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Massa de ar frio influenciará o Sul e parte do Sudeste, prevê Inmet

Foto: © Tomaz Silva/Agência Brasil

Uma frente fria associada a uma massa de ar frio de origem polar mudou o padrão do tempo em grande parte do país nesta segunda-feira (19). Após dias de calor intenso e sensação térmica elevada, os termômetros passaram a registrar queda nas temperaturas, principalmente nas regiões Sul e Sudeste, enquanto as chuvas ganharam força em várias áreas.

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), 23 estados e o Distrito Federal estão sob algum tipo de alerta para chuvas intensas, tempestades ou volumes elevados de precipitação. A Climatempo destaca que o sistema frontal é considerado atípico para o período, por estar associado a uma massa de ar frio mais intensa do que o normal para o mês de janeiro.

Situação por regiões:

Segundo o Inmet, a massa de ar frio deve influenciar o Sul e parte do Sudeste pelo menos até quarta-feira (21). A Climatempo alerta que, ao longo da semana, o sistema frontal continuará avançando para o interior do país, podendo provocar novas tempestades severas no Paraná, interior de São Paulo e sul do Mato Grosso do Sul. Há ainda a possibilidade de intensificação do canal de umidade no Sudeste, com a configuração de um novo episódio da Zona de Convergência do Atlântico Sul.

A recomendação dos meteorologistas é acompanhar os alertas oficiais, especialmente em áreas com risco de alagamentos, deslizamentos de terra e rajadas de vento.

Temperaturas previstas para esta segunda-feira:

Centro-Oeste

Nordeste

Norte

Sudeste

Sul


A caminhada liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) rumo a Brasília ganhou o reforço de diversas personalidades políticas, incluindo do ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-SC), que se juntou ao grupo nesta terça (20).

Também estão presentes os deputados André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Zucco (PL-RS), o pregador Guilherme Batista, o cantor Marcelo Bonifácio, os vereadores Pablo Almeida (PL-BH), Rafael Satiê (PL-RJ), Fernando Holiday (PL-SP), o humorista Wess Guimarães, entre outros.

O ato simbólico de sete dias busca chamar atenção para prisões e decisões judiciais que considera injustas, além de defender tratamento digno aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro e ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

A chegada a Brasília está prevista para o dia 25 de janeiro.

– Chegarei a Brasília para mostrar, com presença física e pacífica, que ainda há brasileiros atentos, solidários e comprometidos com a justiça, com a dignidade humana e com a liberdade – declarou Nikolas.

*Pleno.News
Foto: Reprodução / Instagram


Após cumprir agenda oficial em Paracatu, no noroeste de Minas Gerais, onde participou da entrega de uma emenda parlamentar, o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) iniciou nesta segunda-feira (19) uma caminhada até Brasília (DF) como forma de protesto político.

Batizada de Caminhada pela Justiça e Liberdade, a iniciativa foi anunciada pelo próprio parlamentar como um ato simbólico contra o que ele classifica como “arbitrariedades” no país. Entre os alvos das críticas estão a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, a situação jurídica dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023 e os escândalos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e o governo Lula (PT).

O percurso será feito ao longo da BR-040 e tem cerca de 240 quilômetros. A expectativa, segundo a equipe do parlamentar, é que a caminhada dure sete dias, com chegada prevista a Brasília no próximo domingo (25). Durante o trajeto, Nikolas deve encontrar apoiadores e simpatizantes da mobilização.

Em declaração divulgada nas redes sociais, o deputado afirmou que a decisão de caminhar até a capital federal surgiu após reflexão pessoal sobre o cenário político do país.

– Terminei uma agenda em Minas. Confesso para vocês, ia voltar para casa. Mas, durante muito tempo meu coração tem ficado inquieto diante das coisas que estão acontecendo. Escândalo atrás de escândalo. O brasileiro tem ficado em uma posição, quase uma manipulação psicológica, onde nada abala mais a gente – disse ele, em um vídeo publicado no Instagram.

