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Eleitores farão seis escolhas nas urnas; confira

Urna eletrônica
Urna eletrônica Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

O primeiro turno das Eleições de 2026 será realizado no dia 4 de outubro, quando milhões de brasileiros voltarão às urnas eletrônicas para escolher o presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais.

Ao todo, o eleitor fará seis escolhas, obedecendo à seguinte ordem de votação:

– Deputado federal;
– Deputado estadual (ou distrital, no caso do Distrito Federal);
– Senador (primeira vaga);
– Senador (segunda vaga);
– Governador e vice-governador; e
– Presidente e vice-presidente da República.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), caso nenhuma candidatura alcance a maioria absoluta com mais de 50% dos votos válidos, o segundo turno das disputas para presidente da República e governadores será realizado no dia 25 de outubro.

Informações Pleno News


No Rio de Janeiro, a taxa de não retorno atingiu 14%, a maior proporção entre os Estados analisados

Saidinha
Entre os casos de presos foragidos, destaca-se o de Marco Aurélio Martinez, conhecido como Bolado, identificado pela polícia como membro do Comando Vermelho | Foto: Reprodução/Redes sociais 

Durante a última liberação temporária de presos em 2025, 46 mil detentos receberam permissão para deixar as prisões em diversas regiões do país. Entre eles, 1,9 mil indivíduos não retornaram ao sistema prisional, sendo classificados como foragidos, o que representa 4% do total daqueles beneficiados pelo programa.

O levantamento, realizado pelo portal g1, abrange informações de 15 Estados, além do Distrito Federal. Paraná e Rondônia não reportaram quantos presos regressaram, enquanto Minas Gerais não forneceu nenhum dado sobre saídas ou retornos dos detentos. 

O benefício não está disponível em Acre, em Alagoas, Amazonas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte.

No Rio de Janeiro, a taxa de não retorno atingiu 14%, a maior proporção entre os Estados analisados. Dos 1.868 presos liberados temporariamente, 269 não se apresentaram, incluindo membros de facções criminosas e cinco considerados de alta periculosidade. 

Tocantins foi o único Estado onde todos presos retornaram 

Bahia e Espírito Santo registraram índice de 8% de presos foragidos. São Paulo lidera em números absolutos, com 1.131 detentos desaparecidos entre os 29,2 mil liberados, o que corresponde a 4%. 

Tocantins foi o único Estado onde todos os 177 presos retornaram ao sistema prisional conforme previsto nas regras do benefício.

A saída temporária é concedida a detentos do regime semiaberto, que trabalham ou estudam durante o dia e apresentam bom comportamento. 

Para receber o benefício, o preso precisa ter cumprido um sexto da pena, se for primário, ou um quarto, se reincidente. 

A medida exclui condenados por crimes hediondos ou praticados com violência grave.

Novas regras e impacto da legislação

Em maio de 2024, o Congresso Nacional aprovou a restrição das saídas temporárias, limitando o benefício somente para fins de estudo e cursos profissionalizantes. 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a medida, mas os parlamentares derrubaram o veto. No entanto, de acordo com o artigo 5º da Constituição, a lei não pode aplicar penas mais severas de forma retroativa.

Assim, apenas quem a Justiça condenou e prendeu depois da promulgação da nova lei perde o direito à saída temporária nas datas comemorativas.

Casos de foragidos e envolvimento de presos com facções

Entre os casos de presos foragidos, destaca-se o de Marco Aurélio Martinez, conhecido como Bolado, identificado pela polícia como membro do Comando Vermelho. 

Mesmo depois de duas tentativas de fuga nos últimos cinco anos, ele foi beneficiado pela saída temporária, mas não retornou.

Entre os 259 foragidos no Rio de Janeiro, 150 se associam ao Comando Vermelho, 46 não têm facção identificada, 39 integram o Terceiro Comando Puro e 23 fazem parte da facção Amigo dos Amigos.

Informações Revista Oeste


Suzane von Richthofen compareceu neste domingo (11) à 27ª Delegacia de Polícia, na Zona Sul de São Paulo, para tentar liberar o corpo do tio, o médico Miguel Abdala Netto, de 76 anos, encontrado morto dentro de casa, no Campo Belo. Condenada a 39 anos de prisão por mandar matar os próprios pais, ela teve o pedido negado pela Polícia Civil, que investiga o caso como morte suspeita.

Suzane relatou aos investigadores ser a parente consanguínea mais próxima do médico e afirmou que, por isso, teria direito de autorizar o sepultamento. A liberação do corpo também poderia abrir caminho para que ela se tornasse inventariante dos bens deixados por Miguel, estimados em cerca de R$ 5 milhões, incluindo um apartamento, uma casa no Campo Belo e um sítio no litoral paulista.

