
A maior parte dos entrevistados em uma pesquisa do PoderData considera o governo Lula pior do que o governo Bolsonaro. O levantamento foi divulgado nesta quarta-feira, 30. Ao todo, 40% acham o atual presidente pior do que o ex-mandatário; 33% acham o petista melhor do que o ex-presidente; e para 24% os governos são iguais.

No recorte por intenção de voto em 2022, 57% dos que votaram em Lula consideram sua gestão superior à de Bolsonaro, enquanto 13% avaliam como pior e 28% dizem ser igual. Entre eleitores de Bolsonaro, 7% preferem o governo atual, 78% acham pior e 14% consideram não haver diferença.
A mesma pesquisa mostra que a reprovação de Luiz Inácio Lula da Silva segue superior à sua aprovação: 53% reprovam o presidente e apenas 42% aprovam. Apesar da baixa aprovação, os números refletem uma melhora na comparação da pesquisa realizada pelo PoderData há dois meses, quando 56% disseram reprovar o governo Lula e 39% aprovavam.
A leve recuperação na avaliação de Lula se deve, em parte, pela recente imposição de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Além de relações comerciais desleais, segundo o republicano, as tarifas se devem à perseguição judicial injusta feita contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A pesquisa também perguntou como as pessoas avaliam o trabalho pessoal de Lula. A avaliação negativa prevalece: 41% acham que Lula tem um desempenho ruim ou péssimo no cargo, e apenas 22% consideram o trabalho ótimo ou bom. Para 34%, o desempenho do petista é regular.
Realizado entre 26 e 28 de julho, o levantamento ouviu 2.500 pessoas do Distrito Federal e de 182 cidades dos 26 Estados. As entrevistas foram realizadas por telefone, utilizando sistema automatizado de resposta, e há margem de erro de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%.
Informações Revista Oeste

Depois de ser detida em território italiano nesta terça-feira, 29, a deputada Carla Zambelli (PL-SP) decidiu requisitar asilo político ao governo da Itália. A informação foi divulgada pela CNN. Carla Zambeli permanece sob custódia em uma delegacia local, aguardando definição sobre os próximos procedimentos.
O pedido de asilo apresentado por Zambelli será analisado pelas autoridades italianas, com decisão baseada sobretudo em critérios políticos. A premiê Giorgia Meloni pode influenciar na avaliação, tornando essa alternativa plausível diante do contexto.
O processo de extradição foi formalmente iniciado em 11 de junho, quando o Ministério da Justiça e Segurança Pública recebeu a documentação encaminhada pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Depois da análise do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, o pedido foi enviado ao Ministério das Relações Exteriores, responsável por remeter o caso à chancelaria italiana.
Com os trâmites diplomáticos já realizados, a decisão sobre os próximos passos fica sob responsabilidade das autoridades italianas. O caso deve ser encaminhado pelo Ministério das Relações Exteriores da Itália ao Ministério da Justiça do país, que, por sua vez, submeterá o pedido ao tribunal competente, responsável por decidir sobre eventual prisão com fins de extradição.
De acordo com informações fornecidas pelo advogado da parlamentar, Fábio Pagnozzi, em entrevista ao Oeste Sem Filtro, Zambelli se apresentou voluntariamente, e a prisão se deu de forma pacífica.
Segundo Pagnozzi, “a prisão ocorreu de forma pacífica. Ela forneceu um endereço. Os policiais foram até lá, ela teve tempo ainda de pegar seus medicamentos, pegar suas roupas”. O advogado reforçou que a deputada optou se apresentar por iniciativa própria, em busca de melhores condições pessoais e médicas, uma vez que sofre de fibromialgia e doença cardíaca.
Informações Revista Oeste

Ondas gigantes e tsunami provocados por um terremoto de magnitude 8,8 no Pacífico atingiram regiões na Rússia, no Japão e no Havaí e espalham alertas ao longo de diversas costas nesta quarta-feira, 30. O abalo sísmico ocorreu próximo à Península de Kamchatka, no extremo leste russo, com epicentro a cerca de 100 quilômetros do litoral e profundidade de 19,3 quilômetros, segundo o Serviço Geológico dos EUA.
As consequências do terremoto chegaram rapidamente às cidades costeiras russas. Severo-Kurilsk, principal área urbana das Ilhas Curilas, recebeu a primeira onda do tsunami, que ultrapassou 6 metros de altura. O governador local, Valeri Limarenko, informou que os moradores permaneceram seguros em zonas elevadas até o fim da ameaça.
Segundo o Instituto de Oceanologia da Rússia, algumas áreas registraram ondas de alturas que variam entre 10 e 15 metros. Quatro grandes ondulações atingiram Severo-Kurilsk, de acordo com o prefeito Alexander Ovsiannikov, que relatou avanço do mar até 200 metros terra adentro. Autoridades decretaram estado de emergência nas Ilhas Curilas.
No Japão, quase 2 milhões de pessoas foram obrigadas a evacuar locais. O secretário-chefe de gabinete, Yoshimasa Hayashi, afirmou que “as ondas podem permanecer altas por pelo menos um dia” e orientou os deslocados a seguirem as recomendações das autoridades. A maior onda registrada, de 1,3 metro, atingiu Kuji, porto na costa de Honshu.

