Toalhas estão exposta em avenida de Fortaleza Foto: Reprodução/YouTube Gustavo Gayer
A experiência de trabalho do pernambucano Zedequias Serafim, de 58 anos, acabou se configurando em uma pesquisa informal para as eleições presidenciais de 2022. O vendedor teve a ideia de comercializar toalhas com os rostos de Jair Bolsonaro (PL) e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) estampados, tendo ficado surpreso com o resultado.
De acordo com Zedequias, a venda das toalhas com o atual chefe do Executivo “estourou”, sobretudo em Fortaleza, onde o PT é considerado forte. Zedequias chegou à capital cearense há cerca de um mês com a novidade.
Somente na véspera de Natal, em 24 de dezembro, ele vendeu 17 toalhas de Bolsonaro e quatro de Lula. Tais números, no entanto, são resultado de um dia “fraco” de vendas.
Ao jornal O Povo, Zedequias afirmou que, das 900 toalhas que ele dispunha de Bolsonaro, saíram aproximadamente 660, enquanto, das 160 de Lula, restaram 30. Cada toalha custa R$ 35.
O pernambucano classificou a experiência como uma espécie de “pesquisa de rua”.
– A aceitação, a gente está vendo que está muito mais para Bolsonaro. Eu não imaginava que aqui, em Fortaleza, ele tinha essa aceitação, porque aqui é PT, você sabe, do governador, todo mundo… – declarou.
Zedequias expõe a fileira de toalhas na Avenida Filomeno Gomes, em Fortaleza, chamando a atenção de todos que passam por ali.
– Uns criticam, outros comentam, mas eu não quero trabalhar só com um. Se botar alguma de Moro aqui, eu vendo também. Eu quero é vender – afirmou.
O mutirão de negociação de dívidas promovido pelo Banco do Brasil termina nesta quinta-feira (30). O programa se encerraria no dia 17 e foi prorrogado hoje. O mutirão prevê descontos de até 95% para pagamento à vista das dívidas vencidas e também possíveis descontos nas taxas de juros e prazo de até 100 meses para renegociação a prazo de operações vencidas.
De acordo com levantamento divulgado pelo banco, o mutirão teve início no dia 6 de dezembro e segundo balanço divulgado ontem, mais de 125 mil clientes foram beneficiados com os novos acordos.
Segundo o banco, mais de 3,5 milhões de clientes pessoa física, produtor rural e pessoa jurídica, que possuam dívidas inadimplidas oriundas de operações de crédito pessoal, cartão de crédito, cheque especial e outras, podem celebrar a contratação.
Para fazer a negociação os clientes podem procurar as agências do banco também os canais digitais: internet, App, WhatsApp (61-4004-0001) e pela Central de Atendimento (4004-001/ 0800 729 0001).
Segundo o gerência executiva da Unidade Cobrança e Reestruturação de Ativos Operacionais do BB, o mutirão de renegociação “visa proporcionar aos nossos clientes a possibilidade de renegociar suas dívidas, para começar 2022 tranquilo, além de incentivar a educação e planejamento financeiro pessoal e contribuir para a retomada da economia”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta quinta-feira (30), por meio de seu perfil no Twitter, que o governo federal recusou ajuda humanitária da Argentina para atuação nas enchentes na Bahia porque “não seria necessária no momento”. Os temporais no sul, extremo sul e sudoeste do estado já deixaram ao menos 24 mortos e 90 mil pessoas desabrigadas —o nível da enchente continua alto a ponto de cobrir casas.
Em sua publicação, Bolsonaro disse que a recusa aconteceu porque as Forças Armadas, em coordenação com a Defesa Civil, estão prestando assistência similar à oferecida pelo país vizinho. Segundo o presidente, a oferta, no entanto, poderá ser acionada caso a situação se agrave.
“Por essa razão, a avaliação foi de que a ajuda argentina não seria necessária naquele momento, mas poderá ser acionada oportunamente, em caso de agravamento das condições. A resposta do Ministério das Relações Exteriores à Embaixada Argentina é clara a esse respeito”, escreveu o mandatário.
Na quarta (29), segundo Bolsonaro, o Itamaraty aceitou doações da JICA (Agência de Cooperação do Japão). A colaboração promove o envio de barracas de acampamento, colchonetes, cobertores, lonas plásticas, galões plásticos e purificadores de água, que chegarão à Bahia por via aérea ou serão adquiridos no mercado brasileiro.
Apesar da recusa diante da proposição da Argentina, Bolsonaro afirma que o Brasil está aberto a receber apoio.
