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Foto: Reprodução.

Em um armazém da Amazon em Ohio, nos Estados Unidos, um estagiário de segurança foi fatalmente baleado pela polícia após uma tentativa de atirar em seu supervisor. As câmeras de segurança registraram o momento em que Ali Hamsa Yusuf, 22 anos, se aproximou por trás de seu chefe e tentou atirar em sua cabeça, mas a arma falhou. O incidente ocorreu no último domingo.

Depois que a arma não disparou na primeira tentativa, Yusuf tentou novamente, mas não acertou o alvo. O som assustou o supervisor, que fugiu correndo. De acordo com a polícia, ele não foi ferido. O incidente ocorreu por volta das 16h40, horário local, e havia mais de 100 funcionários no prédio naquele momento. Depois do incidente, o atirador fugiu do prédio. As informações são da AP News.

A vítima contatou a polícia para relatar o incidente. “Ele atirou em mim duas vezes, mas errou. Ele quase me matou”, disse durante a ligação, conforme relatado pela mídia local. Enquanto isso, o estagiário fugiu de carro e foi localizado a 32 km do armazém. A polícia informou que houve troca de tiros, e quando Yusuf tentou escapar, foi baleado.

O jovem foi levado ao hospital, mas não sobreviveu aos ferimentos. Um dos policiais também foi atingido, mas não se feriu graças ao colete à prova de balas que usava. O policial recebeu alta do hospital no mesmo domingo.

De acordo com a polícia local, o jovem não deveria ter uma arma durante o serviço. O jovem não tinha antecedentes criminais e ainda não se sabe o que o levou a atirar contra seu supervisor.

Veja o vídeo:

Informações TBN


foto: Aeroar

O governo argentino, liderado pelo presidente Javier Milei, anunciou por meio de um comunicado do Ministério da Defesa que o país sul-americano “inicia o processo de adesão à OTAN como parceiro global”. Esta decisão marca um significativo realinhamento na política externa da Argentina desde a chegada de Milei ao poder.

Nova Política Externa de Milei

A nova postura da Argentina em relação à OTAN está diretamente alinhada com a política externa defendida por Javier Milei, que privilegia fortes laços com os Estados Unidos e Israel. Esta mudança é evidenciada por uma série de eventos e decisões recentes.

Visita do Comando Sul dos EUA

Uma das ações mais notáveis foi a recente visita da General do Exército Laura Richardson, comandante do Comando Sul dos Estados Unidos, ao país sul-americano. A visita teve como objetivo principal ampliar a colaboração em defesa entre as duas nações. Este movimento reflete o claro alinhamento da Argentina com os EUA.

Alinhamento com Israel

Além dos Estados Unidos, a Argentina tem mostrado um forte alinhamento com Israel em questões internacionais. O governo argentino apoiou Israel tanto na guerra na Faixa de Gaza contra o Hamas quanto na recente crise desencadeada com o Irã, destacando uma nova dimensão em sua política externa.

Acordos de Defesa com a Dinamarca

Em um passo adicional para fortalecer sua capacidade de defesa, nesta semana o governo assinou um acordo para a compra de 24 caças F-16 usados do Exército Dinamarquês. Este foi mais um movimento estratégico conforme o Ministro da Defesa, Petri, está na Europa para finalizar este e outros acordos de defesa.

Proximidade com os EUA e Afastamento da China

A conexão com os Estados Unidos também fica evidente pelo reassentamento de 24 caças F-18, que inicialmente seriam destinados para a Ucrânia, mas agora serão enviados para a Argentina. Este gesto sublinha a crescente proximidade entre o governo Milei e os Estados Unidos, enquanto se afasta cada vez mais da China.

Informações Revista Oeste


O juiz do Tribunal Federal Australiano, Geoffrey Kennett, suspendeu, nesta segunda-feira (13), a proibição da plataforma de mídia social X de mostrar aos australianos o vídeo de um bispo sendo esfaqueado em uma igreja de Sydney. Kennett disse que publicaria seus motivos para suspender a ordem mais tarde.

