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Durante pronunciamento, exibido na noite desta quinta-feira (24), o presidente Jair Bolsonaro e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, lembraram os desafios do ano e também destacaram a importância da celebração do Natal.

– No dia 25 de dezembro, celebraremos uma das maiores e mais importantes festas do cristianismo: o Natal.

O presidente destacou que o compromisso do governo foi com a a preservação da vida e de empregos, citando medidas como o auxílio emergencial.

Bolsonaro agradeceu o trabalho dos profissionais de saúde e expressou solidariedade com as famílias que perderam seus entes queridos.

– Externo meus sentimentos, pedindo a Deus que conforte os corações de todos. Eu e minha família desejamos que o espírito natalino se faça presente em todos os lares. Que em 2021 continuemos juntos com as esperanças renovadas e fortalecidas.

Michelle encerrou o vídeo pedindo que Deus abençoe o Brasil.

Informações: Pleno News
Foto: reprodução


Dória volta a SP e pede desculpas por viagem a Miami em meio a restrições à Covid-19
Foto: Reprodução / Twitter de João Dória

Criticado por viajar para Miami, nos Estados Unidos, às vésperas do Natal e em período de mais restrições à Covid-19 em São Paulo, o governador João Dória retornou ao país. Em postagem na tarde desta quinta-feira (24), nas redes sociais, o gestor paulista pediu desculpas pelo ato e justificou que a vinda foi condicionada pelas últimas restrições determinadas pelo Centro de Contingência da Covid-19 e devido ao vice-governador [então governador em exercício] Rodrigo Garcia ter sido infectado pelo novo coronavírus.

“Eu já estou de volta. Mas antes de explicar as razões da viagem e do meu retorno, quero transmitir as minhas desculpas, desculpas a aqueles que estavam imaginando que eu deixei a cidade ou o estado de São Paulo depois de medidas restritivas para desfrutar de uma vida confortável com menos restrições em Miami. Não houve essa intenção, não houve esse gestor de pouca responsabilidade da minha parte”, disse Dória em vídeo gravado no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

O político afirmou que foi a Miami devido a um compromisso de duas conferências já agendadas há alguns meses.

Informações: Bahia Notícias

Foto: Foto: Reprodução / Twitter de João Dória


[Incêndio deixa uma pessoa morta em hospital no Rio de Janeiro]
Foto : Reprodução / Redes Sociais








Um incêndio atingiu hoje (24) o Hospital das Clínicas de São Gonçalo, no Rio de Janeiro. De acordo com informações divulgadas pelos bombeiros, o fogo atingiu o Centro de Terapia Intensiva (CTI) do imóvel e deixou uma pessoa morta e outras feridas.

Ainda segundo os bombeiros, as chamas foram controladas por volta das 15h e os pacientes foram encaminhados para outra CTI no mesmo hospital. Vídeos postados nas redes sociais mostram vítimas sendo retiradas por bombeiros e enfermeiros do local inflamado. Segundo testemunhas, um barulho de explosão foi ouvido antes do incêndio.

Ainda este ano, outro hospital pegou fogo no Rio de Janeiro. O Hospital Federal de Bonsucesso deixou três pessoas mortas após a ocorrência de um incêndio em outubro.

Informações: Metro1


Aplicativo do Enem
Foto: Marcello Casal

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibilizará a partir do dia 5 de janeiro de 2021 o Cartão de Confirmação de Inscrição para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020.

O cartão contém número de inscrição, data, hora e local do exame. O documento poderá ser acessado na Página do Participante.

O documento também registra se o participante deve contar com atendimento especializado, e se deve ser tratado pelo nome social, caso essas solicitações tenham sido feitas e aprovadas. Apesar de não ser obrigatório, o Inep recomenda que o participante leve o cartão nos dias de aplicação das provas.

Pandemia
As provas do Enem 2020 foram adiadas em decorrência da pandemia de covid-19 e serão realizadas nos dias 17 e 24 de janeiro de 2021 (versão impressa) e em 31 de janeiro e 7 de fevereiro de 2021 (versão digital). Ao todo, 5.783.357 inscrições foram confirmadas.

