Em Nova Iorque, o presidente Jair Bolsonaro aproveitou a noite do domingo (19) para comer pizza na calçada de um restaurante próximo ao local em que está hospedado. A pizzaria não possui espaço interno para refeições. Os clientes fazem os pedidos no balcão e retiram os produtos para viagem. No jantar, Bolsonaro esteve acompanhado de parte da comitiva que o acompanha na viagem. O grupo está na cidade para participar da Assembleia-Geral das Nações Unidas (ONU). As imagens do presidente e seus auxiliares comendo pizza na calçada foram publicadas pelo ministro do Turismo, Gilson Machado, nas redes sociais.
Além dele, também participaram do jantar o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, o ministro da Justiça, Anderson Torres, o ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, e chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos.
As regras nova-iorquinas estabelecem que restaurantes da cidade confiram se os clientes estão vacinados contra a Covid-19 antes de atendê-los em espaços internos.
“Me prenda e esta noite eu irei comer”, grita a mulher com policiais
Enfermeira se acorrenta nas grades da Casa Rosada, na Argentina Foto: Reprodução/Twitter
Em mais um triste episódio da crise na Argentina, uma enfermeira se acorrenta no portão da Casa Rosada, sede da presidência da República do país, em Buenos Aires, pedindo para ser presa. Ela não cometeu nenhum delito, mas precisa comer e acredita que apenas na prisão terá esse direito.
– Me prendam! O que vocês querem? Que eu assalte um banco? Eu quero comer! – gritou a mulher a policiais e seguranças que tentavam contê-la.
A enfermeira conta que é diabética e, na prisão, além de comida, receberia os medicamentos que precisa. Em desespero, ela também reclama que seus anos de profissão não a ajudaram a ter condições financeiras melhores.
– Desde os 20 anos eu estudo enfermagem . Estudo, estudo e estudo. Trabalho na UTI, salvo vidas, a sua [do policial] e a de qualquer um que receber um disparo. Já atendi policiais e salvei a vida deles. Ajudei a trazer vidas ao mundo. Me prenda e esta noite eu irei comer – disse.
O presidente Alberto Fernández sofreu uma dura derrota nas eleições primárias do último domingo (12), o que demonstrou o descontentamento crescente com os rumos do governo nos últimos meses: inflação, desemprego e a relação com o Fundo Monetário Internacional [FMI]. Essas questões despertam a ira da povo, que vivem os reflexos de uma recessão no país há três anos e meio.
EUA admitem erro em ataque com drones que matou civis no Afeganistão Foto: EFE/EPA/JIM LO SCALZO
Nesta sexta-feira (17), o chefe do Comando Central dos EUA, general Frank McKenzie, afirmou que um ataque com drones realizado no Afeganistão no dia 29 de agosto “foi um erro”. A declaração foi dada durante uma entrevista coletiva.
– O ataque ocorreu com a convicção de que poderia evitar uma ameaça iminente a nossas forças e aos que tentavam fugir [do Afeganistão] pelo aeroporto, mas foi um erro e ofereço minhas mais sinceras desculpas – afirmou.
Dois dias antes do ataque com drones, o Estado Islâmico realizou um atentado no aeroporto de Cabul, matando cerca de 180 pessoas.
Ainda nesta sexta, o secretário de Defesa, Lloyd Austin, falou sobre o ataque em uma nota enviada a imprensa e também se desculpou pelo ataque.
– Nós pedimos desculpas, e vamos nos esforçar para aprender lições deste erro horrível (…) Quando temos razões para acreditar que tiramos as vidas de inocentes, nós investigamos e, se foi o caso, admitimos. Mas também precisamos trabalhar duro para evitar repetições [destes casos] — não importando as circunstâncias, o fluxo de inteligência e as pressões operacionais sob as quais trabalhamos (…) Devemos isso às vítimas e às pessoas que as amavam, ao povo americano e a nós mesmos – destacou.
O jornal The New York Times informou que os americanos acreditavam que um carro parado na residência da família continha explosivos que seriam utilizados em um novo ataque do Estado Islâmico. A informação, no entanto, estava errada.
Futuros pilotos de aeronaves militares como os F-35s são treinados na Base Aérea de Laughlin
O que começou como uma preocupação de um grupo de ambientalistas do Texas levou à criação de uma lei estadual para proteger a “infraestrutura crítica” contra “nações hostis” aos Estados Unidos.
