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Na rede privada, imunizantes chegam a custar R$ 980

Vacina Qdenga

Vacina Qdenga Crédito: Rogério Vidmantas/Prefeitura de Dourados

Pelo menos 45 cidades baianas registram falta de vacinas inclusas no calendário nacional de vacinação. Isso é o que revela uma pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), que foi respondida, voluntariamente, por 112 secretarias de saúde do estado. A publicação, divulgada na última segunda-feira (2), aponta que os principais imunizantes em falta na Bahia são aqueles que combatem catapora, sarampo, caxumba e rubéola. 

A vacina mais em falta no estado previne a doença conhecida popularmente como catapora, que é causada pelo vírus Varicela-Zoster. Altamente contagiosa e infecciosa, essa condição se manifesta no corpo através de erupções na pele que formam pequenas bolhas com coceira e, posteriormente, formam crostas. 

De acordo com o estudo do CNM, 31 municípios baianos afirmaram não ter o imunizante para combater a doença entre abril e maio deste ano. Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que o cronograma de solicitação dos estados e municípios da vacina contra a varicela tem sido atendido conforme disponibilização do fornecedor. “Neste ano, já foram entregues 2 milhões de doses e 1,7 milhão aplicadas”, disse. 

Marcos Sampaio, presidente do Conselho Estadual de Saúde da Bahia (CES-BA), que não reconhece, por meio de dados oficiais do estado, a existência de desabastecimento de vacinas na Bahia, admite que é possível haver falta de vacinas contra a varicela, mas de maneira pontual. “Possa ser que tenha faltado no dia e não tenham feito retirada, mas, no estado, não é possível fazer a afirmação de que está em falta”, ressaltou. 

Na rede privada, a vacina contra a catapora chega a custar R$ 284. A dose do imunizante monovalente é indicada para crianças de 4 anos. Antes dela, é recomendado o uso da tetra viral ou tríplice viral mais varicela, aos 15 meses de vida. 

A vacina Tetra Viral, por sua vez, que previne casos de sarampo, caxumba, rubéola e catapora, foi sinalizada como ausente em 20 cidades baianas entre abril e maio deste ano. Na rede privada, é possível obter a dose única do imunizante por até R$ 410. 

Já a vacina contra a Dengue, batizada de Qdenga, faz falta a 14 cidades da Bahia, segundo a pesquisa da CNM. Na rede privada, as duas doses do imunizante custam até R$ 980. De acordo com o Ministério da Saúde, todo o quantitativo de doses disponibilizado pelo fornecedor foi adquirido. Só em 2025, foram distribuídas 1,9 milhão de doses e, deste total, 1,7 milhão foram aplicadas. 

“Estão previstas novas remessas de doses das vacinas de dengue, varicela e as demais que compõem o calendário nacional de vacinação no país”, completou o órgão federal”, sem definir prazos.

Informações Correio


Supremo discute responsabilização de plataformas e pode impor remoção de conteúdos sem ordem judicial

Fachada do STF
Fachada do STF | Foto: Reprodução/STF

Supremo Tribunal Federal (STF) volta nesta quarta-feira, 4, a julgar um caso que pode remodelar as normas sobre redes sociais no Brasil. O tribunal avança sobre um campo que pertence ao Congresso e abre espaço para um controle mais rígido da comunicação digital.

A sessão recomeça com o voto do ministro André Mendonça. Em dezembro de 2023, ele havia pedido vista do processo. O julgamento discute a constitucionalidade do artigo 19 do Marco Civil da Internet, que atualmente impede que plataformas sejam responsabilizadas por conteúdo de terceiros sem ordem judicial.

Juristas têm reiterado que legislar não é atribuição do Judiciário. Derrubar o Marco Civil ou criar novas regras para a internet excede as competências da Corte. Apesar disso, o presidente do STF, Luís Roberto Barroso, já sinalizou outra direção. Recentemente afirmou: “O STF esperou por muitos anos a aprovação de legislação pelo Congresso. A lei não veio, mas nós temos casos para julgar”.

