O presidente da Rússia está em visita oficial à Coreia do Norte — a primeira em 24 anos
Vladimir Putin e Kim Jong-un assinaram um acordo histórico de assistência mútua | Foto: Reprodução/YouTube
O líder russo, Vladimir Putin, anunciou nesta quarta-feira, 19, durante encontro com o ditador Kim Jong-un um novo tratado de parceria estratégica com a Coreia do Norte. Este pacto inclui assistência mútua em caso de agressão e representa, portanto, uma mensagem direta às potências ocidentais.
“O tratado de parceria abrangente assinado hoje prevê, entre outras coisas, a assistência mútua em caso de agressão contra uma parte do tratado”, afirmou Putin em Pyongyang. Ele está em visita oficial à Coreia do Norte, a primeira em 24 anos.
Putin descreveu o acordo como “um documento verdadeiramente revolucionário” e destacou que a Rússia “não descarta a cooperação técnico-militar” com a Coreia do Norte.
Putin e Kim Jong-un defendem ‘frente unida’ contra o Ocidente
O ditador norte-coreano, por sua vez, prometeu apoio total à guerra da Rússia na Ucrânia. O objetivo é expandir a cooperação econômica e militar e apresentar uma frente unida contra o bloco liderado pelos Estados Unidos.
Antes de uma reunião privada, Putin agradeceu a Kim pelo apoio na Ucrânia e declarou que os dois países assinariam um acordo para fortalecer sua parceria, enquanto ambos “lutam contra as políticas hegemônicas imperialistas dos EUA e seus satélites contra a Federação Russa”.
Putin destacou que um novo documento fundamental foi elaborado, que estabelece as bases para relações de longo prazo entre os dois países. Ele mencionou que “grandes progressos” foram feitos no fortalecimento dos laços bilaterais e convidou Kim para visitar Moscou.
A visita de Putin ocorre em meio a preocupações sobre um possível acordo de armas, no qual a Coreia do Norte forneceria munições à Rússia para a guerra na Ucrânia, em troca de assistência econômica e transferências de tecnologia. Isso poderia aumentar a ameaça representada pelo programa de armas nucleares e mísseis de Kim.
Sanções e histórico de cooperação
A Coreia do Norte enfrenta pesadas sanções do Conselho de Segurança da ONU devido ao seu programa de armas, enquanto a Rússia também é alvo de sanções dos EUA e seus parceiros ocidentais pela agressão na Ucrânia. Putin deve partir para o Vietnã na noite de quarta-feira.
Putin destacou os laços históricos que remontam ao apoio soviético a Pyongyang durante a Guerra da Coreia e a Segunda Guerra Mundial. Kim afirmou que as relações entre Moscou e Pyongyang estão mais próximas do que nos tempos soviéticos e chamou a visita de Putin de uma oportunidade para solidificar a “amizade ardente”.
Acusações de fornecimento de armas
Autoridades norte-americanas e sul-coreanas acusam a Coreia do Norte de fornecer à Rússia artilharia, mísseis e outros equipamentos militares para uso na Ucrânia, possivelmente em troca de tecnologias militares importantes e ajuda. Moscou e Pyongyang negam as acusações, que violariam sanções do Conselho de Segurança da ONU, previamente endossadas pela Rússia.
Com o apoio da China, a Rússia tem dado cobertura política aos esforços contínuos de Kim para avançar com seu arsenal nuclear, bloqueando repetidamente os esforços liderados pelos EUA para impor novas sanções da ONU ao Norte pelos seus testes de armas.
Exército sul-coreano acredita que ‘invasão’ foi acidental
Soldados do ditador comunista da Coreia do Norte, Kim Jong-un, invadiram o território sul-coreano nesta terça-feira, 18 | Foto: Reprodução/Redes sociais
Militares da Coreia do Sul dispararam tiros de advertência depois de soldados norte-coreanos cruzarem a Linha de Demarcação Militar na fronteira entre os países, nesta terça-feira, 18, informou o Estado-Maior Conjunto da Coreia do Sul.
Entre 20 e 30 soldados do Exército do ditador Kim Jong-un cruzaram cerca de 20 metros na zona desmilitarizada pela manhã e retornaram depois dos tiros de alerta da Coreia do Sul, de acordo com informações de um oficial sul-coreano.
A agência de notícias Yonhap informou que os militares sul-coreanos não acreditam que a violação tenha sido intencional.
Soldados norte-coreanos sofreram baixas devido à explosão de minas terrestres na zona desmilitarizada enquanto trabalhavam na área, disse um oficial sul-coreano à imprensa.
Atividades militares da Coreia do Norte na fronteira
Desde abril, os militares norte-coreanos têm realizado diversas atividades na linha de frente, incluindo o envio de tropas e a instalação de minas terrestres, segundo o oficial.
