O ano de 2022 já começou com novidade no cenário musical. O cantor feirense Arthur Duarte lançou na última semana, em todas plataformas digitais seu novo single ‘Clichê’, uma balada romântica que promete embalar os corações. Esse é o primeiro trabalho do novo projeto solo de Arthur Duarte.
A música tem a autoria do compositor Matheus Carvalho, e retrata o momento vivido por diversos casais, que muitas vezes vivem relacionamentos a distância, ou até mesmo por causa da pandemia, foram afastados do contato físico, mas mantem o amor.
“Clichê é uma canção que fala do amor cheio de detalhes, do amor que vive no peito, vivo e feliz. Sabe aquele casal que passa um tempo sem se ver e a única forma de se falar é pela internet? É exatamente isso que a música quer falar, uma parada realmente bem clichê”, conta Arthur.
A música está disponível em todas as plataformas digitais: Spotify, Deezer, Apple Music, Google Music, Youtube Music, entre outras.
“Espero que todos curtam muito esse single, que desde sua composição foi feita e pensada com muito amor e carinho para todos, e esse é apenas o ponto de partida de muitas novidades em forma de música que vamos apresentar esse ano ao nosso público”, diz o cantor.
Conheça Arthur Duarte
Arthur Duarte nasceu em Feira de Santana em 1991. Começou na música aos 16 anos, quando aprendeu a tocar violão sozinho, fez parte de vários grupos musicais na Cidade, a exemplo das bandas ‘No Litoral’, ‘Dimaré’, ‘Xote a Dois’ e ‘Caravelas’. Atualmente além do projeto solo de axé-pop, também é vocalista da banda reggae pop ‘A Cor’.
O tenista Novak Djokovic pretende processar o governo da Austrália. O atleta foi barrado na fronteira do país porque não se vacinou contra a Covid-19. De acordo com o jornal inglês The Sun, o número 1 do mundo acusa os governantes de maus-tratos.
Nove vezes campeão do torneio, Djoko foi impedido de disputar o Aberto da Austrália, um dos quatro Grand Slam do ano.
Conhecido por discursar contra a vacinação da Covid-19, o tenista chegou à Austrália no dia 5 de janeiro. Os protocolos indicam que ele deveria cumprir uma quarentena de 14 dias, já que não tinha como comprovar a imunização.
Contudo, Djokovic alegou que testou positivo para o novo coronavírus no dia 16 de dezembro, o que teria feito seu corpo desenvolver anticorpos contra o patógeno.
Sem apresentar todos os documentos necessários, o atleta teve seu visto inicialmente cancelado, por representar risco para a saúde pública. Após entrar na Justiça, porém, conseguiu reverter o fato. Neste sábado (15), no entanto, ele foi novamente detido e levado para o hotel, onde aguardou a decisão.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou nesta quinta-feira (20) a aplicação do imunizante CoronaVac em crianças e adolescentes com idade entre 6 e 17 anos – exceto em casos de menores imunossuprimidos (com baixa imunidade). A decisão foi tomada durante reunião extraordinária da diretoria colegiada.
Crianças e adolescentes com comorbidades também poderão receber a vacina, que será aplicada em duas doses, com intervalo de 28 dias. A vacina é a mesma utilizada atualmente na imunização de adultos, sem nenhum tipo de adaptação para uma versão pediátrica.
A decisão foi unânime. Ao todo, cinco diretores votaram a favor da liberação: Meiruze Sousa Freitas, Alex Machado Campos, Rômison Rodrigues Mota, Cristiane Rose Jourdan e o próprio diretor-presidente da Anvisa, Antônio Barra Torres.
Por meio das redes sociais, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, comentou a aprovação do uso emergencial da CoronaVac para a faixa etária de 6 a 17 anos. “Todas as vacinas autorizadas pela Anvisa são consideradas para a PNO [Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra Covid-19]. Aguardamos o inteiro da decisão e sua publicação no DOU”, disse, em sua conta no Twitter.
Butantan Por meio de nota, o Instituto Butantan, fabricante da CoronaVac em parceria com a biofarmacêutica chinesa Sinovac, informou que a autorização ocorreu após avaliação de pedido enviado à Anvisa no dia 15 de dezembro, embasado em estudos de segurança e resposta imunológica vindos de países como Chile, China, África do Sul, Tailândia e também do Brasil.
“A CoronaVac é cientificamente comprovada como a vacina mais segura e com menos efeitos adversos, além de ser a vacina mais utilizada em todo o mundo, com mais de 211 milhões de doses administradas no público infantil e juvenil (de 3 a 17 anos) somente na China”, destacou o comunicado. “O Instituto Butantan, que há 120 anos trabalha a serviço da vida, está preparado para fazer parte de mais esta batalha para derrotar o vírus da covid-19 no país”, concluiu a nota.