Será obrigatório o uso de máscara durante toda a aplicação do exame. A recomendação é que os candidatos levem outra máscara, para trocá-la durante o exame, seguindo as orientações do Ministério da Saúde. Os participantes devem também manter distância uns dos outros.

Por ocorrer em meio a pandemia, o exame terá outra particularidade. Os participantes que forem diagnosticados com covid-19 ou com outra doença infectocontagiosa, como sarampo, rubéola, varíola e influenza humana A e B, terão outra chance de fazer o exame, na reaplicação da prova. O atestado médico poderá ser enviado ao Inep pela página do participante até um dia antes da aplicação. Caso a doença seja confirmada no dia do exame, o participante deverá entrar em contato pelo telefone 0800616161.

Informações: Agência Brasil

Novo lote da CoronaVac chega em SP
24 de Dezembro de 2020

Foto: Divulgação/Governo de SP

O governo do Estado de São Paulo recebeu na manhã desta quinta-feira (24), 5,5 milhões de doses da Coronavac, vacina produzida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Trata-se do maior lote recebido até o momento pelo governo paulista.

O secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, acompanharam a chegada do quarto lote vindo da China. O avião pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, às 5h30 da manhã.

A carga é composta por 2,1 milhões de doses já prontas para aplicação e mais 2,1 mil litros de insumos para fabricação de outras 3,4 milhões de doses. Segundo o governo, a previsão é que dois novos lotes sejam entregues nos dias 28 e 30 deste mês, somando 10,8 milhões de unidades recebidas.

Na última quarta-feira (23), o Instituto Butantan anunciou que a vacina desenvolvida em parceria com a farmacêutica Sinovac, da China, superou o índice mínimo de eficácia exigido pelas agências regulatórias – esta marca é de 50%.

Nem o Butantã, nem o governo estadual, porém, apresentaram o porcentual exato de eficácia do imunizante. Os dados oficiais do estudo também não foram ainda mostrados. A justificativa foi a de que a Sinovac solicitou a base de dados para mais análises – trata-se da quarta vez que a apresentação dos resultados de eficácia é adiada.

Informações: Estadão


Lote da vacina CoronaVac chega a SP — Foto: Divulgação/Governo de SP

O governo de São Paulo recebeu na manhã desta quinta-feira (24) quarto lote vindo da China com o equivalente a 5,5 milhões de doses da vacina contra o coronavírus. O avião pousou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, às 5h30 da manhã.

O Secretário da Saúde do Estado de São Paulo, Jean Gorinchteyn, e o Presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas, acompanharam a chegada do material.

A carga de 5,5 milhões de doses recebida nesta véspera de Natal é composta por 2,1 milhões de doses já prontas para aplicação e mais 2,1 mil litros de insumos, correspondentes a 3,4 milhões de doses que serão envasadas no complexo fabril do Butantan, na capital paulista.

Outros dois carregamentos devem desembarcar no país na próxima semana, nos dias 28 e 30 de dezembro, totalizando 10,8 milhões.

“Este é mais um importante passo no enfrentamento da pandemia no Brasil. O imunizante atingiu um índice de eficácia superior ao recomendado pela Organização Mundial de Saúde e, com isso, poderemos em breve solicitar à Anvisa o registro”, disse o Secretário de Estado da Saúde, Jean Gorinchteyn.


Foto: Tânia Rego/AgBR
O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, deixa a Cidade da Polícia, após ser preso na manhã desta terça-feira (22) em uma ação conjunta entre a Polícia Civil e o Ministério Público do RJ.

A desembargadora Rosa Helena Guita, relatora do procedimento de investigação, que culminou com a prisão do prefeito Marcelo Crivella, determinou à direção Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) que seja realizada imediatamente à soltura do réu, conforme determinação do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro  Humberto Martins.

No despacho, a desembargadora escreveu: “defiro parcialmente o pedido de liminar para converter a prisão preventiva do paciente em domiciliar”, com restrições elencadas no mandado de intimação que acompanha o documento, devendo o paciente ser encaminhado ao endereço familiar no Condomínio Península Barra da Tijuca, zona oeste do Rio.

