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O chef, um dos mais célebres do mundo, acaba de anunciar o fim de seu império gastronômico em Barcelona, que somava quatro estrelas Michelin

É quase inacreditável, mas um dos chefs mais geniais e bem sucedidos do mundo acaba de fechar TODOS os seus restaurantes em Barcelona definitivamente. Impedido de trabalhar há mais de um ano devido à pandemia – já que suas casas dependiam fortemente do turismo estrangeiro –, Albert Adrià acaba de anunciar o fim de seu império, que reunia os restaurantes Tickets, Pakta, Hoja Santa e Enigma (que somavam quatro estrelas Michelin) e a Bodega 1900, provavelmente o melhor “boteco” que já existiu por aqui.

A notícia foi divulgada por um representante do Grupo Iglesias, empresa da qual Adrià era sócio, e que comandava El Barri, seu projeto que reunia vários restaurantes nos arredores da avenida Paral-Lel, a qual ajudou a renascer depois de uma grande reforma. Segundo divulgado pela imprensa catalã, o grupo soma mais de € 7,5 milhões em dívidas. Em entrevistas a jornais locais, Albert disse que fará um balanço de sua vida para refletir se vale a pena seguir na alta cozinha e se compensa ter um restaurante.

A notícia, tristíssima, é um fiel retrato de como a alta gastronomia se encontra no mundo todo: por um fio.


Um painel consultivo dos Estados Unidos (EUA) solicitou mais dados nessa quarta-feira (14) sobre a vacina da Johnson & Johnson contra a covid-19, antes de decidir se vai retomar a aplicação do imunizante de dose única. Com isso, a votação foi adiada por uma semana ou mais.

O painel consultivo do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) decidiu adiar a votação sobre a melhor forma de usar a vacina da J&J, mesmo depois que um cientista da Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) disse aos consultores que acreditava que alertas do órgão permitiriam aos médicos avaliar os riscos e benefícios da vacina.

O painel está analisando seis casos relatados de coágulos sanguíneos cerebrais raros em mulheres que receberam a vacina, um dia depois que a FDA e o CDC recomendaram em conjunto suspender seu uso para avaliar a questão.

A médica Lynn Batha, epidemiologista do Departamento de Saúde de Minnesota, e outros especialistas defenderam a suspensão para coletar mais informações de segurança.

“Ao ter informações mais robustas, acredito que possamos estar mais confiantes sobre a segurança desta vacina”, disse ela a outros membros do painel consultivo.

Agência Brasil

Foto: Eric Seals


Vacinação contra a Covid-19 no Rio
Foto: Daniel Resende/Estadão Conteúdo

O Brasil está na 9ª posição na aplicação de doses da vacina contra a Covid-19, considerando o número de doses a cada 100 habitantes, quando comparado com os demais países que formam o G20, grupo das 20 maiores economias do mundo. 

No ranking, atualizado nesta quarta-feira (14), o país está em 9º lugar, com 15,27 doses aplicadas a cada 100 habitantes. O Reino Unido está em primeiro lugar, com 59,08 doses aplicadas a cada 100 pessoas.

Os Estados Unidos estão em 2º lugar (57,49), seguido pela Alemanha (22,97), Canadá (22,79) e Turquia (22,60). A Itália fica em 6º lugar, com 22,47 doses a cada 100 habitantes, seguida pela França (21,86) e Arábia Saudita (18,67).

Painel da vacina: doses por 100 habitantes 14 de abril
Foto: CNN

Ainda considerando os países que compõem o G20, porém analisando os números absolutos, o Brasil fica em 5º lugar no ranking. Com mais de 32 milhões de doses já aplicadas até esta terça-feira (13), o Brasil segue atrás dos Estados Unidos, China, Índia e Reino Unido. 

Os dados foram compilados pela Agência CNN com informações das secretarias estaduais de Saúde e do site Our World in Data, ligado à Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Informações: CNN Brasil

Painel da vacina: doses por 100 habitantes 14 de abril
Foto: CNN


“O relatório conjunto da China e da Organização Mundial da Saúde sobre a Covid-19 não forneceu respostas confiáveis ​​sobre como a pandemia começou, então, investigações mais rigorosas são necessárias, com ou sem a participação de Pequim”, exigiu um grupo de cientistas e pesquisadores internacionais, na última quarta-feira (7).

