ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Além dos atrasos, 19 voos foram cancelados nesta segunda-feira

Airline workers go on partial strike in Guarulhos

© REUTERS/Carla Carniel/Direitos reservados


O primeiro dia da greve dos aeronautas deixou um saldo de 113 voos atrasados e 19 cancelados nos principais aeroportos de São Paulo.  

A categoria fez uma paralisação de duas horas no início da manhã para reivindicar melhores condições de trabalho e reajustes salariais. 

Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que administra o Aeroporto de Congonhas, até as 18h, foram registrados 82 atrasos e 19 cancelamentos de voos no aeroporto, que fica na região sul da capital paulista. 

A GRU Airport, concessionária que administra o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, informou que, devido à paralisação dos aeronautas na manhã desta segunda-feira (19), 21 voos operaram com atraso e nenhum foi cancelado. 

A concessionária orienta os passageiros a procurar as companhias aéreas para saber o status dos voos. A GRU Airport informou ainda que o aeroporto está funcionando normalmente no início da noite.

A reportagem da Agência Brasil tentou contato com o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), mas, até o momento não teve resposta. 
Informações Agência Brasil


A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 5,79% para 5,76% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (19), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.

Para 2023, a projeção da inflação ficou em 5,17%. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,5% e 3,1%, respectivamente.

A previsão para 2022 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional, a meta é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2% e o superior de 5%.

Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2023 também está acima do teto previsto. Para 2023 e 2024, as metas fixadas são de 3,25% e 3%, respectivamente, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, para 2023 os limites são 1,75% e 4,75%.

Puxado pelo aumento de preços de combustíveis e alimentos, em novembro, a inflação subiu 0,41%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,13% no ano e 5,90% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.

A próxima reunião do Copom está marcada para 31 de janeiro e 1° de fevereiro de 2023. Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic seja mantida nos mesmos 13,75% nessa primeira reunião do ano. Mas para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 11,75% ao ano. Já para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano se mantém em 3,05%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é crescimento de 0,79%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,67% e 2%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,26.

*Agência Brasil


Motoristas se acostumaram a ligar o farol baixo em rodovias, mas prática deixou de ser obrigatória em determinadas condições - Zanone Fraissat/Folhaprress
Motoristas se acostumaram a ligar o farol baixo em rodovias, mas prática deixou de ser obrigatória em determinadas condições Imagem: Zanone Fraissat/Folhaprress

Hoje em dia, boa parte dos motoristas acendem os faróis baixos dos respectivos veículos durante o dia nas rodovias do Brasil. Essa prática se tornou obrigatória no país no ano de 2016, em nome da segurança, e pouco a pouco foi ganhando cada vez mais adeptos.

Contudo, poucos sabem que a legislação do farol baixo mudou e hoje nem sempre é necessário acioná-lo no período diurno. Em vigor desde abril de 2021, a Lei 14.071/2020 trouxe uma série de modificações para o CTB (Código de Trânsito Brasileiro), incluindo as regras para o uso da “luz baixa”.

Conforme essa lei, condutores de veículos equipados com DRL, a luz de condução diurna, estão desobrigados a acender o farol baixo em qualquer rodovia.

Já os condutores veículos que não dispuseram de DRL deverão manter os faróis acesos, mesmo durante o dia, nas rodovias de pista simples situadas fora dos perímetros urbanos, sob pena de multa, explica Marco Fabrício Vieira, advogado, escritor e membro da Câmara Temática de Esforço Legal do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

Como identificar rodovias de pista simples

Em rodovias com divisão física entre cada sentido de fluxo, farol baixo durante o dia não é mais exigido - Zanone Fraissat/Folhapress - Zanone Fraissat/Folhapress
Em rodovias com divisão física entre cada sentido de fluxo, farol baixo durante o dia não é mais exigidoImagem: Zanone Fraissat/Folhapress

“A rodovia de pista dupla é aquela em que há uma separação física entre as pistas, que pode ser uma defensa, um guard-rail, um canteiro central ou qualquer outro elemento físico de engenharia que impeça os veículos de uma pista de manter contato com a outra pista”, esclarece Vieira.

Rodovias de pista simples, portanto, não trazem essa divisão física. Nelas, a separação das faixas é feita mediante sinalização horizontal – ou seja, linha amarela onde há fluxo oposto de veículos e linha branca quando o tráfego acontece no mesmo sentido.

