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Um funeral diferente deu o que falar nas redes sociais nesta semana. A cerimônia fúnebre, regada a música sensual, ocorreu em Manta, província de Manabí, no Equador. Em vídeo publicado nas redes sociais, a cena é de festa.

Apesar desse tipo de comemoração ser comum em algumas culturas, a cena que viralizou foi a de uma mulher, que, de acordo o jornal El Universo, seria viúva do morto, identificado como Marlon Mero Quijie, de 38 anos. Ela subiu no caixão e rebolou ao som de reggaeton, estilo de música caribenha.

No vídeo, também é possível ver o caixão semiaberto. A moça ainda deu um beijo nos lábios do defunto e simulou uma cena de sexo enquanto era acompanhada por um grupo em volta, que se despediam com alegria do homem.

Ainda segundo o jornal El Universo, Quijie morreu após ser atingido por três tiros no bairro de San José. Sem ficha criminal, a polícia acredita que o homem tentou reagir a um assalto.


Investigadores da Organização das Nações Unidas (ONU) concluíram que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e algumas autoridades chavistas foram responsáveis por diversos abusos dos direitos humanos, como assassinatos, tortura e até estupro. Em relatório de 411 páginas, divulgado nesta quarta-feira, 16, os profissionais da ONU afirmaram que esses métodos são consideradas crimes contra a humanidade. Eles, no entanto, recomendaram apurações mais detalhadas sobre os casos relatados no documento. Uma missão de três membros nomeada pelo Conselho de Direitos Humanos da ONU disse que “havia motivos razoáveis para acreditar” que Maduro, os ministros do Interior, Néstor Reverol, da Defesa, Vladimir Padrino López, e os diretores dos serviços de segurança e inteligência da Venezuela “ordenaram ou contribuíram para detenções arbitrárias, desaparecimentos forçados, tortura de opositores e execuções extrajudiciais”.

De acordo com a missão da ONU, a cúpula do regime chavista não fez nada para evitar os abusos, embora tivesse poderes para isso. O relatório lista pelo menos 3 mil casos, que ocorreram desde 2014, quando a oposição ganhou força e as autoridades chavistas recorreram a táticas cada vez mais brutais para permanecer no poder. Opositores, parentes e amigos foram perseguidos, afirmaram os investigadores. Os serviços de segurança também mataram pessoas como parte da repressão antes das eleições para a Assembleia Nacional, em 2015. “Longe de serem atos isolados, esses crimes foram coordenados e cometidos de acordo com as políticas do Estado, com o conhecimento ou apoio direto de comandantes e altos funcionários do governo”, disse Marta Valiñas, jurista portuguesa que presidiu a missão.

Os investigadores afirmaram que as informações recebidas demonstram que Maduro, Reverol e Padrino López, durante o período examinado, sabiam dos crimes e “deram ordens, coordenaram atividades e forneceram recursos para a execução dos planos”. “A extensão do envolvimento nesses crimes deve ser investigada e a determinação de responsabilidade criminal individual – seja na jurisdição nacional ou internacional – deve ser feita pelas autoridades judiciais competentes”, diz o texto. O relatório, que será apresentado ao Conselho de Direitos Humanos em Genebra na próxima semana, faz uma crítica devastadora a Maduro no momento em que ele tenta estabelecer pontes com o restante do mundo, como forma de melhorar a sua imagem e a sua legitimidade e, assim, diminuir a pressão das sanções americanas sobre a Venezuela.

Em agosto, o governo chavista libertou 50 opositores e disse que encerraria os processos contra dezenas de políticos e ativistas, em uma tentativa de evitar um boicote da oposição às eleições legislativas planejadas para dezembro. Entre os que foram libertados estava Juan Requesens, acusado de envolvimento em uma fracassada conspiração para o assassinato de Maduro, em 2018. Ele foi para prisão domiciliar. O governo também intensificou a cooperação com a ONU no ano passado, permitindo que os investigadores visitassem várias prisões e entrevistassem detidos, prometendo investigar as alegações de execuções extrajudiciais e de manifestantes. Michelle Bachelet, a alta-comissária da ONU para os direitos humanos, disse que sua equipe visitou, na semana passada, os principais centros de detenção do Serviço Nacional de Inteligência Bolivariano (Sebin) e da Diretoria Geral de Contrainteligência Militar. O governo, porém, não cooperou com a missão, um órgão independente que se reporta ao Conselho de Direitos Humanos. Os investigadores disseram que não tinham permissão para visitar a Venezuela e não receberam resposta a pedidos de reuniões e de informações.

As conclusões tiveram como base 274 entrevistas com vítimas, parentes, advogados, membros do Judiciário e ex-funcionários dos serviços de segurança, bem como vídeos certificados, imagens de satélite e conteúdo de mídia social. A missão também informou que ativistas e opositores presos foram levados para a sede do Sebin e para outros prédios de Caracas, onde foram torturados, espancados, asfixiados com sacos plásticos, mutilados e receberam choques elétricos. Em sete casos, os interrogadores usaram violência sexual, incluindo estupro, contra detidos – homens e mulheres – para obter confissões. Um funcionário do Sebin disse que as ordens vinham de Maduro e Diosdado Cabello, o líder do partido governista. A tortura era praticada na presença ou sob a supervisão de altos funcionários, incluindo o chefe da Diretoria de Investigações Estratégicas e outros comissários.