A proibição temporária foi colocada em vigor em 22 de abril, mas o juiz australiano rejeitou o pedido da Comissão de Segurança Eletrônica da Austrália para estender a ordem judicial que expirou nesta segunda.

A decisão foi uma vitória para a empresa rebatizada pelo bilionário Elon Musk quando ele comprou o Twitter no ano passado.

A rede social X foi a única entre as plataformas de mídia social a se recusar a remover o vídeo do bispo Mar Mari Emmanuel sendo esfaqueado.

Musk argumentou que estava defendendo um princípio de liberdade de expressão, argumentando que a proibição estabelece um precedente perigoso que permite efetivamente que um país controle toda a internet.

Os legisladores australianos o acusaram de arrogância e de falta de senso de responsabilidade social.

A rede social X também está entrando com uma ação judicial separada contra a comissária de segurança eletrônica Julie Inman Grant, ex-funcionária da plataforma, que questiona a validade de sua notificação exigindo que a plataforma remova o vídeo do ataque de 15 de abril em uma igreja ortodoxa assíria.

Espera-se que o juiz considere a possibilidade de marcar uma data de audiência nesta quarta-feira (15).

*Com informações da AE
Foto: Reprodução/YouTube Real Time with Bill Mahe


Tomas Cuesta/Getty Images

O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou um relatório técnico nesta segunda-feira, 13, anunciando que o governo do presidente da Argentina, Javier Milei, superou as metas de aumento de reservas internacionais e de déficit fiscal, apresentando resultados melhores do que o esperado para o primeiro trimestre deste ano. Com isso, a Casa Rosada conseguiu a oitava revisão do pacote de socorro de US$ 44 bilhões negociado em 2018, durante a gestão de Maurício Macri, e obteve um desembolso de aproximadamente US$ 800 milhões.

Essa conquista internacional representa um triunfo para o governo ultraliberal, que atualmente concentra seus esforços em obter apoio suficiente no Senado para aprovar sua controversa “Lei Ônibus”, parte de um pacote liberal que inclui privatizações, concentração de poderes executivos e uma reforma trabalhista controversa.

O relatório do FMI elogiou os “esforços significativos” do governo argentino em expandir a assistência social para mães e crianças vulneráveis, assim como em proteger o poder de compra das aposentadorias. Apesar de “contratempos políticos”, a diretora do FMI, Kristalina Georgieva, já havia mostrado confiança nos esforços de reforma econômica de Milei em fevereiro.

O documento observou que, com base nos resultados superiores ao esperado no primeiro trimestre, o corpo técnico do FMI e as autoridades argentinas chegaram a um entendimento sobre políticas para fortalecer o processo de desinflação, reconstruir as reservas internacionais, apoiar a recuperação econômica e manter o programa no caminho certo. No entanto, ressaltou a necessidade de melhoria na qualidade dos ajustes, destacando a importância de esforços contínuos para aprimorar a consolidação fiscal, as políticas monetária e cambial, e resolver os obstáculos ao crescimento.

Embora o ajuste fiscal adotado pelo presidente liberal tenha o apoio do FMI, a alta inflação e a contração econômica projetada para este ano permanecem desafios significativos. A número dois do FMI, Gita Gopinath, elogiou o progresso do governo Milei, mas também instou a implementação de planos para aprofundar o progresso do programa e proteger os cidadãos mais vulneráveis.

Informações TBN


foto: Reprodução 

O sistema autônomo da Ford é o BlueCruise, que promete que será desativado se o veículo suspeitar que o motorista está desatento com um sistema de monitoramento para garantir isso. No entanto, ele não está disponível na F-450.

O que é oferecido no modelo é uma combinação de controle de cruzeiro adaptativo e manutenção de faixa, o que deixa o ato do vídeo ainda mais irresponsável – já que os itens foram projetados para serem usados por um motorista que está no controle com as mãos no volante.

Desta forma, com sensores de pressão no volante, o homem aqui utiliza sacos para fingir que está com as mãos na direção.

