O deputado federal André Janones (Rede-MG) afirmou nesta sexta-feira (14) que Flávio Bolsonaro (PL) deve crescer nas pesquisas de intenção de voto e poderá ultrapassar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meados de setembro.

Segundo Janones, o desempenho do senador será impulsionado principalmente pela força nas redes sociais e por uma estratégia de comunicação mais eficiente durante a campanha.

O deputado também criticou a forma como a esquerda vem se comunicando com o eleitorado. Na avaliação dele, a campanha bolsonarista utiliza uma linguagem mais emocional e técnicas que lembram a comunicação política dos anos 1980.

Janones afirmou ainda que o cenário eleitoral pode surpreender e defendeu mudanças na estratégia de comunicação da esquerda. Para ele, o domínio das redes sociais terá papel decisivo na disputa presidencial de 2026.

A declaração foi feita em meio à movimentação dos pré-candidatos e às discussões sobre o cenário para a eleição presidencial do próximo ano.


A página do deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) no Instagram está desde a noite desta sexta-feira (14) com todas as suas postagens excluídas e com a foto de perfil removida. Até o fim da manhã deste sábado (15), o parlamentar ainda não havia se pronunciado oficialmente sobre o que ocorreu.

Nikolas tem atualmente 22 milhões de seguidores no Instagram e costuma mobilizar milhões de usuários com suas publicações. Um vídeo feito por ele em janeiro de 2025 sobre a chamada “fiscalização do Pix” ultrapassou a marca de 300 milhões de visualizações. Em maio do ano passado, um outro conteúdo do congressista na rede social sobre as fraudes do INSS bateram mais de 100 milhões de reproduções.

Nas redes, internautas se questionaram sobre o que teria ocorrido com o perfil. Alguns usuários levantaram a hipótese de censura contra o deputado, outros lembraram que é possível arquivar, de uma só vez, todas as postagens de uma página no Instagram. Nikolas, porém, ainda não comentou o que aconteceu com seu perfil.

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Foto: Câmara dos Deputados/Bruno Spada // Reprodução/Instagram


Nesta quinta-feira (13), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, determinou o restabelecimento imediato da filiação do senador Flávio Bolsonaro ao Partido Liberal (PL) e a exclusão do vínculo com o Partido Missão.

A decisão de Nunes Marques também libera o sistema Candex para que a campanha possa registrar a candidatura de Flávio à Presidência da República.

O ministro atendeu integralmente ao pedido de urgência apresentado pela defesa do senador. Ele ordenou que a filiação de Flávio ao PL seja restabelecida desde a data original, em 30 de novembro de 2021, preservando a continuidade do vínculo partidário.

Com a desvinculação do Missão, a campanha de Flávio deve registrar sua candidatura pelo PL e do seu plano de governo ainda nesta quinta-feira. As informações são do blog de Jussara Soares, da CNN Brasil.

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Foto: EFE/ Isaac Fontana


A jornalista Malu Gaspar, da GloboNews, criticou o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o magistrado determinar uma busca e apreensão contra Raimundo Cutrim, ex-secretário de Segurança do Maranhão. Ele é apontado como fonte de um jornalista que denunciou Flávio Dino.

A reportagem produzida por Luís Pablo, profissional independente do Maranhão, denunciou o uso indevido de veículos oficiais do Tribunal de Justiça do estado pela família do magistrado. Segundo as publicações feitas, até mesmo o combustível dos veículos era pago com verbas públicas locais.

Malu condenou a atitude de Moraes, afirmando que o magistrado feriu a Constituição para defender um colega de Corte.

— O que não dá é pra gente ver um ministro do Supremo Tribunal Federal, como o ministro Alexandre de Moraes, achando que pode violar o sigilo da fonte, violando uma cláusula importantíssima para a nossa democracia, da nossa Constituição, que ele deveria guardar, violando um artigo da Constituição para proteger um colega. Isso é uma ameaça seríssima à democracia. (…) É justificado violar a fonte de um jornalista para proteger ou atacar alguém que você julga que está te incomodando? Isso é democracia? Isso é garantia democrática? A gente precisa prestar muita atenção nisso — disse a jornalista ao vivo durante o GloboNews Radar.

