Estudantes terão até as 19h deste domingo para concluir primeira prova
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Agência Brasil- O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desta edição é O Estigma Associado às Doenças Mentais na Sociedade Brasileira, conforme divulgou o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Os candidatos têm até as 19h para concluir as primeiras provas, aplicadas neste domingo (17).
A aplicação da versão impressa do Enem teve início hoje e a segunda prova será no próximo domingo. A prova de hoje começou a ser aplicada as 13h30 e os estudantes terão até as 19h para terminá-la.
Neste domingo, os participantes fazem as provas objetivas de linguagens e ciências humanas, com 45 questões cada, além da redação.
Correção
As redações do Enem são avaliadas em cinco competências, cada uma vale 200 pontos: demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa; compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa; selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista; demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação; e elaborar proposta de intervenção para o problema abordado, respeitando os direitos humanos.
Cada prova passa por dois corretores. Caso haja uma diferença de mais de 100 pontos em relação à nota total da prova ou de mais de 80 pontos em relação a alguma das competências, o texto passa, então, por um terceiro corretor. Se a diferença persistir, a prova é avaliada por uma banca composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.
Confira os temas das redações de anos anteriores:
Enem 2009: O indivíduo frente à ética nacional
Enem 2010: O trabalho na construção da dignidade humana
Enem 2011: Viver em rede no século XXI: os limites entre o público e o privado
Enem 2012: O movimento imigratório para o Brasil no século XXI
Enem 2013: Efeitos da implantação da Lei Seca no Brasil
Enem 2014: Publicidade infantil em questão no Brasil
Enem 2015: A persistência da violência contra a mulher na sociedade brasileira
Enem 2016: Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil e Caminhos para combater o racismo no Brasil – Neste ano houve duas aplicações regulares do exame.
Enem 2017: Desafios para formação educacional de surdos no Brasil
Enem 2018: Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet
Enem 2019: Democratização do acesso ao cinema no Brasil
Enem
O Enem avalia o desempenho escolar ao final da educação básica. A estrutura do exame conta com uma redação e questões das quatro áreas de conhecimento: linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. O Enem Digital 2020 será aplicado nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. No total, considerando as duas versões (impressa e digital), o Inep confirmou 5.783.357 inscrições para o Enem 2020.
CNN Brasil- Por unanimidade, a diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou, com ressalvas, neste domingo (17), o uso emergencial das vacinas de Oxford/AstraZeneca e da Coronavac. Com a decisão, as vacinas poderão agora ser aplicadas na população brasileira.
Para a liberação do uso emergencial dos imunizantes eram necessários três votos dos cinco possíveis na diretoria da Anvisa. Antônio Barra Torres, Cristiane Rose Jourdan Gomes, Alex Machado Campos, Romison Rodrigues Mota e Meiruze Freitas, relatora da solicitação, deram parecer favorável.https://d-3475684067343938942.ampproject.net/2012301722001/frame.html
A diretora da Anvisa Meiruze Freitas, relatora dos pedidos de uso emergencial das vacinas, foi a primeira a votar neste domingo, e deu parecer favorável à aprovação do uso emergencial temporário dos imunizantes. Ela foi seguida, então, pelos seus colegas, inclusive o diretor-presidente da agência, Antônio Barra Torres, que fechou a votação.
“Ressalvadas algumas incertezas pelo estágio das vacinas em desenvolvimento, os benefícios das duas candidatas superam os riscos e ambas atendem os critérios de eficácia e segurança”
Meiruze Freitas, diretora da Anvisa e relatora da análise dos pedidos
Os votos seguiram as recomendações de três áreas técnicas da Anvisa: a Gerência-Geral de Medicamentos, a Coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos e a Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária.
Em suas recomendações, as áreas técnicas afirmam que aprovaram o uso, mas que será preciso acompanhar a evolução das duas vacinas.
“Confie na Anvisa, confie nas vacinas que a Anvisa certifica”
Antônio Barra Torres, diretor-presidente da Anvisa
Análise da eficácia das vacinas
O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que, apesar da falta de dados sobre as vacinas, o uso das mesmas teria benefícios pelo estágio da pandemia no Brasil e ausência de uma alternativa terapêutica contra a Covid-19.
