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Wilson Lima disse que administração federal tem sido parceira do estado


Governador do Amazonas, Wilson Lima Foto: Diego Peres/Secom-AM/Reprodução

Pleno News- O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), afirmou que o governo federalnão foi o culpado pelo colapso da saúde pública do estado por conta da pandemia de Covid-19. Em entrevista concedida para a jornalista Rachel Sheherazade, do site Metrópoles, Lima afirmou que a administração federal tem sido parceira no combate ao vírus.

– Recebemos do Governo Federal equipamentos como bombas e respiradores. Estamos sendo socorridos, nesse momento, com a questão das mini usinas, que estão chegando aqui no estado do Amazonas e serão instaladas nos hospitais. O Governo Federal tem sido um grande parceiro do estado do Amazonas no combate à pandemia – disse.

O gestor estadual atribuiu a parte da sociedade amazonense a culpa pelo aumento de casos e afirmou que as festas clandestinas registradas ao longo dos últimos meses foram determinantes para que os leitos dos hospitais chegassem ao máximo de lotação.

– Veja o que aconteceu agora, em relação às festas clandestinas. As pessoas ali na balada, bebendo, usando às vezes o mesmo copo, aquele copo que passa de boca em boca, e aí essa pessoa acaba levando o vírus para sua casa – afirmou.

Wilson também se defendeu de acusações sobre não ter se planejado para combater a nova onda da pandemia no estado e disse que se preparou “no que era possível”. O governador ainda disse que já acionou na Justiça as empresas que fornecem oxigênio para o estado para que elas sejam responsabilizadas.

– O estado do Amazonas se preparou em tudo aquilo que era possível. Eu recebi o comunicado de que faltaria oxigênio, efetivamente, que as empresas não teriam condições de abastecer na quantidade que a gente necessitava, durante a madrugada. E disseram que, dali cinco horas, teria hospital sem abastecimento – completou.


Foto: Reprodução

Até hoje se sabe que a alma do negócio é a propaganda. Já faz tempo que elas marcam uma geração inteira, não saindo jamais do imaginários dos telespectadores. Diversas empresas ficaram marcadas pelas propagandas criativas e com slogans bem feitos.

Desde o surgimento da televisão e o aprimoramento dela em cores, as propagandas de vídeo chamam bastante atenção, isso porque, elas fazem com que a pessoa que assiste sinta o desejo de comprar determinado produto.

Assista a essa seleção de comerciais dos anos 70, 80 e 90 para relembrar esses produtos que com certeza você já usou e utiliza até hoje.


Assista abaixo:



Pedido foi feito pelo Ministério da Saúde ao Instituto Butantan

Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (15), o Ministério da Saúde enviou um ofício ao Instituto Butantan solicitando a “entrega imediata” de 6 milhões doses importadas da CoronaVac, vacinachinesa da Covid-19. O documento foi assinado pelo diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias, e enviado ao diretor do instituto, Dimas Covas.

“Solicitamos os bons préstimos para disponibilizar a entrega imediata das 6 milhões de doses importadas e que foram objeto do pedido de autorização de uso emergencial perante a Anvisa” disse a Pasta no documento.

O ministério ressaltou ainda a “urgência na imediata entrega do quantitativo contratado e acima mencionado, tendo em vista que este ministério precisa fazer o devido loteamento para iniciar a logística de distribuição para todos os estados da federação de maneira simultânea e equitativa, conforme cronograma previsto no Plano Nacional de Operacionalização da vacinação contra a Covid-19”.

Sobre o pedido, o Butantan informou ter recebido o documento disse que “para todas as vacinas destinadas pelo instituto ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), é praxe que uma parte das doses permaneça em São Paulo, estado mais populoso do Brasil. Isso acontece, por exemplo, com a vacina contra o vírus influenza, causador da gripe. Portanto, o instituto aguarda manifestação do Ministério também em relação às doses da vacina contra o novo coronavírus”.