A jornalista também saiu em defesa do colega maranhense. Ela disse que não há provas sobre a “perseguição” alegada pelo ministro e condenou as tentativas de minimizar o trabalho de Luís Pablo.

— Hoje é o jornalista no Maranhão, que algumas pessoas dizem que é blogueiro; não é blogueiro, na tentativa de desqualificar o jornalista. Novamente, o que interessa não é quem, é a situação, porque nós estamos falando aqui de instituições, de garantias democráticas. Então o que a gente tem que prestar atenção, nesse momento, é no cerne da situação. Não existe prova de que o jornalista estivesse perseguindo o ministro — declarou.

A apresentadora também teceu críticas à Procuradoria-Geral da República (PGR). Ela comparou a postura dos membros do órgão neste caso e no que investiga o suposto envolvimento ilícito do senador Jaques Wagner (PT-BA) com o Banco Master.

— Quando a gente viu recentemente operações sobre o Jaques Wagner, que estava sendo suspeito de receber vantagens do Banco Master, o Everton Rocha suspeito de receber vantagens no INSS, o que é que disse o Paulo Gonet? “Muito invasivo. Não podemos apreender relógio, não podemos apreender dinheiro, onde já se viu entrar em tal escritório, não pode, invasivo demais”. Agora, contra o jornalista, nessa situação flagrantemente inconstitucional, o procurador-geral da República autorizou — comparou.

JORNALISTA MARANHENSE SE MANIFESTA
O jornalista Luís Pablo se pronunciou nesta terça-feira (11) e alertou que em vez de estarem apurando a denúncia feita por ele com imagens e documentos que comprovariam a ilicitude do ministro, o alvo de investigação passou a ser ele próprio.

— Mais grave ainda é constatar que o fato de interesse público originalmente revelado e comprovado pela reportagem — o uso irregular de veículo oficial do Tribunal de Justiça do Maranhão por familiares do ministro Flávio Dino — não foi objeto de apuração, enquanto eu, que revelei os fatos, minha fonte e aspectos da minha vida privada passamos ao centro da investigação — escreveu.

ENTIDADES DE IMPRENSA CRITICAM OPERAÇÃO
A atuação do STF também provocou reação de entidades ligadas ao jornalismo. A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), a Associação Nacional de Editores de Revistas (Aner) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) manifestaram preocupação com a decisão de Moraes e destacaram a proteção constitucional ao sigilo da fonte.

A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) também criticou a medida e afirmou que a quebra da proteção à fonte representa um risco para o exercício da profissão. O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) e o candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ) também se manifestaram sobre o caso. Em um evento com jornalistas em Brasília, Flávio declarou apoio aos profissionais de imprensa e afirmou:

– O sigilo da fonte é sagrado. Que todos se conscientizem da gravidade do que está acontecendo – disse Flávio.

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Fotos: EFE/André Borges e reprodução/GloboNews


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou uma operação de busca e apreensão contra o ex-secretário de Segurança Pública do Maranhão Raimundo Cutrim. Segundo a decisão, Cutrim é apontado como fonte do jornalista Luís Pablo em reportagens sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais pelo ministro Flávio Dino e familiares.

A medida foi solicitada pela Polícia Federal e recebeu aval da Procuradoria-Geral da República, segundo a assessoria do STF. A informação também foi confirmada à CNN Brasil pelo advogado de Cutrim, José Berilo de Freitas Leite.

De acordo com o advogado, a investigação teria identificado Cutrim como fonte das reportagens após a quebra do sigilo do jornalista. “A decisão de hoje fala que, após a quebra dos aparelhos telefônicos do jornalista, a polícia concluiu que quem foi a fonte foi Raimundo Cutrim, que passava informações privilegiadas e tinha o apoio do advogado do jornalista, que também foi alvo de busca e apreensão hoje”, afirmou.