Especialistas em liberdade de expressão questionam essa argumentação. O advogado André Marsiglia, por exemplo, destaca que o Congresso decidiu de forma legítima não avançar com o PL 2630/2020, conhecido como PL das Fake News. 

“O STF não esperou nada porque o Congresso decidiu, e a decisão foi não regular”, destacou Masiglia no X. “Decisão legítima e desrespeitada pelo STF.”

A tendência do julgamento indica um cenário em que redes sociais adotem censura preventiva. Plataformas podem passar a remover conteúdos por receio de punições financeiras. Fábio Coelho, presidente do Google no Brasil, alertou em entrevista recente: “As plataformas vão ter que preventivamente remover qualquer conteúdo que seja potencialmente questionável para evitar uma responsabilização ou um passivo financeiro.”

O contexto se agrava com a proximidade das eleições de 2026

O contexto se agrava com a proximidade das eleições de 2026. A liberdade de expressão nas redes poderá ficar mais restrita do que em 2022, quando já se observou uma onda crescente de censura prévia.

A exigência de atuação proativa pressionaria as empresas a adotar algoritmos para rastrear e excluir conteúdos. Embora essas ferramentas sejam comuns em casos de pornografia infantil ou apologia ao terrorismo, seu uso em temas subjetivos, como “discurso de ódio”, aumenta o risco de remoções arbitrárias.

Entre os principais receios está a exclusão de críticas a autoridades e personalidades públicas, com critérios pouco claros. Enquanto isso, ministros do STF apresentam a medida como um avanço.

O voto de André Mendonça deve defender a manutenção da exigência de ordem judicial para remoção de conteúdos

O voto de André Mendonça deve defender a manutenção da exigência de ordem judicial para remoção de conteúdos. Ele pretende preservar o texto atual do artigo 19. No entanto, a tendência é que seu voto fique isolado. Três ministros já se manifestaram por declarar, ao menos parcialmente, a inconstitucionalidade do dispositivo.

Dias Toffoli abriu os votos. Para casos de desinformação que afete eleições ou grupos vulneráveis, sugeriu que a simples notificação da parte ofendida possa gerar responsabilização das plataformas, sem necessidade de ordem judicial.

Luiz Fux votou em seguida. Para conteúdos graves, como discurso de ódio, pedofilia ou apologia ao golpe, propôs o “dever de cuidado”, em que as plataformas seriam obrigadas a excluir o material imediatamente. Para crimes contra a honra, como calúnia e difamação, defendeu que uma notificação bastaria para exigir a retirada.

Luís Roberto Barroso apresentou uma solução intermediária. Defendeu que o artigo 19 é parcialmente inconstitucional, mas deve ser preservado para crimes contra a honra. Em outros casos, como terrorismo e incitação ao suicídio, propôs a aplicação do dever de cuidado.

STF caminha para assumir um papel inédito em democracias: regular diretamente o funcionamento das rede

Independentemente do desfecho, o STF caminha para assumir um papel inédito em democracias: regular diretamente o funcionamento das redes. Em outros países, mesmo regimes autoritários submeteram a regulação das plataformas ao Legislativo ou ao Executivo.

Informações Revista Oeste


A mais recente pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta quarta-feira (4), revelou que a desaprovação do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atingiu 57%, um ponto a mais em relação ao levantamento anterior feito no final de março. Apesar da oscilação estar dentro da margem de erro, este é o índice mais alto de reprovação desde o início do atual mandato.

A aprovação do presidente caiu para 40%, também dentro da margem de erro de dois pontos percentuais. É o menor percentual registrado desde a posse de Lula em janeiro de 2023. No levantamento anterior, esse número era de 41%. Já o percentual de entrevistados que não souberam ou preferiram não responder permaneceu em 3%.

Pela primeira vez, os eleitores católicos que desaprovam o governo superam aqueles que o aprovam. Em janeiro, esse grupo mostrava maior apoio ao presidente. No levantamento anterior, havia um empate técnico. Entre os eleitores com ensino fundamental, o cenário também mudou: antes predominava a aprovação, agora há empate técnico entre aprovação e desaprovação.

