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O presidente Jair Bolsonaro assinou decreto que institui o Sistema Nacional de Garantias de Crédito, com o objetivo de facilitar o acesso de micro e pequenas empresas ao crédito simplificado. A medida foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União e entra em vigor imediatamente.

Pelo novo sistema, as garantias dos empréstimos poderão ser realizadas por outras instituições, uma espécie de “fiador”. As entidades autorizadas são: as sociedades de garantia solidária e as sociedades de contragarantia; as cooperativas de crédito; os fundos públicos ou privados; e qualquer instituição cujo estatuto ou contrato social contemple a outorga de garantia em operações de crédito.

“Assim, por exemplo, um grupo de empresas poderá se juntar e montar uma cooperativa de crédito e garantir as operações que forem contratadas pelos seus cooperados”, explicou a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.

Os fundos já em operação também poderão participar do novo sistema, como o Fundo de Garantia de Operações (FGO), do Banco do Brasil, que dá garantia aos créditos no âmbito do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), e o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Entretanto, de acordo com o decreto, a instituição desse sistema não implica aporte adicional de recursos do Tesouro Nacional nas outorgas de garantias em operações de crédito, exceto se previsto em lei orçamentária.

O novo sistema de garantias integra o Sistema Financeiro Nacional. Para estimular as operações na nova modalidade, os órgãos reguladores do sistema financeiro serão responsáveis por estabelecer condições mais flexíveis nos empréstimos para esse segmento do mercado. Por sua vez, o Conselho Monetário Nacional (CMN) deverá regulamentar a aceitação e a prestação de garantias por parte das instituições financeiras, estabelecendo critérios prudenciais e de supervisão.

“A criação desse novo sistema possui potencial para estimular a competição bancária, a eficiência do mercado e proporcionar maior acesso ao crédito, além de contribuir para a retomada da economia”, diz a nota, destacando que as micro e pequenas empresas respondem por cerca de 72% dos empregos formais do país.

Segundo a secretaria-geral, apesar da contribuição para a geração de vagas, essas empresas possuem dificuldades de acesso ao sistema de crédito tradicional, por não conseguirem prestar as garantias normalmente exigidas nessas operações. “Por esse motivo, elas acabam sendo preteridas pelas instituições financeiras, que podem preferir emprestar seus recursos para empresas com maior porte e patrimônio”, completou.

Em até 180 dias, as entidades autorizadas a operar pelo novo sistema deverão disponibilizar em seus sites as informações sobre a origem dos recursos que lastreiam as garantias emitidas e os saldos agregados das operações de crédito garantidas e ativas.

Informações: Agência Brasil


Presidente Jair Bolsonaro e o presidente do STF, Luiz Fux
Foto: PR/Marcos Corrêa

Nesta quinta-feira (26), o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, disse que o pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, apresentado por Jair Bolsonaro na última semana, tem “roupagem de ameaça” e afirmou ser inadmissível “uma ditadura sectária” na democracia.
– Essa independência [dos juízes] vem consagrada na Constituição e não pode ser conjurada, sob pena de um atentado à democracia, sob pena de uma violação às garantias da magistratura. O impeachment é um remédio extremo. Juízes não podem atender [a] esses reclamos exacerbados sob pena de contemplarmos uma ditadura sectária, inadmissível em uma democracia – afirmou Fux.

O presidente do STF disse que “num país em que juízes têm medo de decidir, as decisões valerão tanto quanto valem esses homens” e demonstrou profunda insatisfação com a criminalização de decisões judiciais.

– Não é possível no país que as decisões judiciais sejam criminalizadas. Aqueles que não aceitam as decisões judiciais devem se utilizar de recursos próprios, das vias próprias jurisdicionais, e não do impeachment, porque o impeachment tem, digamos assim, uma roupagem de ameaça, de cassação de um juiz por suas opiniões – apontou.

Outro ponto levantado por Fux foi o inquérito das fake news, que teve o nome de Bolsonaro incluído na lista de investigados por determinação do ministro Alexandre de Moraes. O presidente da Corte defendeu o colega e disse ser “preferível evitar que o cão morda”, argumentando que, diante de ameaças, o Tribunal precisa tomar medidas urgentes, ainda que drásticas.

Fux também defendeu Moraes no que se refere à prisão de Roberto Jefferson, que a Procuradoria Geral da República (PGR) classificou como censura prévia.

– Se um cidadão anuncia que já está montando uma operação para invadir o Supremo Tribunal Federal, nós vamos esperar que haja essa invasão? Não, nós temos de agir imediatamente e, a posteriori, mandar os autos ao MP [Ministério Público], como foi feito com o processo das fake news. Às vezes, o contraditório, a audiência das partes, se dá previamente; às vezes, se dá posteriormente, para não frustrar os fins de justiça – afirmou Fux.