Em nota, a assessoria do deputado reforçou que a mobilização é pacífica e aberta à participação da população. Além disso, a equipe do deputado afirmou que o convite é para que a sociedade acompanhe e participe do ato como “expressão legítima de manifestação cidadã”.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Instagram Nikolas Ferreira


Neste domingo (18), a deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) usou as redes sociais para dizer que o presidente Lula (PT) não usou o pronome “ele” para se referir a ela. A parlamentar se manifestou a respeito do discurso que o petista fez, na última sexta (16), durante cerimônia de lançamento oficial das medalhas comemorativas dos 90 anos do salário mínimo, nas instalações da Casa da Moeda, no Rio de Janeiro.

– Não, o presidente Lula não me chamou de “ele” durante um evento no Rio de Janeiro. Porque eu literalmente não estava nesse evento. Há dias, estou no interior de São Paulo. E Lula estava conversando com uma pessoa da plateia. Eu não sou a única mulher chamada Erika do mundo. Mas a fixação dos bolsonaristas com a minha figura, e o medo que meu crescimento causa, os leva a um comportamento quase animalesco ao ouvirem o que pensam ser alguém se referindo a mim – escreveu Hilton.

O jornalista e analista político Rodrigo Constantino rebateu a psolista:

– Chamou sim.

Outros perfis da rede X também afirmaram que o petista usou o pronome “ele”.

Ao criticar o uso da inteligência artificial, durante o evento, Lula deu um conselho para mulheres e citou Erika Hilton:

– E vocês mulheres tomem cuidado com essa tal de inteligência artificial. Eles são capazes de tirar uma foto sua sentada do jeito que você tá aqui e colocar você pelada no celular, é isso que é a inteligência artificial. Ele é capaz de tirar uma foto da Erika, vestidinha do jeito que ele tá, com a perna cruzada, e amanhã aparecer no celular a Erika sentada, pelada aqui – disse.

*Pleno.News
Foto: Jessica Marschner / Câmara dos Deputados


O jornalista Erlan Bastos morreu nesta terça-feira (17), aos 32 anos, em Teresina. A morte foi confirmada pelo Grupo Norte de Comunicação, empresa que o havia contratado em dezembro. A causa do óbito foi tuberculose peritoneal, uma forma rara da doença.

Em nota, a NC TV lamentou a perda: “Com imenso pesar, nos despedimos de Erlan Bastos, apresentador do Bora Amapá, que chegou recentemente para integrar nossa equipe, mas deixou uma marca profunda e definitiva no jornalismo do estado”.

Erlan estava afastado do programa Bora Amapá desde 30 de dezembro por questões de saúde. Ele havia estreado na atração cerca de duas semanas antes do afastamento. Há cerca de um mês, o jornalista foi internado após apresentar fortes dores no peito e abdômen, fraqueza intensa e episódios de suor frio durante uma transmissão ao vivo. Inicialmente, foi encaminhado ao Hospital de Emergência (HE) de Macapá, e posteriormente ficou internado no Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella, em Teresina, desde dezembro.

Até agora, não foram divulgadas informações sobre o velório e o sepultamento.

*Metro1
Foto: Reprodução/Instagram


O presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Gilberto Waller Júnior, revelou suspeitas de fraude envolvendo o Banco Master na tentativa de liberação de cerca de R$ 2 bilhões em empréstimos consignados. Segundo ele, o INSS abriu investigação sobre milhares de contratos da instituição financeira após identificar graves irregularidades.

Em entrevista ao portal g1, Waller Júnior contou que em setembro do ano passado o INSS decidiu não renovar o acordo com o Banco Master. “Pela quantidade de reclamações e pela quantidade de irregularidades que a gente vislumbrava do Banco Master, o INSS não renovou e proibiu o Banco Master em setembro do ano passado de fazer novos empréstimos consignados para aposentados e pensionistas”, afirmou. Mesmo assim, o banco ainda possuía uma carteira de 254 mil contratos, que somavam mais de R$ 2 bilhões em crédito descontados mensalmente dos beneficiários.