Ex-ministro reagiu a comentário feito por um deputado petista nas redes sociais
Abraham Weintraub Foto: PR/Carolina Antunes
O ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub, usou as redes sociais nesta quarta-feira (29) para reagir a uma declaração do deputado federal Bohn Gass (PT-RS) a respeito de Laura Bolsonaro, filha do presidente Jair Bolsonaro.
Após o petista citar o ‘Conselho Tutelar’ em uma publicação, porque o chefe do Executivo revelou que não irá imunizar a filha, Weintraub fez observações.
– Ameaçam tirar a filha do presidente! Quanto tempo até ameaçarem tirar SEUS FILHOS de você? – escreveu o ex-ministro, no Twitter.
Na última segunda-feira (27), o deputado Bohn Gass (PT-RS) se manifestou Bolsonaro dizer que não vai imunizar sua filha Laura, de 11 anos. Nas redes sociais, o petista questionou se a decisão do chefe do Executivo não seria um caso para o Conselho Tutelar.
– A filha de Bolsonaro, Laura, de 11 anos, não será vacinada por decisão do pai. Será um caso para o Conselho Tutelar de Brasília? – declarou ele, no Twitter.
Na última segunda-feira (27), Bolsonaro disse em entrevista à imprensa que não vai vacinar a filha.
– Espero que não haja interferência do Judiciário porque a minha filha não vai se vacinar, tem 11 anos de idade – disse ele, na ocasião.
O presidente deu a declaração durante uma visita a São Francisco do Sul (SC), onde deve passar o réveillon.
– A questão da vacina para criança é muito incipiente ainda, o mundo ainda tem muita dúvida – falou.
Segundo Bolsonaro, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, irá se manifestar sobre a vacinação contra a Covid em crianças de 5 a 11 anos no dia 5 de janeiro.
Com a decisão, projeto passa a substituir, em definitivo, o programa Bolsa Família
Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/Alan Santos
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (29), a lei que cria o programa Auxílio Brasil, cuja origem tinha sido determinada por meio de uma medida provisória (MP) editada em agosto. Com isso, o projeto substitui, em definitivo, o Bolsa Família.
Os benefícios do novo programa são pagos por meio da conta poupança social ou por contas-correntes regulares. No caso dos inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), há a opção de abrir, de forma automática, uma conta do tipo poupança social digital para receber o pagamento.
De acordo com o texto aprovado pelos parlamentares, e sancionado pelo presidente, têm direito ao Auxílio Brasil as famílias em situação de pobreza, que são aquelas com renda familiar per capita mensal seja de R$ 105,01 a R$ 210; e em situação de extrema pobreza, cuja renda familiar per capita mensal é igual ou inferior a R$ 105.
Para se enquadrarem nos beneficiários do programa, as famílias em situação de pobreza deverão ter gestantes, lactantes ou pessoas com até 21 anos incompletos que tiverem concluído a educação básica ou que estejam nela matriculadas.
Existem ainda as condicionantes para que os beneficiários se mantenham no programa, que são: realização do pré-natal; cumprimento do calendário nacional de vacinação e ao acompanhamento do estado nutricional; e frequência escolar mínima.
Com um prêmio estimado em R$ 350 milhões, o apostador tem até as 17h (horário de Brasília) desta sexta-feira (31), dia do sorteio, para fazer o seu jogo nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa, em todo o país ou pela internet.
Segundo a Caixa, caso apenas uma pessoa acerte as seis dezenas e aplique o valor do prêmio estimado na poupança, receberá no primeiro mês R$ 1,58 milhão em rendimentos.
Em sua 13ª edição, a Mega da Virada 2021, concurso nº 2.440 da Mega-Sena, terá o sorteio realizado a partir das 20h (horário de Brasília). A aposta simples, com seis dezenas marcadas, custa R$ 4,50.
De acordo com a Caixa, Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com o acerto de seis números, o prêmio será dividido entre os acertadores da segunda faixa (com o acerto de cinco números) e assim por diante, conforme as faixas de premiação.
Bolão
Para fazer o bolão, basta juntar os amigos, colegas do trabalho ou parentes para formar um grupo, escolher os números da aposta, marcar a quantidade de cotas e registrar em qualquer uma das 13 mil lotéricas do país. Ao ser registrado no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante que, em caso de premiação, poderá resgatar o prêmio individual.
O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendimento a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio. Nesse caso, poderá pagar uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.
Na Mega-Sena, os bolões têm preço mínimo de R$ 10. Porém, cada cota não pode ser inferior a R$ 5. É possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas. É permitida a fazer no máximo dez apostas por bolão. Em caso com mais de uma aposta, todas elas devem conter a mesma quantidade de números de prognósticos.
O Banco Bradesco vai encerrar de maneira melancólica o ano de 2021, em razão de uma ação débil de seu departamento de marketing, certamente infestado de ‘esquerdopatas’.