A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) continua nesta sexta-feira, 27, com a aplicação apenas da segunda dose dos imunizantes Coronavac e AstraZeneca/Oxford para aqueles que estão no período recomendado.

A vacinação acontece nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), das 8h às 16h, ou enquanto durar o estoque – confira a relação no final da matéria.

Para receber a segunda dose de qualquer vacina é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.

Confira a lista das Unidades Básicas de Saúde (UBS):
UBS Cassa / Endereço: rua Frei Aureliano Grotamares, S/N, Capuchinhos.
UBS Subaé / Endereço: rua 2ª Travessa Politeama, S/N, Subaé.
UBS Caseb 1 / Endereço: rua Japão, S/N, Caseb.UBS Caseb 2 / Endereço: rua São Valentin, S/N, Caseb.
UBS Baraúnas / Endereço: rua Petronílio Pinto, 186, Baraúnas.
UBS Irmã Dulce / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 1.759, Brasília.
UBS Mangabeira / Endereço: avenida Tupinambá, S/N, Mangabeira.
UBS Serraria Brasil / Endereço: rua Cupertino Lacerda, 297, Brasília.
UBS Jardim Cruzeiro / Endereço: rua Miguel Calmon, S/N, Jardim Cruzeiro.
UBS Dispensário Santana / Endereço: rua Mercúrio, 320, Jardim Acácia.
UBS Centro Social Urbano (CSU) / Endereço: rua Tostão, S/N, Cidade Nova.

Secom


Foto: ACM

O ingresso ao ensino superior ganha um incentivo da Prefeitura de Feira ao ofertar o PRÉ – ENEM para pessoas em situação de vulnerabilidade e estudantes de escolas públicas. As novidades do programa, viabilizado por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sedeso), foram lançadas pelo prefeito Colbert Filho, na tarde desta quarta-feira, 26.

O curso gratuito será na modalidade EAD com aulas gravadas por estudantes de graduação do 5° ao 7° semestre da UEFS (Universidade Estadual de Feira de Santana), o que vai permitir que os alunos acompanhem diretamente de casa por computador ou via dispositivos móveis, como smartphone e tablet. O link está disponibilizado no site da Prefeitura de Feira – banner Qualifica Feira.

Através de 36 vídeos aulas gravadas em 16 disciplinas, entre elas, Biologia, História do Brasil, Espanhol, História Geral, Física, Química, Gramática, Matemática, Geografia, Literatura, Redação, Geometria e Inglês, os alunos terão a oportunidade de se prepararem para o ENEM que, neste ano, vai ocorrer entre 23 e 28 novembro.

“Neste momento de pandemia, em que as aulas presenciais estão restritas, essa é uma oportunidade que a Prefeitura oferece para as pessoas com qualquer faixa etária. O único passaporte necessário para inscrição é ser inscrito no CadÚnico e possuir o NIS”, afirmou o prefeito.

Na oportunidade, o titular da pasta, Antônio Carlos Borges Júnior explicou que o PRÉ-ENEM é um novo formato do Pré Vestibular Cidadão.

“O curso é uma oportunidade aos jovens, principalmente em um ano que muitos deles tiveram dificuldades para preparação nos estudos devido a pandemia”, considerou.

INSCRIÇÃO

Os interessados poderão se inscrever no site da Prefeitura, entre hoje (25) e 5 de setembro, clicando no link Qualifica Feira/PRÉ – ENEM. A prioridade de acesso ao PRÉ – ENEM é para os beneficiários do Programa Bolsa Família, que tenham concluído o 2º grau em escola da rede pública, que comprove insuficiência financeira de custear qualquer curso de pré-vestibular e que resida no município de Feira de Santana.

Vale destacar que é necessário fornecer o NIS (Número de Inscrição Social). Portanto, o curso é direcionado à população feirense. Mais informações podem ser obtidas enviando e-mail para preenem.sedeso@pmfs.ba.gov.br ou pelo Instagram: @cursopreparatoriopmfs

Secom


Em carta, Roberto Jefferson chama ministros do STF de ‘abutres’: “7 de setembro rugirá a nossa indignação”; LEIA NA ÍNTEGRA

O ex-deputado Roberto Jefferson, presidente do PTB, escreveu uma carta na cadeia criticando integrantes os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). O texto foi obtido pelo programa “Os Pingos Nos Is“, da rádio Jovem Pan.