A defesa questiona a investigação e afirma que o foco deveria estar nas denúncias feitas pelo jornalista. “Estão investigando a fonte do jornalista e o advogado do jornalista, mas não investigam o que o jornalista denunciou, que foi o uso irregular dos carros oficiais”, disse Berilo.

Luís Pablo também foi alvo de uma operação de busca e apreensão em março, após publicar reportagens sobre o suposto uso irregular de veículos oficiais por Flávio Dino e seus familiares no Maranhão. Segundo aliados do ministro, porém, o veículo mencionado nas reportagens seria particular e estaria sendo utilizado após ser seguido. O jornalista nega ter seguido Dino ou familiares e afirma que o uso de veículos oficiais é comprovado.

Cutrim, que é delegado aposentado da Polícia Federal e ex-deputado estadual, também é adversário político de Dino. Atualmente, ele está preso sob acusação de obstrução de uma investigação de homicídio envolvendo um parente, acusação que nega.

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Foto: Rosinei Coutinho/STF


Em decisão tomada nesta terça-feira (11), o Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou a admissibilidade do processo que apura suposta quebra de decoro parlamentar por parte da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP). A ação pode resultar na cassação do mandato da congressista.

O processo mira declarações feitas por Hilton em março, quando foi escolhida para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher.

Na ocasião, a deputada transexual recebeu críticas por ocupar o posto, e as rebateu usando o termo “imbeCIS”. A palavra é uma referência pejorativa a mulheres cisgênero, ou seja, que estão em conformidade com seu sexo de nascimento.

– Não estou nem um pouco preocupada se o esgoto da sociedade não gostou. A opinião de transfóbicos e imbeCIS é a última coisa que me importa – disse Erika, pelas redes sociais, na ocasião.

Como resultado, o partido Missão apresentou uma denúncia no Conselho de Ética apontando possível quebra de decoro parlamentar. A legenda apontou possível misoginia, citando ainda outro trecho da fala da deputada, no qual ela afirmou: “Podem espernear. Podem latir”.

Relator da ação, o deputado Cabo Gilberto Silva (PL-PB) deu parecer favorável à admissibilidade do processo. Por 10 votos a 5, o entendimento de Silva foi ratificado pelo colegiado nesta terça, aprovando assim a continuidade da ação.

Hilton chegou a pedir a suspeição do relator, apontando que ele é autor de um projeto que prevê que a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher seja presidida exclusivamente por mulheres cisgênero. Entretanto, o presidente do Conselho de Ética, Fábio Schiochet (União Brasil-SC), negou o pedido.

Com a aprovação da abertura do processo, Erika Hilton terá dez dias para apresentar sua defesa por escrito.

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Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados


Fenômeno só será visível no Hemisfério Norte

© Divulgação Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação

Um eclipse solar total vai acontecer nesta quarta-feira (12) e poderá ser visto no Hemisfério Norte, principalmente em países como Espanha e Portugal. 

O fenômeno não será visível no Brasil, nem mesmo de forma parcial, mas o Observatório Nacional (ON) anunciou uma transmissão ao vivo do eclipse através das suas redes sociais, com início a partir das 12h de amanhã. 

O pico do eclipse está previsto para às 14h, e deve ser visto também em países como Rússia, Islândia e Groenlândia. Em outras regiões do Hemisfério Norte e no norte do continente africano, o eclipse solar vai ser apenas parcial. 

A astrônoma do Observatório Nacional Josina Nascimento explica que o eclipse solar, mesmo total, ocupa uma área reduzida. O que exige o deslocamento a um local específico para aqueles que quiserem acompanhar o fenômeno presencialmente. 

