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Os líderes do G7, grupo de países que reúne sete das maiores economias do planeta, oficializaram neste domingo (13) a promessa de doar um total de 2 bilhões de doses de vacina contra a covid-19 para países pobres e em desenvolvimento, sendo 1 bilhão distribuídas até o final de 2022.

O compromisso consta na declaração final do encontro de cúpula, ocorrido na Baía de Carbis, na Cornualha, sudoeste do Reino Unido. O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. A reunião do G7 começou na última sexta-feira (11) e terminou hoje.

“Tenho o prazer de anunciar que os líderes do G7 prometeram mais de 1 bilhão de doses para os países mais pobres do mundo – outro grande passo para vacinar o mundo”, afirmou o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, anfitrião do encontro, em postagem nas redes sociais.

Agência Brasil


Foto: Elói Corrêa/GOVBA

A Bahia registrou, nas últimas 24 horas, 2.005 casos de coronavírus e 88 mortes em decorrência da Covid-19, segundo boletim divulgado neste domingo (13) pela Secretaria de Saúde do Estado (Sesab). Ao todo, a Bahia tem 1.064.747 casos confirmados e 22.513 óbitos desde o início da pandemia.

A faixa etária mais acometida pelo vírus foi a de 30 a 39 anos, representando 23,59% do total. Por outro lado, os dados indicam que as pessoas entre 40 e 49 anos têm mais risco de adoecer, de acord com o alto coeficiente de incidência (11.708,98/100 mil habitantes).

No estado, dos 1.588 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto disponíveis do Sistema Único de Saúde (SUS) exclusivos para coronavírus, 1.325 possuem pacientes internados, o que representa uma taxa de ocupação de 83%. Vale lembrar que o número de leitos é flutuante, representando o quantitativo exato de vagas disponíveis no dia.

Metro1


A Embasa informa que será preciso suspender o abastecimento de água no próximo dia 15, a partir da 7h, em algumas bairros de Feira de Santana, para o entroncamento de novas rede distribuidoras.

Os serviços, que ocorrerão em duas regiões diferentes da cidade, tem como objetivos promover melhorias no abastecimento na região norte e ampliar o fornecimento de água no Setor Tomba, dentro das obras de ampliação do Sistema Integrado de Abastecimento de Feira de Santana.

Bairros onde ocorrerá a suspensão no abastecimento: Mangabeira, Conceição, Caseb, Conjunto Feira V, Conjunto ACM e a localidade de Lagoa das Pedras, Muchila, Feira X, Jussara, Vila Olimpia, Expansão Feira IX, Feira IX e Nova Esperança.

Os serviços deverão ser concluídos no início da noite da própria quinta-feira, quando o abastecimento será retomado gradativamente, com completa normalização em até 24h.

Assessoria de Comunicação da Embasa


Em suas redes sociais, presidente voltou a falar sobre a imunização contra a Covid-19

Novo lote de insumos para produção de vacinas chegou ao Brasil neste sábado Foto: Freepik

O presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais, neste domingo (13), para celebrar a chegada ao Brasil de insumos para a produção de vacinas contra a Covid-19. Em uma publicação nas redes sociais, ele também falou sobre a chegada de outros imunizantes e lembrou que o Brasil é o quarto país que mas vacina no mundo.

O novo lote de Insumos Farmacêuticos Ativo (IFA) desembarcou neste sábado (12) no Rio de Janeiro e será utilizado para a fabricação de 6 milhões de doses de vacina.

Leia o que disse o presidente:

1.1- Desembarcou na noite de ontem (12), no aeroporto do Galeão, Rio de Janeiro, um novo lote de Insumos Farmacêuticos Ativo (IFA) para a produção de novas vacinas contra o covid da AstraZeneca/Fiocruz 

1.2- O mencionado será suficiente para produzir, aproximadamente, 6 milhões de doses do imunizante. A nova remessa garante ainda o cumprimento do cronograma de entregas ao Ministério da Saúde, pela Fiocruz, até 10 de julho.