 Leia a carta na íntegra:

A elite tecnocrática nomeada e vitalícia, destruiu a crença de nosso povo na democracia. Qual o principal sentimento, a principal convicção, a principal certeza de fidúcia e confiança no regime da lei e da ordem? A correta, diligente e honesta aplicação da lei. Essa é a garantia da existência da justiça e sua aplicação. Segurança jurídica, igualdade, igualdade. O orgulho causado de brios e felicidades do povo brasileiro decorreu de saber que os poderosos foram alcançados pela espada da Justiça. A operação Lava Jato e suas consequências gerou expectativas, mais, convicções, de que todos são iguais perante a lei. Orgulho: igualdade perante a lei.

Políticos, juízes e empresários corruptos sendo presos e condenados à prisão e obrigados a devolver o fruto do malfeito. A papuda virou pensão dos papudos. Houve um momento de absoluta fé na lei e na ordem democrática. Até que forças satanistas, empalmadas pela sedução dos corruptores e nos comunistas, apascentou o ninho mórbido dos urubus. Os urubus abomináveis que têm se banqueteado com o pão de sangue do nosso povo, e saciado sua sede voraz de poder com as lágrimas de frustração das famílias cristãs do Brasil.

Os abutres traíram o povo honrado da pátria amada. Anularam, isto mesmo, anularam as sentenças e condenações dos poderosos, apanhados na Lava Jato. Soltaram os corruptos. Destruíram no coração de nossa gente o credo na Justiça. O que dizer a nossos filhos? O que? Traíram a boa fé do povo. Acumpliciaram-se aos gatunos. Desonraram a sagrada balança e a varonil espada. O que dizer a nossos filhos e netos? Basta! Há que haver um ponto final a esse estado tematológico de monstruosidades jurídicas. Xô urubus! Vocês traíram o povo do Brasil. Traíram nossa nação. Traíram a pátria amada. Escarneceram do espírito santo, pois defraudaram a nossa fé. Supremo é o povo. Sete de setembro rugirá a nossa indignação. Xô urubus! Vão pousar noutra comarca.

Roberto Jefferson”


Pfizer firma parceria com farmacêutica brasileira para produção de vacina da Covid
Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Em contrato de intenção foi celebrado entre a Pfizer, a BioNTech e a farmacêutica brasileira Eurofarma nesta quinta-feira (26). O objetivo é que a vacina contra a Covid-19 da farmacêutica americana passe a ser produzida no Brasil. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a carta de intenção prevê uma capacidade anual superior a 100 milhões de doses.

A Pfizer informou que todas os imunizantes fabricados no Brasil serão distribuídos na América Latina. Com o acordo, a produção da vacina se estenderá para quatro continentes, em mais de 20 fábricas.

A reportagem traz o dado de que mais de 1,3 bilhão de doses doa vacina contra a Covid-19 da Pfizer/BioNTech já foram distribuídos para mais de 120 países no mundo.

“Para facilitar o envolvimento da Eurofarma no processo, as atividades de transferência técnica, desenvolvimento no local e instalação de equipamentos começarão imediatamente”, afirmam as empresas em nota.

Informações: Pleno News


Foto: ACM

A Guarda Municipal de Feira de Santana vai contar com o reforço de mais 15 profissionais. O edital de convocação do concurso público foi publicado no Diário Oficial Eletrônico desta quinta-feira, 26.

Os candidatos aprovados deverão comparecer ao departamento de Gestão de Pessoas, na Secretaria Municipal de Administração, em até 30 dias, portando documentos pessoais (confira a relação em anexo).

Será considerado eliminado aqueles que não comparecem no prazo estabelecido ou que não apresentarem os documentos exigidos.

Para tomar posse ao cargo, os candidatos deverão, obrigatoriamente, submeter-se à avaliação física e mental – de caráter eliminatório – a ser efetuada por médico oficial do município, por agendamento da Secretaria de Administração.

Secom


A aplicação da terceira dose da vacina contra Covid em Feira de Santana seguirá recomendação do Ministério da Saúde. A informação é do secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto.

O anúncio da aplicação da dose de reforço foi feito pelo órgão federal nesta quarta-feira (25) e prevê a disponibilização no país a partir do próximo dia 15.

Inicialmente a vacinação vai contemplar idosos que receberam a segunda dose há seis meses. No caso dos imunossuprimidos, após 28 dias da segunda dose.

“Os estudos técnicos estão avançados. Vamos aguardar as recomendações do Ministério por meio de nota técnica, orientando sobre diluição, logística e público alvo, para colocar em prática a determinação”, explica Marcelo Britto.

INTERVALO REDUZIDO

O Governo Federal também anunciou alterações no intervalo de aplicação da segunda dose, que será reduzido a partir de setembro. A aplicação das vacinas Pfizer e AstraZeneca passará de 12 para 8 semanas. Sobre este assunto, o Município também aguarda nota técnica para aplicar a medida.

