Em entrevista ao PodCast Cláudio Dantas Talks, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio de Mello, explica o motivo de não votar em Lula no segundo turno, mas sim em Bolsonaro. “Como ex-juiz, eu não poderia jamais votar em alguém que foi condenado em 4 processos crimes por delitos contra a Administração Pública”. Veja a seguir o vídeo:
Ex-ministro do Supremo Marco Aurélio de Mello diz o motivo pelo qual não votará em Lula pic.twitter.com/EenHSEabOZ
Os motoristas que têm carros com placas terminadas em 7 e 8 precisam ficar atentos aos prazos para o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) que, para eles, se encerram neste mês de outubro, nos dias 27 e 28 respectivamente. Esse pagamento deverá ser feito em parcela única e sem desconto.
Além disso, também vence alguns prazos de parcelamentos feitos anteriormente, para placas terminadas em 7, 8, 9 e 0. Neste caso, os proprietários de veículos com final 9 e 0 pagam a quarta parcela, enquanto o restante paga a última.
Segundo informações da Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia (Sefaz-BA), os demais prazos finais de pagamento em cota única, neste ano, são: em novembro, dia 29 para as final 9 e dia 30/11 para as de final 0.
O pagamento deve ser feito em uma agência bancária, caixa eletrônico, por aplicativo ou pelo site do Banco do Brasil, Bradesco ou Sicoob, bastando apenas apresentar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam).
Durante evento de campanha neste domingo (9), no bairro de Plataforma, no subúrbio ferroviário de Salvador, ACM Neto (União Brasil) destacou seu currículo ao afirmar ser o nome indicado para vencer a disputa pelo governo da Bahia.
“Eu quero dizer a vocês que eu estou pronto para esse segundo turno. Eu não me preparei apenas para saber governar a Bahia, eu não me preparei apenas para ter condições de ser um grande gestor. Eu me preparei para ganhar essa eleição”, declarou o candidato, que aproveitou a oportunidade para provocar o adversário, Jerônimo Rodrigues (PT), e o governador Rui Costa (PT).
“Nós não estamos aqui apenas para tirar um grupo que governa a Bahia há 16 anos. Nós estamos aqui para fazer história, estamos aqui para mudar a Bahia de verdade. Nós estamos aqui pelo futuro do nosso estado, pelo futuro do nosso povo”, disse Neto durante a caminhada, que contou com as presenças do prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), da vice-prefeita de Salvador Ana Paula Matos (PDT), da candidata a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e do prefeito de Candeias, Pitágoras Ibiapina (PP).
As novas regras para rótulos de alimentos no Brasil entram em vigor a partir de hoje (9). De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), além de mudanças na tabela de informação nutricional, a novidade é a adoção de alertas, na parte frontal da embalagem, sobre alguns nutrientes.
Informação nutricional
Uma das mudanças é que a tabela de informação nutricional passa a ter apenas letras pretas e fundo branco. O objetivo, segundo a Anvisa, é afastar a possibilidade de uso de contrastes que atrapalhem na legibilidade.
Outra alteração será nas informações disponibilizadas na tabela. Passa a ser obrigatória a declaração de açúcares totais e adicionados, do valor energético e de nutrientes por 100 gramas ou 100 mililitros, para ajudar na comparação de produtos.
O número de porções por embalagem também passa a ser obrigatório.
A tabela deve estar localizada próximo à lista de ingredientes e em superfície contínua, sem divisão. Ela não pode ser apresentada em áreas encobertas, locais deformados ou regiões de difícil visualização, exceto em produtos de embalagem pequena (área de rotulagem inferior a 100 centímetros quadrados).
Rotulagem nutricional
Considerada a maior inovação das novas regras, a rotulagem nutricional frontal passa a ser considerada um símbolo informativo que deve constar no painel da frente da embalagem. A ideia, de acordo com a agência, é esclarecer, de forma clara e simples, sobre o alto conteúdo de nutrientes com relevância para a saúde.
“Para tal, foi desenvolvido um design de lupa para identificar o alto teor de três nutrientes: açúcares adicionados, gorduras saturadas e sódio. O símbolo deverá ser aplicado na face frontal da embalagem, na parte superior, por ser uma área facilmente capturada pelo nosso olhar”, destacou a Anvisa.
Alegações nutricionais
As alegações nutricionais continuam sendo voluntárias. Em relação aos critérios para o uso dessas alegações, foram propostas, segundo a agência, alterações com o objetivo de evitar contradições com a rotulagem nutricional frontal.
Saiba mais
A Anvisa disponibilizou um documento com perguntas e respostas para esclarecer dúvidas em relação às novas regras de rotulagem nutricional. O conteúdo pode ser acessado aqui.
Em Campinas (SP), o candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva falou novamente em discurso nesse sábado (8) em regular os meios de comunicação. Além disso, o candidato considerado pela Grande Mídia como “o mais democrático”, ainda prometeu permitir manifestações com queima de pneus e invasão de propriedades rurais e urbanas.
