Conforme o presidente ucraniano, o acordo sobre minerais está pronto para ser assinado
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, assumiu o cargo em 2019 | Foto: RS Zelensky/Fotos Publicas
O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou neste domingo, 2, que o acordo sobre minerais está pronto para ser assinado, apesar do encontro conturbado com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada.
Zelensky havia ido à Casa Branca com o objetivo de firmar um acordo que permitiria aos EUA explorarem terras raras da Ucrânia, mas uma discussão entre os dois presidentes resultou no cancelamento do acordo, de acordo com informações de Washington.
Dois dias depois, o presidente ucraniano falou que ainda está aberto a um “diálogo construtivo” com os EUA, mas ressaltou: “Só quero que a posição ucraniana seja ouvida”. “Se formos construtivos, o resultado positivo virá”, afirmou em uma entrevista transmitida pela rede britânica BBC.
O presidente da Ucrânia diz ter viajado por “12 horas de trem e depois mais 11 horas de avião” para atender ao convite do presidente dos EUA. Segundo ele, os Estados Unidos são um dos principais parceiros da Ucrânia. “Para mim, estar na Casa Branca quando sou convidado é um gesto de respeito.”
Zelensky enfatizou que nunca teve a intenção de “insultar” ninguém e que sempre procurou promover negociações bipartidárias com todas as forças políticas dos EUA. Ele, no entanto, recusou-se a pedir desculpa a Trump depois do confronto de sexta-feira, 28, no Salão Oval. Ele afirmou que a discussão “não trouxe nada de positivo” para a paz na Ucrânia.
Zelensky comenta bate-boca com Trump
Em entrevista a jornalistas depois de sua visita ao Reino Unido, Zelensky disse que negociações delicadas, quando expostas publicamente, podem ser exploradas por inimigos. Mesmo assim, expressou esperança de que o episódio com Trump seja superado.
Volodymyr Zelensky e Donald Trump discutiram durante encontro na Casa Branca | Foto: Reprodução/Redes sociais
O líder ucraniano evitou comentar se se sentiu emboscado ao ser repreendido por Trump e pelo vice-presidente dos EUA, J.D. Vance, mas garantiu que estaria disposto a conversar novamente com Trump caso fosse “convidado para resolver os problemas reais”.
O encontro da última sexta-feira, 28, foi marcado por tensões e terminou sem avanços. Durante a reunião, Zelensky foi acusado de ingratidão pelo apoio militar dos EUA e informado de que a Ucrânia não conseguiria vencer a guerra.
Desde então, não houve novas comunicações diretas entre o presidente ucraniano e a Presidência dos EUA, segundo Zelensky. Ele também evitou comentar o que aconteceu depois de as câmeras serem desligadas no Salão Oval, antes de sua saída abrupta da Casa Branca, sem almoço ou assinatura do acordo de minerais.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky – 1/3/2025 | Foto: Reprodução/Redes sociais
Fontes revelam que a equipe de Trump teria solicitado que Zelensky se retirasse, mas o presidente ucraniano preferiu minimizar o episódio. Ele disse que seria melhor “deixar isso para a história”.
Apesar das tensões, Zelensky se mostrou otimista em relação a uma iniciativa de paz liderada pelo Reino Unido e pela França, discutida em Londres no domingo. Ele acredita que essa iniciativa trará resultados “nas próximas semanas” e já conta com o apoio de países como Turquia, nações bálticas e nórdicas.
Durante a conferência em Londres, também foram debatidas “garantias de segurança para a Ucrânia”, e Zelensky descreveu as discussões como “um começo muito positivo”. O presidente antecipou que vários países devem se posicionar oficialmente sobre o tema em breve.
Quando questionado sobre uma proposta britânica e francesa de trégua temporária, o presidente ucraniano evitou dar uma resposta direta. Ele se limitou a dizer, em inglês, que está “ciente de tudo”.
