Ex-presidente discorria sobre ‘avanços tecnológicos’

“A única coisa que eu sei é que estou voltando a concorrer a uma eleição presidencial porque precisamos fazer esse país voltar a ser feliz”, completou o petista

O ex-presidente Lula (PT) disse não saber como criar novos empregos em uma eventual novo mandato presidencial. A afirmação foi proferida em um evento com lideranças do Movimento Sem-Terra (MST), na quarta-feira 14, em São Paulo.

“Os avanços tecnológicos não estão criando novos empregos”, disse o petista. “Eles criam mais produtividade, mais riqueza e mais condições de ganhar dinheiro, mas vão diminuindo a quantidade de pessoas que fazem trabalhos manuais. Como não podemos brigar com os avanços tecnológicos, porque, ainda que eles tirem os empregos, são responsáveis por criar inúmeras facilidades, nós temos que discutir como criar trabalho para o povo brasileiro. Como vamos criar novos empregos? Eu não sei como fazer.”

“A única coisa que eu sei é que estou voltando a concorrer a uma eleição presidencial porque precisamos fazer esse país voltar a ser feliz”, completou. “Todos sabem que eu vou criar um Ministério do Desenvolvimento Agrário, nós vamos ter o Ministério das Pequenas Empresa.”

Criação de ministérios

Em entrevista ao UOL em julho deste ano, além dos possíveis novos órgãos voltados ao desenvolvimento agrário e pequenas empresas, Lula disse que pretende criar o Ministério de Causas Indígenas, do Planejamento, da Igualdade Social, entre outras pastas em um eventual novo mandato. 

“Vou recriar o Ministério da Pesca e criar o de Causas Indígenas, que terá que ter um índio no ministério”, reafirmou. “Não precisa ser um branco de terno e gravata. Vou recriar ministérios que existiam no meu governo. Um país do tamanho do Brasil não pode deixar de ter um Ministério do Planejamento. Esse país tem que ser planejado de curto, médio e longo prazo. Esse país tem que ter uma prateleira de projetos feitos pelo Ministério do Planejamento.”

“Vamos criar ministérios necessários, porque, quando coloca uma coisa importante, como cultura, no lugar secundário, você não está dando importância”, afirmou. “Cultura vai ser muito importante. Vamos criar comitês estaduais para ver se consegue nacionalizar cultura.”

Informações Revista Oeste


José Dumont é investigado por estupro de vulnerável e pedofilia

José Dumont Foto: Reprodução/YouTube Janela Indiscreta

Alvo de investigação por estupro de vulnerável e pedofilia, o ator José Dumont, de 72 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil do Rio de Janeiro com material de pornografia infanto-juvenil, nesta quinta-feira (15).

As informações iniciais são do site Notícias da TV, que conversou com a polícia. O jornalista Luiz Bacci, da Record, também deu a notícia nesta tarde, por meio dos stories em seu perfil no Instagram.

– Um dos maiores nomes das novelas, José Dumont, acaba de ser preso suspeito de pedofilia no Rio de Janeiro. Informações em instantes no Cidade Alerta – anunciou, sem fornecer mais detalhes, mas exibindo a imagem do ator na delegacia da Polícia Civil.

Storie de Luiz Bacci Foto: Reprodução/Instagram

A prisão foi realizada sob comando do delegado Marcelo Braga Maia. O ator já era alvo de investigação por supostamente manter relações com um menino de 12 anos, em troca de ajuda financeira.

Câmeras de segurança teriam registrado imagens do ator trocando beijos e carícias com a criança, o que desencadeou a investigação, com mandado de busca e apreensão, na casa de Dumont.

Veterano na TV, o ator fez, recentemente, o coronel Eduardo em Nos Tempos do Imperador, da TV Globo, e está no elenco de Todas as Flores, que estreia em breve no Globoplay.

Informações Pleno News


Pedetista disse que ex-presidente “avacalhou na frente de toda a nação” ao ser questionado sobre corrupção

Candidatos Lula e Ciro Gomes no debate da TV Band Foto: Reprodução/Print de vídeo publicado nas redes sociais

O candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT) à Presidência, Ciro Gomes, teceu críticas à moral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante comício na Casa 12, em Recife, Pernambuco, ele afirmou que o petista “avacalhou na frente de toda a nação” ao ser questionado sobre corrupção pelo presidente Jair Bolsonaro (PL) no debate realizado na Band, em agosto.

