Morreu na tarde desta quinta-feira (19) Ana Paula de Souza, a mulher em situação de rua que teve 92% do seu corpo queimado em atentado no Porto da Barra. Ana Paula estava internada no Hospital Geral do Estado (HGE) desde segunda-feira (16), após um homem incendiar o barraco em que vivia com o marido, Adilson Silva Santos.
“Hoje, 19 de agosto, no Dia Nacional de Luta da População em Situação de Rua, tivemos a triste e dolorosa notícia de que a Ana Paula acabou de falecer. Que possamos aproveitar o dia para refletirmos na falta de segurança que a Pop Rua enfrenta (maior do que a nossa). Dia de luto, dia de luta!”, afirma Lucas Gonçalves, presidente da associação Salvador Invisível, que trabalha com a população em situação de rua.
Na terça-feira (19), os policiais civis da 14ª Delegacia Territorial (DT) da Barra prenderam em flagrante o suspeito de atear fogo no casal, no início da noite de segunda-feira. Adilson segue em estado grave no HGE.
Nesta quinta-feira (19), o prefeito de Feira de Santana, Colbert Filho (MDB), em entrevista ao programa Rotativo News com Joilton Freitas, evidenciou o avanço da vacinação no município e comparou o fato ao baixo número de infectados. Embora a situação não esteja grave como anteriormente, Colbert alertou a população sobre o cumprimento das medidas.
“É momento de pensar em uma nova forma de convivência. Existe uma instabilidade, mas existem aumentos. Estamos avançando, a imunização está crescendo, mas a doença ainda existe.
Questionado sobre a relação com a Secretaria de Saúde do Estado (SESAB), o prefeito revelou que ainda não teve contato com a secretária interina Tereza Paim, desde que ela assumiu a pasta após exoneração do ex-secretário Fábio Vilas Boas.
“Ainda não tive contato com a atual secretária, nem Marcelo também não teve contato. O que queremos, é que venham mais vacinas. O governador anunciou hoje, que vai pedir ao Superior Tribunal de Justiça que venham mais imunizantes, ora, eu já fiz isso há três meses quando a quantidade de vacinas que o governo do estado mandava para Feira era menor. Faltou vacina para Feira há muito tempo, e não foi porque o Governo Federal não mandou, foi porque houve restrição na hora da distribuição”, disse Colbert.
A respeito do decreto publicado ontem (19), proibindo a realização de festas privadas no município, o gestor reafirmou: “Já que não se cumpre o decreto e nem as determinações, nos revogamos e adaptamos ao do Estado”.
Colbert Filho comentou, ainda, sobre o pedido de reajuste salarial dos rodoviários de Feira, e pediu prudência ao sindicato que representa a categoria. “Espero que o sindicato tenha prudência neste momento de dificuldades para as empresas. A quantidade dos passageiros, hoje, não chega a 50 mil. É um momento difícil. Buscamos recursos em Brasília para as empresas de transporte”.
Reajuste da tarifa de ônibus coletivo “Não dá pra pensar em reajuste num momento desses. Estamos buscando ajudar as empresas e esperamos que o governo federal haja da mesma forma”.
Mudança do Feiraguay “O Ministério Público está pedindo um estudo com relação ao espaço. O que a prefeitura entende é que o Feiraguay é importante e necessário. E o que vamos fazer é procurar atender o que o MP nos cobra com relação a regularização daquele espaço”.
LDO “Temos um prazo até terça (24) para dar as respostas”.
Colbert se manifestou sobre os discursos acalorados contra sua gestão afirmando que pretende tomar medidas judiciais em relação a algumas declarações feitas pelo presidente da Casa da Cidadania, vereador Fernando Torres.
“Estamos tomando as providências e as interpelações judiciais necessárias. Ataques desse tipo não condizem com o Poder Legislativo. Nós vamos responder à altura as agressões que sejam pessoais. Eu não costumo baixar o nível, mas entendo que há acusações graves e pessoais, e estas, terão respostas sim a nível judicial. Achamos que Feira de Santana tem que crescer, e Feira cresce, tanto pelo trabalho das pessoas, dos empresários, do Poder Executivo e do Legislativo”, disse Colbert.
Cães e gatos podem ser vacinados contra a raiva a partir deste sábado (21), nos bairros em Feira de Santana. Este será o primeiro dia da Campanha de Vacinação Antirrábica, promovida pela Prefeitura de Feira por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), que segue até o dia 25 de setembro.
Os primeiros bairros contemplados são: Oyama Figueiredo, Feira VII, Panorama, Liberdade, Sítio Matias, Irmã Dulce (Vietnã), Fraternidade, Francisco Pinto, Capuchinhos, Tomba e Feira X. A vacinação será das 8h às 16h e a expectativa é imunizar 40 mil cães e gatos.