A missão colocou Maduro, Reverol e Padrino López em uma lista de 45 pessoas que deveriam ser investigadas e processadas por cometer crimes ou por dar ordens, definir políticas ou fornecer recursos para as execuções. “Os oficiais comandantes, incluindo autoridades de alto nível dentro do Sebin e contraespionagem militar, tinham pleno conhecimento desse padrão de crimes”, diz o documento. A missão investigou 140 casos ligados à repressão, que resultaram na morte de 413 pessoas, a maior parte jovens, muitos deles baleados à queima-roupa. “A ONU concluiu que os assassinatos eram parte de uma política para eliminar membros indesejados da sociedade sob o disfarce do combate ao crime”, disse Valiñas. “As execuções extrajudiciais não podem ser atribuídas à falta de disciplina das forças de segurança. Oficiais tinham comando e controle sobre os perpetradores e conhecimento de suas ações.” O governo encerrou oficialmente as operações de combate ao crime em 2017, mas as execuções extrajudiciais cometidas pelas Forças de Ação Especial (Faes) continuam. “A unidade deve ser desmontada”, disse a missão. “Os que estão no controle das agências de segurança devem ser responsabilizados”, disse Valiñas. Segundo ela, instâncias como o Tribunal Penal Internacional (TPI) “deveriam considerar a possibilidade de empreender ações legais” contra as autoridades identificadas pela missão.

Fonte: JovemPam


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, virá ao Brasil na sexta-feira (18). A visita é ato político que reforça a oposição conjunta dos presidentes Donald Trump e Jair Bolsonaro ao regime de Nicolás Maduro, classificado como “ditador” e “ilegítimo” por ambos.

Acompanhado do chanceler Ernesto Araújo, ele irá a Boa Vista, Roraima, para conhecer o atendimento humanitário a imigrantes venezuelanos da Operação Acolhida.

Pompeo visitará as instalações de identificação e triagem da Acolhida, além de serviços de água, saneamento e higiene numa paróquia. Depois, participará de uma reunião bilateral reservada com Araújo. Está prevista uma entrevista coletiva à imprensa.

O líder chavista vinha pedindo uma trégua nas divergências com o Brasil para coordenação de esforços no combate à pandemia da Covid-19, mas a resposta de Bolsonaro foi o contrário.

Em 4 de setembro, o Itamaraty anunciou que os cerca de 30 diplomatas remanescentes de Maduro no Brasil perderam status e imunidades diplomáticas e consulares, passando a ser considerados persona non grata.

No mesmo dia, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Departamento do Tesouro dos EUA sancionou quatro altos funcionários chavistas acusados de tentar manipular e interferir nas eleições parlamentares venezuelanas previstas para dezembro

A vinda de Pompeo a Boa Vista ocorre durante uma viagem de cunho político do chanceler de Trump. Ele também passará pela Colômbia, cujo governo faz oposição a Maduro, Suriname e Guiana, além do Estado do Texas, nos EUA.

– Em Boa Vista, Brasil, o secretário Pompeo ressaltará a importância do apoio dos EUA e do Brasil ao povo venezuelano neste momento de necessidade, visitando emigrantes venezuelanos que fogem do desastre provocado pelo homem na Venezuela – afirmou o porta voz do Departamento de Estado, Morgan Ortagus.

Foi nesta terça-feira (15) que Ortagus deu declarações a respeito da viagem de Pompeo à América do Sul.

– Em seguida, o secretário Pompeo viajará a Bogotá para se reunir com o presidente colombiano Ivan Duque para discutir a forte parceria que nossos países compartilham, incluindo na gestão da resposta ao Covid-19, na promoção da prosperidade mútua e no enfrentamento das ameaças de narcotraficantes, grupos terroristas e do regime ilegítimo de Maduro à segurança regional.

*Estadão


Uma mudança de abordagem dos EUA permitiu que, a partir desta segunda-feira (14), voos com origem no Brasil e em outros 30 países possam pousar em qualquer aeroporto americano.

Continuam em vigor, entretanto, as regras criadas em maio que impuseram restrições a passageiros brasileiros ou estrangeiros que tenham estado no Brasil no período de 14 dias antes da viagem aos EUA. Há exceções para pessoas que tenham residência permanente nos EUA, familiares de americanos, integrantes de tripulações aéreas e convidados do governo.

Antes, passageiros estrangeiros só poderiam desembarcar em 15 terminais dos EUA, onde passavam por uma triagem que procurava identificar possíveis sintomas de contaminação pelo coronavírus.

*Folhapress


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, neste sábado (12), que autorizou a retomada dos testes da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca, da Universidade de Oxford.

A vacina, aposta do Ministério da Saúde brasileiro no combate à doença, foi paralisada durante uma semana após o anúncio de que uma participante da fase de testes apresentou reações adversas.