A chamada Lei de Proteção de Infraestrutura Lone Star, que entrou em vigor em julho, cobre especificamente empresas da China, Rússia, Coreia do Norte e Irã, e as proíbe de acessar infraestruturas como a rede elétrica, o sistema de água e a cibersegurança.
No entanto, a coautora da lei, a senadora estadual Donna Campbell, não faz segredo de que a ideia veio especificamente da presença do magnata chinês Sun Guangxin no Condado de Val Verde, próximo à fronteira mexicana.
Desde 2016, o empresário e ex-militar comprou 140 mil hectares em uma área cruzada pelo Devils, um dos rios mais intactos do Texas e que abriga várias espécies ameaçadas de extinção, e onde também fica a Base Aérea de Laughlin, um campo de treinamento para pilotos militares.
O preço estimado do terreno é de US$ 110 milhões, de acordo com um relatório recente da Forbes.
Depois de investigar os investimentos de Sun em Val Verde, Campbell concluiu que a investida “parece um cavalo de Troia”, disse ela à rede norte-americana CNBC.
E acrescentou: “Se países hostis invadirem nossa infraestrutura, pode ser catastrófico.”
Quem é Sun Guangxin?
De acordo com a Forbes, Sun é um exemplo de bilionário que fez sua própria fortuna.
Ele nasceu em 1962 em Xinjiang, região do noroeste do país que nos últimos anos tem sido notícia por acusações de abusos e até genocídio contra a etnia uigur muçulmana por parte do governo chinês.
Ele serviu no exército e em 1979 lutou na Guerra Sino-Vietnamita, na qual chegou ao posto de capitão.
GettySun Guangxin
El “mil millonario reservado”
US$2.100 milloneses su patrimonio neto
1.750es su puesto en la lista de las personas más ricas del mundo
293es su puesto en el ranking de personas más ricas de China
Fuente: Forbes
Após seu retorno, ele se estabeleceu em Urumchi, capital de Xinjiang, e se tornou um empresário do setor gastronômico. Em seguida, ele diversificou sua carteira de investimentos para áreas tão diversas quanto importação de equipamentos de perfuração de petróleo e imóveis.
O fator comum sempre foram seus contatos com empresários, militares e membros influentes do Partido Comunista, ao qual Sun pertence, escreve James Millward, professor de história da Universidade de Georgetown, nos EUA, em seu recente livro Eurasian Crossroads(“Encruzilhadas da Eurásia”, em tradução livre).
Sun virou presidente do Grupo Guanghui, “um conglomerado em expansão que gerou mais de US$ 29 bilhões em receitas no ano passado e que emprega mais de 108 mil pessoas”, diz Forbes.
A revista, que o chama de “bilionário secreto”, estima o patrimônio líquido da Sun em US$ 2,1 bilhões, colocando-o na posição 1.750 na lista das pessoas mais ricas do mundo e em 293 na lista chinesa.
De ameaça ecológica a militar
Os primeiros a notar a presença de Sun foram os ambientalistas do grupo Devils River Conservation (RDC), que em 2017 ficaram alarmados com algo que à primeira vista pode parecer benéfico ao meio ambiente: a criação de um parque eólico.
Segundo a RDC, eles não se opõem às energias renováveis, mas sim à localização do projeto em uma área de interesse natural
Como a RDC explica em um comunicado publicado em junho, eles estavam inicialmente preocupados com “os impactos sobre um aquífero (recurso de água subterrânea) local, espécies ameaçadas, bacias de observação da natureza selvagem, valores de propriedade privada, céus escuros, pássaros migratórios e morcegos”.
No entanto, mais tarde eles ampliaram suas preocupações para “questões de segurança nacional, com a base da Força Aérea e a rede Ercot”, isto é, a organização que opera a rede elétrica do Texas.
Foram esses argumentos que finalmente chamaram a atenção dos políticos.
Desde o ano passado, diversos parlamentares estaduais e nacionais declararam à imprensa que os cataventos buscam desde a coleta de inteligência militar até a prevenção do treinamento de pilotos, ou que conectando-se o parque eólico à rede elétrica do Texas seria possível desencadear um ciberataque, alterar o fornecimento de energia e causar interrupções deliberadas.
Em julho de 2020, por exemplo, os senadores texanos Ted Cruz e John Cornyn, junto com o ex-congressista Will Hurd, enviaram uma carta ao então secretário do Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, pedindo que investigasse o parque eólico.
