Três presos do regime fechado do Conjunto Penal de Feira de Santana fugiram da unidade na madrugada desta terça-feira (25). A informação foi confirmada ao Acorda Cidade pelo diretor do presídio, Capitão Allan Araújo.
Segundo ele, Fabrício Santos do Nascimento, o FB, de 27 anos, Johnatan de Souza Barbosa, o Poli ou John, 33, e Tiago de Jesus Santana, 29, são presos condenados e considerados de alta periculosidade. Os três cumprem pena por assalto.
“São três indivíduos perigosos, envolvidos também com o tráfico e homicídios na cidade, que conseguiram empreender fuga. Ainda estamos apurando como eles conseguiram escapar do cerco policial montado aqui na segurança perimetral da unidade. O que nós sabemos, até o momento, é que houve um apoio externo, inclusive, tentaram contra a vida de um policial militar que estava de serviço, e eles conseguiram transpor fuga e pular o muro. Eles são presos condenados, do regime fechado. Com certeza as polícias Civil e Militar vão se empenhar na captura desses indivíduos”, informou o diretor.
Uma adolescente de 16 anos foi estuprada por pelo menos 30 homens em quarto de hotel na cidade turística de Eilat, em Israel. O crime bárbaro aconteceu no dia 14 de agosto, mas veio a público só nesta semana. Dois homens já foram presos.
A jovem passava férias no local e estava alcoolizada no momento dos abusos. Os agressores formaram uma fila na porta do quarto e se revezavam para violentar a menina. Câmeras de segurança do hotel registraram o grupo de homens do lado de fora do quarto.
A jovem relatou que estava em uma festa com amigos quando saiu do local para usar o banheiro de um quarto do hotel.
A vítima contou à polícia que, após o crime, um dos abusadores teria entrado em contato com ela afirmando que toda a ação foi filmada. A intenção dele era ameaçar para que a menina ficasse em silêncio.
Devido à brutalidade e repercussão do crime, a polícia criou uma força tarefa especial para investigar o caso. O crime segue em segredo de Justiça.
Entre os detidos está o homem que entrou em contato com a menina. A defesa dele nega que ele tenha participado do crime. Já a advogada do outro preso alegou que ele “tinha medo” dos outros estupradores e que não pôde impedir os abusos.
A Justiça do Paraguai concedeu liberdade nesta segunda-feira (24) a Ronaldinho Gaúcho, que estava em prisão domiciliar. O ex-jogador da seleção brasileira poderá retornar ao Brasil após cinco meses de privação da liberdade no país vizinho por tentar ingressar com passaporte adulterado.
O juiz Gustavo Amarilla aceitou uma “suspensão condicional” das acusações contra o ex-jogador, concordando com solicitação apresentada pela procuradoria no início do mês.
Roberto de Assis Moreira, irmão e empresário de Ronaldinho, recebeu uma condenação de 2 anos em suspenso, e ambos poderão deixar o Paraguai sob determinadas condições.
Desde o início da pandemia, 226 profissionais de saúde morreram e outros 257 mil foram infectados pelo novo coronavírus. O balanço foi apresentado pelo Ministério da Saúde em entrevista coletiva hoje (24).
Entre as mortes em decorrência da covid-19, as categorias mais vitimadas foram técnicos e auxiliares de enfermagem (38,5%), médicos (21,7%) e enfermeiros (15,9%). Já entre os casos, os mais atingidos foram técnicos e auxiliares de enfermagem (34,4%), enfermeiros (14,5%), médicos (10,7%) e agentes comunitários de saúde (4,9%).
Os gestores do Ministério da Saúde também apresentaram um balanço sobre o programa Brasil Conta Comigo, criado para cadastrar profissionais de saúde e reforçar equipes de atendimento nos estados e municípios.
De acordo com os dados do órgão, foram cadastrados mais de 1 milhão de trabalhadores da área de saúde. Destes, 468 foram contratados pelo governo federal para envio a estados. Outros 74 mil foram facilitados por meio da disponibilização do cadastro a 10 secretarias estaduais.
Sobre o número de contratações, a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Maya Ribeiro, afirmou que o MS estabeleceu critérios para contratação por parte dos estados, como a definição de casos de morte que justificavam o reforço. “Aqueles que não justificavam a contratação nós oferecemos o cadastro, facilitando a contratação imediata. Que foi o que aconteceu com 10 estados, sendo que isso resultou em 74 mil profissionais que já haviam sido capacitados”, destacou.
