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O jogo entre Bahia e São Paulo na próxima quinta-feira (20), no Morumbi, vai ser marcado por um reencontro entre o Esquadrão de Aço e o lateral-direito Daniel Alves após 17 anos. É a primeira partida do experiente atleta contra o clube desde a sua saída do Fazendão para o Sevilla em 2003.

Com uma carreira de sucesso e marcada por diversos títulos no Barcelona, Juventus, Paris Saint-Germain e Seleção Brasileira, Daniel está no Brasil desde o ano passado. A volta ao país era muito esperada pelos torcedores do Bahia, que contavam com o seu retorno. No entanto, o jogador foi para o São Paulo. Recentemente, Daniel falou sobre encerrar a carreira no Tricolor baiano.

“O Bahia é o clube do meu coração também, tudo começou lá. Foi de lá que eu fui para a Seleção, fui para a Europa, as pessoas começaram a me conhecer. Esse seria o sonho perfeito antes de parar: passar por lá para agradecer. Não prometo jogar muito, mas uns dois meses dá pra jogar”, disse, em entrevista ao Jornal Correio*.

A declaração em tom de gratidão, no entanto, não foi bem recebida pela torcida do Bahia, que entendeu o período de dois meses como uma desfeita ao clube. Logo após a entrevista, a rede social foi tomada por críticas, o que fez Daniel Alves mudar de ideia.

“Falei brincando que encerraria no Bahia, mas a torcida me rechaçou. Acabou o seguinte clube que jogaria, mas fui rechaçado, falei dois meses e para eles não serve”, disse.

“Uma coisa que quero deixar claro para nunca mais ter esse debate: único clube que eu jogo no Brasil é o São Paulo. Se sair qualquer coisa de outro clube, pode falar que é mentira”, acrescentou.

Aos 37 anos de idade, Daniel Alves é uma das referências técnicas do time comandado por Fernando Diniz. O jogador, inclusive, marcou o gol do único triunfo do São Paulo até o momento no Brasileirão contra o Fortaleza. Desde que chegou ao Morumbi, foram 35 partidas disputadas e oito gols marcados.

Reportagem: site Bahia Notícias


Feira de Santana tem sido relegada a um plano inferior, pelo Governo do Estado, em relação aos aeroportos de sua responsabilidade. A constatação é do vereador Marcos Lima, que em discurso na Câmara comparou a situação local, do Aeroporto Governador João Durval, com investimentos feitos em terminais do gênero nos municípios de Vitória da Conquista e Barreiras. “O governador esqueceu do aeroporto da segunda maior cidade do Estado”, afirma o líder da bancada de sustentação do prefeito Colbert Martins Filho. “Inclusive, o Governo já está planejando investimentos também em Porto Seguro, mas Feira de Santana tem sido deixada para trás, tem ficado à míngua, por questões políticas”, analisa o vereador. Marcos Lima acredita que é preciso um aeroporto de qualidade em Feira de Santana. “Foi feito um puxadinho, que não resolve a situação e não é condizente com o tamanho da cidade”. Lembra que os poucos voos operacionalizados até pouco tempo  saíam daqui lotados.


Alvo de um vídeo publicado nas redes sociais, pelo deputado Targino Machado (DEM), o presidente da Câmara de Feira de Santana, José Carneiro (MDB) disse nesta segunda-feira (17), em discurso na Casa, que já foi seu aliado político e que, enquanto esteve ao seu lado, era chamado de “correto, honesto e amigo”, mas agora, que se encontram em  lados opostos, “não presto mais”. Targino usou a gravação de uma discussão entre Zé Carneiro e o vereador Edvaldo Lima, durante uma sessão da semana passada.


“É preciso reconhecer quando se erra, pois todos erram, eu também erro, porém sou humilde para reconhecer e pedir desculpas, mas com todo respeito, ele (Targino) seria o último que eu ouviria em relação a equilíbrio. Ele não é muito equilibrado, prova disso é que usa a Tribuna da Assembleia constantemente para ofender os seus pares. Não quero ouvir seus conselhos em relação a equilíbrio”, disse o presidente.  

Targino cometeu ataque semelhante, relembra José Carneiro, contra seus ex-aliados José Ronaldo e o prefeito Colbert Martins Filho. “Quem não se recorda do episódio que envolveu Colbert  (o atual prefeito foi preso, em 2011, acusado de ter autorizado pagamento ilegal quando era secretário nacional de Desenvolvimento do Turismo)?  Disse que por ele não colocava a mão no fogo, mas o corpo todo e hoje está falando mal do prefeito”.  Sobre Ronaldo, o deputado teria dito “que era seu líder, um grande político e até usava a frase ‘ Zé Ronaldo é meu farol sinalizador’.  Hoje, por conveniência, Ronaldo não presta”.


