Com Frei Jorge Rocha


Uma pesquisa realizada pela Fundação Perseu Abramo buscou evidenciar qual a formação, valores, visões de mundo e cultura política de parte dos cidadãos que mantem um posicionamento político não-polarizado frente ao cenário eleitoral.
Os pesquisadores buscaram traçar os perfis de parcelas da população de baixa e média renda, que não gosta nem desgosta do PT e que, por vezes, são mal interpretados como “eleitores indecisos” ou com baixo conhecimento/interesse pela política.https://d-101142587236855780.ampproject.net/2202042210001/frame.html
Muitos desses cidadãos, que correspondem hoje a 39% do eleitorado, votaram em Lula e em Bolsonaro, mas hoje se encontram distantes do lulismo e do bolsonarismo. O grupo também não se comporta de maneira homogênea em um futuro eleitoral.
A maioria está propensa a escolher entre os candidatos na disputa eleitoral, enquanto uma parcela está disposta a votar branco/nulo. Sérgio Moro é visto como “via alternativa” entre entusiastas da Operação Lava Jato (alguns dos quais, bolsonaristas arrependidos), mas caiu em descrédito para uma parcela do eleitorado pelo modo parcial como conduziu as investigações e por ter usado seu cargo de juiz para ganhar projeção política.
Os pesquisadores também identificaram que a narrativa da corrupção ainda é um elemento que leva a certa rejeição a Lula e adesão a Bolsonaro.
Apesar do sentimento antipetista ter se mostrado menor em relação a pesquisas de anos anteriores, ele ainda existe e se sustenta em campanhas que associam o partido a práticas de corrupção. Bolsonaro, por sua vez, beneficia-se da inexistência de um processo jurídico formal (com ampla repercussão midiática, julgamentos e prisões, como ocorreu com a Operação Lava Jato) e, por isso, mantém sua imagem relativamente inatingida mesmo diante de suspeitas”, grafam os estudiosos em um dos trechos da conclusão da pesquisa.https://6625f8ed6394030a97a3def63d7487e2.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-38/html/container.html?n=0
Também ficou evidente de que os eleitores desejam a continuidade de um projeto de governo comprometido com pautas sociais e políticas públicas, tal qual o do PT, mas que ainda demonstra insegurança em relação ao partido pelas denúncias de corrupção. Nessa esfera, no entanto, Bolsonaro não aparece como uma via alternativa, “dado seu reconhecido despreparo e insensibilidade para lidar com as necessidades da população’, grafam os condutores da pesquisa.
A pesquisa também evidenciou que o grupo não se comporta de maneira homogênea. No campo dos costumes, por exemplo, coexistem em um mesmo indivíduo posicionamentos ora identificados como “progressistas”, ora como “conservadores”. O estudo ainda grafa que esse eleitorado apresenta uma visão marcadamente visão marcadamente punitivista. “Direitos não seguem a lógica da universalidade, mas do merecimento: aos “bandidos” repressão rigorosa; aos praticantes de pequenos delitos, punições mais brandas; ao trabalhadores e “cidadãos de bem”, proteção e segurança policial”, destacam os pesquisadores.
Já entre os alinhamentos ideológicos, jovens tendem a se alinhar mais a valores progressistas nos costumes e mulheres, a valores coletivos e solidários. Essa combinação, grafam os atores, pode explicar a menor aderência a Bolsonaro nesses grupos, tendência observada em diversas pesquisas. Homens brancos de maior renda, por sua vez, alinham-se mais a valores conservadores.
Informações Carta Capital

Fotos: Reprodução / Instagram
A deputada estadual Mirela Macedo (PSD) anunciou, nesta quarta-feira (16), a saída da base do governador Rui Costa (PT).
O anúncio da sua decisão aconteceu em pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa, durante a sessão plenária. No seu discurso, a deputada, filiada ao PSD, disse que fica o ensinamento do passado e que tem certeza da escolha que esta tomando.
“O que passou não é praga, passado é ensinamento e agora é presente. E é com esse presente que afirmo aqui e agora que não estarei mais fazendo parte da bancada do governo nesse parlamento”, começou a deputada.
“Agora são novos tempos, tempos que me fazem ter certeza da minha escolha. Afinal, liberdade e respeito para mim são inegociáveis […] Tenho certeza que serei reconduzida para o terceiro mandato para continuar lutando por uma Bahia mais justa e mais desenvolvida, sem mentiras e sem enrolação, mas sim com respeito às pessoas”, finalizou.
Mirela, que está em seu segundo mandato na Alba, ainda não divulgou qual será o seu futuro político daqui para frente, embora tenha dito em seu discurso que tem certeza de que será reconduzida a um novo mandato.
Informações Política Ao vivo

