Exatamente hoje (06) está completando quatro meses que o prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, reivindicou oficial do governador Rui Costa uma redução no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no diesel adquirido pelas empresas de ônibus urbanos. A solicitação foi feita levando em conta que as empresas intermunicipais foram beneficiadas com a total retirada do imposto.
O prefeito elencou uma série de argumentos, principalmente a redução de 60% no volume de passageiros desde o início da pandemia da Covid-19. Colbert Martins também elencou que o Governo Federal ainda não sinalizou atender o pedido da Frente Nacional de Prefeitos para abertura de um crédito extra para as empresas equacionarem o desequilíbrio econômico-financeiro, com o objetivo de amenizar a crise no setor.
“O pode público tem que proporcionar alternativas que evitem um impacto maior num aumento de tarifa, sacrificando mais ainda a população. Lamentavelmente, passados quatro meses da nossa reivindicação, oficialmente protocolada na Governadoria, o governador Rui Costa não deu qualquer resposta”, frisou o prefeito.
O prefeito de Feira de Santana lembra que, desde agosto de 2021, que o governador Rui Costa beneficiou as empresas intermunicipais. “Na época, ele argumentou que o incentivo é importante porque o setor de transporte intermunicipal de passageiros tem enfrentado sérias dificuldades financeiras com o prolongamento da crise sanitária, conforme palavras dele”, acrescentou.
Pode parecer apenas uma mancha qualquer. No entanto, a coloração clara ou avermelhada, com diminuição da sensibilidade, dormência ou fraqueza nas mãos e pés podem indicar os primeiros sintomas da hanseníase – também conhecida como lepra. Em Feira de Santana, a campanha Janeiro Roxo vai alertar para os sintomas da doença neste mês.
Desenvolvida pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a programação prevê palestras que vão ampliar as informações sobre a doença – que tem cura e tratamento.
Atualmente, 97 pessoas estão em tratamento contra a doença no município, que possui o ambulatório de Hanseníase, localizado no Centro de Referência Dr. Leone Coelho Lêda (CSE). Os pacientes são atendidos por uma equipe multidisciplinar, composta por enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionista, dermatologistas e assistente social.
A transmissão ocorre por vias aéreas superiores e o contato com gotículas de saliva durante a convivência muito próxima e prolongada com o doente da forma transmissora.
Segundo Rosangela Dias, enfermeira assistencial do Programa de Hanseníase, o diagnóstico precoce é a melhor maneira para evitar a ocorrência de sequelas graves, que geram incapacidades físicas.
“Quanto mais cedo ocorrer o diagnóstico e o tratamento da doença, maiores as chances de cura, evitando sequelas. O paciente em tratamento deixa de ser transmissor da doença e passa por avaliações clínicas com orientações sobre o uso correto da medicação”, explica.
Ainda de acordo com a enfermeira, os principais sintomas da doença são: surgimento de manchas brancas ou avermelhadas na pele, sensação de formigamento nas extremidades, caroços e placas em qualquer local do corpo e diminuição da força muscular. Ao sentir os sintomas, é preciso procurar uma unidade de saúde.
Imunização infantil não terá exigência de receituário médico
Foto: Valter Campanato
O governo federal anunciou hoje (5) a inclusão de crianças de 5 a 11 anos no plano de operacionalização de vacinação contra a covid-19. As primeiras doses de vacinas contra a doença destinadas a crianças de 5 a 11 anos deverão chegar ao Brasil no dia 13 de janeiro. Está prevista uma remessa de 1,2 milhão de doses do imunizante da Pfizer – o único aprovado até o momento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O Brasil receberá, no primeiro trimestre de 2022, 20 milhões de doses pediátricas destinadas a este público-alvo, que é de cerca de 20,5 milhões de crianças. O Ministério da Saúde receberá, ainda em janeiro, um lote de 3,74 milhões de doses de vacina.
“Não faltará vacina para nenhum pai que queria vacinar seus filhos”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O secretário executivo do órgão, Rodrigo Cruz, informou que outras 20 milhões de doses foram reservadas. O envio está condicionado à confirmação pelo laboratório e pelo andamento do ritmo de vacinação.
O esquema vacinal será com duas doses, com intervalo de oito semanas entre as aplicações. O tempo é superior ao previsto na bula da vacina da Pfizer. Na indicação da marca, as duas doses do imunizante poderiam ser aplicadas com três semanas de diferença.