O Bradesco lançou uma campanha em prol do meio ambiente e caiu no erro de dar dicas, entre elas, a de redução de consumo de proteína animal – a carne, propriamente dita.
Além de não conseguir o sucesso que esperava com a campanha, acabou mesmo provocando um dos setores mais importantes da economia nacional, o do agronegócio, nele inserido a agropecuária.
Segundo dados de 2020, o PIB do setor avançou 24,31% em 2020, frente a 2019, e alcançou participação de 26,6% no PIB brasileiro (participação que era de 20,5% em 2019). Em valores monetários, o PIB do País totalizou R$ 7,45 trilhões em 2020, e o PIB do agronegócio chegou a quase R$ 2 trilhões.
O “tamanho da besteira” feita pelo banco já começou a refletir diretamente em sua clientela.
Inúmeras empresas e entidades ligadas ao setor agropecuário já deram início a uma debandada sem precedentes do banco.
Há rumores de que o agro está programando um saque sincronizado e encerramento de contas do Bradesco.
Algumas entidades, inclusive, já deram início a esta movimentação.
O Sindicato Rural de Uberlândia divulgou a seguinte mensagem em suas redes sociais:
O grupo Pecuária Brasil também já anunciou o encerramento de suas atividades financeiras no Bradesco:
A Associação dos Criadores de Nelore do Brasil também emitiu uma nota de repúdio:
Da mesma forma a Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura:
E a Associação Brasileira dos Criadores de Zebú, através de seu presidente, Rivaldo Machado Borges Júnior, divulgou o vídeo abaixo:
Por outro lado, o Bradesco, tão logo percebeu a ‘imbecilidade’, retirou o vídeo do ar, e prometeu a adoção de ‘ações administrativas internas severas’. Certamente, ‘cabeças vão rolar’.
Porém, parece que o efeito devastador é irreversível.
Abaixo, veja o vídeo que provocou tudo isso e a nota do banco
Política de incentivo às armas, titulação de terras de assentados e corte de dinheiro para ONGs ligadas a movimentos neutralizaram os sem-terra
Invasão de fazendas: queda vertiginosa no Governo Bolsonaro reprodução/Reprodução
A Câmara de Conciliação Agrária do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) registrou 11 invasões de fazendas no país em 2021. Em 2019, foram sete e, no ano passado, apenas seis. Trata-se dos menores números de ocupações feitas pelos movimentos sociais no Brasil desde 1995, quando o Incra começou a registrar as estatísticas.
Nos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (PSDB), os sem-terra invadiram 2.442 fazendas. Já nos oito anos de governo Lula (PT), foram 1.968 invasões. Na gestão de Dilma Rousseff, os números caíram para 969 invasões. Os dados computados em três anos de mandato de Bolsonaro (24 até agora) são inferiores até aos verificados no governo Temer, que durou de agosto de 2016 a dezembro de 2018: 54.
Segundo o governo, um dos fatores que explicam a redução no número de invasões é o armamento dos fazendeiros — mais especificamente, a regra que permite aos proprietários rurais carregarem as armas por toda a extensão da propriedade. Antes, a posse era restrita à sede do imóvel rural. Outro motivo é a diminuição dos repasses de recursos federais para entidades ligadas aos sem-terra, que eram abundantes nos governos petistas. Durante a gestão de Dilma Rousseff, instituições privadas sem fins lucrativos ligadas à reforma agrária e aos movimentos sociais receberam mais de 100 milhões de reais. Desde o ano passado, o governo não transfere mais recursos para estas instituições.
A administração Bolsonaro praticamente acabou com a reforma agrária, o que, em tese, deveria dar fôlego às invasões. Em 2021, foram assentadas somente 4.422 famílias, um dos menores números da história. Fernando Henrique e Lula chegaram a ultrapassar a marca de 100 mil famílias assentadas em um único ano. Bolsonaro deu preferência à titulação das terras das famílias assentadas. Com a escritura em mãos, as famílias podem usar a propriedade para pedir empréstimo no banco e, se quiserem, podem vender a terra. Só este ano o governo distribuiu 128 mil títulos de regularização fundiária. No ano passado, foram 109 mil.
VEJA procurou o MST para comentar o caso, mas o movimento ainda não se pronunciou. Já o secretário Especial de Assuntos Fundiários, Nabhan Garcia, reconheceu que o armamento dos fazendeiros e o corte de verbas para entidades sociais contribuíram para a queda das invasões. “Se o ladrão souber que o dono da casa está bem armado, é óbvio que ele não vai entrar na casa. Há outro fator fundamental: já avisei aos movimentos de terras que propriedade invadida não será desapropriada, ao contrário do que aconteceu no governo do Fernando Henrique e do Lula. Eles faziam uma apologia à invasão”, declara Garcia, presidente licenciada da União Democrática Ruralista (UDR). “Não teve mais patrocínio do dinheiro público federal para invasão de terra. Não teve mais convênios. No Pontal do Paranapanema, era invasão toda semana, porque tinha um convênio entre o Incra e o governo do estado, os dois trabalhavam em favor do MST.”