“Tem Sol, Lua e Terra, e a sombra da Lua vai fazer um caminho pela Terra. Só quem está neste caminho é que vê o eclipse do Sol. Esse caminho é de 300 quilômetros de largura”, explica. 

“Por isso que a gente acha que o eclipse solar é raro. Não é que ele seja raro, acontece em geral um eclipse total do Sol por ano. Mas quem vai estar naquela sombrinha são poucas pessoas”. 

Eclipse Solar 

Um eclipse solar acontece sempre na Lua Nova, bloqueando pelo menos parte da luz e criando a projeção de uma sombra. Fora do ponto que ele abrange, mesmo sendo total, ele se torna um eclipse anular, o que significa que a Lua não cobre o Sol por completo criando um anel de luz em volta.  

A pesquisadora do Observatório Nacional alerta que, para observar um eclipse solar, são necessárias precauções de segurança. Só é possível fazer a observação com óculos especiais certificados com a norma ISO 12312-2 ou máscaras com vidro de soldador número 14. Olhar diretamente sem proteção traz riscos sérios à visão e pode causar cegueira.  

Onde assistir

O Observatório Nacional vai transmitir o eclipse solar através do seu canal no YouTube. Também fará a transmissão do eclipse lunar que acontece no Brasil, na madrugada dos dias 27 e 28 de agosto. 

Josina Nascimento conta que, quando o eclipse solar é visível no Brasil, o ON consegue distribuir gratuitamente os óculos de segurança em eventos de observação, além de realizar oficinas que ensinam truques com material reciclável para ver o eclipse solar. 

“Tem outras observações indiretas que também são muito legais, que é você pegar, por exemplo, uma tampa de caixa de pizza, fazer um furinho e colocar um papel embaixo para projetar. Se o sol está bem alto na hora do eclipse, projeta no chão. Se está mais baixo, projeta em uma parede”, explica. 

*Estagiária sob supervisão da jornalista Tâmara Freire.

Fonte: agência Brasil


Medida caduca em 8 de setembro, e taxa pode voltar a ser cobrada

© Lula Marques/Agência Brasil.

O governo federal informou que vai solicitar formalmente, nesta terça-feira (11), que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), determine a instalação da comissão mista para analisar a medida provisória (MP) “da taxa das blusinhas”, que zerou o Imposto de Importação de 20% sobre compras de até US$ 50 feitas pela internet.

A MP 1357 de 2026, editada em maio deste ano, precisa ser aprovada na Câmara e no Senado até o dia 8 de setembro, quando perde a validade.

Como o Congresso marcou sessões de “esforço concentrado” em apenas duas semanas até as eleições, sendo a última entre os dias 31 de julho e 4 de setembro, existe a preocupação de a MP perder a validade devido à falta da instalação da comissão para analisá-la.

O ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, informou que vai pedir a Alcolumbre que instale todas as comissões mistas para análise das MPs do governo, destacando a prioridade da que zera a “taxa das blusinhas”.

“É nossa prioridade a instalação da comissão mista e trabalhar pela sua rápida aprovação, fazendo valer a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula”, comunicou em uma rede social.

Procurada pela Agência Brasil, a assessoria do senador Davi Alcolumbre não se manifestou sobre a possível instalação, ou não, da comissão para analisar a MP da “taxa das blusinhas”.

O ministro José Guimarães acrescentou que o governo também trabalha para evitar a votação de projetos que prejudiquem “o compromisso com o equilíbrio das contas públicas”, e disse que negocia com o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114 de 2026.

Esse PLP é uma das prioridades do Executivo. O projeto cria regras para renúncias de receita com o objetivo de mitigar os impactos causados pelo aumento do preço do petróleo motivado pela guerra no Oriente Médio.

Empresários criticam MP

A medida sofre oposição de setores empresariais, para quem a mudança favorece os concorrentes externos. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) entrou com ação no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a MP alegando que o texto viola princípios constitucionais como “proteção do mercado interno”.

