
Tailândia e Camboja após fecharam um acordo de cessar-fogo nesta segunda-feira (28) após cinco dias de combates violentos na fronteira entre os dois países.
Os primeiros-ministros tailandês, Phumtham Wechayachai, e cambojano, Hun Manet, se encontraram na Malásia para uma reunião mediada pelo primeiro-ministro do país, Anwar Ibrahim, que ocupa a presidência temporária da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
Após anunciarem a trégua, que começa à 0h desta terça-feira (29) no horário local, os líderes ainda trocaram elogios. O tailandês falou em “boa fé de ambas as partes” e o cambojano agradeceu o colega pelo “papel positivo no diálogo construtivo”.
Manet e o premiê malaio também agradecerem pelo papel do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, nas negociações.
“Hoje tivemos uma reunião muito boa e resultados muito bons, que devem pôr fim imediatamente aos combates que causaram muitas vidas perdidas, feridos e também provocaram o deslocamento de pessoas. Esperamos que as soluções que o primeiro-ministro Anwar acaba de anunciar estabeleçam uma condição para avançarmos em nossa discussão bilateral para retornar à normalidade do relacionamento e como base para uma futura redução de forças”, disse Hun Manet, agradecendo também a China por seus esforços em participar do processo.
O conflito deixou mais de 30 mortos – sendo mais de 20 civis – e cerca de 200 mil pessoas tiveram que ser evacuadas das áreas de fronteira.
No sábado (26), Trump contou que havia conversado com os líderes do Camboja e da Tailândia, e que ambos queriam o cessar-fogo.
“Acabei de ter uma conversa muito boa com o premiê do Camboja e o informei sobre minhas discussões com a Tailândia e seu premiê interino. Ambos os países estão buscando um cessar-fogo e paz imediatos. Elas também querem voltar à ‘mesa de negociações comerciais’ com os Estados Unidos, o que consideramos inadequado até que os combates PAREM. Eles concordaram em se reunir imediatamente e trabalhar rapidamente em um cessar-fogo e, no fim, na PAZ!”, afirmou Trump em uma publicação em sua rede Truth Social.
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Uma unidade móvel de artilharia da Tailândia dispara em direção ao lado cambojano após Tailândia e Camboja trocarem forte artilharia nesta sexta-feira (25) — Foto: REUTERS/Athit Perawongmetha
No domingo (27), o Departamento de Estado dos Estados Unidos também anunciou que o secretário Marco Rubio conversou com os ministros das Relações Exteriores dos dois países.
Além de pedir que reduzissem imediatamente as tensões, Rubio também ofereceu a ajuda dos EUA nas negociações, dizia o comunicado.
O combate entre os dois países asiáticos, que se expandiu ao longo de diversos pontos da fronteira nos últimos dias, já deixou pelo menos 33 mortos nos dois países desde quinta, e causaram a evacuação de mais de 160 mil civis no total.
A tensão entre Tailândia e Camboja vem de desavenças longevas por conta de antigos templos.
A fronteira de cerca de 800 quilômetros é disputada há décadas, mas confrontos anteriores foram limitados e breves. As tensões mais recentes começaram em maio, quando um soldado cambojano foi morto em um confronto que gerou uma crise diplomática e abalou a política interna da Tailândia.
Ao longo do conflito, houve alertas para uma possível guerra, diversos bombardeios a alvos militares, com denúncias de ataques a civis e crimes de guerra de ambos os lados. Ambos os países chamaram seus embaixadores de volta e a Tailândia fechou suas passagens fronteiriças com o Camboja.
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Soldados do Exército da Tailândia andam em veículos blindados em uma estrada na província de Chachoengsao, perto da fronteira com o Camboja, em 24 de julho de 2025. — Foto: Lillian Suwanrumpha/AFP
Informações G1