Podem ser vacinados animais a partir dos três meses de idade, transportados de maneira segura. Gatos em caixas apropriadas, enquanto os cães devem estar em coleiras ou correntes. Os donos devem levar o cartão de vacinação do pet, caso possua.
Aqueles que perderem a oportunidade de vacinar o animal de estimação, podem fazer a aplicação na sede do CCZ, localizada na Av. Eduardo Fróes da Mota, s/n. A unidade funciona de segunda a sexta-feira das 8h às 15h.
Segundo a coordenadora do órgão, Mirza Cordeiro, a partir de segunda-feira (23) a vacinação segue na zona rural. O distrito de Humildes será a primeira localidade a receber o serviço. O atendimento será na unidade de saúde e em pontos de vacinação volantes.
Mais 35 professores vão ser empossados esta quinta-feira, 19, pelo prefeito Colbert Martins Filho, em ato que acontece a partir das 8h30min., no Centro de Cultura Maestro Miro.
Oriundos do último concurso realizado pela Prefeitura de Feira de Santana em 2018, eles foram nomeados pelo prefeito Colbert Martins, conforme decreto publicado no Diário Eletrônico do município, na edição de nº 1816, do último dia 7 de agosto.
Os novos profissionais da Educação passam a integrar o quadro de servidores efetivos da Rede Municipal. Logo após o ato de posse, eles serão encaminhados à Secretaria de Educação que os designará para atuação em uma das 207 escolas municipais.
A segunda-feira (16), a Turquia anunciou que começará a aplicar a quarta dose da vacina anticovid para imunizados com a CoronaVac. As pessoas contempladas serão idosos com mais de 60 anos e profissionais da saúde. O reforço poderá ser recebido 21 dias após a terceira dose, segundo o Comitê Científico do governo. O país começou a administração da terceira dose com a vacina CoronaVac ou a da Pfizer desde o dia 1° de julho, a fim de aumentar a produção de anticorpos contra a doença.
A ideia da quarta aplicação é não apenas potencializar a proteção contra variantes como a Delta ou Delta Plus, mas também contemplar viajantes que precisem provar às autoridades internacionais que receberam duas doses da Pfizer.
Até o momento, 33 milhões de pessoas entre os 83 milhões de habitantes da Turquia receberam a imunização completa com uma vacina anticovid. Outras 44 milhões esperam a segunda dose da vacina.
Desde o início da pandemia, o país registrou 18,8 mil casos da doença e 154 mortes.
laudo assinado por um médico da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) aponta que o presidente do PTB, Roberto Jefferson, “não apresenta condições de saúde a ser acompanhado ou tratado pelo sistema de Saúde da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado do Rio de Janeiro”. O acesso ao documento, assinado nesta quarta-feira (18), foi obtido pela CNN Brasil. As informações do laudo médico foram usadas como base para que os advogados de Jefferson reforçassem a petição da última sexta-feira (13) a respeito da conversão da prisão preventiva para domiciliar.
– O próprio sistema carcerário afirma não ter condição de cuida-lo. Complementamos a petição de sexta-feira – disse o advogado Luiz Gustavo Pereira da Costa à CNN.
No novo pedido enviado ao gabinete do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa de Roberto Jefferson diz que ele tem diabetes, hipotireoidismo, diverticulite e sequelas do tratamento contra o câncer e de uma cirurgia bariátrica, além de problemas no intestino e no rim.
– Como se nota, o parecer escancara de uma vez por todas o risco morte, imposto ao postulante, evidenciado a gravidade da sua custódia cautelar, de modo que não é necessário o agravamento do seu estado de saúde para substituição da prisão preventiva por prisão domiciliar – destacam os cinco advogados que assinam a petição.
José Dirceu foi ministro da Casa Civil durante o governo Lula Foto: Reprodução / Facebook / Rede PT
Nesta quarta-feira (18), o nome de Adélio Bispo de Oliveira, homem que esfaqueou Bolsonaro, ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter após internautas resgatarem um vídeo de maio em que o ex-ministro da Casa Civil no governo do PT, José Dirceu, fala sobre o atentado à vida do então candidato à Presidência Jair Bolsonaro como um “erro nosso” que tirou o partido do poder.
– Podia acontecer qualquer fato, como acontece às vezes, que impedisse isso [a vitória do PT nas eleições], ou erros nossos, como foi a facada ao Bolsonaro – afirmou.
A declaração foi dada por Dirceu em entrevista ao canal do YouTube Tutaméia TV, no dia 11 de maio deste ano.
Mensagens serão enviadas pelos números 28041 ou 28042
Foto: Marcelo Casal Jr/Agência Brasil
O ministério da Cidadania está notificando, entre esta quarta-feira (18) e amanhã (19) 650 mil pessoas a devolver, voluntariamente, os recursos recebidos por meio do auxilio emergencial.
