Rodrigo Garcia está em 3º lugar com 15,6% das intenções de voto no Estado
O ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT)lidera a corrida a disputa pelo governo paulista, segundo levantamento do Paraná Pesquisas realizada de 18 a 22 de agosto de 2022. Ele tem 32,4%. O ex-ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas (Republicanos) está em 2º lugar, com 23,5%.
O atual governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), está na 3ª posição. O tucano tem 15,6%. Os demais candidatos registraram menos de 1% das intenções de voto.
Leia os resultados:
Fernando Haddad (PT): 32,4%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 23,4%;
Rodrigo Garcia (PSDB): 15,6%;
Vinicius Poit (Novo): 0,9%;
Carol Vigliar (UP): 0,6%;
Elvis Cezar (PDT): 0,5%;
Altino Junior (PSTU): 0,3%;
Gabriel Colombo (PCB): 0,3%;
Antonio Jorge (DC): 0,2%;
Edson Dorta (PCO): 0,1%;
Branco/nulo/nenhum: 13,7%;
Não sabe/não respondeu: 12%.
O levantamento ouviu 1880 eleitores de 18 a 22 de agosto de 2022. A margem de erro é de 2,3 pontos percentuais para mais ou para menos em um intervalo de confiança de 95%. A pesquisa, realizada com recursos próprios, custou R$ 30.000,00. Está registrada no TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) sob o número SP-05386/2022. Eis a íntegra (590 KB).
O Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.
O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse o Agregador de Pesquisasclicando aqui.
As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, em seu site, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.
Lei Seca e bafômetro costumam ser assuntos que geram muito debate e certa polêmica entre as pessoas. É incontestável que misturar álcool e direção é uma atitude irresponsável e extremamente perigosa – que, diariamente, é a causa de graves acidentes no trânsito brasileiro. Ainda assim, não se pode ignorar o direito que todo motorista tem de não realizar o teste do bafômetro diante de uma blitz.
Muitos condutores têm dúvida, também, sobre a possível tolerância que o aparelho pode conter. Afinal, qualquer quantidade de álcool acusada pode levar o motorista a responder pela Lei Seca? Ainda que o aparelho conte com uma margem de erro estipulada pelo Contran, o motorista não pode ingerir nenhuma quantidade de álcool antes de pegar ao volante.
É o artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) que aborda as consequências da Lei Seca destinadas ao motorista que for flagrado dirigindo sob o efeito de álcool (ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência). Essa atitude configura uma infração de natureza gravíssima. As penalidades geram multa multiplicada 10 vezes e a suspensão do direito de dirigir por 12 meses.
Devido ao fator multiplicador (que recai sobre as infrações mais perigosas descritas pelo CTB), o condutor autuado poderá ter que pagar multa de R$ 2.934,70 – quase 3 mil reais, portanto. Além da multa, também há a penalidade de suspensão do direito de dirigir, que, para muitos, pode ser ainda pior. Afinal, ficar 12 meses impedido de pegar ao volante muda toda a rotina daqueles que dependem do veículo diariamente.
A infração também causa a medida administrativa de recolhimento da CNH e retenção do veículo até a apresentação de um condutor devidamente habilitando para a sua retirada. Além disso, o artigo ainda menciona que o dobro da multa poderá ser aplicado caso o motorista reincida nessa infração (volte a cometê-la) em um período de 12 meses.
Bafômetro é obrigatório?
Ao ser barrado em uma blitz da Lei Seca o motorista tem a opção de não realizar o teste do bafômetro. Isso acontece devido ao princípio constitucional de que ninguém é obrigado a gerar provas contra si mesmo perante a lei. Ainda assim, isso não significa que o condutor passará ileso pela blitz.
O artigo 165-A do CTB menciona que o motorista que se negar a realizar o teste do bafômetro também será autuado. Nesse caso, a infração prevê as mesmas consequências destinadas ao condutor que realiza o teste e comprova a ingestão de bebida alcoólica: a multa de quase R$ 3 mil e a suspensão da CNH por 12 meses.
