulo de melhorias ao meio ambiente. “A maior causa da poluição em Feira de Santana é o gás carbônico, emitido pelos veículos. Então, como reduzir esses impactos? A solução é o plantio de árvores”, afirmou.
O secretário da pasta, José Carneiro, disse que a Semmam funcionou por mais de 10 anos no mesmo endereço, cujo espaço que era limitado.
“Não atendia as nossas necessidades atuais. Agora, estamos em um prédio ideal para funcionar todos os departamentos, oferecendo mais comodidade e eficiência ao trabalho”, explica.
Plantas do bioma da caatinga e imagens de lagoas compõem a decoração do novo equipamento.