O prédio do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, precisou ser evacuado às pressas na noite desta segunda-feira (23), após o alarme soar devido à suspeita de um vazamento de gás no local. A brigada de incêndio foi acionada e auxiliou na saída de todos os ocupantes do edifício.
De acordo com testemunhas, o problema teria acontecido no 3º andar, onde fica localizada a Presidência da Corte. No mesmo pavimento há uma copa, de onde se suspeita que tenha havido o vazamento. Brigadistas foram acionados, auxiliaram na evacuação e realizaram a varredura do prédio.
Após a vistoria feita pelos profissionais da brigada, as equipes liberaram o retorno das atividades normais.
Relatório da comissão pode ter cerca de 5 mil páginas e citar integrantes do governo Lula, além do ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relator da CPMI do INSS | Foto: Divulgação/Câmara dos Deputados
O relatório da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) deve pedir o indiciamento de pelo menos 200 pessoas. A informação é do relator do colegiado, deputado Alfredo Gaspar (União-AL).
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou, nesta segunda-feira, 23, a extensão dos trabalhos da comissão.
Gaspar afirmou que a comissão já elabora o relatório final, que deve reunir ao menos cinco mil páginas. Segundo o parlamentar, o documento se baseará em “técnica e provas”, sem “paixões políticas”. As declarações foram dadas em entrevista ao portal Metrópoles.
Antes da prorrogação autorizada pelo STF, a comissão pretendia apresentar o relatório aos parlamentares na próxima quarta-feira, 25, e realizar a votação na reunião seguinte, marcada para quinta-feira 26. Com a extensão do prazo, o texto continuará em elaboração.
Relatório pode incluir integrantes do governo
O relatório em andamento deve citar integrantes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
O ex-dono do Banco Master negocia um acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Na última quinta-feira, 19, agentes o transferiram para a Superintendência da corporação para iniciar os trâmites da colaboração.
O que investiga a CPMI do INSS
O Congresso Nacional criou a CPMI do INSS para apurar suspeitas de irregularidades e possíveis fraudes envolvendo benefícios previdenciários.
A comissão reúne deputados e senadores e tem como objetivo investigar a atuação de servidores, intermediários e empresas que possam ter participado de esquemas de desvio de recursos ou concessões indevidas de benefícios. Ao final dos trabalhos, o colegiado pode sugerir indiciamentos e encaminhar o relatório às autoridades responsáveis por eventuais processos judiciais.
O Viaduto Portal do Sertão, localizado na BR-324, em Feira de Santana, passará por interdições parciais entre os dias 24 e 26 de março, conforme informou o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A medida é necessária para a realização de serviços na via.
De acordo com o cronograma, os bloqueios ocorrerão em dois períodos: das 21h de terça-feira (24) até às 5h de quarta-feira (25), e das 21h de quarta-feira (25) até às 5h de quinta-feira (26).
Durante esses horários, será interditada a alça 518B, no sentido Salvador–Feira de Santana, que dá acesso à BR-116 Sul, no sentido Vitória da Conquista.
Como alternativa, veículos leves devem acessar Feira de Santana e seguir por vias urbanas até chegar à BR-116 Sul. Já os veículos pesados, como caminhões e ônibus, devem continuar pela BR-324, utilizar o contorno Leste e acessar a BR-116 pelo viaduto sul.
O DNIT orienta os motoristas a redobrarem a atenção, respeitarem a sinalização provisória e reduzirem a velocidade ao se aproximarem do trecho em obras. A intervenção, segundo o órgão, tem como objetivo garantir a segurança viária e a execução adequada dos serviços.
Romeu Zema (Novo) renunciou neste domingo (22) ao governo de Minas Gerais, passando o comando do estado a seu vice, Mateus Simões (PSD). Na cerimônia de transmissão de cargo, Zema, que pretende se lançar à Presidência da República na eleição deste ano, fez um discurso em tom eleitoral, com críticas ao governo Lula (PT).
Ao resgatar suas ações em Minas desde que assumiu o primeiro mandato, em 2019, ele disse que agora é a hora de “fazer a mesma coisa pelo Brasil”.
– Ninguém aguenta mais a farra da corrupção, ninguém aguenta mais viver com medo, ninguém aguenta mais a conta não fechar no fim do mês – criticou.
E prosseguiu:
– O Brasil está sendo destruído por esse governo que está lá em Brasília, o Brasil está sendo destruído pelo mesmo sistema que destruiu Minas Gerais. Mas vou dizer aqui uma coisa para vocês: nós não somos um país fracassado, nós somos, sim, um país roubado. O problema do Brasil não é falta de recursos, é sobra de ladrão – continuou.