Em Feira, 360.820 pessoas foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra a Covid-19, desde o início da campanha de vacinação, em 19 de janeiro. Deste quantitativo total, 155.020 receberam as duas doses da vacina. Mais 8.008 receberam a vacina de dose única.


Primeira pesquisa qualitativa nacional com este foco traz riqueza de entrevistas com bolsonaristas fieis e arrependidos

Brasil de Fato

O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Carolina de Paula, João Feres Jr., Walfrido Jorge Warde Jr. e Rafael Valim. – Giorgia Prates 

No Brasil há um movimento bolsonarista, cristão-conservador, que defende maior acesso a armas, idolatra os Estados Unidos, admira militares, acredita na pureza moral de Bolsonaro e crê numa conspiração para “homossexualizar” crianças.

Eles também acreditam que o meio de comunicação mais isento e confiável é a rede social de Bolsonaro. É o que aponta a pesquisa “Bolsonarismo no Brasil”, realizada pelo Instituto pela Reforma das Relações entre Estado e Empresa (IREE) em parceria com o Laboratório de Estudos de Mídia e Esfera Pública (Lemep).

Diferente das pesquisas quantitativas, quando o objetivo é demonstrar algo numericamente e os entrevistados escolhem entre opções dadas, esta pesquisa qualitativa se deu a partir de conversas mais aprofundadas, online, em grupos focais, com uma quantidade menor de pessoas.

Foram aproximadamente 200 entrevistados, todos votaram em Bolsonaro em 2018. As pessoas foram divididas em 24 grupos (com 8 participantes cada), com 1h15 de conversa em cada grupo. Os participantes são de seis capitais: Recife (PE), Belém (PA), Goiânia (GO), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Curitiba (PR), divididos por escolaridade, religião (evangélicos ou outras religiões) e classe social (A/B ou C/D).

A afinidade entre os entrevistados confirma a existência de um movimento ou sentimento bolsonarista no Brasil, que outras pesquisas de opinião dizem corresponder a 25% ou 30% da população, que consideram “ótimo ou bom” o atual governo, apesar da crise econômica, da incompetência na condução da pandemia e das acusações de corrupção.

Essas pesquisas mostram que o perfil do apoiador mudou entre 2018 e 2021, com o presidente perdendo apoio entre pessoas com maior grau de escolarização, mas avançando entre menos escolarizados; perdeu apoio na região Sudeste, mas ganhou no Norte e Centro-oeste; e manteve sempre um amplo apoio entre os cristãos evangélicos.

A pesquisa do IREE e Lemep busca compreender as motivações e valores que mantém parte da população “fiel” a Bolsonaro e também o que levou parte dos eleitores (de 2018) a se afastarem dele no período seguinte. As entrevistas passam por temas como inflação, qualidade de vida, hábitos de acesso a informação e tenta medir afinidade dos eleitores com as posições de Bolsonaro sobre família, armas, corrupção, forças armadas e pandemia.

As entrevistas foram feitas entre 14 e 29 de maio de 2021 (antes das suspeitas de corrupção na compra de vacinas, reveladas pela CPI da Covid). O material foi analisado e publicado neste mês de agosto. O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Carolina de Paula, João Feres Jr., Walfrido Jorge Warde Jr. e Rafael Valim.

“Inflação dói, mas a culpa não é dele”

Inflação de alimentos pesa cada vez mais no bolso dos brasileiros / Yasuyoshi Chiba©/AFP

Quando questionados sobre o momento atual do país e a qualidade de vida, há um sentimento generalizado entre os entrevistados de que a situação econômica está pior, seja por efeitos na vida do próprio entrevistado ou na vida de pessoas próximas. Quase todos mencionam a elevação de preços, principalmente de alimentos e de combustível – os únicos que não percebem tanto a inflação são jovens estudantes que residem com os pais.

Mas enquanto os eleitores arrependidos culpam Jair Bolsonaro pelo momento do país, os que seguem fieis culpam governadores, prefeitos, a pandemia e a política do “fica em casa”.

Na visão dos apoiadores, Bolsonaro se esforçou para combater a pandemia enquanto tentava salvar a economia e, ao mesmo tempo, era atacado pela mídia e políticos opositores.

Grupos evangélicos, assim como os apoiadores, mencionam uma suposta “retomada da economia” que já estaria acontecendo. “Eu acho que são os governadores os culpados. O governo daqui adora que a gente pague imposto. Para ele tudo é imposto. Ele bota para quebrar mesmo”, diz uma entrevistada do Recife, evangélica e bolsonarista fiel.