Crivella passou à noite de ontem (22) na Cadeia Pública José Frederico Marques, em Benfica, zona norte do Rio. Ela já está em casa, onde chegou pouco depois das 8 da noite.


Zé Neto defende suspensão de recesso da Câmara para definir orçamento, auxílio  emergencial e vacina contra Covid-19

O deputado federal Zé Neto voltou a defender nesta terça-feira (22), a suspensão do recesso de fim de ano do Legislativo para definir o Orçamento de 2021, prorrogação do auxílio emergencial e a vacina contra Covid-19. O recesso no Congresso Nacional começou hoje (23) e vai até 1º de fevereiro.

“Não cabe, neste momento, esta Casa entrar em recesso sem discutir e aprovar pautas prioritárias para o futuro do Brasil, principalmente o auxílio emergencial, já que segundo pesquisa do Datafolha, esse benefício é a única fonte de renda para 36% das famílias que receberam pelo menos uma parcela do auxílio neste ano. Uma indefinição que afeta diretamente o setor produtivo, a economia e o desenvolvimento do país”, afirmou o deputado.

Zé Neto disse estar preocupado com a falta de um plano nacional de vacinação adequado diante da segunda onda da pandemia. “Precisamos exigir do governo federal, o quanto antes, um plano de vacinação adequado contra o coronavírus para evitar que centenas de vidas continuem sendo perdidas”, alertou.


O atual presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, definiu o nome do deputado Baleia Rossi (MDB) para disputar a presidência da Câmara. O bloco que apoia Maia bateu o martelo sobre Rossi após reunião entre os partidos que formam apoio a Maia.

O nome do deputado Rossi é confirmado após uma longa negociação de Maia com outros partidos, incluindo o PT. Ele disputou a candidatura com Aguinaldo Ribeiro (PP).

Baleia Rossi irá concorrer ao cargo, considerado estratégico para as eleições de 2022, contra o deputado Arthur Lira, líder do centrão e tido como o “candidato de Bolsonaro”.

Baleia Rossi é deputado federal pelo estado de São Paulo e é líder do MDB na Câmara.

O bloco que apoia Rodrigo Maia é composto por 11 partidos: DEM, PSDB, MDB, Cidadania, PSL, PT, PCdoB, PDT, PSB, PV e Rede.

Informações: Pleno News
Foto: Marcelo Camargo


Opinião | J.R. Guzzo | Jovem Pan

A obsessão de legislar sobre a Covid-19 e sobre todos os seus aspectos, uma espécie de ideia fixa cada vez mais próxima do estágio clínico, está levando o Brasil (vamos deixar de fora o resto do mundo; o Brasil já chega) a descer de olhos fechados em direção à uma tirania meia-boca, medíocre e ignorante, envenenada pela superstição com o carimbo de ciência e comandada por uma multidão miúda de pequenos governadores, pequenos prefeitos e pequenos mandarins com estabilidade perpétua no emprego, aposentadoria com salário integral e nenhum risco de pagar pelos desastres que provocam. A Covid-19, atiçada pelo pânico sem precedentes que provocou desde o seu início, entregou a essa gente toda um poder que nunca imaginaram ter, nem os eleitos, nem os burocratas, inclusive a ventura de fazer compras sem licitação — e agora eles não querem mais largar o osso. Contam, para cumprir suas decisões ilegais e seus chiliques de despotismo subdesenvolvido, com a cumplicidade amedrontada da Justiça — sobretudo desembargadores e ministros dos tribunais superiores e do STF, que disputam entre si para ver quem obedece mais rápido às neuroses legalóides dos políticos. Aceitam tudo, validam tudo e, até agora, ao longo de dez meses inteiros de epidemia, não foram capazes de frear uma única ordem anticonstitucional baixada em nome da “preservação da vida”.

