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Foto: Geovana Albuquerque/Agência Saúde DF

O Ministério da Saúde informou que recebeu mais 2 milhões de doses da vacina da Pfizer contra a Covid-19. O carregamento desembarcou neste domingo no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). Segundo a pasta, das mais de 287 milhões de doses distribuídas aos estados, 75,9 milhões são da Pfizer.

De acordo com o vacinômetro do ministério, 229 milhões de doses foram aplicadas em todo o país, sendo que 143,9 milhões foram destinadas para aplicação da primeira dose e 85,2 milhões são de segunda dose ou única.

Na sexta-feira (24), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz), entregou mais de 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 ao Ministério da Saúde, somando o total de 4,5 milhões de doses entregues na semana.

Com o novo lote, a fundação alcança aproximadamente 101 milhões de vacinas disponibilizadas ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O número foi alcançado em apenas oito meses.

Os recursos investidos na aquisição de doses de vacinas já somam R$ 188 bilhões, segundo o ministério.

Informações: Metro1


Neste domingo (26), o presidente Jair Bolsonaro usou uma rede social para informar que o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, testou positivo para Covid-19. No post, o chefe do Executivo destacou que Guimarães já está medicado.

Bolsonaro desejou a pronta recuperação do presidente da Caixa.

– Pedro Guimarães, presidente da Caixa, é diagnosticado com Covid. Obs.: tomou 2 doses da Pfizer. Já medicado. Desejamos pronta recuperação – escreveu ele, no Facebook.

Guimarães também se manifestou, por meio de uma rede social, e disse que está assintomático.

– Informo a todos que testei positivo para COVID-19. Ficarei em quarentena seguindo todos os protocolos médicos. Já tomei as duas doses de vacina e comecei a tomar os remédios do protocolo. Também estava em isolamento desde quando chegamos dos EUA, na quarta-feira de manhã.

Informações: Pleno News


Foto: Divulgação

Feira de Santana não registrou nenhuma morte por Covid-19 nos últimos cinco dias. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ressalta que a inclusão dos registros de óbito é feita quando a ficha de notificação e resultado do exame positivo para a doença chegam à Vigilância Epidemiológica.


O informativo também indica que o município atingiu a marca de 46.864 curados da doença, índice que representa 93% dos casos confirmados. Enquanto isso, neste domingo (26), mais 156 exames foram negativos e nove positivos. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 29 pacientes internados no município.

Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana
NÚMEROS DESTE DOMINGO
26 de setembro de 2021

Casos confirmados no dia: 09
Pacientes recuperados no dia: 25
Resultados negativos no dia: 156
Total de pacientes hospitalizados no município: 29
Óbito comunicado no dia: 0

NÚMEROS TOTAIS

Total de pacientes ativos: 263 (Dados da Sesab)
Total de casos confirmados no município: 50.384 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de setembro 2021)
Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.503
Total de recuperados no município: 46.864
Total de exames negativos: 72.913 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de setembro de 2021)
Aguardando resultado do exame: 219
Total de óbitos: 988

INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS

Total de testes rápidos realizados: 25.464 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de setembro de 2021)
Resultado positivo: 4.985 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de setembro de 2021)
Em isolamento domiciliar: 0
Resultado negativo: 20.479 (Período de 06 de março de 2020 a 26 de setembro de 2021)

O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).


O ex-prefeito de Feira de Santana é possível candidato a vice-governador ou a senador, José Ronaldo (DEM), participou neste domingo (26) da Missa do Vaqueiro, no distrito de Jaguara.

Em suas redes sociais, Ronaldo publicou fotos do momento e disse que foi muito bom participar da missa.

“Esse evento é uma tradição realizada há
décadas e esse ano foi um pouco diferente por conta
dos protocolos necessários na luta contra o
coronavírus. Ainda assim, foi muito bom poder
participar dessa celebração tão significativa!”