O Conselho Federal de Medicina (CFM) proibiu o uso de sedação, anestesia geral ou bloqueios anestésicos periféricos para a realização de tatuagens.
A resolução foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (28/7) e vale para todo o país.
De acordo com o texto, a proibição vale para procedimentos de todos os tamanhos e em todas as regiões do corpo.
A regra excepciona a prática em procedimentos reparadores com indicação médica para reconstrução de partes do corpo.
A decisão acontece meses após o empresário e influenciador Ricardo Godoi, de 46 anos, morrer ao passar por uma anestesia geral para fazer uma tatuagem. Ele estava sendo atendido em um hospital particular de Itapema (SC), cidade a 70 km de Florianópolis.
O responsável pelo estúdio de tatuagem confirmou que Ricardo morreu durante a sedação e intubação. Segundo ele, Godoi havia feito o acompanhamento prévio, com bons resultados, com o mesmo anestesista que o sedou. A tatuagem não chegou a ser iniciada.
Informações Metrópoles

O deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), na noite deste domingo, 27. Em sua conta oficial na rede social X, o parlamentar afirmou que as pautas que devem ser prioritárias atualmente no Brasil são a anistia aos presos do 8 de janeiro e o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Ele ainda defendeu o fim daquilo que chama de “perseguição e criminalização política”.
A mensagem de Ramagem faz referência direta à atuação de Moraes à frente das investigações que envolvem apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, especialmente nos inquéritos das fake news, das milícias digitais e dos atos do 8 de janeiro de 2023, em Brasília.
“As pautas que devem ser hoje prioridade no Brasil só dependem do Congresso Nacional e têm que ser a anistia e o impeachment de Moraes”, disse Ramagem, em vídeo. “Ambos são instrumentos previstos em lei e são necessários ao nosso Brasil, justamente quando transformaram uma democracia em um regime autoritário, na prática. Existe uma hipertrofia inconstitucional do Judiciário perante os demais Poderes.”
Parlamentares de oposição acusam o magistrado da Suprema Corte de agir com parcialidade e de extrapolar suas competências ao autorizar prisões preventivas e bloqueios de redes sociais.

A anistia é uma bandeira de diversos setores da oposição no Congresso, os quais pedem o perdão judicial a envolvidos nos protestos nas sedes dos Três Poderes em Brasília, no início de 2023. Embora a esquerda e até alas do centro rejeitem a ideia, parte significativa da direita considera que houve excessos do Judiciário, especialmente em relação a penas muito altas de prisões e restrições processuais.
Ainda no vídeo, Ramagem, que foi diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo de Jair Bolsonaro, defendeu o ex-presidente e seu filho Eduardo e criticou a atuação do STF.
“Quem teve que colocar os olhos no Brasil foram os Estados Unidos, o país líder do mundo livre e a maior potência econômica e militar do mundo”, disse. “Com essa, o STF não contava. Um trabalho extraordinário de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo.”
Ao defender a dupla da família Bolsonaro, que responde ao STF por ataque à soberania nacional numa ação que tem como relator Alexandre de Moraes, Ramagem citou o artigo 359-K do Código Penal Brasileiro.
Em seu parágrafo 4º, o regramento jurídico rege que “não constitui crime a comunicação, a entrega ou a publicação de informações ou de documentos com o fim de expor a prática de crime ou a violação de direitos humanos”.
Informações Revista Oeste