O trabalho de especialistas da OMS, publicado na semana passada, diz que a rota mais provável de transmissão do SARS-CoV-2 – o vírus que causa a covid-19 – “envolve morcegos e outros animais selvagens da China e do Sudeste Asiático”. O relatório da OMS descartou quase completamente a possibilidade de um vazamento de um laboratório. No entanto, e alertado que as críticas se multiplicariam, o diretor-geral da entidade, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou que novas investigações são necessárias e admitiu que os pesquisadores não tiveram acesso a todos os dados na forma bruta.

Na Carta Aberta, que foi obtida pelo The New York Times, os 24 cientistas e pesquisadores da Europa, Estados Unidos, Austrália e Japão denunciaram que a missão de investigação em Wuhan (Hubei), onde a doença apareceu pela primeira vez pelo menos no final de 2019, foi indevidamente influenciada por fatores políticos.

Para Jamie Metzl, investigador do Conselho Atlântico que escreveu a carta, a OMS fez concessões para obter um mínimo de cooperação das autoridades chinesas.

No texto, especialistas afirmam que as conclusões do estudo são baseadas em pesquisas chinesas não publicadas, enquanto registros críticos e amostras biológicas “permanecem inacessíveis”.

“O mundo pode ter que voltar ao ‘Plano B’ e conduzir uma investigação da forma mais sistemática possível, sem o envolvimento de Pequim. A China tem bancos de dados dos vírus que eles tinham, há notas de laboratório do trabalho que estava sendo feito, há todos os tipos de cientistas que estão fazendo o trabalho e não temos acesso a esses recursos ou a essas pessoas”, revelou Metzl.

O grupo de cientistas está em busca de novas pesquisas que incluam especialistas em biossegurança. A comissão poderia envolver a OMS ou um esforço multinacional independente para estabelecer um processo diferente para explorar os primórdios da pandemia e suas origens na China.

Metzl disse que as novas chamadas para mais investigações refletem a necessidade de maior controle e restrições aos vírus que podem ser estudados em laboratórios de todo o mundo.

Ele alertou que um dos requisitos é substituir o poder de veto de qualquer governo sobre a composição da equipe internacional de especialistas por uma disposição que exige que as decisões finais sobre a composição do grupo internacional de especialistas sejam tomadas pelo Conselho Executivo da OMS.

Além disso, eles exigem uma seleção transparente da equipe de especialistas que têm um mandato oficial que lhes permite solicitar acesso total a todos os locais, registros e exibições de interesse, e entrevistar as pessoas relevantes “sem a presença de autoridades governamentais e com a ajuda de tradutores fornecidos pela OMS”.

O grupo também pede que um sistema de relatórios seguro seja estabelecido que permita aos cientistas na China e em outros países compartilhar informações relevantes sem medo de retaliação.

A Carta Aberta completa, em inglês, pode ser lida neste link.

OMS, Tedros e Pequim

Além de cientistas, vários governos acusaram Tedros de encobrir os erros de Pequim nas fases iniciais da pandemia. Eles argumentam que a OMS atrasou a declaração da transmissibilidade do vírus entre humanos. Além disso, denunciam que a organização internacional não insistiu que seus especialistas fossem a Wuhan no início da crise de saúde.

Embora o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tenha sido desde o início um dos mais críticos em relação aos posicionamentos da entidade e às atitudes obscuras da China, o atual governo americano também expressou dúvidas sobre o relatório e anunciou que especialistas daquele país revisarão o documento a fim de garantir que a pesquisa seja independente e robusta.

“Deixamos claro que estamos nos concentrando em uma investigação independente e tecnicamente sólida e, assim que isso for revisado, faremos uma avaliação das próximas etapas”, disse o secretário de imprensa da Casa Branca, Jen Psaki.

“Temos preocupações reais sobre a metodologia e o processo usados ​​para este relatório, incluindo o fato de que o governo de Pequim aparentemente ajudou a redigi-lo”, alertou o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken.

Informações Conexão Política


Colômbia recebeu 117 mil doses de vacinas por meio da iniciativa Covax
Foto: Brendan McDermid

Cerca de 14,1 milhões de doses da vacina contra Covid-19 da Pfizer e da BioNTech foram alocadas para 47 países para serem entregues no segundo trimestre deste ano, disse a Aliança de Vacinas Gavi nesta segunda-feira (12).