Cantor é acusado de suposto estupro dentro do confinamento

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Nego do Borel Foto: Reprodução / Record

O cantor Nego do Borel fez sua primeira publicação nas redes sociais após ser expulso de A Fazenda 13 neste sábado (25), por suspeita de abusar de colega de confinamento. O cantor disse aos fãs que está na casa da mãe, Roseli Viana Gomes, no Rio de Janeiro, e que se sente “muito feliz”.

– Meus fãs, eu cheguei em casa e estou muito feliz. Vamos! Cheguei na coroa – escreveu.

A mãe de Nego se pronunciou sobre o caso e saiu em defesa do filho.

– Não teve abuso. Por favor, não façam isso com as pessoas. A emissora está mostrando tudo para a gente. Tiraram o Maycon apenas porque a emissora foi ameaçada de perder patrocinadores – disse.

O cantor está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Ele é acusado de se aproveitar da embriaguez da modelo Dayane Mello para forçar uma relação. Em depoimento ao reality, a integrante reconheceu que não se lembra de boa parte das coisas que aconteceram na madrugada de sábado (25).

A apresentadora Adriane Galisteu disse que o artista violou a regra de não pôr em risco a integridade física dos participantes e lembrou:

– Quando uma mulher diz não, é não! Quando uma mulher alcoolizada diz sim, também é não. Difícil, né? – declarou.

Informações Pleno News


To Para analistas, apenas uma coisa é certa: quem assumir o controle terá que administrar a recuperação contínua da pandemia do coronavírus

Foto: Michael Lucan/Wikipédia

Angela Merkel está prestes a deixar o cargo de chanceler da Alemanha após 16 anos, marcando o início de uma nova era para a maior economia da Europa.

Os resultados da eleição de domingo são difíceis de prever, e a formação de um governo pode levar semanas ou meses para acontecer. Mas quando a poeira baixar, as pesquisas indicam que o novo chanceler pode ser Olaf Scholz, do Partido Social-Democrata, de esquerda, que conduziu a economia da Alemanha durante a pandemia como ministro das finanças em uma coalizão com Merkel.

Enquanto isso, os verdes podem mais do que dobrar seu número de assentos no parlamento.

O partido de Scholz e os Verdes poderiam fazer parceria com o Partido Democrático Liberal, pró-negócios, ganhando poder o suficiente para mudar a agenda econômica do país para a esquerda. A tributação e os gastos podem aumentar à medida que os líderes políticos dobram a digitalização e a política climática, enquanto a cautela sobre o aumento da dívida governamental pode ficar em segundo plano.

“Verdes e liberais em uma coalizão trariam as forças inovadoras mais frescas que tivemos em um governo alemão”, disse Carsten Brzeski, chefe global de pesquisa macro do ING.

Gaste mais, se preocupe depois?

Os bancos globais dizem que o resultado final da disputa pós-eleitoral entre os partidos está longe de ser certo, enquanto aconselham os investidores a se prepararem para dois resultados potenciais: uma coalizão do partido socialista, Partido Verde e Partido Democrático Liberal, ou uma vitória estreita do centro-direita de Merkel com a União Democrática Cristã, liderada por Armin Laschet, que provavelmente também precisaria se unir aos Verdes e ao Partido Democrático Liberal.

A primeira opção marcaria um movimento para a esquerda, mas seria menos dramática do que uma aliança entre o SPD, os verdes e o esquerdista Die Linke. Esse resultado, que poderia produzir esforços muito mais ambiciosos para redistribuir a riqueza e arrecadar impostos, foi minimizado pelos analistas e provavelmente pegaria os investidores de surpresa.

Qualquer combinação que assumir o controle terá que administrar a recuperação contínua da pandemia do coronavírus. A economia da Alemanha deve crescer 2,9% neste ano e 4,6% no próximo, após contrair 4,9% em 2020, de acordo com as últimas projeções da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

No entanto, dados recentes indicam que o ritmo pode estar diminuindo. O índice Ifo, que acompanha o clima de negócios do país, caiu pelo terceiro mês consecutivo em setembro, de acordo com dados divulgados na sexta-feira (24). O crescimento mais lento na China, as cadeias de suprimentos complicadas e os preços de gás em alta podem cobrar o seu preço no fim das contas.