Feira de Santana, disse o presidente da Câmara, é uma cidade onde “se discute ideias e aponta soluções para os problemas, mas ainda não o vi fazer isso”. Fez ressalva de que respeita o deputado,  nada tem de pessoal contra ele e esperoa “que seja feliz e alcance objetivos trabalhando”.  Carneiro, no entanto, quer “reciprocidade com o respeito”. E, se faltar, vai retribuir à altura. “Se tiver réplica, tem tréplica, pois não tenho medo de ameaças. Ele não é melhor do que eu. Porque tem uma dinheirama? Porque é valentão? Porque é deputado as pessoas tem que ter medo?”


A disseminação do novo coronavírus está sendo cada vez mais fomentada por pessoas com idades entre 20, 30 e 40 anos e muitas não sabem que foram infectadas, disse o diretor da região do Pacífico Ocidental da Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta terça-feira (18).

“Isso aumenta o risco de transbordamento para os mais vulneráveis: os idosos, os doentes em cuidados de longa duração, as pessoas que vivem em áreas densamente povoadas e áreas carentes”, disse Takeshi Kasai em entrevista coletiva virtual, referindo-se à capacidade de o vírus se adaptar e migrar de hospedeiros.


O doleiro Dario Messer foi condenado nesta segunda-feira (17) a 13 anos e 4 meses de prisão pelo crime de evasão de divisas. A sentença do juiz Alexandre Libonati determinou o início do cumprimento da pena em regime fechado, mas apenas após o fim da pandemia do novo coronavírus.

Messer foi condenado, pela primeira vez, no processo da Operação Marakata, um desdobramento da Câmbio, Desligo que se refere às operações dolar-cabo feitas para empresários que exploram pedras preciosas na Bahia. A sentença foi proferida cinco dias após o mesmo magistrado homologar a delação premiada do “doleiro dos doleiros”, como ele é conhecido por seu protagonismo na atividade.

O acordo prevê que ele cumpra 18 anos e 9 meses de pena, além de abrir mão de seu patrimônio estimado em R$ 1 bilhão. A maior parte dos bens está no Paraguai, cujo governo reivindica ficar com uma parte dos recursos. A proporção será definida por acordo de cooperação internacional.

Messer está em prisão domiciliar desde abril deste ano após decisão da 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Os ministros consideraram que ele faz parte do grupo de risco da Covid-19 e aceitaram o pedido da defesa de saída da prisão até o fim da pandemia.

O doleiro foi preso em julho do ano passado após ficar um ano foragido. A estimativa é que ele fique mais dois anos na cadeia, quando passar a cumprir de novo o regime fechado da pena.
Dario Messer era o líder de um banco paralelo que movimentou 1,6 bilhão de dólares (o equivalente a cerca de R$ 5,3 bilhões) de 2011 a 2017 envolvendo mais de 3 mil offshores em 52 países.
Ele também é apontado como o controlador do banco Evergreen (EVG) em Antígua e Barbuda, no Caribe. Uma lista de mais de 400 clientes está nas mãos do Ministério Público Federal para apurar quais casos envolvem crime -o banco misturava negócios legais e ilegais.

A atuação da família Messer no câmbio ilegal remonta à década de 1980, pelas mãos do patriarca Mordko Messer, espécie de mentor do esquema mantido por Dario.

As amizades do “doleiro dos doleiros” vão desde o ex-atacante Ronaldo Fenômeno até o ex-presidente do Paraguai Horacio Cartes, que o chamou de “irmão de alma”. O paraguaio foi socorrido pelo patriarca Mordko numa fase de dificuldades financeiras. Atualmente, é réu em ação penal da Lava Jato fluminense.

O doleiro foi investigado na CPI do Banestado e teve o nome citado no escândalo do mensalão. Em 2009, ele foi alvo da Polícia Federal na Operação Sexta-Feira 13, que investigou um fluxo de mais de 20 milhões de dólares (R$ 110 milhões) em paraísos fiscais, um esquema que funcionava desde 1997. Messer se tornou foragido em 2018 após a Operação Câmbio, Desligo, que mirou a atuação de seis dezenas de doleiros e seus funcionários no país.