A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 29 de maio e 1º de junho. Foram entrevistadas 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em todo o território nacional. O nível de confiança do levantamento é de 95%.


Bilhetes variam de R$ 100 (meia-entrada) a R$ 450

Foto: Rafael Ribeiro/CBF

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) iniciou nesta terça-feira (3) a venda de ingressos para o jogo entre Brasil e Paraguai, pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026. A partida acontece na próxima terça (10), às 21h45, na Neo Química Arena, em São Paulo, pela 16ª rodada

Os bilhetes estão disponíveis pelo site Bilheteria Digital. Os valores variam de R$ 100 (meia entrada) até R$ 450.

Os torcedores que forem ao jogo não poderão entrar no estádio com uniformes de clubes de futebol. A CBF destacou que a restrição é por conta da segurança pública.

Este será o primeiro jogo do técnico Carlo Ancelotti à frente do time Canarinho em território nacional. Antes, a Seleção Brasileira encara o Equador, nesta quinta (5), às 20h no horário de Brasília, em Guayaquil, no Monumental de Guayaquil, pela 15ª rodada. O selecionado brasileiro está no G-6 que garante vaga direta para o Mundial, ocupando o quarto lugar com 21 pontos.

Confira os valores dos ingressos para o jogo em São Paulo:

Setor norte: R$ 200
Setor sul: R$ 250
Leste superior lateral: R$ 300
Leste superior central: R$ 300
Oeste superior: R$ 350
Leste inferior lateral: R$ 350
Leste inferior central: R$ 350
Oeste inferior corner: R$ 450

Informações Bahia.ba


Estafe do astro recebeu consultas de clubes do exterior às vésperas da Copa do Mundo de Clubes

Foto: Raul Baretta/Santos FC

O Santos inicio as conversas para renovar o contrato do atacante Neymar. O vínculo do astro termina no próximo dia 30. Segundo o site ge.globo, o clube paulista quer um sinal claro do camisa 10 pela continuidade.

Ainda de acordo com o ge.globo, a diretoria entende que o Peixe fez um esforço muito grande para trazê-lo no primeiro semestre com um alto salário, no entanto o atleta ficou abaixo do esperado esportivamente.

As negociações também giram em torno da dívida de R$ 85 milhões com a NR Sports pela exploração de imagem do craque contraída durante a vigência do atual contrato entre fevereiro e junho. Segundo o site Uol Esporte, o Alvinegro pagou apenas o salário na carteira de trabalho de R$ 4,14 milhões, que está rigorosamente em dia. Porém, o repasse dos acordos de marketing não foram feitos, já que no entendimento da diretoria, a obrigação não era automática e o clube usa o dinheiro para outros fins no dia a dia. Neymar tem direito a 75% de cada novo negócio. A ideia é alongar essa dívida, incluindo o valor no novo contrato de um ano ou um ano e meio.

Ao mesmo tempo que conversa com o Santos, o estafe de Neymar recebeu sondagens de clubes do exterior que vão disputar a Copa do Mundo de Clubes. O torneio da Fifa começa no próximo dia 14, no outro sábado, e vai até 13 de julho.

Informações Bahia.ba


Em nota oficial no Instagram, empresa defende a sua cultura organizacional e classifica acusações como ‘inverídicas’

Apelidado de Willy Wonka brasileiro, o sócio e fundador da Cacau Show, Alê Costa, divulgou nesta terça-feira, 3, um comunicado em que desmente denúncias: ‘Publicações inverídicas e ataques injustos’ | Foto: Divulgação/Cacau Show
Apelidado de Willy Wonka brasileiro, o sócio e fundador da Cacau Show, Alê Costa, divulgou nesta terça-feira, 3, um comunicado em que desmente as denúncias: ‘Publicações inverídicas e ataques injustos’ | Foto: Divulgação/Cacau Show

Depois da repercussão de denúncias envolvendo supostas práticas abusivas e condições de trabalho questionáveis, a Cacau Show se manifestou oficialmente por meio de um comunicado que foi ao ar nesta terça-feira, 3, em seu perfil no Instagram. Na nota, a varejista de chocolates classificou as acusações como “inverídicas” e afirmou que os relatos são “ataques injustos” contra a sua história e seus valores.