O presidente dos EUA, Donald Trump, já negociou tarifas — e aceitou reduzir os porcentuais — com China, Japão e União Europeia. O Brasil, no entanto, nem é recebido, conforme informou o próprio governo na semana passada. Luiz Inácio Lula da Silva disse que ninguém quer conversar com o vice-presidente, Geraldo Alckmin, encarregado da negociação.
Europeus, chineses e japoneses, depois de receberem a carta com as novas tarifas comerciais de Trump, aguardaram as negociações. O Brasil voltou-se contra Trump. Lula fez uma série de declarações públicas consideradas afrontosas ao presidente norte-americano.
A tarifa sobre os produtos brasileiros — de 50% — foi a maior imposta pelos EUA. Aqui, além de fatores comerciais, Trump considerou a perseguição judicial ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que ele chamou de “caça às bruxas”, e os avanços do Supremo Tribunal Federal (STF) contra a liberdade de expressão, ao censurar empresas e cidadãos norte-americanos.
Neste domingo, tanto Trump quanto o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, disseram que as tarifas começam a valer no dia 1º, sem exceções.
Neste domingo, 27, Trump confirmou um entendimento com a União Europeia, depois de reunião com a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, em Edimburgo, Escócia.
“A UE vai concordar em comprar dos EUA US$ 750 bilhões em energia”, afirmou Trump. Ele acrescentou que o bloco também investirá US$ 600 bilhões a mais nos EUA. Von der Leyen destacou que o acordo visa a “reequilibrar, mas permitir o comércio de ambos os lados”.
Antes da UE, os EUA já tinham fechado acordos semelhantes com outros parceiros. O Japão firmou compromisso de investir US$ 550 bilhões nos Estados Unidos, sendo que a maior parte do lucro ficará no país norte-americano. Além disso, foi acordada redução nas tarifas sobre importações japonesas, que passaram de 25% para 15%.
O Reino Unido, por sua vez, garantiu cotas para exportação de automóveis e conseguiu diminuição das tarifas sobre aço, etanol e carne para 10%, além da retirada total das taxas no setor aeroespacial.
Outro entendimento ocorreu com a China, em 12 de maio, e as tarifas foram mutuamente suspensas por 90 dias. Durante esse período, Pequim diminuiu taxas sobre produtos norte-americanos de 125% para 10%, enquanto Washington reduziu de 145% para 30%. O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou: “Podemos conseguir um grande e lindo reequilíbrio com a China”.
No sudeste asiático, as Filipinas celebraram acordo para estabelecer tarifas de 19% sobre produtos exportados, índice igual ao acordado com a Indonésia e 1 ponto porcentual abaixo do Vietnã, que ficou em 20%. No caso indonésio, apenas as exportações do país foram taxadas, sem contrapartidas para os produtos norte-americanos. O Vietnã aceitou abrir seu mercado aos EUA sem imposição de tarifas.
Além da maior tarifa entre todos os países, o governo norte-americano também anunciou uma investigação sobre práticas comerciais. O Escritório do Representante de Comércio dos EUA já começou a apurar denúncias de práticas desleais.

Fazem parte da investigação temas relacionados ao Pix, ao comércio na Rua 25 de Março e à atuação de redes sociais norte-americanas no país. A investigação, baseada na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA, também aborda questões como o desmatamento ilegal, a demora na concessão de patentes e o acesso ao mercado de etanol.
Informações Revista Oeste

A imposição de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros, anunciada no começo deste mês pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pode provocar um abalo histórico na indústria de armas do Brasil.
A Taurus, maior fabricante nacional e uma das principais fornecedoras de pistolas para os EUA, admite que poderá transferir toda sua produção para o território norte-americano. As tarifas, segundo a empresa, ameaçam diretamente 15 mil empregos.
Oeste apurou que conselheiros e diretores da Taurus estão apreensivos com a iminente taxação dos produtos brasileiros. Como as leis do país dificultam o acesso de civis a armas, a maioria da produção de pistolas da Taurus (90%) é destinada aos norte-americanos, que consomem esses produtos com maior intensidade.
No ano passado, por exemplo, mais de 200 mil pistolas da Taurus foram vendidas para os EUA. Com o tarifaço, os custos de exportação ficariam proibitivos e comprometeriam a competitividade da empresa brasileira diante de concorrentes norte-americanos, como Smith & Wesson e Ruger. Em caráter reservado, uma fonte revelou a Oeste que as empresas de armas dos EUA aprovam a decisão de Trump.

Dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços mostram que, em 2024, cerca de 60% das exportações brasileiras de armas e munições foram para os Estados Unidos. Pouco mais de 50% dessas vendas se originaram no Rio Grande do Sul. O Estado concentra não apenas a planta da Taurus, mas também parte importante de sua cadeia de fornecedores.
O CEO global da empresa, Salésio Nuhs, alertou para o impacto das tarifas. “Se realmente perdurar essa questão da taxação de 50%, várias empresas e vários segmentos no Brasil ficarão inviabilizados”, disse o empresário, em entrevista ao site Berlinda. “Ela não significa simplesmente diminuir margem. Significa inviabilidade total. Não existe margem que possa cobrir uma taxação de 50%.”
Nuhs criticou a atuação do governo brasileiro na negociação com os EUA. “Essa falta de habilidade está trazendo uma insegurança jurídica muito grande para os empresários do Brasil e uma insegurança para o trabalhador, que pode perder seu emprego simplesmente porque o governo não conseguiu negociar”, observou.

A eventual saída da Taurus do Brasil poderia desencadear uma crise econômica no município de São Leopoldo. De acordo com estimativas locais, R$ 520 milhões em exportações estão ligados ao mercado norte-americano, valor que representa quase 5% do PIB da cidade.
Analistas do setor armamentista afirmam que, sem os EUA, a Taurus dificilmente manteria a atual escala de produção. O mercado norte-americano é o maior do mundo para armas curtas e se constituiu ao longo de décadas como base principal da empresa brasileira. A tentativa de redirecionar a produção para outros países esbarra em barreiras comerciais e em menor potencial de consumo.

Mesmo antes do tarifaço, a Taurus enfrentava desaceleração. Depois de crescer fortemente entre 2018 e 2021, com salto de vendas de 1,2 milhão para 2,3 milhões de armas, o volume voltou ao patamar de 1,2 milhão em 2024. A queda foi provocada pela normalização da demanda pós-pandemia nos EUA e pelo endurecimento da política de armas no Brasil sob o governo Lula.
O anúncio de Trump, que relacionou as tarifas ao tratamento dado pela Justiça brasileira ao ex-presidente Jair Bolsonaro, acentuou a tensão no setor. Bolsonaro, antes de ser proibido de usar redes sociais, disse que não comemorava as tarifas, mas condicionou o fim delas a uma eventual anistia.

Com fábricas no Brasil, nos EUA e uma joint venture na Índia, a Taurus avalia a transferência integral de sua operação para o mercado norte-americano. No entanto, especialistas duvidam da viabilidade do plano. A empresa poderia perder sua principal vantagem: preços mais competitivos em relação aos rivais norte-americanos, garantidos pelo custo de produção mais baixo no Brasil.
Se o cenário não mudar até 1º de agosto, a Taurus terá três opções: 1) substituir a demanda norte-americana por outro país, o que parece improvável; 2) receber subsídios do governo federal e operar em prejuízo; ou 3) apostar na flexibilização das leis brasileiras e contar com aumento no consumo nacional.
Informações Revista Oeste

O ônibus da banda do cantor Netto Brito se envolveu em um grave acidente na noite de domingo, 27, na BA-046, nas proximidades de Santo Antônio de Jesus, localizada no Recôncavo baiano.
A colisão entre o coletivo e um carro de passeio resultou na morte de quatro pessoas, segundo informações da TV Bahia. Entre elas, o técnico de som da banda, identificado pelo prenome Carlos, mais conhecido como Bojo.
Segundo informações da Polícia Civil, Carlos chegou a ser resgatado, mas não resistiu aos ferimentos.
Entenda o acidente
O cantor Netto Brito, que ficou conhecido no gênero do arrocha, ia cumprir agenda em Salinas da Margarida, no recôncavo, na noite de domingo. Devido ao grave acidente, o show, que ia comemorar o aniversário da cidade, foi cancelado. Ele também estava no veículo durante o caso.
Testemunhas afirmam que um dos veículos teria invadido a contramão, provocando a colisão frontal. No entanto, as causas do acidente ainda estão sendo investigadas pelas autoridades.
Equipes do SAMU, da Polícia Rodoviária Estadual, do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar da Bahia estiveram no local. A rodovia precisou ser parcialmente interditada para o resgate das vítimas e a retirada dos veículos.
A Polícia Civil apura as causas do acidente.
Informações Bahia.ba
“Escrevivências é o ato de escrever a partir das experiências de vida, com um olhar crítico e transformador”. – Conceição Evaristo.