Conforme o artigo 306 do CTB, o motorista poderá ser preso pela Lei Seca diante das seguintes possibilidades:
– se ele soprar o bafômetro e o resultado apontar resultado igual ou superior a 0,3 miligramas de álcool por litro de ar alveolar; – se realizar o exame clínico e o resultado apontar valor igual ou superior a 6 decigramas de álcool por litro de sangue; ou – se o condutor demonstrar sinais que indiquem que ele está alterado sob o efeito de álcool, como voz enrolada, tontura, olhos vermelhos e cheiro de bebida.
O motorista que for flagrado em uma blitz e comprovar alguma dessas situações, portanto, poderá ser preso – é por isso que muitos evitam soprar o bafômetro, já que se o resultado for superior a 0,3 miligramas de álcool, o condutor pode responder por crime de trânsito. A detenção pode durar de 6 meses a 3 anos.
Além disso, ainda conforme o artigo 306, o motorista também deverá pagar multa e terá a suspensão ou proibição de obter habilitação novamente.
Como dá para perceber, o motorista pode nem precisar fazer o teste do bafômetro para ser autuado ela Lei Seca. Isso acontece porque, se ele apresentar alguns sinais (estipulados pelo Contran) que indiquem que ele está alterado pelo efeito do álcool, ele já poderá ser autuado.
Margem de erro estipulada pelo Contran
É fato que a Lei Seca recebe esse nome porque estabelece tolerância zero ao consumo de bebidas alcoólicas por motoristas. Porém, a Resolução 432/2013 do Contran determina que seja descontada uma margem de erro do resultado apresentado pelo bafômetro. Isso acontece porque, por ser um aparelho eletrônico, considera-se que o bafômetro pode apresentar falhas, apesar de ser avaliado a cada 12 meses pelo Inmetro para comprovar seu funcionamento.
Com isso, o condutor só será autuado pela Lei Seca se o resultado do seu teste acusar um valor a partir de 0,05 gramas de álcool por litro de ar alveolar. Abaixo disso, o resultado estará dentro da margem de erro, fazendo com que o condutor não deva ser penalizado.
Ainda assim, é preciso seguir à risca a determinação de não ingerir nenhuma quantidade de álcool antes de pegar na direção, pois a margem de erro do bafômetro representa um teor muito baixo. Se beber um copo de chope ou uma taça de vinho, o bafômetro já acusará o resultado suficiente para que o motorista seja penalizado.
Por isso, para não ter erro, e, principalmente, para evitar graves acidentes, a melhor atitude é evitar, de todas as formas, ingerir bebidas alcoólicas antes de pegar na direção.
Empresários pró-governo foram alvo de mandados judiciais expedidos pelo ministro
Um grupo de 1,7 mil advogados emitiu uma nota contra a “escalada autoritária” promovida pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), nesta terça-feira, 23.
Endereçado à nação brasileira, o documento alerta para a “escalada persecutória de cunho ideológico e político, após a ampla divulgação de notícias de que o ministro determinou busca e apreensão contra empresários apoiadores do presidente da República”.
Os advogados alertam que há no Brasil a adoção de “medidas desproporcionais”, promovidas pelo “ativismo judicial” de membros do STF.
“O Brasil assiste atônito às buscas e apreensões, bloqueio de contas em redes sociais, quebras de sigilo bancário e outras medidas desproporcionais contra empresários que apoiam o presidente do Brasil, medidas realizadas de forma totalmente arbitrária, em flagrante assédio processual”, denunciaram os signatários da peça.
Os advogados afirmam que seu objetivo é se manifestar contra a “cultura do cala a boca”.
Presidente tinha quatro tópicos escritos em sua mão esquerda
Bolsonaro foi munido de “cola” ao Jornal Nacional Fotos: Reprodução/TV Globo
Entre os tópicos da entrevista que o presidente Jair Bolsonaro (PL) concedeu ao Jornal Nacional na noite desta segunda-feira (22), um dos mais comentados nas redes sociais é a “cola” que o chefe do Executivo tinha escrita em uma das mãos. Foi possível observar quatro temas anotados: “Nicarágua”, “Argentina”, “Colômbia” e “Dário Messer”.
