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Um casal foi agredido em um restaurante em Curitiba, no Parná, na noite da quarta-feira (9), depois que o homem teve uma crise de tosse após engasgar. Outro cliente do local desconfiou que ele estava com covid-19 e começou a hostilizá-lo. 

“Quando eu consegui levantar da mesa, ele comentou: ‘você está com covid-19’. Eu falei, ‘não, não estou com covid-19’. Ele disse que os familiares dele estavam internados e que estar ali era uma falta de respeito”, disse a vítima ao jornal Bom Dia, Paraná, sem se identificar.

Ele a a mulher receberam socos e pontapés. “Eu achei um absurdo. Eu penso que se eu tenho preocupação com relação ao vírus, não quero me expor para pegar o vírus, eu fico em casa. Imagine se eu vou ao mercado, à farmácia, e vejo alguém tossindo, espirrando, eu vou encher a pessoa de bordoada e vou acusar ela de Covid?!”, comentou a esposa.

Antes de ir embora, o agressor chegou a se desculpar. A matéria diz que o homem atacado perdeu o pai de covid-19 há cerca de três meses. Abalado com o episódio, ele registrou boletim de ocorrência e vai fazer exame de corpo de delito no IML. A Polícia Civil investiga o caso.


Polícia indicia 6 pessoas pela morte de autônomo em loja do Carrefour |  G7News

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul indiciou seis pessoas pela morte do autônomo João Alberto Silveira Freitas, espancado por seguranças de uma loja do supermercado Carrefour, em Porto Alegre, no dia 19 de novembro deste ano.

Além dos seguranças Giovane Gaspar da Silva e Magno Braz Borges, que foram filmados espancando Freitas, a delegada Roberta Mariana Bertoldo da Silva também indiciou por homicídio triplamente qualificado a funcionária Adriana Alves Dutra e outros três empregados da rede de hipermercados: Paulo Francisco da Silva; Kleiton Silva Santos e Rafael Rezende.

Em vídeos gravados por testemunhas, Adriana aparece filmando as agressões de Silva e Borges contra Freitas e ameaçando pessoas que usavam seus celulares para registrar os fatos. Nas filmagens, Francisco é flagrado impedindo a mulher de Freitas de se aproximar do marido, enquanto Santos e Rezende ajudam Silva e Borges a imobilizar o autônomo que, em dado momento, alerta que não consegue respirar com os seguranças sobre ele.

“A conclusão do inquérito faz uma construção que consegue, através das provas coletadas, trazer elementos que deixam nítido que há sim um tratamento desumano e degradante naquela ação”, disse a delegada-chefe da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Nadine Farias Anflor, a respeito das conclusões apresentadas pela delegada Roberta Mariana.

Com base nas provas reunidas no âmbito do inquérito policial, os seis réus foram indiciados por homicídio qualificado cometido por motivo torpe, por meio da asfixia da vítima, que não teve como se defender. Em seus depoimentos, eles asseguraram que Freitas teria dado início à confusão, ameaçando funcionários e clientes da loja. 

Câmeras de segurança registraram o momento em que, ao ser escoltado para fora do estabelecimento, o autônomo atinge Silva com um soco, sendo logo imobilizado por Borges, enquanto Silva passa a desferir uma série de golpes contra sua cabeça.


Mario Frias, secretário especial de Cultura do governo federal — Foto: Roberto Castro/ Mtur
Foto: Roberto Castro/ Mtur

A Secretaria de Comunicação da Presidência divulgou uma nota nesta sexta-feira (11) na qual informou que o secretário de Cultura do governo federal, Mário Frias, foi levado a um hospital de Brasília com “princípio de infarto”.

De acordo com a Secom, Frias foi submetido a um cateterismo. A secretaria não detalhou, contudo, o estado de saúde do secretário.

Mário Frias foi levado para o hospital Santa Lúcia Norte, na Asa Norte. Procurado, o hospital informou que não poderia passar mais informações.

Mario Frias foi nomeado secretário de Cultura em 19 de junho. O ator sucedeu no cargo a também atriz Regina Duarte, que permaneceu à frente da secretaria por menos de dois meses.