Um dia antes, Sílvia Magnani, prima de primeiro grau e ex-companheira de Miguel, também tentou fazer a liberação, mas só conseguiu reconhecer o corpo no Instituto Médico Legal (IML), por não apresentar documentação que comprovasse formalmente o parentesco.

Miguel vivia sozinho e não tinha filhos, pais ou irmãos vivos. Seus únicos parentes são Suzane e Andreas von Richthofen. Ele foi encontrado morto na última sexta-feira (9), dentro da própria casa, na Rua Baronesa de Bela Vista, após um vizinho estranhar a ausência de contato por cerca de dois dias.

Ele pulou o muro, viu o corpo em um quarto no piso superior e acionou a polícia. O SAMU constatou a morte. O corpo já estava em estado de putrefação e não havia sinais aparentes de violência, mas o imóvel foi submetido à perícia.

Na madrugada da morte, o portão da casa amanheceu pichado com a frase “Será que foi a Suzane?”. A polícia aguarda os laudos periciais e toxicológicos para esclarecer as circunstâncias do óbito. Enquanto isso, o corpo permanece no IML.

*Secom
Foto: Reprodução CRM |


O ex-vereador Carlos Bolsonaro afirmou, neste domingo (11), que o médico do ex-presidente Jair Bolsonaro foi chamado à prisão após agravamento do quadro de saúde, com crises de soluço que evoluíram para azia constante e dificuldade para se alimentar e dormir.

Em mensagem publicada nas redes sociais, Carlos disse que o pai também apresenta abalo psicológico e que a situação é agravada pelo fato de permanecer sozinho na cela. Ele relatou ainda que a defesa protocolou novo pedido de prisão domiciliar humanitária no fim de semana, que ainda não foi analisado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo o texto, uma foto anexada à publicação mostraria Bolsonaro em crise de vômito, associada às sequelas da facada sofrida em 2018.

Carlos Bolsonaro também listou os crimes pelos quais o ex-presidente foi condenado a 27 anos de prisão e classificou as decisões como injustas. Ele afirmou que o pai não estava no Brasil em 8 de janeiro de 2023 e negou que houvesse liderança ou organização armada por parte de Bolsonaro.

Leia na íntegra:
Prezados, O médico do meu pai foi chamado hoje, domingo, 11 de janeiro de 2026, à prisão, após sermos informados de que suas crises persistentes de soluços evoluíram para um quadro de azia constante, o que o impede de se alimentar adequadamente e de dormir. É perceptível, ainda, o grave abalo psicológico que sofre, agravado pelo fato de permanecer sozinho na solitária.

Neste fim de semana, a defesa do Presidente Jair Bolsonaro protocolou mais um pedido de prisão domiciliar humanitária junto ao STF, que, até o presente momento, lamentavelmente não foi apreciado.

– A foto anexa registra meu pai em intermináveis crises de vômito, decorrentes das sequelas da facada que sofreu, praticada por um antigo militante do PSOL, partido historicamente alinhado à facção política de Lula.

Os crimes pelos quais Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos de prisão:

  1. Destruição de patrimônio
  2. Destruição de patrimônio tombado
    Jair Bolsonaro estava em Orlando (EUA). Não se encontrava na Praça dos Três Poderes. Portanto, não destruiu absolutamente nada.

No Direito Penal vigora o princípio da individualização da pena. Ainda assim, nesses dois crimes, Bolsonaro foi condenado injustamente.

  1. Organização criminosa armada

No dia 8 de janeiro, nenhuma arma foi apreendida. Não se tratou de movimento armado. Foi uma manifestação sem a participação ou liderança de Jair Bolsonaro, que saiu do controle, com a exaltação de alguns poucos manifestantes.

Trata-se de mais uma condenação injusta.

  1. Golpe de Estado
  2. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito

Não se pode falar em golpe sem ato executório. Não se dá golpe em um domingo, contra prédios públicos vazios. Os participantes foram condenados sob a tese de crime de multidão, isto é, sem liderança. Posteriormente, contraditoriamente, condena-se Jair Bolsonaro como líder dos fatos de 8 de janeiro, mesmo ele estando fora do país. O que se observa é uma perseguição política escancarada, incompatível com o Estado de Direito.

Mais uma condenação injusta.

Atenciosamente, Carlos Bolsonaro.

*Pleno.News
Foto: PR/Alan Santos


O Hospital Erasto Gaertner informou neste sábado (10), em Curitiba, a causa da morte da influenciadora Isabel Veloso, 19 anos, que morreu pela manhã. Segundo a nota, o falecimento ocorreu “em decorrência de complicações relacionadas ao transplante de medula óssea (TMO), indicado em alguns cenários para o tratamento de Linfoma de Hodgkin”.

paciente encontrava-se em acompanhamento especializado e, nos últimos dias, apresentou piora clínica significativa associada a complicações inerentes ao procedimento de transplante, condição reconhecidamente complexa e de alto risco, mesmo quando realizada sob rigorosos protocolos assistenciais.