As três primeiras palavras são nomes de países latino-americanos cujos presidentes são de esquerda. Já Dário Messer, conhecido como “o doleiro dos doleiros”, confessou à Operação Lava Jato do Rio que cometeu crimes como lavagem de dinheiro, evasão e associação criminosa.
Em publicação no Twitter, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) ilustrou cada tópico com manchetes de noticiários nacionais. Uma delas citava justamente a Globo.
– Polícia prende sétimo candidato opositor de Ortega na Nicarágua / Presidente da Colômbia nomeia ex-guerrilheiro como diretor de inteligência / Argentina enfrenta escassez de produtos nos supermercados / Em delação, Messer diz que entregava dólares aos Marinho, da Globo.
A cantora Anitta tentou pegar carona na pauta e provocar o presidente ao publicar uma foto dos dizeres que ele escreveu em sua mão. Entretanto, a repercussão não saiu como a artista esperava, e acabou sendo positiva para o chefe do Executivo, levando-o até mesmo a agradecer a ela em postagem irônica e pedir para que internautas pesquisassem sobre os temas. A funkeira decidiu, então, voltar atrás excluindo a publicação, mas o ato chamou ainda mais atenção para o caso, levando a palavra “apagou” para os assuntos mais comentados do Twitter nesta terça (23).Siga-nos nas nossas redes!
REVOLTADO: O blogueiro Josias de Souza disse em live para o Canal UOL que Bolsonaro estava fora de si no JN: "não era ele, calmo, Gentil, esmurrou a Globo sem tocar nela e destruiu tudo que foi dito sobre ele até agora ". pic.twitter.com/W4JzMAqQqp
Bolsonaro lidera pesquisa de intenções de voto em São Paulo(foto: Clauber Cleber Caetano/PR/Claudio Kbene/Flickr)
Novo levantamento divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas, nesta terça-feira (23/8), aponta que o presidente Jair Bolsonaro (PL) está na frente do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em São Paulo. O levantamento indica que Bolsonaro tem 40,3% das intenções de voto entre os paulistas, enquanto Lula, 35,5%. O terceiro lugar é de Ciro Gomes (PDT), com 7,6%. Em seguida, Simone Tebet (MDB), com 3,6%. Pablo Marçal (Pros) aparece com 0,6%. Felipe d’Avila (Novo) e Vera (PSTU) pontuaram 0,3%. Leonardo Péricles (UP) e Soraya Thronicke (União), 0,1%. Eymael (PDC), Roberto Jefferson (PTB) e Sofia Manzano (PCB) não pontuaram na pesquisa. Votos brancos e nulos chegam a 7%; indecisos, 4,7%.
Pesquisa estimulada de intenções de voto no 1º turno
Jair Bolsonaro (PL): 40,3%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 35,5%
Ciro Gomes (PDT): 7,6%
Simone Tebet (MDB): 3,6%
Pablo Marçal (Pros): 0,6%
Felipe d’Avila (Novo): 0,3%
Vera (PSTU): 0,3%
Leonardo Péricles (UP): 0,1%
Soraya Thronicke (União): 0,1%
Eymael (PDC): 0%
Roberto Jefferson (PTB): 0%
Sofia Manzano (PCB): 0%
O levantamento foi realizado entre os dias 18 e 22 de agosto e contou com 1.880 entrevistados com 16 anos ou mais. O nível de confiabilidade é de 95% e a margem de erro estimada é de 2.3 pontos percentuais.
A pesquisa foi registrada no TSE com o número BR-03203/2022.
Os números correspondem a um cenário estimulado, quando é apresentada aos eleitores uma lista com opções de candidatos. Nesta situação, Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, com 6,5% das intenções de voto dos mineiros. Simone Tebet (MDB) ficou com 1,9%.
Outros candidatos, como Vera Lúcia, Pablo Marçal, Leonardo Péricles, Felipe D’Ávila, Sofia Manzano, Roberto Jefferson, Soraya Thronicke e Eymael, tiveram pontuação menor que 1%.