Informações TBN


Mudanças ocorrem em momento crítico da invasão russa da Ucrânia

Vladimir Putin
Medidas de Vladimir Putin surpreendem cientistas políticos russos | Foto: Reprodução/@DailyLoud

Cinco dias depois de assumir seu quinto mandato, o presidente russo, Vladimir Putin, implementou alterações importantes em seu governo. Ele demitiu o ministro da Defesa, Serguei Choigu, e o secretário do Conselho de Segurança, Nikolai Patruchev, ambos considerados seus aliados próximos. Andrei Belousov, um economista inexperiente no setor de defesa, foi nomeado como o novo chefe da área.

Tais mudanças chamam atenção devido ao momento crítico da invasão da Ucrânia pela Rússia. Recentemente, Moscou lançou uma nova ofensiva ao norte. Serguei Choigu, que ocupava o cargo havia 11 anos, foi visto ao lado de Putin no desfile do Dia da Vitória, evento no qual o presidente mencionou os riscos de um conflito global com o Ocidente.

Movimentações no conselho de segurança

Apesar de sua demissão, Choigu não foi completamente removido do círculo de influência, pois foi realocado para o lugar de Patruchev no Conselho de Segurança, um órgão consultivo importante liderado por Putin. O Kremlin confirmou essa mudança em um comunicado, que também reafirmou a posição de Valeri Gerasimov como chefe do Estado-Maior das Forças Armadas.

A nomeação de Belousov para liderar o Ministério da Defesa indica uma possível militarização da economia russa, que já elevou seus gastos com defesa para até 7% do Produto Interno Bruto. 

Belousov, que anteriormente ocupava o cargo de vice-primeiro-ministro da área econômica, pode estar preparado para liderar o país em uma guerra prolongada, conforme os últimos discursos de Putin.

Críticas e reorganização do gabinete

As críticas à gestão da guerra por Choigu e Gerasimov foram severas, especialmente após a retirada desastrosa das tropas russas de Kiev, em 2022. A manobra resultou em um ataque fracassado liderado pelo mercenário Ievguêni Prigojin, posteriormente morto em um atentado.

A reorganização do gabinete, que ainda inclui o discreto primeiro-ministro, Mikhail Michustin, ocorreu de forma inesperada e surpreendeu analistas. Mudanças semelhantes também aconteceram na Ucrânia, onde o ministro da Defesa e o chefe das Forças Armadas foram substituídos recentemente devido a crises no campo de batalha. 

Cientistas políticos russos ainda estudam as implicações dessas alterações na administração de Putin.

Informações Revista Oeste


O Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos apresentou, nesta terça-feira (7), novos documentos que expõem decisões do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), contra usuários de direita nas redes sociais como X, Rumble, YouTube e Instagram.

Esse material traz uma ordem expedida em abril de 2024 à rede social X, de propriedade do empresário Elon Musk, e mais nove reivindicando o cumprimento por parte do Ruble, determinando que as plataformas removessem ou suspendessem perfis populares no curto prazo de duas horas. Caso desrespeitassem, teriam de pagar multas diárias de R$ 100 mil.

Decisões judiciais confidenciais contra a plataforma de vídeo Rumble destacaram especificamente a conta do influenciador Monark. No entanto, as ordens judiciais também impactaram contas do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), do senador Alan Rick (União Brasil-AC) e do jornalista Rodrigo Constantino em outras plataformas, incluindo Instagram, YouTube e X.

Em uma das determinações, Alexandre de Moraes ordenou a suspensão das garantias individuais de Monark devido à publicação, no Rumble, de uma entrevista com o deputado federal Filipe Barros (PL-PR). A entrevista supostamente continha informações falsas sobre a confiabilidade das urnas.

Ao determinar o bloqueio de contas do influenciador nas diversas plataformas, Moraes escreveu:

– Em face das circunstâncias apontadas, imprescindível a realização de diligências, inclusive com o afastamento excepcional de garantias individuais que não podem ser utilizadas como um verdadeiro escudo protetivo para a prática de atividades ilícitas.

O magistrado também aplicou uma medida cautelar contra Monark a fim de proibir “publicação, promoção, replicação e compartilhamento das notícias fraudulentas (fake news) objeto da presente decisão”. Não havendo cumprimento, multa diária de R$ 10 mil.

O Congresso americano revelou 86 novas páginas cujo teor são documentos do Judiciário brasileiro.