Informações: Pleno News


Em sua primeira entrevista a uma emissora de televisão brasileira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e ex-primeiro-ministro de Portugal, António Guterres, ressaltou a importância do multilateralismo para o mundo, especialmente em momentos de emergência global, como a pandemia do novo coronavírus.

“A Covid-19 deixou o mundo de joelhos. Nessa situação de fragilidade é preciso entender que se cada país tentar resolver seu problema, não vamos a lugar nenhum,” disse Guterres.

“Entendo que é preciso respeitar a soberania dos países, porém ela não impede a cooperação. Precisamos de um multilateralismo mais forte. Desafios globais precisam de resposta global.”

António Guterres, Secretário Geral da ONU e ex-primeiro ministro de Portugal em
Foto: CNN Brasil

Era para ser apenas mais um típico “número 2”, mas a ida de um jovem tailandês ao vaso sanitário acabou no hospital. Isso porque o garoto de 18 anos não percebeu que por lá repousava uma cobra píton de 1,3 metro, que o picou no pênis.

O caso ocorreu na cidade de Nonthaburi, a 20km da capital Bankok, na noite da última terça-feira (8).

Com a lesão numa região delicada e sangrando muito, Siraphop Masukarat foi levado às pressas para emergência de um hospital próximo, contou o jornal inglês “The Sun”.

Um médico precisou dar três pontos na glande do paciente e tratou a ferida com um antibiótico para matar qualquer bactéria oriunda das presas da píton.

“Eu estava usando o banheiro, mas alguns momentos depois de me sentar, de repente senti uma dor no pênis”, relembrou Siraphop. “Eu olhei para baixo e vi que havia uma cobra. Havia sangue por toda parte. Era uma cobra pequena, mas sua picada foi muito forte”, acrescentou.

Após recordar o ataque, o jovem fez apenas um desejo: “Espero que o meu pênis se recupere.” A cobra foi resgatada por especialistas e solta em uma mata.

Jovem é picado no pênis por cobra píton após se sentar no vaso

A ministra do Japão para a Olimpíada, Seiko Hashimoto, garantiu que os jogos de Tóquio vão acontecer de qualquer forma em 2021. Marcados inicialmente para acontecer entre os dias 24 de julho e 9 de agosto de 2020, os Jogos Olímpicos foram adiados para o período de 23 de julho a 8 de agosto de 2021.

– Todos os envolvidos com os Jogos estão trabalhando juntos para se prepararem e os atletas também estão fazendo esforços consideráveis para o ano que vem. Acho que temos que realizar os Jogos a qualquer preço. Quero concentrar todos nossos esforços em medidas contra o novo coronavírus – afirmou Hashimoto.

Vice-presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), o australiano John Coates já havia dito que a Olimpíada precisa acontecer por respeito “às muitas pessoas que trabalham na sua preparação e sobretudo aos atletas que estão fazendo esforços consideráveis para se prepararem para o próximo ano, num contexto difícil”.

Autoridades do governo japonês, do governo municipal de Tóquio e do comitê organizador dos Jogos se reuniram pela primeira vez na semana passada para determinar passos para conter o coronavírus durante o evento esportivo.


O governo do Estados Unidos afirmou, nesta segunda-feira (7), que as relações com o Brasil “nunca foram tão fortes”. A mensagem faz parte de uma nota parabenizando o Brasil pelo Dia da Independência, comemorado ontem (7).

– Os laços entre os Estados Unidos e o Brasil nunca foram tão fortes. Como as duas maiores democracias e economias das Américas, nossa crescente amizade se baseia em valores democráticos compartilhados. Neste ano, apesar dos desafios colocados pela pandemia da Covid-19, expandimos muito nossa cooperação na promoção do comércio bilateral e dos investimentos que ajudam nossas sociedades a florescer. Trabalhamos juntos para liderar o hemisfério na promoção dos direitos humanos e da democracia – disse a nota assinada pelo secretário de Estado Mike Pompeo.

O texto também ressaltou que “as visitas do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos reafirmaram nossa aliança estratégica” no setor militar e em acordos para o desenvolvimento dos países com o auxílio da iniciativa privada.

O secretário destacou ainda que “o apoio contínuo ao povo da Venezuela, especialmente aos mais de 264 mil venezuelanos que foram recebidos pelo povo brasileiro, é um modelos para a região e uma prova dos valores que compartilhamos”.


Tedros Adhanom Ghebreyesus, chefe da Organização Mundial da Saúde (OMS), disse nesta segunda-feira (7), em uma coletiva de imprensa em Genebra, que o mundo precisará estar melhor preparado para a próxima pandemia. Ao fazer a afirmação, o dirigente pediu que países invistam em saúde pública.

Mais de 27,19 milhões de pessoas já foram infectadas com o coronavírus pelo mundo e 888.236 morreram, segundo uma contagem da Reuters, desde que os primeiros casos foram identificados na China em dezembro de 2019.

“Essa não será a última pandemia”, disse Tedros. “A história nos ensina que surtos e pandemias são um fato da vida. Mas quando a próxima pandemia vier, o mundo precisa estar pronto. Mais pronto do que estava desta vez”

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