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Republicano estuda reduzir ou eliminar o imposto de renda para pessoas que tenham essa renda anual

Donald Trump, presidente dos EUA Foto: EFE/EPA/SAMUEL CORUM / POOL

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou neste domingo (27) a possibilidade de que, quando as tarifas sobre outros países entrarem em vigor, haja uma redução ou eliminação do imposto de renda para as pessoas que ganham menos de 200 mil dólares (R$ 1,14 milhão) por ano.

– Quando as tarifas entrarem em vigor, o imposto de renda de muitas pessoas será substancialmente reduzido, talvez até eliminado por completo. O foco estará naqueles que ganham menos de US$ 200 mil por ano – escreveu o presidente americano em sua rede social, Truth Social.

Trump também destacou na mensagem que os EUA estão criando muitos empregos com novas fábricas em construção ou expansão.

– Será uma bonança para os Estados Unidos!!! O Serviço de Impostos Estrangeiros está funcionando!!! – exclamou.

Nesta semana, uma coalizão de 12 estados, liderada por promotores do Oregon e do Arizona, entrou com uma ação judicial para bloquear as tarifas impostas por Trump, argumentando que são “ilegais”.

A ação busca bloquear a imposição de tarifas de 145% sobre a maioria dos produtos da China e de 25% sobre a maioria dos de Canadá e México, principais parceiros comerciais desses estados.

O processo também questiona as tarifas de 10% sobre a maioria dos produtos importados do resto do mundo e o plano de Trump de aumentar as taxas sobre as importações de outros 46 parceiros comerciais a partir de 9 de julho.

*EFE


Problema também afetou países como França, Polônia e Finlândia

Apagão atingiu principalmente a Espanha e Portugal Foto: EFE/ Andreu Esteban

Um apagão de grandes proporções da rede elétrica afetou Portugal, Espanha, e outros países da Europa na manhã desta segunda-feira (28). A geradora espanhola Red Eléctrica informou que a península ibérica foi afetada. A empresa disse que o incidente está sendo avaliado e será tratado. Segundo relatos compartilhados nas redes sociais, a falha também afeta países como França, Polônia e Finlândia.

É raro ocorrer uma interrupção de energia tão ampla na península ibérica. Os países têm uma população combinada de mais de 50 milhões de pessoas. Não ficou imediatamente claro quantas pessoas foram afetadas.

A emissora pública espanhola RTVE disse que uma grande queda de energia atingiu várias regiões do país por volta das 12h30, horário local (7h30 de Brasília), deixando sua redação, o parlamento espanhol em Madri e estações de metrô em todo o país às escuras. Pessoas em chats de WhatsApp em Barcelona e em cidades e vilas da periferia também relataram a falta de energia.

Segundo jornais locais, o problema atinge também linhas telefônicas e semáforos. Nos aeroportos, os embarques estão sendo feitos “à moda antiga” e o check-in de forma manual.

ESPANHA
A concessionária espanhola Red Elétrica confirmou a falha no país. Foram ativados planos de reposição do fornecimento de energia elétrica em colaboração com as empresas do setor.

– As causas estão sendo analisadas e todos os recursos estão sendo mobilizados para solucionar o problema – afirmou a empresa.

No país, o blecaute afetou diversas cidades como Madri, Sevilha, Granada, Málaga e Cádiz. Em Madri, o jogo entre Dimitrov e Fearnely, válido pelo torneio de tênis Madrid Open, precisou ser paralisado porque uma câmera ficou parada em cima da quadra devido à falta de eletricidade. O jogo estava no segundo set quando precisou ser paralisado.

PORTUGAL
Em Portugal, um país com cerca de 10,6 milhões de habitantes, a interrupção atingiu a capital, Lisboa, e áreas adjacentes, bem como as regiões norte e sul do país. Para resolver a questão, foram ativados planos de reposição do fornecimento de energia elétrica em colaboração com as empresas do setor.

Segundo o jornal local SIC, havia pessoas presas dentro de vagões de metrô e hospitais enfrentaram problemas com a ausência de energia. Faculdades como o Centro de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa estavam funcionando apenas com geradores.