“São trabalhadores que ao declarar o Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) geraram DARF para restituição de parcelas do Auxílio Emergencial, mas que ainda não efetuaram o pagamento, ou que receberam recursos de forma indevida por não se enquadrarem nos critérios de elegibilidade do programa”, disse Ronaldo Navarro, secretário de Avaliação e Gestão da Informação (Sagi) do Ministério da Cidadania.
Também estão sendo notificadas pessoas que possuíam algum vínculo empregatício na época do auxílio ou que já recebiam outro benefício do governo como aposentadoria, seguro desemprego ou que aderiram ao Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda. Quem tinha renda incompatível com as regras do auxílio também está sendo avisado.
Atenção ao remetente As mensagens enviadas pelo Ministério da Cidadania contêm o CPF do beneficiário e o link iniciado com gov.br. Elas serão enviadas pelos números 28041 ou 28042. Qualquer SMS enviado de números diferentes deve ser desconsiderado. Na mensagem já consta o link para fazer a regularização da situação. As orientações estão no Twitter do Ministério da Cidadania.
Denúncias Quem quiser denunciar fraudes pode acessar o fala.br (Plataforma integrada de Ouvidoria e Acesso à Informação da CGU). Para consultar quem teve acesso ao auxílio emergencial, mês a mês, basta acessar o Portal da Transparência.
Nesta quinta-feira, 19, será aplicada a segunda dose das vacinas Coronavac e Oxford/Astrazeneca nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), em 21 Unidades de Saúde da Família (USF), na zona rural e nos distritos de Feira de Santana, das 8h às 17h.
A vacinação é para as pessoas que estão no período recomendado. Para receber o imunizante, é preciso apresentar a caderneta de vacinação com registro de aplicação da primeira dose, RG, CPF e comprovante de residência no nome da pessoa a ser vacinada, de pai ou mãe ou outra pessoa com alguma comprovação de vínculo. Se for aluguel, um documento de locação.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou o pedido do Instituto Butantan para o uso da vacina CoronaVac em crianças e adolescentes de 3 a 17 anos.
Em reunião extraordinária realizada nesta quarta-feira (18), a diretoria colegiada da agência avaliou que, com as informações apresentadas pelo Butantan, não é possível concluir sobre a eficácia e a segurança da dose nessa faixa etária.
“Os dados de imunogenicidade deixam incertezas sobre a duração da proteção conferida pelo imunizante”, informou a Anvisa, por meio de nota.
De acordo com a agência, o perfil de segurança da vacina também não permite concluir quais os riscos para crianças e adolescentes – em grande parte, devido ao número considerado insuficiente de participantes nos estudos.
“Faltaram ainda dados que considerassem a vacinação em faixas etárias específicas. Também não é conhecida a eficácia ou a capacidade de indução de resposta imune pela vacina em crianças com comorbidades e imunossuprimidas.”
Para prosseguir com a solicitação de inclusão da faixa etária de 3 a 17 anos, o Butantan, segundo a Anvisa, precisa apresentar informações pendentes e submeter um novo pedido à agência.
A CoronaVac recebeu autorização temporária de uso de emergencial por parte da Anvisa em janeiro. A aprovação das doses sob essa condição permanece enquanto perdurar a situação de emergência em saúde pública decorrente da pandemia de covid-19 no Brasil.
Atualmente, a vacina da Pfizer é a única aprovada para crianças e adolescentes de 12 a 17 anos. Já a farmacêutica Janssen, que oferece imunização contra a doença em dose única, recebeu autorização para a condução de estudos com menores de 18 anos no Brasil.
Terceira dose
Durante a reunião extraordinária, a diretoria colegiada da Anvisa decidiu recomendar ao Ministério da Saúde que considere a possibilidade de indicar uma dose de reforço, em caráter experimental, para grupos que receberam duas doses da CoronaVac, priorizando pacientes imunossuprimidos e idosos, entre outros.
“A decisão sobre a utilização da dose de reforço ou uma terceira dose deve ser centralizada e coordenada pelo Programa Nacional de Imunização (PNI)”, destacou a agência. “Antes de avançar nos debates sobre doses adicionais, porém, é preciso alertar para a necessidade de ampliação e integralidade da cobertura vacinal a todos os cidadãos aptos”.
Até o momento, a Anvisa recebeu dois pedidos de autorização para pesquisa clínica a fim de investigar os efeitos de uma dose adicional da vacina contra a covid-19 – um da Pfizer e um da Astrazeneca.
Dados de imunogenicidade
A diretoria colegiada da Anvisa recomendou ainda que o Butantan apresente dados complementares de imunogenicidade, importantes para avaliar a capacidade da CoronaVac de estimular a produção de anticorpos no organismo, além de verificar por quanto tempo essas moléculas permanecem ativas.
“Embora a CoronaVac tenha demonstrado proteção significativa contra a hospitalização por covid-19 e óbitos pela doença, a prevalência de diferentes variantes do coronavírus ao longo do tempo e em locais diferentes pode impactar potencialmente a eficácia observada em ensaios clínicos”, destacou a agência.