O hospital também declarou que Isabel recebeu assistência contínua durante a internação.

– Durante todo o período de internação, a paciente recebeu assistência integral, contínua e humanizada, com atuação multiprofissional e acompanhamento permanente das equipes de Hematologia, Medicina Intensiva, Infectologia, Enfermagem e demais especialidades envolvidas.

Na nota, o Hospital Erasto Gaertner reafirmou seu compromisso com o cuidado médico e prestou solidariedade aos familiares e amigos da jovem.

*Pleno.News
Foto: Reprodução/Instagram


Pedido enviado à PGR pede a prisão do ministro após episódio envolvendo a queda do ex-presidente em sua cela

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Dois advogados enviaram um pedido ao procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, pedindo a prisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo seria uma “tortura” praticada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro no episódio envolvendo a queda do líder da direita brasileira em sua cela na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Brasília.

De acordo com a revista Oeste, o pedido foi assinado pelos advogados Paulo Faria e Filipe de Oliveira e ocorre após o acidente de Bolsonaro. Os dois afirmam que o ex-presidente passou um “período superior a 24 horas, sem atendimento hospitalar adequado, apesar de recomendação médica e da existência de sintomas neurológicos”.

O pedido também aponta que ao negar a ida de Bolsonaro ao hospital, o ministro do STF provocou “sofrimento físico e psicológico relevante” e violou “direitos fundamentais, à Lei de Execuções Penais e a normas nacionais e internacionais de proteção aos direitos humanos”.

Por isso, os advogados pedem prisão imediata em flagrante de Moraes por crime considerado inafiançável, além de responsabilização penal pelas condutas que constam no pedido e adoção de medidas legais cabíveis.

Informações Pleno News


A jovem foi apreendida e levada à Delegacia da Polícia Civil, acompanhada de um responsável legal

Foto: Reprodução

Uma adolescente de 17 anos foi apreendida por tentativa de homicídio, após ela confessar que tentou envenenar os próprios pais e um primo em Nova Serrana, no interior de Minas Gerais. O caso ocorreu na quarta-feira (7), no bairro Itapuã, e divulgado nesta sexta-feira (9).

Segundo a Polícia Militar, a jovem adicionou uma substância tóxica conhecida como “chumbinho” nas marmitas preparadas pela mãe e que seriam consumidas pelo pai, pela mãe e por um primo. O crime teria sido motivado pela reprovação dos pais ao namoro da adolescente.

O primo chegou a provar a comida, mas percebeu alteração na textura e interrompeu a ingestão, alertando os familiares. Nenhuma das vítimas corre risco de morte. O homem que teve contato com o alimento foi encaminhado para avaliação médica e permanece em observação.

A adolescente confessou o ato aos policiais e afirmou que agiu por raiva. A perícia técnica recolheu amostras da comida e da substância para análise. A jovem foi apreendida e levada à Delegacia da Polícia Civil, acompanhada de um responsável legal. O caso segue sob investigação.

Informações Bahia.ba


Em meio à preparação para disputar uma nova eleição em 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez diversas contribuições financeiras a seu partido ao longo de 2025. Dados declarados à Justiça Eleitoral indicam que o chefe do Executivo repassou cerca de R$ 40 mil ao Partido dos Trabalhadores (PT) no período.

Ao todo, foram registrados 11 repasses, classificados como “Contribuições – de parlamentares”, que somaram R$ 40.010,74. Cada transferência teve valor individual de aproximadamente R$ 3,6 mil. As contribuições seguem normas do PT, que determinam que filiados detentores de mandato eletivo ou que ocupem cargos de confiança façam aportes financeiros regulares para custear a legenda.

Até a última quinta-feira (8), o PT havia declarado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) uma arrecadação total de R$ 151,5 milhões. Desse montante, a maior parte — R$ 126 milhões — teve origem no fundo partidário.

Entre os políticos petistas que estão com mandato atualmente, o maior volume de contribuições em 2025 partiu do deputado federal Vander Loubet (PT-MS), que repassou R$ 158 mil ao partido. Na sequência aparece a deputada Dandara (PT-MG), com R$ 143 mil em contribuições declaradas.

*Pleno.News
Foto: Ricardo Stuckert / PT


Ministro justificou que decisão é por motivos pessoais e familiares

Foto: © Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou nesta quinta-feira (8) uma carta com pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele assumiu a pasta em fevereiro de 2024 e deixará o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.