Segundo o jornal português Expresso, a distribuidora portuguesa E-Redes disse que a interrupção se deveu a “um problema com o sistema elétrico europeu”. A empresa também declarou que foi obrigada a cortar a energia em áreas específicas para estabilizar a rede, segundo o mesmo jornal.

A E-Redes disse que partes da França também foram afetadas. Não era possível fazer chamadas em celulares, embora alguns aplicativos estivessem funcionando.

*AE


A decisão ocorre depois da morte do papa Francisco; cardeais de todo o mundo vão participar da reunião, na Capela Sistina, em Roma

Vaticano
O Colégio Cardinalício conta com 252 membros, sendo 135 eleitores | Foto: Reprodução/Redes sociais 

Vaticano informou nesta segunda-feira, 28, que o conclave para eleger o novo pontífice terá início no dia 7 de maio. A decisão ocorre depois da morte do papa Francisco e reúne cardeais de todo o mundo na Capela Sistina, em Roma.

A tradição determina que os cardeais com menos de 80 anos se reúnam em votações secretas até elegerem o novo líder da Igreja Católica, com maioria de dois terços.

O procedimento prevê duas votações pela manhã e duas à tarde, todos os dias, até a eleição do novo pontífice. Se nenhuma escolha ocorrer nos três primeiros dias, os cardeais fazem uma pausa para oração e reflexão antes de retomar as votações.

Atualmente, o Colégio Cardinalício conta com 252 membros, sendo 135 eleitores. No entanto, dois religiosos anunciaram que não vão votar por questões de saúde, o que reduz o número para 133.

Cardeal condenado pelo Vaticano confirma presença no conclave

Apesar de ter sido condenado a cinco anos e meio de prisão por corrupção e abuso de poder, o cardeal italiano Giovanni Angelo Becciu afirmou que pretende participar do conclave, marcado para 7 de maio.

O religioso disse a jornalistas que, mesmo condenado, mantém seu direito de voto garantido pelo cargo de cardeal. O Tribunal do Vaticano o culpou no maior julgamento financeiro da história da Santa Sé, que envolveu a compra irregular de um imóvel em Londres com recursos da Igreja.

Embora tenha recorrido da sentença, o cardeal ainda responde em liberdade enquanto aguarda decisão final.

O Código de Direito Canônico autoriza cardeais condenados a participarem do conclave, salvo se o Vaticano os expulsar formalmente do Colégio Cardinalício, o que não aconteceu com Becciu. Por isso, ele mantém o direito de eleger o novo pontífice com os demais eleitores.

A situação constrange o Vaticano, que tradicionalmente preza pela integridade dos cardeais eleitores. Até o momento, a Santa Sé não se pronunciou oficialmente sobre a participação de Becciu no processo de escolha do sucessor de Francisco.

Informações Revista Oeste


Outros sete papas e dois santos também estão enterrados na basílica

Local também a abriga a a relíquia do Berço Sagrado: a manjedoura do nascimento de Jesus

Uma sepultura na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma, recebeu o corpo do papa Francisco, neste sábado, 26. A chegada ocorreu por volta das 8h da manhã (13h no horário local). Segundo a tradição católica, a relíquia do Berço Sagrado — a manjedoura usada no nascimento de Jesus Cristo — está guardada na mesma igreja.

Antes do sepultamento, o corpo do pontífice passou por um cortejo que teve início na Praça de São Pedro, no Vaticano. Estima-se que 50 mil fiéis participaram do funeral que antecedeu à procissão, e outros 200 mil prestaram homenagens nas ruas ao longo do trajeto.

Além disso, 250 mil pessoas visitaram o velório do pontífice. O corpo do líder máximo da Igreja Católica ficou exposto entre os dias 22 e 25 de abril na Basílica de São Pedro.

A sepultura do papa Francisco

É o primeiro enterro de um sumo pontífice fora do Vaticano desde Leão XIII, que morreu em 1903 de um sumo pontífice ocorreu fora do Vaticano. O local da sepultura foi escolha do próprio Francisco. Construída no século V, a Basílica de Santa Maria Maggiore também serve como túmulo para outros sete antecessores de Francisco.