Zema afirmou que tem andado pelo Brasil e entendeu que o brasileiro não quer um país perfeito.
– Ele só quer um país que seja dele outra vez e não mais o Brasil dos intocáveis. Esse país é possível, porque no Brasil nunca faltou gente disposta a fazer a coisa certa – apontou.
E finalizou:
– O que faltou foi, sim, respeito do governo com a nossa gente. Foi por isso que nós começamos a mudar em Minas. E agora chegou a hora de mudar o Brasil todo.
Apesar de Zema se dizer pré-candidato a presidente, nos bastidores, ele é cotado como vice em alguma candidatura do campo da direita, como a do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), possibilidade que o agora ex-governador nega.
DISCURSO DO NOVO GOVERNADOR O novo governador de Minas, Mateus Simões, fez agradecimentos a Zema em seu discurso de posse na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG).
– Ao longo dessa jornada, eu poderei entregar muitas das obras e programas que o governador Romeu Zema iniciou, mas quero ir além ao lado dos meus deputados – disse.
A solenidade na ALMG foi acompanhada pelo presidente nacional do PSD e secretário de Governo e Relações Institucionais de São Paulo, Gilberto Kassab.
Simões também disparou críticas ao governo federal ao citar a ponte sobre o Rio Grande, dizendo que ela “não tem dono, aparentemente”.
– O rio é federal, mas a União diz que a ponte não é dela. Minas diz que não foi Minas que construiu. São Paulo também diz que não foi São Paulo que construiu, apesar de Minas e São Paulo terem estradas que levam até a ponte. A ponte está com fissuras num pilar, teve de ser interditada e o problema parece que não é de ninguém – argumentou.
Em seguida, Simões disse que a reforma será bancada com recursos de Minas e de São Paulo, e afirmou que não pode contar com a ajuda do governo federal.
– A ponte já está sendo reformada com dinheiro de Minas Gerais, e eu vou mandar um boleto depois para o Tarcísio, viu Kassab? Ele tem dinheiro para ajudar. Para o governo federal não vou mandar, porque acho que eles não ajudariam mesmo – continuou.
Simões é pré-candidato ao Palácio Tiradentes, mas não está bem colocado nas pesquisas de intenção de voto recentes. Segundo levantamento Real Time Big Data divulgado no último dia 13, o senador Cleitinho (Republicanos) lidera a disputa em todos os cenários pesquisados, variando entre 30% e 40% dos votos, a depender dos concorrentes. Já Simões aparece com números entre 9% e 19%.
O dono do antigo Banco Master tem se reunido com seu advogado em encontros sucessivos desde a sexta-feira 20
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, em foto feita em sua prisão | Foto: Divulgação/Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro deve prestar, nesta semana, seu primeiro depoimento à Polícia Federal (PF), em meio a negociações para um acordo de delação premiada. Segundo investigadores, há a possibilidade de apresentação de documentos e informações consideradas relevantes para o inquérito.
O encontro marcará o início formal da colaboração do empresário com as autoridades. A investigação apura fraudes bilionárias relativas ao Banco Master, além de possíveis conexões com agentes políticos. Vorcaro também é acusado de liderar uma organização criminosa que atuaria com coação e intimidação de desafetos.
Preso desde o início de março no âmbito da operação Compliance Zero, Vorcaro passou o fim de semana na Superintendência da PF, onde tem se reunido com seu advogado, Sérgio Leonardo. Os encontros ocorreram de forma consecutiva desde a última sexta-feira, 20.
Vorcaro (esquerda) em depoimento à Justiça dias depois da sua primeira prisão | Foto: Reprodução/X
Advogado de Vorcaro fez sucessivas visitas ao cliente
Neste domingo, 22, o advogado permaneceu cerca de uma hora com o cliente e deixou o local com anotações, segundo a emissora CNN. No sábado 21, havia feito procedimento semelhante, enquanto na sexta-feira esteve na sede da PF em três ocasiões.
As reuniões aconteceram depois Vorcaro assinar um termo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República e a PF, etapa inicial para viabilizar a delação. Diante da manutenção de sua prisão preventiva pela 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal, o ex-banqueiro trocou de defesa e decidiu iniciar tratativas para colaborar.
Antes, ele estava detido na Penitenciária Federal de Brasília, unidade de segurança máxima, e foi transferido na última quinta-feira, 19, para a sede da PF, a pedido da defesa.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), estaria a bordo de um voo da Latam que foi cancelado na noite de quinta-feira (19), no Aeroporto de Brasília. O cancelamento teria ocorrido após a identificação de uma falha mecânica na aeronave, de acordo com uma publicação do colunista Claudio Magnavita, do site Correio da Manhã.