Acontece lançamento da Antologia Mulheres Negras: Vozes, Olhares e Mãos, dia 03 de agosto de 2025 (domingo), a partir das 09 horas, no Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim, em Feira de Santana, (ao lado do Fórum Filinto Bastos), com entrada gratuita aberta ao público.
De acordo com a idealizadora da obra, a professora Delma Pereira, a escrita de mulheres negras resistem, resistem às diversas tentativas de apagamentos étnicos, estéticos, culturais e epistêmicos frente às representações legitimadas, ecoando nas suas narrativas, experiências e perspectivas de proporcionar visibilidade, empoderamento no desafio de desmistificar estereótipos e preconceitos. Essa escrita traduz o atravessamento entre raça, gênero e desigualdades sociais, mulheres negras da classe trabalhadora, no enfrentamento às opressões vividas diariamente, inclusive na produção literária.
Organizada pela escritora Delma Pereira, professora da rede municipal de ensino de Feira de Santana, Mestra em Educação Científica Inclusão e Diversidade pela UFRB, além de militante negra e das pessoas com deficiência, palestrante e coautora de outras antologias, é idealizadora desse sonho que se materializa nesse tempo.
A obra é prefaciada pela professora Maria Cristina de Jesus Sampaio, escritora, pesquisadora, doutoranda em Educação pela Universidade Federal de Sergipe e ativista antirracista quilombista. A antologia “Mulheres negras: vozes, olhares e mãos” traz a potencialidade de sessenta e quatro (64) autoras negras, de diferentes lugares, religiões, faixa etária, profissões, uma variedade de narrativas que compartilham com os leitores suas experiências em produções literárias. A partir dessa perspectiva, essa Antologia, traz um coletivo de poemas, prosas poéticas, contos, ensaios, crônicas, além das biografias de todas as coautoras desse primoroso trabalho, que amplia, oferece outros modos de ver e de representar o mundo, através de escritas de mulheres negras intelectuais.
A publicação ficou a cargo da Rubi Editora, instituição que além de possibilitar a materialização desse projeto grandioso, validou todo o processo sonhado a exemplo da capa que de forma equânime contempla todas as escritoras a partir de uma estética afro-referenciada e afetiva.
Por fim a integrante da comissão de divulgação, a professora Hely Pedreira, deixa uma mensagem em convite geral para o lançamento: “Sendo assim nesse sentimento de UBUNTU, “Sou por que nós somos” e que cada vez mais precisamos nos aquilombar é que temos a honra de convidar toda a sociedade para esse memorável momento que contará além das narrativas da escritoras, evidenciando seus momentos de construção para essa antologia, momento cultural com músicas em vozes femininas, exposições, performance degustação entre outros.”
E completa informando que vale salientar que além dos exemplares que estarão disponíveis no lançamento, terão orientações de como adquirir exemplares posteriormente. “Portanto aguardamos você para celebrar essa grande conquista e se inspirar a trilhar a caminho da escrita de si a partir de nós!,” enfatiza Hely.
Serviço:
O QUE: Lançamento da Antologia Mulheres Negras: Vozes, Olhares e Mãos.
QUANDO: 03 de agosto de 2025, Domingo, a partir das 9 horas
QUEM: Delma Pereira (Idealizadora e organizadora da Antologia)
ONDE: Centro Integrado de Educação Municipal Professor Joselito Falcão de Amorim
ENDEREÇO: Rua Coronel Álvaro Simões, 101, Centro- Feira de Santana-BA (Ao lado do Fórum Desembargador Filinto Bastos)
QUANTO: Gratuito – Aberto ao público
Fonte: TDL – Assessoria de Comunicação e Mídia.