Segundo o Ministério da Saúde, será preciso que a criança vá vacinar acompanhada dos pais ou responsáveis ou leve uma autorização por escrito.
O Ministério também recomendará uma ordem de prioridade, privilegiando pessoas com comorbidades e com deficiências permanentes; indígenas e quilombolas; crianças que vivem com pessoas com riscos de evoluir para quadros graves da covid-19; e em seguida crianças sem comorbidades.
A obrigação de prescrição médica para aplicação da vacina não foi incluída como uma exigência, conforme foi ventilado por membros do governo durante as discussões nas últimas semanas. Mas o Ministério sugeriu que os pais procurem profissionais de saúde.
Questionado por jornalistas se essa recomendação não desestimularia os pais a levarem os filhos para vacinar, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, respondeu afirmando que isso deixaria os pais mais “seguros” para decidir sobre a imunização.
Análise
Durante a coletiva, o ministro Marcelo Queiroga e seus secretários defenderam o processo de análise e definição da inclusão do público infantil no Plano Nacional de Imunizações (PNI). A Anvisa autorizou a aplicação da vacina da Pfizer nessa faixa etária em 16 de dezembro, mas o Ministério decidiu realizar uma consulta pública e uma audiência pública antes de anunciar a inclusão hoje.
“Não há atraso. Não podemos trazer doses antes da aprovação da Anvisa. Consulta pública foi importante sim para tomada de posição do Ministério”, declarou Queiroga. “Tivemos cuidado e não foi excessivo, muito pelo contrário. Também estava no nosso radar. Nós temos uma tempestividade, o tempo correto de ser feito. E acredito que este é o tempo adequado”, acrescentou a secretária extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite.
Marcelo Queiroga informou, ainda, que o custo total da vacinação da população de 5 a 11 anos deve ser em torno de R$ 2,6 bilhões.
O secretário executivo Rodrigo Cruz comentou que a equipe da pasta acionou a Pfizer após o anúncio da decisão da Anvisa. Um aditivo do 3º contrato foi firmado no dia 28 de dezembro, que fechou a entrega das 20 milhões de doses no 1º trimestre.
Pfizer
Em nota, a Pfizer confirmou a assinatura do contrato de aquisição das 20 milhões de doses e o início da entrega na “semana do dia 10 de janeiro”.
De 97 casos da Influenza A H3N2 em Feira de Santana, 60 encontram-se na unidade hospitalar pediátrica do Estado. Prefeitura de Feira já assegurou ajuda e reforço na assistência pediátrica
Foto: Divulgação
Um surto de H3N2 está confirmado no Hospital Estadual da Criança (HEC). O registro é apontado nos dados do boletim epidemiológico da SESAB (Secretaria da Saúde do Estado a Bahia). De 97 casos da Influenza A H3N2 em Feira de Santana, 60 encontram-se na unidade hospitalar pediátrica do Estado.
Segundo o prefeito Colbert Filho, o surto impacta diretamente o município e pode comprometer a capacidade da unidade pediátrica estadual atender plenamente as crianças atingidas. “Médicos, enfermeiros, fisioterapeutas e auxiliares da saúde passam a ter limitações de atendimento e assistência”, salienta.
Entretanto, o gestor assegura que a rede municipal de saúde está pronta para ajudar e colaborar no que for necessário com o HEC. “Acabei de fazer uma visita nas UPAs da Queimadinha e da Mangabeira. O Governo Municipal está pronto para ampliar espaços de assistência com reforço da equipe saúde”, afirma.
Foto: ACMSão 300 vagas para atuar temporariamente na Educação municipal
O resultado final do processo seletivo para professor substituto foi divulgado nesta quarta-feira, 5. Os candidatos podem conferir a lista no site da Prefeitura – feiradesantana.ba.gov.br – e também no site da empresa responsável pela realização do certame, no endereço eletrônico consulpam.com.br.
A homologação do resultado será publicada no Diário Oficial eletrônico do município, nesta quinta-feira, 6. A lista de classificados compõe ainda um cadastro reserva.
A seleção ofereceu 300 vagas para professores que vão atuar temporariamente na Educação municipal – 233 para Pedagogia e mais 67 para outras licenciaturas, a exemplo de Língua Portuguesa, Inglês, Educação Física, História, Geografia, Biologia, Matemática e Artes.
