Presidente perdeu a paciência ao ser questionado sobre uso político de sua viagem ao Reino Unido

Presidente Jair Bolsonaro em Londres Foto: Reprodução/Print de vídeo publicado nas redes sociais

Nesta segunda-feira (19), Jair Bolsonaro “perdeu a paciência” durante uma entrevista concedida a jornalistas em Londres, na Inglaterra. O presidente, que é candidato à reeleição, foi questionado sobre um possível uso político da viagem ao Reino Unido e decidiu deixar os jornalistas “falando sozinhos”.

A viagem de Bolsonaro ao Reino Unido teve por objetivo participar do funeral da rainha Elizabeth II. No sábado (17), ele conversou com apoiadores e chegou a falar em vencer as eleições no primeiro turno.

Ao ser indagado sobre o ato, Bolsonaro pediu aos repórteres que fizessem uma pergunta decente.

– Você acha que vim aqui fazer política? Pelo amor de Deus, faça uma pergunta decente. Compara o Brasil com o resto do mundo – disse.

Informações Pleno News


A Petrobras anunciou, nesta segunda-feira (19), uma nova redução no preço do óleo diesel vendido às distribuidoras. Com a mudança, o litro do combustível passará de R$ 5,19 para R$ 4,89 por litro, a partir desta terça-feira (20). A estatal prevê que o litro na bomba será vendido ao consumidor por cerca de R$ 4,40. O valor do etanol e da gasolina não foi alterado.

“Essa redução acompanha a evolução dos preços de referência e é coerente com a prática de preços da Petrobras, que busca o equilíbrio dos seus preços com o mercado, mas sem o repasse para os preços internos da volatilidade conjuntural das cotações e da taxa de câmbio”, informou a Petrobras, por meio de nota.

A última redução do preço do diesel para as distribuidoras ocorreu em 12 de agosto, quando passou de R$ 5,41 para R$ 5,19. Apesar das reduções anunciadas este ano, o combustível acumula alta de 46% este ano. Se comparado com 2020, a alta chega a 146%.

*Bahia.ba


O presidente Jair Bolsonaro deve destacar a retomada da economia brasileiro no discurso que fará nesta terça-feira, 20, na abertura da 77ª Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). A menos de 15 dias do primeiro turno das eleições de 2022, a expectativa é que o chefe do Executivo faça acenos em sua fala ao eleitorado brasileiro, destacando números que representem a recuperação econômica pós-pandemia da Covid-19, como o crescimento de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano. Segundo dados do Ministério da Economia, é a quarta alta consecutiva no índice. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 3,2%, com a economia se mantendo positiva por seis trimestres seguidos. Outros números que devem ser apresentados por Bolsonaro na Assembleia-Geral da ONU incluem superávit da balança comercial, com alta de 86,3% em setembro; aumento de 37,4% das exportações e de 26,7% das importações; recuperação da indústria influenciada pela produção de bens de capital e melhora da agropecuária (0,5%), além de alta de 2,6% no consumo das famílias.
Tradicionalmente, o Brasil é o primeiro país a discursar na Assembleia-Geral da ONU, que ocorre anualmente em Nova York, nos Estados Unidos. A expectativa é que o discurso de Bolsonaro dure de 10 a 15 minutos. No ano passado, o presidente usou sua fala inaugural para afirmar que sua gestão recuperou a credibilidade do Brasil perante o mundo. Entre outras coisas, o mandatário também voltou a dizer que não há corrupção no seu governo e que, antes de assumir a Presidência em 2019, o Brasil estava “à beira do socialismo”. Na ocasião, Bolsonaro também se posicionou a favor da vacinação contra Covid-19, criticou o passaporte imunológico e defendeu o tratamento precoce contra a doença. Ele ainda descreveu a agricultura brasileira como “moderna” e “sustentável” e acrescentou que “nenhum país do mundo possui uma legislação ambiental tão completa quanto a nossa”, o que rendem uma série de críticas ao seu discurso. “O Brasil tem um presidente que acredita em Deus, respeita a Constituição e seus militares, valoriza a família e deve lealdade a seu povo”, disse na ocasião.