Essa retração pode aumentar a pressão sobre os novos líderes do país para que as regras fiscais notoriamente rígidas da Alemanha sejam descartadas para que possam continuar gastando na economia doméstica.

O país consagrou o chamado “freio da dívida” na constituição em 2009, limitando severamente os empréstimos públicos após a crise financeira, com poucas exceções. Por causa da pandemia, as regras da dívida foram suspensas até 2023. Isso permitiu que os empréstimos alemães aumentassem, com a relação dívida/PIB do país subindo acentuadamente para 70% em 2020.

Embora essa proporção seja insignificante em comparação com os Estados Unidos, onde a dívida agora deve exceder o PIB anual, os partidos de centro da Alemanha estão ansiosos para colocar as finanças públicas do país de volta sob controle. Os verdes, por sua vez, querem uma flexibilização mais permanente das regras da dívida.

Os estrategistas do UBS, Dean Turner e Maximilian Kunkel, acreditam que o freio da dívida — que se tornou um princípio fundamental do conservadorismo fiscal alemão — provavelmente permanecerá em vigor, já que derrubá-lo exigiria uma maioria de dois terços no parlamento.

Ainda assim, eles esperam que os novos líderes da Alemanha encontrem outras maneiras de aumentar os gastos para enfrentar a crise climática, uma questão que ganhou ainda maior destaque depois que inundações devastadoras atingiram o país em julho.

“A única área comum de acordo para todas as partes é a necessidade de enfrentar a mudança climática”, escreveram Turner e Kunkel em uma nota de pesquisa recente. Qualquer que seja a coalizão que surja, ela fará o investimento verde crescer.

Lidando com a crise climática

Brzeski espera que a nova coalizão governista, independentemente de sua composição, crie um veículo especial de investimento para contornar o freio da dívida, permitindo que o dinheiro flua para iniciativas verdes.

Com um governo de coalizão mais liberal, entretanto, alguns cronogramas poderiam ser antecipados.

“[Os verdes] provavelmente pressionariam por uma aceleração da transição verde da economia alemã como uma pré-condição para entrar no governo”, disse o Goldman Sachs em nota recente a clientes.

O Partido Verde pediu um corte de 70% nas emissões de gases de efeito estufa em relação aos níveis de 1990 até 2030, em comparação com a meta atual do governo de 65%. Ele também quer as usinas a carvão fechadas até o final desta década, em vez de 2038, e que os novos carros também estejam livres de emissões nessa altura.

Isso poderia criar um confronto com as empresas mais poderosas da Alemanha. Em sua última atualização de estratégia, a Volkswagen (VLKAF) disse que queria que 50% das vendas viessem de carros elétricos até 2030, aumentando para quase 100% em 2040.

O quanto o estado deve intervir pode gerar atrito entre os membros da coalizão.

“A maior polêmica será: como você muda o comportamento das pessoas?”, disse Brzeski. “Você faz isso por incentivos e educando as pessoas, ou você faz isso [aumentando] os preços e custos?”

Um governo de tendência esquerdista na Alemanha também poderia levar a um aumento dos impostos para os alemães mais ricos, com o SPD propondo um novo imposto sobre a riqueza para os super ricos.

Mas os bancos estão enfatizando que ainda não está muito claro como a eleição vai se desenrolar — e a CDU mais conservadora ainda pode prevalecer, mantendo a Alemanha mais firme em seu atual caminho fiscal e econômico.

Informações CNN


Protesto está marcado para o próximo sábado

Protesto contra o presidente no dia 7 de setembro Foto: EFE/André Coelho

A uma semana do próximo ato nacional que deve levar manifestantes às ruas das principais cidades brasileiras pelo impeachment do presidente Jair Bolsonaro, marcado para o dia 2 de outubro, lideranças políticas à esquerda e à direita ainda debatem se é possível coordenar os esforços de antigos rivais na campanha.

O Estadão questionou o comando de 14 legendas dos mais variados espectros políticos que declaram oposição ao atual governo, do PT ao Novo, sobre quais são os entraves que dificultam uma eventual união em torno da bandeira do “Fora Bolsonaro”.

