
A Igreja Católica celebra nesta sexta-feira (13), o dia festivo em homenagem à Santo Antônio. Em Feira de Santana, a manhã começou chuvosa, mas não impediu que devotos do santo católico comparecessem na primeira missa do dia, às 6h30, no Santuário de Santo Antônio dos Frades Capuchinhos, celebrada pelo Frei José Monteiro Sobrinho.
Hoje também é o dia do encerramento do Trezenário, que contará com uma programação durante todo o dia, tendo como principal atividade a procissão e missa no período da noite.
A reportagem do Acorda Cidade esteve na primeira missa do dia e conversou com o Frei José Monteiro Sobrinho, que falou um pouco sobre a história do santo popular.
“O dia de Santo Antônio é o dia do povo. Santo Antônio é um santo extremamente popular, porque ele se fez povo no sentido de trazer Deus para o povo e servir de coração. Por isso ele conseguia de Deus também muitos milagres”.
Neste ano a festa religiosa foi pautada pelo tema “Sob o olhar de Santo Antônio de Feira de Santana, contemplamos a esperança: nosso Senhor Jesus Cristo”. Frei Monteiro explica que este tema é de fundamental importância para a sociedade católica lidar com os desafios que enfrentamos na atualidade.
“Vivemos neste mundo atribulado, muito sofrimento, muito luto, muita doença. Mas não podemos perder a esperança porque Cristo quando vem à este mundo, o maior e mais especial peregrino que passou por este mundo, ele sofreu, mas também nos assinalou a vitória da vida, a vitória sobre os males.”, ressaltou.

Santo Antônio é muito popular entre os fiéis que recorrem a ele como um santo de resoluções, o padre explica que a interseção é bem-vinda e necessária, mas acima de tudo, a fé é quem encontra soluções.
Ainda hoje, às 19 horas acontecerá a tradicional procissão pelo bairro Capuchinhos, seguida pela missa de encerramento que finaliza a programação.
TEMA: “Pelo olhar de Santo Antônio de Feira de Santana, contemplamos a esperança: Nosso Senhor Jesus Cristo”.
6h30: Missa
8h30: Missa dedicada ao Colégio Santo Antônio
11h: Missa dedicada aos grupos, pastorais, movimentos e comunidades.
15h às 17h: Plantão de Bênçãos
17h às 19h: Adoração ao Santíssimo Sacramento
19h: Procissão pelo bairro com a imagem de Santo António
20h: Missa festiva com toda a Fraternidade Capuchinha;
Com informações do repórter Ney Silva do Acorda Cidade

Um trecho da Rua Francisco Pinto Queiroz, no bairro SIM, foi interditado na manhã desta sexta-feira (13), após alguns carros ficarem presos em uma vala que foi aberta por uma empresa que está executando obras no local. Agentes de trânsito estiveram no local para orientar os condutores que transitam pela via.
O agente de trânsito José Alfredo conversou com a reportagem do Acorda Cidade. Segundo ele, além de carros pequenos, um caminhão também chegou a ficar preso na vala. Ele explicou que as chuvas atrapalharam o andamento da obra e também a visualização dos motoristas.
“Nesse trecho já tinham alguns buracos, mas uma empresa, por conta da obra, precisou abrir uma vala e veio a chuva. Eles não tiveram como fechar, alguns motoristas não visualizaram, já que está com água, e acabaram caindo nesse buraco. A empresa não teve como fazer nenhuma sinalização, pois a chuva veio e alagou logo depois que eles abriram a vala. Por isso, estamos aqui para organizar o trânsito”, explicou.
*Acorda Cidade

O jornalista José Eduardo anunciou nesta sexta-feira (13), sua saída da Record Bahia após 17 anos na emissora. O profissional apresentava o Balanço Geral Bahia desde 2014.
A informação foi confirmada em nota pela Record. Segundo a emissora, “com profundo respeito pelo trabalho desenvolvido nesta longa colaboração, agradecemos a José Eduardo pela dedicação”.