“Representa uma vantagem concedida a indústrias estrangeiras em detrimento do setor produtivo nacional”, diz comunicado da CNI publicado quando a MP foi editada.

Para o governo, a medida beneficia o consumo popular. O Ministério da Fazenda informou que a MP foi possível após a adoção de medidas para o combate ao contrabando e para maior regularização do setor de compras internacionais on-line. 

Edição:

Juliana Andrade

Fonte: Agência Brasil


O governo federal empenhou cerca de R$ 65,2 milhões em emendas da senadora Soraya Thronicke (PSB-MS). A ação ocorreu logo após ela e o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) denunciarem o deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) à Polícia Federal por suposto estupro de vulnerável.

O valor representa 96,31% de tudo que o Executivo reservou para a parlamentar em 2026. O orçamento total deste ano prevê R$ 74 milhões em emendas de Soraya, dos quais cerca de R$ 52 milhões já foram pagos. Os dados oficiais constam no Siga Brasil e foram obtidos pelo portal O Antagonista.

O pedido formal de investigação foi enviado à PF em 27 de março, durante a leitura do relatório final da CPMI do INSS. Alfredo Gaspar, que hoje é candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro (PL), era o relator e havia pedido o indiciamento de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).

As suspeitas levantadas por Lindbergh e Soraya serviram de argumento para a base governista tentar descredibilizar Gaspar no colegiado. Em 28 de março, os parlamentares aliados ao Palácio do Planalto conseguiram maioria de votos, e o relatório acabou rejeitado pela comissão.

Soraya foi eleita em 2018 com o apoio de Jair Bolsonaro, mas rompeu com o ex-presidente em 2020. Disputou a Presidência em 2022 e, desde 2023, integra a base governista. Recentemente, publicou uma foto ao lado de Lula nas redes sociais, reafirmando sua busca pela reeleição.

Em julho, o PT ofereceu à senadora a primeira suplência na chapa ao Senado de Vander Loubet, porém ela recusou. A direção do PSB também se opôs ao convite. Sobre a candidatura, ela declarou em sua conta na rede social X:

— Se sou pré-candidata à reeleição? Nunca deixei de ser! — disse.

Um boletim de ocorrência da Polícia Legislativa da Câmara aponta suspeitas de uma suposta trama para forjar a acusação de estupro contra Gaspar. O esquema envolveria de forma direta o deputado petista Lindbergh Farias, apontado como um dos principais membros da base do governo.

A situação veio à tona no dia 14 de abril, quando Marise Pena, assessora de Gaspar, relatou ter recebido uma ligação do senhor Luiz Antonio Lopes. O homem teria revelado um plano em que uma jovem usando identidade falsa receberia dinheiro para sustentar a história de abuso sexual.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / Secom


Durante o debate promovido pela Band neste domingo (9), o governador e candidato à reeleição de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), citou uma fotografia de Fernando Haddad (PT) ao lado de uma mulher posteriormente identificada como integrante do tráfico de drogas na Favela do Moinho, na capital paulista.

Ao abordar ações de segurança pública, Tarcísio afirmou que sua gestão enfrentou o problema na região com remoção de moradores de áreas dominadas pelo crime e prisões de suspeitos. Segundo ele, a imagem de Haddad ao lado da traficante representou uma situação negativa.

Haddad rebateu a declaração e afirmou que desconhecia o envolvimento da mulher com o tráfico. O petista questionou por que ela não teria sido presa anteriormente caso as autoridades já soubessem da atuação criminosa.

O candidato do PT também negou qualquer vínculo com criminosos e criticou o tom adotado pelo adversário durante o debate.

A discussão ocorreu durante um bloco dedicado à segurança pública. Tarcísio destacou operações realizadas em regiões como Paraisópolis e Baixada Santista. Já Haddad defendeu maior integração entre forças de segurança e órgãos de investigação para combater financeiramente as organizações criminosas.

Foto: reprodução/Band