Os principais motivos informados pelos partidos vão de falta de consenso interno sobre a abertura de um processo contra o presidente a questões relativas a interesses que têm como norte a eleição presidencial de 2022.

Em comum, todos os partidos integram o fórum Direitos Já!, que se tornou um dos polos de oposição que tentam construir uma frente ampla para pressionar o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (Progressistas-AL) a abrir o processo de impeachment do presidente Jair Bolsonaro. Algumas dessas siglas, no entanto, não têm ainda posição sobre o assunto.

Parte das lideranças argumenta que o ambiente para a formação de uma ampla coalizão se construiu a partir das manifestações do último 7 de Setembro.

Outros líderes partidários ponderam que seriam necessários gestos no sentido de uma clara suspensão da pré-campanha de 2022 para que todos os partidos e seus pré-candidatos pudessem se concentrar na abertura do processo de deposição do presidente.

Para alguns partidos de centro, no entanto, entrar de vez no bloco do impeachment ainda é uma incerteza. Siglas como o PSD e MDB ensaiaram uma mudança de posição nos dias seguintes aos atos do Dia da Independência, mas, com o recuo na forma de uma carta à Nação divulgada por Bolsonaro nas redes, os dirigentes partidários agora sinalizam uma acomodação.

Uma grande mobilização popular nas ruas das principais cidades brasileiras em oposição a Bolsonaro é citada por todos como uma condição essencial para a mobilização conjunta, sem a qual o cenário não deve mudar.

Para o coordenador do Direitos Já, Fernando Guimarães, é preciso deixar de lado as diferenças e se unir em torno de um objetivo comum.

– Quem tiver compromisso com a democracia vai colocá-la acima de tudo. Este é um momento em que precisamos estar preocupados em mobilizar a sociedade, e somar na rua todos aqueles que tenham a clareza da sua responsabilidade histórica, para deixar de lado as questões eleitorais e os projetos políticos – disse Guimarães, que tem se esforçado para juntar no mesmo palco representantes de correntes divergentes e até rivais políticos.

PSDB, PDT, Cidadania e PV devem estar no ato do dia 2 pelo impeachment de Bolsonaro com os partidos de esquerda na Avenida Paulista.

O QUE PENSAM OS DIRIGENTES
Antonio Neto, PDT – integrante da executiva nacional: “Prioridade é garantir a Democracia”

Houve uma confusão por parte dos companheiros que decidiram não ir (ao ato no dia 12). Eu reputo isso um erro. A história do mundo mostra que nos momentos-chave, decisivos, você tem de tirar da discussão aquelas coisas que são menores. Falta desprendimento, em primeiro lugar, de não levar em consideração o inimigo principal. O que falta é terem essa visão do compromisso com o momento, que é muito grave. A prioridade é efetivamente garantir a democracia para que possamos ter eleições livres, soberanas e, acima de tudo, garantir a posse de quem seja eleito. Não podemos debater agora a eleição.

Domingos Sávio, PSDB – 1º vice-presidente nacional: “Questões políticas são resolvidas nas eleições”

O que falta não é só (união entre) os partidos que estão em oposição ou os partidos independentes, como o PSDB. O que falta é que haja de fato algo que comprove crime de responsabilidade de Bolsonaro. O PSDB não deve se propor a defender um impeachment por razões estritamente políticas, que são resolvidas na eleição. No meu entender, o partido só deve se aprofundar numa discussão de impeachment se encontrar argumentos e provas de que há crime e, mesmo nessa situação, deve ouvir seus deputados e senadores. Seria absolutamente sem sentido ter uma decisão de cima para baixo.

Eduardo Ribeiro, Novo – presidente nacional: “Falta definir se querem a saída ou é só retórica eleitoral”

Falta definir se realmente querem o impeachment ou se a pauta será só retórica eleitoral. Não vejo o PT, por exemplo, se esforçando pelo impeachment. A saída de Bolsonaro despolariza e enfraquece o Lula nos eleições. O Novo está num espectro político diferente do restante da oposição, não temos articulação conjunta. Mantemos nossa posição.