A área técnica do órgão regulador recomendou neste domingo a aprovação do uso emergencial das duas vacinas. Nos dois casos, a recomendação foi para aprovação com monitoramento das “incertezas e reavaliação periódica” dos dados o imunizante.
A eficácia geral da vacina de Oxford/AstraZeneca é de 70,42%, calculou a agência. O dado considera mais de uma forma de aplicação e intervalo entre doses. No Brasil, com duas doses, a eficácia ficou em 62%. No caso da Coronavac, a eficácia calculada é de 50,39%.
Mendes apontou ainda uma série de lacunas de dados para comprovar que o produto importado da Índia é equivalente ao que a AstraZeneca pretende, no futuro, registrar no Brasil. “Pode constituir produtos diferentes, ainda que possuam categorias similares”, disse.
Mendes afirmou também que há dúvidas sobre a eficácia dos imunizantes na população acima de 65 anos e sobre resultados do uso de doses mais baixas ou da aplicação de apenas uma dose.
Mendes ainda afirmou que os dados não permitem conclusões sobre a eficácia na forma mais grave da doenças. “Existe tendência favorável à proteção, mas precisamos acompanhar mais de perto.”
CNN Brasil- A Gerência-Geral de Medicamentos da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) recomendou a aprovação do uso emergencial da vacina Coronavac. A informação foi dada por Gustavo Mendes Lima, gerente-geral de medicamentos e produtos biológicos da Anvisa neste domingo (17).
A recomendação aconteceu durante a reunião que vai decidir pela aprovação ou não das vacinas Coronavac, da farmacêutica Sinovac, produzida pelo Instituto Butantan, e da Oxford/AstraZeneca, da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). O encontro segue em andamento.
Essa foi a recomendação de uma das três áreas técnicas da Anvisa. Mais duas áreas ainda devem apresentar seus pareceres: a Coordenação de Inspeção e Fiscalização de Insumos Farmacêuticos e a Gerência-Geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária.
“A situação que nós estamos vivendo é de muita preocupação, de muita tensão por conta dos insumos necessários para o enfrentamento da doença, por isso, a Gerência-Geral de Medicamentos recomenda a aprovação do uso emergencial da Coronavac”, disse Lima.
Para ele, a recomendação está condicionada a um monitoramento e ao acompanhamento da vacina, além de reavaliação períodica. “A nossa recomendação é que se a gente não olhar com muito cuidado e de maneira muito próxima em como vai ser o desempenho dessa vacina ao longo do tempo, nós temos um risco de não conhecermos a eficácia real com dados robustos.”
Cinco diretores da Anvisa participam da reunião. Para aprovação, são necessários ao menos três votos a favor do uso emergencial.
Extra- As expectativas são de retomada do mercado de trabalho aos poucos durante 2021. Mas, como em toda a crise, alguns setores sofreram muito e terão que passar por transformações, enquanto outros acabaram crescendo cinco anos em um e são as grandes apostas de alta para o ano.
— Estamos em um momento de flexão da economia. Tudo ficando mais constante, com vacinação, confiança jurídica e política que esperamos, as coisas vão andar e estamos muito otimistas. Mas alguns setores irão se destacar, como a área da saúde, que deve continuar demandando muitos profissionais e materiais, que deve movimentar tanto empresas que oferecem produtos da área quanto carreiras tradicionais — afirma Sergio Castellano, gerente regional sênior do PageGroup, consultoria de recursos humanos.
Outro setor de aposta é o de tecnologia, que não viveu crise. As empresas tiveram que passar por um processo de transformação digital e o cliente também mudou e passou a consumir mais coisa digital e a comprar por este meio. Além disso, cresce o número de informação disponível para as empresas e a demanda por profissionais que possam guardar e usar essas informações para o negócio.