– Vai para um debate na televisão, o Bolsonaro picareta com toda a família envolvida em falcatrua. Vai para cima do Lula, denuncia a corrupção do Lula, e o Lula avacalha na frente de toda a nação brasileira, porque não tem moral para encarar o Bolsonaro, para discutir isso – declarou o pedetista.

Ciro também pediu que os brasileiros lhe deem “uma chance”, pois seus principais rivais no pleito deste ano já “tiveram oportunidade” de serem presidentes.

Ele ainda afirmou que acredita em uma virada de votos que o leve ao segundo turno. Ele se encontra como terceiro colocado nas pesquisas de intenção de votos.

– Acho que a gente pode virar honesta e friamente – avaliou.

No dia anterior, contudo, o pedetista declarou que, caso não vença este ano, não planeja voltar a disputar as eleições.

– Se eu não for eleito, chega para mim. Estou inteirando 65 anos. Devotei minha vida inteira a este país. Não tenho fortuna, não tenho empresas, abri mão de três aposentadorias, nunca fui processado e, às vezes, me pergunto: vale a pena? [Ver] a população brasileira votando em corruptos porque o sistema está produzindo isso na cabeça do nosso povo… Vale a pena? – questionou, em entrevista à rádio Metrópole.

Informações Pleno News


Banco confisca duplex de comentarista da Globo por dívida milionária

O banco Itaú Unibanco ordenou que fosse leiloado um apartamento duplex do comentarista Caio Ribeiro, da TV Globo, por uma dívida de R$ 2 milhões do ex-atleta e de alguns dos seus familiares. Após duas tentativas fracassadas de venda, o banco acabou ficando com o imóvel e dando por quitada a dívida do comentarista. 

De acordo com informações da escritura, Caio Ribeiro adquiriu o apartamento de parentes por R$ 2,4 milhões em 2016, sendo que cerca de R$ 1,4 milhão foi através de um financiamento.

No ato da compra, o ex-jogador de futebol concedeu o imóvel em alienação fiduciária ao Itaú Unibanco. Isso significa repassar o imóvel a uma instituição financeira, mas mantendo a sua posse, como espécie de garantia até que se pague uma dívida. 

O duplex foi avaliado em R$ 2.083.000, valor da dívida cobrada pelo Itaú, segundo informação registrada na matrícula do imóvel em abril deste ano. Como o comentarista não quitou a dívida, a propriedade do imóvel passou em definitivo para o credor. 

Fonte: Portal Grande Ponto


Urgente: Pesquisa Brasmarket aponta vitória de Bolsonaro no primeiro turno

Uma nova pesquisa da Brasmarket, divulgada nesta quinta-feira (15), em primeira mão pelo Terra Brasil Notícias, mostra uma vitória no primeiro turno do presidente Jair Bolsonaro (PL).

No levantamento espontâneo, Bolsonaro lidera com 40,2%, enquanto Lula aparece com 28,4%. Na soma dos votos válidos, contando com os demais candidatos, o executivo federal ainda é a maioria e consegue se eleger já no próximo dia 2 de outubro.

Confira os números:

A pesquisa foi feita entre os dias 10 e 14 de setembro, com a confiabilidade de 95%. O método de coleta das informações foi o contato telefônico. Foram feitas 2.400 entrevistas em 504 cidades do Brasil. A margem de erro é de 2%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número: BR-01527/2022.

Informações TBN


Extra TBN: Sérgio Moro sinaliza aproximação com Bolsonaro: “Temos um inimigo em comum e estaremos juntos”; VEJA VÍDEO

Após o presidente Bolsonaro avaliar ação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra Sérgio Moro “desproporcional”, o ex-ministro demonstra vontade de estar junto com Bolsonaro novamente. Nas falas recentes, Moro já começa a citar o “inimigo” em comum, no caso o ex-presidiário Lula (PT).


Informações TBN


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu nesta quarta-feira (14) inscrições para um novo processo seletivo para o Censo 2022. Estão sendo oferecidas 7.795 vagas para recenseador e 435 para agentes censitários municipais ou supervisores. O prazo vai até sexta-feira (16).

A previsão é que o contrato de trabalho para recenseador dure três meses e a remuneração é variável, dependendo da produtividade do trabalhador. Já o contrato para os agentes censitários deverá durar cinco meses, com vencimentos de R$ 1.700 para supervisor e R$ 2.100 para municipal.