O mais antigo deles é Honório III, cujo papado ocorreu entre 1216 e 1227. Os outros são Nicolau IV (1288-1292), Pio V (1566-1572), Sixto V (1585-1590), Clemente VIII (1592-1605) e Paulo V (1605-1621). Além disso, o local também abriga os túmulos de dois santos (São Matias e São Jerônimo).


Ex-congressista é filho de brasileiros

George Santos Foto: EFE/EPA/JUSTIN LANE

O ex-deputado no Congresso dos Estados Unidos e filho de brasileiros George Santos, que protagonizou um escândalo por mentir sobre sua vida pessoal e profissional, foi condenado nesta sexta-feira (25) a sete anos e três meses de prisão, depois de se declarar culpado em 2024 de fraude eletrônica e roubo de identidade qualificado.

Como parte de seu acordo com a Promotoria, o ex-congressista por um distrito do estado de Nova York também deve pagar 373.749,97 dólares (cerca de R$ 2,1 milhões) para reembolsar as vítimas de suas ações.

Santos, de 35 anos, o primeiro membro do Partido Republicano abertamente gay no Congresso americano, onde ficou por apenas cerca de um ano até ser cassado, se apresentou nesta sexta-feira ao tribunal federal do Distrito Leste de Nova York para ouvir a sentença.

Santos criou uma ampla rede de mentiras, alegou ter trabalhado para empresas como Citigroup e Goldman Sachs. Ele também alegava ser descendente de uma família judia que escapou do holocausto, mas as informações não passavam de mentiras.

Como parte de seu acordo de confissão em agosto de 2024 para evitar ir a julgamento, Santos, cujas mentiras foram reveladas pelo jornal The New York Times, admitiu ter roubado as identidades de alguns apoiadores, incluindo membros da família, para custear sua campanha para chegar ao Congresso, além de ter enganado doadores.

Após a reportagem do NYT, outras investigações jornalísticas apontaram que não havia nenhum vestígio de seu tempo na universidade ou de suas supostas atividades no ramo imobiliário e nem que a ONG de resgate de animais que ele alegava ter fundado era realmente beneficente.

Foi descoberto também que, anos antes, ele havia sido acusado de fraude no Brasil.

Uma investigação da comissão de ética do Congresso americano revelou que ele havia gastado fundos de campanha para tratamentos estéticos e roupas de grife, cosméticos e com a plataforma OnlyFans (site de conteúdo adulto).

Políticos dos partidos Republicano e Democrata pediram a expulsão dele da Câmara dos Representantes dos EUA, o que aconteceu.

*EFE


Último dia de velório conta com preparação para o sepultamento

Velório do papa Foto: EFE/EPA/VATICAN MEDIA

Termina nesta sexta-feira (25) o período de velório aberto do papa Francisco na Basílica de São Pedro. Por volta das 20h (15h em Brasília), haverá o rito de fechamento do caixão do pontífice, em cerimônia conduzida pelo cardeal e camerlengo Kevin Farrell.

Antes do fechamento do caixão, um véu branco será posto sobre o rosto do papa Francisco, e água benta será aspergida sobre o corpo. Em seguida, Ferral colocará medalhas e um pergaminho com registros dos atos do papa. Só então o caixão será fechado com duas tampas, uma de zinco e outra de madeira.

No encerramento, será lido o Salmo 26:27, que diz “O Senhor é minha luz e salvação. A quem temerei?”, e o camerlengo finalizará dizendo “concedei-lhe, Senhor, o descanso eterno. E que a luz perpétua brilhe para ele. Descanse em paz. Amém.”

Desde o início do velório na última quarta-feira (23), mais de 128 mil estiveram no local para se despedir e homenagear o líder católico. Neste sábado (26), ocorrerá a missa com corpo presente do papa na Praça de São Pedro, às 10h (5h no horário de Brasília), e o sepultamento na Basília Santa Maria Maggiore, em Roma.

A partir daí, será iniciado o Novemdiales, uma tradição de nove dias de luto e orações pela alma do papa. No próximo domingo (27), o túmulo do papa será aberto a visitação permanente.