Da mesma forma, o Ministério Público, que entra em transe a cada vez que imagina ter diante de si a mínima contestação aos direitos de quilombolas, mendigos ou viciados em crack, não deu um pio, até agora, diante de violações flagrantes dos direitos individuais e das liberdades públicas cometidas para “combater a Covid” e “seguir as recomendações da ciência”. Governadores e prefeitos estabelecem a Lei Seca, violam o direito de ir e vir, obrigam os cidadãos a fazer coisas não previstas em nenhuma lei e envolvem-se o tempo todo em episódios de corrupção — e o MP, quando não abaixa a cabeça ou apoia esses disparates, faz de conta que isso tudo está acontecendo no Congo Belga, e não no Brasil. A maioria dos integrantes do Poder Legislativo engole com casca e tudo a ação dessa tirania de quintal — ou, então, se amontoam uns sobre os outros para embarcar no mesmo bonde, com projetos sem nexo algum e palavrório de apoio maciço aos atos mais agressivos de desrespeito às leis e à Constituição. As classes intelectuais, os que estão recebendo salário sem ir ao trabalho e as fatias superiores da sociedade engrossam essa sopa. Para completar, os veículos de comunicação agem como se fossem editados por uma cabeça só. Dedicam-se à defesa da “quarentena” como quem cumpre uma obrigação religiosa — publicam ou deixam de publicar informações e pontos de vista não em obediência a critérios jornalísticos, mas baseados na fé, ou, então, como militantes de um centro acadêmico. É uma espécie de morte cerebral.

Para se ter uma ideia, a imprensa passou a admirar qualquer decisão do governador João Doria, que até dez meses atrás era tido como um demônio só comparável ao presidente Jair Bolsonaro — chegou, até mesmo, a mostrar “compreensão” com o governador Wilson Witzel, escorraçado do palácio de governo do Rio de Janeiro sob acusações de roubalheira extrema. Mudou o sinal por um motivo só: Doria e Witzel passaram a ser aceitos como campeões nacionais da repressão em favor do “distanciamento social”. Na verdade, qualquer político esperto percebeu em dois tempos que o melhor jeito de se dar bem com a mídia, hoje em dia, é dizer que está de olho no vírus, botar uma máscara e sair por aí.

Todos os mencionados acima contam, enfim, com o apoio mais decisivo de todos: a passividade praticamente absoluta da maioria da população diante do furto de seus direitos. Aceita-se o “distanciamento social”, os acessos de tirania marca barbante e a safadeza das “autoridades locais” como um muçulmano aceita o Alcorão — parece que estamos diante de uma espécie de “queda no sistema”, em que as pessoas abriram mão da capacidade de pensar e passaram a ouvir apenas os ruídos produzidos dentro de suas próprias cabeças. É uma paralisação de anestesia geral, em que as vítimas se acreditam protegidas pelos reizinhos de esquina que lhes batem a carteira; estão vendendo sua liberdade a preço de banana, prontos a engolir qualquer coisa que venha da “autoridade” e dos seus médicos de rebanho.

Um dos efeitos mais perversos dessa trapaça em escala mundial tem sido a desordem que contaminou a palavra “ciência” — hoje uma das mais baratas de todo o vocabulário, pois qualquer um passou a encher a boca com ela a cada vez que pretende tirar proveito das oportunidades trazidas pela epidemia. “Estou a favor da ciência”, dizem autoridades, médicos e pesquisadores que pensam exatamente o oposto em torno de qualquer coisa relativa à Covid-19, da estrutura molecular do vírus ao uso da cloroquina. A ciência deixou de ser o universo dos fatos e passou a ser uma questão de opinião — e, a partir daí, ficou liberada para o primeiro passante a utilização da palavra “ciência” na defesa de suas crenças ou de suas agendas pessoais. Quando um médico diz que o vírus não pode fisicamente se transmitir a um toque no botão do elevador, por exemplo, e outro médico, no consultório ao lado, diz o contrário, ambos autorizam o paciente leigo a ter, ele, também a sua própria opinião. Por que não? Se os médicos deram para dizer “eu acho”, e passaram a ouvir lições de infectologia dadas por repórteres de televisão portando máscaras design — bem, aí não dá para reclamar que o Zé Mané também diga o que acha sobre a Covid, a mutação de átomos ou a eficácia relativa das vacinas da Pfizer, de Oxford ou a chinesa “do Doria”. Os políticos e ministros do STF, do seu lado, ganham direito a legislar sobre ciência, os eclipses solares e a área do triângulo. É para onde a Covid-19, sob aplausos gerais, acabou nos trazendo.

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