De acordo com a secretária de Educação, professora Anaci Paim, a convocação dos novos profissionais se dará nos próximos dias. “Pedimos aos professores aprovados que fiquem atentos para o chamamento que será publicado em breve no Diário Oficial do município”, orienta Anaci Paim.
Mais de 5 mil professores participaram do processo seletivo simplificado que permitirá a contratação dos profissionais pelo prazo de dois anos, prorrogáveis por mais dois, através Regime Especial de Direito Administrativo (REDA).A carga horária é de 20 horas semanais e a remuneração é de R$ 2.174,00, equivalente à referência E, do quadro do magistério público municipal, nos termos da lei municipal nº 01/1994.
Tenista foi barrado no aeroporto por não comprovar motivo da falta de vacinação contra a Covid-19
Tenista Novak Djokovic foi barrado no aeroporto da Austrália Foto: EFE/EPA/Dave Hunt
Novak Djokovic sofreu nesta quarta-feira (5) uma das maiores “viradas” de sua carreira. Um dia após celebrar a permissão médica especial que recebeu para competir em Melbourne, o tenista número 1 do mundo foi barrado no aeroporto de Tullamarine, teve seu visto cancelado e deve deixar a Austrália poucas horas após desembarcar. Ele estava na cidade para disputar o Aberto da Austrália, o primeiro Grand Slam da temporada.
Autoridades australianas barraram a entrada do tenista sérvio porque ele não teria apresentado “padrões adequados de evidências” para entrar no país com a permissão médica especial que havia obtido na véspera. O documento permitia que entrasse e competisse em Melbourne mesmo sem comprovar a vacinação completa contra a Covid-19.
Djokovic já afirmou diversas vezes que é contra o imunizante. Ele se nega a revelar se tomou a vacina, o que o tornou alvo de polêmica nos últimos meses, principalmente após as autoridades australianas afirmarem publicamente que só aceitariam tenistas vacinados para o torneio. De acordo com o ministro da saúde da Austrália, Greg Hunt, o sérvio deverá deixar o país nas próximas horas.
PERMISSÃO ESPECIAL A permissão que Djokovic havia obtido é prevista na lei australiana para dar conta de casos específicos na pandemia. Serve para pessoas que não tomaram o imunizante para não piorar um quadro clínico grave causado por outra doença ou porque apresentaram reação grave na primeira dose ou ainda porque tiveram Covid-19 nos últimos seis meses.
A especulação na imprensa australiana é sobre esta última hipótese no caso do tenista. Djokovic, contudo, não revelou publicamente se contraiu o vírus nos últimos meses. Mais cedo, o primeiro-ministro Scott Morrison já havia afirmado que a permissão não liberava a entrada automática dele no país. Ele precisaria provar que tinha um bom motivo para não se vacinar.
– Se essa evidência for insuficiente, ele não será tratado de forma diferente e estará no próximo avião para casa. Não deve haver nenhuma regra especial para Novak Djokovic. Absolutamente nenhuma – declarou o político.
Horas depois, o sérvio não conseguiu convencer as autoridades sanitárias locais de que tinha uma razão apropriada para evitar a vacina contra a Covid-19. A negativa foi um golpe duro ao líder do ranking, que viveu em situação incomum logo ao desembarcar em Melbourne por volta das 23h30 desta quarta, pelo horário local (9h30 pelo horário de Brasília).
Uma falha em seu visto, por não incluir a informação sobre a permissão médica especial, fez o tenista passar a madrugada de quinta em local reservado. Seu pai, Srdjan Djokovic, conhecido pelas declarações polêmicas, tratou de dar ares dramáticos para a situação.
– Novak está trancado numa sala onde ninguém pode entrar. E diante da porta estão dois policiais – disse ele à imprensa sérvia, sugerindo que seu filho estaria sendo tratado como um criminoso. Mais tarde, chegou a dar um ultimato às autoridades locais e prometeu convocar um protesto em favor da “liberdade” do seu filho.
As declarações tiveram o efeito esperado no âmbito político. E até o presidente da Sérvia se manifestou sobre o caso.
– A Sérvia vai fazer tudo que puder para acabar imediatamente com este constrangimento causado a Novak Djokovic – declarou Aleksandar Vucic.