No Havaí, o governador Josh Green anunciou o cancelamento de voos em Maui por precaução. “Até agora, tudo está indo bem”, disse Green, em coletiva na qual afirmou que os efeitos do tsunami poderiam demorar horas. Em Honolulu, sirenes soaram, e moradores buscaram áreas seguras. A água recuou entre 6 e 9 metros no Porto de Haleiwa, em Oahu.
Kahului, em Maui, registrou a maior onda havaiana, com 1,75 metro de altura, segundo o Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico. O órgão informou risco de danos em todas as ilhas. Ao mesmo tempo, a China emitiu alerta para Xangai e Zhejiang, regiões que podem ter ondas de até 1 metro.
Na América do Norte, alertas de tsunami se estenderam do Alasca até a Califórnia, na costa leste dos Estados Unidos. Ondas iniciais de 1,47 metro atingiram a Califórnia por volta de 1h local, segundo a NOAA. A costa de Washington também foi afetada, e as autoridades pediram para a população se afastar do mar.
No Oregon, o Departamento de Gestão de Emergências orientou a população a evitar praias e portos. “Este não é um grande tsunami, mas correntes perigosas e ondas fortes podem representar um risco para aqueles que estão perto da água”, explicou o órgão. O alerta também cobre a Colúmbia Britânica, no Canadá, e parte do Alasca.
O Centro de Alerta de Tsunami do Pacífico informou que ondas entre 1 e 3 metros são possíveis em costas do Chile, da Costa Rica e de ilhas do Pacífico. No Equador, foi ordenada a retirada preventiva nas Ilhas Galápagos, a mil quilômetros do continente, por risco de ondas de até 1 metro.
Colômbia e México também acionaram protocolos de evacuação em áreas costeiras. O Chile aguardava a chegada de ondas na Ilha de Páscoa, enquanto Guatemala, Costa Rica, El Salvador e Panamá recomendaram evitar atividades aquáticas em zonas de risco.
Informações Revista Oeste

Fontes do Ministério da Justiça e Segurança Pública confirmaram que a pasta recebeu em 11 de junho a documentação enviada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) referente ao pedido de extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).
Depois do recebimento, o Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, órgão vinculado ao ministério, verificou a conformidade do pedido com o tratado bilateral de extradição firmado entre Brasil e Itália. O tratado foi promulgado pelo Decreto nº 863, de 9 de julho de 1993.
Conforme os trâmites descritos pelas fontes, a pasta encaminhou o pedido de extradição ao Ministério das Relações Exteriores, que o remeteu à chancelaria italiana pela via diplomática. Na sequência, o governo italiano seguiu os procedimentos previstos em sua legislação.
Segundo o informe, incumbe à chancelaria mandar o caso à autoridade central do país, o Ministério da Justiça da Itália. A partir daí, o processo foi enviado ao tribunal competente, que decidirá sobre a eventual prisão para fins de extradição.
De acordo com o Código de Processo Penal Italiano, o julgamento sobre o pedido de extradição será realizado em instância judicial. Uma vez julgado procedente o pedido de extradição, as autoridades italianas deliberarão sobre a entrega da extraditanda, conforme a norma penal do país.
O Ministério da Justiça divulgou nesta terça-feira, 29, uma nota oficial que confirma a prisão de Zambelli na Itália, na qual afirma que as autoridades italianas prenderam “uma brasileira que se encontrava foragida no país”, sem citar nomes.
A ação foi realizada pelas autoridades italianas em Roma, com base em uma operação conjunta entre a Polícia Federal brasileira, a Interpol e agências de segurança da Itália. A atuação ocorreu por meio da Adidância Policial em Roma, unidade responsável por representar a PF no exterior.

