Um relatório final do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticas (Cenipa) relacionado ao acidente que matou Marília Mendonça e outras quatro pessoas será divulgado nesta segunda-feira (15). A Força Aérea Brasileira (FAB) anunciou a conclusão das investigações na última sexta-feira (12).
As informações serão apresentadas primeiramente aos familiares das vítimas. Segundo o Cenipa, os detalhes serão divulgados ao público em seguida, “como forma de promover o amplo acesso e transparência das informações investigadas por este centro a toda sociedade”.
De acordo com a Polícia Civil de Minas Gerais, o relatório deve indicar se houve ou não falha mecânica na aeronave. Ainda não se sabe o horário em que o documento será divulgado.
Grupo invasor de propriedades exibiu a ‘Papuda de Brasília’ em sua feira nacional
A ‘cela’ construída pelo MST | Foto: Reprodução/Redes sociais
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) construiu uma “cela” para pessoas com roupas verdes e amarelas, representando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL). O grupo invasor de propriedades exibiu a “Papuda de Brasília” no sábado 13, durante sua feira nacional.
A iniciativa fez parte de uma “apresentação teatral interativa”, que também incluiu um estande de tiro, uma urna de voto impresso, um mural com fake news, um altar de pneus com velas e um púlpito para que o público pudesse discursar.publicidade
Ministros do MST
O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin, e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, viraram “garotos-propaganda” da feira nacional.
“Tenho orgulho de ter participado da campanha publicitária destes produtos”, afirmou Haddad, que não compareceu ao evento. Nas redes sociais, contudo, elogiou os objetos produzidos pelos sem-terra.
Já Alckmin foi saudado como “guerreiro do povo brasileiro”. Ele participou do evento, que ocorre no Parque da Água Branca, região oeste de São Paulo.
O ministro do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira, também participou da feira e afirmou que a pasta está com um plano emergencial para retornar com assentamentos a partir de maio.
O indicado de Luiz Inácio Lula da Silva para assumir a diretoria de Políticas Monetárias do Banco Central, o secretário-executivo da Fazenda, Gabriel Galípolo, já havia visitado o evento.
O “culto” do MST
Mas não para aí. Circula nas redes sociais um vídeo em que integrantes do MST cantam o hino do grupo e gesticulam de maneira sincronizada. A estética da cerimônia é similar à verificada em eventos de grupos políticos e em cultos de algumas denominações religiosas.
Chama a tenção a letra do hino. Há referências diretas à ideologia esquerdista e aos símbolos do marxismo, por exemplo.
As sacadas do prédio residencial Edifício Cristo Rei, localizado na Rua dos Mundurucus, em Belém, desabaram na tarde deste sábado, 13. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Pará, até o momento, não há registros de mortos ou feridos no local.
Prefeito da capital paraense, Edmilson Rodrigues (PSOL) afirmou que acionou a Defesa Civil para investigar o caso e pediu para a Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de Belém (SEMOB) isolar a área do acidente e evacuar o edifício. “Todos estão acompanhando a queda das sacadas que existe há algum tempo. Quero me solidarizar com os condôminos, dizer que determinei que a Defesa Civil vá ao lugar para fazer o parecer técnico e ver quais iniciativas podemos tomar. Certamente, é uma questão de segurança que a SEMOB acompanhe tudo e evite qualquer risco aos cidadãos.
Quem puder evitar, evite passar na avenida. Espero que ninguém tenha se acidentado e que possamos ter explicações técnicas para isso. Ao mesmo tempo, precisamos criar toda a solidariedade com as vítimas deste triste acidente”, declarou o prefeito. Segundo a Equatorial Pará, uma equipe foi deslocada para realizar manobras a fim de restabelecer o fornecimento de energia, afetado após o incidente.
Em vídeo que circula nas redes sociais, o jornalista Jorge Pontual, durante programa exibido pela Globonews, faz várias críticas à decisão do STF de ter bloqueado o aplicativo de mensagens Telegram no Brasil.
Veja abaixo o vídeo:
Jorge Pontual da Globonews faz duras críticas às ações tomadas contra o Telegram no Brasil: "Isso é censura" pic.twitter.com/nxTWTiAqrD
— Terra Brasil Noticias (@juniormelorn_) May 14, 2023
A ordem da Justiça de suspender o Telegram no Brasil foi destinada às operadoras Vivo, Claro, Tim e Oi, além de Google e Apple, que têm lojas de aplicativos para celular. A decisão foi tomada porque a empresa do aplicativo de mensagens não entregou à Polícia Federal todos os dados sobre grupos neonazistas que estão sob investigação.