A demissão, que era especulada há várias semanas na imprensa, deverá ser publicada na próxima edição do Diário Oficial da União (DOU). Pela manhã, Lewandowski participou de sua última agenda pública ao lado do presidente, no evento que marcou os três anos da trama golpista. Em seu lugar, assumirá de forma interina o secretário-executivo da pasta, Manoel Almeida.

“Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos”, escreveu Lewandowski na carta, em que também agradeceu a Lula pela oportunidade de servir ao país mesmo após ter se aposentado do STF.

Responsável por uma ampla gama de atribuições, o MJSP conta com importantes instituições e órgãos vinculados, como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), entre outras.

Balanço

Lewandowski também se dirigiu aos servidores do ministério em outra carta de despedida, em que faz um balanço das ações de sua gestão. O ministro destacou, por exemplo, o “destravamento” das demarcações de terras indígenas, que ficaram paralisadas no país desde 2018.

“Entre 2024 e 2025, assinamos 21 Portarias Declaratórias, garantindo a proteção territorial de diversas comunidades indígenas. O Ministério da Justiça e Segurança Pública assegurou plena segurança jurídica aos processos, o que permitiu a assinatura de cinco decretos de homologação em 2024 e de sete em 2025, todos em estrita conformidade com os marcos legais e constitucionais”, escreveu.

Lewandowski apontou também o programa de implantação das câmeras corporais em agentes policiais, que teve adesão de 11 estados e investimentos de R$ 155,2 milhões em equipamentos. Outro destaque, segundo ele, foi a regulamentação do uso progressivo da força pela polícia, seguida da aquisição e distribuição de armamento de menor potencial ofensivo, que já conta com 21 adesões estaduais.

“Avançamos de forma consistente no controle de armas e munições. Retiramos de circulação 5.600 armas e 298.844 munições e implantamos o novo sistema de gestão e fiscalização de armas de CACs, sob responsabilidade da Polícia Federal, fortalecendo o controle estatal e a rastreabilidade”, afirmou Lewandowski.

Outros programas da pasta, como Celular Seguro, Município Mais Seguro e leilão de bens apreendidos pelo crime organizado foram lembrados pelo ministro. No campo dos direitos de crianças e adolescentes, Lewandowski citou a atualização da política de Classificação Indicativa, com criação da faixa de não recomendado a menores de 6 anos e adequações para o ambiente digital.

Futuro

A saída de Lewandowski deixará para seu sucessor ou sucessora o desafio de fazer avançar uma das principais apostas do governo federal na área, que é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que avançou no Congresso Nacional no fim do ano passado, mas que ainda tem um longo caminho até a aprovação final.

Com informações da Agência Brasil.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta quarta-feira (7), o recolhimento do lote LM283 do molho de tomate Passata di Pomodoro di Puglia, da marca italiana Mastromauro Granoro. A medida suspende imediatamente a comercialização, distribuição, importação, divulgação e consumo do produto em todo o país.

A decisão foi tomada após um alerta emitido pela RASFF, sistema europeu de comunicação rápida sobre riscos à segurança de alimentos e rações. Segundo o comunicado, o lote do molho de tomate importado para o Brasil apresentava fragmentos de vidro, o que representa risco à saúde do consumidor.

Outro item incluído nas ações de fiscalização é o Neovite Visão, suplemento alimentar destinado à saúde ocular, fabricado pela BL Indústria Ótica Ltda. (Bausch Lomb). O recolhimento atinge exclusivamente os lotes 25G073, S25C004, S25C003, S25C002 e S25G072, que estão proibidos de ser fabricados, comercializados, distribuídos, importados, divulgados ou consumidos.

De acordo com a Anvisa, os lotes foram produzidos com Capsicum annuum L. (fruto da páprica), ingrediente não autorizado para uso em suplementos alimentares como fonte de zeaxantina. Além disso, foi identificada concentração de Caramelo IV (processo sulfito-amônia) acima do limite permitido pela legislação sanitária.

A própria empresa comunicou o recolhimento voluntário dos produtos, procedimento adotado quando o fabricante identifica irregularidades.

Também foram alvo de fiscalização os suplementos Vitamina C Sucupira com Unha de Gato Ervas Brasil e Suplemento Alimentar Colesterol Ervas Brasil, fabricados pela Ervas Brasil Indústria Ltda. Ambos deverão ser apreendidos e estão proibidos de ser fabricados, comercializados, distribuídos, divulgados ou consumidos.

Segundo a Anvisa, a empresa não possui Licença Sanitária nem Alvará de Funcionamento, além de utilizar ingredientes não autorizados em alimentos. A agência também apontou publicidade irregular, com alegações terapêuticas e promessas de benefícios à saúde sem comprovação científica.

*Pleno.News
Foto: Pixabay

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