Segundo o comunicado, “a presa era procurada por crimes praticados no Brasil e será submetida ao processo de extradição, conforme os trâmites previstos na legislação italiana e nos acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário”.
Informações Revista Oeste

A polícia da Itália prendeu a deputada federal Carla Zambelli (PL-SP), nesta terça-feira, 29.
Conforme pessoas próximas da congressista, ela decidiu se entregar.
Nas redes sociais, contudo, o parlamentar italiano Angelo Bonelli disse ter comunicado às autoridades sobre o paradeiro de Carla.
A parlamentar está afastada desde 29 de maio, quando pediu a primeira licença para tratamento de saúde. Depois, Zambelli solicitou mais 120 dias para “tratar de interesse particular”.
Em atualização

O Ambulatório de Saúde da Mulher de Feira de Santana encerrou, nesta segunda-feira (28), a primeira etapa do Mutirão de Planejamento Familiar de 2025, com a inserção de métodos contraceptivos de longa duração. Ao todo, 200 mulheres foram beneficiadas nesta fase, que contemplou pacientes agendadas pelas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e pelo próprio ambulatório, mediante apresentação de documentos pessoais, cartão do SUS e contato atualizado.
O médico Edson Brito, responsável pelo atendimento do programa, destacou a importância do mutirão para a autonomia das mulheres. “Realizamos essa etapa com sucesso. Conseguimos atender um número expressivo de pacientes que buscavam métodos contraceptivos eficazes. Foram inseridos o Implanon, o DIU de cobre e o DIU Mirena em todas as que solicitaram. Essa foi apenas a primeira etapa do ano”, afirmou o especialista.
Segundo Aline Bastos, coordenadora do ambulatório, o espaço oferece uma assistência ampla em saúde feminina, com serviços que vão desde consultas ginecológicas e exames preventivos até encaminhamentos cirúrgicos, conforme diagnóstico. Também são disponibilizados atendimentos de fisioterapia pélvica, endocrinologia, nutrição e equipe multiprofissional. Na área de saúde mental, há suporte psicológico, psiquiátrico e neurológico.
“Oferecemos um ambiente climatizado, acolhedor e com atendimento humanizado. Além disso, implantamos recentemente o exame ecofetal, essencial para o acompanhamento do pré-natal de alto risco”, ressaltou Aline. Ela informou ainda que novas especialidades, como odontologia, também serão incorporadas à rotina de atendimento. “Realizamos acompanhamento completo e gratuito pelo SUS, com encaminhamentos para tratamentos específicos, como nos casos de adenomiose e endometriose, que estão entre as demandas mais recorrentes.”
O público atendido nesta primeira fase foi majoritariamente formado por jovens com idades entre 17 e 21 anos. Uma delas foi Sabrina Kelly Lima de Souza, de 17 anos, que escolheu o Implanon por orientação médica. “É a primeira vez que vou usar um contraceptivo. Escolhi o Implanon por ser seguro, de aplicação rápida e com duração de três anos”, contou.
Já a estudante de Direito Ana Beatriz, de 21 anos, moradora do Conjunto Feira VII, destacou a praticidade do método. “Estou ansiosa. Já uso comprimidos há algum tempo, mas a ideia de não precisar me preocupar por um bom período é um alívio. Ainda sou muito nova para lidar com uma gravidez não planejada”, disse.

No último fim de semana – sábado (26) e domingo (27), e também ontem (28), durante o Cidade Jardim Festival, que aconteceu no município de São Gonçalo dos Campos, a OAB Subseção Feira de Santana, através da Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres, realizou ações diversas, durante os três dias, em conjunto com a Ronda Maria da Penha, a ONG “Eu Sou Todas as Mulheres”, a Polícia Civil e a 67° CIPM. Esses órgãos envolvidos tinham o mesmo intuito: alertar e conscientizar todos os presentes no evento do município próximo a Feira de Santana sobre a importância do combate à violência contra as meninas e as mulheres e o respeito devido a elas.
“Estivemos, durante os dias do festival, conversando com as pessoas, entregando material educativo, informando contatos necessários e buscando agir de forma que a festa ocorresse com segurança e muito respeito para todas as meninas e mulheres”, declara Esmeralda Halana, presidente da comissão.
Ainda, a presidente da OAB Subseção Feira de Santana, Lorena Peixoto, frisa que a OAB Feira, ao participar de um evento como este, “ratifica a função social da OAB em promover ações de sensibilidade e de combate a todo e qualquer tipo de violência, especialmente contra meninas e mulheres”.
Essa não foi a primeira vez que a Comissão em Defesa dos Direitos das Mulheres da OAB Feira participou do evento. As integrantes também realizaram a ação no ano passado. Vale ressaltar que nesta segunda (28), São Gonçalo comemorou 141 anos de emancipação. Mais informações no Instagram @oabmulherfsa.





