O narrador esportivo Luís Roberto anunciou, por meio das redes sociais, que concluiu o tratamento contra um câncer de cabeça e pescoço. O profissional passou por 40 sessões de terapia, sendo 33 de radioterapia e sete de quimioterapia.

O diagnóstico foi confirmado em abril deste ano, o que o afastou da cobertura da Copa do Mundo de Clubes, disputada nos Estados Unidos.

Em vídeo publicado no Instagram, Luís Roberto comemorou o fim do tratamento e aproveitou para conscientizar o público sobre a importância do diagnóstico precoce. Ele lembrou que julho é o mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço e explicou que a doença pode atingir regiões como boca, garganta, laringe, tireoide e outras áreas da cabeça e do pescoço.

O narrador também destacou os principais sintomas que merecem atenção. Segundo ele, feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dor de garganta contínua, dificuldade para engolir e o aparecimento de um caroço no pescoço, sinal que levou ao seu diagnóstico, devem ser avaliados por um especialista.

Ao final da publicação, Luís Roberto incentivou os seguidores a compartilharem a mensagem como forma de ampliar a conscientização. “Informação salva vidas”, destacou.

Por Rafael Marques
Foto: Redes sociais


Em vídeo publicado nesta quinta-feira (23), o senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), renovou seu pedido para que a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) se junte à sua campanha pelo Palácio do Planalto a fim de “libertar o Brasil” do Partido dos Trabalhadores (PT). Ele também reiterou seu pedido de desculpas à ex-presidente do PL Mulher, salientando que não teve a intenção de ofendê-la.

– É senso comum que o nosso Brasil não suporta mais quatro anos de PT e que alguém que já teve três mandatos para fazer e não fez, não merece um quarto mandato, porque é óbvio que ele não vai fazer de novo. Mas para gente libertar o Brasil é preciso que todos entrem em campo e me ajudem. Então, eu quero mais uma vez me dirigir a Michelle – iniciou o parlamentar.

Na sequência, Flávio exaltou o trabalho de Michelle no âmbito político, social e também nos cuidados para com seu pai.

– Todos nós reconhecemos o grande trabalho que ela fez no PL Mulher. Percorreu o Brasil inteiro por uma causa, valorizando e inspirando milhares de mulheres a ingressarem na vida pública, e também o seu trabalho para ajudar as pessoas com doenças raras e os surdos. Uma covardia o que fizeram com o meu pai. Ela tem a responsabilidade de cuidar dele no dia a dia, todo mundo sabe que hoje, até nós, os filhos, estamos proibidos de ver o próprio pai, o que aumenta ainda mais a importância dela. Ela precisa ser reconhecida e respeitada também por isso – pontuou.

O senador ainda direcionou um pedido aos seguidores para que eles foquem no “objetivo principal” de derrotar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas este ano.

– O momento é difícil para todo mundo. Ninguém é perfeito, eu não sou perfeito, e mais uma vez peço desculpas por alguns momentos que causaram desconforto. Como somos pessoas públicas, isso acaba sendo explorado pelos nossos opositores. Nunca foi minha intenção desrespeitar ninguém, ainda mais a esposa do meu pai. Também faço um pedido aqui à nossa militância, para a gente olhar pra frente neste momento. Vamos focar no objetivo principal, que é resgatar o nosso Brasil – acrescentou.

*Pleno.News
Foto: Frame de vídeo / Instagram


O jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos, que participou do lançamento do Jornal Nacional, em 1969, morreu nesta terça-feira (21), aos 91 anos, em Porto Alegre. Referência da imprensa política gaúcha, ele acumulou quase sete décadas de carreira. Segundo o Hospital Moinhos de Vento, a morte ocorreu por complicações cardíacas e renais. Bastos estava internado desde 11 de julho.

Nascido em Passo Fundo, em 1934, iniciou a trajetória profissional no jornal O Clarin, em 1955. Ao longo da carreira, atuou em veículos impressos, emissoras de rádio e televisão. Foi chefe de reportagem da Zero Hora e da Rádio e TV Gaúcha, onde também comandou os setores de jornalismo e esporte, incluindo o Jornal do Almoço.

Bastos acompanhou momentos decisivos da política brasileira, como a Campanha da Legalidade, em 1961, dentro do Palácio Piratini. Também cobriu eleições presidenciais, governos estaduais e crises institucionais, além de conviver com nomes como Getúlio Vargas, João Goulart e Leonel Brizola.

Legado no jornalismo

Conhecido entre os colegas como “mestre dos mestres”, defendia a independência profissional e considerava a democracia indispensável para que jornalistas e cidadãos pudessem manifestar suas ideias. Também exerceu cargos públicos na área da comunicação, como secretário estadual e superintendente de Comunicação Social da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul.

A morte provocou homenagens de colegas e entidades ligadas à comunicação. O Sindicato dos Jornalistas do Rio Grande do Sul destacou a credibilidade, o rigor na apuração e a contribuição de Bastos para diferentes gerações de profissionais. Ele deixa a esposa, Ana Maria Lopes de Almeida Bastos, quatro filhos e quatro netos.