Ao solicitar cópias dos contratos, o INSS se surpreendeu com as falhas encontradas. “O contrato não é claro, ele não está de acordo com a instrução normativa do INSS, não tem taxa de juros, não tem custo efetivo”, disse o presidente. Ele também destacou problemas nas assinaturas: “A assinatura do nosso segurado vinha como se fosse uma assinatura eletrônica, mas sem o QR Code para a gente confirmar aquela assinatura”.

Diante disso, o INSS bloqueou a liberação dos valores e condicionou qualquer pagamento à comprovação da autenticidade das assinaturas. “Nós não liberamos esse recurso mais para o Banco Master ou para quem ele cedeu o crédito, até a comprovação de que a assinatura foi feita pelo nosso aposentado e pensionista”, explicou. Segundo Waller Júnior, caso a autenticidade não seja confirmada, “a ideia que a gente tem é cancelar esse consignado e devolver para o nosso aposentado e pensionista”, orientando ainda que os segurados façam denúncias na ouvidoria para auxiliar nas apurações.

*Metro1
Foto: Reprodução/INSS e Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil


Nesta quinta-feira (15), horas após determinar a transferência do ex-presidente Jair Bolsonaro da Superintendência da Polícia Federal (PF) para o 19° Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade que integra o Complexo Penitenciário da Papuda e é conhecido como Papudinha, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse ter feito “o que tinha que fazer”.

A fala foi proferida durante a formatura da 194ª turma de Direito da Universidade de São Paulo, que aconteceu no Teatro Vibra São Paulo, em Vila Almeida, na Zona Sul da capital paulista. No momento em que deu a declaração, Moraes, que foi patrono da turma, comentava a duração das falas proferidas no evento.

– Vocês percebem que ninguém cumpriu os três minutos, quase tive que tomar algumas medidas. Mas me contive hoje, acho que hoje já fiz o que tinha que fazer – disse, em fala que foi recebida com gritos de empolgação e aplausos do público presente ao evento.

Algumas horas antes, o ministro determinou que o ex-presidente Jair Bolsonaro fosse transferido da sede da Polícia Federal, em Brasília, para o batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PM-DF), mais conhecido como Papudinha.

Preso na Superintendência desde novembro do ano passado, o político conservador vinha reclamando das condições da cela, principalmente pelo barulho do ar-condicionado que o impedia de dormir. A PF chegou a lhe entregar um tampão de ouvido para abafar o ruído e, dias depois, concordou em desligar o equipamento no período da noite.

Fora isso, a defesa do ex-presidente também solicitava prisão domiciliar, por entender que o estado de saúde de Bolsonaro exige acompanhamento constante. Mas, ao contrário do pedido, Moraes decidiu enviá-lo ao batalhão da PM-DF, onde outros condenados por tentativa de golpe de Estado também estão presos.

Assim, Bolsonaro passará a cumprir a pena de 27 anos e três meses de prisão onde estão o ex-ministro Anderson Torres e o ex-diretor-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF) Silvinei Vasques. Ao decidir pela transferência, inclusive, Moraes chegou a usar um tom sarcástico em relação ao líder conservador ao dizer que o cumprimento de pena não era “uma estadia hoteleira” ou uma “colônia de férias”.

– Ressalte-se, entretanto, que essas condições absolutamente excepcionais e privilegiadas não transformam o cumprimento definitivo da pena de Jair Messias Bolsonaro, condenado pela liderança da organização criminosa na execução dos gravíssimos crimes praticados contra o Estado Democrático de Direito e suas instituições, em uma estadia hoteleira ou em uma colônia de férias – disse Moraes.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Print Instagram Toy Formaturas


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de um novo inquérito para investigar o suposto vazamento de dados fiscais de ministros da Corte, possivelmente ocorrido por meio de órgãos como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) e a Receita Federal.