"Nós vamos fazer uma regulação dos meios de comunicação", diz Lula em discurso; VEJA VÍDEO pic.twitter.com/rsr6S4W9CX
Dos 32 partidos existentes no país, 20 decidiram apoiar um dos candidatos no segundo turno da eleição para presidente — 15 estão com Luiz Inácio Lula da Silva (PT); e cinco com Jair Bolsonaro (PL). As direções nacionais de outras sete legendas optaram, porém, pela neutralidade e liberaram os diretórios estaduais para definirem escolhas — confira abaixo.
E cinco legendas ainda não se posicionaram oficialmente sobre a decisão de seus diretórios nacionais: Patriota, PRTB, PMB, PMN e UP.
Divergência pública no União Brasil
Os partidos que decidiram ficar neutros são o União Brasil, o MDB, o PSDB, o PSD, o Podemos, o Novo e o DC. Com as decisões, há correligionários em lados opostos no segundo turno e algumas divergências públicas.
No caso do União Brasil, a neutralidade foi anunciada pelo presidente do partido, Luciano Bivar, na última quarta-feira (5). “Em um partido tão grande, é natural que haja posições divergentes. Por isso, em respeito à democracia interpartidária, a direção do União Brasil decide liberar seus diretórios e filiados que sigam seus próprios caminhos, com responsabilidade, no segundo turno das eleições presidenciais e estaduais”, disse.
A posição foi contestada publicamente pelo governador reeleito de Goiás, Ronaldo Caiado, no dia seguinte. “O presidente do partido pode ter a opinião dele, mas a maioria deliberou. Em nome da maioria, comunico que marcharemos com o presidente Bolsonaro”, afirmou.
Emedebistas e tucanos dos dois lados
Integrantes do MDB foram para lados diferentes. Enquanto a senadora Simone Tebet (MS), terceira colocada na eleição para presidente, e o governador reeleito do Pará, Helder Barbalho, decidiram apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o governador reeleito do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, e o prefeito de Porto Alegre, Sebastião Melo, se aliaram a Jair Bolsonaro (PL).
O mesmo aconteceu no PSDB. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador José Serra (SP), além de outras figuras históricas do partido, anunciaram voto em Lula, mas o governador de São Paulo, Rodrigo Garcia, e o candidato a governador de Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel se alinharam a Bolsonaro.
A decisão de Rodrigo Garcia deixou integrantes do governo paulista insatisfeitos — três secretários estaduais pediram demissão da administração paulista. Um dos demissionários foi o ex-presidente da Câmara dos Deputados Rodrigo Maia (PSDB), que comandava a secretaria de Projetos e Ações Estratégicas.
O PSD é outro partido com integrantes nos dois lados. O prefeito do Rio, Eduardo Paes, e o senador Otto Alencar (BA), entre outros, são aliados do ex-presidente. O governador reeleito do Paraná, Ratinho Júnior, representa o grupo que está com o atual presidente.
Dados divulgados nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que o Brasil teve a maior perda de vegetação da última década no período que compreendeu governos da ex-presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento faz parte do relatório “Contas Econômicas Ambientais da Terra”, que aponta a perda de florestas e campos.
O levantamento divulgado nesta sexta-feira contém dados bienais a partir de 2010. De acordo com o relatório, em 2010, o Brasil tinha 5,534 milhões de km² de cobertura natural, somando florestas e vegetação campestre. Dois anos depois, a área preservada havia reduzido para 5,466 milhões de km². Ou seja, uma redução de 67.726 km².
Lula ocupou a Presidência até 2010, sendo sucedido por Dilma, que ficou no poder até 2016, quando sofreu um impeachment. Entre 2010 e 2016, a média de desmatamento anual no Brasil foi de 25 mil km², maior do que a área do estado de Sergipe, que tem 21 mil km ².
Em 2018, a área coberta por vegetação era de 5,367 milhões de km². Em 2020, a redução registrada foi de 23 mil km². Ou seja, dentro do período, que atingiu o governo do presidente Jair Bolsonaro, o desmatamento anual ficou em média de 12 mil km².
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou com reclamação junto ao Supremo Tribunal Federal pedindo a anulação de um processo judicial que tramita na Justiça Federal de São Bernardo do Campo (SP), no qual a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) tenta receber dele 1,36 milhão de reais. Lula teve seu nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio.
Os advogados do petista sustentam que em março de 2021 o Supremo reconheceu a suspeição do juiz Sérgio Moro e anulou os atos praticados no processo do tríplex do Guarujá e no processo do sítio de Atibaia. Com base na manifestação da Suprema Corte, a defesa de Lula quer suspender todos os atos da Receita Federal e os processos movidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional contra o petista.
A defesa de Lula diz que o relatório de auditoria fiscal que levou a PGFN a impetrar processos na Justiça Federal contra Lula foram extraídos das ações penais contra o candidato em Curitiba. A defesa de Lula diz que as reportagens publicadas sobre as dívidas do petista serviram de “panfletagem política” contra o candidato.
Diversos blogs e sites reproduziram reportagens durante as eleições mostrando que o petista teve o nome inscrito na Dívida Ativa da União por sonegação, fraude e conluio, conforme acusação feita pela Fazenda Nacional. Na petição impetrada no Supremo, a defesa de Lula pede a nulidade do processo e a extinção dos autos e origem da Execução Fiscal ainda antes da votação do segundo turno, que ocorrerá dia 30.