A investigação teve como base dois sócios minoritários de Messer, Vinicius Claret e Cláudio Barboza. Os dois eram os responsáveis por operar toda a complexa estrutura de dólar-cabo, enquanto o “doleiro dos doleiros” era o lastro financeiro da dupla, bem como o responsável por avalizar a confiança dos dois em sua rede de contatos no país e no exterior.

A estrutura montada pelo grupo era uma das poucas que conseguia operar as duas pontas do dólar-cabo: ao mesmo tempo, oferecer dinheiro vivo no país e ter caixa disponível em contas no exterior, em paraísos fiscais.

Dario chegou a ensaiar uma delação premiada com procuradores federais em 2017 e 2018. Esbarravam na recusa do investigado em permanecer um dia sequer na prisão. A delação se tornou uma opção discutida por Messer no início da 2017, após a homologação da colaboração de executivos da Odebrecht. Os nomes de Claret e Barboza já havia aparecido nos registros da empreiteira, uma das principais clientes do banco paralelo do doleiro.

A partir daquele momento, se discutia uma delação conjunta, incluindo os três, além dos familiares de Messer. O doleiro aceitava perder boa parte da fortuna, mas não queria ir para a cadeia. Fortalecia a resistência dele o fato de a opção pela colaboração não ser unânime na extensa equipe de advogados.

Numa reunião em 3 de março de 2017, a equipe discutia com Messer o cenário. O advogado uruguaio Oscar Algorta -também suspeito de lavar dinheiro- sugeriu que o doleiro poderia ir para o seu país, onde, garantia ele, as investigações não alcançariam seu cliente.

A sugestão mostrou-se equivocada no mesmo dia, quando a dupla Claret e Barboza foi presa no Uruguai, a pedido da Justiça brasileira. Eles tinham mandados de prisão expedidos por Marcelo Bretas em decorrência da Operação Eficiência, em fevereiro de 2017. Pela estrutura gigantesca gerida pelos dois passaram cerca de 3 milhões de dólares (R$ 16 milhões) do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral.

Claret e Barboza foram classificados na ocasião como doleiros do emedebista, mas eles só se conheceram na prisão. Os reais operadores de Cabral, os irmãos Renato e Marcelo Chebar, usaram o sistema de Messer para movimentar os recursos do ex-governador. Mesmo com a prisão, as equipes dos doleiros mantiveram a discussão de uma colaboração em conjunto. Os relatos dos três eram vistos como complementares.

Em julho de 2017, Dario Messer encontrou-se com o procurador José Augusto Vagos, membro da força-tarefa da Lava Jato que atuou em investigações sobre o doleiro desde o início dos anos 2000, para iniciar a negociação sobre uma possível delação. O encontro foi visto como desastroso para o investigado, já que evitou assumir responsabilidade e citou uma atuação tímida no esquema. Seus dois sócios conseguiram negociar, por conta própria, suas delações com a Procuradoria. As negociações com Messer foram interrompidas quando uma escuta telefônica flagrou um operador financeiro comentando, 20 dias antes da Operação Câmbio, Desligo, a iminência da prisão do doleiro.

Dario ficou um mês foragido. As investigações apontam que ele contou com o apoio do ex-presidente paraguaio em sua fuga da polícia. Ele acabou detido isolado, após a colaboração premiada de seus dois sócios, uma funcionária, três filhos e a ex-mulher.

*Folhapress


O município de Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), completou, no último dia 11 de agosto, dois anos sem morte provocada por arma de fogo, segundo informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-BA). Nesse período, o único registro de crime contra a vida foi um homicídio praticado em janeiro deste ano, com um pedaço de garrafa de vidro.

Ações integradas do 3º Pelotão da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM/Candeias), da 17ª Delegacia Territorial (DT) de Madre de Deus e do Departamento de Repressão e Combate ao Crime Organizado (Draco) apreenderam 25 armas de fogo no mesmo período. Entre elas, submetralhadoras, espingardas, pistolas e revólveres.

“Fechamos o cerco, diariamente, contra o tráfico de drogas na região. A equipe do 3º Pelotão, comandada pelo tenente São Pedro, promove um trabalho incansável”, enfatizou o comandante da 10ª CIPM, major Washington Silva Costa.

A delegada Marcele Guerra, titular da 17ª DT, destacou o trabalho conjunto e o combate incisivo contra as facções. “Estamos a todo momento trocando informações com a 10ª CIPM e com o Draco. Nenhuma movimentação de criminosos passa despercebida. Quando acontece, rapidamente respondemos”, completou.