Outra área que deve gerar bastante contratação é a de construção civil. Com os juros mais baixos da história, e uma tendência a ficar mais tempo em casa, as pessoas estão comprando imóveis ou fazendo reparos em casa. Fora isso, o governo anunciou o seu novo programa habitacional, o que deve gerar demanda por mão de obra.
As áreas de comercial, marketing e operações tiveram grande volume de demissões e devem ter reposição de funcionários. E com a cultura de entrega que se criou, logística continuará em alta.
— O perfil de consumo da população mudou. A partir do momento em que as pessoas passaram a consumir mais em casa, o setor de delivery, entregas e e-commerce, tiveram altas demandas e isso irá continuar. E o consumidor está mais exigente – diz José Tortato, gerente de negócios do Banco Nacional de Empregos.
Currículo pronto
O ano pode ter oportunidades para entrar ou reingressar no mercado, ou para mudar de posição ou empresa. Para isso, é preciso estar preparado para as oportunidades. A primeira providência é ter um bom currículo.
— Não tem um currículo ideal que vai atacar todas as vagas. O currículo ele deve ser customizado para cada posição e selecionador — afirma Claudio Riccioppo, especialista em Gestão de Carreira e presidente da Employability.
O currículo precisa estar bem estruturado e ter no máximo 3 páginas. Não é necessário ter foto nem dar o endereço completo, apenas a cidade ou o bairro onde mora. Um campo deve conter o objetivo, com a área na qual se pretende atuar, depois uma síntese das suas qualificações, como um minicurrículo em 10 linhas. E depois a formação acadêmica e a experiência profissional, começando com cargos mais atuais. Se tiver idiomas é importe destacar no começo.
Veja quais são as áreas que estãrão em alta e as suas principais profissões em 2021
Saúde
Pandemia aumentou a demanda por profissionais de saúde e por materiais
Nível técnico
Técnico de enfermagem
Salário médio: R$ 1.679
Nível superior
Farmacêutico
Salário médio: R$ 2.931
Enfermeiro (hospitalar)
Salário: R$ 3.500 a R$ 6.500
O que faz: dá assistência ao paciente. Supervisiona o cuidado, os procedimentos e o manejo do tratamento ao doente.
Médico (hospitalar)
Salário: R$ 15 mil a R$ 35 mil
O que faz: é responsável pelo atendimento assistencial dos pacientes, interface com toda a equipe multidisciplinar, organização das informações via prontuário e prescrições
Gerente de assuntos regulatórios
Salário: R$ 20 mil a R$ 35 mil
O que faz: gerencia os cumprimentos legais e as adequações de normas, além de realizar reuniões técnicas com os representantes da Anvisa e os demais órgãos reguladores.
Gerente comercial (medical devices)
Salário: R$ 15 mil a R$ 30 mil
O que faz: é responsável pelas estruturas de venda e, eventualmente, também faz gestão do marketing.
Construção civil
Com os juros em baixa, a construção civil está prevendo novas incorporações, ou reparos e reformas
Nível técnico
Pedreiro
Salário médio: R$ 1.879
Ajudante de pedreiro
Salário médio: R$ 1.356
Mestre de obras
Salário médio: R$ 4584
Auxiliar de carga e descarga
Salário médio: R$ 4.584
Operador de empilhadeira
Salário médio: R$ 2.608
Logística
Com mais gente comprando pela internet, a entrega eficiente virou obrigação das empresas
Nível técnico
Entregador
Salário médio: R$ 1.691
Nível superior
Coordenador de Suprimentos
Salário: de R$ 9 mil a R$ 12 mil
O que faz: é o elo entre as estratégias da área de compras e a execução operacional.
Tecnologia da informação
O trabalho passará a ser mais digital e precisa de estrutura para isso. Além disso, com o crescimento do e-commerce, profissões ligadas a chamar o cliente pela internet estão em alta. E as empresas precisam usar bem os dados e protegê-los com segurança
Desenvolvedor de software
Salário médio: R$ 3.689
Especialista em cloud
Salário: R$ 14 mil a R$ 19 mil
O que faz: apoia as companhias na sustentação saudável da operação remota e garante que todos os sistemas em cloud funcionem bem e não atrapalhem o dia a dia da operação.