Entre as autoridades australianas, a confusão imperou nas declarações públicas. O Estado de Victoria e o governo federal se esquivavam das críticas de que teriam concedido um privilégio ao líder do ranking ao mesmo tempo em que endureciam o discurso. A situação se arrastou pela madrugada australiana até a decisão pelo cancelamento do visto do tenista.
Regras valem enquanto durar emergência em saúde causada pela pandemia
Foto: Marcello Casal
O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta quarta-feira (5), um projeto de lei (PL) que estabelece regras emergenciais de proteção a entregadores de serviços de aplicativo durante a emergência em saúde pública causada pela pandemia de covid-19. O texto havia sido aprovado em dezembro pelo Senado Federal e pela Câmara dos Deputados.
Segundo a proposição legislativa, a empresa de aplicativo de entrega deverá contratar seguro contra acidentes, sem franquia, em benefício do entregador, para cobrir exclusivamente acidentes ocorridos durante o período de retirada e entrega de produtos.
O seguro deve abranger, obrigatoriamente, acidentes pessoais, invalidez permanente ou temporária e morte. Na hipótese de o entregador trabalhar para mais de uma empresa de aplicativo de entrega, a indenização deverá ser paga pela seguradora contratada pela empresa para a qual o trabalhador estiver prestando serviço no momento do acidente.
Outra exigência da nova lei é que, uma vez diagnosticado com covid-19, o entregador deverá receber uma assistência financeira por parte da empresa de aplicativo durante o período inicial de 15 dias. Esse prazo poderá ser prorrogado por mais dois períodos sucessivos de 15 dias, mediante apresentação de exame RT-PCR ou laudo médico que constate a persistência da doença. O valor a ser pago deve corresponder à média dos três últimos pagamentos mensais recebidos pelo entregador.
No quesito prevenção, a lei prevê que a empresa de aplicativo de entrega deve fornecer ao entregador itens como máscaras, álcool em gel ou outro material higienizante para a proteção pessoal durante o trabalho. Isso poderá ocorrer por meio de repasse ou reembolso de despesas.
Pelo descumprimento das regras, a nova lei estabelece punições que vão de advertência até o pagamento de multa administrativa de R$ 5 mil por infração cometida, em caso de reincidência.
Veto
Um dos pontos incluídos no texto aprovado pelo Congresso Nacional previa que empresa de aplicativo poderia fornecer alimentação ao entregador por intermédio dos programas de alimentação do trabalhador previstos na Lei 6.321/1976. Essa lei permite às empresas deduzirem do imposto de renda o dobro das despesas com alimentação do trabalhador. Este trecho, no entanto, foi vetado pelo presidente da República. A justificativa é que a medida acarretaria renúncia de receita sem acompanhamento de estimativa do seu impacto orçamentário e financeiro e das medidas compensatórias.
Cirurgião disse que o presidente ligou “chorando de dor”
Presidente Jair Bolsonaro, acompanhado do médico Dr. Antônio Luiz de Macedo, durante declaração à imprensa Foto: Reprodução
O médico cirurgião Antonio Luiz de Macedo, que acompanha o presidente Jair Bolsonaro, fez um relato dramático do momento em que o presidente o procurou para informar sobre o recente problema de saúde no intestino, sequela da facada sofrida em 2018.
Em entrevista ao jornal O Globo, Macedo relatou que o presidente telefonou para ele “chorando de dor”. No momento, o cirurgião estava nas Bahamas, em viagem com a família.
– Ele me ligou chorando de dor. Falou “estou morrendo, Macedo. A coisa está ruim”. Mandei ele ir na hora para o Vila Nova Star, liguei para o Pedro (Pedro Henrique Loretti, diretor do hospital), que orquestrou tudo com muita competência. Quando cheguei, analisei a tomografia, os exames de sangue e toquei na barriga dele. Quando apalpei, vi que o intestino não estava rasgando e estava mais molinho. Foi muito bom. Porque qualquer cirurgia que for feita nessa região dificilmente vai durar menos de 12 horas – afirmou.
Ainda segundo o médico, o caso de Bolsonaro é “sempre perigoso”, mas desta vez foi “menos grave”.
– Foi menos grave. Ele se recuperou rapidamente. Mas não existe “pequena obstrução” no caso do presidente. O intestino está todo colado na parede devido a vários fatores — a própria facada, as cirurgias, os sangramentos e infecções já ocorridos. É sempre perigoso, portanto. Na hora que passamos a sonda nele, saiu um litro de suco gástrico do estômago. Se ele vomitasse, o líquido entrava nos pulmões e ele morria – declarou Macedo.