Informações: G1


Foto: MS/Erasmo Salomão

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pretende requisitar vacinas Foto: MS/Erasmo Salomão
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, publicou no Twitter que o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, está preparando uma Medida Provisória para ‘requisitar’ todas as vacinas contra a Covid-19 que estiverem no Brasil – tanto as importadas quanto as produzidas em solo nacional, como no caso da Coronavac, fabricada no Instituto Butantan.

– O ministro Pazuello me informou que será editada uma Medida Provisória que vai tratar dessa centralização e distribuição igualitária das vacinas. Toda e qualquer vacina certificada que for produzida ou importada será requisitada pelo Ministério da Saúde – disse o governador.
Caiado também defendeu que, com esta MP, “nenhum estado vai fazer politicagem e escolher quem vai viver ou morrer de Covid”, em referência clara ao movimento do governador de São Paulo, João Doria, que já anunciou a fabricação do imunizante e até o início da aplicação da vacina na população do estado.

A MP que está prestes a ser editada irá atrapalhar os planos de Doria. Em conversa com a jornalista Natuza Nery, da GloboNews, Doria acusou Caiado de seguir a “insanidade de Bolsonaro”.

– A insanidade de Bolsonaro foi adotada por Caiado. Triste o país que tem homens públicos que pensem assim. Negando a pandemia, promovendo a discórdia e abandonando seu povo – afirmou.

Informações: Pleno News


O Ministério da Saúde informou nesta quinta-feira (10) que confirma a existência do primeiro caso de reinfecção por Covid-19 no Brasil. O caso, de acordo com a assessoria da pasta, é de uma profissional da área da saúde, de 37 anos, que reside em Natal, no Rio Grande do Norte. Ela teve a doença em junho, se curou, e teve resultado positivo novamente em outubro.

– As análises realizadas permitem confirmar a reinfecção pelo vírus SARS-CoV-2, após sequenciamento do genoma completo viral que identificou duas linhagens distintas – trouxe o comunicado.

O Ministério explicou que, na quarta-feira (9), a Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério recebeu relatório do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo da Fiocruz, no Rio de Janeiro, que é um Laboratório de Referência Nacional para a covid-19 no Brasil, – contendo os resultados laboratoriais de duas amostras clínicas de um caso suspeito de reinfecção da doença.

As duas amostras foram enviadas ao Laboratório, onde houve a confirmação dos resultados em tempo real. No intervalo entre as duas amostras, foi realizada uma coleta no dia 8 de setembro, que apresentou resultado não detectável pelo Instituto de Medicina Tropical (IMT) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

A amostra não detectável não foi encaminhada ao Laboratório de Referência Nacional, segundo o Ministério. A pasta enfatizou que esse resultado foi fruto de um trabalho integrado entre vigilância epidemiológica e laboratorial das três esferas do governo, universidades, Laboratórios Centrais de Saúde Pública e Laboratório de Referência Nacional.

O Ministério da Saúde aproveitou o comunicado para alertar que o caso reforça a necessidade da adoção do uso contínuo de máscaras, higienização constante das mãos e o uso de álcool em gel.

– O Governo Federal está buscando o mais rápido possível a vacina confiável, segura e aprovada pela Anvisa, para que todos os brasileiros que desejarem possam ser imunizados – trouxe o comunicado ao final.

*Estadão


O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (10) que a escolha de reitores de universidades federais e instituições federais de ensino superior deve seguir a lista tríplice organizada pelas entidades.

Fachin tomou a decisão ao analisar um pedido da Ordem dos Advogados do Brasil para que o presidente Jair Bolsonaro fosse obrigado a escolher os primeiros colocados na lista tríplice. A OAB pediu ainda que fossem anuladas as nomeações que não seguissem esse critério.

A Lei 9.192, de 1995, define que o presidente da República escolherá como reitor e vice-reitor de universidades federais nomes escolhidos em lista tríplice, elaborada pelo “respectivo colegiado máximo”. A lei não estabelece, entre os três, quem deve ser escolhido.

Entre janeiro e agosto do ano passado, das 12 nomeações de reitores de universidades, em cinco o escolhido não estava em primeiro lugar na lista, e uma (temporária) foi indicada fora da lista.