A CoronaVac foi desenvolvida pelo Butantan em parceria com a Sinovac.


Programa habitacional divide os beneficiários em três grupos e prevê juros mais baixos para moradores da região Norte e Nordeste.

Foto: Divulgação

O governo publicou nesta sexta-feira (15) o decreto que regulamenta o programa habitacional Casa Verde e Amarela, que substitui o Minha Casa Minha Vida (MCMV).
Lançado em agosto do ano passado, o programa contempla famílias residentes em áreas rurais com renda mensal de até R$ 7 mil e famílias de áreas rurais com renda anual de até R$ 84 mil.


O Casa Verde e Amarela divide os beneficiários em três grupos e prevê juros mais baixos para moradores da região Norte e Nordeste (veja detalhes ao fim da reportagem).


O governo diz que o Casa Verde e Amarela deve atender 1,2 milhão de famílias até o fim de 2022.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento Regional, o programa habitacional vai contemplar linhas para:
Produção ou aquisição subsidiada de imóveis de imóveis novos ou usados em áreas urbanas ou rurais;Produção ou aquisição financiada de imóveis novos ou usados em áreas urbanas ou rurais;Requalificação de imóveis em áreas urbanas;Locação social de imóveis em áreas urbanas; urbanização de assentamentos precários;Melhoria habitacional em áreas urbanas e rurais; e regularização fundiária urbana.


No caso de contratação de operações de financiamento habitacional com recursos orçamentários da União, o atendimento do programa será limitado para famílias em áreas urbanas com renda mensal de até R$ 4 mil e para agricultores e trabalhadores em áreas rurais com renda anual de até R$ 48 mil.


O governo diz que as solicitações de financiamento pelo programa podem ser feitas na Caixa Econômica Federal (saiba mais aqui) e também nas construtoras.


Segundo o governo, desde o lançamento do programa, já foram contratadas 113,2 mil operações de crédito imobiliário por meio do Casa Verde Amarela.


Na prática, com Casa Verde e Amarela, a faixa mais baixa do programa Minha Casa Minha Vida, que não tinha juros e contemplava as famílias com renda de até R$ 1,8 mil foi pausada.
Segundo o Ministério da Economia, novas unidades dentro dessa modalidade só podem ser contratadas caso haja “suplementação de recursos” pelo Orçamento Geral da União.
Por hora, essas famílias passam a ser atendidas pelo Grupo 1, que tem taxas a partir de 4,25%- semelhante à que era oferecida pelo MCMV na faixa 1,5.
O Casa Verde e Amarela passa a dividir o público-alvo em três grupos e, além de financiamento de imóveis, prevê outras ações, como reforma para melhorias da moradia e regularização fundiária.


Para a área rural: famílias com renda anual de até R$ 84 mil (desconsiderando benefícios temporários indenizatórios, assistenciais e previdenciários).


No programa Casa Verde e Amarela, os juros do financiamento das habitações do programa serão menores nas regiões Norte e Nordeste.

Informações G1


Presidente chamou o governador de São Paulo de “calcinha apertada” e mandou ele “virar homem”

Foto: Isac Nóbrega/ PR

Pleno News- O presidente Jair Bolsonaro rebateu, nesta sexta-feira (15), declarações feitas pelo governador de São Paulo, João Doria, sobre sua gestão. Em entrevista ao jornalista José Luiz Datena, da TV Band, Bolsonaro disparou críticas pesadas contra Doria e o chamou de “moleque”, “irresponsável” e “calcinha apertada”.