*Metro1
Foto: Reprodução/RBS TV


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento das investigações contra o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro (PL) e o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) Alexandre Ramagem pela chamada “Abin Paralela”.

A ação da Polícia Federal (PF) apura o uso indevido da tecnologia First Mile para monitorar ações de adversários políticos e autoridades. De acordo com o magistrado, tanto Bolsonaro quanto Ramagem, além de Marcelo Araújo Bormevet e Giancarlo Gomes Rodrigues, já foram julgados pelo STF na ação sobre a tentativa de golpe de Estado.

Moraes encaminhou o processo para a Justiça Federal, onde os demais nomes envolvidos na investigação agora terão o caso analisado em primeira instância. Entre eles estão Carlos Bolsonaro, indiciado por associação criminosa, Daniel Ribeiro Lemos e Mateus de Carvalho Sposito, apontados como parte do “núcleo de vetores de produção e propagação das fake news”.

Membros da alta gestão da ABIN tiveram investigações encerradas por falta de provas e baixos indícios de crime, segundo Moraes. Estão na lista: Alessandro Moretti (ex-diretor-adjunto), Luiz Fernando Corrêa (diretor-geral), Luiz Carlos Nóbrega Nelson, José Fernando Moraes Chuy e Lucio de Andrade Vaz Parente.

ABIN PARALELA
A investigação sobre a “Abin Paralela” apurou o uso indevido do sistema First Mile para monitorar a geolocalização de celulares sem autorização judicial entre 2019 e 2022. A estrutura clandestina montada na agência usava a máquina pública para espionar adversários políticos, jornalistas e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), como Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Luiz Fux e Luís Roberto Barroso.

De acordo com a Polícia Federal, a organização também produzia desinformação com fins ilícitos e antidemocráticos. Diante da conexão direta entre esse esquema e as investidas contra o sistema eleitoral e o Judiciário, Moraes autorizou o compartilhamento integral das provas com o Inquérito das Fake News. A medida reforça as apurações sobre a atuação articulada do chamado “Gabinete do Ódio”.

*Pleno.News
Foto: PR/Carolina Antunes


Os Estados Unidos informaram ao governo brasileiro que poderão reduzir o tarifaço sobre produtos do Brasil caso o país aceite atender a uma série de exigências. A proposta inclui zerar tarifas para empresas americanas dos setores industrial, químico, aeroespacial e automotivo. A nova taxa entra em vigor em 22 de julho.

Além dessas condições, os americanos defenderam o fim da tarifa sobre o etanol, a não regulamentação das plataformas digitais e a inclusão do Pix nas negociações comerciais entre os dois países.

No Palácio do Planalto, integrantes do governo classificaram a proposta como “indigna” e “inaceitável”.

Segundo esses auxiliares, aceitar as exigências dos Estados Unidos causaria um impacto maior para a economia brasileira do que o provocado pelo próprio tarifaço. Pelos cálculos iniciais do governo, as novas tarifas devem atingir cerca de 18% das exportações brasileiras para o mercado americano.

A medida também provocou disputa política no Brasil. A oposição atribui o aumento das tarifas a falhas na condução das negociações pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Já integrantes do Planalto afirmam que a decisão dos Estados Unidos tem motivação política e ideológica.

Desde o anúncio do primeiro pacote de tarifas, a diplomacia brasileira realizou mais de 30 contatos com autoridades americanas, entre reuniões presenciais, videoconferências e conversas por telefone. Mesmo com a avaliação de que haverá pouca margem para avanços nas negociações, o governo pretende manter o diálogo para tentar reduzir os impactos sobre os setores brasileiros afetados.

*g1
Foto: Ricardo Stuckert / PR


O senador Jaques Wagner (PT-BA) tentou vender um terreno por R$ 15,8 milhões um dia depois de ter sido alvo de operação da Polícia Federal (PF) por suspeita de recebimento de propina do Banco Master. A transação foi barrada pelo cartório de registro de imóveis, que recebeu uma ordem de bloqueio de bens assinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.

Por meio de sua defesa, o senador petista disse não haver irregularidades. Ele não explicou os detalhes do negócio.

– A defesa do senador Jaques Wagner esclarece que ele não se manifestará sobre condutas que não sejam sobre sua campanha eleitoral. Todos os demais assuntos estão e continuarão sendo tratados judicialmente. Todos os fatos apurados são públicos e com registros públicos. Não há mínima irregularidade e nem nada a esconder – afirmou o advogado Pablo Domingues.

Wagner também tinha acertado a venda de um segundo imóvel por R$ 10 milhões, o apartamento dele em Salvador (BA), em transação protocolada em cartório uma semana antes da operação da PF. Com a ordem do ministro André Mendonça, o negócio acabou bloqueado e a transmissão de propriedade na matrícula do imóvel não foi autorizada pelo cartório. As informações são do Estadão.