O apresentador iniciou seu trabalho na emissora em 2008, no comando do programa “Se Liga Bocão”, antes de assumir a liderança do Balanço Geral Bahia.
Atualmente, a faixa de horário, do almoço, em que o programa do apresentador comandava passava por uma briga de audiência. Constantemente, o Balanço Geral Bahia alcançava apenas o terceiro lugar na audiência perdendo para o programa “Alô Juca”, da TV Aratu, e “Bahia Meio Dia”, da Rede Bahia.
*Acorda Cidade

Pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (13) mostra que para, 36% dos brasileiros, as ações da primeira-dama, Janja Lula da Silva, mais atrapalham que ajudam o governo Lula (PT). Outros 14% acreditam que mais ajudam que atrapalham.
Outros 40% acreditam que primeira-dama não ajuda nem atrapalha, e 10% dizem não ter opinião formada sobre o assunto.
O episódio mais recente envolvendo a primeira-dama foi causado por uma fala de Janja, em maio deste ano, durante um encontro oficial entre Lula e o presidente chinês Xi Jinping durante viagem do brasileiro à China.
A primeira dama causou desconforto ao criticar o TikTok, que é uma rede social chinesa. Janja alertou os presentes sobre os efeitos nocivos da plataforma, afirmando que o algoritmo favorece a extrema direita no Brasil e representa um desafio político para o país.
A intervenção foi considerada fora de lugar por ministros e membros da delegação brasileira, que classificaram a situação como constrangedora. Xi Jinping respondeu que o Brasil tem autonomia para regular ou até banir a plataforma, se assim desejar.
Alguns dias depois, Janja respondeu às críticas durante um evento do Ministério dos Direitos Humanos. “Em nenhum momento eu calarei a minha voz para falar sobre isso. Não há protocolo que me faça calar se eu tiver uma oportunidade de falar sobre isso com qualquer pessoa que seja”, disse Janja.
Segundo o Datafolha, 40% dos homens acham que Janja influencia negativamente o presidente. O número é parecido com a média geral. Entre as mulheres, esse índice cai para 36%.
A pesquisa também mostra que os brasileiros veem Lula como pior que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no combate à inflação e na segurança pública, e melhor em saúde e educação.
A margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O Datafolha ouviu 2.004 pessoas em 136 cidades, na terça-feira (10).
Informações G1

A polícia indiana revelou como o homem que sobreviveu ao acidente com um avião da Air India conseguiu escapar da tragédia. O caso aconteceu na manhã desta quinta-feira (12), em Ahmedabad, no oeste da Índia. Segundo as autoridades, o passageiro britânico Vishwash Kumar Ramesh saltou pela porta de emergência logo após a queda.
De acordo com a policial Vidhi Chaudhary, Ramesh estava próximo à saída de emergência no momento do impacto. O avião havia decolado com destino a Londres e caiu menos de um minuto depois, atingindo um alojamento de médicos.
O comissário de polícia GS Malik informou que Ramesh ocupava o assento 11A no voo do modelo Boeing 787-8. Ele foi identificado a partir do cartão de embarque e confirmado pela companhia aérea como o único sobrevivente entre os 243 ocupantes da aeronave.
Em entrevista ao jornal Hindustan Times, Ramesh contou que acordou cercado por corpos. “Fiquei assustado, levantei e corri. Havia pedaços do avião por toda parte. Alguém me pegou e me colocou na ambulância”, relatou.
Já no hospital, ele recebeu a visita do ministro do Interior da Índia, Amit Shah. À imprensa, o britânico contou que “trinta segundos após a decolagem, houve um barulho alto e, em seguida, o avião caiu”.
Ramesh nasceu na Índia, mas vive no Reino Unido com a esposa e o filho. Familiares aguardam informações sobre o irmão dele, que também estaria no voo.
A Air India informou que, além dos britânicos, havia 169 indianos, sete portugueses e um canadense a bordo. As informações são da BBC.
Informações Pleno News