A Anvisa suspendeu, nesta quarta-feira (23/7), oito lotes do suplemento D-Ômega, uma combinação de ômega 3 e vitamina D. O produto é fabricado pela DVN Pharma, da empresa Divina Distribuidora de Vitaminas Naturais Ltda. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
O motivo da medida de interrupção da venda foi a declaração incorreta do prazo de validade nos rótulos. O erro foi notado pelo próprio fabricante, que identificou a falha e a comunicou à Anvisa. A empresa iniciou o recolhimento voluntário dos produtos, conforme previsto pela legislação sanitária.
A Anvisa determinou a suspensão imediata de comercialização, distribuição e uso dos lotes706200124, 706200225, 706200325, 706200425, 706200525, 706800125, 706800225 e 706800325.
O erro no prazo de validade, segundo a Agência, compromete a segurança do uso. A ingestão de suplementos vencidos ou com validade duvidosa pode afetar a saúde, principalmente em produtos com ácidos graxos, como o ômega 3. Dependendo do tempo e das condições de armazenamento, a oxidação desses compostos pode gerar substâncias tóxicas.
A vitamina D, por sua vez, perde estabilidade com o tempo, reduzindo a eficácia do produto e impactando pessoas com deficiência nutricional. O erro no prazo de validade compromete tanto a segurança quanto o benefício nutricional do suplemento.

A suspensão dos lotes do D-Ômega ocorre em meio a um ano de maior fiscalização da agência governamental sobre alimentos e suplementos. Apenas em 2025, a Anvisa puniu mais de 100 marcas, retirando diversos produtos do mercado por problemas de qualidade e riscos sanitários.
Entre os casos mais graves estão suplementos com presença de microrganismos nocivos e produção sem controle sanitário. A falta de transparência na origem e no processo de fabricação tem sido um dos principais alvos da agência.
A lista de suspensões inclui itens populares, como azeites, cafés e temperos. Em muitos casos, os problemas envolviam adulterações, como mistura com substâncias não declaradas ou diluição com produtos de qualidade inferior.
O mercado de suplementos cresceu nos últimos anos. Estima-se que o setor movimente mais de R$ 6 bilhões por ano no Brasil, com destaque para vitamina D, ômega 3 e colágeno.
Essa expansão levou à entrada de novas empresas, nem sempre com estrutura adequada para produção. A falta de padronização entre marcas torna a fiscalização mais complexa. Por isso, a Anvisa promete manter o foco em controle e rastreabilidade.
A agência também aconselha o consumidor a desconfiar de promessas exageradas. Produtos que alegam curas, emagrecimento instantâneo ou reforço imediato da imunidade sem comprovação científica não seguem os critérios regulatórios da Anvisa.
Informações Metrópoles

A possibilidade de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) perder o mandato por ausências em 2025 está descartada, de acordo com as normas atuais da Câmara dos Deputados. Mesmo se faltar a todas as sessões do ano sem justificativa, ele não corre risco imediato de cassação.
O deputado, que permanece nos Estados Unidos desde o início do ano com a família, está amparado por um ato da Mesa Diretora de 2017. Esse regulamento determina que a apuração oficial de faltas só ocorre a partir de 5 de março do ano seguinte, retardando qualquer processo.
Segundo a Câmara, Eduardo Bolsonaro acumulou, até agora, 21% de ausências nas sessões deliberativas de 2025, tendo faltado a quatro de 19 sessões enquanto estava no exercício do mandato. Ele esteve licenciado entre 20 de março e sábado 19 para tratar de interesses particulares.
O Ato da Mesa 19/2017 determina que um relatório técnico de frequência do ano anterior seja examinado somente a partir de março, cabendo ao presidente da Câmara indicar um relator para eventuais processos de perda de mandato, sempre garantindo ampla defesa ao parlamentar.
Na prática, isso significa que qualquer apuração formal sobre eventuais faltas de Eduardo Bolsonaro só começará em março de 2026. Essa norma serviu de base para a cassação de Chiquinho Brazão (RJ) neste ano, depois da análise das ausências registradas em 2024, período em que ele estava preso sob acusação de homicídio.
O regimento interno da Câmara, artigo 240, prevê que deputados ou partidos podem pedir a cassação por faltas, mas exige o cumprimento de procedimentos definidos em ato específico e o direito de ampla defesa. Não há data fixa para esse tipo de provocação à Mesa.
Questionada sobre o momento em que a análise de um pedido de cassação pode começar, a assessoria da Câmara informou que esse processo só se inicia no fim do ano legislativo, a partir de 23 de dezembro. A contagem de faltas só considera sessões em que o deputado não está licenciado por razões médicas ou particulares, explicou a assessoria ao jornal Folha de S.Paulo.
“[Nesta data] já se torna possível contabilizar essas eventuais faltas, cujo cálculo é feito a partir da contagem das sessões deliberativas nas quais o deputado está no exercício do mandato”, disse a assessoria.
O parlamentar se apresenta como interlocutor do governo Donald Trump, buscando sanções contra Moraes. Recentemente, Trump anunciou tarifas de 50% sobre o Brasil, com início em 1º de agosto, alegando perseguição política contra Bolsonaro. Em seguida, foi informada a proibição da entrada de Moraes e aliados nos Estados Unidos.
Informações Revista Oeste