A campanha do empresário e presidente do Fluminense, José Francico Pinto, o Zé Chico, a deputado federal ganha um importante apoio. Depois de José Ronaldo, agora foi a vez do vice-prefeito de Feira de Santana, e ex-deputado federal Fernando de Fabinho, declarar apoio à pré-candidatura de Zé Chico.
Fernando de Fabinho, com sua experiência política de vários mandatos de deputado federal e prefeito de Santa Bárbara deve contribuir bastante com a campanha de Zé Chico. Aliás, o empresário não para. Tem viajado por várias regiões mantendo contatos políticos. Nesta quinta-feira (17), por exemplo, está na região sisaleira.
“O apoio de Fernando de Fabinho, meu amigo, é importante. Vamos contar com sua experiência nessa caminhada árdua rumo à Câmara dos Deputados. Sei que posso contribuir para o desenvolvimento de Feira de Santana no Congresso”, destaca Zé Chico.
Informações O Protagonista

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou, nesta quarta-feira (16), durante entrevista à Jovem Pan News, que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, quebrou o sigilo telefônico de um ajudante de ordens dele. A medida teria sido tomada no inquérito que investiga se o presidente divulgou informações sigilosas de uma investigação sobre ataque às urnas durante live.
– Para mim foi uma surpresa quando recebemos por escrito um pedido de audiência do Fachin juntamente com o ministro Alexandre, que tem vários inquéritos contra mim, contra meu ajudante de ordens. Foi quebrado sigilo telefônico do meu ajudante de ordens na questão de vazamentos, e isso permitiu a Moraes ter acesso a troca de mensagens entre mim e o ajudante de ordens – disse.
Em resposta ao ministro, Bolsonaro afirmou que sua agenda tem um grau de sigilo ultrassecreto e que a medida foi tomada para ter acesso às informações nacionais.
Eleições
Em resposta à declaração do ministro do STF Edson Fachin de que Justiça Eleitoral “já pode estar sob ataque de hackers” – o ministro citou a Rússia como a origem da maior parte dessa ofensiva -, Bolsonaro afirmou disse não saber o porquê do “ataque gratuito ao País onde o chefe de Estado está presente”. O chefe do Executivo está em Moscou, na Rússia, e se reuniu hoje com o presidente Vladimir Putin para tratar sobre assuntos de interesses diplomáticos.
Bolsonaro aproveitou para reforçar que vai analisar os esclarecimentos emitidos pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) diante das demandas das Forças Armadas sobre o funcionamento das urnas eletrônica. “Ou nós vamos concordar, ou discordar totalmente, de forma técnica”, disse. “Estamos aguardando o que as Forças Armadas dirão sobre os documentos que o TSE enviou”, completou.
A participação das Forças Armadas na preparação das eleições, desta forma na Comissão de Transparência, é inédita. Ela se dá a convite do TSE. Bolsonaro reforça que a instituição trabalha “dentro das quatro linhas da Constituição” e “não precisa sair delas para fazer valer a força da democracia no País”.
*AE