“Vacina sim, cloroquina também”

Sobre a atuação do governo federal e especialmente do presidente durante a pandemia, há unidade entre arrependidos e fieis. Ao assistirem um vídeo em que Bolsonaro minimiza a importância da vacina e defende o “tratamento precoce” com cloroquina e ivermectina, ambas comprovadamente ineficazes, quase todos os entrevistados afirmam que pretendem se vacinar, mas também concordam com o presidente sobre as medicações.

Eles acreditam que os medicamentos são “um reforço” que pode ou não funcionar, mas que não fazem mal . Ninguém mostrou qualquer temor sobre efeitos colaterais. Parte dos entrevistados acredita que estão vivos por terem tomado tais medicações.

Em um intervalo de seis meses, presidente exibiu por 18 vezes marca de medicamentos para ‘curar’ Covid / Reprodução

Também é perceptível que para os entrevistados não há diferença entre o trabalho do cientista ou do médico, de modo que as associações de médicos bolsonaristas, os vídeos no WhatsApp e as campanhas por “tratamento precoce” têm grande efeito de convencimento na população.

O raciocínio é simplista: se os médicos não têm consenso sobre os remédios, então os estudos científicos podem estar errados. Um recifense, bolsonarista fiel, de classe C/D e não-evangélico, resume assim: “Sou totalmente a favor da ciência – sou a favor do tratamento precoce e a favor do antídoto. Quanto mais coisas a gente fizer contra essa doença, acho melhor”.

No tema da pandemia o ponto de divergência entre os eleitores arrependidos e os que seguem apoiando Bolsonaro é o tempo para aquisição de vacinas.

Enquanto os eleitores arrependidos mostram indignação com a demora para o início da vacinação, os bolsonaristas fieis (e especialmente os evangélicos) consideram positiva a demora, algo que pontuam como “cautela” ou preocupação do presidente em proteger a população de uma vacina que oferecesse riscos à saúde.

Sexualidade une Bolsonaro e evangélicos

Os temas relativos à sexualidade são o que mais evidentemente aproxima Bolsonaro e os adeptos das correntes cristãs evangélicas. Os entrevistados foram expostos a um vídeo em que Bolsonaro fala que a família, na Constituição e na Bíblia, tem que ser formada por um homem e uma mulher.

Os bolsonaristas evangélicos apoiam as falas; os bolsonaristas não-evangélicos são mais comedidos, pontuando que a fala pode ofender alguém, mas valorizam a “espontaneidade” do presidente; enquanto os ex-bolsonaristas discordam da fala, adotando posição mais liberal, de que “família é amor”.

Conspiração sobre crianças une toda a direita

No mesmo vídeo Bolsonaro fala de “defender a inocência das crianças” contra a “ideologia de gênero” que seria “coisa do capeta”. Todos – evangélicos ou não, arrependidos ou bolsonaristas fieis, de todas as classes, em todas as cidades – todos acreditam numa conspiração da esquerda e da mídia para estimular uma “moda” homossexual nas crianças e adolescentes.

“Eles querem enfiar goela abaixo. O pessoal que está à frente da ideologia de gênero quer essas leis, querem que a gente aceite de qualquer maneira. Não acho decente”, diz uma entrevistada recifense, evangélica, bolsonarista de classe C/D.

Eles repetem que durante os governos do PT se “ensinava sexo” nas escolas públicas e um estímulo a experiências homossexuais, mencionam o “kit gay” (que nunca foi distribuído) e consideram que nestes assuntos a competência deve ser exclusiva da família, para “orientar para o que é correto”.

Raras exceções entre os bolsonaristas arrependidos conseguem diferenciar “educação sexual” e “ensinar sexo”. Para quase a totalidade dos entrevistados, é a mesma coisa.

Evangélicos criticam atuação da Bancada Evangélica e do presidente Jair Bolsonaro / Foto: Miguel Schincariol/AFP

Também é possível perceber que quanto mais bolsonarista, mais demonstra raiva da esquerda – que eles dizem ser “a favor de bandidos e gays”. O bolsonarismo consegue construir inimigos quase semanalmente, mantendo um clima beligerante para sua militância seguir ativa. Mas ainda assim o Partido dos Trabalhadores (PT) segue representando o maior de todos os inimigos, sintetizando “tudo o que há de errado no Brasil”. E Lula seria a personificação disso.

“Ilha Evangélica”

Grande parte dos adeptos do cristianismo evangélico gostam de se colocar numa espécie de “ilha”, indicando que não se misturam com “as coisas do mundo”.

Parte de suas atitudes e posições são justificadas, ao menos verbalmente, pela religião. Constroem laços sociais e afetivos baseados na religião. É natural, portanto, que na hora de se posicionar politicamente busquem informações e opiniões de outros “irmãos de fé”, especialmente seus pastores. E eles dizem isso nas entrevistas da pesquisa.