*Jovem Pan


declarações foram dadas durante entrevista para o SBT, em Londres

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Isac Nóbrega/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), afirmou que, se não vencer a eleição de 2022 no primeiro turno com mais de 60% dos votos, “algo de anormal” terá acontecido no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pela realização do pleito e contabilização do resultado. A declaração foi dada durante uma entrevista para o SBT em Londres, para onde Bolsonaro viajou para o funeral da rainha Elizabeth II.

– Pelas minhas andanças pelo Brasil, em especial nos últimos dois meses, se nós não ganharmos no primeiro turno, algo de anormal aconteceu dentro do TSE – disse.

Em outro momento da entrevista, Bolsonaro afirmou que o que garante sua vitória é o “Data Povo”, como chama o apoio que recebe nas ruas.

– Está bastante dividido, né, muito mais favorável a mim. Eu digo, se eu tiver menos de 60% dos votos, algo de anormal aconteceu no TSE tendo em vista obviamente o Data Povo que você mede pela quantidade de pessoas que não só vão nos meus eventos bem com nos recepcionam ao longo do percurso até chegar ao local do evento – falou.

*AE


Pesquisa JP News: Bolsonaro amplia vantagem sobre Lula em Santa Catarina e tem 34,5 pontos na frente

A segunda pesquisa Jovem Pan News/Mapa, divulgada neste domingo (18), mostra um cenário consolidado e a favor do presidente Jair Bolsonaro (PL), candidato a reeleição. Ele tem mais que o dobro da intenção de votos do segundo colocado, a pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral com os protocolos SC-03803/2022 e BR-05255/2022.

Segundo o Mapa, a pesquisa foi feita por meio de aplicação de questionário estruturado em ligações automatizadas para telefones fixos e celulares. Universo: eleitores de Santa Catarina com 16 anos ou mais. A amostra é estratificada por região geográfica, distribuídas em 77 municípios do estado. Foram 1.204 entrevistas entre os dias 14 a 16/9.

A pesquisa tem margem de erro máxima de 2,8% e nível de confiança de 95%. Isso significa que a pesquisa retrata a realidade do intervalo de dias pesquisado com 95% de certeza. A informação é do Portal Tudo Aqui SC.

Pesquisa estimulada

Evolução

Por região e demográfica

Rejeição

Por região e demográfica

Cards da pesquisa

Informações TBN


O Rei de Londres: Bolsonaro é a atração da capital do Reino Unido hoje e tem dificuldades para entrar no carro com Michelle: “multidão”; VEJA VÍDEO

Vídeo mostra o Presidente Jair Bolsonaro, ao lado de sua esposa Michelle, tendo dificuldade para entrar em seu carro na manhã deste domingo (18) em Londres, sendo a verdadeira atração na capital hoje. Veja o vídeo a seguir:

https://twitter.com/juniormelorn_/status/1571490419615186949?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1571490419615186949%7Ctwgr%5E7751b8c988b22fcc598bf1281a1aa4ef0dc6f529%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fterrabrasilnoticias.com%2F2022%2F09%2Fo-rei-de-londres-bolsonaro-e-a-atracao-da-capital-do-reino-unido-hoje-e-tem-dificuldades-para-entrar-no-carro-com-michelle-multidao-veja-video%2F

Veja o acervo com peças que animaram disputas políticas desde a década de 1950, indo de Getúlio a Bolsonaro

Patriotismo, anticorrupção e melhora da economia pautaram os jingles mais famosos do Brasil | Fotomontagem/Shutterstock

“Ó, seu Toninho,

Da terra do leite grosso,

Bota cerca no caminho

Que o paulista é um colosso”

O “Seu Toninho” do primeiro verso é Antônio Carlos de Andrada, governador de Minas Gerais. O “paulista” é Julio Prestes, candidato à Presidência da República. E a marchinha Seu Julinho Vem, da qual foi retirada a estrofe acima, é o primeiro jingleeleitoral da história política brasileira, composto em 1929 por Francisco José Freire Júnior e eternizado pela voz do cantor Francisco Alves.