Além disso, 3,7% dos eleitores afirmaram que votariam branco ou nulo. Outros 4,6% não sabem, não responderam ou estão indecisos.
Outros cenários
A pesquisa também montou outro cenário estimulado sem a participação de candidatos com baixa pontuação nos principais estudos eleitorais. Nesta situação, Bolsonaro lidera as intenções de voto dos mineiros, com 45,5%. Lula aparece em seguida, com 37,1%.
Ciro Gomes ficou com 8,4% e Simone Tebet, 2,4%. Além disso, 3,7% dos eleitores afirmaram que votariam branco ou nulo, e 2,9% estão indecisos, não sabem ou não responderam.1/13
No cenário espontâneo, quando não são apresentadas opções de candidatos ao eleitor, Bolsonaro também lidera as intenções de voto, com 44,1%. Lula vem em seguida, com 34,2%. Ciro Gomes pontuou 2,5% e Simone Tebet, 1,1%.
A pesquisa ouviu 1.200 eleitores de 323 municípios de Minas Gerais, entre os dias 16 e 19 de agosto. A margem de erro é de 2,9 pontos percentuais para mais ou menos, e o índice de confiança é de 95%. O estudo tem registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob protocolo MG-09198/2022.
A cúpula das Forças Armadas recebeu mal as declarações do ex-presidente Lula (PT) sobre papel dos militares. Na segunda-feira (22), durante um evento em São Paulo, o candidato petista afirmou: ‘O Itamaraty será aquilo que o governo decidir que ele seja. Como as Forças Armadas serão, como todas as instituições do Estado, serão aquilo que o governo quiser que seja”.
Segundo membros do alto escalão das Forças ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo, a frase explicita uma ‘falta de compreensão do que é uma instituição de Estado e repete a visão do presidente Jair Bolsonaro (PL), que é objeto de condenação por críticos e mesmo nos meios militares’.
O atual mandatário, capitão reformado do Exército, sempre utiliza a relação para reforçar a ideia de comando sobre os fardados —que, de resto, é uma obviedade constitucional. O que não é natural é entender que as Forças estão aí para realizar desejos do governante, como Bolsonaro faz ao insinuar que elas irão chancelar ou não a lisura das urnas eletrônicas.
Em 2020, o então comandante do Exército, Edson Leal Pujol, chegou a afirmar que não deixaria a política entrar nos quartéis —seu antecessor, Eduardo Villas Bôas, dizia o mesmo, embora tenha sido um dos grandes protagonistas da politização dos militares sob Bolsonaro
Jornalístico atingiu um pico de 37 pontos de audiência na Grande São Paulo
Presidente Jair Bolsonaro no Jornal Nacional Foto: Reprodução/TV Globo
A entrevista com o presidente Jair Bolsonaro (PL) na noite desta segunda-feira (22) no Jornal Nacional, da TV Globo, atingiu índices de audiência que a emissora não vinha conseguindo conquistar com o noticioso nos últimos tempos e, inclusive, registrou o maior pico de ibope da televisão brasileira em 2022. Os números foram divulgados pelo site Notícias da TV.
Antes desta segunda, o maior pico de audiência entre todas as emissoras nacionais no ano tinha sido a partida da final do Mundial de Clubes da FIFA, entre Chelsea e Palmeiras, que chegou ao ápice de 34,6 pontos na Band no dia 12 de fevereiro. O número é relativo ao apurado na Grande São Paulo, principal praça de publicidade do país.
Já a conversa com o presidente no Jornal Nacional, segundo dados prévios de audiência divulgados pelo Notícias da TV, marcou 32,4 pontos de média, mas atingiu picos de 37 na região metropolitana da capital paulista. A entrevista, que ficou no ar das 20h31 às 21h11, aumentou em 21,4% a audiência do jornal em relação à segunda passada, quando a atração marcou 27 pontos.