Informações Pleno News


Cerimônia ocorrerá após três dias de velório público na basílica de São Pedro

Foto: Vatican News

O caixão do papa Francisco será fechado na tarde de sexta-feira (25) após três dias de velório público na basílica de São Pedro, na Itália. No sábado (26), o cardeal camerlengo Kevin Farrell dará início ao funeral com uma oração. Em seguida, o chefe de celebrações litúrgicas, Diego Ravelli, fará a leitura da biografia de Francisco, com menção aos seus feitos mais importantes.

Após cantos e orações, o camerlengo retoma a palavra. “Que seu rosto, que perdeu a luz deste mundo, seja iluminado para sempre pela verdadeira luz que tem em ti sua fonte inesgotável”, dirá Farrell.

Em seguida, Ravelli cobre o rosto de Francisco com um véu de seda branca e o camerlengo borrifa água benta sobre o corpo.

São colocados dentro do caixão uma bolsa com moedas e medalhas fabricadas durante o papado e o texto da biografia, que fica em um tubo.

Ravelli, então, fecha o caixão com a tampa de zinco, a cruz, o brasão escolhido por Francisco e a placa com seu nome e a duração do papado, que depois é soldada e lacrada pelo camerlengo. A tampa de madeira também é colocada, e o caixão é, enfim, fechado completamente.

No dia seguinte, o caixão será levado para a frente da basílica, para a missa, na presença de cardeais, autoridades internacionais, religiosos e o público.

Informações Bahia.ba


A Rússia atacou a capital ucrâniana com disparos de uma série de mísseis e drones, matando, ao menos, nove pessoas

Foto: White House Archived

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reagiu ao ataque da Rússia contra a capital da Ucrânia, Kiev, nesta quinta-feira (24). “Pare, Vladimir!”, escreveu em sua rede social Truth Social, em recado a Vladimir Putin. “Não estou satisfeito com os ataques russos em Kiev. Desnecessários e em um momento péssimo.”

Segundo matéria da Folha de São Paulo, a declaração vem um dia após Trump afirmar que o presidente ucraniano, Volodimir Zelenski, estava dificultando as negociações de paz para encerrar a guerra. “Mais de 5.000 soldados estão morrendo por semana. Vamos chegar a um acordo de paz”, disse Trump na mensagem direcionada a Putin.

O ataque mais recente da Rússia contou com disparos de uma série de mísseis e drones contra a capital ucrâniana, matando, ao menos, nove pessoas, segundo autoridades da Ucrânia.

Antes da reação de Trump ao ataque, o governo russo já havia declarado que “concorda completamente” com o presidente dos EUA em outra questão, a Crimeia, península do Mar Negro que pertencia à Ucrânia, mas foi anexada pela Rússia em 2014, sem o reconhecimento da comunidade internacional. Na véspera, Trump havia afirmado que a Ucrânia “perdeu há anos” a Crimeia.

“Isso está totalmente alinhado com a nossa visão e com o que temos dito há muito tempo”, disse o porta-voz presidencial russo, Dmitri Peskov, em sua entrevista coletiva diária.

O governo ucraniano, no entanto, rejeita esse posicionamento e insiste que não aceitará abrir mão da Crimeia em troca de um acordo com Moscou.

Para Zelenski, o Kremlin está tentando “exercer pressão” sobre os americanos ao lançar um ataque massivo contra a Ucrânia. “[A Rússia] também está pressionando os Estados Unidos. Este é mais um motivo para o ataque de hoje”, disse o ucraniano durante entrevista coletiva na África do Sul, que decidiu interromper após o ataque.

O governo Trump vem tentando negociar uma trégua entre Moscou e Kiev para encerrar o conflito de três anos e propôs reconhecer o controle russo da Crimeia como parte de um acordo de paz. Os esforços dipolomáticos do republicano, no entanto, tem se provado malsucedidos após o ataque desta quinta.

Na quarta, Trump chegou a afirmar que chegaria a um acordo com Moscou, mas não com Zelenski, a quem criticou, justamente por se recusar a aceitar a ocupação russa da Crimeia. Durante sua campanha no ano passado, o presidente americano prometeu acabar com a guerra em “24 horas”.