Desenvolvedor de games
Salário: R$ 8 mil a R$ 15 mil
O que faz: é responsável pela programação dos jogos e por elencar e utilizar as tecnologias e linguagens de programação necessárias para que os games tenham todas as funcionalidades existentes.
Analista de business intelligence, dados e automação
Salário: R$ 3.500 a R$ 8 mil
O que faz: trabalha com toda a estruturação técnica de informação (extração, armazenamento, modelagem e análise), utilizando metodologias próprias para organização de insights, desenvolvimento de painéis, relatórios e apresentação de dados estruturados para diferentes áreas e stakeholders.
Especialista em segurança digital/infraestrutura
Salário: a partir de R$ 10 mil
O que faz: deve ter profunda experiência em legislação e domínio técnico para estruturação de departamento, documentos e equipes focadas em identificar fraudes, golpes e táticas de roubo e exposição de informações sensíveis e do negócio, além de adequar todos processos e a cultura às normas e procedimentos para os devidos armazenamento e uso com segurança de todos dados controlados pela empresa.
Desenvolvedor web (back/front) – Java, PHP, C#
Salário: a partir de R$ 6 mil
O que faz: é um desenvolvedor generalista para ambiente web, que tem ganhado importância pela adaptação a diferentes linguagens e necessidades de negócio.
Analista de UX & UI
Salário: a partir de R$ 4.500
O que faz: é um profissional capaz de identificar problemas de usabilidade em interfaces, criando hipóteses e testes para soluções de problemas; testes A/B e design da experiência do usuário que otimizem métricas de acesso, utilização e retorno; desenvolvimento de layouts, wireframes e protótipos.
Comercial, marketing e operações
As empresas estão reestruturando seus atendimentos para alavancar as vendas
Analista de customer service / atendimento / key account management
Salário: R$ 3 mil a R$ 5.500
O que faz: resolve questões de agendamento de pedidos, entregas, escalação e direcionamento de resolução; atendimento telefônico por diferentes canais; follow-up de atendimento; gestão de contas estratégicas, mantendo relacionamento e volume de faturamento; e expansão de novos projetos nos clientes atendidos.
Vendas internas e consultores comerciais
Salário: R$ 3 mil a R$ 5 mil + variáveis de resultado
O que faz: é um acelerador do processo comercial: faz desde o mapeamento dos tomadores de decisão para qual ocorrerá a venda, prospectando novos parceiros de forma qualificada, como entra em contato para o agendamento de reunião com o front comercial ou opera diretamente na venda e na negociação.
Analista de compras
Salário: R$ 3.500 a R$ 5.500
O que faz: realiza prospecção e cotações no mercado; (re)negociações com clientes; compras internacionais e nacionais; e gestão de carteira de fornecedores.
Em entrevista com o governador do Amazonas, apresentadora tentou imputar culpa ao governo federal
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Pleno News- A condução da entrevista feita com o governador do Amazonas, Wilson Lima(PSC), pela jornalista Rachel Sheherazade, do site Metrópoles, não recebeu boa resposta das redes sociais e foi alvo de duras críticas dos usuários do Twitter.
O motivo, segundo os internautas, foi o tom dado pela apresentadora de tentar fazer com que Wilson colocasse a culpa do colapso na saúde do estado, que inclui a falta de oxigênio para pacientes com Covid-19, no presidente da República, Jair Bolsonaro.
Ao longo da conversa, Sheherazade, em diversas ocasiões, tentou incluir comentários críticos ao governo federal em temas como o uso da hidroxicloroquina, condução da pandemia e responsabilidade da administração do presidente Jair Bolsonaro. Wilson, porém, evitou tecer críticas à gestão federal e chegou até a elogiar a parceria da União.
– Recebemos do Governo Federal equipamentos como bombas e respiradores. Estamos sendo socorridos, nesse momento, com a questão das mini usinas, que estão chegando aqui no estado do Amazonas e serão instaladas nos hospitais. O Governo Federal tem sido um grande parceiro do estado do Amazonas no combate à pandemia – disse Wilson.