O cirurgião também elogiou a “força” de Bolsonaro, e admitiu se tratar de um quadro que causa dores severas no paciente.
– A dor é pavorosa. É como alguém bater com um martelo na barriga com força. O presidente é forte.
Feira de Santana superou a marca de 49 mil recuperados da Covid-19. Até agora, são exatamente 49.099 pacientes curados da doença, índice que representa 94,1% dos casos confirmados. Enquanto isso, nesta quarta-feira (05), 13 exames foram negativos e apenas dois positivos. Os resultados de hoje são em relação a liberação dos exames acumulados que haviam realizado coleta entre os dias 01 de dezembro de 2021 e 03 de janeiro de 2022 que estavam aguardando resultado do laboratório. O boletim epidemiológico contabiliza ainda 12 pacientes internados no município. O informativo também confirma mais uma morte. As informações são da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde.
Relatório sobre Covid-19 em Feira de Santana NÚMEROS DESTA QUARTA-FEIRA 05 de janeiro de 2022
Casos confirmados no dia: 2 Pacientes recuperados no dia: 117 Resultados negativos no dia: 13 Total de pacientes hospitalizados no município: 12 Óbito comunicado no dia: 1
NÚMEROS TOTAIS
Total de pacientes ativos: 121 (Dados da Sesab) Total de casos confirmados no município: 52.134 (Período de 06 de março de 2020 a 05 de janeiro de 2022) Total de pacientes em isolamento domiciliar: 2.088 Total de recuperados no município: 49.099 Total de exames negativos: 86.302 (Período de 06 de março de 2020 a 05 de janeiro de 2022) Aguardando resultado do exame: 267 Total de óbitos: 1.015
INFORMAÇÕES TESTES RÁPIDOS
Total de testes rápidos realizados: 26.223 (Período de 06 de março de 2020 a 05 de janeiro de 2022) Resultado positivo: 5.144 (Período de 06 de março de 2020 a 05 de janeiro de 2022) Em isolamento domiciliar: 0 Resultado negativo: 21.079 (Período de 06 de março de 2020 a 05 de janeiro de 2022)
O teste rápido isoladamente não confirma nem exclui completamente o diagnóstico para Covid-19, devendo ser usado como um teste para auxílio diagnóstico, conforme a nota técnica COE Saúde Nº 54 de 08 de abril de 2020 (atualizada em 04/06/20).
“Manipula números e transfere toda culpa para o execrável e igualmente culpado Bolsonaro”, disparou o pedetista
Foto: Evaristo Sa/AFP
O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes (PDT), utilizou as redes sociais, na manhã desta quarta-feira (5), para criticar duramente o artigo do ex-ministro da Economia, Guido Mantega, publicado na Folha de S.Paulo.
“A síntese do pensamento econômico do lulismo, pobre e cinicamente produzida por Guido Mantega, hoje na Folha, é uma das peças mais hipócritas e ambíguas já vistas. É uma mistura de ‘Carta aos Brasileiros’ envergonhada e nacional desenvolvimentismo de araque. Se o Brasil depender destes senhores para sair do atoleiro, vamos afundar de vez. A questão central – mudança do modelo de econômico – vira uma pergunta minúscula e covarde”, escreveu Ciro.
No artigo, Mantega afirma que no possível governo Lula, o Brasil retomará as políticas de incentivos industriais e os investimentos a tecnologia. O ex-ministro diz, ainda no artigo, que o governo de Jair Bolsonaro (PL) tem piorado a condição de vida dos brasileiros e a política econômica de Paulo Guedes só levou o país à regressão social.
“(No artigo) esconde vergonhosamente Dilma, manipula números e transfere toda culpa para o execrável e igualmente culpado Bolsonaro. Ou seja, fugindo das suas culpas que são imensas, o lulismo já reedita o famoso álibi da ‘herança maldita’, agora com sinal invertido e duplicado. Quem temia a proposta econômica do petismo fosse o ‘mais do mesmo’ ficou ainda mais frustado: é o ‘menos do mesmo’”, concluiu Ciro.
Esconde vergonhosamente Dilma, manipula números e transfere toda culpa para o execrável e igualmente culpado Bolsonaro.