*Pleno.News
Foto: EFE/EPA/MICHAEL REYNOLDS


Foto: Reprodução

Na última sexta-feira, a esposa de Ronnie Wiggs estava passando por tratamento de hemodiálise no Centerpoint Medical Center quando a equipe médica acionou um código de parada cardiorrespiratória para o quarto dela. Apesar dos esforços da equipe de socorro para reanimá-la, no dia seguinte foi constatado que ela havia sofrido morte cerebral.

Ronnie Wiggs, marido da vítima, havia deixado a unidade de saúde logo após o incidente, mas retornou acompanhado do filho do casal para visitá-la. Foi nesse momento que ele confessou o crime na frente da equipe hospitalar e do próprio filho.

“Eu fiz isso, eu a matei, eu a sufoquei”, teria declarado Wiggs.

De acordo com informações da CBS News, a mulher apresentava ferimentos suspeitos na área do pescoço e uma ferida recente na garganta. Durante o depoimento, Wiggs revelou que já havia tentado matar a esposa anteriormente, quando ela estava internada em uma clínica de reabilitação. Porém, naquela ocasião, ela acordou e conseguiu evitar o crime.

Informações TBN


Foto: Reuters/Dado Ruvic

Foto: Reuters/Dado Ruvic

A vacina contra a covid-19 desenvolvida pela Oxford-AstraZeneca está sendo retirada do mercado mundial, meses após a gigante farmacêutica admitir pela primeira vez, em documentos judiciais, que pode causar um efeito colateral raro e perigoso. A informação foi publicada nesta terça-feira (7) pelo jornal britânico The Telegraph.

O imunizante não pode mais ser utilizado na União Europeia, após a empresa voluntariamente retirar sua “autorização de comercialização”. O pedido de retirada da vacina foi feito no dia 5 de março e entrou em vigor nesta terça-feira. Aplicações semelhantes serão feitas nos próximos meses no Reino Unido e em outros países que aprovaram a vacina, conhecida como Vaxzevria.

A decisão de retirá-la encerra o uso da vacina, que foi saudada por Boris Johnson como um “triunfo para a ciência britânica” e creditada por salvar mais de seis milhões de vidas. A AstraZeneca afirmou que a vacina está sendo retirada dos mercados por motivos comerciais. Alegou que a vacina não está mais sendo fabricada ou fornecida, pois foi substituída por vacinas atualizadas que combatem novas variantes.

A Vaxzevria tem sido alvo de intensa escrutínio nos últimos meses devido a um efeito colateral muito raro, que causa coágulos sanguíneos e baixa contagem de plaquetas. A AstraZeneca admitiu em documentos judiciais apresentados ao Tribunal Superior em fevereiro que a vacina “pode, em casos muito raros, causar TTS”.

O TTS, que significa Síndrome da Trombose com Trombocitopenia, foi associado a pelo menos 81 mortes no Reino Unido, além de centenas de lesões graves. A AstraZeneca está sendo processada por mais de 50 vítimas alegadas e familiares enlutados em um caso no Tribunal Superior.

Mas a AstraZeneca insistiu que a decisão de retirar a vacina não está relacionada ao caso judicial ou à sua admissão de que pode causar TTS. Alegou que o cronograma foi uma pura coincidência.

Em comunicado, a empresa disse: “Estamos incrivelmente orgulhosos do papel que a Vaxzevria desempenhou no fim da pandemia global. De acordo com estimativas independentes, mais de 6,5 milhões de vidas foram salvas apenas no primeiro ano de uso e mais de três bilhões de doses foram fornecidas globalmente. Nossos esforços foram reconhecidos por governos ao redor do mundo e são amplamente considerados como sendo um componente crítico para o fim da pandemia global.

Como múltiplas vacinas contra a Covid-19 foram desenvolvidas desde então, há um excedente de vacinas atualizadas disponíveis. Isso levou a uma queda na demanda pela Vaxzevria, que não está mais sendo fabricada ou fornecida. A AstraZeneca, portanto, tomou a decisão de iniciar a retirada das autorizações de comercialização para a Vaxzevria na Europa. Agora, trabalharemos com reguladores e nossos parceiros para alinhar um caminho claro para concluir este capítulo e a significativa contribuição para a pandemia da covid-19.”