O pedido de Lula foi encaminhado ao ministro Gilmar Mendes. No final do mês passado, o ministro Gilmar mendes suspendeu um processo no Tribunal Regional Federal em São Paulo de cobrança de 18 milhões de reais de Lula e do Instituto Lula. No processo, Lula já tinha sido condenado em primeira instância a pagar 829 mil reais em honorários e custas, sentença que tinha sido confirmada pelo TRF3, segunda instância da Justiça Federal.
Na mira de parlamentares que querem uma CPI para apurar distorções nos números do primeiro turno e da Polícia Federal, as pesquisas Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), ex-Ibope, custaram R$ 23,4 milhões em 2022. Em seguida, aparece o Datafolha, com R$ 14,2 milhões. A informação está registrada na base de dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi consultada na sexta-feira (7).
Segundo os dados, as três pesquisas mais caras realizadas pelo Ipec, no valor de R$ 347.659 cada uma, contratadas pela TV Globo, entrevistaram, no total, 9.024 eleitores entre os dias 13 de setembro e 1º de outubro. A média de entrevistados nas pesquisas era de mil eleitores.
Na mira de parlamentares que querem uma CPI para apurar distorções nos números do primeiro turno e da Polícia Federal, as pesquisas Ipec (Inteligência em Pesquisa e Consultoria), ex-Ibope, custaram R$ 23,4 milhões em 2022. Em seguida, aparece o Datafolha, com R$ 14,2 milhões. A informação está registrada na base de dados abertos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e foi consultada na sexta-feira (7).
Segundo os dados, as três pesquisas mais caras realizadas pelo Ipec, no valor de R$ 347.659 cada uma, contratadas pela TV Globo, entrevistaram, no total, 9.024 eleitores entre os dias 13 de setembro e 1º de outubro. A média de entrevistados nas pesquisas era de mil eleitores.
No caso do Ipec, em todas as pesquisas o instituto informou que foi utilizada uma equipe de entrevistadores e supervisores “devidamente treinados para o trabalho”. Após a coleta das informações, 20% dos questionários foram submetidos a uma fiscalização para verificação das respostas e adequação dos entrevistados aos parâmetros amostrais.
O Datafolha também informou ao TSE que os entrevistadores são treinados e recebem instruções específicas para cada projeto realizado. A coleta foi feita com a utilização de tablet e questionário eletrônico e, no mínimo, 30% dos questionários de cada pesquisador eram checados novamente.
O Ipec realizou em agosto sete levantamentos de intenção de voto nos candidatos ao Palácio do Planalto. Considerando apenas os votos válidos, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 52% das intenções de voto. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, o Ipec se aproximou do resultado divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que registrou 48,43% dos votos para o petista.
Nos sete levantamentos do Ipec, o atual presidente da República, Jair Bolsonaro, manteve as intenções de voto em 37%. Com margem de erro de 2 pontos percentuais, Bolsonaro teria, no máximo, 39% dos votos. No entanto, ele terminou o primeiro turno com 43,20%. O mesmo aconteceu com o Datafolha, que previa na última pesquisa que Bolsonaro tivesse 36% das intenções de votos, contra 50% de Lula.
Ao R7, na terça-feira (4), o Ipec disse que as pesquisas eleitorais medem a intenção de voto no momento em que são feitas e que quando efetuadas continuamente ao longo do processo eleitoral são capazes de apontar tendências, “mas não são prognósticos capazes de prever o número exato de votos que cada candidato terá”.
Sobre os resultados das amostras para a Presidência da República que indicaram um resultado muito distante do obtido por Bolsonaro após a apuração das urnas, o Ipec respondeu que isso pode ter acontecido por causa dos votos de eleitores que estavam indecisos ou que deixaram de votar em Ciro Gomes (PDT) e Simone Tebet (MDB) para votar em Bolsonaro. “Tais fatores já demonstravam uma provável migração de votos desses dois candidatos para Jair Bolsonaro.”
Já sobre o faturamento com pesquisas eleitorais, o Ipec respondeu que o valor é compatível com o volume de pesquisas contratadas por seus clientes e que “atua com práticas comerciais de mercado para as metodologias utilizadas nas pesquisas de intenção de voto, com preços tabelados, para pesquisas divulgadas ou não”.
O Datafolha foi igualmente questionado pela reportagem, mas não retornou o contato até a última atualização desta matéria. O espaço segue aberto para manifestações.
O Concurso 2.527 da Mega-Sena, que será sorteado hoje (8) à noite em São Paulo, deverá pagar R$ 8 milhões a quem acertar as seis dezenas. O sorteio das seis dezenas será feito às 20h no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê.
O concurso de quarta-feira (5) não teve acertadores e o prêmio ficou acumulado para hoje. Foram sorteadas as dezenas 02 – 16 – 24 – 38 – 43 e 59.
As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site da Caixa Econômica Federal.
A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 4,50. Quanto mais números marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio.