Levantamento ouviu 1.810 eleitores presencialmente, entre os dias 23 e 27 de outubro; margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais para mais ou para menos
Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) Arte CNN
Levantamento Tullett Prebon Brasil/Paraná Pesquisas, divulgado nesta sexta-feira (28) para o segundo turno da disputa pelo governo de São Paulo mostra Tarcísio de Freitas (Republicanos)com 58,6% dos votos válidos.
O candidato do PT, Fernando Haddad, aparece com 41,4%. O segundo turno das eleições está marcado para 30 de outubro.
Os votos válidos, que excluem os votos em branco e nulos, determinam o resultado das eleições. Nas disputas para presidente e governador, o candidato que atinge mais de 50% dos votos válidos vence o pleito.
A pesquisa foi encomendada pela corretora de valores Tullett Prebon Brasil e entrevistou, presencialmente, 1.810 pessoas entre os dias 23 e 27 de outubro.
A margem de erro é de aproximadamente 2,4 pontos percentuais, para mais e para menos. O nível de confiança é de 95%.
Pesquisas eleitorais mostram uma tendência e, não necessariamente, correspondem ao resultado das urnas. Não é uma ciência exata e as amostragens são limitadas. A CNN Brasil divulga os dados de 11 institutos tradicionais por entender que as pesquisas são uma ferramenta importante para análise do eleitor.
Segundo turno
Votos válidos:
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 58,6%
Fernando Haddad (PT) – 41,4%
Votos totais:
Tarcísio de Freitas (Republicanos) – 52,2%
Fernando Haddad (PT) – 36,9%
Brancos/Nulos/Nenhum dos dois – 5,7%
Não sabe/Não respondeu – 5,2%
Disputa presidencial
O Instituto Paraná também divulgou dados sobre a disputa presidencial no estado. O presidente Jair Bolsonaro (PL) aparece à frente, com 57,3% das intenções de votos válidos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 42,7%.
Jair Bolsonaro (PL) – 57,3%
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) – 42,7%
Considerando os votos totais, Bolsonaro tem 51,6%, e Lula, 38,5%. Brancos e nulos representam 5,2%, e os que não sabem ou não responderam, 4,7%.
O Instituto Paraná divulgou hoje um novo levantamento realizado com eleitores de São Paulo sobre o segundo turno da corrida ao Planalto, entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT), agendado para o próximo dia 30.
A pesquisa aponta que o atual presidente da República tem 51,6% das intenções de voto no estado, contra 38,5% do petista. Brancos e nulos somam 5,2%, enquanto os que não sabem/não responderam totalizam 4,7%. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais. Na sondagem anterior, Bolsonaro (à direita na foto) tinha 51,9%, ante 38,2% de Lula (à esquerda na foto).
Considerando os votos válidos, o presidente aparece com 57,3% e o petista, com 42,7%. Na semana passada, Bolsonaro tinha 57,6%, contra 42,4% de Lula.
Foram ouvidas 1.810 pessoas entre os dias 23 e 27 de outubro. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o protocolo BR-07426/2022.
ACM Neto (União Brasil), candidato ao governo da Bahia, criticou o adversário Jerônimo Rodrigues (PT) por faltar ao último debate, que ocorreria na noite de hoje na TV Bahia (afiliada da TV Globo). Ele classificou a atitude do petista como “desrespeito” ao eleitor que aguardava um “confronto de ideias”.
Com a ausência do petista, que fechou o primeiro turno à frente, com 49,45% dos votos, o ex-prefeito de Salvador foi entrevistado por 30 minutos pela jornalista Graziela Azevedo. O formato já havia sido acordado com representantes de ambas as campanhas.
Download é gratuito e pode ser feito em celulares e tablets
Termina neste sábado (29), véspera do pleito do dia 30, o prazo para que os eleitores baixem ou atualizem o e-Título, versão digital que substitui o título de eleitor em papel nas eleições de 2022.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) orienta o eleitorado a seguir regras de utilização e baixar ou atualizar o e-Título o quanto antes, “para evitar dificuldades que possam surgir ao deixar a emissão para a última hora”.
Implementado em 2018, o e-Título pode ser baixado nos celulares para serem apresentados no momento da votação, caso esteja atualizado e com foto. Ele pode ser utilizado também para consultas sobre local de votação, bem como para justificar ausência às urnas, emitir certidão de quitação eleitoral e nada consta criminal, entre outros serviços.
Segundo o TSE, até as vésperas do primeiro turno cerca de 30 milhões de eleitores ativaram o aplicativo no Brasil e no exterior. Desse total, 13 milhões de ativações foram feitas em 2022.
Passo a passo
O download do e-Título é gratuito e pode ser feito em celulares e tablets, para os sistemas Android e iOS, via App Store e Google Play.
“É preciso que você já tenha um registro na Justiça Eleitoral para liberar o título digital, que pode ser acessado a qualquer momento. Após baixá-lo, basta inserir os dados pessoais solicitados e responder a algumas perguntas. Para validar o acesso, as informações são cruzadas com as que constam no sistema da Justiça Eleitoral”, explica o TSE.
Aegundo o tribunal, eleitores que já têm o e-Título devem verificar se está tudo certo, mantendo o app atualizado. Dificuldades costumam ser resolvidas com a reinstalação do aplicativo. “Porém, a orientação é que eleitores não deixem para a última hora, pois no dia da eleição não será possível resolver eventuais problemas com o uso do app”.
Cássia Kis, 64 anos, tem sido evitada por colegas nos bastidores de “Travessia”, novela, que segundo ela, marcará sua aposentadoria.
Pessoas envolvidas na novela contaram que Cássia, há mais de um mês, vem convocando – pessoalmente e por meio do grupo de WhatsApp do elenco – que colegas rezem para que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não ganhe as eleições.
Ela encaminha vídeos de orações e manda notícias relacionadas à política.
O discurso, repetido muitas vezes, é o mesmo feito no lançamento de “Travessia”, quando, em entrevista para a imprensa, defendeu Jair Bolsonaro (PL) e citou profecia: “Brasil vai derramar sangue”.
O presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participam nesta sexta-feira, 28, às 21h30, do debate na TV Globo com os candidatos à Presidência no segundo turno. Será o último encontro antes da eleição, domingo, 30. Mediado pelo jornalista William Bonner, o evento será transmitido ao vivo pela TV Globo, pela GloboNews e pelo g1, direto dos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro. As regras foram definidas pela organização em parceria com representantes dos partidos.
O debate será dividido em cinco partes. A ordem em que os candidatos farão as perguntas em cada bloco, assim como as considerações finais, foi definida por sorteio com a presença de representantes das campanhas de Lula e Bolsonaro. 1º e 3º Blocos O primeiro e o terceiro serão de temas livres, com duração de 30 minutos. Cada candidato terá 15 minutos e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Bolsonaro abre o primeiro bloco e Lula, o terceiro bloco.
2º e 4º Blocos
O segundo e o quarto blocos serão de temas determinados e terão duração total de 20 minutos, com dois debates de 10 minutos. Os temas serão escolhidos pelos candidatos entre os seis oferecidos pela TV Globo em um telão. Cada candidato terá cinco minutos para debater e deverá administrar seu tempo entre perguntas, respostas, réplicas e tréplicas. Cada tema só poderá ser escolhido uma única vez, sem repetição. No segundo bloco, Lula inicia as perguntas. No quarto bloco, quem começa é Jair Bolsonaro.
5º Bloco
No quinto bloco, cada candidato fará as suas considerações finais. Luiz Inácio Lula da Silva é o primeiro e Jair Bolsonaro, o segundo.
O juiz decidiu que deve prevalecer o resultado da eleição presidencial
A Justiça de São Paulo decidiu nesta quinta-feira, 27, que o candidato vencedor da eleição presidencial poderá reunir seus apoiadores na Avenida Paulista no próximo domingo a partir das 20h30.
A decisão do juiz Randolfo Ferraz de Campos, da 14.ª Vara de Fazenda Pública da Capital, determina que a ocupação “deverá dar-se conforme estritamente o resultado da eleição”.
As comemorações deverão respeitar o horário previsto, sob pena de multa. O juiz defendeu que o mais “prudente” seria aguardar o término do horário de votação, o que em sua avaliação deve garantir “maior segurança e tranquilidade”.
Campos também levou em consideração a possibilidade de atrasos no fechamento das urnas. No primeiro turno, as filas fizeram algumas seções eleitorais em São Paulo estenderem a votação até 21h.
“Mesmo havendo término do horário de votação, cumpre considerar a movimentação, a partir de então, de recursos humanos e materiais afetos à logística da máquina judiciária eleitoral visando ao resguardo de equipamentos e dados usados ou gerados no pleito, sendo que, tanto na Avenida Paulista como nas imediações, é sabido haver numerosas seções eleitorais. Assim, prudentemente, deve-se aguardar ao menos até 20 horas e 30 minutos para início das manifestações”, diz um trecho da decisão.
Imagem foi trocada da reportagem e o tuíte removido após denúncia da Revista Oeste
Mais de 14 quilômetros separam o Brasil da imagem que foi utilizada pelo UOL para ilustrar o aumento da miséria no país.
Na última segunda-feira (26), o site de notícias usou a imagem de um banco de fotos gratuito para dizer que durante o governo de Jair Bolsonaro 10 milhões de pessoas foram incluídas no Cadastro Único (CadÚnico).
Criado em 2001, o cadastro tem como objetivo inscrever famílias em situação de pobreza para que possam participar dos programas de distribuição de renda.