O voo, que seguiria da capital federal para o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, era operado por um Airbus A319. Segundo Magnavita, o embarque já havia sido concluído e as portas estavam fechadas quando a tripulação optou por interromper a decolagem. A Latam não teria informado aos passageiros qual foi a falha detectada.
Após o cancelamento, os passageiros foram realocados em voos previstos para a sexta-feira (20), com assistência aos que necessitaram de hospedagem. Além de Mendonça, outros ocupantes, incluindo políticos, estavam na aeronave. O cancelamento também foi registrado por plataformas de monitoramento de voos.
Segundo o site Pleno.News, a assessoria de imprensa da Latam foi procurada para confirmar as informações a respeito da falha técnica que teria sido registrada no voo, mas até o fechamento desta matéria não houve resposta.
A assessoria do Supremo Tribunal Federal também foi procurada para confirmar se Mendonça realmente estava no voo que foi cancelado nesta quinta.
O que é possível confirmar é que Mendonça, de fato, tinha agenda no Rio de Janeiro nesta sexta-feira (20). Na capital fluminense, o magistrado foi convidado para uma palestra no prédio da OAB do RJ, no Centro da cidade, sobre os “desafios da advocacia no século 21”.
O banqueiro Daniel Vorcaro, ex-comandante do Banco Master, relatou em mensagens uma reunião com a cantora Anitta, o irmão dela e empresários ligados ao setor de apostas esportivas. No diálogo, registrado em 9 de setembro de 2024, ele afirmou que teria mediado o encontro, que reuniria quatro sócios de um negócio de “bet”, além da artista e Renan Machado. As informações são do Metrópoles
Dois dias após a conversa, Anitta participou do MTV Video Music Awards, em Nova York, onde Vorcaro morava à época. Não há informações sobre qual empresa de apostas teria sido citada na mensagem. Recentemente, a plataforma Bet.Bet patrocinou a turnê “Ensaios da Anitta” em 2025. Renan Machado é sócio da cantora e atua na gestão da carreira e em projetos profissionais.
As mensagens integram investigação da Polícia Federal que embasou a terceira fase da Operação Compliance Zero. Não há indicação de que Anitta seja investigada ou tenha envolvimento no caso Master. Em nota divulgada nesta sexta-feira (20), a assessoria afirmou que a artista participa diretamente de negociações com marcas e que, após reunião com o Will Bank, a contratação não foi adiante.
Portaria oficializa novos valores depois de alta de 13,32% no óleo diesel
A legislação determina a atualização da tabela sempre que o preço do combustível varia mais de 5% | Foto: Reprodução/ Redes sociais
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) atualizou os valores dos pisos mínimos do frete rodoviário de cargas. O governo de Luiz Inácio Lula da Silva oficializou a medida por meio de portaria no Diário Oficial da União na sexta-feira 13. A decisão acompanha a recente alta no preço do óleo diesel.
O reajuste atende à Lei nº 13.703/2018. A legislação determina a atualização da tabela sempre que o preço do combustível varia mais de 5%. O setor denomina este mecanismo como “gatilho”.
Levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) registrou o preço médio do diesel S10 em R$ 6,89 por litro entre 8 e 14 de março de 2026. O índice representa uma alta acumulada de 13,32%. No reajuste anterior, o combustível custava R$ 6,08 por litro.
Aumento do frete por categoria
O acionamento do gatilho gerou aumentos distintos conforme a operação. O transporte de carga lotação subiu, em média, 4,82%. Os veículos automotores de carga tiveram reajuste de 5,57%. Na categoria de carga lotação de alto desempenho, a alta atingiu 6,15%. Veículos de alto desempenho registraram elevação de 7%.
A ANTT revisa a tabela semestralmente ou quando a variação do diesel ultrapassa o limite legal. A norma estabelece valores mínimos por quilômetro rodado. O cálculo considera o número de eixos, a distância e o tipo de carga.
Medidas determinam desde a suspensão do ingresso de novos alunos até restrições ao Programa Universidade para Todos
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
O Ministério da Educação (MEC) aplicou sanções a mais de 50 cursos de medicina que apresentaram desempenho insatisfatório no Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de 2025. Publicadas nesta semana no Diário Oficial da União (DOU), as medidas determinam desde a suspensão do ingresso de novos alunos até restrições ao Programa Universidade para Todos (Prouni) e ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
A decisão foi baseada na avaliação de 351 cursos. As instituições punidas obtiveram notas 1 e 2, em uma escala que vai até 5, e o rigor das sanções variou conforme o percentual de alunos proficientes em cada unidade.