Eles também usam com frequência o termo “homem de bem” para se referir a si mesmos. O oposto do “homem de bem” é o bandido, mas também é o esquerdista, o petista, o corrupto ou alguém que não valoriza a “família tradicional”.

Os pesquisadores se referem a isso como um “insulamento moral”, já que essas pessoas se consideram uma ilha moral numa sociedade devastada. Essa crença no insulamento moral os leva a consumir informações em canais de comunicação conservadores e, por consequência, bolsonaristas.

“I Love guns and America”

No tema de segurança pública, o debate bolsonarista descamba para o armamento. Mesmo os evangélicos em sua maioria defendem a ampliação do acesso a armas de fogo. Com a máxima “quem mata é a pessoa, não a arma”, a direita acredita que mais armas em circulação podem coibir a ação de criminosos. E se o governo quiser reduzir o número de mortes, o caminho seria endurecer as penas, não dificultar o acesso às armas.

Também há uma visão equivocada de que a lei anterior era proibitiva quanto às armas. Agora, com menos etapas e menos responsabilidades do Exército, os entrevistados acreditam que “haverá testes psicológicos e averiguação do Exército”.

Facilitação do acesso a armas não se trata de política pública de segurança, mas populismo incentivado por Bolsonaro, analisam especialistas / Foto: Carolina Antunes/PR

Nacionalismo vira-lata

Assim como o discurso nacionalista de Bolsonaro é superficial, apenas se apropriando de símbolos nacionais, o amor dos entrevistados pelo Brasil também parece não passar das cores da bandeira.

Os entrevistados, apoiadores e arrependidos, têm uma imagem extremamente negativa do Brasil, consideram um país culturalmente inferior e demonstram desprezo por “valores” ou “índole” do brasileiro. Muitos justificam isso a partir de ideias racistas.

Os entrevistados nutrem uma imagem idealizada dos Estados Unidos sobre diversos temas, mas especialmente sobre a posse e o porte de armas, crendo que elas garantem segurança no país norte-americano.

Mesmo os entrevistados contrários à facilitação no acesso às armas têm uma visão idealizada dos EUA, justificando que no Brasil, “diferente dos EUA”, as pessoas não têm educação e preparo para ter armas. Entre 196 entrevistados, quando se fez referência a algum país estrangeiro, houve apenas uma citação à Europa. Todos os demais mencionavam os EUA.

Lava Jato sim, STF não

Apesar da ruptura entre Sérgio Moro e Bolsonaro em abril de 2020 – que simbolizou também a ruptura de grande parte dos hoje “arrependidos” –, em geral os bolsonaristas seguem nutrindo simpatia pela extinta Operação Lava Jato.

Expostos a um vídeo em que Bolsonaro diz ter encerrado a Lava Jato porque já havia acabado com a corrupção, mesmo os apoiadores discordam. Todos lamentam o fim da Lava Jato. Também são unânimes em criticar a atuação do STF, principalmente na anulação das condenações contra Lula.

Os arrependidos mencionam a prática da “rachadinha” no gabinete do senador Flávio, com dinheiro depositado na conta da primeira dama Michele. Mas os eleitores que seguem fieis pisam no freio, dizem que o pai não pode ser responsabilizado pelos crimes do filho.

Eles também pontuam que a corrupção não acaba no governo “porque é da política”, mas creem firmemente na índole de Bolsonaro: “Na Presidência da República não há corrupção”. A crença é de que a política é sempre corrupta, mas Bolsonaro é sempre limpo e honesto.

Uma recifense evangélica, bolsonarista, classe C/D, declara o seguinte: “Dizer que terminou a corrupção no Brasil não é verdade, mas melhorou bastante. A gente tem a cultura do ‘jeitinho brasileiro’. Precisamos modificar esse jeitinho brasileiro de ser”.

Também há um sentimento de grande proximidade e pertencimento em relação a Bolsonaro. Em alguns momentos, como se estivessem dentro da cabeça do presidente. Acreditam conhecer exatamente as convicções e motivos do “incorruptível” líder.

Evangélicos chegaram a citá-lo como portador de uma missão divina de livrar o Brasil da corrupção e corrigir moralmente a nação. Qualquer coisa que deu errado, foi “azar” ou então ele foi atrapalhado por adversários que não o deixam trabalhar.

64 foi bom, mas não quero voltar

Marcado pelo avanço dos militares na arena política, governo Bolsonaro tem mais de 6 mil militares em cargos civis, segundo estudo / Marcos Côrrea/PR

Há uma visão entre os entrevistados de que as Forças Armadas, apesar de órgãos de Estado, devem sim ser atores presentes na política brasileira. Críticos ao STF, os entrevistados consideram que as FFAA servem para Bolsonaro “equilibrar o jogo” e não ficar “amarrado” ao que dita o Supremo.