Alessandro Molon, PSB – integrante da executiva nacional: “É importante que os atos não tenham dono”

É importante que o ato não tenha um dono. Considero que a participação dos demais partidos é muito importante e estão havendo tratativas, e não tenho a menor dúvida (de que ela virá) Espero que a gente consiga já para o dia 2 de outubro mas, se por acaso isso não se viabilizar, tenho plena convicção que até 15 de novembro a gente consegue isso.

Isnaldo Bulhões, MDB – integrante da Executiva Nacional: “Impeachment é apagar fogo com gasolina”

Acho que a união da oposição na verdade já existe. Desconheço qualquer dissidência nesse sentido, eles defendem a pauta de admissibilidade do processo de impeachment. Quanto ao MDB: na minha opinião (o impeachment) é apagar fogo com gasolina. Acho pouco prudente colocar neste momento como prioridade o impeachment.

Junior Bozzella, PSL – vice-presidente: “Devemos baixar as bandeiras e buscar unidade”

Fui nas manifestações da esquerda e estive na manifestação da direita. Nós, que defendemos a democracia, temos o dever de fazer um gesto nesse sentido: baixar as bandeiras e buscar unidade. A construção da frente ampla não pode ser conduzida por partido A ou B, e sim por entidade isenta. No PSL não temos deliberação sobre apoiar o impeachment.

Juliano Medeiros, PSOL – presidente nacional: “Falar em oposição fragmentada não faz mais sentido”

A oposição está unida em defesa do impeachment. Apresentamos um pedido unitário que reúne partidos, movimentos e parlamentares de diferentes espectros partidários meses atrás. Os protestos de rua caminham para uma unificação. Falar em “oposição fragmentada” não faz mais sentido. Nossa prioridade é o fortalecimento do #ForaBolsonaro.

José Guimarães, PT – integrante da executiva nacional: “É preciso povo na rua. Sem isso não tem impeachment”

Esse ato do dia 2 é um momento que pode selar essa unidade. É preciso muita generosidade das forças políticas para dar musculatura à luta pelo impeachment. Por último, é preciso povo na rua. É o que falta. A pressão sobre o Congresso Nacional é um elemento central nessa campanha. Sem isso, não tem impeachment.

Giberto Kassab, presidente do PSD:

A partir da inobservância da Constituição, pode ser levada adiante a proposição de afastar o presidente.

Jefferson Coriteac, vice-presidente do Solidariedade:

O 7 de Setembro, com a ameaça à democracia e à Constituição, foi o estopim para começar essa união.

Soninha Francine, integrante da executiva nacional do Cidadania:

Unir a oposição fica mais fácil quando você já tem um ponto de partida, um bloco para demonstrar isso.

Luciana Santos, presidente do PC do B:

Falta a percepção de que é preciso deixar essa disputa de 2022 para o momento certo.

José Luiz Penna, presidente do PV:

Se não foi possível juntar no dia 12 todos os partidos, acho que no dia 2 nós vamos conseguir.

Heloísa Helena, porta-voz nacional da REDE:

Muitas pessoas acham que devem deixar o Bolsonaro sangrar para facilitar a disputa eleitoral.

*AE


Angelo Almeida atualmente é deputado estadual, já foi vereador de Feira de Santana, candidato a prefeito e a vice, possuindo dessa forma uma história consolidada na política feirense.

Em sua participação no projeto Feira de Santana e sua História, Angelo contou um pouco da sua história com Feira de Santana e sua trajetória política.

“Tenho muito orgulho de ser feirense, de toda a minha ancestralidade ser formada por feirenses, que vem de duas famílias que faziam parte da Feira Vila, tanto a família Pinto quanto a família Almeida, são famílias que chegaram aqui através de tropeiros.” Contou.

Angelo é o terceiro filho de seis irmãos e com o investimento de seus pais saiu para estudar em Salvador com 14 anos, onde também se formou em Odontologia. Sempre muito atendo a política por influência de seu pai, em seu retorno à Feira de Santana iniciou o caminho na política no partido em que seu pai ficara responsável.