Nos comentários sobre a conversa, tanto no vídeo publicado pelo site no YouTube quanto em postagens sobre o tema no Twitter, os internautas não perdoaram a jornalista e a acusaram de tentar “envenenar o governador junto ao governo federal”.
– Jornalista esquerdista demitida do SBT tentando envenenar o governador junto ao governo federal. Porque a senhora não crítica as atitudes do STF responsável por esta bagunça – escreveu um dos internautas.
Decisão ocorre neste domingo e será transmitida ao vivo
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Pleno News- Neste domingo (17), cinco diretores da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) se reúnem para analisar os pedidos de uso emergencial da vacina Oxford/AstraZeneca e CoronaVac. A decisão caberá ao colegiado porque o processo ocorre fora do registro convencional de vacinas no país.
A reunião terá início às 10h e será transmitida em tempo real por meio das plataformas digitais do órgão fiscalizador. O tempo estimado da análise é de cinco horas. Para que os pedidos sejam aprovados, é necessário o aval de ao menos três integrantes do colegiado.
SAIBA QUEM SÃO OS DIRETORES QUE COMPÕEM A MESA
Diretor-presidente Antonio Barra Torres Contra-almirante da Marinha, Antonio é médico pela Fundação Técnico-Educacional Souza Marques. Assumiu o cargo como presidente interino em 2019, e foi efetivado em 2020. Seu mandato vai até dezembro de 2024.
Segunda-diretora Meiruze Sousa Freitas Formada em farmácia com habilitação em Análises clínicas pela Universidade Federal de Minas de Gerais, está na Anvisa há 13 anos. Atuou como adjunta de diretor, gerente geral de Toxicologia e gerente da área de medicamentos.
Terceira-diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes Médica também formada na Fundação Técnico-Educacional Souza Marques, e bacharel em direito, Cristiane defende o tratamento precoce contra a Covid-19. Trabalhou na gestão no Ministério da Saúde e na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Seu mandato vai até julho de 2022.
Quarto-diretor Romison Rodrigues Mota Servidor da Anvisa há 15 anos, Romison é economista pela pela Universidade Estadual de Goiás. É Gerente Geral de Gestão Administrativa e Financeira da Anvisa desde 2015, e diretor substituto no órgão desde abril de 2020.
Quinto-diretor Alex Machado Campos Graduado em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, Alex foi técnico legislativo na Câmara dos Deputados e chefe de gabinete do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta.
Durante a reunião, serão levados em conta quatro critérios fundamentais: a qualidade da vacina, as boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, além dos resultados provisórios dos ensaios clínicos.
Caso o uso emergencial seja aprovado, os imunizantes poderão ser disponibilizados ao sistema público de saúde, e o governo poderá começar a executar o Plano Nacional de Imunização. A comercialização das vacinas, entretanto, seguirá proibida. A decisão pode ser revogada a qualquer momento pela Anvisa.
Cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos no exame
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Agência Brasil- O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 começa a ser aplicado neste domingo (17) para milhões de estudantes em todo o país. Este ano, por causa da pandemia, os estudantes terão que seguir uma série de regras e, caso tenham sido diagnosticados com covid-19 ou apresentem sintomas da doença ou de outras doenças infectocontagiosas, devem comunicar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pelo telefone 0800-616161 e não precisam comparecer ao exame. Eles poderão fazer o exame na reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.
Antes de sair de casa, os participantes devem conferir os locais onde farão as provas, no Cartão de Confirmação de Inscrição, na Página do Participante. Embora não seja obrigatório, a recomendação é que levem o cartão para a necessidade de verificar alguma informação até a hora da aplicação.
Caso necessitem comprovar a participação no exame, os estudantes podem, também na Página do Participante, imprimir a chamada Declaração de Comparecimento para cada dia de prova, informando o CPF e a senha. A declaração deve ser apresentada ao aplicador na porta da sala em cada um dos dias. Ela serve, por exemplo, para justificar a falta ao trabalho.