2.1- Para acelerar a vacinação do covid no Brasil, o Ministério da Saúde conseguiu antecipar mais de 3 milhões de doses do imunizante da Janssen, que devem chegar na próxima semana.

.2- Além disso, o valor do contrato reduziu em 25%, resultando em uma economia para o País de mais de R$ 480 milhões. Só serão pagas apenas as doses efetivamente aplicadas. São mais de 600 milhões de doses contratadas até então.

2.3- Mais de 109 milhões de doses distribuídas a todos os estados do Brasil. O país é o quarto que mais vacina no mundo. . Assinado contrato de transferência de tecnologia para produção nacional da AstraZeneca pela FioCruz.

Informações Pleno News


Expectativa é que cheguem cerca de 11 mil estrangeiros ao Japão para o evento

Com aumento de mortes, Olimpíada com pandemia assusta cidadãos de Tóquio Foto: Divulgação

A Olimpíada de Tóquio se aproxima e os moradores da capital japonesa estão assustados. A nova onda de contaminação pela Covid-19, com o aumento do número de mortes comparado à lentidão das campanhas de vacinação, é o motivo. Ainda mais com a iminente chegada de 11 mil estrangeiros ao país.

A reportagem do Estadão andou pelos bairros e ruas de Tóquio, nas proximidades das arenas esportivas dos Jogos e centros comerciais da cidade para flagrar o comportamento dos japoneses comuns com a aproximação do grande evento. Constatou a enorme preocupação com a ‘invasão’ de atletas e membros de delegações de outros países.

Há um sentimento forte de que os Jogos Olímpicos deveriam ser cancelados. As ruas não estão como antes. Nem as empresas, os restaurantes e os parques da cidade. Estão mais vazias e tristes O transporte público reduz o número de ônibus, metrôs e trens nos fins de semana para forçar o cidadão da capital a ficar em casa. Tudo por causa da pandemia. Há muito medo no ar.

Um recorrente aumento da epidemia está colocando a opinião pública contra a realização dos Jogos. A capital e outras nove províncias estão em estado de emergência. Os governos do Japão e de Tóquio, no entanto, aceitam o desafio de realizar o evento para, segundo o Comitê Organizador, “iniciar a vitória sobre o vírus a partir da conformidade e do respeito ao próximo”, valores presentes na cultura japonesa.

Na teoria, isso é lindo. Na prática, o cidadão comum, que depende do sistema de saúde público, vê a aproximação dos Jogos com reticência. Por causa das novas variantes do vírus, a epidemia que parecia estar controlada no fim do inverno (fevereiro), volta a crescer. A média diária de casos é de cinco mil novos contaminados em todo o país, sendo 700 na capital japonesa, que já está enfeitada para a competição, cuja abertura está marcada para 23 de julho.

O clima é de muita desconfiança.

Pesquisas de opinião mostram que posições contrárias à competição agora são de 60% a 65%, no momento em que mobilizações contra sua realização ganham força nas mídias sociais e em locais movimentados como Shibuya e Shinjuku. Manifestações e abaixo-assinados são cada vez mais frequentes pedindo o cancelamento da Olimpíada. Jornais locais, como Japan Times e Asahi Shimbun, têm revelado pesquisas em diversos segmentos da sociedade.

Os empresários japoneses defendem que os Jogos devem ser adiados (32%) ou cancelados (37%). O clamor dos populares segue na mesma linha. Cerca de 43% das pessoas pedem o cancelamento da Olimpíada e 40%, o seu adiamento. No geral, 65% das pessoas não aprovam a disputa. O COI e o Comitê Olímpico Local não admitem nem uma coisa nem outra.

O adiamento dos Jogos elevou seu custo de US$ 12,6 bilhões (cerca de R$ 66,4 bilhões) para US$ 15,4 bilhões (aproximadamente R$ 80,6 bilhões). O valor é US$ 2,8 bilhões (R$ 14,5 bilhões) superior, sendo que a ausência de turistas não trará dividendos ao Japão. Os Jogos do Rio-2016 custaram US$ 13,2 bilhões (cerca de R$ 43,3 bilhões).