A novidade que caiu nas graças do povo durou pouco. Bruscamente interrompido pela ditadura do Estado Novo, o uso do rádio na propaganda eleitoral voltou em 1945, na disputa entre o marechal Eurico Gaspar Dutra e o brigadeiro Eduardo Gomes. Mas foi Getúlio Vargas, com o clássico Retrato do Velho, quem iniciou a popularização do uso do jingle no meio político, e quase todos os candidatos passaram a procurar um jingle para chamar de seu.

Um dos candidatos que apostou forte nas musiquinhas foi Juscelino Kubitschek (JK). Em 1955, o então governador de Minas Gerais mesclou patriotismo e nacional-desenvolvimentismo em seu jingle. “Queremos demonstrar ao mundo inteiro e a todos que nos querem dominar”, recita os primeiros versos. “Que o Brasil pertence aos brasileiros e um homem vai surgir para trabalhar.”

Se JK queria modernizar o Brasil “cinquenta anos em cinco”, Jânio Quadros prometia “varrer a corrupção do governo” com sua vassourinha. “Varre a bandalheira”, pede o início da música do candidato que, em 1960, venceria os adversários Teixeira Lott e Adhemar de Barros. “O povo já está cansado de viver desta maneira. Jânio Quadros é a esperança deste povo abandonado. Jânio Quadros é a certeza de um Brasil moralizado. Vassoura, conterrâneo.”

O tema da corrupção voltou anos depois, já no Brasil redemocratizado, com Fernando Collor. Em 1989, o deputado elegeria-se presidente da República com o lema “caçador de marajás”. “É a vez do povo anunciar um Brasil novo que vai chegar”, dizia o jingle de Collor, alvo de um processo de impeachment em 1992.

“Com FHC, o Brasil vai vencer”, garantia a música de Fernando Henrique Cardoso, ministro da Fazenda de Itamar Franco. “Vamos seguir nesse caminho para chegar lá.” Naquela época, o Brasil sofria com inflação de 40% ao mês e o tema da economia seria crucial para a vitória na campanha de 1994.

Oito anos depois, o “jingle chiclete” de “Lula lá, brilha uma estrela” fazia parte da campanha vencedora. Ao buscar a reeleição, em 2006, o então presidente resgatava o mote, aderindo “Lula de novo, na vida do povo”.

A campanha de Dilma Rousseff investiria em um jingle colando a imagem da ex-ministra apostaria no legado de Lula: “Ela já mostrou que é capaz. Ajudou Lula a chegar lá.”

“Quero novo rumo, e não estou sozinho, para um Brasil mais forte, só há esse caminho. Muda Brasil”, com essas palavras, Deus, pátria e família voltaram a ganhar um lugar especial em 2018, no jingle de Jair Bolsonaro, composto pela dupla sertaneja Mateus e Cristiano.

Informações Revista Oeste


Os gastos contratados pelas campanhas dos presidenciáveis já somam mais de R$ 151 milhões, de acordo com os dados do Tribunal Superior Eleitoral. Ainda conforme a estimativa do tribunal, desse valor, R$ 87 milhões já foram efetivamente pagos pelas campanhas.

Os dados do TSE apontam ainda que um terço dos gastos contratados são da campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Até o momento, o candidato petista informou R$ 51 milhões com gastos contratados. Os valores efetivamente pagos somam R$ 29,1 milhões.

As principais despesas são com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, impulsionamento de conteúdo na internet e serviços advocatícios.

Ainda segundo o TSE, a senadora Simone Tebet (MDB) tem feito a segunda campanha mais cara até o momento. Ela informou ter R$ 32, 9 milhões em gastos contratados. Desse valor, já foram quitados R$ 17,9 milhões. Entre as principais despesas estão publicidade por materiais impressos, impulsionamento de conteúdo na internet e pesquisas eleitorais.

Na sequência, aparece Soraya Thronicke (União) com R$ 27,2 milhões em gastos contratados e R$16,8 milhões efetivamente pagos. As despesas principais são com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, publicidade por materiais impressos e serviços advocatícios.