“Há preocupação com um projeto ligado ao Partido Comunista da China que fica tão perto da área de treinamento dos pilotos que pode ameaçar nossa vantagem competitiva e nossa segurança nacional”, diz a carta.
Especificamente, se pediu que o Comitê de Investimento Estrangeiro dos Estados Unidos (Cfius) investigasse os riscos potenciais à segurança nacional, o que foi feito. Mas, para descontentamento das autoridades locais, o projeto foi aprovado nas fiscalizações federais no final do ano.
“Por que permitimos que uma empresa chinesa faça esse projeto nos EUA? Um ex-general americano não poderia fazer esse tipo de projeto na China”, disse Hurd à revista Foreign Policy no ano passado.
O senador americano Ted Cruz é um dos políticos que se manifestou contra o parque eólico de Sun
Stephen Lindsey, porta-voz de uma das subsidiárias americanas do Guanghui Group, a GH America, disse à Forbes que o parque eólico de Sun recebeu aprovação federal por que cumpria a estrutura regulatória do Estado.
Por sua vez, Lindsey disse que a GH America espera que a nova lei do Texas não afete seu plano de negócios.
Nesse sentido, Campbell reconheceu à imprensa que a lei não é retroativa, mas afirma estar trabalhando para barrar o projeto, que ela considera preocupante.
Outra explicação
Durante anos, a ostentação era vista como algo negativo na China. Ainda hoje, os empresários milionários enfrentam regulamentações governamentais cada vez mais severas.
O caso mais famoso é o de Jack Ma e seu gigante do comércio eletrônico Alibaba, que em abril foi multado em US$ 2,8 bilhões por abusar de sua posição no mercado chinês durante anos.
Tal é a influência desta e de outras empresas que diversos analistas disseram à BBC que há uma mensagem política por trás do crescente antagonismo do governo com empreendimentos privados: nada pode ser maior ou mais poderoso na vida dos cidadãos chineses do que o Partido Comunista.
É por isso que o jornalista John Hyatt, um especialista bilionário da Forbes, especula: “Sun pode apenas estar querendo tirar dinheiro da China, como muitos de seus compatriotas”.
O reverendo foi símbolo do crescimento do cristianismo no país em meio ao pós-guerra
Pastor David Yonggi Cho sofreu hemorragia cerebral Foto: Reprodução / Youtube
Morreu aos 85 anos o reverendo David Yonggi Cho, fundador da maior igreja da Coreia do Sul e símbolo do crescimento do cristianismo no pós-guerra do país. O líder cristão estava hospitalizado desde 2020 em Seul devido a uma hemorragia cerebral, mas não resistiu, vindo à óbito nesta terça-feira (14). Seu velório está marcado para ocorrer no próximo sábado (18).
Yonggi Cho começou a igreja Yoido Full Gospel Church, em Seul, no ano de 1958, com apenas cinco membros. A congregação foi marcada por um crescimento explosivo, chegando, em 1993, a ter mais de 700 mil fiéis e entrando para o Guinness World Records como a maior igreja do planeta.
– Ele transmitiu o evangelho de esperança ao povo coreano, que caiu em desespero após a Guerra da Coreia (1950-1953). Yonggi Cho foi fundamental para o crescimento da igreja coreana, particularmente desenvolvendo a Yoido Full Gospel Church como a maior igreja do mundo – relembrou a igreja em comunicado.
Atualmente, a congregação contabiliza cerca de 600 mil membros e não sabe afirmar se continua sendo a maior igreja do mundo. Ainda assim, é a maior protestante do país, com ao menos 400 pastores e evangelistas, além de 500 missionários no exterior.
Quando David Yonggi Cho inaugurou a Yoido Full Gospel Church, o país era marcado pela doutrina confucionista, baseada em um sistema filosófico chinês. Mas, segundo censo governamental de 2015, a maior religião do país era o protestantismo, com cerca de 9,7 milhões de adeptos, quase 20% dos 49 milhões de habitantes.
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e os ex-presidentes Barack Obama e Bill Clinton participaram hoje (11), em Nova York, de cerimônia que marcou os 20 anos dos atentados de 11 de setembro. A Bandeira dos Estados Unidos foi levada até o memorial de Manhattan, local onde estavam as duas torres gémeas que caíram durante os ataques.
Quase 3 mil pessoas, cujos nomes foram lembrados na cerimônia, morreram nos ataques.
