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Sessão foi marcada por muita confusão e invasões do Capitólio; resultado saiu apenas na madrugada

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Após momentos caóticos, com invasão do Capitólio e quatro mortos em confrontos violentos, a sessão do Congresso americano de certificação do resultado das eleições foi finalizada na madrugada desta quinta-feira (7) e declarou o democrata Joe Biden como presidente eleito dos Estados Unidos.

Após uma longa paralisação em razão dos confrontos, o vice-presidente Mike Pence retomou a sessão durante o fim da noite de quarta-feira (6) e disse que as pessoas que causaram estragos ao Capitólio “não ganharam”.

– Para aqueles que causaram estragos em nosso Capitólio hoje: vocês não ganharam. A violência nunca vence. A liberdade vence – declarou.

Ao longo da sessão, Senado e Câmara rejeitaram as objeções de rejeitar os votos eleitorais da Geórgia e da Pensilvânia para Biden. Os republicanos também se opuseram aos votos eleitorais do Arizona, Nevada e Michigan, mas as moções falharam antes de chegarem ao debate.

Informações Pleno News


Com o benefício, até 23 milhões de cidadãos deixaram de entrar na extrema pobreza

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Mesmo com fraudes de terceiros se cadastrando de forma indevida, com dados de personalidades famosas (como, por exemplo, Neymar, o filho do William Bonner e Luciano Hang), o Auxílio Emergencial teve sua eficácia reconhecida pelo FMI.

Houve também candidatos políticos com patrimônios milionários que se cadastraram e uma operação deflagrada pela Polícia Federal para combater as fraudes no programa.

Em julho de 2020, no quarto mês do auxílio, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) já havia feito um levantamento do programa. O resultado mostrou que o benefício reduziu a pobreza ao menor nível em 40 anos.

Em dezembro de 2020, o Fundo Monetário Internacional (FMI) publicou o relatório Artigo IV, no qual destacou que o Governo Federal respondeu rapidamente à crise causada pela pandemia de Coronavírus com a criação do Auxílio Emergencial.

Segundo o documento, o benefício que alcançou diretamente 67,8 milhões de pessoas – cerca de um terço da população – superou os impactos negativos gerados pela paralisação da atividade econômica. O investimento no programa passa de R$ 260 bilhões.

O FMI aponta que até 23 milhões de cidadãos deixaram de entrar na extrema pobreza. Sem o Auxílio Emergencial, esse percentual teria aumentado de 6,7% para 14,6%. Além disso, o benefício fez a taxa de pessoas pobres no país diminuir para 5,4%.

Programas de preservação do emprego, suporte financeiro para os estados e crédito para os pequenos negócios também foram apontados no relatório como iniciativas que ajudam o país a enfrentar as adversidades.

Para a faixa da extrema pobreza, a mais vulnerável, são consideradas as famílias com renda de até R$ 56,62 mensais por pessoa. Esses domicílios são formados por pessoas que não têm uma fonte de recursos advinda do mercado de trabalho formal e por indivíduos sem nenhum tipo de renda.

O Auxílio Emergencial do Governo Federal está presente nas regiões em que o Produto Interno Bruto (PIB), um dos indicadores mais expressivos de crescimento econômico, é mais baixo.

REGIÃO NORDESTE
A região que respondia por 14,5% do PIB nacional em 2017 (segundo o IBGE) e reunia 27,2% da população do País em 2019 recebeu 34,6% dos recursos, num total de R$ 41,8 bilhões, segundo informações consolidadas pela Caixa Econômica Federal.

O destaque na região é a Bahia, que concentra R$ 11 bilhões em pagamentos, quase 10% do valor total. O estado respondia em 2017 por 4,1% do PIB nacional e por 7,1% da população.

REGIÃO NORTE
Com 5,6% do PIB e 8,7% da população brasileira, o Auxílio Emergencial totaliza R$ 13 bilhões, ou mais de 10% do valor total pago. Estado mais populoso da região, o Pará, com 5,2% do PIB nacional e 4,1% da população, recebeu R$ 6,3 bilhões em pagamentos (5,2% do total).

– Essa sempre foi a prioridade do governo do presidente Jair Bolsonaro. É essencial que os recursos do benefício cheguem às regiões, [aos] municípios e [às] pessoas que de fato necessitam desse suporte econômico e social durante a pandemia – afirmou o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

Nas demais regiões, R$44,7 bilhões foram para o Sudeste; 12,7 bilhões, para a Região Sul; e R$ 8,9 bilhões, para o Centro-Oeste.