Ao analisar a ação da OAB, Fachin ressaltou que a escolha do presidente da República tem que ser, necessariamente, entre os nomes nas listas tríplices.

“O ato administrativo de escolha dos Reitores de universidades públicas federais […] define um regime de discricionariedade mitigada, no qual a escolha do chefe do Poder Executivo deve recair sobre um dos três nomes que reúnam as condições de elegibilidade, componham a lista tríplice e tenham recebido votos do colegiado máximo da respectiva universidade federal”, escreveu Fachin na decisão.

Informações: G1

Ministro Edson Fachin, do STF — Foto: Bruno Rocha/FotoArena/Estadão Conteúdo
Foto: Bruno Rocha/FotoArena/Estadão Conteúdo


Auxílio emergencial, Caixa Econômica Federal
Foto: Marcello Casal

As compras com cartão de débito virtual do auxílio emergencial superaram os saques em espécie e o pagamento de boletos em quase quatro vezes, divulgou hoje (10) a Caixa Econômica Federal. Desde o pagamento das primeiras parcelas do benefício, em abril, ocorreram 184,8 milhões de transações com o cartão de débito virtual, contra 47,6 milhões de retiradas em espécie.

Nos últimos oito meses, houve 123,3 milhões de operações de pagamentos de boletos, 37,8 milhões de pagamentos de contas residenciais (água, luz, gás e telefone) e 30,1 milhões de transferências para outras contas da Caixa. Também houve 26 milhões de transferências para contas de outros bancos.

Todas as transações são feitas por meio do aplicativo Caixa Tem. No caso do saque em espécie, o beneficiário usa o aplicativo para gerar uma autorização para a retirada.

Segundo o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, os números mostram que o banco conseguiu instituir a cultura de transações digitais entre os beneficiários do auxílio emergencial, reduzindo a presença física nas agências. “A nossa estratégia funcionou, exatamente neste momento de pandemia, com um número bem menor de pessoas indo às agências”, disse.

As estatísticas referem-se ao número de transações. Em relação aos valores movimentados, o banco divulgou apenas os dados das compras com cartão de débito virtual, que somaram R$ 47,6 bilhões desde abril. Desse total, R$ 35,5 bilhões foram gastos com compras em lojas virtuais e R$ 12,1 bilhões foram desembolsados com o pagamento por meio de código QR (versão avançada do código de barras) em estabelecimentos comerciais parceiros.

Acumulado

Em oito meses de pagamento do auxílio emergencial, a Caixa desembolsou R$ 273 bilhões para 67,9 milhões de brasileiros. Desse total, a maior parte, R$ 142,6 bilhões, foi paga a trabalhadores informais que pediram o benefício por aplicativo; R$ 88,9 bilhões, a beneficiários do Bolsa Família, e R$ 41,5 bilhões a pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico).

Ao todo, 107,9 milhões de brasileiros pediram o auxílio emergencial de abril até o fim do prazo, em 2 de julho. Do total, 67,9 milhões tiveram o cadastro aprovado e 41,3 milhões tiveram o benefício rejeitado.

Calendário

Hoje (10), a Caixa começou a depositar a última parcela do auxílio emergencial extensão, de R$ 300 (R$ 600 para mães solteiras), para os beneficiários do Bolsa Família. O dinheiro será pago até 23 de dezembro, por meio dos meios tradicionais usados no programa social. Essa categoria encerrará o ano tendo recebido nove parcelas de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras) e três parcelas com metade do valor.

Os últimos beneficiários do ciclo 5, nascidos em novembro e dezembro, receberão o auxílio emergencial na conta poupança digital amanhã (11) e sábado (12), respectivamente. O depósito para os beneficiários do ciclo 6 será feito a partir de domingo (13) até o dia 29, com base no mês de nascimento. O saque em espécie para esses dois ciclos começará no dia 19 e irá até 27 de janeiro. Até lá, o dinheiro só poderá ser movimentado por meio do aplicativo Caixa Tem.