Zelensky também reiterou que a Rússia é a parte agressora no conflito e alertou contra qualquer tentativa de reescrever a narrativa da guerra para insinuar uma falsa equivalência entre os dois países. Ele escolheu falar por meio de um intérprete e recusou-se a se expressar em inglês.
O presidente ucraniano também rejeitou a ideia de assinar um acordo de paz que envolvesse a entrega dos territórios ocupados pela Rússia e disse que isso representaria uma “separação forçada de nossas terras” e seria uma forma de coerção, o que poderia abrir margem para mais hostilidades no futuro.
“Acho que esses países… que nos apoiam, ou talvez queiram ser intermediários nesta guerra, [que] entendem que se a guerra terminar de forma injusta, então será uma questão de tempo até que as pessoas tentem obter essa justiça”, disse Zelensky na entrevista. “Não queremos nada que não nos pertença”, enfatizou.
Em reportagem do jornal norte-americano The Guardian, Zelensky também respondeu questões sobre as falas do senador Lindsey Graham, que sugeriu que o ucraniano deveria considerar renunciar depois do desentendimento com Trump. A resposta do presidente foi irônica. Ele disse que poderia oferecer a Graham a cidadania ucraniana e que, somente então, suas sugestões “ganhariam peso”.
Zelensky reforçou que, até lá, o presidente da Ucrânia vai continuar a ser escolhido exclusivamente pelo povo ucraniano. Em outro momento, ele declarou que estaria disposto a trocar sua Presidência pela adesão da Ucrânia à Otan, por considerar que isso seria a melhor garantia de segurança para o país.
Visita ao Reino Unido incluiu reuniões com líderes europeus
Em sua passagem pelo Reino Unido, Zelensky se reuniu com o rei Charles III, na casa de campo real Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. O encontro aconteceu depois da cúpula com outros líderes europeus, que discutiram a guerra na Ucrânia, o fortalecimento das defesas do país e os esforços para um acordo de paz.
De acordo com informações da Sky Newsatribuídas ao Palácio de Buckingham, a reunião durou pouco menos de uma hora, e Zelensky viajou de helicóptero de Londres para Sandringham, onde o rei e a rainha passam a maior parte do tempo.
A cúpula deste domingo foi organizada pelo primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. Outros 19 líderes também estiveram presentes, em sua maioria europeus, mas também o primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Mark Rutte.
Além da reunião coletiva, Zelensky teve encontros individuais com vários líderes europeus, como o rei Charles e a primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni. Neste segundo caso, o presidente ucraniano disse em sua conta no X que a reunião foi produtiva, com foco no desenvolvimento conjunto de um plano de ação para acabar com a guerra.
Ele escreveu que “ninguém além de Putin está interessado na continuação e no rápido retorno da guerra” e reforçou a importância de manter a unidade em torno da Ucrânia e fortalecer a posição do país em cooperação com seus aliados. Ele agradeceu à Itália pelo apoio contínuo e pela parceria na busca pela paz.
Zelensky não fez declarações públicas sobre o encontro com o rei Charles. O presidente ucraniano chegou a Londres no último sábado, 1º, quando se encontrou com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, antes de participar das reuniões posteriores ao fracasso das negociações com Trump, na sexta-feira.
Os EUA classificaram como inaceitáveis as ameaças de embarcações navais venezuelanas próximas à unidade flutuante de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) da ExxonMobil
Novas provocações à Guiana podem acarretar consequências para Nicolás Maduro | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Os Estados Unidos classificaram como inaceitáveis as ameaças de embarcações navais venezuelanas próximas à unidade flutuante de produção, armazenamento e descarregamento (FPSO) da ExxonMobil na Guiana
Segundo o governo norte-americano, essas ações representam uma clara violação do território marítimo internacionalmente reconhecido do país vizinho. Washington reafirmou seu compromisso com a integridade territorial da Guiana e alertou que novas provocações podem acarretar consequências para o regime de Nicolás Maduro.
O posicionamento dos EUA reforça a validade da sentença arbitral de 1899, que delimita as fronteiras da Guiana e refuta as reivindicações venezuelanas sobre a região de Essequibo. O governo norte-americano destaca que qualquer tentativa de intimidação militar por parte da Venezuela fere o direito internacional e ameaça a estabilidade regional.