DIVISÃO
Daiki Kino, de 42 anos, estava ensinando sua filha a engatinhar no gramado próximo à praça dos monumentos olímpicos, que inclui a pira olímpica de Tóquio-1964. Ele concorda com a decisão de executar o plano inicial.

– Gostaria que a Olimpíada fosse realizada. Não é necessário cancelar se fizerem com menos espectadores. Grandes estruturas foram construídas e renovadas e seria um desperdício ter de cancelar tudo – comentou.

Na ensolarada tarde de um domingo de maio, Naoki Sakuma, de 58 anos, acompanhado de sua mulher, testava sua câmera ‘mirrorless’ Ele se declara contrário à realização da Olimpíada. Citando o recente recrutamento de enfermeiras para trabalho voluntário nos Jogos, comenta ser impossível realizar um evento deste tamanho devido à atual situação.

– Médicos e enfermeiras são, de verdade, muito importantes para os cidadãos do país. A sociedade não pode ser deixada em segundo plano em detrimento de um evento esportivo mundial – disse.

Ele demonstra apreensão com a atual decisão do governo e do Comitê Olímpico Internacional (COI).

– Seria bom que o evento fosse bem-sucedido, mas no caso de insucesso, a esperança de vencer a pandemia vai diminuir – previu Naoki.

Kyosuke Chikayama, de 38 anos, argumentou que os casos da doença estão aumentando de novo, depois de breve redução no fim de abril.

– Agora eu sou contra – disse.

Amigo de Kyosuke, o australiano Thomas Griffits, de 29 anos, é neutro.

– Para mim, tanto faz. Eu gosto de natação, mas não tenho muito interesse na Olimpíada. E se por causa disso a epidemia aumentar em Tóquio? Será que vale a pena correr o risco? – questionou.

Porém, não faltam razões para que a Olimpíada tenha a simpatia das pessoas. No centro de Shinjuku, Midori Ishii, de 19 anos, pensa no sentimento dos atletas paralímpicos.

– Se eles perderem esta oportunidade, suas condições podem ser agravadas por depressão e talvez eles não tenham nova oportunidade – preocupa-se a jovem.

As pessoas que saem às ruas não desperdiçam a chance de fazer selfies e fotos ao lado dos monumentos olímpicos. Ao pensar em Tóquio, a imagem de uma multidão atravessando o cruzamento agilmente, apressada, logo vem à cabeça. Mas, devido ao estado de emergência, caminhar nas ruas da capital japonesa já não é a experiência efusiva de antes. Bares e restaurantes fecham às oito da noite e não abrem nos fins de semana. Lojas de departamentos tiveram os horários limitados das 10 da manhã às 6 da tarde.

Lugares como o distrito de Ginza, que estariam repletos de gente num domingo de sol, foram flagrados com poucas pessoas e muito espaço entre elas. É até mesmo possível descobrir novos detalhes dos belos passeios públicos dos arredores da estação de Tóquio.

Existem estabelecimentos comerciais noturnos, como os populares bares de hostess (acompanhantes) que não respeitam o estado de emergência, manifestações de grupos que negam a existência da doença e não usam máscaras porque “não há motivos para isso”. Pela constituição japonesa, não há o que proibir nesses casos. A polícia não trata esses grupos ou estabelecimentos como “foras da lei”.

Não há qualquer tipo de repressão nem multas.

*Estadão


Compromisso consta em documento final da reunião de líderes do grupo

vacina Covid-19 Fiocruz.
Foto: Raquel Portugal/FioCruz

Os líderes do G7, grupo de países que reúne sete das maiores economias do planeta, oficializaram neste domingo (13) a promessa de doar um total de 2 bilhões de doses de vacina contra a covid-19 para países pobres e em desenvolvimento, sendo 1 bilhão distribuídas até o final de 2022.