Foram obtidos pelo órgão mensagens de textos, chamadas de vídeos, transcrições de áudios e até comprovantes de pagamentos
Foto: Staff Images Woman/CBF
O Ministério Público de Goiás (MP-GO) reuniu centenas de provas que apontam o envolvimento de jogadores de futebol em esquemas de manipulação de resultados de jogos. Foram levantados pelo órgão mensagens de textos, chamadas de vídeos, transcrições de áudios e até comprovantes de pagamentos.
Entre os investigados estão atletas da Série A do Campeonato Brasileiro. Nomes como Paulo Miranda do Grêmio, Eduardo Bauermann do Santos, Kevin Joel Lomónaco do Red Bull Bragantino, Vitor Mendes do Fluminense, Nino Paraíba do América e Richard (Ceará) do Cruzeiro estão entre os envolvidos no esquema.
Segundo o MP, o grupo criminoso entrava em contato com jogadores com ofertas que variavam de R$ 50 a R$ 100 mil para que os atletas fizessem específicas movimentações nos jogos.
Um dos envolvidos, Fernando Neto, receberia R$ 500 mil caso fosse expulso da partida entre Sport x Operário, pela Série B de 2022, o que não aconteceu. Em uma conversa entre o futebolista com um dos apostadores, Bruno Lopez, Neto alega que tentou “de tudo” para deixar o jogo e que foi questionado pelo árbitro “se queria ser expulso”. Antes da partida, o jogador recebeu R$ 40 mil de adiantamento.
Empresas interessadas poderão se inscrever em iniciativa que avalia impactos da redução da carga de trabalho
Teste de semana de 4 dias de trabalho será aplicado no Brasil Foto: Pixabay
Um experimento sobre os impactos da adoção de uma jornada de trabalho semanal de quatro dias terá como palco o Brasil no segundo semestre deste ano. A ideia é resultado de uma parceria entre a organização sem fins lucrativos 4 Day Week, que conduz testes globais sobre a redução da carga de trabalho, e a brasileira Reconnect Happiness at Work.
O projeto deve acontecer entre os meses de junho e dezembro deste ano. Na primeira parte, entre junho e julho, a Reconnect oferecerá informações para as empresas que demonstrarem interesse em participar do experimento. Não haverá pré-requisitos e as inscrições para a mentoria da iniciativa serão feitas no site https://www.4dayweek.com/contact.
Em agosto, as empresas começarão a ser preparadas para a aplicação do modelo, que deve ser adotado em setembro. Haverá um custo para participar do estudo, mas ele ainda não foi definido. Na prática, a ideia é que o formato adotado seja do tipo 100-80-100: 100% do salário, trabalhando 80% do tempo e mantendo 100% da produtividade.
Entre os fatores que serão avaliados no projeto estão indicadores como estresse da força de trabalho, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, resultados financeiros e turnover (rotatividade). A metodologia da iniciativa foi elaborada pela universidade americana Boston College.
Nos últimos anos, outros países já testaram o modelo de quatro dias de trabalho por semana. Os Emirados Árabes Unidos, país pioneiro na redução da jornada, adota desde janeiro do ano passado uma jornada de apenas 36 horas semanais, divididas em quatro dias úteis, para todos os funcionários de órgãos públicos.
Já no Reino Unido, cerca de 60 empresas participaram, durante seis meses, do teste com a semana de trabalho de quatro dias. Ao final, 92% das empresas decidiram manter o formato de trabalho depois dos testes. Entre elas, a receita média aumentou 35% em comparação ao período anterior e 90% dos funcionários disseram que gostariam de continuar trabalhando apenas quatro dias.
Mudanças são estudadas em meio a discussões sobre Estatuto do Desarmamento; atribuição atualmente é do Exército
O governo federal estuda passar para a Polícia Federal a responsabilidade de emissão do certificado de registro e cadastro de armas de CACs (caçadores, atiradores e colecionadores), bem como de fiscalização dos clubes de tiros. Essas atribuições são atualmente exclusivas do Exército.
O tema está sendo avaliado no texto do novo decreto que regulamenta o Estatuto do Desarmamento e é visto como praticamente certo entre pessoas que acompanham as discussões. Segundo o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, o texto do decreto deve ficar pronto para ser entregue ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) até segunda (15).
Técnicos do governo avaliam que na PF haveria um controle mais efetivo do que no Exército. Ainda não está claro, no entanto, se essa responsabilidade será exclusiva da polícia.
Dino já havia adiantado que o novo texto vai determinar que as armas de CACs serão cadastradas definitivamente no sistema da Polícia Federal, o Sinarm (Sistema Nacional de Armas). Em fevereiro, a gestão Lula determinou que as armas de CACs adquiridas a partir de maio de 2019 deveriam ser registradas na PF em até 60 dias.