O apoio à Guiana segue a política externa dos EUA
O Bureau of Western Hemisphere Affairs (WHA), parte do Departamento de Estado dos Estados Unidos, é responsável por formular e implantar a política externa do país para a América Latina e o Caribe. No caso da Guiana, o WHA reafirma o compromisso dos EUA com a soberania guianense e a proteção dos interesses estratégicos na região. O apoio à Guiana segue a política externa dos EUA de defesa da soberania dos países aliados e do respeito às decisões arbitrais reconhecidas globalmente.
Anúncio foi feito por Shivon Zilis, com quem o homem mais rico do mundo tem outros três filhos.
Elon Musk e Shivon Zills com primeiros dois filhos do casal; o nascimento de um terceiro também foi confirmado pelo bilionário neste ano — Foto: Reprodução/Twitter @WalterIsaacson
O bilionário Elon Musk, de 53 anos, teve o 14º filho confirmado, informou a agência de notícias Reuters, na madrugada deste sábado (1º).
O filho mais recente do homem mais rico do mundo é um menino chamado Seldon Lycurgus. A mãe é Shivon Zilis, executiva da Neuralink, com quem Musk já tem outros três filhos.
“Conversei com Elon e, à luz do aniversário da linda Arcadia, sentimos que seria melhor também compartilhar diretamente sobre nosso maravilhoso e incrível filho Seldon Lycurgus”, disse Zilis em uma postagem no X, na sexta-feira (28).
Ela, no entanto, não revelou quando o filho nasceu. Musk respondeu a publicação com um coração.
O anúncio de Zilis ocorre duas semanas depois que a influenciadora conservadora Ashley St. Clair disse que também teve recentemente um filho com o bilionário.
Quem são os filhos e as ex-mulheres de Elon Musk?
Com o nascimento de Seldon, Musk agora tem 14 filhos com quatro mulheres: Justine Musk, Claire Boucher (Grimes), Shivon Zilis e Ashley St. Clair.
Com sua primeira esposa, Justine Musk, o bilionário teve seis filhos. Os gêmeos Griffin e Vivian — que se identifica como mulher trans — nasceram em 2004, e os trigêmeos Damian, Saxon e Kai vieram ao mundo em 2006. O casal também teve um filho que morreu subitamente poucas semanas após o nascimento.
Depois, com a cantora Grimes, Musk teve três filhos de nomes exóticos: X AE A-XII, nascido em 2020 e chamado também de “X”; Exa Dark Sideræl Musk, em 2022; e Techno Mechanicus, revelado na biografia do empresário publicada em 2023, que atende pelo apelido “Tau”.
Com Shivon Zilis, executiva da Neuralink, Musk agora tem quatro filhos: os gêmeos Strider e Azure, Seldon Lycurgus e um bebê cujo nome não foi revelado, nascido em 2024.
No início de 2024, a influenciadora conservadora Ashley St. Clair também revelou ter um filho com o bilionário.
Papa está hospitalizado na Policlínica Gemelli, em Roma, na Itália, devido a uma bronquite, que evoluiu para pneumonia nos dois pulmões.
Foto: Vatican News/Vatican Media
Internado desde 14 de fevereiro, o papa Francisco “dormiu bem” na noite desta quarta-feira (26). De acordo com o boletim médico divulgado pelo Vaticano nesta quinta-feira (27), o pontífice permanece de repouso.
O papa está hospitalizado na Policlínica Gemelli, em Roma, na Itália, devido a uma bronquite, que evoluiu para pneumonia nos dois pulmões. Uma tomografia computadorizada de tórax apontou uma “evolução normal do quadro inflamatório pulmonar”. Na quarta, a Santa Sé havia informado que o religioso teve uma “leve melhora”.