Além do Auxílio Brasil, os inscritos no CadÚnico também têm acesso a outros programas federais, estaduais e municipais.
A imagem mostra crianças em um lixão, separando recicláveis.
A imagem, porém, foi registrada em Bangladesh, mais precisamente em Chittagong, em junho de 2020 pela fotógrafa Mumtahina Tanni.
Após a exposição da Revista Oeste sobre o erro do UOL, o tuíte foi trocado e a imagem da matéria foi substituída por um morador de rua de São Paulo.
O ministro Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a norma que amplia a margem de crédito consignado para beneficiários de programas sociais, como o Auxílio Brasil e o Benefício de Prestação Continuada (BPC). A modalidade permite que as famílias comprometam até 40% do valor total recebido, antes o percentual era de 35%.
Na decisão, divulgada na quarta-feira (26), o ministro rejeitou o pedido de medida cautelar feito pelo PDT, que alegava que o acesso aos empréstimos consignados a beneficiários de programas sociais “ampliaria o superendividamento no país”. Para o partido, a medida “torna o beneficiário especialmente vulnerável, uma vez que parte da renda fica comprometida antes mesmo do recebimento”. No entanto, para Nunes Marques, os empréstimos são concedidos a partir de análise de crédito e de risco realizada por bancos privados ou públicos, com habilitação junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou ao Ministério da Cidadania.
No entendimento do magistrado, a oferta de crédito consignado aos beneficiários “trata-se de opção legislativa que busca garantir às famílias brasileiras que experimentavam dificuldades, na sequência da pandemia e da alta dos preços de alimentos, uma modalidade de crédito barata, especialmente para quitar dívidas mais caras”. Ao tratar do prejuízo à reorganização financeira dos tomadores do empréstimo, destacou o ministro, o PDT parte do pressuposto de que eles não obtêm nenhuma vantagem com a contratação do crédito. “A alegada posição de vulnerabilidade do público-alvo não retira sua capacidade de iniciativa e de planejamento próprio”.
Crédito consignado O crédito consignado é aquele concedido com desconto automático das parcelas em folha de pagamento ou benefício. Por ter como garantia o desconto direto, esse tipo de operação de crédito pessoal é uma das que oferecem os menores juros do mercado.
Em entrevista à Record TV na última sexta-feira (21), a presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, disse que o crédito consignado para beneficiários do Auxílio Brasil, com juros de até 3,5% ao mês em, no máximo, 24 parcelas, foi liberado com “muita consciência” e não tem a intenção de agravar a situação financeira das famílias mais pobres. “A gente não quer estimular o endividamento de famílias vulneráveis, mas 70% dessas pessoas são informais ou autônomas e precisam do dinheiro para comprar mercadorias, adquirir uma bicicleta para realizar entregas, investir no negócio ou pagar uma dívida mais cara”, explicou.
Ao defender a linha de crédito, Daniella ressaltou que, normalmente, os endividados pagam juros superiores aos oferecidos pela linha de crédito atrelada ao benefício social. É o caso do cartão de crédito e do cheque especial, que têm taxas médias de, respectivamente, 14,36% e 8,12%, segundo a Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).
Jair Bolsonaro (PL) ultrapassou Lula(PT) na corrida ao segundo turno, de acordo com a segunda pesquisa eleitoral para presidente feita pelo institutoGerp na reta final das eleições. Segundo o levantamento divulgado nesta quinta, Bolsonaro tem 47% das intenções de voto, contra 43%de Lula. O presidente aparece com quatro pontos a frente do seu rival, mas os dois empatam no limite da margem de erro, que é de 2,18 pontos percentuais para mais ou menos.
Esta é a segunda pesquisa eleitoral do Gerp no segundo turno. No último dia 12, Lula tinha 48% das intenções, contra 46% de Bolsonaro. No intervalo entre os dois levantamentos, o presidente avançou dois pontos percentuais enquanto o petista perdeu cinco. No início do mês, a vantagem de Lula era de dois pontos. A pesquisa desta quinta ouviu 2.095 eleitores entre 21 e 26 deste mês e foi registrada no TSE sob o protocolo BR-05418/2022.
A disputa no primeiro turno das eleições deixou evidente que os institutos de pesquisas de maneira geral apresentaram cenários de intenção de voto distantes dos resultados colhidos nas urnas no dia do pleito. Os levantamentos são uma forma de medir a temperatura da corrida em determinado momento e não podem, portanto, serem tomados como uma fotografia fiel do que vai ocorrer nas urnas.
A última pesquisa presidencial do instituto Gerp antes do primeiro turno foi divulgada no dia 5 de setembro, quase um mês antes do dia de votação. Na ocasião, outros candidatos concorriam e o levantamento indicou que Bolsonaro tinha, naquele momento, 39% das intenções de voto, contra 38% de Lula.