O Nubank e o iFood criaram pontes para que seus clientes realizem doações para auxiliar as pessoas que foram afetadas pelas enchentes na Bahia. As iniciativas são frutos de parcerias com as organizações Ação da Cidadania e Central Única das Favelas (CUFA).
De acordo com o portal Tecnoblog, as ações das empresas visam auxiliar as vítimas das fortes chuvas que assolaram o sul da Bahia. Mas há uma forma de auxiliar os atingidos pelas enchentes diretamente das plataformas das duas empresas.
Nesta quarta-feira (29), o Nubank anunciou uma opção para fazer doações no seu aplicativo para celulares Android e iPhone (iOS) com apoio da Ação da Cidadania. Além disso, a fintech vai destinar R$ 1 milhão para a organização que já doou 200 toneladas de alimentos, 50 milhões de litros de água e 1,5 mil colchonetes aos impactados.
Já o iFood, que também se uniu à CUFA, possui uma opção em seu aplicativo para levar doações às pessoas pessoas que estão em vulnerabilidade na região neste momento. “Até o dia 3 de janeiro, 100% dessas contribuições serão entregues para a CUFA, que distribuirá em doações regionalmente”, afirmaram.
Para realizar as doações através dos aplicativos é bem fácio. No Nubank, por exemplo, basta escolher a opção “Doação” na tela inicial, apertar o botão “Quero doar” e escolher o valor desejado entre R$ 5 e R$ 100 que será pago pelo cartão de crédito. “É possível fazer doações até o dia 30 de janeiro de 2022”.
No iFood, basta abrir o aplicativo, acessar a aba “Perfil”, tocar em “Doações”, escolher a opção “Vamos ajudar a Bahia” e apertar em “Quero doar”. Em seguida, é só escolher um valor a partir de R$ 1 que será pago pelo cartão de débito, crédito, vale-refeição, vale-alimentação e outros vales.
O surgimento da variante Ômicron do novo coronavírus restringiu as festas de réveillon em todo o país. Pelo menos 20 capitais cancelaram a realização de shows e eventos artísticos para evitar a aglomeração de pessoas. No entanto, em algumas capitais, a queima de fogos foi mantida.
Em Recife, está programada somente a queima de fogos na praia de Boa Viagem, com 17 minutos de duração, e em outros bairros da cidade. Quatro balsas estão espalhadas pela orla da cidade para garantir o espetáculo, que será realizado com fogos sem ruídos. Um decreto municipal proibiu a utilização de artefatos que provoquem poluição sonora em eventos promovidos pelo governo local.
Além de não realizar a festa de réveillon neste ano, a prefeitura de Fortaleza publicou um decreto para fixar o limite de público em festas privadas. Pelas regras, eventos de grande porte em locais fechados deverão cumprir a capacidade de até 2,5 mil pessoas. Em locais abertos, serão permitidas até 5 mil pessoas.
A festa também foi cancelada em Porto Alegre. A comemoração seria realizada na Orla do Guaíba em homenagem aos 250 anos da capital. Diante da disseminação da variante Ômicron, a prefeitura decidiu não promover shows para evitar aglomeração de pessoas na região da Usina do Gasômetro, onde a festa seria realizada.
Em Boa Vista, a festa não foi cancelada. A prefeitura divulgou na semana passada a programação musical para o dia 31. Os shows ocorrerão no Parque do Rio Branco, a partir das 17h.
No Rio de Janeiro, estão previstos dez pontos de queima de fogos pela cidade. Em Copacabana, a queima terá 16 minutos e será acompanhada de um espetáculo piromusical, no qual a história da cidade será contada por meio de música ambiente. Foram instaladas torres de som na orla. Para evitar aglomerações, no entanto, a prefeitura impôs várias restrições à circulação de pessoas, como o fechamento das estações de metrô, próximo à praia de Copacabana
Em Balneário Camboriú (SC), um dos destinos preferidos no Sul do país, a festa da virada do ano terá um show pirotécnico de 15 minutos. A contagem regressiva será realizada na roda gigante, um dos cartões postais da cidade. O governo local espera que a rede hoteleira tenha ocupação de 100% dos quartos disponíveis.
De acordo com o último levantamento do Ministério da Saúde, divulgado ontem (28), o Brasil registrou 77 casos da variante Ômicron.