Brasil, Colômbia, México, Filipinas, África do Sul e Ucrânia devem estar entre os principais beneficiários da vacina da Pfizer entre abril e junho, de acordo com a Gavi, que colidera o programa Covax com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e outros parceiros.

O Covax oferece uma tábua de salvação em particular a países de baixa renda, já que lhes permite inocular profissionais de saúde e outros sob risco grande mesmo que seus governos não tenham conseguido garantir vacinas dos fabricantes.

Austrália, Reino Unido, Kuwait e os Emirados Árabes Unidos devem receber suas primeiras vacinas via Covax com as doses da Pfizer, com “base no conhecimento atual da disponibilidade de suprimento de vacina contra Covid-19”, disse a Gavi em um comunicado.

O programa já entregou quase 38,4 milhões de doses de vacinas contra Covid-19 a 102 países em seis continentes seis semanas após começar a distribuir suprimentos, informou a aliança na quinta-feira.

A entrega de vacinas da AstraZeneca a 142 participantes nos termos de uma rodada anunciada previamente está em andamento, “com alguns atrasos” que podem estender as remessas além de maio, disse a Gavi nesta segunda-feira.

A disponibilidade reduzida atrasou algumas entregas em março e abril, e grande parte da produção do Instituto Serum da Índia, que fabrica a vacina da AstraZeneca, está sendo mantida na própria Índia, onde o número diário de infecções está disparando.

O executivo-chefe da Gavi, Seth Berkley, disse na sexta-feira que o Covax almeja entregar um terço de um bilhão de doses de vacinas contra Covid-19 até meados do ano e mais de dois bilhões em 2021.

Informações: CNN Brasil


Diretor de centro de controle de vacina da China admite que eficácia de imunizantes é baixaDa Redação 0 Comentários

País considera misturar vacinas para aumentar eficácia contra Covid-19[Diretor de centro de controle de vacina da China admite que eficácia de imunizantes é baixa]

FOTO: Reprodução/ Getty Images

A autoridade máxima do Controle de Doenças da China, Gao Fu, admitiu em uma conferência de imprensa em Chendgu, que as vacinas chinesas contra a Covid-19 “não têm taxas de proteção muito elevadas”. 

“Está agora formalmente em análise se devemos usar diferentes vacinas de diferentes linhas técnicas no processo de imunização”, indicou Gao.

Gao, porém, não detalhou sobre as possíveis mudanças na estratégia, mas apontou que deve usar a tecnologia RNA mensageiro (mRNA), uma técnica experimental já usada pelos fabricantes ocidentais que misturam as vacinas. 

“Todos devem considerar os benefícios que as vacinas mRNA podem trazer para a humanidade”, assumiu Gao. “Devemos seguir isto com cuidado e não ignorar só por já termos vários tipos de vacinas”.

Farol da Bahia


Balanço mundial da pandemia de coronavírus neste domingoO primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, visita um laboratório da AstraZeneca em Macclesfield, noroeste da Inglaterra, em 6 de abril de 2021 – POOL/AFP

A pandemia do coronavírus provocou ao menos 2.929.563 mortes no mundo desde que o escritório da OMS na China notificou a aparição da doença em dezembro de 2019, segundo um balanço estabelecido pela AFP neste domingo (11) às 07h00 no horário de Brasília, com base em fontes oficiais. 

Desde o início da epidemia, mais de 135.360.240 pessoas contraíram a doença. A grande maioria dos infectados se recupera, mas uma parte ainda mal avaliada conserva os sintomas durante semanas ou inclusive meses. 

Os números se baseiam nos relatórios comunicados diariamente pelas autoridades de saúde de cada país e excluem as correções realizadas posteriormente pelos diferentes organismos, como na Rússia, Espanha e no Reino Unido. 

Neste sábado, o mundo registrou 12.860 novas mortes e 703.283 casos. Os países que registraram mais óbitos segundo os últimos balanços oficiais são Brasil com 2.616, México (2.192) e Índia (839). 

A quantidade de mortos nos Estados Unidos totaliza 561.783 por 31.151.493 contágios. 