Um momento de silêncio foi observado às 8h46 (horário local), hora precisa em que o primeiro avião, desviado pelos terroristas da Al Qaeda, bateu na Torre Norte.
Em mensagem de vídeo divulgada na sexta-feira (10), o presidente Joe Biden pediu a união dos americanos. ” Testemunhamos as forças mais sombrias da natureza humana, medo, raiva, ressentimento e violência, e vimos a unidade nacional. aprendemos que a unidade é a única coisa que nunca deve ser quebrada. Unidade é o que torna o que somos, a América no seu melhor. Para mim, essa é a lição central do 11 de Setembro”.
Barack Obama
O ex-presidente Barack Obama lembrou os “heróis” do 11 de setembro de 2001, bem como os dos anos que se seguiram.
Ele destacou que a imagem que ficou daquele dia, juntamente com a da mulher, Michelle, não foram os destroços e a destruição, “mas as pessoas”.
Citou os bombeiros que subiram as escadas, enquanto outros corriam, e os voluntários que cruzaram o país nos dias que se seguiram.
Atentados
Em 11 de setembro de 2001, dois aviões de passageiros bateram, com alguns minutos de intervalo, nas torres gêmeas do World Trade Center, em Nova York, provocando o seu desabamento poucas horas após o impacto.
Um terceiro avião pilotado por terroristas colidiu pouco depois contra o edifício do Pentágono e um quarto avião caiu em um descampado em Shanksville, no estado da Pensilvânia, após os passageiros e tripulantes terem tentado tomar o controle do aparelho.
Os atentados praticados por membros do grupo terrorista Al Qaeda causaram a morte de cerca de 3 mil pessoas.
Agência Brasil com informações da RTP – Rádio e Televisão de Portugal
O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (Acnur) disse, nesta sexta-feira (10), que a reação do Talibã a marchas pacíficas no Afeganistão é cada vez mais violenta, já que as autoridades usam munição letal, cassetetes e chicotes e já causaram a morte de pelo menos quatro manifestantes.
Protestos e manifestações, muitas vezes liderados por mulheres, representam um desafio para o novo governo islâmico do Talibã, que tenta consolidar seu controle desde que ocupou a capital Cabul há quase um mês.
“Vemos uma reação do Talibã que, infelizmente, é severa”, disse Ravina Shamdasani, porta-voz de direitos humanos da Organização das Nações Unidas (ONU), em Genebra, acrescentando que a entidade documentou a morte de quatro manifestantes a tiros.
Ela disse que alguns ou todos podem ter resultado de tentativas de dispersar manifestantes com disparos. Segundo a porta-voz, a ONU também recebeu relatos de buscas de participantes dos protestos de casa em casa. Jornalistas que cobrem as manifestações também são intimidados.
Ravina contou que, enquanto era chutado na cabeça, um jornalista teria ouvido a seguinte frase: “você tem sorte de não ter sido decapitado”. Há muita intimidação de jornalistas simplesmente tentando fazer seu trabalho, afirmou.
Jason Miller foi abordado por ordem do ministro Alexandre de Moraes, do STF
Jason Miller Foto: Reprodução/Jovem Pan
Ex-assessor de Donald Trump, Jason Miller foi interceptado pela Polícia Federal (PF) nesta terça-feira (7), a mando do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em entrevista ao programa Pingos nos Is, da rádio Jovem Pan, Miller falou sobre o episódio e relatou o que ocorreu durante as três horas de interrogatório pela qual passou.
A decisão de Moraes está no âmbito do inquérito dos atos antidemocráticos e tinha como objetivo descobrir se Miller teve participação na organização das manifestações de ontem. Outro americano, chamado Gerald Almeida Brant, também foi interrogado no aeroporto.
Durante sua entrevista, Miller relatou que os agentes que o questionaram não falavam inglês e que uma funcionária do aeroporto precisou atuar como tradutora.
– Eles falaram que eu não estava preso, mas que não estava autorizado a ir embora – apontou.
Ao ser indagado sobre o que foi questionado pelos agentes, o ex-assessor falou sobre a situação insólita pela qual passou.
– Eles colocaram um pedaço de papel na minha frente. Era uma ordem da Justiça, acredito do [ministro Alexandre de] Moraes. Então disseram que eles queriam me perguntar sobre duas investigações sigilosas (…) Eu nem conseguia entender o que estava acontecendo. Então disserem que se eu assinasse os papéis, poderiam ir. Eu não falo português e eles queriam que eu assinasse um papel – apontou.