Essas ações parecem ser parte de um esforço para reforçar o controle das fronteiras e impedir deserções para o Sul, acrescentou o funcionário.
“Os militares sul-coreanos estão monitorando de perto as atividades dos militares norte-coreanos na área da linha de frente, bem como trabalhando em estreita colaboração com o Comando das Nações Unidas”, disse o funcionário, em comunicado.
O comando sul-coreano divulgou fotos que mostram soldados norte-coreanos removendo trilhos de uma linha ferroviária que liga as duas Coreias, reforçando estradas táticas e plantando minas terrestres.
O Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, desfez o gabinete de guerra, que tinha seis membros, conforme informado por uma autoridade israelense nesta segunda-feira (17). A dissolução era uma ação prevista após a saída do ex-general centrista Benny Gantz do governo.
Netanyahu deve agora realizar consultas sobre a guerra em Gaza com um grupo reduzido de ministros. Este grupo inclui Yoav Gallant, ministro da Defesa, e Ron Dermer, ministro dos Assuntos Estratégicos, que também faziam parte do gabinete de guerra.
O Primeiro-Ministro tem enfrentado pressão dos membros nacionalistas-religiosos de sua coalizão para inclusão no gabinete de guerra. Entre eles estão Bezalel Smotrich, ministro das Finanças, e Itamar Ben-Gvir, ministro da Segurança Nacional. A inclusão deles poderia aumentar as tensões com aliados internacionais, como os Estados Unidos.
O gabinete foi estabelecido quando Gantz se aliou a Netanyahu em um governo de unidade nacional no começo da guerra, em outubro. O grupo também contava com Gadi Eisenkot, parceiro de Gantz, e Aryeh Deri, líder do partido religioso Shas, como observadores.
Gantz e Eisenkot abandonaram o governo na semana passada, citando a incapacidade de Netanyahu em desenvolver uma estratégia eficaz para a guerra em Gaza.
Osama Hamdan disse que qualquer acordo para a libertação deve incluir ‘garantias de um cessar-fogo’
O oficial Osama Hamdan também disse que, para libertar os reféns, Israel deve retirar suas tropas da Faixa de Gaza | Foto: Reprodução/Twitter/X/@stairwayto3dom
Osama Hamdan, porta-voz do Hamas, disse em entrevista à CNN que não tem informações sobre quantos dos 120 reféns em Gaza ainda estão vivos. Ele deu a declaração nesta sexta-feira, 14.
O terrorista também disse que qualquer acordo para a libertação dos reféns deve incluir garantias de um cessar-fogo permanente. Ele exigiu a retirada das tropas israelenses da Faixa de Gaza.
Jornalistas da CNN perguntaram ao terrorista se o Hamas se arrepende de ter atacado Israel em 7 de outubro. Hamdan respondeu que foi “uma reação contra a ocupação em Gaza”. Além disso, culpou os próprios israelenses pelo ataque realizado naquele dia.
O Hamas afirmou que pode sequestrar mais reféns
No último sábado, 8, os terroristas do Hamas afirmaram que mantêm vários dos reféns sequestrados em 7 de outubro. Em tom de ameaça, o grupo disse que esse número pode aumentar.
A declaração ocorreu horas depois de as Forças de Defesa de Israel (FDI) resgatarem quatro vítimas do grupo em uma operação na Faixa de Gaza.
Outro oficial do Hamas disse à agência de notícias Reuters que a libertação dos reféns, depois de nove meses, “é um sinal de que Israel falhou”.
Israel não cederá
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou recentemente que não cederá ao terrorismo. Ele também disse que continuará a operação “de forma criativa e corajosa”, para “trazer os reféns de volta para casa”.
“Estamos empenhados em fazê-lo também no futuro”, afirmou o premiê de Israel. “Não desistiremos até completarmos a missão e devolvermos para casa todos os reféns — tanto os vivos como os mortos.”
Objetivo é ajudar país na trajetória de desinflação, na reconstrução das reservas fiscais e na recuperação da economia
Com a conclusão do acordo, saques da Argentina com o órgão totalizam US$ 41,4 bilhões | Foto: Reprodução/Twitter/X
O Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI) aprovou, nesta quinta-feira, 13, o repasse imediato de US$ 800 milhões à Argentina, depois da oitava revisão do programa de assistência financeira ao país.
O objetivo do desembolso é ajudar o país na consolidação da desinflação, na reconstrução das reservas fiscais e externas e na manutenção da trajetória de recuperação econômica.
Em comunicado, o órgão financeiro internacional destacou que o governo do presidente Javier Milei cumpriu todos os critérios quantitativos de desempenho até o final de março de 2024.
“Ao concluir a avaliação, o Conselho Executivo avaliou que o programa estava firmemente no caminho certo, com todos os critérios de desempenho quantitativos até ao final de março de 2024 cumpridos com margens”, afirmou, em nota.