Alguns eleitores arrependidos criticam o despreparo técnico dos militares no governo federal, mencionam o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello. Mas os bolsonaristas fieis têm uma visão mais idealizada dos militares como pessoas moralmente firmes e disciplinadas, algo importante num “país de bagunça”.

Sobre a possibilidade de um novo regime militar, só raros bolsonaristas apoiam, sempre homens de idade mais avançada e radicalizados em todos os temas. Houve menções à falta de liberdade de expressão no regime militar e a uma violência repressiva estatal além do aceitável.

Mas entre os que rejeitam a ideia de uma nova ditadura, muitos consideram que foi um “tempo bom”, de segurança pública e sem corrupção, tendo sido “ruim apenas para gente de esquerda”. Também há quem considere que o regime de 21 anos não foi uma ditadura – para eles, ditaduras são regimes de esquerda como Cuba e Venezuela.

Antipetista em 2018…

Entre os entrevistados, a grande maioria sequer conhecia o então deputado Jair Bolsonaro antes de 2018. Questionados sobre o motivo que os levou a votar nele para presidente, o sentimento mais expresso foi de rejeição ao PT e ao que o partido representa para eles e o desejo de “romper” com a forma tradicional de fazer política.

Destaque aqui para os evangélicos, que mencionaram a afinidade com os valores conservadores de defesa da “família tradicional”.

Os bolsonaristas mais fieis são sempre conservadores, uma minoria militaristas e uma maioria de evangélicos. Parte dos apoiadores têm reticências a Bolsonaro em questões pontuais (covid, armas, homofobia, postura pouco presidencial), mas todos eles reafirmam seu apoio a Bolsonaro pelo discurso anticorrupção.

Nos entrevistados das classes A/B o sentimento de rejeição à política segue forte. Apesar de buscarem um político “diferente”, os arrependidos também rejeitam a “atitude” de Bolsonaro, tida como não-condizente com o cargo que ocupa.

Eles querem alguém mais polido e sério. Alguns xingam Bolsonaro e se dizem envergonhados pelo voto. Já os bolsonaristas fieis seguem valorizando o estilo “autêntico” do seu líder e consideram que se as coisas seguirem como estão, votam nele novamente. Os evangélicos sequer cogitam outros nomes.

…mas quero Lula em 2022

Os arrependidos se sentem traídos, decepcionados e rejeitam a possibilidade de votar em Bolsonaro. Querem uma “3ª via”, mas muitos falam abertamente em votar em Lula (no 1º turno talvez, no 2º turno com certeza) e mostram saudosismo do período de crescimento econômico.

Entre os entrevistados, fieis e arrependidos, muitos já votaram em Lula alguma vez, mas só os mais conservadores dizem nunca ter votado na esquerda. Os arrependidos têm razoável adesão a Lula e fazem brincadeiras sobre “roubar”. Uma eleitora recifense arrependida, ao ouvir outro participante dizer que votaria no PT, emendou: “Eu com toda certeza votaria. Em 2018 não tinha opção, mas agora voto lindamente, feliz, com a camisa vermelha e fazendo Lula Livre”.

Globo x Bolsonaro

Para compreender o posicionamento de alguns grupos e a crença em teorias conspiratórias, é fundamental entender seus hábitos de consumo de informação sobre política. Neste ponto é evidente a divisão entre bolsonaristas fieis e os eleitores arrependidos. Os telejornais seguem com grande penetração, com exceção entre os mais jovens, que se informam por redes sociais.

Os bolsonaristas rejeitam a Globo, consideram que ela persegue o presidente, distorce os fatos e também creditam à emissora uma suposta degradação moral da sociedade.

Eles preferem os telejornais da Record e do SBT. O rádio foi pouco citado, mas mencionaram a bolsonarista Jovem Pan e o programa estatal Voz do Brasil. No Youtube ou redes sociais, buscam também a Jovem Pan, Alexandre Garcia, Caio Copolla e o policial Gabriel Monteiro. E há uma percepção dominante de que cada canal tem seu lado, mas o canal “isento” onde você encontrará “a verdade” é a página oficial de Bolsonaro ou de seus familiares.

A democracia se apresenta como o principal problema do governo Bolsonaro desde seu primeiro momento. Isso porque ela pressupõe convivência com a divergência / Sergio Moraes

“Não dá para assistir ao telejornal da Globo. É tiro contra o presidente. Mudo para a Record ou outra emissora. E busco no Instagram o perfil do Bolsonaro. Sempre que vejo uma informação na TV eu vou no Instsgram do Bolsonaro para ver qual é a real. Eles (Globo) estão aumentando, complicam as coisas”, avalia um bolsonarista do Recife, classe C/D, não-evangélico.