A apuração, relatada pelo próprio Moraes, foi instaurada sem provocação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ou da Polícia Federal (PF), um procedimento considerado incomum, embora autorizado pelo Regimento Interno do STF. A investigação tramita sob sigilo e teve sua existência revelada pelo portal Poder360, com confirmação da Agência Brasil.

A iniciativa ocorre após reportagens apontarem relações entre familiares de ministros do Supremo e o Banco Master, instituição envolvida em um escândalo de fraude financeira que também é objeto de investigação no STF, sob relatoria do ministro Dias Toffoli.

Entre as informações divulgadas, está a venda de participação em um resort no Paraná por irmãos e primos de Toffoli a um fundo ligado a Fabiano Zettel, cunhado e sócio de Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. Ambos já foram alvo de mandados de busca e de prisão temporária no âmbito do inquérito conduzido pelo próprio Toffoli.

Em dezembro, o jornal O Globo revelou ainda que o escritório de advocacia administrado por Viviane Barci, esposa de Alexandre de Moraes, firmou um contrato de R$ 129 milhões para representar o Banco Master, antes de o escândalo vir a público. Moraes suspeita que detalhes dessas relações tenham sido vazados a partir do Coaf ou da Receita Federal.

O ministro nega ter atuado em favor do Banco Master junto ao Banco Central. Segundo ele, uma reunião com o presidente da instituição, Gabriel Galípolo, tratou exclusivamente da Lei Magnitsky, aplicada pelo governo dos Estados Unidos contra o magistrado.

No dia 27 de dezembro, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, decidiu arquivar o pedido de investigação contra Alexandre de Moraes e sua esposa no caso envolvendo o Banco Master. Para Gonet, há “absoluta ausência de lastro probatório mínimo” que sustente as acusações.

Segundo o procurador-geral, as reportagens não apresentaram elementos concretos ou indícios materiais que confirmem a tese de intimidação, permanecendo no campo das suposições. Em relação ao contrato firmado entre o escritório de Viviane Barci e o banco, Gonet afirmou não haver, a princípio, qualquer indício de ilegalidade que justifique intervenção.

“A representação fundamenta-se estritamente em matérias jornalísticas – fontes secundárias destituídas de confirmação probatória autônoma – e carece de diligências prévias que lhes confiram consistência jurídica”, concluiu.

Apesar das críticas de membros do Ministério Público, juristas e especialistas, a abertura de inquéritos de ofício por ministros do Supremo está prevista no Regimento Interno da Corte. O Artigo 43 estabelece que, ocorrendo infração penal na sede ou dependências do Tribunal, o presidente pode instaurar investigação ou delegar a atribuição a outro ministro.

Atualmente, Alexandre de Moraes exerce interinamente a presidência do STF, em razão do recesso do Judiciário e da ausência do presidente Edson Fachin. As revelações relacionadas ao caso Banco Master levaram Fachin a defender a criação de um código de conduta para ministros de tribunais superiores.

Em discurso de encerramento do ano de 2025, o ministro afirmou que o tema está entre as prioridades do Supremo para este ano.

*Metro1
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil


Trio composto por soja, milho e arroz foi o grande motor desse crescimento; veja números

Foto: Ministério da Agricultura/Divulgação

O agronegócio brasileiro atingiu um marco histórico em 2025, fechando o ano com uma produção recorde de 346,1 milhões de toneladas de cereais, leguminosas e oleaginosas. Segundo dados divulgados nesta quinta-feira (15) pelo IBGE, o resultado representa um salto de 18,2% em relação ao desempenho de 2024.

O trio composto por soja, milho e arroz foi o grande motor desse crescimento, respondendo por quase 93% de tudo o que foi colhido no país.

A soja, principal produto da pauta, atingiu o patamar inédito de 166,1 milhões de toneladas, enquanto o milho teve o crescimento mais expressivo entre os grandes grãos, avançando 23,6%.