O secretário executivo do Ministério, Élcio Franco, acrescentou que foram repassados recursos a estados e municípios e que é atribuição destes entes federativos “aparelharem sua situação e contratarem profissionais”.
A pandemia do coronavírus é motivo para o cancelamento de muitos compromissos trabalhistas, o que é perfeitamente normal, mas e quando o local de trabalho oferece meios para continuar exercendo sua função com total segurança? Na Câmara dos Deputados, por exemplo, apesar de implementação de medidas para evitar que o parlamentar se dirija até Brasília, dois deputados federais com mandato pela Bahia não apresentaram sequer um projeto de lei ainda este ano.
Conforme levantamento feito pelo Metro1, os parlamentares Abílio Santana (PL) e Sérgio Brito (PSD) não propuseram nada e relaram nenhuma proposta em 2020. Devido à pandemia, a Câmara publicou uma nova instrução normativa liberando a apresentação de proposições e documentos legislativos remotamente e proibiu a entrega presencial de documentos, enquanto perdurarem as medidas de isolamento social.
Como a pandemia não é justificativa, tiveram deputados baianos que já propuseram mais de 300 projetos, como é o caso de Valmir Assunção (PT). E também exemplo como o de Dr. João, que assumiu a cadeira em maio deste ano após licença de Tito (Avante), e já contabiliza três propostas legislativas.
Tanto Abílio como Brito não tiveram interrupções dos mandatos este ano. Brito foi secretário de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia entre fevereiro e novembro de 2019.
Na Bahia, nas últimas 24 horas, foram registrados 1.158 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,5%) e 1.433 curados (+0,7%). Dos 237.208 casos confirmados desde o início da pandemia, 219.941 já são considerados curados e 12.286 encontram-se ativos. A base de dados completa dos casos suspeitos, descartados, confirmados e óbitos relacionados ao coronavírus está disponível no Business Intelligence.
Para fins estatísticos, a vigilância epidemiológica estadual considera um paciente recuperado após 14 dias do início dos sintomas da Covid-19. Já os casos ativos são resultado do seguinte cálculo: número de casos totais, menos os óbitos, menos os recuperados. Os cálculos são realizados de modo automático.
Os casos confirmados ocorreram em 413 municípios baianos, com maior proporção em Salvador (31,49%). Os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes foram: Almadina (4.941,43), Dário Meira (4.547,15), Salinas da Margarida (4.257,36), Itapé (4.189,02) e Ibirataia (4.120,95).
O boletim epidemiológico contabiliza ainda 440.173 casos descartados e 84.172 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17h desta segunda-feira (24).
Na Bahia, 18.929 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19.
A taxa de guincho cobrada pela empresa credenciada junto a Superintendência Municipal de Trânsito, no valor de R$ 250 por automóvel transportado para o pátio, será alvo de um projeto de lei de autoria do vereador Zé Filé (PSD). O objetivo é ajusta-la para valor proporcional a quantidade de veículos conduzidos a cada “viagem” ao local de guarda.
“O motorista do guincho espera lotar o equipamento para depois conduzir vários carros ao pátio e cobrar a taxa máxima de cada um, como se estivesse levando um automóvel só. Assim fica fácil, pois os donos dos pátios e dos guinchos estão enriquecendo”.
Na opinião do vereador, se a viagem custa R$ 250, este valor deve ser divido pela quantidade de veículos levados pelo guincho e não cada um pagar a taxa integral. Ele conclama aos colegas que atentem para o fato e aprovem o projeto, visto que é “para o benefício do povo”. No caso de motocicletas, se uma viagem do guincho custa R$ 150 e o equipamento estiver com 10 veículos desse tipo, por exemplo, cada proprietário vai pagar R$ 15 pela viagem, em vez do valor máximo por unidade.
Para Zé Filé, uma vez aprovado, o projeto vai coibir a “ganância” dos donos de guincho e de pátio.
“Vamos acabar esse sistema de ganhar dinheiro fácil. Quando o carro é apreendido, o condutor tem que ficar esperando lotar o guincho; paga como se apenas um veículo estivesse sendo transportado e ainda diária cheia pelo uso do pátio, independentemente do tempo que o carro permaneça lá. O meu (ele teve seu automóvel conduzido), por exemplo, ficou pouco mais de 10 minutos e eu tive que pagar o valor total da diária.”