A possibilidade de o Telegram ser vetado nas campanhas eleitorais deste ano por não ter uma representação no Brasil para receber e cumprir ordens judiciais entrou na agenda do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Um grupo do Ministério Público Federal (MPF) mais ligado ao combate ao cibercrime vinha defendendo essa interpretação internamente e orientando os demais procuradores a respeito.
O presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, vai levar o tema para debate junto aos demais ministros na volta do recesso. Em nota divulgada pela Corte Eleitoral, ele afirma que “nenhum ator relevante no processo eleitoral de 2022 pode operar no Brasil sem representação jurídica adequada, responsável pelo cumprimento da legislação nacional e das decisões judiciais”.
Em 16 de dezembro, Barroso enviou um ofício ao Telegram, por e-mail, solicitando audiência com Pavel Durov, fundador da empresa, com sede em Dubai. Queria discutir uma cooperação contra a desinformação que circula no aplicativo e afeta a confiança nas eleições brasileiras.
Barroso foi ignorado. Ao menos quatro tentativas de envio por correspondência também não tiveram sucesso. O tribunal não pretende enviar um representante à empresa porque detém informações de que no escritório em Dubai não há um representante de fato da companhia. Apenas um pequeno grupo de funcionários de baixo escalão dá expediente no local.
ENTRAVES JURÍDICOS O Telegram representa hoje uma das principais preocupações para as disputas eleitorais deste ano. Sem representação local, a plataforma está fora do alcance da Justiça brasileira, e especialistas apontam o risco de ela ser um canal para disseminação de notícias falsas, ataque a instituições e discurso de ódio. Investigadores também se queixam do fato de o aplicativo não cooperar mesmo em apurações nacionais sobre crimes como apologia ao nazismo e pedofilia.
A ideia de proibir o funcionamento de serviços sem representação no Brasil, com vistas à eleição, é baseada em uma interpretação do que está disposto na Lei das Eleições, de 1997, e na resolução do TSE sobre propaganda eleitoral. Os textos exigem que “sítios” de candidato, partido e coligações estejam hospedados em provedor de internet estabelecido no país. O Telegram e outros serviços como Gettr, Parler e Gab estariam incluídos nessa regra, na interpretação de integrantes do MPF.
Contudo, a tese não é majoritária. Enfrenta resistência entre especialistas e até dentro do TSE. Em setores do tribunal, há quem considere que o entendimento aplicado sobre a lei e a resolução seja “forçar a barra” para tentar solucionar um problema complexo.
Curiosamente, o presidente Jair Bolsonaro é o pré-candidato à Presidência da República com maior número de seguidores no aplicativo, canal por onde ele também divulga suas opiniões, agendas e informações de interesse público.
A Prefeitura de Feira de Santana vai reduzir o número de público nos eventos da cidade. Será permitido até 1000 pessoas nas festas. A informação foi confirmada pelo prefeito Colbert Filho (MDB), durante uma entrevista ao programa Jornal do Meio Dia (Princesa FM), nesta quinta-feira (20). O novo decreto será publicado ainda hoje. “No nosso decreto o limite de pessoas é 1000, no máximo. Vai ser o suficiente para a gente poder tentar evitar a disseminação tão grande no número de casos de Ômicron. Espero que isso possa ser rapidamente melhorado para a gente poder reverter”, explicou.
Mais dois casos da Ômicron foram confirmadas no município: uma mulher de 19 anos e um bebê de 5 meses.
Bahia
O governador Rui Costa também anunciou uma nova redução. Serão toleradas até 1.500 pessoas. A ocupação dos espaços também não pode ultrapassar 50% da capacidade do local e o comprovante de vacinação deve ser apresentado por clientes em bares, restaurantes, espaços culturais, academias e outros.
A informação foi dada durante coletiva à imprensa. O novo decreto deve ser publicado nesta sexta-feira (21).
Todo cidadão que já frequentou o cinema teve aquela dúvida se poderia entrar na sessão com pipoca ou refrigerante comprados em outros estabelecimentos ou trazidos de casa. Por receio de ser barrado, muitos nem arriscam. O que pouca gente sabe é que não há proibição alguma em consumir produtos similares aos comercializados no cinema, conforme assegura o Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Como toda regra há exceção, o superintendente de Proteção e Defesa do Consumidor de Feira de Santana, Maurício Carvalho, explica que as empresas de reprodução cinematográfica podem proibir apenas a entrada de outros alimentos que afetem a higiene e aromatização dos ambientes, a exemplo de pizzas, ou a segurança, como garrafas de vidro, bebida alcoólica, objetos pontiagudos e entre outros.
Para fazer valer o direito dos clientes, a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) realizou uma operação no Orient Cinemas, que fica no Boulevard Shopping e no Cinerscla, no Shopping Avenida, a fim de informar aos estabelecimentos as condutas que configuram como venda casada – artigo 39, inciso I, do CDC.