“As condições clínicas do Santo Padre nas últimas 24 horas mostraram uma nova e leve melhora. A leve insuficiência renal experimentada nos últimos dias foi resolvida. […] Embora haja uma ligeira melhora, o prognóstico permanece reservado”, diz a nota.
Na última semana, o quadro de saúde do papa chegou a ser tratado de “crítico” pelo Vaticano. A audiência do Jubileu de 2025 foi cancelada por conta da internação de Francisco.
Governo da Argentina diz que medida favorece a concorrência no mercado
Javier Milei: novo ritmo na economia da Argentina para impulsionar vendas no exterior e reduzir tamanho da dívida | Foto: Reprodução/X
O governo da Argentina, sob a gestão de Javier Milei, autorizou a exportação de gado. A decisão suspende uma proibição que vigorava há mais de cinco décadas no país. Os argentinos são uma das principais referências do mercado em razão da qualidade de seus cortes de carne bovina usados principalmente em churrascos.
Em uma declaração nesta quarta-feira, 26, a Secretaria de Agricultura apresentou a reversão da política como um movimento em direção a “uma maior concorrência na cadeia de carne e gado”. A medida, conforme o governo, alinha-se ao propósito do presidente Javier Milei no sentido de desregulamentar a segunda maior economia da América do Sul, atrás apenas do Brasil.
Milei mantém política pró-comércio exterior
O governo Milei promulgou no mês passado um corte de impostos de cinco meses para as exportações de grãos e seus derivados. A estratégia tem como objetivo impulsionar o comércio exterior. As vendas do setor agrícola do país para os mercados estrangeiros constituem a maior fonte de moeda forte para os cofres do banco central argentino.
Trata-se, portanto, de um importante expediente para financiar as importações e pagar as dívidas. Em 2024, a Argentina exportou cerca de 935 mil toneladas de carne bovina. Desse total, quase 70% tiveram como destino compradores chineses, de acordo com dados oficiais.
As exportações argentinas de grãos e derivados geraram receita de US$ 1,501 bilhão em março de 2024. O montante representa aumento de 22% na comparação com março de 2023, ano em que Milei tomou posse.
Os dados foram divulgados pela Câmara da Indústria Oleaginosa da República Argentina (Ciara) e pelo Centro de Exportadores de Cereais (CEC), entidades que representam 50,1% das exportações totais argentinas.
“Fico feliz por ter ajudado, pois não havia comunicação com a Rússia até eu chegar”, disse o republicano
Donald Trump Foto: EFE/EPA/SAMUEL CORUM / POOL
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse, nesta segunda-feira (24), que a guerra na Ucrânia poderá terminar em questão de semanas.
– Acredito que a guerra poderá terminar em breve. Em semanas. Creio que sim. Acredito que podemos acabar com ela em semanas se formos inteligentes. Se não formos, ela continuará e continuará a perder pessoas jovens e bonitas que não deveriam estar morrendo. E nós não queremos isso – disse Trump no Salão Oval da Casa Branca, ao lado do presidente da França, Emmanuel Macron.
Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, disse em Ancara que a Rússia está aberta a negociações com a Ucrânia e também com a Europa, mas que sua ofensiva continuará até que se chegue a um acordo que satisfaça seus interesses.
Trump considerou viável a aceitação de um cessar-fogo.
– Acredito que, em algum momento, eles concordarão com isso. E que, uma vez alcançado o cessar-fogo, isso terminará, porque eles não vão passar de um cessar-fogo para a guerra. Fico feliz por ter ajudado, pois não havia comunicação com a Rússia até eu chegar – declarou.
O presidente dos EUA acrescentou que está pensando em ir à Rússia.
– Se tudo isso for resolvido, o que eu acho que será, com certeza. Em 9 de maio [dia em que a Rússia comemora a vitória na Segunda Guerra Mundial], não sei, acho que será muito em breve, mas quando chegar a hora certa eu irei – disse.
Especialista afirma que disfunções respiratória, hematológica e renal caracterizam um quadro de sepse
Papa Francisco está internado desde o dia 14 de fevereiro | Foto: Reprodução/Twitter/X
Um boletim médico divulgado na tarde deste domingo, 23, indicou uma piora no estado de saúde do papa Francisco. De acordo com o informe, ele apresenta uma “insuficiência renal leve”.