Para fazer o exame alguns itens são obrigatórios. Este ano, além do documento oficial de identificação com foto e da caneta esferográfica de tinta preta, fabricada em material transparente, itens obrigatórios também nos exames anteriores, a máscara de proteção facial passa a integrar essa lista. Os participantes que não estiverem com máscara de proteção facial não poderão ingressar no local de prova.
É recomendado que os participantes levem máscaras extras para trocar durante a prova. Haverá nos locais de prova álcool em gel para que os estudantes higienizam as mãos, mas é permitido que os participantes levem seu próprio produto caso desejem.
Como a prova é longa, é também recomendado que os candidatos levem lanche e água e/ou outras bebidas, com exceção de bebidas alcoólicas que não são permitidas e podem levar à eliminação do candidato.
Os portões serão abertos às 11h30. Os estudantes podem entrar no local de prova até as 13h, no horário de Brasília. As provas começam a ser aplicadas às 13h30. Os candidatos terão 5 horas e 30 minutos para resolver as questões. A prova termina às 19h.
O exame continua no próximo domingo, dia 24, quando serão aplicadas as provas de ciências da natureza e de matemática.
Ao todo, cerca de 5,8 milhões de estudantes estão inscritos para fazer as provas. O Enem 2020 terá uma versão impressa, nos dias 17 e 24 de janeiro, e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro.
Amazonas
O Enem será aplicado em todo o território nacional, com exceção do Amazonas, em razão da calamidade provocada pela pandemia de covid-19.
As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação.
Documento de 23 de novembro apontou que pasta tinha conhecimento do aumento da demanda
Governador do Amazonas, Wilson Lima Foto: Divulgação/Secom
Pelo menos desde o dia 23 de novembro, a Secretaria de Saúde do Amazonas sabia que a quantidade de oxigênio hospitalar disponível seria insuficiente para atender a alta demanda provocada pela pandemia de Covid-19.
A informação consta de projeto básico, que foi elaborado pela própria pasta, para a última compra extra do insumo, realizada no fim do ano passado. A White Martins informou que, se o contrato tivesse previsto um pedido maior na oportunidade, a empresa teria conseguido atendê-lo.
O contrato original para aquisição de gases medicinais do sistema de saúde é de 2016 e foi assinado com a White Martins, a principal fornecedora no Amazonas, com valor mensal informado de R$ 1,3 milhão. Inicialmente, o acordo previa o atendimento de até dois mil pacientes respiratórios.
Em 2018, ainda antes da pandemia, a secretaria chegou a assinar dois aditivos que, juntos, representavam acréscimo de 3,1% do valor. Como o teto permitido é de até 25% (acumulado) em cada contrato, o Estado ainda tinha uma margem de 21,9% para adquirir insumos em 2020, sem a necessidade de abrir um novo processo de contratação.
Toda essa cota, no entanto, foi usada na última compra extra em novembro. Na ocasião, a pasta ainda informa a inclusão “com urgência” do Hospital Geraldo da Rocha, em Manaus, na lista de unidades atendidas.
O projeto para o aditivo é de 23 de novembro. No documento, a secretaria também admite que os casos do novo coronavírus já estavam em alta na época e que o volume de oxigênio contratado não seria suficiente para dar conta da demanda.
– No Estado do Amazonas os casos de Covid-19, no mês de setembro, vêm apresentando alta crescente de casos confirmados. O percentual de 21,9152% disponível para aumento não atende as necessidades desta Secretaria, a alta crescente nos números de casos confirmados da Covid-19 e o pronunciamento até a presente data da Diretora da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas) quanto a uma possível 2ª onda da pandemia – dizia a pasta.
Segundo o Portal da Transparência do Amazonas, os itens do aditivo incluíam um total de 307 mil metros cúbicos de oxigênio líquido e 6,1 mil na forma de gás, que são usados para pacientes internados por coronavírus. Também foram comprados outros gases hospitalares para procedimentos médicos diversos.