“Esses estabelecimentos não podem exigir que o consumidor compre apenas os seus produtos. No entanto, se o item que o consumidor está levando não é vendido no fornecedor, este tem o direito de proibir a entrada”, explica Maurício Carvalho.
Ainda de acordo com o superintendente, a operação tem, neste primeiro momento, caráter educativo e preventivo no intuito de evitar práticas abusivas. Situações que ferem o direito do consumidor podem ser denunciadas no aplicativo “Procon Feira de Santana”, disponível nas plataformas Android e iOS.
Nesta quinta-feira, 20, às 16h, a Prefeitura de Feira de Santana vai realizar o sorteio de 469 boxes do Shopping Popular Cidade das Compras. A ação acontece na Secretaria Municipal de Administração, no Salão de Licitações.
No momento do sorteio, é permitida apenas a presença dos organizadores e imprensa. Aberta no dia 8 de dezembro do ano passado, pela Secretaria de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico (Settdec), a chamada pública para ocupação dos boxes inscreveu 604 interessados.
PERDEU O DIREITO
Lojistas que não ocuparam os boxes até o dia 30 de novembro do ano passado perderam o direito de comercializar no entreposto. A inatividade fez com que as lojas fossem reincorporadas pelo Governo Municipal e redistribuídas a quem mais precisa. A medida está legalmente baseada em decreto n° 12.407, publicado em 3 de novembro.
Profissionais que atuam nas salas de vacina da rede municipal de saúde estão participando de uma capacitação quanto a maneira adequada para a aplicação das vacinas de rotina. A atividade prática foi iniciada nesta quarta-feira, 19, no auditório da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), e tem duração de cinco dias.
A qualificação é realizada em parceria com o Núcleo Regional de Saúde do Estado da Bahia, conforme critérios do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.
Na avaliação da coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde, Carlita Correia, a capacitação é importante para atualizar os técnicos da vacinação.
“São diversos profissionais que atuam nas 104 unidades de saúde municipais. Eles estão recebendo uma atualização para oferecer um atendimento de qualidade à população”, explica a coordenadora.
A Corte de Cassação da Itália, última instância do judiciário do país, confirmou nesta quarta-feira a condenação do jogador Robinho e de seu amigo, Ricardo Falco, a nove anos de prisão por violência sexual de grupo. A sentença vai sair em 30 dias.
O julgamento ocorreu na Corte de Cassação de Roma, que no ordenamento jurídico italiano é equivalente ao Supremo Tribunal Federal no Brasil. Robinho e seus advogados apresentaram nesta manhã o último recurso, que foi negado pela corte italiana.
Mesmo com a condenação em última instância, Robinho e Falco não poderão ser extraditados para a Itália, já que a Constituição de 1988 proíbe a extradição de brasileiros. Além disso, o tratado de cooperação judiciária em matéria penal entre Brasil e Itália, assinado em 1989 e ainda em vigor, não prevê que uma condenação imposta pela justiça italiana seja aplicada em território brasileiro.
Assim, Robinho e Falco correm o risco de serem presos somente se realizarem viagens ao exterior – não necessariamente à Itália. Para isso, o Estado italiano precisa emitir um pedido internacional de prisão que poderia ser cumprido, por exemplo, em qualquer país da União Europeia.
Os dois foram arrolados no artigo “609 bis” do código penal italiano, que fala sobre a participação de duas ou mais pessoas reunidas para o ato de violência sexual – forçando alguém a manter relações sexuais por sua condição de inferioridade “física ou psíquica”. A vítima, que pediu para não ter seu nome exposto no processo, diz que foi embriagada e abusada sexualmente por seis homens enquanto estava inconsciente. Os defensores dos brasileiros dizem que a relação foi consensual.
Além dos noves anos de reclusão confirmados, Robinho também terá de pagar uma indenização de 60 mil euros (cerca de R$ 372 mil na cotação atual).Mais de 15 juízes analisaram o caso em primeira, segunda e terceira instância e confirmaram o relato da minha cliente. Agora é preciso ver como será o cumprimento dessa pena, o Brasil é um grande país e espero que saiba lidar com essa situação – afirmou Gnocchi.
Para nós, a sentença deve ser cumprida. Se fosse na Itália, ele iria para a prisão. Agora a bola estará com o Brasil, que tratará isso com base na sua Constituição – completou.
Durante a curta sessão, apenas um dos advogados de Robinho, Franco Moretti, fez a sustentação oral. Ele afirmou que a relação entre a mulher e Robinho foi consensual, tentou trazer à audiência pontos sobre a conduta da vítima e citou um dossiê da vida privada da vítima, que foi rechaçado no julgamento em segunda instância. O presidente da audiência na Corte de Cassação, Luca Ramacci, chamou a atenção do advogado do jogador, dizendo que ali não era o local indicado para tal discussão.