Mais cedo, Doria havia comentado a atuação do presidente durante a pandemia e o culpou pela situação em Manaus, que enfrentou falta de oxigênio nesta quinta-feira (14). Bolsonaro rebateu as declarações e criticou a “parceria” do governador com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

– Esse cara aí acabou de aumentar, com o apoio de sua assembleia comprada, aumentar o IMCS em quase tudo no estado. Inclusive em agulhas e ampolas para aplicar vacinas. É um irresponsável. E ele se junta com o Rodrigo Maia agora, que está em campanha e quer dar uma de moralista. Foi um dos responsáveis por atrasar a agenda do Brasil por dois anos, por medidas que não botou em votação. Fez caducar várias MPs. E a preocupação dele é ganhar a eleição – disse Bolsonaro

Bolsonaro lembrou que Doria e Maia só “atrasaram” o país.

– Por que o seu Rodrigo Maia como seu João Doria não mostram o que foi feito, ao longo dos últimos dois anos, para depois me criticar. Não fizeram nada, só atrasaram o Brasil – destacou.

Ele também rebateu a ofensa dita pelo governador de São Paulo.

– Com palavras de baixo calão, como esse governador está usando, me chamando de facínora. Isso é coisa de um irresponsável. É um cara que está morto politicamente. Ele não sai na rua em São Paulo, não vai à praia. Agora está num desespero tentando me atingir. João Doria, fechou São Paulo e foi para Miami. Não é exemplo para nada. João Doria, se tem vergonha cara, critique o STF que me proibiu de realizar qualquer ação de combate à Covid (…) Se o Supremo não tivesse me proibido, eu teria um plano diferente do que foi feito (…) E o Brasil estaria completamente diferente – destacou.

Bolsonaro acusou alguns governadores de tentar “quebrar a economia do Brasil para botar na minha conta”.

– É um governador que lamentavelmente se perdeu completamente. E o que fez ele se perder? A ambição da cadeira presidencial. E a passagem por São Paulo dele é o último capítulo da vida política dele (…) Esses governadores, que tem alguns junto a João Doria, queriam quebrar a economia do Brasil para botar na minha conta. Mas se o João Doria tivesse um mínimo de vergonha na cara, esse calcinha apertada, ele falaria que o STF me tirou de combate para as ações contra a Covid – apontou.

O presidente, então falou sobre ações tomadas pelo seu governo para ajudar com a situação em Manaus e disparou mais críticas a Doria.

– Agora vem esse moleque, governador de São Paulo, me acusar de facínora. Seja homem, cara. É duro mexer com quem tem um comportamento como esse cara. Nada contra a opção dele, mas é duro trabalhar com um cara com esse tipo de opção. Um governador medíocre que não sei na rua. Se sair, vai ser linchado. Vão jogar ovo, tudo em cima dele (…) E o tempo todo querendo acusar a mim e achar um responsável pelo seu insucesso em São Paulo – afirmou.


União declara ter repassado quase R$ 900 milhões para o AM, que só declarou R$ 267 milhões

Foto: Divulgação

Pleno News- Diante da grave crise de saúde vivida no Amazonas neste início de ano, em razão da pandemia de Covid-19, muitas pessoas começaram a se questionar sobre o uso dos valores repassados pelo governo federal ao estado para combate ao vírus.

Ao todo, somente durante o ano de 2020, o estado recebeu um total de R$ 8,91 bilhões em recursos transferidos pela União para usos diversos. A capital Manaus, por sua vez, teve acesso a R$ 2,36 bilhões do governo federal. Desses repasses, alguns foram direcionados especificamente para uso na área de saúde.

RECURSOS PARA O COMBATE DA COVID-19
Não apenas o Amazonas, como todas as 27 unidades da federação e os municípios, foram atendidos com o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, que repassou um total de R$ 60,1 bilhões, abertos por meio de uma medida provisória editada em 4 de junho pelo presidente Jair Bolsonaro.

Os dados que constam no painel do Orçamento do governo federal e no portal da transparência do Amazonas, porém, mostram uma diferença discrepante de mais de R$ 600 milhões entre o valor que foi enviado pela União e o que o estado declara ter recebido.

Em uma consulta feita pelo Pleno.News ao painel do Orçamento Federal, nesta sexta-feira (15), a União registrou que, em 2020, o total de valores pagos ao Amazonas, referentes ao Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, foi de R$ 884,9 milhões.

União declarou repasse de R$ 884 milhões ao Amazonas Foto: Reprodução

Contudo, no “outro lado da linha”, o portal da Transparência do Amazonas declarou como receita recebida da União um valor completamente diferente. Apesar de dizer que os dados estão atualizados até esta sexta-feira (15), a página diz que o estado recebeu apenas R$ 267 milhões, uma diferença de R$ 617 milhões, ou 69,79%.

Amazonas diz que só recebeu R$ 267 milhões do programa federal Foto: Reprodução

DENÚNCIAS CONTRA O GOVERNADOR DO AMAZONAS
Wilson Lima (PSC), atual governador do estado, é do mesmo partido que o governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, e também esteve envolvido em polêmicas, denúncias de corrupção e pedidos de impeachment durante a pandemia.

Em abril do ano passado, o Sindicato dos Médicos do Amazonas protocolou um pedido de impeachment contra Wilson e seu vice, Carlos Almeida, por acusação de crime de responsabilidade. O pedido, porém, foi arquivado oficialmente na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), por 12 votos a 6, em agosto de 2020.

Em 16 de dezembro do ano passado, o Sindicato dos Médicos protocolou um novo pedido de impedimento contra o governador, ainda não analisado pelos parlamentares. Na ação, a entidade citou “farta comprovação da prática de crime de responsabilidade e improbidade administrativa”.

Entre as polêmicas levantadas contra o gestor estadual, uma chamou a atenção, pela total falta de lógica em um dos contratos do governo do Amazonas, um pagamento de R$ 2,9 milhões a uma loja de vinhos por 28 ventiladores pulmonares para tratar de infectados pelo novo coronavírus.

O valor unitário do item equivalia a até quatro vezes o preço do aparelho visto em lojas no Brasil e no exterior. Além do valor, os equipamentos eram considerados “inadequados” para pacientes de Covid-19, segundo o Conselho Regional de Medicina do Amazonas (Cremam).

O QUE É O PROGRAMA FEDERATIVO
O Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, aprovado pelo Senado, consistiu na prestação de um auxílio financeiro no valor de R$ 119,8 bilhões concedido aos estados, ao DF e aos municípios para o combate à pandemia da Covid-19.

Foram repassados R$ 60 bilhões, divididos em quatro parcelas mensais, sendo R$ 10 bilhões exclusivamente para ações de saúde e assistência social (R$ 7 bilhões para os estados e R$ 3 bilhões para os municípios) e R$ 50 bilhões para uso livre (R$ 30 bilhões para os estados e R$ 20 bilhões para os municípios).

A divisão por estado foi feito em função de uma cesta de índices, que abarcou desde a arrecadação do ICMS até a sua população. O rateio entre os municípios, por sua vez, foi calculado pela divisão dos recursos por estado (excluindo o DF), usando os mesmos critérios.

Além do repasse dos R$ 60 bilhões aos estados, ao DF e aos municípios, o restante do valor total concedido de R$ 119,8 bilhões decorre da suspensão de dívidas.


Primeiro grupo foi transferido na manhã de hoje para Teresina

Agência Brasil-

Foto: Divulgação/ Força Aérea Brasileira (FAB)

O governo do Amazonas informou nesta sexta-feira (15) que 235 pacientes com covid-19 serão transferidos da rede pública hospitalar de Manaus para sete estados e para o Distrito Federal. Um primeiro grupo que estava na internado na rede estadual foi removido na manhã de hoje para continuar o tratamento na capital piauiense, Teresina.

https://twitter.com/AmazonasGoverno/status/1350081705235918850?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1350081705235918850%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fagenciabrasil.ebc.com.br%2Fsaude%2Fnoticia%2F2021-01%2Fmanaus-vai-transferir-235-pacientes-com-covid-19-para-7-estados-e-df

Segundo o Ministério da Saúde, as transferências ocorrerão por via aérea e estão garantidos – de imediato – 149 leitos: 40 em São Luís (MA); 30 em Teresina (PI); 15 em João Pessoa (PB); 10 em Natal (RN); 20 em Goiânia (GO); 04 em Fortaleza (CE); 10 em Recife (PE) e 20 no Distrito Federal.