O investimento do Governo Federal no pagamento do Auxílio Emergencial chegou a R$ 200 bilhões no último dia 18. A marca histórica é alcançada com os créditos de R$ 2,6 bilhões para quatro milhões de cidadãos que nasceram em julho e de R$ 429,5 milhões para os beneficiários do Bolsa Família com o Número de Identificação Social (NIS) final 2. São 67,2 milhões de pessoas beneficiadas com a transferência de recursos do programa criado para reduzir os impactos socioeconômicos causados pela pandemia do novo Coronavírus na população.

Para substituir o Auxílio Emergencial, o Ministério da Economia acelerou os estudos sobre políticas sociais. O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer lançar o Renda Brasil, a ser criado a partir de mudanças no Bolsa Família.

Informações Pleno News


AFP |

Estátua de Lincoln e homem negro ajoelhado é removida de Boston

Uma estátua de Abraham Lincoln ao lado de um escravo ajoelhado recém-libertado foi removida nesta terça-feira (29) em Boston por ordem do gabinete do prefeito, informou o noticiário da televisão local.

O contraste entre o Lincoln totalmente vestido e um homem negro quase nu de joelhos foi considerado humilhante e, em junho, o conselho de artes da cidade decidiu a favor de sua remoção.

“A decisão de remoção reconhece o papel da estátua em perpetuar preconceitos prejudiciais e obscurecer o papel dos negros americanos na luta da nação pela liberdade”, informou o gabinete do prefeito em um comunicado.

Uma petição lançada por um artista local reuniu 12.000 assinaturas para remover a estátua, intitulada “Grupo de Emancipação”.

Instalada em 1879 em uma praça na capital do estado de Massachusetts, a peça era uma réplica de uma estátua instalada em Washington em 1876.

Embora tenha sido financiada por um grupo composto em grande parte por ex-escravos, eles não tiveram a palavra final sobre o projeto do monumento, que deveria homenagear a proclamação de emancipação de Lincoln.

O 16º presidente dos Estados Unidos, apelidado de “Abe Honesto” e o “Grande Emancipador”, baniu a escravidão com o decreto de 1863, em meio à Guerra Civil que havia sido desencadeada pela secessão de estados do sul com a intenção de manter a escravidão.

Na sequência de grandes manifestações raciais neste verão sobre o assassinato de um homem negro pela polícia em Minneapolis, estátuas de Christopher Colombus, Theodore Roosevelt e do general separatista Robert E Lee – foram removidas ou vandalizadas, inclusive em Boston, Nova York, e Washington.


Um estudo feito pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) da China, divulgado na segunda-feira (28), aponta que o número de pessoas infectadas pelo coronavírus em Wuhan, cidade epicentro da pandemia, pode ter sido 10 vezes maior do que o registrado oficialmente.
A estimativa é de que quase 500 mil pessoas se infectaram com o coronavírus em Wuhan, mas os dados oficiais apontam 50,3 mil casos.
Os pesquisadores chegaram à estimativa a partir de amostras de sangue de 34 mil pessoas de Wuhan e de outras cidades chinesas, como Pequim, Liaoning, Xangai, Jiangsu, Guangdong e Sichuan.
Os dados apontam que 4,43% da população de Wuhan havia sido infectada pelo coronavírus (taxa de prevalência de anticorpos) um mês após o país conter a primeira onda de casos.
O percentual equivale a cerca de 487 mil pessoas na cidade que tem 11 milhões de habitantes. Até o domingo (27), as autoridades locais haviam relatado um total de 50.354 casos confirmados da doença na cidade.
Fora de Wuhan, a taxa de prevalência de anticorpos para Covid é menor, e chega a 0,44%, segundo o CDC. De acordo com o órgão, isso indica que a China conseguiu conter o avanço de casos.

Informações: G1


O presidente eleito dos EUA, Joe Biden, recebe 1ª dose de vacina contra a Covid-19 no Hospital ChristianaCare em Newark, no Delawere, nesta segunda (21) — Foto: Leah Millis/Reuters
Foto: Leah Millis/Reuters

O presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, de 78 anos, recebeu nesta segunda-feira (21) a primeira dose da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech.

“Nós devemos muito aos profissionais da saúde, nós devemos muito a vocês”, disse Biden à enfermeira Tabe Masa, responsável pela injeção, após ser vacinado.

A aplicação em público é um esforço para incentivar a vacinação no país. O presidente Donald Trump, de 74 anos, que contraiu a Covid-19 em outubro, ainda não informou se tomará a vacina.