A vítima, que completa 32 anos nesta sexta-feira e pediu para não ter seu nome divulgado no processo, acompanhou a audiência. Ela disse que não queria comparecer ao tribunal, mas foi convencida pelo seu advogado.
O crime cometido por Robinho aconteceu na Sio Café, uma conhecida boate de Milão, na madrugada do dia 22 de janeiro de 2013. À época, Robinho era um dos principais jogadores do Milan. Além dele e de Falco, outros quatro brasileiros, segundo a denúncia da Procuradoria da cidade, participaram da violência sexual contra uma mulher de origem albanesa.
Amigos do jogador que o acompanhavam no exterior, os outros quatro brasileiros deixaram a Itália durante a investigação e não foram acusados, sendo apenas citados nos autos.
A vítima, residente na Itália há alguns anos, naquela noite foi com uma amiga à boate – a violência ocorreu dentro do camarim do local – para comemorar seu aniversário de 23 anos. No final desta semana, completará 32.
Desde que a vítima do estupro coletivo denunciou o jogador, há nove anos, a Itália viu dezenas de episódios semelhantes ganharem destaque, alguns deles envolvendo filhos de políticos. Os acusados, segundo um balanço do judiciário realizado pelo equivalente ao IBGE italiano, são majoritariamente jovens entre os 20 e 25 anos (Robinho tinha 29 anos quando foi acusado do crime).
O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, disse nesta quarta-feira (19) que abrirá mão de concorrer a qualquer outro cargo político caso o presidente Jair Bolsonaro decida mantê-lo na chapa para a corrida à reeleição, em outubro deste ano. “Se o presidente vai precisar que eu acompanhe ele, isso pretere qualquer outra pretensão que eu tiver”, afirmou.
O nome de Mourão também tem sido cogitado para o Senado Federal e para o governo do estado do Rio de Janeiro, caso não faça parte da chapa de Bolsonaro na corrida à Presidência da República. Mourão tem afirmado que decidirá seu futuro político até o fim de março. Em 2 de abril encerra-se o prazo para que ocupantes de cargos majoritários (presidente, governadores e prefeitos e seus vices) renunciem ao mandato para concorrer a cargos diferentes dos que ocupam.
“Existem muitas variáveis nisso: se por acaso o presidente não me convidar para continuar na chapa, se eu definir que vou concorrer a outro cargo eletivo”, disse o vice-presidente. “Tenho que pesar bem tudo o que tem pela frente para tomar uma decisão.”
Mourão não descartou tentar se eleger como senador. Sobre a possibilidade de disputar o governo do Rio, ele tem afirmado que o estado precisa de novos nomes e que costumam citá-lo como postulante ao cargo, mas que ele tem de avaliar a situação antes de definir seu futuro. O nome do vice-presidente chegou a figurar em segundo lugar em pesquisas sobre a corrida ao Palácio das Laranjeiras, no ano passado.
“O Rio de Janeiro tem uma certa carência de lideranças. Pessoal lançou meu nome, tudo bem, é mais um nome ali no liquidificador deste momento que a gente está vivendo. Você não pode ser picado pela mosca azul, você tem que manter os pezinhos no chão. Ainda mais na altura da vida em que eu me encontro, com quase 70 anos”, destacou.
Nesta quarta-feira (19), Mourão deve se reunir com o presidente do PRTB no Rio de Janeiro, Antônio Carlos dos Santos. O vice-presidente, que é filiado ao partido, negou que o encontro seja para definição de candidatura.
“Ele veio trazer a situação lá do Rio, os trabalhos que eles vêm fazendo lá para a montagem de chapa”, afirmou. “Fiquem tranquilos que quando eu me definir [sobre o futuro político] vocês serão os primeiros a saber.”
‘Bom senador’, diz Bolsonaro Em setembro do ano passado, Mourão comentou o fato de Bolsonaro ter dito que ele seria um bom senador, mas também ter afirmado que ele não tem vivência política. “Estou satisfeito [com o que disse o presidente]”, declarou. “Sei ser milico. Não sei ser político.”
Mourão já chegou a dizer que definiria seu futuro na política até o fim do ano passado, mas depois afirmou que ainda era cedo para cravar o cargo ao qual deve concorrer nas próximas eleições. “Tem tempo ainda, vamos com calma.”
Na oportunidade, o vice-presidente também descartou uma eventual corrida ao governo do Rio de Janeiro. Ele afirmou que o estado tem um histórico que exige “uma equipe muito qualificada”, “vigor e capacidade”. Declarou: “É muito difícil. Eu sou velhinho. No ano que vem já vou fazer 69 anos. A carcaça pesa. O governo do Rio exige mais, não dá para afastar a espuma e ir entrando na água. Tem que mergulhar”.