“O Sigma [o sistema de registro de armas do Exército] pode existir, nós não somos contra, não é uma questão que nos cabe opinar, mas a lei tem uma diretriz muito clara: existe um cadastro único de armas no Brasil que se chama Sinarm”, afirmou.
“Quem abre a lei 10.826 [Estatuto do Desarmamento] está lá no artigo segundo [sobre o Sinarm]. Isso não estava sendo cumprido e havia a ideia de cadastros paralelos, isso ensejou toda a confusão”, acrescentou.
“O que o presidente Lula determinou e nós estamos fazendo: a unificação em um só cadastro chamado Sinarm. Esse é o sistema de cadastro de armas no Brasil, seja de uso permitido ou de uso restrito. O Sigma pode continuar a existir? Pode, porque a lei permite, mas sem prejuízo de que um CAC cadastre sua arma no Sinarm. É isso que nós estamos propondo com essas medidas que o presidente determinou”, concluiu.
Atualmente há 1,2 milhão de CACs cadastrados no Sigma (Sistema de Gerenciamento Militar de Armas), base de dados do Exército.
Em setembro, a Folha mostrou que uma auditoria realizada pelo TCU (Tribunal de Contas da União) apontou indícios graves de fragilidade na atuação do Exército como ente fiscalizador de clubes de tiro, lojas de armas e CACs. A inspeção do tribunal de contas foi realizada no Exército para averiguar as políticas e sistemas implementados para o controle e a rastreabilidade de armas em circulação no país.
O novo texto também deve voltar com a divisão de atiradores em níveis e com a quantidade de armas aproximadas de 2018, antes das regras do governo Jair Bolsonaro. Clubes de tiro 24 horas também devem ser proibidos no Brasil.
Ainda há discussão se as pistolas 9 mm e .40 voltam a ser de uso restrito, como era antes do governo Bolsonaro. Alguns especialistas em segurança pública estão sendo consultados para opinar.
Com o fim do prazo para recadastramento, a PF deflagrou na semana passada a Operação Day Afte, para cumprir dezenas de mandados de prisão preventiva, temporária e definitiva contra CACs em todo o país.
A Polícia Federal prendeu 50 CACs que recadastraram suas armas e tinham mandado de prisão em aberto. Além dessas, outras 6.168 pessoas não registraram armas de uso restrito no banco da PF e estão em situação de flagrante, podendo ser presas, anunciou o governo federal na ocasião.
Documentos obtidos por Oeste mostram que filiados e ex-integrantes de partidos de esquerda participaram dos protestos do 8 de janeiro. Eles foram presos por causa dos atos de vandalismo na Praça dos Três Poderes.
Elisiane Lucia Harms, de Foz do Iguaçú (PR), é filiada ao PT desde setembro de 2009. Marina Camila Guedes Moreira, de Barueri (SP), milita nas trincheiras ao PCdoB desde 2015. Também é o caso de Ana Elza Pereira da Silva, ligada há 22 anos ao hoje denominado Cidadania (ex-PPS, oriundo do “Partidão”). Por que essas três militantes de esquerda estavam misturadas a milhares de pessoas que foram a Brasília ou permaneciam acampadas em frente ao quartel do Exército no dia 8 de janeiro? Por que protestavam contra a vitória de Lula nas eleições do ano passado?
Elisiane e Marina estão em liberdade provisória, com tornozeleira eletrônica, em seus Estados. Ana Elza segue presa na Colmeia, no Distrito Federal.
Conclusão é de estudo da CNI; montante deve ser aplicado até 2042 nas 15 principais regiões metropolitanas brasileiras
Brasil precisa investir R$ 295 bilhões até 2042 nas 15 principais regiões metropolitanas para modernizar sua mobilidade urbana, aponta estudo da CNI
O Brasil precisa investir R$ 295 bilhões até 2042 para modernizar a mobilidade urbana nas 15 principais regiões metropolitanas do país, segundo estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria). Eis a íntegra (14,1 MB).
O estudo também aponta que é importante ampliar o número de Parcerias Público-Privadas em um modelo que agrupe a construção do sistema, da operação e da manutenção, em contratos de duração em torno de 30 anos.
“A natureza vinculante das restrições e o baixo investimento público em transporte público de massa implicou em um padrão caracterizado por interrupções e paralisia de projetos, o que levou à procura de novos arranjos institucionais, em particular no âmbito da mobilidade urbana metro ferroviária”, diz o estudo.