“Eu estou fazendo isso para mostrar que as pessoas têm que estar preparadas para se vacinar assim que for possível”, disse o democrata em um hospital de Newark, no estado de Delaware.

Biden elogiou, em um rápido pronuciamento, o atual governo e a operação Warp Speed – que coordena os esforços pela vacinação contra a Covid-19 nos EUA.

Na semana passada, o atual vice-presidente dos EUA e presidente do Senado norte-americano, Mike Pence, de 61 anos, recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19.

A vice-presidente eleita, Kamala Harris, de 56 anos, anunciou que tomará a vacina logo depois do Natal.

A vacina da Pfizer foi a primeira a ser aprovada no país, ainda no início desta semana. Na segunda (14), hospitais começaram a vacinar profissionais da saúde, idosos e membros do grupo de risco.


Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA) é equivalente à Anvisa

A Agência de Alimentos e Medicamentos (FDA), equivalente à Anvisa, aprovou nesta sexta-feira (18) o uso emergencial da vacina contra o novo coronavírus Sars-CoV-2 desenvolvida pela empresa americana Moderna.

Segundo nota da FDA, a medida prevê a aplicação do imunizante em todo o país apenas em maiores de 18 anos.

“Com a aprovação de duas vacinas, a FDA deu mais um passo crucial na luta contra a pandemia global”, disse o comissário Stephen Hahn. “Por meio de um processo transparente e de revisão científica, duas vacinas foram aprovadas rapidamente, atendendo a rigorosos padrões de segurança”, acrescenta.

A aprovação foi dada um dia depois do comitê científico dar parecer favorável à vacina da Moderna, com 20 votos favoráveis, nenhum contrário e somente uma abstenção. Agora, o imunizante só depende da aprovação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês) para ser aplicado nos americanos.

“Continuamos focados em melhorar a produção para ajudar a proteger o maior número possível de pessoas desta terrível doença”, disse Stéphane Bancel, presidente-executivo da Moderna logo após a decisão da agência.

De acordo com comunicado da empresa, a entrega das doses ao governo dos Estados Unidos começará imediatamente. O presidente americano, Donald Trump, já havia informado na manhã de sexta que a vacina da Moderna estava aprovada. Porém, a FDA ainda não havia dado o aval. Logo depois do anúncio oficial, o republicano parabenizou a multinacional em uma publicação no Twitter.

O contrato da Moderna com o governo americano prevê a entrega de 20 milhões de doses da vacina até o fim de dezembro. Ao todo, o país contará com 200 milhões de doses até o fim de junho de 2021.

Conforme estudos clínicos com mais de 30 mil voluntários que não sofreram efeitos colaterais graves, a eficácia do imunizante da Moderna chega a 94%.

Assim como a vacina da Biontech/Pfizer, que começou a ser aplicada nos EUA na última segunda-feira (14), o imunizante da Moderna usa a inovadora tecnologia de RNA mensageiro (mRNA), uma sequência genética sintética que codifica a proteína spike, espécie de “casca” utilizada pelo coronavírus Sars-CoV-2 para atacar as células humanas.

Ao entrar no organismo, esse mRNA instrui as células a produzirem a proteína, que será reconhecida como agente invasor pelo sistema imunológico e combatida com anticorpos que, mais tarde, servirão para enfrentar uma eventual infecção pelo novo coronavírus. A vacina da Moderna precisa ser conservada em -20ºC.


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Dois profissionais de saúde de um mesmo hospital no Alasca, nos Estados Unidos, desenvolveram reações alérgicas poucos minutos depois de receber a vacina da Pfizer contra a Covid-19. Uma delas precisou ser encaminhada para a Unidade de Terapia intensiva e deve ficar internada até esta quinta-feira (17). A informação foi divulgada pelo jornal The New York Times.


A primeiro funcionária, uma mulher que não tinha histórico de alergias, teve uma reação anafilática, que começou 10 minutos após receber a vacina no Hospital Regional Bartlett, em Juneau, na terça-feira (15). Os sintomas relatados foram uma erupção no rosto e no torso, falta de ar e uma frequência cardíaca elevada.

Informações: Pleno News


O presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), reconheceu a vitória do democrata Joe Biden na eleição dos Eatados Unidos na tarde desta terça-feira (15). Através de nota divulgado pelo Ministério das Relações Exteriores, Bolsonaro cumprimentou Biden.

“Saudações ao Presidente Joe Biden, com meus melhores votos e a esperança de que os EUA sigam sendo “a terra dos livres e o lar dos corajosos”. Estarei pronto a trabalhar com V. Exa. e dar continuidade à construção de uma aliança Brasil-EUA, na defesa da soberania, da democracia e da liberdade em todo o mundo, assim como na integração econômico-comercial em benefício dos nossos povos.”, diz a nota

Após o pronunciamento do presidente brasileiro, o único líder mundial que ainda não reconheceu a vitória de Joe Biden é o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-un.