Divisão das sanções
O MEC separou as instituições em grupos, aplicando punições proporcionais à gravidade dos resultados:
Grupo 1 – instituições com nota 1 e menos de 30% de estudantes com proficiência: punição mais severa, com suspensão imediata de novos alunos, proibição de novas vagas e abertura de processo de supervisão. Além disso, fica suspensa da possibilidade de celebrar contratos de Fies e com outros programas federais de acesso ao ensino.
A medida foi aplicada contra a Universidade Estácio de Sá, União das Faculdades dos Grandes Lagos, Centro Universitário de Adamantina, Faculdade de Dracena, Centro Universitário Alfredo Nasser, Faculdade Metropolitana e Centro Universitário Uninorte.
Grupo 2 – instituições com nota 1 e proficiência entre 30% e 40%:dos estudantes: redução de 50% das vagas autorizadas e impedimento de expansão, além de proibição de contrato do Fies e e restrição à participação em programas federais.
Centro Universitário Presidente Antônio Carlos; Universidade Brasil; Universidade do Contestado; Universidade de Mogi das Cruzes; Universidade Nilton Lins; Centro Universitário de Goiatuba; Centro Universitário das Américas; Faculdade da Saúde e Ecologia Humana; Centro Universitário CEUNI (Fametro); Faculdade São Leopoldo Mandic de Araras; Faculdade Estácio de Jaraguá do Sul e Faculdade Zarns (Itumbiara).
Grupo 3 – instituições com nota 2 e proficiência entre 40% e 50%: redução de 25% das vagas e restrições a programas federais de financiamento.
As instituições penalizadas foram: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Penápolis; Universidade de Ribeirão Preto; Universidade Iguaçu; Universidade Santo Amaro; Universidade de Marília; Universidade Paranaense; Afya Universidade Unigranrio; Centro Universitário Serra dos Órgãos; Universidade de Cuiabá; Centro Universitário Maurício de Nassau de Barreiras; Centro Universitário Estácio de Ribeirão Preto; Afya Centro Universitário de Porto Velho. Centro Universitário Ingá; Faculdade de Medicina Nova Esperança; Afya Faculdade de Ciências Médicas da Paraíba; Faculdade Atitus Educação Passo Fundo; Afya Centro Universitário de Itaperuna; Centro Universitário Maurício de Nassau; Faculdade Morgana Potrich; Afya Faculdade de Porto Nacional; Faculdade Uninassau Vilhena; Centro Universitário Famesc. Faculdade de Medicina de Olinda; Faculdade Estácio de Alagoinhas; Faculdade Atenas Passos; Faculdade Estácio de Juazeiro; Afya Faculdade de Ciências Médicas de Jaboatão dos Guararapes; Faculdade Unicesumar de Corumbá; Faculdade Estácio de Canindé e Afya Faculdade de Ciências Médicas de Santa Inês.
Além dessas, outras 40 graduações de medicina com nota 2, mas proficiência acima de 50%, entraram em processo de supervisão e monitoramento, sem punições imediatas, garantindo o direito de defesa.
Universidades Federais
O ministério também incluiu instituições públicas na lista. As universidades federais do Pará (UFPA), do Maranhão (UFMA), da Integração Latino-Americana (Unila) e do Sul da Bahia (UFSB) responderão a processos de supervisão. A UFPA foi a única pública a sofrer sanção imediata, com corte de 50% das vagas.
Segundo o MEC, as cautelares podem ser revistas, prorrogadas ou agravadas com base nos resultados do Enamed 2026.
A Polícia Federal (PF) avalia que o futuro dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está nas mãos do relator do escândalo do Banco Master, André Mendonça. A apuração feita nos bastidores da corporação é do jornalista da CNN especializado na cobertura dos Três Poderes, Matheus Teixeira.
De acordo com o comunicador, o relatório de mais de 200 páginas feito pela PF sobre Toffoli foi entregue pelo diretor da corporação ao presidente do STF, Edson Fachin, porque Toffoli era o próprio relator do caso e não podia analisar o ofício.
Para a PF, o caminho mais normal seria que o documento fosse entregue à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que a entidade pedisse a suspensão do ministro. Entretanto, o alinhamento do procurador-geral da República, Paulo Gonet, com “a ala do Supremo que está tentando fazer uma barreira de contenção para conter o desgaste” fez com que a PF entendesse que ele não era um aliado.
– Diante desse cenário, o mais provável na PF é que se surgirem novos elementos contra os ministros, isso será entregue a André Mendonça e caberá ao ministro relator decidir quais consequências, o que ele faria com esse material que surgir. Portanto, na avaliação da PF o futuro está nas mãos do relator, o ministro André Mendonça – finalizou Teixeira.