A Rússia, que lançou seu ataque militar ao vizinho em fevereiro de 2022, atualmente ocupa quase 20% do território da Ucrânia e, além da Crimeia, reivindica quatro outras regiões ucranianas como suas.

Informações Bahia.ba


A igreja está com os dias contados para dar início ao conclave


Os papas Bento XVI e Francisco em audiência com cardeais em 26 de agosto de 2022 | Foto: Reprodução/Vaticano

Oficialmente, a escolha do novo papa ainda não pode começar. Existe um prazo mínimo e máximo para o início dos trabalhos. O processo acontece durante um conclave — a reunião do Colégio de Cardeais da Igreja Católica.

O início do conclave deve ocorrer apenas depois 15 dias de vacância do cargo. Contudo, ele não pode ser adiado indefinidamente. De acordo com a lei da Igreja Católica, o prazo máximo para a abertura é o 20º dia sem um novo papa.

Por ora, os católicos estão em período de luto oficial, conhecido como Novemdiales — o nome tem relação com a duração: nove dias. Essa fase ocorre porque a vacância aconteceu com a morte do sumo pontífice, na segunda-feira, dia 21. É diferente, por exemplo, da escolha de Francisco. Nesse caso, o cargo ficou vago por causa da renúncia do antecessor, Bento XVI, em 2013.

Como funciona o conclave para a escolha do novo papa?

O Colégio de Cardeais tem 252 membros, mas somente 135 deles podem participar da escolha. A limitação se dá pela idade: apenas aqueles com menos de 80 anos podem votar no conclave.

Para que alguém seja eleito, é preciso conquistar a aprovação de dois terços dos cardeais. Ou seja: obter, ao menos, 90 votos (considerando 135 eleitores). Diariamente, é possível realizar até quatro votações: duas de manhã e duas à tarde.

Não existe um tempo limite para o conclave decidir. A ausência dessa regra fez com que a escolha demorasse além de meses, em algumas ocasiões do passado. O recorde aconteceu durante a vacância com a morte de Clemente IV, em 29 de novembro de 1268. A Igreja teve um novo líder apenas depois de dois anos, nove meses e dois dias, com a eleição de Gregório X.

Segundo o direito canônico, não é preciso ser bispo e nem sequer padre para se tornar o sumo pontífice da Igreja Católica. Todos os homens batizados estão aptos para serem escolhidos pelo conclave como novo papa.

Informações Revista Oeste


A informação é da Folha de S. Paulo

Foto: Presidência da Rússia

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, ofereceu interromper sua invasão à Ucrânia como parte de negociações de paz com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. A informação é da Folha de S. Paulo.

De acordo com a publicação, durante uma reunião em São Petersburgo no início deste mês, o presidente da Rússia disse ao enviado especial de Trump, Steve Witkoff, que Moscou poderia renunciar às suas reivindicações sobre áreas de quatro regiões ucranianas parcialmente ocupadas que permanecem sob controle de Kiev, disseram três informantes.

Um possível acordo que inclui Washington reconheceria a propriedade russa da península da Crimeia da Ucrânia, anexada desde 2014, bem como reconhecendo o controle de fato do Kremlin sobre as partes das quatro regiões que atualmente detém.

Putin fez a primeira proposta formal desde os primeiros meses da guerra há três anos de que a Rússia poderia recuar de suas demandas radicais para encerrar a invasão.

Ainda segundo a reportagem, as autoridades europeias informadas sobre os esforços dos EUA para encerrar a guerra alertaram que Putin provavelmente usaria a aparente concessão como isca para atrair Trump a aceitar outras demandas da Rússia e forçá-las sobre a Ucrânia como um fato consumado.

Nesta quarta-feira (23), representante ucranianos devem se reunir com representantes europeus e americanos em Londres, com o objetivo de discutir as últimas propostas. No entanto, Witkoff e o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, cancelaram suas participações na reunião, de acordo com autoridades americanas e europeias. O enviado da Ucrânia, Keith Kellogg, ainda deve comparecer.

Informações Bahia.ba

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