A coach de saúde norte-americana Eliz Orban compartilhou um momento desagradável em suas redes sociais envolvendo a obrigação do uso de máscara. Segundo ela, o marido e a filha de dois anos do casal, Edeline, não puderam seguir viagem, uma vez que a criança se recusava a permanecer de máscara dentro do avião e, por isso, a família foi convidada a retirar-se da aeronave.

Chorando, Eliz contou a situação pela qual passou com a família em um voo da United Airlines. De acordo com a influenciadora, os sentimentos sobre o ocorrido eram de “confusão, descrença, nojo e humilhação”. Na publicação, ela lembrou que as recomendações da Organização Mundial de Saúde são contra o uso de máscaras em menores de cinco anos.

– Hoje, fomos convidados a deixar o avião depois que ele começou a andar pela pista, eles tiveram que trazê-lo de volta ao portão, porque nossa filha de 2 anos não iria “obedecer” e manter sua máscara. Ela fará 3 [anos] em abril de 2021, para todos que perguntarem. E o que me impressiona ainda mais é que as recomendações OMS são contra máscaras faciais para menores de 5 anos – escreveu.

Eliz relatou que a família seguia para Nova Iorque para participar de uma tradição que eles têm há anos, que é de ver a árvore de Natal Rockefeller. A influenciadora ainda falou da decepção e do transtorno causado pela situação, já que a família teria que esperar até o dia seguinte para receber as bagagens de volta.

– Como nossas malas não foram retiradas do avião (eles pegaram nossa cadeira de criança), temos que esperar até amanhã para que eles entreguem em nossa casa em Breckenridge, que fica a duas horas do aeroporto DIA [que fica em Denver, Colorado]. Definitivamente não vou jantar em Jersey esta noite – completou.

Apesar da OMS realmente não adotar o uso de máscara em crianças menores de cinco anos, a United Airlines afirmou que seguia regras do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), uma agência do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos, que incluem o uso de máscara a todos as pessoas maiores de dois anos.

– A saúde e a segurança de nossos funcionários e clientes é nossa maior prioridade, e é por isso que temos um conjunto de políticas em várias camadas, incluindo a obrigatoriedade de que todos a bordo que tenham de dois anos ou mais usem uma máscara – disse a companhia.

Sobre o caso envolvendo a influenciadora, a companhia declarou que está “investigando esse incidente específico e entramos em contato com a família. Também reembolsamos os bilhetes e devolvemos a cadeirinha e as malas.” A companhia aérea também negou que a família tenha sido banida da United Airlines para sempre, como disse Eliz no vídeo.

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Reuters/Michael Weber/Imago Imagens/Direitos reservados

Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), órgão de saúde dos Estados Unidos, anunciou neste domingo (13) a aprovação da vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelas farmacêuticas Pfizer e BioNTech. A imunização deve começar nesta segunda-feira (14).

Em nota, o diretor do CDC, Robert R. Redfield, comemora a aprovação do imunizante em momento crítico, de nova alta de casos do novo coronavírus nos EUA. Neste sábado, o país registrou 3.309 mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas.

“Ontem à noite, tive o orgulho de assinar a recomendação do Comitê Consultivo em Práticas de Imunização para usar a vacina Covid-19 da Pfizer em pessoas com 16 anos ou mais. Esta recomendação oficial do CDC segue a decisão da FDA de sexta-feira de autorizar o uso emergencial da vacina”, diz Redfield.

E prossegue: “Como os casos de Covid-19 continuam a aumentar em todos os EUA, a recomendação do CDC chega em um momento crítico. A vacinação inicial está programada para começar na segunda-feira, e esta é a próxima etapa em nossos esforços para proteger os americanos, reduzir o impacto da pandemia e ajudar a restaurar a normalidade em nossas vidas e em nosso país.”

Na avaliação do órgão, publicada neste domingo, a vacina da Pfizer tem alta eficácia em todas as faixas de idade, sexo, raça, etnia e entre pessoas com “condições médicas subjacentes”, bem como entre participantes com evidência de infecção anterior pelo Sars-CoV-2.

“Embora números de hospitalizações e mortes observadas foram baixas, os dados eram consistentes com risco reduzido para esses desfechos graves entre as pessoas vacinadas em comparação com o placebo”, diz nota do CDC.

Fonte: G1

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