Donald Trump Jr. participou a Conferência Conservadora no Brasil
Donald Trump e seu filho, Donald Trump Jr. Foto: Reprodução
Um dos convidados da Conferência de Ação Política Conservadora neste sábado (4), Donald Trump Jr, filho do ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump, mostrou preocupação com as eleições no Brasil em 2022. Durante sua participação no evento, ele sugeriu que a China pretende substituir o presidente Jair Bolsonaro por um presidente socialista.
O discurso de Donald Trump Jr. foi feito por meio virtual, já que ele não pode comparecer ao Brasil. Ao falar do pleito, o filho de Trump falou em dois lados, em referência a Jair Bolsonaro e ao ex-presidente Lula.
– Vocês vão no caminho do socialismo ou permanecem fortemente para a liberdade? (…) As exportações que vão do Brasil para a China são uma ‘linha da vida’ para a China. Então, se você não acredita que eles não estão fazendo que puderem para ter um governo socialista que eles possam manipular aí, alguém que seja suscetível suas maluquices…. se você não acha que a China tem planos para isso, para seu inimigo no ano que vem, então você não está assistindo nada – ressaltou.
Ele também afirmou que a população brasileira não pode aceitar governos tirânicos.
– Não é um campo justo, não é uma luta justa. Tem instituições com trilhões de dólares reprimindo nossas crenças, nossas ideias ao mesmo tempo que estão alimentando essas ideias socialistas. Temos que falar alto, temos que não ter medo de falar contra o futuro desses governos tirânicos que querem nos impor – destacou.
Donald Trump Jr. também aproveitou a fala para criticar o atual presidente dos EUA, Joe Biden, pela questão do Afeganistão.
– Estamos assistindo comboios de talibãs voando helicópteros americanos, dirigindo carros americanos. Armamos o inimigo, que vai usar as mesmas armas para reprimir, mulheres, crianças e seus inimigos políticos (…) O talibã olha para Joe Biden e vê um homem que não consegue subir escadas, que não consegue fazer um discurso inteiro, que não consegue lembrar o nome do seu secretário de Defesa – apontou.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) paralisou na tarde deste domingo (5) o jogo entre Brasil e Argentina pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Posteriormente, o árbitro decidiu encerrar a partida. A decisão de paralisar o jogo foi tomada após quatro jogadores argentinos entrarem em campo, mesmo com a determinação da agência de que teriam de cumprir isolamento no hotel para serem deportados para a Argentina.
Sem citar os nomes dos jogadores, a agência informou que os jogadores teriam descumprido as regras sanitárias brasileiras segundo as quais “viajantes estrangeiros que tenham passagem, nos últimos 14 dias, pelo Reino Unido, África do Sul, Irlanda do Norte e Índia, estão impedidos de ingressar no Brasil”. Diante da situação, há possibilidades de os jogadores serem deportados do país.
“Após reunião com as autoridades em saúde, confirmou-se, após consulta dos passaportes dos quatro jogadores envolvidos, que os atletas descumpriram regra para entrada de viajantes em solo brasileiro, prevista na Portaria Interministerial nº 655, de 2021”, informou, em nota, a Anvisa, referindo-se aos viajantes que chegaram ao Brasil em voo de Caracas/Venezuela com destino a Guarulhos.
A Anvisa informa que considera a situação “risco sanitário grave”, motivo pelo qual orientou as autoridades em saúde locais “a determinarem a imediata quarentena dos jogadores, que estão impedidos de participar de qualquer atividade e devem ser impedidos de permanecer em território brasileiro”.
O jogo estava previsto para começar às 16h na Neo Química Arena, em São Paulo pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. O Brasil lidera a competição de forma isolada com 21 pontos.
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) publicou em suas redes sociais que o árbitro encerrou a partida entre Brasil e Argentina e a partida está suspensa. O árbitro e um comissário da partida levarão um relatório à Comissão Disciplinar da Fifa, que determinará quais serão os próximos passos. “Estes procedimentos seguem estritamente as regulamentações vigentes”, informou a entidade. “As Eliminatórias da Copa do Mundo são uma competição da Fifa. Todas as decisões que se tratam da sua organização e e o desenvolvimento são poderes exclusivos dessa instituição.”