O estudo também concluiu que a crise na mobilidade urbana no Brasil se agravou a partir de 2010 com o aumento do uso de carros ao mesmo tempo em que a crise fiscal se agravava. O momento coincidiu também com a diminuição dos investimentos em sistemas de transporte de massa.
Eis as recomendações propostas pela CNI para o sistema de mobilidade urbana:
assegurar instrumentos mais efetivos para a modernização dos sistemas, com o aperfeiçoamento institucional e de governança dos municípios, e uma lei municipal como ferramenta de efetivação dos planos de mobilidade;
dar às regiões metropolitanas estruturas de governança mais efetivas, transferindo as atribuições da gestão da mobilidade urbana para uma instituição de natureza metropolitana voltada exclusivamente à mobilidade;
ampliar os recursos públicos para investimentos em mobilidade. O estudo aponta que uma possível fonte de recursos seria a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (CIDE-Combustíveis), que tem previsão de retomada de cobrança em 2023;
criar “fundos de equilíbrio econômico-financeiro das operadoras de transporte coletivo”, administrados pelas regiões metropolitanas com a União; e
financiar gratuidades pelo orçamento público, eliminando os subsídios cruzados.
O estudo também apontou que as gratuidades do transporte urbano devem ser financiadas pelo poder público. Para a CNI, a prática do subsídio cruzado (quando um ativo superavitário financia outro que dá prejuízo) encarece as demais tarifas.
“É fundamental que seja revista a elegibilidade ou o direcionamento das gratuidades, como o modelo de financiamento. Nessa perspectiva, deveriam ser eliminados os subsídios cruzados e o Estado assumindo o ônus de forma transparente, e refletido no orçamento”, informou o estudo.
A CNI também sugere como fonte extra de financiamento a taxação de aplicativos de transporte por incentivar o maior uso de carros particulares nas cidades e contribuir para congestionamentos.
“A taxação dos transportes por aplicativo não só se justifica como está sendo adotada em um número crescente de localidades no mundo como forma de regular o serviço, como é o caso de 14 Estados e 20 cidades estadunidenses (…) Assim, recomendamos a aplicação dessa via de tributação como forma de minimizar as externalidades negativas causadas pelos aplicativos de corrida e ser uma fonte de recursos para custeio do subsídio ao transporte coletivo”, diz o estudo.
Parte dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e uma ala do Ministério Público Federal estão incomodadas com as últimas decisões tomadas pelo ministro Alexandre de Moraes. A avaliação é que Moraes extrapolou seus poderes no caso da atuação das plataformas contra o PL das Fake News e na investigação contra Jair Bolsonaro (PL) por eventual falsificação do registro de vacinação.
Para ministros da Corte ouvidos pela coluna em caráter reservado, a investigação sobre a fraude em torno da vacinação do ex-presidente deveria ter sido tratada como um inquérito à parte, com o sorteio para a relatoria de um dos magistrados do tribunal. No entanto, o caso foi inserido no inquérito das milícias digitais, que está sob o comando de Moraes.
Na decisão que determinou busca e apreensão em endereços ligados a Bolsonaro e aliados, Moraes afirmou que a suposta fraude no cartão de vacinação era fundamental para manter a coerência da campanha de desinformação contra imunizantes da covid-19. Por isso o caso foi incluído no inquérito das milícias digitais.
A avaliação de que Moraes extrapolou nesse caso vem da minoria do STF. O ministro tem o respaldo da maioria dos colegas. A avaliação interna no tribunal é que, em uma votação em plenário, ele não teria problema para legitimar a decisão tomada — como ocorreu em outras decisões consideradas polêmicas dentro do Supremo.
Integrantes do MPF, também em caráter reservado, se mostraram preocupados com a decisão de Moraes de ontem (10) sobre o Telegram. Embora haja concordância no sentido que a plataforma possa ter cometido violações, a avaliação é que, ao mandar o Telegram publicar uma retratação, o ministro abre brecha para focar mais na discussão sobre o conteúdo da mensagem do que na forma abusiva como ela foi distribuída.
Em sua decisão, Moraes classificou o texto do Telegram como “flagrante e ilícita desinformação atentatória ao Congresso Nacional, ao Poder Judiciário e ao Estado Democrático de Direito”. Ainda segundo o ministro, “fraudulentamente, distorceu a discussão e os debates sobre a regulação dos provedores de redes sociais e de serviços de mensageria privada, na tentativa de induzir e instigar todos os seus usuários a coagir os parlamentares”.
Outro problema visto por setores do Ministério Público é a decisão de Moraes ter sido tomada de ofício — ou seja, sem o pedido do Ministério Público ou da Polícia Federal. A praxe é os juízes decidirem a partir do pedido dos investigadores, e não por iniciativa própria.