“Nos últimos dias, fomos surpreendidos por publicações inverídicas sobre a Cacau Show que circularam na internet. São ataques injustos à nossa história, aos nossos valores e, principalmente, às milhares de pessoas que constroem essa marca com integridade e amor”, diz o texto divulgado nas redes sociais com identificação conjunta da companhia e de seu CEO, o empresário Alê Costa.

Denúncias acusam Cacau Show de perseguição e ritual polêmico

A empresa também ressaltou sua trajetória de mais de 37 anos e afirmou que sua cultura deriva de trabalho sério, respeito, verdade e coragem. “É indignante e entristecedor ver a deturpação de alguns momentos simbólicos que são tão especiais para a nossa cultura”.

As denúncias, sob divulgação do site Metrópoles, relatam que donos de franquias recebiam perseguição depois de fazerem reclamações. Entre as práticas estariam o envio de produtos próximos do vencimento como retaliação.

Empresários e franqueados defendem marca

Outro ponto que gerou controvérsia foi a participação dos funcionários em um evento chamado “Ritual do Cacau”, descrito como uma atividade de caráter místico. A empresa, no entanto, nega qualquer conotação obrigatória ou espiritual e explica que se trata de uma “vivência sensorial” com vínculo à experiência cultural e gastronômica.

Na seção de comentários no Instagram, diversas pessoas manifestaram apoio público ao CEO da empresa. Entre eles, o empresário Flávio Augusto, fundador da Wise Up, que elogiou a trajetória da empresa e sua contribuição para o empreendedorismo no Brasil.

Do mesmo modo surgiram depoimentos de pessoas que se identificavam como franqueadas e defendiam a cultura e o modelo de negócios da marca. Eles afirmaram desconhecer situações semelhantes que foram objeto das denúncias na imprensa.

Apesar das manifestações de apoio, parte do público manteve as críticas à empresa. Nos comentários do próprio post da Cacau Show, alguns usuários reforçaram relatos negativos. Houve questionamento sobre as práticas internas. Da mesma forma, cobraram mais transparência sobre a relação com franqueados e colaboradores.

O episódio gerou sobretudo repercussão e acendeu um debate nas redes sobre os limites da cultura organizacional, práticas de gestão e a responsabilidade das grandes empresas no ambiente de trabalho.

Informações Revista Oeste


Evair de Melo solicita ao presidente da Câmara autorização para atuação internacional do colega licenciado

Senador denuncia perseguição a Eduardo Bolsonaro e Daniel Silveira | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons
Eduardo Bolsonaro está licenciado desde março e exilado nos EUA | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons 

O deputado federal Evair de Melo (PP-ES) enviou um ofício ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), solicitando que Eduardo Bolsonaro (PL-SP), atualmente licenciado, possa exercer o mandato fora do país. O parlamentar está nos Estados Unidos desde março, quando passou a ser alvo de um pedido do PT de cassação de seu passaporte diplomático.

No documento, Melo pede que Motta conceda uma “autorização excepcional” para que Eduardo possa “reassumir o exercício de seu mandato, desempenhá-lo a partir do exterior, em caráter temporário e justificado”. A duração seria “enquanto perdurar o estado de insegurança jurídica e risco à sua liberdade pessoal no território nacional.”

O deputado afirma que a solicitação busca garantir “a preservação do princípio da representatividade parlamentar e o respeito à liberdade de expressão e atuação política de deputados democraticamente eleitos”.

Para Melo, Eduardo está em missão política no exterior. Segundo ele, o colega mantém “diálogo com autoridades estrangeiras, organismos internacionais sobre questões relacionadas ao cenário institucional brasileiro”.

STF abriu inquérito contra Eduardo Bolsonaro

Em maio, o STF abriu um inquérito contra Eduardo Bolsonaro. A decisão atendeu a um pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão alega que o deputado licenciado fez publicações, nas redes sociais, pedindo punições a integrantes do STF, PGR e Polícia Federal.