Foto: PR/Alan Santos

O presidente Jair Bolsonaro foi aplaudido por apoiadores, na tarde desta quinta-feira (10), após inaugurar 27 quilômetros da duplicação da BR-116, no município de Barra do Ribeiro, no Rio Grande do Sul. Bolsonaro dirigiu o famoso Camaro da Polícia Rodoviária Federal para inaugurar a pista.

Bolsonaro não fez discurso oficial para a imprensa neste evento.

O presidente chegou de helicóptero ao local, um grande grupo de apoiadores o aguardava. Ele também foi recepcionado por motociclistas do Moto Grupo Piratas da Lagoa.

Mais cedo, o presidente fez a entrega simbólica da nova ponte do Guaíba. Em discurso, Bolsonaro destacou o papel do Ministério da Economia durante a pandemia. “Levou ajuda na veia de quem precisava”, classificou o presidente.

– 67 milhões de brasileiros precisavam disso. Salvamos milhões de empregos ajudando empresas. Não poupamos esforços para mandar recursos – apontou.

Informações: Pleno News


Foto:  MS/Erasmo Salomão

Nesta quinta-feira (10), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o governo federal pretende imunizar todos os brasileiros contra a Covid-19 no ano que vem. A declaração foi dada durante uma entrevista à Rádio Jovem Pan.

Pazuello foi questionado sobre o prazo estipulado pelo governo para que toda a população do país seja vacinada. Ele disse então que a ideia é chegar ao segundo semestre do ano que vem com “bastante cobertura”.

– [O prazo é) 2021. Acreditamos que a gente chegue aí a metade de 2021, início do segundo semestre, já com bastante cobertura. E a gente tem que compreender que a vacina (…) Quando conseguirmos vacinar o suficiente para reduzir o contágio, a gente começa a entrar na normalidade – ressaltou.

O ministro, no entanto, ressaltou que não é necessário vacinar todos os brasileiros para se ter um efeito das estratégias de vacinação.

– Não tem que esperar vacinarmos 215 milhões de pessoas para ter os efeitos de uma estratégia de vacinação. Ela visa imunizar grupos de pessoas que vão trazer a contaminação para níveis bem razoáveis. Temos que compreender que vamos conviver com o coronavírus (…) Como convivemos com outras doenças (…) E vamos ter que vacinar periodicamente – destacou.

Ele ainda comentou a questão da Coronavac e disse que o governo planeja comprar a vacina caso ela seja aprovada e esteja “com o preço dentro da lógica correta”.

– Tem muita fumaça nessa discussão (…) Nunca deixamos de fazer conversas particulares e acompanhamentos com o Instituto Butatan. Temos um memorando de entendimento assinado com o Butatan desde outubro, onde demonstramos nosso interesse de adquirir as vacinas quando registradas, quando concluídas. Com a apresentação da planilha de custos, para avaliarmos o custo real (…) Vamos comprar as vacinas caso sejam registradas e comprovadas, com o preço dentro da lógica correta. A Anvisa é nossa agência reguladora (…) Compraremos não só do Butantan, como de qualquer produtora que esteja nesse nível – destacou.

Informações: Pleno News


Presidente Bolsonaro assina Plano de Anticorrupção

O governo federal lançou nesta quarta-feira (9), em Brasília (DF), o Plano Anticorrupção, com vigência para 2020 a 2025.

O projeto foi anunciado durante a cerimônia do “Fórum: O Controle no Combate a Corrupção”, no Palácio do Planalto, com a presença de Jair Bolsonaro (sem partido) e de outras autoridades.

Segundo o governo, o objetivo do plano é estruturar e executar ações no Executivo Federal com mecanismos de prevenção, detecção e responsabilização por atos de corrupção. 

Sobre o Plano

O Plano Anticorrupção foi desenvolvido pelo Comitê Interministerial de Combate a Corrupção (CICC), que é formado pelos membros titulares da Controladoria-Geral da União, Ministério da Justiça e Segurança Pública, Ministério da Economia, Gabinete de Segurança Institucional, Advocacia Geral da União e Banco Central do Brasil. 

A proposta do documento é seguir as ações iniciadas em 2019 pelo Pacote Anticrime e Anticorrupção, implementando ações em médio e longo prazo.

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