A pasta informou ainda que os pacientes que serão trasladados atendem a critérios clínicos definidos pela equipe médica. O transporte será feito em parceria com o Ministério da Defesa por duas aeronaves da Força Aérea Brasileira com capacidade de 25 pacientes deitados em macas.

Situação nos estados

Teresina é a primeira capital que receberá pacientes de covid-19 oriundos de Manaus. O estado do Piauí tem atualmente 52,1% de ocupação em leitos de UTI (146) e conta com 134 leitos disponíveis. Até o momento, o estado já registrou 2.930 mortes provocadas pelo novo coronavírus.

Segundo o governo do Piauí, o estado tem 801 leitos ativos (entre UTI e enfermaria). Atualmente, os leitos de covid-19 estão 44% ocupados. O sistema informa que há 153 leitos de UTIs ocupados e outros 152 disponíveis. 

De acordo com o Painel Covid-19 atualizado pelo governo do Maranhão, o estado tem 62,22% dos leitos exclusivos para o novo coronavírus ocupados. Atualmente, há 84 leitos livres, o correspondente a 37,78%. O estado registra 245 pacientes internados por coronavírus em leitos de UTI na rede pública hospitalar.

Dados da Secretaria de Saúde da Paraíbaapontam que o estado tem 801 leitos ativos (entre UTI e enfermaria). Atualmente, os leitos para covid-19 estão 44% ocupados. O sistema informa que há 153 leitos de UTIs ocupados e outros 152 disponíveis. O município com maior número de leitos é João Pessoa, com 139 leitos de enfermaria e 59 leitos de UTI.

O Rio Grande do Norte tem atualmente 64,29% dos leitos de UTI para tratamento de covid-19 na rede pública hospitalar ocupados. Segundo o governo do estado, 11 leitos de UTI e 9 leitos clínicos estão bloqueados para atendimento de pacientes. Esse bloqueio pode ser realizado por fatores como manutenção, rede de gases em manutenção, vazamentos ou falta de pessoal.

secretaria de Saúde do estado de Goiásinformou que a taxa de ocupação de leitos de UTI para tratamento de covid-19 estão com taxa de ocupação de 59,29%. A capital goiana tem 295 leitos, dos quais 197 estão ocupados (66,78%). O município deve receber cerca de 20 pacientes de Manaus. 

Segundo o governo do Ceará, no estado os leitos de UTI registram uma ocupação de 64,8% e estão com tendência de alta. Os dados disponíveis no sistema, contudo, ainda são referentes à dezembro de 2020.

Os dados sobre internação em Pernambuco englobam informações sobre pacientes com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e indicam que há uma ocupação de 83% dos leitos de UTI na rede hospitalar do estado, com 973 pessoas em tratamento. Outros 892 pacientes ocupam leitos de enfermaria nos hospitais para tratamento de covid-19.

A capital federal deve receber cerca de 20 pacientes de Manaus. Atualmente, o Painel Covid-19 no Distrito Federal registra 68,12% de ocupação em leitos públicos com suporte de ventilação mecânica. A rede inclui leitos em hospitais particulares do DF. Segundo o sistema, quase 80% dos pacientes permanecem até 15 dias em internação.


Saída está prevista para as 23h

Foto: Divulgação Ministério da Saúde

Agência Brasil- Decola hoje (15) do Recife em direção a Mumbai, na Índia, o avião da companhia aérea Azul que vai buscar os 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 importadas do país asiático. A previsão é que a aeronave decole às 23h e chegue amanhã (16) à Índia.