País precisa melhorar qualidade do ajuste fiscal
Além disso, o FMI enfatizou a necessidade de a Argentina melhorar a qualidade do ajuste fiscal e adotar medidas para uma política monetária e cambial mais eficaz.
A implementação de reformas estruturais também foi considerada crucial pelo órgão para impulsionar o crescimento econômico, o emprego formal e o investimento no país. A avaliação aprovou dispensas de não observância para novas restrições cambiais e práticas de múltiplas moedas.
O Conselho Executivo do FMI destacou a importância dos esforços contínuos do governo argentino para com sua população e a necessidade de ampliar o apoio político, especialmente em meio aos protestos no país.
Com a conclusão da oitava revisão do acordo, os saques da Argentina com o órgão totalizam US$ 41,4 bilhões.
Os acionistas da Tesla aprovaram o pacote de remuneração de US$ 56 bilhões do CEO Elon Musk, informou a fabricante de veículos elétricos nesta quinta-feira (13). Esse apoio significativo à sua liderança incentiva o empresário a manter seu foco em sua maior fonte de riqueza.
Os acionistas também aprovaram uma proposta para transferir a sede legal da empresa de Delaware para o Texas, conforme anunciado na reunião anual de acionistas da Tesla em Austin, Texas. Musk sugeriu na noite de quarta-feira (12) que as propostas estavam recebendo amplo apoio e agradeceu aos acionistas.
Apesar da aprovação, Musk ainda pode enfrentar uma longa batalha judicial para convencer um juiz de Delaware que invalidou o pacote, classificando-o como “incompreensível”. Além disso, ele pode enfrentar novas ações judiciais relacionadas à remuneração, que é a maior da história corporativa dos Estados Unidos.
A aprovação dos acionistas para a compensação de Musk serve tanto como um endosso ao seu mandato quanto como um reconhecimento de que os investidores não querem arriscar o futuro da empresa.
A cópia mais antiga registrada de uma história de Jesus realizando um “milagre” em sua infância foi descoberta em um manuscrito de papiro, um material anterior ao papel, datado de cerca de 2 mil anos. Os pesquisadores acreditam que a escrita foi feita entre os séculos IV e V no Egito e era parte de um exercício escolar ou de uma comunidade religiosa. O achado foi feito na biblioteca da Universidade Humboldt de Berlim, na Alemanha, e revelado no último dia 4 de junho pelo jornal britânico “Daily Mail”.
O papiro, medindo 5 por 10 centímetros, conta uma famosa história do Evangelho da Infância de Tomé. O relato fala da “vivificação dos pardais”, também conhecida como o “segundo milagre”, quando o Messias, aos 5 anos, teria transformado pombos de barro em pássaros vivos.
“Acreditávamos que era um documento do dia-a-dia, como uma carta ou uma lista de compras, porque a escrita parecia tão desajeitada”, afirmou o Dr. Lajos Berkes, pesquisador da faculdade de teologia da universidade alemã, até que a equipe percebeu um detalhe que mudou tudo. “Nós reparamos a palavra ‘Jesus’ no texto. Então, comparando com vários outros papiros digitalizados, o deciframos letra por letra e concluímos que não se tratava de um documento qualquer”, disse.
O Evangelho da Infância de Tomé descreve a vida de Jesus dos 5 aos 12 anos e foi escrito durante o século II como uma forma de preencher as lacunas a respeito desta época da sua vida. No entanto, ele foi omitido da Bíblia por ser considerado inautêntico.
Os Estados Unidos deslocaram um submarino nuclear de ataque rápido para a Baía de Guantánamo, em Cuba, em resposta à presença de navios de guerra russos no país caribenho.
A embarcação estadunidense, USS Helena, chegou ao local nesta quinta-feira (13/6). Enquanto isso, as tropas russas estão localizadas do outro lado do país, na capital Havana.
Em uma publicação na rede social “X”, o Comando Sul do exército norte-americano afirmou que o submarino está na Baía de Guantánamo como parte de uma visita de rotina ao porto, enquanto transita pela região de responsabilidade do Comando Sul.
“O submarino está conduzindo sua missão de segurança marítima global e defesa nacional. A localização e o trânsito da embarcação foram previamente planejados”, afirmou o Comando em comunicado.
O USS Helena, que possui capacidade nuclear, tem atuado a serviço dos EUA na Baía de Guantánamo desde 1903.
Enquanto isso, quatro navios de guerra russos estão em território cubano para realizar exercícios militares planejados entre os dois países e anunciados no início do mês.
Jake Sullivan, Conselheiro de Segurança dos EUA, declarou que o exército russo não representa uma ameaça, mas que os EUA estão monitorando de perto a situação. Segundo a imprensa norte-americana, o governo dos EUA designou uma frota para vigiar as embarcações russas, que incluem três destróieres lançadores de mísseis, um navio da Guarda Costeira e uma aeronave de patrulha marítima.