O candidato Ciro Gomes (PDT) aparece em quarto lugar com R$ 20,5 milhões em gastos contratados e R$ 14 milhões já pagos. Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, publicidade por materiais impressos e despesas com transporte ou deslocamento estão entre os principais gastos.

Já a campanha do presidente Jair Bolsonaro declarou ter R$15 milhões em despesas contratadas. Desse valor, R$ 6,9 milhões já foram efetivamente pagos. As despesas principais são com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, pesquisas ou testes eleitorais e impulsionamento de conteúdo na internet.

Candidato mais rico entre os presidenciáveis, Felipe D’Avila declarou até o momento R$1,4 milhão em gastos contratados e R$ 574 mil em despesas efetivamente pagas. Produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, despesas com pessoal e serviços advocatícios estão entre os principais gastos.

Último a entrar na disputa pela Presidência, padre Kelmon informou ter contratado R$ 1,23 milhão em despesas com uma agência de publicidade e um escritório de contabilidade. Os valores ainda não foram efetivamente pagos.

Já Vera (PSTU) declarou R$903 mil em despesas contratadas, tendo pago R$ 572 mil até o momento. As despesas são com materiais impressos e serviços advocatícios e contábeis. Léo Péricles (UP) declarou ter contratado e já quitado R$ 771 mil. Os gastos são com despesa com pessoal, publicidade por materiais impressos, passagem aéreas e serviços advocatícios.

Ainda segundo os dados do TSE, Constituinte Eymael (DC) declarou ter R$ 383,9 mil em gastos contratados. Desse valor, já pagou R$ 267 mil. As principais despesas foram com locação/cessão de bens imóveis, produção de programas de rádio, televisão ou vídeo, despesas com pessoal e serviços contábeis. Já Sofia Manzano (PCB), que recebeu apenas R$ 580 da direção do partido, não declarou nenhum gasto até o momento.

Conforme o TSE, todos os mais de 29 mil candidatos nas eleições deste ano tinham até terça-feira (13) para apresentar o balanço parcial dos gastos de campanhas. As informações enviadas deviam detalhar a movimentação financeira e/ou estimável em dinheiro ocorrida de 16 de agosto a 8 de setembro. Boa parte dos presidenciáveis, no entanto, tem feito atualizações quase diárias dos gastos da campanha. É possível acompanhar as informações pelo site do TSE.

Créditos: ISTOÉ.


Veja as fotos oficiais dos chefes de Estado assinando livro de condolências de Elizabeth II

Chefes de Estado do mundo inteiro estão em Londres para participar do funeral da rainha Elizabeth, que morreu no último dia 8. De acordo com o protocolo real, a monarca deve ser sepultada na próxima segunda-feira (19/9).

Presidentes e vices, primeiros-ministros e suas esposas se deslocaram até o Reino Unidos para um último adeus à rainha que reinou por sete décadas. Jair Bolsonaro (PL), Marcelo Rebelo Sousa, mandatário português, e chefes de Estado de outros países já estão em terras londrinas.


A partir deste sábado (17), nenhum candidato a cargos eletivos nas eleições deste ano poderá ser detido ou preso, a menos que seja em flagrante delito. A regra está prevista no Código Eleitoral e no calendário eleitoral de 2022 aprovado pelo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida vale até 48 horas após o encerramento do pleito, marcado para 2 de outubro.

Por meio dessas regras, a Justiça Eleitoral busca evitar que abusos sejam cometidos no período, em especial, perseguições políticas que resultem no afastamento de candidatos de suas campanhas, ou mesmo a provocação de repercussões negativas contra adversários políticos.

De acordo com o Art. 236 do Código Eleitoral, membros das mesas receptoras e fiscais de partido também não poderão ser detidos ou presos durante o exercício de suas funções, “salvo o caso de flagrante delito”.

Ainda segundo a legislação, nenhuma autoridade poderá, desde 15 dias antes e até 48 horas após o encerramento da eleição, “prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

Caso ocorra “qualquer prisão”, o detido deverá ser imediatamente conduzido à presença do juiz competente. Caso o juiz verifique a ilegalidade da detenção, caberá a ele relaxar a prisão e responsabilizar eventuais coautores da prisão.

*Bahia.ba