“Quando eu voltei para Feira de Santana, recém-formado, consegui liderar alguns processos de alguns colegas e em 1992 teve um episódio que me marcou muito que foi quando João Durval decidiu se candidatar ao invés de Sergio e foi por um partido pequeno que ele confiou ao meu pai aqui em Feira de Santana e isso me marcou muito porque logo depois disso meu pai tem um problema de saúde e ficou alguns meses afastado, então eu acabei tendo que fazer tudo que seria responsabilidade do meu pai, que era organizar o partido, a partir desse momento entrei para a política e nunca mais sai.” Relatou.

O atual deputado estadual foi candidato primeira vez em 2004, pelo PDT. 

“Perdi a eleição, mas fui o mais votado do partido. Em 2006, João Durval me chama e fala para eu ser candidato a deputado estadual, eu falei que não dava porque como já tinha perdido a eleição pra vereador, como iria me candidatar pra deputado, mas eu fiz a campanha, viajei muito com eles, conheci a geopolítica da Bahia, conheci muita gente do interior e sai com quase 10 mil votos nessa eleição.” Pontuou.

Em 2008 ele consegue o primeiro mandato como vereador, pelo PT. 

“Cumpri esse mandato durante quatro anos, até 2012. No meio do caminho, eu falei ‘Se eu fui candidato a deputado estadual quando não era nem vereador em Feira, como que não vou ser agora?’, vou ver no que vai dar, coloquei o nome como pré-candidato e fui para convenção do PT, mas saí de lá sem a minha candidatura homologada porque eles entenderam que eu não tinha potencial de conseguir mais de 10 mil votos, mas com o apoio de Feira de Santana consegui confirmar minha candidatura e não me elegi por cerca de 1.500 votos.” Ressalta.

Em 2014 Angelo bateu na trave novamente com 35.500 votos.

“Depois disso me afastei da política por um tempo e em 2017 como suplente assumi uma vaga na Assembleia e foi nesse momento que percebi que não era mais meu momento de estar no PT, tive o abraço da presidente do PSB, a deputada federal Lidice da Mata, e me revigorei na política e nas eleições de 2018, faltaram 290 votos para ser eleito. Fiquei alegre porque ninguém esperava essa votação expressiva” Afirmou.

O deputado é filho de Feira de Santana e possui uma grande influência na cidade tanto como político, quanto como cidadão.

Informações De Olho na Cidade


Foto: Divulgação/Pfizer

Resultados preliminares de um estudo feito no Uruguai apontam que o reforço com a vacina da Pfizer aumentou em até 20 vezes o nível de anticorpos em pessoas imunizadas com o esquema completo da Coronavac. No país, 24% da população já recebeu três doses contra a Covid-19.

Segundo informações da agência AFP, desde o começo de março, cientistas do Instituto Pasteur (IP) de Montevidéu e da Universidade da República (Udelar) realizam um projeto de pesquisa para estudar a evolução dos níveis de anticorpos específicos contra o coronavírus em relação às vacinas e doses administradas.

O estudo, que envolve mais de 200 voluntários, irá durar dois anos e prevê coletas de sangue periódicas dos participantes.

Informações: Metro1


Foto: Max Haack / Ag Haack / Bahia Notícias

Resultados preliminares de um estudo feito no Uruguai apontam que o reforço com a vacina da Pfizer aumentou em até 20 vezes o nível de anticorpos em pessoas imunizadas com o esquema completo da Coronavac. No país, 24% da população já recebeu três doses contra a Covid-19.

Segundo informações da agência AFP, desde o começo de março, cientistas do Instituto Pasteur (IP) de Montevidéu e da Universidade da República (Udelar) realizam um projeto de pesquisa para estudar a evolução dos níveis de anticorpos específicos contra o coronavírus em relação às vacinas e doses administradas.

O estudo, que envolve mais de 200 voluntários, irá durar dois anos e prevê coletas de sangue periódicas dos participantes.

Informações: Metro1