A inscrição é gratuita. Outras informações serão divulgados no site do IBGE.

*Bahia.ba


Por J. R. Guzzo

De desvario em desvario, transformaram a campanha eleitoral de 2022 numa eleição de ditadura 

Alexandre de Moraes na cerimônia de lacração do sistema das urnas eletrônicas | Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

(Artigo de J. R. Guzzo publicado no jornal Gazeta do Povo em 12 de setembro de 2022)

A justiça eleitoral brasileira se transformou num monstro. Deveria ser uma repartição pública que cuida da organização das eleições e garante a honestidade das apurações, unicamente isso — como em qualquer democracia séria do mundo. Aqui, por força da invasão da vida política por parte do STF, e da vassalagem que o judiciário impôs aos dois outros poderes, passou a mandar na eleição. É uma deformação — os brasileiros foram expulsos do processo eleitoral. Quem decide tudo, hoje, são o TSE, os 27 TREs e o resto do brontossauro burocrático que passou a dar ordens aos partidos, aos candidatos e aos eleitores. De desvario em desvario, transformaram a campanha eleitoral de 2022 numa eleição de ditadura. Seu golpe mais recente foi proibir que o presidente da República mostre em seu programa de televisão as imagens das manifestações-gigante do dia Sete de Setembro em que foram comemorados os 200 anos de independência do Brasil — e nas quais possivelmente mais de 1 milhão de pessoas, em todo o país, foram às ruas prestar apoio à sua candidatura à reeleição.

É a pior agressão imposta até agora pelo TSE à liberdade, à igualdade e à limpeza das eleições de outubro; não há sinais de que seja a última. Os novos comissários-gerais da ordem política brasileira, simplesmente, decidiram que o presidente não tem o direito de mostrar, nos programas do horário político, os vídeos de manifestações públicas feitas em seu próprio favor — em atenção, mais uma vez, às exigências feitas pelo candidato adversário. A alegação é demente: a população foi para a praça pública festejar a independência do Brasil, e as imagens de sua maciça presença nas ruas não podem ser usadas para se fazer “propaganda eleitoral”. Mas as pessoas que saíram de casa no Sete de Setembro, com bandeiras do Brasil e vestidas de verde-amarelo, foram às comemorações com a expressa e óbvia intenção de dizer que vão votar em Jair Bolsonaro para um novo mandato. Como, agora, proibir que se mostre isso — algo perfeitamente legal e já visto por milhões de pessoas? É direito constitucional dos cidadãos brasileiros votarem em quem quiserem e expressarem publicamente a sua preferência — por que, então, o TSE proíbe a exibição de imagens que comprovam a existência de multidões dispostas a votar no presidente?

A mesma justiça eleitoral, no tempo do regime militar, não deixava os candidatos dizerem nada no programa político da televisão; só podiam mostrar um retratinho de si próprios, dentro dos exatos centímetros e milímetros fixados pelas autoridades, mais o seu número e partido, e fim de conversa. O povo não tinha nada de ficar sabendo o que o candidato tinha a dizer — como TSE de hoje acha que o povo não tem nada de ficar olhando para imagens que os comissários não gostam. No regime militar, ao menos, havia mais igualdade — o retratinho era igual para todo mundo. Hoje só o presidente é proibido de fazer isso e aquilo, e mais isso e mais aquilo; a cada cinco minutos os advogados do seu principal, ou único competidor, exigem que Bolsonaro se cale, enquanto ele próprio continua dizendo e mostrando tudo o que quer, com a plena aprovação do TSE. Neste último episódio, lembram os métodos da antiga ditadura comunista da Rússia, que mandava apagar todas as imagens que não aprovava – apagar fisicamente, raspando fotografias e filmes. Agora, estão apagando imagens que todo mundo já viu.