Embora não tenha sofrido outra crise respiratória como a registrada na manhã anterior, continua recebendo oxigênio por meio de um cateter nasal de alto fluxo. O Vaticano também informou que o pontífice segue com uma baixa concentração de plaquetas e que seu quadro permanece “crítico”.
Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, o infectologista Victor Cravo, coordenador das Unidades de Terapia Intensiva (UTI) dos hospitais Samaritano e Vitória, no Rio de Janeiro, afirmou que o papa já apresenta três disfunções orgânicas — respiratória, hematológica e renal — o que pode ser suficiente para caracterizar um quadro de sepse.
Segundo a definição da Sociedade Europeia de Medicina Intensiva, “a sepse é uma síndrome clínica caracterizada pela disfunção de órgãos desencadeada por uma resposta desregulada a infecções”.
“O boletim não fala em sepse, mas diz que o papa apresenta disfunções no sistema respiratório, renal e hematológico, o que já caracterizaria um quadro de sepse, com risco alto de morte”, afirmou o médico à reportagem.
Sepse é preocupação dos médicos de papa Francisco
Na tarde de sábado, 22, os médicos responsáveis pelo tratamento do papa na Policlínica Gemelli, em Roma, onde ele está internado desde o dia 14 de fevereiro, informaram em entrevista coletiva que a maior preocupação era, justamente, a evolução do quadro para uma sepse.
O tratamento para casos de sepse envolve a administração de altas doses de antibióticos, além de suporte às funções dos órgãos afetados, como o uso do cateter de alto fluxo e a realização de transfusões de sangue.
Reid Rasner é fundador de diversas empresas no Estado norte-americano de Wyoming e, agora, quer adquirir a rede social
TikTok precisa ser adquirido por alguma empresa norte-americana para continuar operando nos EUA | Foto: Antonbe/Pixabay
O bilionário Reid Rasner, de 40 anos, fundador de diversas empresas no Estado norte-americano do Wyoming e atual líder de uma companhia de mídia, está buscando “uma participação controladora” nos ativos, operações e no algoritmo do TikTok, por US$ 47,4 bilhões. A proposta foi detalhada em uma carta enviada na terça-feira 18 pelo advogado do empresário à ByteDance, controladora chinesa do aplicativo.
Rasner tem experiência como fundador de empresas nos setores financeiro e industrial no Wyoming | Foto: Reprodução/Instagram
O documento foi obtido e divulgado pelo jornal norte-americano The Post.
“Estabelecendo as operações do TikTok em Wyoming, Reid impulsionará uma nova era de diversificação econômica, criando milhares de empregos bem remunerados que não apenas beneficiarão o setor de tecnologia, mas também fortalecerão as indústrias de energia, agricultura e turismo do estado”, afirma a carta, assinada pelo advogado da Rasner Media, Steve Roberts.
“Essa iniciativa trará trabalhadores altamente qualificados, inovação de ponta e novas oportunidades de investimento para o Estado, fortalecendo a economia e garantindo que Wyoming permaneça um líder nacional em vários setores.”
O fundador da Omnivest Financial e ex-proprietário da Wyoming Glass também afirmou que sua empresa está disposta a “assinar acordos abrangentes de confidencialidade e conduzir diligências ao longo de um período de seis meses, com o objetivo de apresentar uma carta de intenções para adquirir participação controladora nos ativos norte-americanos ao fim desse prazo.”
Segundo o The Post, o TikTok ainda não se pronunciou sobre a proposta. Rasner tem experiência como fundador de empresas nos setores financeiro e industrial em Wyoming e concorreu contra o senador John Barrasso na primária republicana do Estado em 2024.
Outros interessados no TikTok
Antes de tomar posse, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, prometeu “salvar o TikTok”. Em seu primeiro dia no governo, o político assinou uma ordem executiva que concede um prazo de 75 dias para cumprimento da lei aprovada pelo ex-presidente Joe Biden, que exigia a venda do aplicativo por sua controladora chinesa para uma empresa norte-americana.