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou sua atuação nos Estados Unidos e os efeitos obtidos dentro do governo de Donald Trump. Em entrevista ao Oeste com Elas desta sexta-feira, 25, ele disse que o Brasil está “mais perto do que nunca” de ver a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
A atuação de Eduardo, em conjunto com o jornalista Paulo Figueiredo e com apoio de outras pessoas, procura apresentar os abusos do STF em episódios distintos. “Existe um plantel de coisas que estão sendo feitas erradas no Brasil”, afirma. Dentre elas, a prisão de Filipe Martins “é um dos casos catalogados e uma das frentes com as quais Alexandre de Moraes vai ter que lidar”.
O deputado elogiou o ex-assessor especial do governo de Jair Bolsonaro, que ficou preso por seis meses, a mando de Moraes. “Foi homem demais, convenhamos. Segurou cadeia e conseguiu dar recado para o sistema, de que prefere sofrer injustiça a cometê-la.”
Os advogados estão levando adiante o falseamento dos registros de imigração nos EUA de Filipe Martins nos tribunais. De acordo com Eduardo Bolsonaro, o novo advogado do ex-assessor da Presidência tem feito um “excelente trabalho”.
“Não adianta querer argumentar tecnicamente com Alexandre de Moraes”, ressalta Eduardo. “Alexandre de Moraes, uma vez provocado, mostra quem ele realmente é. O baixo nível, a várzea que está esse Supremo Tribunal Federal.”
O deputado licenciado afirma que ele e Paulo Figueiredo têm reforçado as solicitações de aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes diante de autoridades do governo norte-americano, baseados nas quebras de direitos humanos promovidas pelo ministro. As prisões de manifestantes do 8 de janeiro reforçam essa argumentação.
As ordens de censura contra as redes sociais Rumble e Truth Social — pertencente a Donald Trump — também contam para a campanha de Eduardo Bolsonaro contra Moraes e o STF. O ministro “comprou uma briga direta com a empresa do presidente Trump”, destacou Eduardo na entrevista.
Conforme a explicação do deputado, o inquérito contra Jair Bolsonaro acirrou os ânimos dentro da Casa Branca. Ele recorda que, no mesmo dia em que o STF ordenou a imposição de medidas cautelares contra o ex-presidente, incluindo tornozeleira eletrônica, Washington cancelou os vistos norte-americanos da maioria dos ministros da Corte e de seus familiares.
Ao Oeste com Elas, Eduardo mencionou uma conversa que teve com uma pessoa com acesso direto ao presidente norte-americano. Esse integrante do governo dos EUA teria dito: “Eu não quero nem imaginar o que o Trump vai fazer caso eles prendam o seu pai”.
Informações Revista Oeste