Depois de cinco meses de pandemia da Covid-19, Feira de Santana já atingiu o pico da curva e passa agora por um momento de queda, com redução de 15% dos casos positivos em comparação com a semana anterior.
Segundo a Secretaria de Saúde, através da Vigilância Epidemiológica (VIEP), o pico de contágio foi alcançado na primeira semana de julho com 1.068 casos confirmados. Na última semana do mesmo mês foram registrados 533 casos. Já na terceira semana de agosto foram 386 casos positivos.
De acordo com o painel Epidemiológico da Sesab (Secretaria da Saúde do Estado da Bahia), até esta segunda-feira, 24, a taxa de letalidade do coronavírus no município é 1,75%, que é considerado um índice baixo em comparação com o Brasil (3,2%) e a Bahia (2,08%).
Além da redução da quantidade de casos, o número de solicitações por exames para confirmar a doença e o número de exames com resultados negativos também representam a queda na curva da pandemia. Até o momento, 8.886 exames realizados deram negativo.
A VIEP explica ainda que o número baixo de pessoas aguardando resultados de exames, informado nos boletins diários, também caiu por conta da baixa procura, mesmo com a Vigilância Epidemiológica e unidades de saúde ofertando o exame normalmente.
No momento atual, Feira de Santana tem 8.584 casos confirmados entre o período de 6 de março a 23 de agosto, sendo que 7.369 estão recuperados, o índice representa 85% dos casos.
G1 – Uma pesquisa publicada ontem (23) aponta que alguns remédios para hipertensão (pressão alta) podem ter um efeito benéfico em pacientes que já usam os medicamentos e são infectados pela Covid-19. Pessoas com pressão alta estão entre os grupos que correm mais risco de morrer se forem infectadas pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).
Cientistas da Universidade de East Anglia, no Reino Unido, concluíram que pacientes hipertensos que já usavam remédios que eram do tipo inibidor do sistema renina-angiotensina-aldosterona (RAAS), tiveram menos chances de ser internados na UTI, precisar de suporte de oxigênio (com ou sem ventilação mecânica) e de morrer.
“Nossa pesquisa fornece evidências substanciais para recomendar o uso contínuo desses medicamentos se os pacientes já os estiverem tomando”, explicou o líder do estudo, Vassilios Vassiliou, da Faculdade de Medicina da Universidade de East Anglia.
Para chegar à conclusão sobre o benefício desses medicamentos, os cientistas fizeram uma revisão sistemática e uma análise de 19 estudos já existentes sobre a relação entre o uso deles e a infecção por Covid-19, com informações de mais de 28 mil pessoas.
Esse tipo de estudo revisa, qualifica e analisa outras pesquisas, anteriores, sobre um assunto. Os resultados de uma meta-análise podem incluir uma estimativa mais precisa do efeito de um tratamento ou do fator de risco para uma doença, por exemplo, do que outros resultados individuais. A pesquisa britânica foi publicada no “Current Atherosclerosis Reports”.
“Os pacientes com Covid-19 com pressão alta que estavam tomando medicamentos inibidores do RAAS tinham 0,67 vezes menos probabilidade de ter um resultado crítico ou fatal do que aqueles que não tomavam esses medicamentos”, disse Vassilliou.
Entre os medicamentos classificados como inibidores do RAAS estão a losartana e o captopril.
No estudo, os cientistas explicam que os medicamentos inibidores do RAAS, embora usados principalmente para hipertensão, são indicados também para outros pacientes cardiovasculares, incluindo aqueles com infarto do miocárdio anterior, insuficiência cardíaca, doença cerebrovascular ou doença renal crônica.
“Descobrimos que um a cada três dos pacientes com Covid-19 e com pressão alta e um a cada quatro dos pacientes em geral estavam tomando um medicamentos inibidores do RAAS”, afirmou Vassiliou.
O cientista destaca, entretanto, que o estudo não conseguiu descobrir se o uso dos remédios ajudava no tratamento de pacientes de Covid-19 que não eram tratados com os remédios antes da infecção.
“No entanto, não conseguimos determinar se começar o uso desses comprimidos de forma aguda em pacientes com Covid-19 pode melhorar o prognóstico, já que o mecanismo de ação pode ser diferente”, lembrou.