“Cada emissora tem seu ponto de vista e quer defender seu lado. Antes Lula era o rei, depois Lula virou ruim. Apoiaram Bolsonaro no início por conta de Lula, mas como ele cortou uma ‘mamatinha’ da Globo, agora Bolsonaro virou o ruim da história. Nas emissoras que Bolsonaro está ajudando ele é bom. Então depende muito do meio de comunicação que você procura. Eu sigo Bolsonaro e os filhos dele”, diz uma entrevistada da classe C/D, evangélica e bolsonarista, do Recife.

Já os eleitores arrependidos seguem assistindo o telejornal da Globo, apesar de considerarem a emissora “tendenciosa”. Os arrependidos das classes A/B também citam podcasts de Leandro Karnal, da Globo News, Gabriela Prioli e Renata Lo Prete (Globo).

O sucesso da comunicação bolsonarista

Ao longo das entrevistas fica evidente o poder da estrutura de comunicação montada por Bolsonaro. Ele consegue criar confusões com muita eficácia, de modo que nenhum meio de comunicação parece merecer confiança, havendo apenas um “conflito de versões”.

Na dúvida, o lugar mais confiável será sempre a página pessoal de Bolsonaro. Isso é perceptível no tema da pandemia e outros temas “polêmicos”.

Ao longo das entrevistas houve uma enorme quantidade de falas reproduzindo mentiras espalhadas por redes bolsonaristas no WhatsApp, indo da combinação cloroquina-ivermectina, passando pela ideia de que o vírus seria uma arma chinesa para dominar o mundo, até a distribuição de “kit gay” pelo PT nas escolas.

Além disso há uma padronização nas respostas dos bolsonaristas, que mesmo estando em locais diferentes do país e pertencendo a grupos sociais distintos, repetem frases muito similares, indicando que bebem da mesma fonte de “versões bolsonaristas”.

Fonte: BdF Pernambuco


Em Teixeira de Freitas, ex-prefeito de Salvador disse que a Bahia necessita de uma gestão moderna e eficiente

Fotos: Gilberto Júnior

O presidente nacional do Democratas, ACM Neto, disse na manhã desta quinta-feira (26), em Teixeira de Freitas, que a Bahia precisa ser líder no Brasil na qualidade da educação, geração de emprego, atração de investimentos e respeito ao cidadão, e não em criminalidade. “Se Deus me der a oportunidade de ser governador do nosso Estado, vou trabalhar do primeiro ao último minuto para tirar a Bahia dos últimos lugares em educação e violência e dar ao nosso povo todas as chances de crescimento profissional”, afirmou o ex-prefeito de Salvador.

Dados oficiais revelam que, há pelo menos quatro anos consecutivos, a Bahia registra a maior quantidade de mortes violentas em todo o país. Na educação, o Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) também apontou que a Bahia tem um dos piores desempenhos entre todas as unidades da Federação. “Nosso Estado precisa de uma gestão moderna, eficiente, que trabalhe ao lado das pessoas, que tenha visão de equilíbrio regional e planejamento estratégico para o futuro”, afirmou ACM Neto, que foi recebido em Teixeira de Freitas pelo prefeito Marcelo Belitardo (DEM), deputados e lideranças de todo o extremo-sul.

Juventude – Na coletiva, o ex-prefeito de Salvador afirmou que os jovens precisam liderar a construção de um projeto de futuro para a Bahia. “Se queremos debater o futuro contra o passado, nada melhor do que a participação da juventude. Sou produto da militância e confiança dos jovens na política”.

De acordo com ACM Neto, o governo estadual abandonou o extremo-sul. “O distanciamento (de Salvador) é territorial, geográfico, mas não precisa ser político, de presença, de ação e de atenção. “O próximo governador da Bahia precisa deixar o discurso de lado e levar a administração para as regiões mais distantes da capital, ter mais proximidade com prefeitos e lideranças”.

ACM Neto disse também que o principal anseio dos baianos é por novas oportunidades, por emprego. “Os baianos querem vencer na vida em suas cidades, e não buscar emprego em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo ou Rio de Janeiro, só para citar alguns Estados”. “Se eu for eleito governador, não vou me contentar nada mais nada menos do que fazer a melhor administração do Brasil, como fiz em Salvador durante oito anos”.

Em uma nova edição do movimento “Pela Bahia”, ACM Neto também vai visitar Caravelas, Alcobaça, Prado e Itamaraju até esta sexta-feira (27). Serão dois dias de atividades nas cidades, com agendas que incluem encontro com lideranças, trabalhadores e empresários e visitas a diversas localidades.