Essa linha pode ser contínua, indicando ultrapassagem proibida, ou segmentada, nos trechos onde é permitido ultrapassar, acrescenta o especialista, que também integra o Cetran-SP (Conselho Estadual de Trânsito de São Paulo.

Qual é o valor da multa

O uso do farol baixo deixou de ser obrigatório em rodovias de pista dupla e só é exigido em rodovias de pista simples em veículos sem luzes de condução diurna (DRL).

Contudo, a ativação do equipamento continua obrigatória durante a noite, em qualquer tipo de pista e para todos os veículos – independentemente de trazer o DRL.

Segundo o Artigo 250 do CTB, deixar de manter a luz baixa durante o dia, nas circunstâncias e nos locais onde ela é obrigatória, é infração de trânsito de natureza média, sujeita a multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

Estão sujeitos à mesma penalidade aqueles que deixam de acender o farol baixo de noite, assim como os condutores que substituem indevidamente o farol baixo pelo DRL ou pelo farol alto.

“É importante salientar que o uso de farol alto em substituição ao baixo, por qualquer motivo, é proibido. Logo, se o farol baixo estiver queimado, não adianta usar o alto para escapar da fiscalização em rodovias de pista simples”, complementa Marco Vieira.

Informações UOL


No domingo 18, aeronautas rejeitaram a proposta para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho 2022/2023
Foto: Márcio Fernandes de Oliveira/Estadão Conteúdo

Pilotos e comissários realizam uma greve na manhã desta segunda-feira, 19, depois de não chegarem a um acordo por reajuste salarial. Voos nos aeroportos de São Paulo, Campinas, Rio, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília e Fortaleza registram atrasos e filas. As categorias prometem cruzar os braços, diariamente, das 6 horas às 8 horas, até que as reivindicações sejam atendidas.

Na capital paulista, passageiros passam por apuros. Em Congonhas, sete voos foram remarcados; em Guarulhos, três. Por ora, não há cancelamentos.

Em nota, a Latam informou que está em negociação com o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) desde o início de setembro para a construção do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A empresa comunicou que aguarda a convocação de assembleia pelo sindicato para votação pelos tripulantes da companhia.

Greve de pilotos e comissários

No domingo 18, aeronautas rejeitaram a proposta para a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho 2022/2023. Segundo o SNA, aproximadamente 80% votaram contra a proposta, cerca de de 20% foram favoráveis, e quase 1% se absteve. Participaram da assembleia online 6 mil votantes.

Aeronautas são todos os profissionais que exercem atividade no interior de uma aeronave, como o comandante (piloto), copiloto, comissário de bordo, mecânico de voo, navegador e rádio-operador de voo.

Na iminência da greve de pilotos, o Tribunal Superior do Trabalho determinou a manutenção de 90% dos profissionais em serviço.

Informações Revista Oeste


Centro de Lançamento de Alcântara

Foto: Warley de Andrade/TV Brasil

Está previsto o lançamento do foguete HANBIT-TLV, da empresa sul-coreana Innospace, na próxima segunda-feira (19), às 6h da manhã (horário de Brasília), pelo Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão. Esse será o primeiro lançamento de empresa privada feito pela base brasileira.

A missão visa a testar o funcionamento do foguete sul-coreano e também leva ao espaço o Sistema de Navegação Inercial (SISNAV), desenvolvido por militares brasileiros com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP) e Agência Espacial Brasileira (AEB), vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). Segundo a pasta, o lançamento depende das condições meteorológicas.

O SISNAV é um experimento nacional para a navegação autônoma de foguetes, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), da Força Aérea Brasileira, dentro do projeto Sistema de Navegação e Controle (SISNAC). A tecnologia fará parte do Veículo Lançador de Microsatélites (VLM).

Com o lançamento, serão obtidos dados de voo que avaliam como o sistema se comportou em condições específicas de temperatura e pressão. Não haverá operação de resgate, pois os dados de voo serão coletados por telemetria. A carga útil pesa 20kg e tem dimensões de 310 × 400 × 280 mm3.

O gerente do projeto SISNAC, major Bruno Távora, afirmou que esta será a primeira oportunidade de avaliar o comportamento da tecnologia em ambiente real de voo. “Um sistema de navegação inercial é um componente crítico para os veículos de acesso ao espaço desenvolvidos pelo IAE, pois não são encontrados na indústria nacional. Por esta razão, o IAE iniciou há alguns anos o desenvolvimento do seu próprio produto, o SISNAV, utilizando sensores inerciais desenvolvidos pelo Instituto de Estudos Avançados e produzidos nacionalmente”, descreve.