No início do mês, Trump assinou um decreto em que ordena que os departamentos do Tesouro e do Comércio dos EUA criem um fundo soberano. Na ocasião, disse que a verba desse fundo poderia comprar o TikTok.
O bilionário Larry Ellison também foi cogitado como possível comprador da plataforma ainda neste ano. Sua empresa, a Oracle, sediada em Austin, Texas, já atua como parceira de computação em nuvem do TikTok.
Larry Ellison, um dos potenciais compradores do TikTok | Foto: Reprodução/Wikipedia
Outros empresários que foram cogitados para a compra incluem Elon Musk, fundador da Tesla e da SpaceX; Frank McCourt, ex-proprietário do time de beisebol Los Angeles Dodgers; e o investidor Kevin O’Leary, do programa Shark Tank.
Mulher branca faz fertilização, e filho nasce negro; caso vai para Justiça (Imagem ilustrativa) Foto: Pexels/sciencefreak
Na Geórgia (EUA), uma mulher branca fez fertilização in vitro e acabou tendo um filho negro. Ela descobriu que houve erro no procedimento e está processando a clínica.
Krystena Murray deu à luz em dezembro de 2023. Ela descobriu que o bebê não havia se desenvolvido a partir de um de seus óvulos fertilizados em laboratório.
O doador do esperma também era branco. A mulher confrontou a clínica e soube que os médicos haviam implantado o embrião de outra paciente em seu útero.
Murray decidiu criar o bebê, mas perdeu a guarda da criança porque a equipe da clínica de fertilidade notificou os pais biológicos da criança, que exigiram a custódia.
Para evitar uma batalha judicial que poderia não vencer, Krystena decidiu entregar o menino, que tinha apenas 5 meses de idade à época.
Na última terça-feira (18), ela entrou com um processo civil contra a Coastal Fertility Specialists. Na ação, Murray acusa a clínica de negligência por ter trocado seus embriões e pelo sofrimento causado a ela.
– Eu nunca me senti tão violada, e essa situação me deixou emocional e fisicamente destruída. Passei minha vida inteira querendo ser mãe. Amei, nutri e carreguei meu filho, e faria literalmente qualquer coisa para mantê-lo – relatou a mulher em uma coletiva de imprensa virtual.
Por meio de um comunicado, a Coastal Fertility Specialists, que opera uma clínica em Savannah e em quatro cidades na Carolina do Sul, pediu desculpas pelo que chamou de “erro sem precedentes que resultou em uma troca de embriões”.
A clínica disse que “foi um caso isolado” e que adotou novos protocolos de segurança para evitar que o erro ocorra novamente. As informações são da Associated Press e do G1.
Acometido por uma pneumonia em ambos os pulmões, o religioso está hospitalizado desde sexta-feira (14)
Foto: Vatican News/Vatican Media
O papa Francisco passou “uma noite tranquila” e “levantou-se”, informou o Vaticano, por meio de um comunicado nesta quinta-feira (20). Acometido por uma pneumonia em ambos os pulmões, o religioso está hospitalizado desde sexta-feira (14).
“A noite foi tranquila, o papa levantou-se e tomou café da manhã em uma poltrona”, disse a Santa Sé.
Francisco foi internado no hospital Gemelli de Roma por uma bronquite. Na terça-feira (18), a Santa Sé anunciou que ele sofria de uma pneumonia bilateral.
Na quarta-feira (19), o Vaticano indicou que “os exames de sangue, analisados pelo pessoal médico, mostram uma leve melhora, em particular os indicadores” de inflamação.
O anúncio de que o papa sofre de uma pneumonia —uma infecção do tecido pulmonar, potencialmente mortal— reacendeu a preocupação com a saúde do líder da Igreja Católica. Este diagnóstico é complicado, já que o argentino teve o lobo pulmonar direito removido quando era jovem.