Eduardo pode sofrer sanções que vão desde a cassação do passaporte até a proibição de relações comerciais com pessoas físicas e jurídicas ligadas aos EUA. O deputado diz que sofre perseguição do Judiciário brasileiro e que está trabalhando para denunciar internacionalmente os excessos cometidos pelo ministro do STF Alexandre de Moraes.

Informações Revista Oeste


Empresário foi acusado de abuso de poder econômico e interferência indevida no processo eleitoral; entenda

Foto: Reprodução / Facebook

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio do ministro André Ramos Tavares, declarou inelegível o empresário Luciano Hang até 2028. A decisão, proferida em 28 de abril, também atinge o atual prefeito de Santa Rosa (RS), Anderson Mantei (PP), e o ex-prefeito Alcides Vicini (PP). Todos podem recorrer da sentença.

A ação foi movida pela coligação União do Povo por Santa Rosa após as eleições municipais de 2020. Apesar da inelegibilidade, o atual mandato do prefeito Mantei segue normalmente, mas ele está proibido de disputar novas eleições pelos próximos oito anos, contados a partir de 2020.

De acordo com os autos, Hang participou de um ato público em Santa Rosa, quatro dias antes do pleito, no qual anunciou a instalação de uma unidade de sua rede varejista na cidade, evento promovido a convite do então prefeito Vicini. Para o TSE, isso configurou abuso de poder econômico e interferência indevida no processo eleitoral.

Defesas negam irregularidades

O advogado do prefeito Mantei, Guilherme Barcelos, afirmou que não houve irregularidades e confirmou recurso. O advogado de Vicini, César Augusto Schmitt Sousa, também disse estar surpreso com a decisão e pretende recorrer. A defesa de Hang argumenta que não há impedimento legal para que empresários manifestem apoio a candidatos e estuda medidas para reverter a inelegibilidade.

Informações Bahia.ba


Provas serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro

Foto: Reprodução/Inep

Terminam na próxima sexta-feira (6) as inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelo exame, informou que não haverá prorrogação do prazo.

A taxa de inscrição é de R$ 85 e pode ser paga via Pix, cartão de crédito, débito ou boleto bancário — neste último caso, o pagamento pode ser efetuado até o dia 11 de junho.

Dados parciais do Inep indicam que, até o início desta semana, pouco mais da metade dos estudantes concluintes do ensino médio da rede estadual da Bahia já confirmaram participação no exame. Ao todo, 68.622 inscritos representam 52,7% do total previsto na região.

O Ministério da Educação (MEC) e o Inep reforçam que as inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial da Página do Participante. Outras plataformas não são autorizadas.

As provas do Enem serão aplicadas nos dias 9 e 16 de novembro.

Informações Bahia.ba


Screenshot

Em carta aberta divulgada nesta semana, as principais entidades empresariais da cidade elogiaram publicamente a Prefeitura Municipal, especialmente a gestão do prefeito José Ronaldo de Carvalho, pelo apoio à realização do Arraiá do Comércio e dos festejos de São João 2025.

Assinada por representantes da ACEFS, CDL, CDL Jovem, CIFS e Sicomércio, a carta destaca o impacto positivo da festa não apenas na preservação das tradições culturais, mas também no fortalecimento da economia local. Segundo as entidades, o evento movimenta o comércio, atrai turistas e gera emprego e renda para a população.

Outro ponto valorizado é a descentralização das atrações, que se apresentam não só na sede da cidade, mas também nos distritos rurais. “A presença de artistas de renome nos distritos garante que a alegria e a magia do São João sejam compartilhadas por toda a comunidade”, afirma o texto.

Para os empresários, a festa é mais do que um evento: é uma estratégia de inclusão cultural e social, que fortalece a identidade feirense e posiciona a cidade como um destino turístico de destaque no interior da Bahia.

A carta encerra com agradecimentos aos secretários, artistas e todos os envolvidos na realização das festas, celebrando o esforço conjunto entre poder público e setor produtivo. “Vamos celebrar a cultura do nosso povo”, concluem as entidades.