O compromisso consta na declaração finaldo encontro de cúpula, ocorrido na Baía de Carbis, na Cornualha, sudoeste do Reino Unido. O G7 é formado por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido. A reunião do G7 começou na última sexta-feira (11) e terminou hoje.

“Tenho o prazer de anunciar que os líderes do G7 prometeram mais de 1 bilhão de doses para os países mais pobres do mundo – outro grande passo para vacinar o mundo”, afirmou o primeiro-ministro britânico Boris Johnson, anfitrião do encontro, em postagem nas redes sociais.

“Os compromissos totais do G7 desde o início da pandemia preveem um total de mais de 2 bilhões de doses de vacina, com os compromissos desde nosso último encontro em fevereiro de 2021, incluindo aqui na Baía de Carbis, prevendo 1 bilhão de doses no decorrer do próximo ano”, diz o documento oficial da reunião. Ainda não há detalhes sobre quais países serão beneficiados pela doação das vacinas.

Esse volume de vacinas a serem doadas pelo G7 já incluem as 500 milhões de doses anunciadas pelo presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, a serem distribuídas para mais de 90 países.

Além do esforço da doação de vacinas, o documento final do G7 aponta metas para fortalecer ações coletivas de defesa global na área da saúde, incluindo aumento da capacidade de fabricação de vacinas em todos os continentes, melhora dos sistemas de alerta precoce e suporte à ciência na tarefa de encurtar para até 100 dias o ciclo de desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes, tratamentos e testes.

Meio ambiente

Tema central do encontro, ao lado da pandemia, a questão ambiental também foi abordada no documento final do G7. Pelo texto, os países falam em apoiar uma “revolução verde que crie empregos, reduza as emissões com vistas a limitar o aumento das temperaturas globais em 1,5 graus [Celsius]”.

Entre os compromissos, está o de zerar as emissões até 2050, reduzindo pela metade as emissões coletivas até 2030. O documento menciona a necessidade de melhorar o financiamento do clima até 2025 para conservar e proteger pelos menos 30% das terras e oceanos até o final da década.

Comércio

Em relação à economia, o G7 aponta a necessidade de uma reforma do sistema global de comércio, que torne a economia “mais resiliente”, incluindo um novo sistema tributário mundial. Essa proposta, encabeçada principalmente pelos Estados Unidos, tem o objetivo de criar uma alíquota global mínima que as maiores multinacionais, com atuação global, deverão pagar. O objetivo é romper com a lógica de concessões tributárias que essas empresas gozam ao longo de décadas para atuar em determinados países.

Informações Agência Brasil  


Foto: Max Haack

Durante a segunda do movimento “Pela Bahia”, o presidente nacional do Democratas, ACM Neto, endossou neste sábado (12) o coro pelo asfaltamento da BR-030, no trecho que liga as regiões Oeste e Sudoeste do estado. Ele passou no trecho da rodovia em Carinhanha, no Oeste baiano, e afirmou que esta é uma reivindicação antiga da região ao governo federal.

“Eu fiz questão de visitar exatamente esse ponto. Aqui nós temos uma estrada de chão, mas podem crer: é uma BR, a BR-030. Se seguir direto aqui a gente vai dar lá em Feira da Mata e em Cocos. Os asfaltamento dessa br é um sonho antigo dessa região”, afirmou.

ACM Neto frisou que o asfaltamento da região vai beneficiar a produção. “Um projeto super importante para a Bahia, porque facilita a integração do Sudoeste com o Oeste do estado, portanto tendo resultados econômicos para potêncializar a produção, melhorar o escoamento. Nesse momento quero me associar a todos aqueles que reivindicam que governo federal possa, o quanto antes, garantir o asfaltamento da BR-030”, disse.

Neste final de semana, ACM Neto foi ao Sudoeste da Bahia, passando, entre outros pontos, por Guanambi e Caetité. Na primeira edição do “Pela Bahia” ele foi à Chapada Diamantina.


Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal - STF
Foto: Marcello Casal Jr

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou neste domingo (13) um pedido liminar em mandado de segurança ajuizado pela coordenadora-geral do Programa Nacional de Imunizações (PNI) do Ministério da Saúde, Francieli Fontana Fantinato, contra a quebra de sigilos telefônico e telemático aprovada pela comissão parlamentar de inquérito (CPI) do Senado que investiga a pandemia.

Em seu pedido, Francieli alegou que o pedido de quebra de sigilo teria sido baseado em “ilações” e informações desprovidas de comprovação. Além disso, sustentou a servidora pública, ela sequer foi convocada como testemunha pela CPI para esclarecer fatos relativos às suas funções no ministério.

Apesar dos argumentos, Moraes considerou que a quebra de sigilo está entre as atribuições legais da CPI e o requerimento teria sido formulado de maneira fundamentada, tendo sido aprovado seguindo os ritos legislativos estabelecidos.

O despacho do ministro Alexandre de Moraes segue a mesma linha de uma outra decisão, tomanda ontem (12) pelo STF, que também manteve as quebras de sigilos dos ex-ministros da Saúde Eduardo Pazuello, e das Relações Exteriores Ernesto Araújo; bem como da secretária do Ministério da Saúde Mayra Pinheiro. Eles também haviam ingressado com uma ação no STF para invalidar a devassa em suas comunicações pessoais.

Os requerimentos de quebra de sigilos foram aprovados em sessão da CPI ao longo da última semana.

Informações Agência Brasil


Passo histórico encerra governo do primeiro-ministro que ficou mais tempo no comando do país. Nova frente inclui grupos políticos muito diversos. Naftali Bennett é o novo premiê.

Naftali Bennet na sessão do Knesset em que foi confirmado como novo premiê de Israel — Foto: Reuters/Ronen Zvulun

Naftali Bennet na sessão do Knesset em que foi confirmado como novo premiê de Israel — Foto: Reuters/Ronen Zvulun 

Israel inicia, neste domingo (13), uma nova etapa de sua história depois que uma votação no Parlamento ratificou uma “coalizão de mudança” no poder, derrubando o premiê Benjamin Netanyahu. 

O Knesset se reuniu numa sessão especial para que o líder da oposição, o centrista Yair Lapid, e o chefe da direita radical Naftali Bennett apresentassem a equipe do novo governo, que em seguida foi ratificada em votação. Bennet é o novo premiê.

A coalizão é bastante heterogênea, pois inclui: 

  • dois partidos de esquerda;
  • dois partidos de centro;
  • três partidos de direita ;
  • um partido árabe, pela primeira vez num governo de Israel.

A frente foi formada com o principal objetivo de remover Netanyahu e conseguiu uma apertada maioria necessária 60 votos a favor, 59 votos contra e uma abstenção. 

Netanyahu, de 71 anos, está sendo julgado há um ano por suspeita de corrupção. Protestos pedindo sua renúncia ocorrem há meses. O último deles foi na noite de sábado. 

Em frente à sua residência oficial em Jerusalém, os manifestantes não esperaram a votação no Parlamento para celebrar a “queda” do “rei Bibi”, o apelido de Netanyahu, que foi chefe de governo de 1996 a 1999 e, depois, de 2009 a 2021.

“A única coisa que Netanyahu queria era nos dividir, uma parte da sociedade contra a outra, mas amanhã estaremos unidos, direita, esquerda, judeus, árabes”, disse Ofir Robinsky, um manifestante. 

Benjamin Netanyahu na sessão do parlamento em que sua saída do cargo de premiê foi confirmada — Foto: Reuters/Ronen Zvulun

Benjamin Netanyahu na sessão do parlamento em que sua saída do cargo de premiê foi confirmada — Foto: Reuters/Ronen Zvulun 

A nova coalizão será liderada por Bennett, chefe do partido de direita Yamina, pelos primeiros dois anos, e depois por Yair Lapid por um período equivalente. 