Távora também ressalta o apoio do ministério e instituições vinculadas. “Os recursos provenientes do MCTI foram fundamentais para o desenvolvimento do SISNAV, pois os projetos receberam recursos tanto da FINEP, como da AEB”. A FINEP apoiou o desenvolvimento do SISNAV com recursos de quase R$ 40 milhões aportados no Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) da FAB, em projetos executados entre os anos de 2005 e 2016.

Informações Agência Brasil


Aeroporto Internacional de São Paulo,Guarulhos

O Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) anunciou que começa nesta segunda-feira (19) a greve da categoria nos principais aeroportos do país. Os pilotos e comissários devem cruzar os braços todos os dias entre as 6h e 8h. Os trabalhadores rejeitaram em votação virtual realizada no fim de semana a proposta apresentada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST). Entre os 5,7 mil votantes, 76,4% rejeitaram o oferecido pela mediação do tribunal.

A proposta apresentada ontem pelo vice-presidente do TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, prevê reposição de 100% da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), mais aumento real de 0,5%. Os percentuais incidem sobre os salários fixos e variáveis. 

O presidente do Sindicato Nacional dos Aeronautas, Henrique Hacklaender, orientou aos tripulantes que compareçam amanhã aos aeroportos, mas que não façam decolagens entre as 6h e 8h. A greve está prevista para ocorrer em São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza. 

Hacklaender destacou que além do ganho real sobre os salários, a categoria quer melhores condições de descanso. Os trabalhadores reivindicam pontos como a proibição de alteração dos dias de folga e o cumprimento dos limites já fixados do tempo em solo entre etapas de voos. “É óbvio que um tripulante cansado e mal remunerado pode representar um risco à aviação”, ressaltou o presidente do sindicato ao comunicar o resultado da votação da categoria.

Liminar

Na sexta-feira (16), a ministra do TST Maria Cristina Peduzzi determinou que deve ser garantido o mínimo de 90% de pilotos e comissários em serviço durante a greve. A decisão foi motivada por uma ação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). 

Na decisão, a ministra negou o reconhecimento da abusividade da grave, mas determinou que deve ser mantido percentual mínimo de aeronautas em serviço. 

Informações Agência Brasil


Visto pelo próprio partido, o PL, como líder natural da oposição no próximo governo, o presidente Jair Bolsonaro pretende seguir o caminho contrário nos primeiros 90 dias após deixar o poder. Segundo informou neste sábado (17) a Folha de S. Paulo, o atual presidente espera passar os primeiros três meses do próximo ano longe dos holofotes da política.

O mandatário tem ficado recluso na maioria do tempo após o resultado das eleições, vencidas pelo oponente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Houve uma sinalização de que ele iria retomar as aparições públicas, mas esse movimento refluiu com a proximidade da posse do sucessor. O trabalho de mudança nos palácios do Planalto e Alvorada deixaram Bolsonaro mais desanimado, segundo a publicação.

O presidente também teria revelado a auxiliares que sente cansaço decorrente do período da campanha nos dois turnos eleitorais. Este fator estimulou Bolsonaro a optar pela pausa de três meses.

*Folha de S. Paulo.
Foto: Reprodução, CNN Brasil


Trans agride mulher por ser chamado de homem: “Eu não sou um cara”; VEJA VÍDEO
Foto: Reprodução.

Um estudante trans da Universidade de Brasília (UnB) agrediu verbalmente uma aluna da faculdade, depois de ser expulso do banheiro feminino pela garota, que interpelara sua presença no toalete. O caso ocorreu na terça-feira, 13.

A discussão chegou ao restaurante da UnB, em frente ao banheiro. A estudante decidiu gravar o episódio e, ao chamar o trans de “cara”, foi agredida verbalmente. Imagens mostram o trans partindo para cima da menina: “Eu não são sou um cara. Não tem nada que me impeça de meter a mão na sua cara”.

Vídeos feitos por outros alunos mostram a jovem saindo escoltada do local, enquanto o trans grita com ela. A estudante justificou o ato de expulsar o trans por se sentir “insegura” ao ver um homem usando o mesmo banheiro que ela.