Depois dos Estados Unidos, os países com mais vítimas mortais são Brasil, com 351.334 mortos por 13.445.006 casos, México com 209.212 mortos (2.278.420 casos), Índia com 169.275 mortos (13.358.805 casos) e o Reino Unido com 127.080 mortos (4.368.045 casos). 

Entre os países mais afetados, a República Tcheca registra a maior taxa de mortalidade, com 260 mortes a cada 100.000 habitantes, seguida pela Hungria (240), Bósnia (222), Montenegro (217) e Bulgária (206).

Neste domingo às 07h00 (Brasília) e desde o início da epidemia, a Europa somava 995.904 mortes (46.239.235 casos), América Latina e Caribe 829.491 (26.155.031), Estados Unidos e Canadá 585.064 (32.202.350), Ásia 284.283 (19.440.404), Oriente Médio 118.368 (6.940.672), África 115.448 (4.342.503) e Oceania 1.005 (40.053). 

Desde o começo da pandemia, a quantidade de testes realizados aumentou consideravelmente e as técnicas de rastreamento melhoraram, provocando um aumento dos casos declarados. 

No entanto, a quantidade de casos diagnosticados reflete apenas uma parte do total de contágios, já que os casos menos graves e assintomáticos continuam sem serem detectados. 

Este balanço foi realizado com dados das autoridades nacionais coletados pelos escritórios da AFP e com informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Devido às correções das autoridades ou à publicação tardia dos dados, o aumento dos números publicados em 24 horas pode não corresponder exatamente com os números do dia anterior. 

Informações Istoé


Conferencia Magistral del Pdte. de Argentina | Divulgação

Dados oficias da Argentina, divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec) do país, revelam que a pobreza atingiu 42% da população no segundo semestre de 2020.

Segundo a entidade, o motivo para tamanho colapso social e econômico diz respeito aos três anos de recessão e o isolamento extremo durante a pandemia de covid-19.

De acordo com o levantamento, 35,5% dos argentinos eram pobres no término de 2019. No primeiro semestre de 2020, contudo, esse porcentual aumentou para 40,9%. A partir da segunda metade do ano, elevou para 42%.

O Indec também divulgou o índice de pessoas que vivem em condições de indigência ou extrema pobreza: 10,5%.

Informações, Conexão Política e jornal GZH.


EUA dizem a ministro da Saúde que só poderão doar vacinas a partir de maio
Foto: Fábio Pozzebom/ Ag. Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu do embaixador americano no Brasil, Todd Chapman, a informação de que os Estados Unidos só poderão fazer eventual doação de vacinas ao país a partir de maio deste ano.

De acordo com a CNN, em conversa com Queiroga na manhã desta terça-feira (30), o embaixador ponderou que há uma lei em vigor nos EUA que proíbe a exportação de vacinas neste momento, seja por doação, venda ou permuta. Chapman avisou, contudo, que o cenário será reavaliado pelos americanos em abril, quando os americanos devem decidir se liberam ou não a exportação a partir de maio.

Na conversa com Queiroga, o embaixador não citou especificamente qual vacina poderia ser doada ou permutada. Por outro lado, o governo brasileiro já manifestou desejo de o que país encaminhe um lote de 10 milhões de doses da vacina da AstraZeneca não usado pelos americanos.

Sobre as doses da Pfizer e da Janssen já contratadas pelo Brasil, Chapman disse ao ministro da Saúde que fica a cargo das empresas, que são americanas, decidirem sobre uma eventual antecipação do envio dos imunizantes aos brasileiros.

Informações: Bahia Notícias


Pelo segundo ano consecutivo, o Papa Francisco celebrou a missa do Domingo de Ramos, que marca o início da Semana Santa, em uma Basílica de São Pedro com número reduzido de fiéis devido às restrições do coronavírus.

A tradicional procissão com ramos de oliveira também foi cancelada para cumprir as normas sanitárias e Francisco abençoou os 100 fiéis que estavam presentes à distância, do altar.

Informações: Metro1

“Entramos na Semana Santa. Pela segunda vez vivemos no contexto da pandemia. No ano passado estávamos mais chocados, este ano estamos mais afetados. E a crise econômica está mais grave”, afirmou o Papa.

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