O ex-presidente Lula, num dos mais rancorosos insultos que já dirigiu à toda a população brasileira que não vota nele, disse que as manifestações do Sete de Setembro pareciam uma reunião da Ku Klux Klan, a sociedade secreta que se tornou símbolo mundial do racismo. O ministro Luís Roberto Barroso, por sua vez, disse que a presença do povo na rua serviria para se calcular quantos fascistas existem no Brasil; o apoio ao presidente, para ele, é um crime político. Das ofensas, agora, passa-se à pior das hipocrisias. Se tudo não passou de uma reunião racista de fascistas da KKK, porque toda a ânsia enraivecida, então, em proibir que esse fracasso da candidatura Bolsonaro apareça no programa eleitoral? Porque esconder algo que, segundo a candidatura Lula, deu errado para o adversário? Se deu errado, e é coisa do mal, a manifestação em seu favor teria de ser exibida ao máximo, não é mesmo? É claro que não se trata de nada disso. Lula, que não consegue juntar ninguém a seu favor para uma demonstração de massas, quer esconder o sucesso do presidente no Sete de Setembro — e o TSE, ao aceitar essa nova imposição, parece fazer mais um esforço para dar a impressão de que não vai agir com limpeza na eleição de outubro.

Informações Revista Oeste


Em quase três meses, o combustível ficou R$ 2,35 mais barato, com recuo de 31,7%, segundo levantamento da ANP 

preço médio da gasolina nos postos do país caiu mais 2,5% pela 11ª semana consecutiva. O valor passou de R$ 5,17 para R$ 5,04, de acordo com levantamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveia), realizado na semana de 4 a 10 de setembro e divulgado nesta segunda-feira (12). O valor é o menor desde fevereiro de 2021. 

Mas a maior queda na última semana foi do etanol, de R$ 3,71 para R$ 3,53 (4,8%). Já o diesel registrou leve redução de 0,2%, passando de R$ 6,90 para R$ 6,88.

O recuo da gasolina é motivado pela isenção da alíquota do ICMS sobre a gasolina e pelas reduções do valor nas refinarias autorizadas pela Petrobras. O quarto corte no preço em um mês e meio goi no último 2 de setembro, com recuo de 7,08, após os reajustes realizados nos dias 20 (-4,9%) e 29 de julho (-3,88%) e 16 de agosto (-4,85%).

Desde a semana de 19 a 25 de junho, quando o litro do combustível atingiu o valor recorde de R$ 7,39, o preço já caiu 31,7%, ficando R$ 2,35 mais baixo.

O preço médio da gasolina mais baixo registrado nesta semana foi em Passo Fundo (RS), R$ 4,33 o litro. O valor mais alto foi encontrado em Tefé (AM), R$ 6,76 por litro.

O resultado da queda dos combustíveis já se reflete na economia: provocou a maior deflação desde 1980 e deve causar um novo recuo de preços neste mês de setembro. Em julho, a redução de 0,68% do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi guiada, justamente, pelos valores dos combustíveis (-14,15%).

Em agosto, a redução do preço dos combustíveis (-10,82%) resultou em uma deflação de 0,36%, a menor variação para o mês desde 1998 (-0,51%).

Com a segunda deflação consecutiva, o IPCA acumula alta de 8,73% nos últimos 12 meses, patamar abaixo dos dois dígitos pela primeira vez desde setembro do ano passado. No ano, o índice tem alta de 4,39%.

Segundo dados da prévia da inflação de agosto, o IPCA-15, os combustíveis registraram queda de 15,33%. A gasolina ficou 16,80% mais barata e foi a principal responsável por puxar o índice para baixo.

Informações TBN


Medida ocorreu após a Corte negar um acordo com as Forças Armadas

Ministro Alexandre de Moraes, presidente do TSE Foto: Antonio Augusto/Secom/TSE

Após negar um acordo com os militares por uma apuração paralela nas eleições deste ano, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, suspendeu um encontro que teria com o ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira. De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a reação do TSE gerou um mal-estar entre os militares.

O encontro entre Moraes e Paulo Sérgio Nogueira estava previsto para ocorrer nesta terça-feira (13).

Mais cedo, a Corte emitiu uma nota para negar que tenha firmado um acordo com as Forças Armadas para fiscalização, em tempo real, dos dados enviados para a totalização do pleito eleitoral pelos TREs. A medida foi uma resposta à notícia que os militares pretendiam realizar uma apuração com 358 urnas eletrônicas.

De acordo com a Folha, representantes das Forças Armadas apontaram um receio de que o presidente do TSE recuse a principal proposta dos militares para as eleições deste ano, que é a reformulação de uma parte do teste de integridade das urnas.

Apesar da medida, os militares ainda pretendem manter a apuração paralela.

Informações Pleno News