O partido Likud de Netanyahu se comprometeu com uma “transição pacífica de poder” após mais de dois anos de crise política com quatro eleições, cujos resultados não permitiram a formação de um governo ou levaram a uma união nacional que durou apenas alguns meses. 

Depois das últimas eleições legislativas em março, a oposição se uniu contra Netanyahu e surpreendeu ao conquistar o apoio do partido árabe-israelense Raam, do líder moderado Manssur Abbas. 

“O governo trabalhará para toda a população, religiosa, laica, ultraortodoxa, árabe, sem exceção”, prometeu Bennett. 

Rastros de luz do sistema anti-míssil Israel enquanto ele intercepta foguetes lançados da Faixa de Gaza, vistos de Ashkelon — Foto: Reuters/Amir Cohen 

“A população merece um governo responsável e eficaz que coloque o bem do país em primeiro lugar em suas prioridades”, acrescentou Lapid, que deve se tornar ministro das Relações Exteriores. 

A coalizão se comprometeu a realizar uma investigação sobre a morte de 45 ortodoxos numa tragédia na peregrinação do Monte Merón, reduzir o “crime” nas cidades árabes e defender os direitos das pessoas LGBT. 

Mas também visa fortalecer a presença israelense na área C da Cisjordânia, ou seja, sobre a qual Israel tem total controle militar e civil e que representa cerca de 60% do território palestino ocupado desde 1967. 

O governo, que inclui pela primeira vez um partido que representa a minoria árabe, que corresponde a 21% da população israelense, planeja amplamente evitar mudanças drásticas em questões internacionais polêmicas como a política em relação aos palestinos, para se focar em reformas domésticas. 

Com poucas perspectivas de progresso em relação à resolução do longo conflito com Israel, muitos palestinos provavelmente continuam impassíveis com a mudança de governo, dizendo que Bennett irá provavelmente seguir a mesma agenda de Netanyahu. 

Isso parece provável em relação à principal preocupação de segurança de Israel, o Irã. Um porta-voz de Bennett disse que ele promete “oposição vigorosa” a qualquer volta dos Estados Unidos ao acordo nuclear de 2015 com o Irã, mas que buscaria cooperar com o governo do presidente norte-americano Joe Biden. 

Não faltarão desafios para o novo governo, como uma marcha planejada na terça-feira pela extrema direita israelense em Jerusalém Oriental, um setor palestino ocupado por Israel. 

O movimento islâmico Hamas, no poder em Gaza, um enclave palestino sob bloqueio israelense, ameaçou retaliar se essa marcha acontecer perto da Esplanada das Mesquitas, em um contexto de extrema tensão em relação à colonização israelense em Jerusalém. 

Em 10 de maio, o Hamas disparou uma salva de foguetes contra Israel em “solidariedade” aos palestinos feridos em confrontos com a polícia israelense em Jerusalém, levando a um conflito de 11 dias com o exército israelense. 

O confronto terminou graças a um cessar-fogo promovido pelo Egito, mas as negociações para chegar a uma trégua sustentável falharam. Resolver essa situação será outro desafio do executivo.

Informações G1


Foto: Fundação Osvaldo Cruz

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) recebeu mais um carregamento com ingrediente farmacêutico ativo (IFA) para a produção de vacina contra a covid-19. A matéria-prima para produção de vacinas da AstraZeneca chegou no final da tarde de ontem (12) no Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro.

Os insumos vieram do laboratório Wuxi Biologics, na China. De acordo com a Fiocruz, a entrega dessa remessa permitirá a continuidade da produção da vacina e garantirá entregas semanais ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) até 10 de julho.

Na sexta-feira (11), a Fiocruz, por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou 2,7 milhões de doses da vacina de covid-19 ao PNI.

“Com esta remessa, a fundação atinge cerca de 53,8 milhões de doses entregues ao PNI. A pedido da Coordenação de Logística do Ministério da Saúde, as entregas semanais se manterão às sextas-feiras e não seguirão para o almoxarifado em São Paulo, conforme previsto anteriormente”, informou a Fiocruz.

Agência Brasil