Destaques da produção por cultura em 2025:
– Soja: 166,1 milhões de toneladas (alta de 14,6%).
– Milho: 141,7 milhões de toneladas (alta de 23,6%).
– Arroz: 12,7 milhões de toneladas (alta de 19,4%).
– Algodão: 9,9 milhões de toneladas (alta de 11,4%).
– Sorgo: 5,4 milhões de toneladas (alta de 35,5%).

Projeções para 2026

Apesar do otimismo com o fechamento de 2025, o IBGE prevê uma leve retração de 1,8% para a safra de 2026, com uma colheita estimada em 339,8 milhões de toneladas. Essa redução de cerca de 6,3 milhões de toneladas reflete ajustes de área e produtividade esperados para o próximo ciclo.

Uma novidade importante para as estatísticas deste ano é a inclusão da canola e do gergelim no grupo oficial de cereais e oleaginosas do instituto. Embora ainda restritas a poucas regiões do país, essas culturas apresentaram crescimento acelerado e passam a compor o monitoramento oficial da safra nacional devido à sua crescente importância econômica.

Informações Bahia.ba


O Supremo Tribunal Federal (STF) informou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi transferido nesta quinta-feira (15) da Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar – PMDF, conhecido como Papudinha.
A transferência foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, que cuida da execução da pena do ex-presidente. O batalhão fica localizado no Complexo Penitenciário da Papuda, também o Distrito Federal. Bolsonaro deverá ser alocado em uma sala de Estado-maior no local.
Segundo o STF, a cela ocupada por Bolsonaro é igual a que Anderson Torres, ex-ministro da Justiça, e Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF, cumprem pena. O espaço comporta 4 pessoas, mas será usada exclusivamente para o ex-presidente.
Anderson Torres e Silvinei Vasques dividem outra unidade semelhante a que o ex-presidente está custodiado.
Moraes também determinou que Bolsonaro tenha “assistência integral, nas 24 (vinte e quatro) horas, dos médicos particulares anteriormente cadastrados, sem necessidade de comunicação prévia”.
O ministro também autorizou que o deslocamento imediato de Bolsonaro para os hospitais em caso de urgência, com a obrigação de comunicação ao STF no prazo máximo de 24 (vinte quatro) horas da ocorrência.

Bolsonaro também poderá realizar sessões de fisioterapia nos horários e dias da semana indicados pelos médicos, com prévio cadastramento do fisioterapeuta e comunicação ao STF.
O ex-presidente receberá diariamente alimentação especial, devendo a defesa indicar o nome da pessoa que ficará responsável pela entrega das refeições.
Além disso, Moraes também autorizou:
atendimento médico em tempo integral pelo sistema penitenciário, em regime de plantão, 24h por dia;
visitas semanais da esposa e filhos;
assistência religiosa de bispo Rodovalho e pastor Thiago Manzoni;
autorização para leitura;
grades de proteção e barras de apoio na cama;
instalação de aparelhos de fisioterapia, como esteira e bicicleta.

Bolsonaro também deve ser submetido à junta médica oficial, composta por médicos da própria PF, para avaliação de seu quadro clínico.
O ministro também rejeitou o pedido da defesa de Bolsonaro de acesso à smart TV.
Como é a Papudinha?
O edifício fica a poucos metros das unidades da Papuda para presos comuns, no Jardim Botânico, e tem capacidade para 60 presos. Até o começo de novembro, 52 pessoas cumpriam pena no 19º BPM.
O batalhão tem oito celas, todas no formato de alojamentos coletivos, compostos por banheiro com box, chuveiro, cozinha, lavanderia, quarto e sala.

Segundo a Polícia Militar, todas essas instalações foram reformadas em 2020.

Todos os presos podem receber itens de higiene, limpeza, enxoval e roupas definidos pela administração penitenciária, de forma igual para todos.

Também é permitido acesso a televisores e equipamento de ventilação mecânica, de acordo com o regramento da unidade prisional.

*g1
Foto: Pablo Porciuncula/AFP

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