Manu Pilger, Mestra em Comunicação pela UFRB
Outro dia, estava no salão esse santuário de espelhos, escovas e confidências involuntárias quando duas mulheres engataram uma conversa animada sobre a separação de uma influenciadora digital. Sim, aquela que coleciona milhões de seguidores, filtros e likes. Eu, ali sentada, esperando minha vez, fui ouvindo. Primeiro, achei curioso. Depois, engraçado. Em seguida, irônico. E, por fim, francamente preocupante.
Elas debatiam, com uma intensidade digna de debate político, o valor da pensão dos filhos da influenciadora, a disputa pela guarda, os rumores sobre um possível novo affair… Era como se fossem tias íntimas da moça, confidentes de longas datas, embora jamais tivessem cruzado com ela nem na fila do supermercado.
A cena me fez pensar nesse fenômeno que a cultura digital vem promovendo: uma aproximação que, ao invés de aproximar pessoas, parece nos afastar de nós mesmos. Estamos nos tornando especialistas em vidas que não são nossas, torcedores fervorosos de casais que nem sabem da nossa existência, estudiosos da dor alheia, enquanto a nossa própria vida segue, às vezes, à deriva. É como se estivéssemos trocando o protagonismo pela plateia. Vivendo não a nossa história, mas capítulos aleatórios da novela dos outros. A separação da influenciadora vira pauta quente, e nossa própria solitude, nossos silêncios, nossa rotina isso tudo é varrido para debaixo do tapete emocional.
Mais assustador ainda é perceber que muita gente consome essa vitrine digital como se fosse realidade pura, quando, na verdade, grande parte é roteiro bem ensaiado. A influenciadora sofre, chora, mas entre um stories e outro, está vendendo aquele colágeno milagroso, aquele suplemento que promete energia e aquele livro de autoajuda que ela mal teve tempo de folhear.
É tudo um grande espetáculo. E nós, na plateia, pagamos ingresso com nossa atenção, nosso tempo, e por vezes, com nossa própria sanidade. Porque quanto mais nos envolvemos com a vida do outro, mais desatentos ficamos com a nossa.
A pergunta que fica é: até onde vamos com tudo isso? Vamos continuar vivendo a novela digital da semana ou teremos coragem de assumir o roteiro da nossa própria história? Essa obsessão cibernética, que começa como distração e termina como vício, é o novo vício silencioso do século.Não sei se isso vai passar ou se veio para ficar. Só sei que talvez seja hora de, ao menos, sair do salão com algo mais do que um novo corte de cabelo. Quem sabe com um novo olhar sobre nós mesmos.

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil
Por: Metro1 no dia 29 de julho de 2025 às 09:53
O governo Lula (PT) avalia acabar com a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da carteira de motorista. O ministro dos Transportes, Renan Filho, revelou que as aulas podem passar a ser facultativas e que a medida faz parte de um plano para reduzir o custo e as exigências para a emissão da CNH.
“O Brasil é um dos poucos países no mundo que obriga o sujeito a fazer um número de horas-aula para fazer uma prova”, disse o ministro. “A autoescola vai permanecer, mas ao invés de ser obrigatória, ela pode ser facultativa.”
Em entrevista à Folha de Sp, o ministro explicou que, se a proposta for adiante, o candidato poderá aprender a dirigir de outras formas e precisará ser aprovado nos exames técnico e prático para obter a CNH, mas não terá que cumprir uma carga horária mínima nas autoescolas.
Informações Metro1

O governo Lula enfrenta dificuldades para estabelecer diálogo direto com a Casa Branca depois do anúncio de tarifas de 50% sobre produtos nacionais exportados aos Estados Unidos, previsto para entrar em vigor na sexta-feira, 1º. De acordo com informações do g1, interlocutores do Planalto afirmam que uma conversa entre Lula e Donald Trump só será realizada se houver atendimento direto por parte do líder norte-americano.
Em 9 de julho, Trump enviou uma carta a Lula comunicando a imposição das novas tarifas, justificando a medida com razões políticas e comerciais. No dia 23, o presidente dos EUA reiterou que os países com relações consideradas insatisfatórias, entre eles o Brasil, seriam alvo da tarifa de 50% como forma de pressionar por maior abertura de mercado. O secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, confirmou no domingo 27, que as tarifas serão aplicadas sem prorrogação a partir de sexta-feira, 1º.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, desembarcou nos EUA no domingo, oficialmente para compromissos na ONU, em Nova York, ligados à pauta palestina. Vieira pode ir a Washington se a Casa Branca der um sinal positivo.
Segundo a Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham Brasil), aproximadamente 10 mil empresas brasileiras exportadoras podem ser impactadas pelo aumento das tarifas, o que afeta cerca de 3,2 milhões de empregos no país. O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB-SP) destacou que multinacionais como General Motors, Johnson & Johnson e Caterpillar, com operações no Brasil, também sofrerão prejuízos com a medida.
“Nós queremos todo mundo unido para resolver essa questão”, afirmou Alckmin. “E as empresas têm um papel importante, tanto as brasileiras, que, aliás tem empresa brasileira que tem indústria nos Estados Unidos, quanto as empresas norte-americanas. A General Motors comemorou esse ano, participei do seu centenário no Brasil. A Johnson & Johnson tem 90 anos, a Caterpillar tem 70 anos, muitas delas exportam para os Estados Unidos.”
Informações Revista Oeste