Começou nesta segunda-feira (17) o Período Letivo Extraordinário 2019.2 da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs). “Estamos retomando as atividades de ensino de graduação, em caráter emergencial, por meio de mediação tecnológica e estudos dirigidos. Este é um dos caminhos encontrados, objetivando proteger a vida dos discentes, funcionários e docentes, diante do contexto de excepcionalidade causado pela pandemia do novo coronavírus”, afirmou a pró-reitora de Graduação, Fabiana Bertoni.

Às vésperas do início das atividades letivas, foram contabilizadas mais de 3.500 matrículas em 172 disciplinas, além do grande envolvimento da comunidade interna e externa nas atividades de extensão oferecidas. “Um grande momento na história de nossa Uefs, resultado do empenho de toda nossa comunidade”, considerou a pró-reitora de Gradução.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a realização de testes, na Bahia e em mais 6 estados brasileiros, de uma vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela empresa Janssen-Cilag Farmacêutica.

O ensaio clínico aprovado é um estudo fase 3, que vai avaliar a eficácia e segurança da Ad26.COV2.S, como é denominado o imunizante, em um grande grupo de pessoas.

Os testes serão feitos com uma dose única da vacina ou placebo. Eles preveem a inclusão de até 60 mil voluntários, com 18 anos ou mais, sendo 7 mil no Brasil, distribuídos pelos estados do Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

O estudo é randomizado, duplo cego e controlado por placebo. De acordo com a agência reguladora, a vacina é composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do vírus SARS-CoV2.

Este é o quarto estudo de vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa no Brasil. No dia 2 de junho, a Agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford, no Reino Unido. Em 3 de julho, o da vacina desenvolvida pela empresa Sinovac Research & Development Co. Ltd. em parceria com o Instituto Butantan. Já em 21 de julho, foi a vez das vacinas desenvolvidas pela BioNTech e Wyeth/Pfizer.


Um pedido de extensão do prazo de carência no pagamento de mensalidade,  para 12 meses, em favor dos vendedores ambulantes que vão se instalar no Centro Comercial Popular (Shopping Popular), está em análise no Ministério Público. A informação é do autor da proposta, vereador Edvaldo Lima (MDB).  Em pronunciamento na sessão desta segunda-feira (17) da Câmara, ele disse que aguarda com expectativa uma resposta do MP ou do secretário de Trabalho, Turismo e Desenvolvimento Econômico, Antonio Carlos Borges Júnior, que tambem tem conhecimento da sugestão. Aumentar o prazo de carência para pagamento do valor referente a despesas mensais de aluguel e outras que são compartilhadas, a exemplo de condomínio, é uma reivindicação dos futuros locatários do Shopping Popular. Edvaldo Lima entende que a medida é importante, para que os ambulantes “possam se ajeitar” – adaptar-se ao novo espaço de trabalho.


O tio suspeito de estuprar e engravidar a sobrinha dele, de dez anos, foi preso na cidade de Betim, em Minas Gerais, na madrugada desta terça-feira (18). Segundo informações da TV Gazeta, o suspeito havia fugido para a Bahia antes de ir para Minas, onde foi detido. O crime que chocou o país e gerou repercussão ocorreu na cidade de São Mateus, no Espírito Santo.

No Twitter, o governador do ES, Renato Casagrande (PSB) confirmou a prisão do suspeito. “A nossa polícia efetuou nesta madrugada a prisão do estuprador da menina violentada no interior do ES. Que sirva de lição para quem insiste em praticar um crime brutal, cruel e inaceitável dessa natureza. Detalhes da operação serão repassadas pela equipe segurança ainda hoje”, afirmou.

No último dia 8 de agosto foi descoberto que a menina de dez anos estava grávida após sofrer abusos sexuais. Os crimes ocorreram durante quatro anos e o principal suspeito é um tio da vítima. Por causa da gravidade da situação e por a vítima correr risco de morte com a gravidez, a Justiça autorizou que fosse realizado o aborto.

Sob protestos de grupos religiosos e defesa de grupos feministas, o procedimento foi feito em um hospital de Recife. O paradeiro da criança foi descoberto após a militante bolsonarista Sara Giromini, conhecida como Sara Winter, revelar a identidade da vítima e o local em que ela iria fazer o procedimento médico.

Informações Varela Notícias