O ex-ministro do Turismo, Gilson Machado, foi preso pela Polícia Federal nesta sexta-feira (13), em Recife (PE). Na última terça (10), o Supremo Tribunal Federal (STF) recebeu uma manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) para investigar Machado.
O ex-ministro é investigado porque teria atuado para que o tenente-coronel Mauro Cid obtivesse passaporte português e deixasse o Brasil. Segundo a PF, em 12 de maio, Machado tentou o benefício a Cid junto ao consulado de Portugal no Recife.
Ele não obteve êxito na missão, mas, ainda de acordo com a PF, seria possível que ele “busque alternativas junto a outras embaixadas e consulados”.
No documento, a PGR também defendeu a determinação de busca e apreensão e quebra do sigilo telefônico e de mensagens de Gilson Machado, “em prol do avanço das investigações, que podem se beneficiar do achado de documentos, anotações, registros, mídias, aparelhos eletrônicos e demais dispositivos de armazenamento de dados reveladores de circunstâncias delituosas”.
Paulo Gonet, procurador-geral da República, acredita que o ex-ministro do Turismo tentou obstruir a ação penal sobre a suposta tentativa de golpe.
Além disso, o ex-ministro promoveu, por meio de seu perfil no Instagram, uma campanha de arrecadação de doações em dinheiro para Bolsonaro, o que também teria chamado a atenção da Polícia Federal.Em maio deste ano, Machado afirmou, nas redes sociais, que o ex-presidente precisa de ajuda para pagar médicos, advogados e enviar dinheiro para o filho, o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que se mudou para os Estados Unidos. Essa campanha foi uma espécie de releitura da “vaquinha” de 2023, que arrecadou mais de R$ 17 milhões via Pix, segundo o relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Eduardo gravou um vídeo agradecendo a campanha, mas recusando a ajuda financeira de Gilson.
O ex-ministro negou as acusações de que estaria ajudando Mauro Cid a sair do país e alegou que só entrou em contato com o consulado português em maio para auxiliar o pai dele, Carlos Eduardo Machado Guimarães, a renovar o passaporte.
Informações Pleno News

A presença da deputada Carla Zambelli (PL-SP)na Itália gerou um debate no Parlamento do país nesta sexta-feira, 13. Depois de sair do Brasil para escapar da prisão imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que a condenou a dez anos de reclusão, Zambelli passou a ser tratada como foragida.
Zambelli desembarcou em Roma no último dia 5, vinda dos Estados Unidos. Ela passou pela imigração no Aeroporto Fiumicino com passaporte italiano — documento que possui por conta da dupla cidadania. Desde então, sua localização permanece desconhecida.
A entrada da parlamentar no país europeu foi o estopim para a interpelação do deputado Angelo Bonelli, do partido Verde e de esquerda, que exigiu explicações do governo.
Ele quer saber por que a deputada não foi detida ao chegar em solo italiano e como o Executivo pretende agir diante do pedido de extradição feito pelo Brasil.
A subsecretária do Interior, Wanda Ferro, respondeu que Zambelli desembarcou às 11h40 do horário local. No momento da inspeção, seu nome não constava em nenhum sistema de segurança, nem nacional nem internacional.
Como resultado, a Interpol inseriu o pedido de prisão da deputada na base de dados às 16h24, cinco horas depois que ela chegou à Itália, atendendo a uma solicitação do governo brasileiro.
A vice-ministra explicou que a polícia de fronteira, diante da ausência de antecedentes, não tinha respaldo legal para efetuar a prisão no momento da entrada.
Filiada ao partido Irmãos de Itália — legenda da primeira-ministra, Giorgia Meloni —, Ferro afirmou que as investigações ainda não permitiram localizar a brasileira.
Segundo ela, as forças de segurança mantêm contato com as autoridades brasileiras. O governo italiano não se manifestou oficialmente sobre o pedido de extradição protocolado no dia 12 pela Embaixada do Brasil em Roma.
Durante o debate, Bonelli também levantou suspeitas sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus filhos, questionando se eles teriam obtido cidadania italiana.
A subsecretária respondeu que Jair Bolsonaro nunca formalizou pedido nesse sentido. Já seus filhos Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro receberam a cidadania por meio de solicitação na Embaixada da Itália no Brasil.
Flávio e Eduardo conseguiram o documento em 2023. Carlos, no ano anterior. Em sua tréplica, o deputado acusou o governo italiano de omissão deliberada.
“O governo e o Ministério do Interior sabiam que a foragida Zambelli estava chegando à Itália e não ativaram medidas de monitoramento e vigilância”, disse Bonelli. “Meloni está assumindo uma responsabilidade política e diplomática impressionante. A Itália não pode se tornar o paraíso de foragidos, golpistas e criminosos.”
Informações Revista Oeste