Inicialmente o voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14), também às 23h, mas a viagem foi reprogramada em razão de questões logísticas internacionais.

O voo com destino ao Recife partiu na tarde de ontem, por volta das 15h30, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A Azul comentou a alteração na viagem e disse que, após chegar à capital pernambucana, a tripulação pernoitaria na cidade, prosseguindo o voo nesta sexta-feira.

A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para sábado(16), aterrissando no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Mas, com a alteração no voo, ainda não há informações sobre o retorno do avião.

“A data de retorno ao Brasil, com a carga de vacinas estimada em 15 toneladas, ainda está sendo avaliada de acordo com o andamento dos trâmites da operação de logística feita pelo governo federal em parceria com a Azul”, disse o Ministério da Saúde, ontem, em nota.

Ao chegar, a vacina ainda precisa aguardar o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência se reúne no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil.

De acordo com o ministério, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o aval da Anvisa para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita.

A segurança no transporte das doses pelo Brasil será realizada pelas Forças Armadas, em ação conjunta com o Ministério da Defesa.

Aeronave

O avião que parte em direção à Índia é um Airbus A330neo, maior aeronave da frota da Azul, e estará equipado com contêineres específicos para garantir o controle de temperatura das doses, de acordo com as recomendações do fabricante. O avião percorrerá cerca de 15 mil quilômetros até o destino final.

O ministério informou que, além do apoio da Azul, conta com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Gol, Latam e Voepass, para a logística de transporte gratuito da vacina.


Declaração foi dada durante transmissão ao vivo com o presidente Jair Bolsonaro

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Plenos News- O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse em live com o presidente Jair Bolsonaro que irá colocar seis aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) para transportar oxigênio para o Amazonas. Como o Broadcast Político mostrou mais cedo, o governo brasileiro pediu ajuda aos Estados Unidos (EUA) para tentar socorrer a rede de saúde do Amazonas após o estoque de oxigênio acabar em vários hospitais da capital, Manaus, nesta quinta-feira (14).

A situação levou pacientes internados à morte por asfixia, segundo relatos de médicos.

– A procura por oxigênio na capital subiu seis vezes, então, já estamos ai em 75 mil metros cúbicos de demanda de ar na capital e 15 mil metros cúbicos no interior. Estamos já com a segunda aeronave entrando em circuito hoje, a C-130 Hércules, fazendo o deslocamento Guarulhos – Manaus e a partir de amanhã entram mais duas e chegaremos a seis aeronaves, totalizando ai algo em torno de 30 mil metros cúbicos por dia, a partir de Guarulhos. Nessa ponte aérea, existem também os deslocamentos terrestres – afirmou Pazuello.

Pazuello disse ainda que Manaus, capital do estado, não teve a “efetiva ação no tratamento precoce da Covid-19” e reconheceu que há um colapso no atendimento público da cidade e que apoia o estado.

*Estadão


Presidente esteve no Hospital das Forças Armadas, em Brasília

Foto: Alan Santos/ PR

Pleno News- O presidente da República, Jair Bolsonaro, realizou exames no Hospital das Forças Armadas, em Brasília, na manhã desta quinta-feira (14). De acordo com o Palácio do Planalto, Bolsonaro está bem de saúde e se submeteu aos exames devido às últimas cirurgias.

Em setembro do ano passado, o presidente se submeteu a um procedimento para a retirada de um cálculo da bexiga. Foi a sexta cirurgia pela qual o presidente da República passou desde que levou uma facada durante a campanha presidencial, em 2018, apesar de a mais recente não estar relacionada ao crime, segundo o próprio chefe do Planalto.

Após os exames, Bolsonaro despachou no Palácio do Planalto conforme a agenda oficial.

*Estadão

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