O Telegraph foi informado de que a empresa retirará as autorizações de comercialização em outros países, incluindo o Reino Unido, onde possui aprovação regulatória. A AstraZeneca nunca teve aprovação para o uso da vacina nos Estados Unidos. A empresa disse: “Vamos nos associar com autoridades regulatórias globalmente para iniciar a retirada das autorizações de comercialização para a Vaxzevria, onde não se espera demanda comercial futura para a vacina.”

O Governo praticamente deixou de usar a vacina Oxford-AstraZeneca no outono de 2021, quando já havia fornecido cerca de 50 milhões de doses no Reino Unido. Foi substituída no Reino Unido pelas vacinas Pfizer e Moderna a tempo da campanha de reforço de inverno no final de 2021.

Marco Cavaleri, chefe de vacinas da Agência Europeia de Medicamentos, o órgão responsável pela segurança de medicamentos e remédios dentro da UE, disse à mídia italiana: “A autorização da vacina anti-Covid Vaxzevria da AstraZeneca será retirada e o processo já começou oficialmente com a Comissão Europeia. Isso está de acordo com as expectativas de que vacinas não mais utilizadas e atualizadas serão retiradas, conforme nossa indicação.”

Cavaleri disse esperar que todas as vacinas “monovalentes”, que lidavam apenas com a cepa original de Wuhan, sejam retiradas com o tempo.

A AstraZeneca aceitou que a vacina pode causar TTS em um documento legal em fevereiro deste ano. O mecanismo causal não é conhecido.

Advogados dos demandantes no caso do Tribunal Superior argumentam que o medicamento causou trombocitopenia e trombose imune induzida por vacina (VITT) – um subconjunto do TTS – e que não era tão seguro quanto as pessoas tinham direito a esperar. A Astrazeneca sempre insistiu que “a segurança do paciente é nossa maior prioridade”.

A empresa disse: “A partir do conjunto de evidências em ensaios clínicos e dados do mundo real, a vacina AstraZeneca-Oxford continuou a apresentar um perfil de segurança aceitável e reguladores em todo o mundo consistentemente afirmam que os benefícios da vacinação superam os riscos extremamente raros de efeitos colaterais potenciais.”

Mas Kate Scott, cujo marido Jamie ficou com uma lesão cerebral permanente após receber a vacina e foi a primeira pessoa no Reino Unido a entrar com uma ação legal, disse: “A vacina Covid da AstraZeneca não está mais sendo usada no Reino Unido ou na Europa, e em breve no resto do mundo, significa que mais ninguém sofrerá com essa terrível reação adversa.

Fonte: Gazeta Brasil


Nesta segunda-feira (6), circularam rumores de que a cantora Madonna, 65 anos, teria doado o equivalente a R$ 10 milhões para ajudar as vítimas das chuvas no Rio Grande do Sul. Entretanto, o estado não confirmou a informação ao ser contatado pela CNN Brasil.

Os boatos surgiram após o colunista Erlan Bastos, do portal EM OFF, relatar que a artista teria enviado ao RS metade do cachê recebido por seu show no Rio de Janeiro no último sábado (5), e que teria decidido manter a ação em segredo, relato não endossado pelo governo estadual.

Apesar disso, outros artistas internacionais se mobilizaram a fim de pedir ajuda financeira para o estado, que sofre os efeitos de uma calamidade climática que deixou ao menos 90 pessoas mortas e mais de 100 desaparecidas. Entre os que se manifestaram estão Beyoncé, Vincent Martella e a banda Guns N’ Roses.

AJUDE O RIO GRANDE DO SUL
Com 70% de seu território afetado pela calamidade climática, o estado sulista sofre com severos estragos, e sua ajuda é fundamental para que as vítimas possam recomeçar suas vidas. Uma das formas de fazer doações é o financiamento coletivo criado pelo influenciador Badin, o Colono. Acesse enchentes@vakinha.com.br e deixe sua contribuição!

*Pleno.News
Foto: Dilson Silva / AgNews

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