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abas Aragchi, classificou o ataque de Israel contra usinas de enriquecimento de urânio iranianas como “uma declaração de guerra”. O termo consta de mensagem enviada às Nações Unidas, na qual o Irã pede intervenção do Conselho de Segurança da ONU. Apesar da gravidade do termo, Aragchi não declarou formalmente guerra em nome do Irã contra Israel.
O confronto entre Irã e Israel alcançou novo patamar depois de ataques israelenses contra instalações nucleares nesta sexta-feira, 13 (noite da última quinta-feira, 12, pelo horário de Brasília). O episódio elevou as tensões no Oriente Médio e provocou resposta imediata de Teerã, que lançou quase cem drones em retaliação.
O Exército do Irã afirmou que a reação ao ataque não conhecerá limites, enquanto o líder supremo, aiatolá Ali Khamenei, declarou que “o regime sionista impôs a si mesmo um destino amargo e doloroso”. As declarações foram divulgadas pela agência de notícias estatal.
Além da infraestrutura nuclear do Irã, os ataques israelenses resultaram na morte de dois importantes líderes do regime iraniano: o chefe do Estado-Maior, general Mohammad Bagheri, e o líder da Guarda Revolucionária Islâmica, Hossein Salami.
Khamenei nomeou Habibollah Sayyarie como chefe interino do Estado-Maior e designou Ahmad Vahidi, ex-ministro do Interior, para comandar a Guarda Revolucionária.
A mídia local confirmou ainda a morte de seis cientistas nucleares: Abdolhamid Minouchehr, Ahmadreza Zolfaghari, Amirhossein Feqhi, Motalleblizadeh, Mohammad Mehdi Tehranchi e Fereydoun Abbasi.
Israel já havia declarado que impediria o Irã de obter armas nucleares, e autoridades militares israelenses relataram ataques a dezenas de alvos iranianos, com a possibilidade de prolongamento das operações.
Em postagem feita no X às 6h40 desta sexta-feira,13 (horário de Brasília), Israel afirmou que caças da Força Aérea de Israel “atingiram a instalação de enriquecimento de urânio do regime iraniano na região de Natanz durante a noite”.
“Esta é a maior instalação de enriquecimento de urânio do Irã, que opera há anos para atingir a capacidade de produzir armas nucleares e abriga a infraestrutura necessária para o enriquecimento de urânio de nível militar. Como parte dos ataques, a área subterrânea do local foi danificada. Essa área contém uma sala de enriquecimento de vários andares com centrífugas, salas elétricas e infraestrutura de apoio adicional. Além disso, a infraestrutura crítica que permite a operação contínua do local e os esforços contínuos do regime iraniano para obter armas nucleares foram alvos. Continuaremos a operar para impedir que o regime iraniano adquira armas nucleares”, informou o Exército de Israel.
Informações Revista Oeste

O Supremo Tribunal Federal (STF) revogou a prisão do tenente-coronel Mauro Cid. A decisão ocorreu na manhã desta sexta-feira (13), minutos após a detenção ser decretada.
O ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) chegou a ser levado para a sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, para um novo depoimento. De acordo com informações do blog Jussara Soares, da CNN, a previsão é que uma oitiva ocorra ainda na manhã desta sexta.
A decisão para prisão de Mauro Cid ocorre no mesmo âmbito da investigação que mira o ex-ministro do Turismo, Gilson Machado. O ex-titular da pasta teria atuado para obter a expedição de um passaporte português para fuga do militar Brasil.
Mauro Cid foi preso nesta sexta-feira pela Polícia Federal (PF). Ele estava em casa, localizada no Setor Militar Urbano (SMU), na capital federal.
Agentes da PF prenderam também o ex-ministro do Turismo do governo Bolsonaro, Gilson Machado, em Recife (PE).
Informações Bahia.ba

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), encaminhou à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) o processo de cassação da deputada Carla Zambelli (PL-SP), atendendo à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou a perda do mandato da parlamentar. Zambelli foi condenada a 10 anos e 8 meses de prisão por envolvimento na invasão aos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A medida foi formalizada nesta quarta-feira (12) e abre caminho para que o plenário da Câmara decida se referenda ou não a determinação do STF. Inicialmente, Motta havia dito que acataria diretamente a ordem judicial, mas voltou atrás e afirmou que a decisão caberá aos deputados.
Zambelli, que está licenciada do cargo, terá até cinco sessões da CCJ para apresentar sua defesa. Após esse prazo, o parecer do relator será votado na comissão e, em seguida, submetido ao plenário da Casa, onde será decidido se o mandato será de fato cassado.
Além do trâmite interno na Câmara, Hugo Motta comunicou ao Supremo que bloqueou o pagamento das verbas parlamentares de Zambelli, conforme determinação do ministro Alexandre de Moraes. A decisão do STF, emitida no último dia 4, também impôs o bloqueio das contas bancárias e ativos financeiros da deputada.