SECRETARIA DE SAÚDE DIZ QUE COMPROU TODO O INSUMO Questionada sobre quais as medidas foram tomadas para evitar o desabastecimento e se houve tentativa de novas compras emergenciais ou buscas por novos fornecedores no período, a pasta não respondeu às perguntas e disse que “sempre contratou todo o insumo que a White Martins foi capaz de produzir”.
A secretaria afirma, ainda, que “sempre trabalhou” com previsão de maior demanda por oxigênio nesse período por causa da pandemia e da sazonalidade de outras síndromes gripais. Também diz que, até o último dia 7, “desconhecia” que “a capacidade máxima produtiva na planta de Manaus da White Martins era de cerca de 25 mil metros cúbicos por dia.
Ainda conforme a nota, em ofício enviado ao Comitê de Crise do governo, no último dia 9, a White Martins disse que sua planta operava no limite e classificou o momento como “sem precedentes”
WHITE MARTINS DIZ QUE PEDIDO FOI ATENDIDO Questionada se teria capacidade de atender um pedido maior por oxigênio se ele tivesse sido feito em novembro, a White Martins respondeu que possuía a capacidade de buscar formas de viabilizar o aumento da oferta em patamares mais elevados, como está fazendo nesse momento e no período da primeira onda da pandemia.
Em nota, a White Martins explicou que ao longo de 2020 já havia passado por processos de ampliação para aumentar significativamente sua capacidade de produção local.
-É importante esclarecer ainda que, na data de 01/01/21, a planta da White Martins tinha em estoque produto suficiente para abastecer os hospitais da região pelo período de sete a oito dias de acordo com o consumo diário de dezembro de 2020 – detalhou.
Wilson Lima disse que administração federal tem sido parceira do estado
Governador do Amazonas, Wilson Lima Foto: Diego Peres/Secom-AM/Reprodução
Pleno News- O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), afirmou que o governo federalnão foi o culpado pelo colapso da saúde pública do estado por conta da pandemia de Covid-19. Em entrevista concedida para a jornalista Rachel Sheherazade, do site Metrópoles, Lima afirmou que a administração federal tem sido parceira no combate ao vírus.
– Recebemos do Governo Federal equipamentos como bombas e respiradores. Estamos sendo socorridos, nesse momento, com a questão das mini usinas, que estão chegando aqui no estado do Amazonas e serão instaladas nos hospitais. O Governo Federal tem sido um grande parceiro do estado do Amazonas no combate à pandemia – disse.
O gestor estadual atribuiu a parte da sociedade amazonense a culpa pelo aumento de casos e afirmou que as festas clandestinas registradas ao longo dos últimos meses foram determinantes para que os leitos dos hospitais chegassem ao máximo de lotação.
– Veja o que aconteceu agora, em relação às festas clandestinas. As pessoas ali na balada, bebendo, usando às vezes o mesmo copo, aquele copo que passa de boca em boca, e aí essa pessoa acaba levando o vírus para sua casa – afirmou.
Wilson também se defendeu de acusações sobre não ter se planejado para combater a nova onda da pandemia no estado e disse que se preparou “no que era possível”. O governador ainda disse que já acionou na Justiça as empresas que fornecem oxigênio para o estado para que elas sejam responsabilizadas.
– O estado do Amazonas se preparou em tudo aquilo que era possível. Eu recebi o comunicado de que faltaria oxigênio, efetivamente, que as empresas não teriam condições de abastecer na quantidade que a gente necessitava, durante a madrugada. E disseram que, dali cinco horas, teria hospital sem abastecimento – completou.
Até hoje se sabe que a alma do negócio é a propaganda. Já faz tempo que elas marcam uma geração inteira, não saindo jamais do imaginários dos telespectadores. Diversas empresas ficaram marcadas pelas propagandas criativas e com slogans bem feitos.
Desde o surgimento da televisão e o aprimoramento dela em cores, as propagandas de vídeo chamam bastante atenção, isso porque, elas fazem com que a pessoa que assiste sinta o desejo de comprar determinado produto.
Assista a essa seleção de comerciais dos anos 70, 80 e 90 para relembrar esses produtos que com certeza você já usou e utiliza até hoje.