Tanto as embarcações russas quanto as norte-americanas são modernas e têm capacidade nuclear, o que elevou as tensões na região.
O Ministério das Relações Exteriores de Cuba afirmou que se trata de uma operação entre dois países com uma amizade histórica. “Nenhum dos navios carrega armas nucleares, portanto a parada em nosso país não representa uma ameaça para a região”, declarou o ministério cubano em comunicado.
Navios da marinha russa chegaram ao porto de Havana na quarta-feira (12), numa escala que tanto os EUA quanto Cuba afirmaram não representar uma ameaça. Contudo, foi amplamente vista como uma demonstração de força russa em meio às crescentes tensões devido à guerra na Ucrânia.
Pequenos grupos de pescadores e curiosos alinharam-se na avenida à beira-mar de Malecón, sob uma chuva fraca, para receber os navios que passavam pelo castelo Morro, de 400 anos, na entrada do porto. Os primeiros a chegar foram o navio de combustível “Akademik Pashin” e o rebocador “Nikolay Chiker”, enquanto uma fragata da marinha russa e um submarino com propulsão nuclear esperavam no mar, devendo entrar no porto no meio da manhã.
A fragata e o submarino, parte de um grupo de quatro navios russos que chegaram ao largo de Cuba nesta quarta-feira (12), realizaram exercícios de mísseis no Oceano Atlântico a caminho da ilha, informou o Ministério da Defesa da Rússia no dia anterior. Cuba afirmou na semana passada que a visita era uma prática padrão de navios de guerra de países amigos de Havana. O Ministério das Relações Exteriores do governo comunista garantiu que os navios não carregavam armas nucleares, algo também repetido por autoridades norte-americanas.
“Temos monitorado de perto a trajetória dos navios”, disse uma autoridade dos EUA à Reuters sob condição de anonimato na noite de terça-feira (11). “Em nenhum momento os navios ou submarinos representaram uma ameaça direta aos Estados Unidos”. Havana está a apenas 160 km de Key West, na Flórida, onde fica a Estação Aérea Naval dos EUA. O momento da visita, enquanto a administração Biden pondera até onde ir para ajudar a defender a Ucrânia contra a Rússia, sugere mais do que “prática padrão”, disse William Leogrande, professor da Universidade Americana.
“A visita dos navios de guerra russos é a forma de Putin lembrar a Biden que Moscou pode desafiar Washington na sua própria esfera de influência”, afirmou Leogrande. A escala também coincide com a pior crise social e econômica de Cuba em décadas, com escassez de alimentos, medicamentos e combustível, e crescente descontentamento nas ruas. “Isto… tem ecos da Guerra Fria, mas, ao contrário da primeira Guerra Fria, os cubanos são atraídos para Moscou não por afinidade ideológica, mas por necessidade econômica”, disse Leogrande.
A história tem um grande peso em Cuba, especialmente no que diz respeito à Rússia e sua antecessora, a União Soviética. A crise dos mísseis cubanos eclodiu em 1962, quando a União Soviética respondeu ao envio de mísseis dos EUA na Turquia, enviando mísseis balísticos para Cuba, desencadeando um impasse que levou o mundo à beira de uma guerra nuclear. Os dois países estão mais uma vez estreitando os laços.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, visitou o presidente russo, Vladimir Putin, pela quarta vez em maio, quando participou de um desfile militar e afirmou que Moscou sempre poderia contar com o apoio de Havana. Em março, a Rússia entregou 90.000 toneladas de petróleo a Cuba para ajudar a aliviar a escassez e prometeu ajudar Havana em projetos que vão desde a produção de açúcar até infraestruturas, energias renováveis e turismo.
Os navios da marinha russa deverão permanecer em Havana até 17 de junho.
Especialistas acreditam ter encontrado os destroços de um avião que desapareceu em 1971. Imagens de sonar identificaram restos de um jato personalizado com esquema de pintura semelhante à aeronave que sumiu há mais de 50 anos. Os destroços foram localizados a 60 metros de profundidade no Lago Champlain, nos Estados Unidos.
Em janeiro de 1971, o avião modelo Jet Commander transportava cinco pessoas e desapareceu após decolar do aeroporto de Burlington com destino a Rhode Island. As buscas iniciais não tiveram sucesso devido ao congelamento do lago. Posteriormente, quando o gelo derreteu, alguns destroços da aeronave foram encontrados em Shelburne Point. Houve pelo menos outras 17 expedições para localizar os restos, incluindo uma em 2014 após o desaparecimento do avião da Malaysia Airlines.
Agora, o Conselho Nacional de Segurança em Transportes investigará para confirmar se os destroços pertencem ao avião perdido em 1971. Os familiares das vítimas planejam realizar um memorial no local.