*Pleno.News
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado


Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou que as eleições para o Senado Federal devem resultar na escolha de nomes favoráveis ao impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A declaração foi dada pelo filho de Jair Bolsonaro neste sábado (18) durante o lançamento da pré-candidatura de Maguinha Malta ao Senado Federal, no Espírito Santo. 

No evento, também foram oficializadas as pré-candidaturas à Assembleia Legislativa e à Câmara dos Deputados. Em seu discurso, o pré-candidato à Presidência da República destacou: “Não vou abaixar a cabeça para tirano”. As informações são do Estadão.

Ele voltou a criticar a decisão do magistrado em proibir provisoriamente visitas ao ex-presidente, Jair Bolsonaro. A decisão também torna inviável a visita do presidente argentino Javier Milei, que a defesa de Bolsonaro pediu para que ocorra no próximo sábado, dia 25. A prisão domiciliar do ex-presidente brasileiro está mantida.

Em seu discurso, o pré-candidato à Presidência da República voltou a focar na pauta de segurança pública. Disse, por exemplo, que os Policiais Federais “voltarão” a ter autonomia e serão “valorizados” a partir de 2027. Ele também repetiu promessa de criar 500 mil novas vagas em presídios se ganhar a eleição

Na pauta econômica, Flávio Bolsonaro falou em redução de impostos para empreendedores, segurança jurídica e também citou que haverá a redução de impostos sobre folha de pagamento de trabalhadores.

Fonte; Bahia Notícias


A partir desta sexta-feira (17), entram em vigor novas regras para a publicidade de casas de apostas esportivas no Brasil. A principal mudança é a obrigatoriedade de incluir mensagens de alerta sobre os riscos das apostas, em moldes semelhantes aos avisos presentes em propagandas de cigarros e bebidas alcoólicas. As campanhas deverão exibir uma das seguintes frases: “Ministério da Fazenda adverte: Apostar pode causar dependência”, “Ministério da Fazenda adverte: Apostar faz você perder dinheiro” ou “Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento”.
Segundo as novas normas, o aviso deverá aparecer de forma horizontal, com boa visibilidade e leitura, ocupando pelo menos 10% do espaço do anúncio. As medidas fazem parte das ações do governo federal para reforçar a conscientização sobre os riscos do jogo e ampliar o controle sobre o setor de apostas regulamentadas.

Além da obrigatoriedade das advertências, a regulamentação estabelece uma série de restrições ao conteúdo das campanhas publicitárias. Está proibida qualquer comunicação que apresente apostas como forma de investimento, fonte de renda, alternativa ao trabalho ou solução para dificuldades financeiras. Também não poderão ser utilizadas mensagens que incentivem apostas impulsivas, prometam ganhos fáceis, divulguem informações enganosas sobre chances de vitória ou sugiram que habilidade pessoal aumenta as probabilidades de sucesso.

As regras ainda vetam propagandas voltadas ao público infantojuvenil, conteúdos com apelo sexual, discriminatório ou que associem apostas ao sucesso pessoal e financeiro. Outra proibição atinge análises, opiniões ou estratégias que possam influenciar diretamente a realização de apostas em eventos específicos. Ao anunciar as medidas, o governo reforçou que empresas sem autorização para operar no país continuam proibidas de fazer qualquer tipo de publicidade.

*Metro1
Foto: Reprodução/Freepik


Os estudantes interessados em disputar uma vaga no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) do segundo semestre têm até esta sexta-feira (17) para realizar a inscrição. O cadastro deve ser feito exclusivamente pelo Portal Único de Acesso ao Ensino Superior.

O resultado da seleção será divulgado em 30 de julho. Os candidatos pré-selecionados deverão complementar a inscrição entre 31 de julho e 4 de agosto. Quem não for convocado nesta etapa será incluído automaticamente na lista de espera, com chamadas previstas entre 7 de agosto e 24 de setembro.

O Fies oferece financiamento para estudantes matriculados em cursos presenciais não gratuitos de instituições privadas de ensino superior com avaliação positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), do Ministério da Educação (MEC).

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil


O senador Flávio Bolsonaro (PL) responsabilizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela decisão do governo dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros. A medida foi anunciada na quarta-feira (15) e tem previsão de entrar em vigor em 22 de julho.

Em publicações nas redes sociais, o parlamentar criticou a condução da política externa e econômica do governo brasileiro e afirmou que Lula não teria condições de continuar no comando do país. Durante as críticas, Flávio comparou o presidente brasileiro ao ex-presidente norte-americano Joe Biden, chamando-o de “Biden brasileiro”.

“O Lula não tem mais condições de ser presidente do Brasil. Estamos em um avião sem piloto. O Biden brasileiro está ranzinza, inconsequente e se tornou um perigo para a nossa nação”, escreveu o senador.

Em outra postagem, Flávio voltou a atacar a gestão federal, afirmando que o país enfrenta problemas econômicos e falta de avanços. Segundo ele, o Brasil teria potencial para crescer, mas precisaria de uma mudança na condução política.

A tarifa foi anunciada pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), após uma investigação baseada na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O órgão também divulgou uma lista de produtos brasileiros que ficarão isentos da cobrança adicional.