Depois do episódio, a mulher pronunciou-se. “Há casos de assédio e estupro que acontecem dentro da universidade e eu fico com muito medo dessas coisas”, disse. Já o trans que agrediu a aluna da UnB relatou ter sido “desrespeitada”. “Fui humilhada por uma pessoa que estava me filmando”, afirmou. “Eu corri para tentar tomar o celular dela, e eu perdi o controle.”

Em nota, a UnB afirmou ser “um local plural e tolerante, que preza pela riqueza e potencialidade da diversidade e pelo respeito às diferenças”. A instituição também comunicou que tem banheiros neutros voltados aos trans.

A universidade não tomou lado no problema entre a aluna e o estudante trans.

Créditos: Revista Oeste.


Modelo de 16 anos morre ao sofrer parada cardíaca enquanto dormia
Foto: Reprodução/Redes Sociais.

Uma adolescente de 16 anos morreu ontem após sofrer uma parada cardíaca na casa da família, em Anápolis, a 60 km de Goiânia, enquanto dormia. A morte da jovem, que estudava em um colégio militar, causou grande surpresa entre familiares e amigos, pois a adolescente era conhecida pela prática regular de exercícios físicos.

Andressa Santos Monteiro estava iniciando a carreira como modelo. Em 2020, chegou a participar do concurso de beleza Miss Teen Anápolis.

A menina também gostava de cuidar do físico. Em seu perfil no Instagram, Andressa postava fotos e vídeos realizando atividades físicas na academia. Ela também treinava Jiu-Jitsu e chegou a ganhar uma medalha de prata pelo bom desempenho.

Aluna do Colégio Estadual da Polícia Militar Senador Onofre Quinan, ela chegou a ser socorrida por agentes do Corpo de Bombeiros há cerca de 15 dias, após uma crise convulsiva, e foi examinada em uma Unidade de Pronto Atendimento da cidade.

“A gente sabia que de vez em quando ela tinha essas crises, mas ninguém sabia o que era”, contou ao UOL uma amiga da família, que preferiu não se identificar. “Isso começou faz pouco tempo, acho que dezembro do ano passado, mas nunca um médico chegou e falou o que era”.

Segundo a amiga da família, foi a avó, com quem Andressa morava, que a encontrou na cama, em seu quarto, já sem vida. Ela chegou a ser levada ao hospital, mas a equipe médica apenas confirmou o óbito, provocado por parada cardíaca.

O colégio militar expressou luto pela morte da adolescente em um post nas redes sociais. “Sentiremos saudades, descanse em paz ao lado do Senhor”, escreveu a diretoria no texto.

Créditos: R7.


A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Maria Cristina Peduzzi decidiu hoje (16) que deve ser garantido o mínimo de 90% de pilotos e comissários em serviço durante a greve da categoria prevista para começar na segunda-feira (19). A decisão foi motivada por uma ação do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias (Snea). 

Na decisão, a ministra negou o reconhecimento da abusividade da grave, mas determinou que deve ser mantido percentual mínimo de aeronautas em serviço. 

“A urgência da medida se configura pela própria essencialidade dos serviços, bem como pela constatação de que a futura greve tem aptidão para gerar graves impactos na sociedade, notadamente por ser aprovada em período de aumento da demanda no setor de transporte coletivo aéreo”, afirmou Peduzzi. 

A liminar também assegura que o Sindicato Nacional dos Aeronautas (SNA) não poderá impedir trabalhadores de cumprem sua jornada e interditar vias. 

Ontem (15), o sindicato dos aeronautas anunciou que a greve terá início na próxima segunda-feira (19) e será por tempo indeterminado. A paralisação ocorrerá sempre das 6h às 8h, nos aeroportos de São Paulo, Rio de Janeiro, Campinas, Porto Alegre, Brasília, Belo Horizonte e Fortaleza. 

Os aeronautas reivindicam recomposição das perdas inflacionárias, além de um ganho real nos salários e benefícios. O sindicato da categoria argumenta que os altos preços das passagens aéreas têm gerado crescentes lucros para as empresas. 

Os profissionais do setor aéreo reivindicam ainda melhorias nas condições de trabalho para renovação da Convenção Coletiva de Trabalho, como a definição dos horários de início de folgas e proibição de alterações nas mesmas, além do cumprimento dos limites já existentes do tempo em solo entre etapas de voos.

Informações Agência Brasil

1 256 257 258 259 260 823