No Rio de Janeiro, o resultado da presença de Bolsonaro no JN foi até superior ao de São Paulo. No Grande Rio, o JN marcou 35 pontos e chegou a picos de 40 durante a entrevista. No Nordeste, o destaque ficou com Salvador, onde o Jornal Nacional chegou a picos de 38 pontos durante sua realização.
Presidente não mencionou episódio de Dario Messer com a emissora durante entrevista ao Jornal Nacional
O presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), apareceu com as palavras “Argentina”, “Colômbia”, “Nicarágua” e “Dario Messer” escritas em sua mão, durante o Jornal Nacional, da emissora de TV Rede Globo. Os temas não foram citados nenhuma vez durante os 40 minutos de entrevista. Leia a transcrição da entrevista.
Dario Messer também já foi mencionado por Bolsonaro em outras ocasiões. O chefe do Executivo chegou a divulgar em sua conta no Twitter fotos de reportagens sobre suposto repasse do doleiro à família Marinho, proprietária da Rede Globo.
Dario Messer, o “doleiro dos doleiros”, afirmou ao MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) que fazia de 2 a 3 repasses mensais à família Marinho. Ele declarou que os valores variavam de US$ 50.000 a US$ 300 mil por remessa. A informação foi divulgada pela revista Veja em 14 de agosto de 2020.
Bolsonaro também costuma citar a Argentina, a Colômbia e o Nicarágua em suas declarações para fazer ataques à esquerda e à relação do PT (Partido dos Trabalhadores) com os governos da América Latina.
A Argentina é frequentemente mencionada pelo chefe do Executivo para falar da relação do presidente Alberto Fernández com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto a Nicarágua é geralmente citada devido ao fato de que o PT celebrou a reeleição de Daniel Ortega.Presidente usou “cola” durante sabatina no JN; escreveu Nicarágua, Argentina, Colômbia e o nome do doleiro Dario Messer
Posse de bola
Dos 40 minutos reservados para a entrevista no Jornal Nacional, Bolsonaro falou por 24min37s. Os apresentadores Bonner e Vasconcellos ficaram com o restante (15min23s). Em suma, a Globo deu ao candidato 62% do tempo da entrevista.
A TV Globo publicou a conversa com Jair Bolsonaro na íntegra no site do JN: aqui.
As entrevistas dos principais candidatos ao Palácio do Planalto serão realizadas nesta semana. Lula, Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) devem ter o mesmo tempo para expor suas ideias e responder às perguntas de William Bonner e Renata Vasconcellos. O tempo de 40 minutos foi estipulado, podendo sofrer variações mínimas.
Essa é talvez a maior exposição que cada candidato terá no horário nobre durante toda a campanha. Eis a relação das datas das entrevistas:
ampanha. Eis a relação das datas das entrevistas:
Em 2014, o Jornal Nacionalentrevistou a então presidenteDilma Rousseff (PT) no Palácio da Alvorada. A emissora disse que “depois das eleições de 2014, porém, decidiu que sempre realizaria as entrevistas de todos os candidatos à Presidência da República em seus estúdios, de forma a demonstrar que todos os candidatos são tratados em igualdade de condições”.
Até 2014, todos os presidentes que concorriam à reeleição podiam fazer as entrevistas do Jornal Nacional no Alvorada. Em 2018, Michel Temer(então presidente) não concorreu a mais 1 mandato. Em 2022, o Grupo Globo decidiu exigir que todos os candidatos fossem aos estúdios da emissora, no Rio. Bolsonaro resistiu, mas acabou aceitando.
O chefe do Executivo decolou em Brasília nesta 2ª feira (22.ago) às 13h com destino ao Rio ao lado de 3 ministros do governo: Paulo Guedes (Economia), Ciro Nogueira (Casa Civil) e Fábio Faria(Comunicações). O filho mais velho e coordenador da campanha, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), também compõe a comitiva. Chegou aos estúdios Globo por volta das 19h.
Antes de embarcar, Bolsonaro brincou que daria um beijo no apresentador do Jornal Nacional, William Bonner. A declaração foi feita em vídeo gravado e publicado pelo ministro das Comunicações.