O Supremo Tribunal Federal (STF) retomará, nesta quinta-feira (17), o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 6281), que discute as normas que limitam a publicidade em jornais impressos e proíbem a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, exceto o impulsionamento de conteúdos, estratégia de marketing digital para potencializar a exibição de uma publicação para além de seu público-alvo.
Até o momento, foram proferidos sete votos. Os ministros Luiz Fux (relator), Edson Fachin e Luís Roberto Barroso entendem que as restrições violam os princípios da isonomia, da livre concorrência, das liberdades de expressão, de imprensa e de informação. Os ministros Nunes Marques, Alexandre de Moraes e Rosa Weber consideram que as regras limitadoras das divulgações respeitam os princípios constitucionais. Já o ministro André Mendonça entende que deve ser admitida a propaganda paga em sites de empresas jornalísticas na internet, mas a ampliação das limitações, diversas das estabelecidas para os veículos impressos, enquanto não estabelecidas pelo Legislativo, devem ser fixadas pelo TSE.
Faltam votar os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes e a ministra Cármen Lúcia.
Restrições
De acordo com o artigo 43 da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997), a propaganda em meios de comunicação impressos fica restrita a 10 anúncios por candidato, por veículo, e em datas diversas. Além disso, a peça não pode ocupar mais de 1/8 de página de jornal padrão e de 1/4 de página de revista ou tabloide. A divulgação pode ocorrer até a antevéspera das eleições.
O artigo 57-C veda a veiculação de qualquer tipo de propaganda eleitoral paga na internet, admitindo somente o impulsionamento de conteúdo devidamente identificado.Já o inciso I do parágrafo 1º do artigo veda a qualquer empresa (pessoa jurídica) a difusão de propaganda eleitoral em site próprio na internet, mesmo gratuitamente.
A Associação Nacional de Jornais (ANJ), autora da ADI, sustenta que a restrição à publicidade em veículos impressos é desproporcional e inadequada e não atinge seus fins. Em relação à internet, alega que cria mais espaço para a veiculação de fake news.
Objetivo razoável
Primeiro a votar nesta tarde, o ministro Alexandre de Moraes considera que a regulamentação da propaganda eleitoral paga tem o objetivo “razoável e justo” de garantir a paridade de armas na disputa eleitoral. Segundo ele, não há cerceamento à liberdade de expressão ou de imprensa, pois a finalidade da norma é evitar práticas abusivas que possam desequilibrar a disputa eleitoral.
O ministro observou também que, apesar de o financiamento de campanha ser quase que totalmente público, os recursos do fundo partidário são distribuídos de forma proporcional à representatividade.
Assimetria
Para o ministro Edson Fachin, as normas eram adequadas em 2009, quando foram aprovadas pelo Congresso, pois, na época, os gastos eleitorais não estavam sujeitos a limites. Contudo, com o advento das redes sociais e as reformas eleitorais de 2015 e 2017, ele considera que as restrições deixaram de cumprir sua função.
O ministro lembrou que as novas normas eleitorais vedaram o financiamento de campanhas por pessoas jurídicas e estabeleceram um teto de gastos para o financiamento público. Com isso, “passou a existir uma assimetria não justificada, na qual a imprensa está desproporcionalmente onerada”, avaliou.
Desequilíbrio
Na mesma linha de raciocínio, o ministro Luís Roberto Barroso considera que, ao longo do tempo, mudaram as leis e os fatos, criando um quadro de inconstitucionalidade superveniente, pois as mídias sociais atualmente têm muito mais peso que os meios de comunicação tradicionais, como jornais e revistas.
Segundo ele, em uma situação de desequilíbrio entre o alcance da mídia tradicional e as redes sociais, as limitações impostas quebraram a isonomia entre os competidores no mercado de comunicação social. “O que antes se temia da imprensa, hoje deve se temer das redes sociais, que detêm o poder e, em alguns casos, quase que o monopólio da comunicação”, disse.
Escolha política
A ministra Rosa Weber entende que as limitações à propaganda eleitoral paga previstas na Lei das Eleições continuam a exercer seu papel de assegurar a paridade de armas entre os candidatos, prevenindo o abuso do poder econômico na disputa. Segundo ela, esses mecanismos ainda são proporcionais e razoáveis para garantir a normalidade e a legitimidade das eleições. Ela destacou, ainda, que se trata de uma escolha política que o parlamento já teve oportunidade de atualizar, mas preferiu manter.
*Bahia.ba


Uma escola de grande porte com excelente infraestrutura para atender à comunidade quilombola, no distrito de Maria Quitéria. Está praticamente pronta a nova unidade de ensino que irá receber os estudantes da Educação Infantil e Ensino Fundamental, na localidade de Lagoa Grande. A previsão de entrega da obra é para o mês de março próximo.
Nesta terça-feira, 15, a secretária de Educação, professora Anaci Paim, conferiu de perto as novas instalações. “Trata-se de um prédio moderno, com capacidade para atender a aproximadamente 500 alunos e uma infraestrutura adequada para oferecer as melhores condições à comunidade de Maria Quitéria”, observa a secretária.
A nova unidade de ensino dispõe de dez salas de aula, biblioteca, sala de recursos multifuncionais, sala de professores, secretaria, diretoria, refeitório, depósitos, cozinha, auditório e ainda quadra poliesportiva com vestiário.
O respeito, reconhecimento da história e da cultura afro-brasileira são aspectos que devem ser observados na escola quilombola.
“Uma escola que já nasce com a premissa de contemplar o respeito aos valores desta comunidade, ressaltados na agricultura familiar, na gastronomia, costumes e identidade cultura do povo, neste caso específico, da comunidade de Maria Quitéria”, ressaltou a professora Anaci Paim.
*Secom

A apresentação da tropa da Polícia Militar abriu a solenidade de aniversário pelos 197 anos da instituição na Bahia, na manhã desta quinta-feira, 17, no 1° Batalhão de Ensino, Instrução e Capacitação (BEIC) em Feira de Santana. A cerimônia teve a presença do prefeito Colbert Filho e dos secretários municipais de Prevenção à Violência, Moacir Lima, e Fanael Ribeiro, chefe de Gabinete.
O ato foi marcado com homenagens a cinco oficiais e praças pelos trabalhos dedicados à comunidade feirense. Em seu discurso, o comandante do CPRL (Comando de Policiamento da Região Leste) Adalberto Piton, enfatizou a atuação da quase bicentenária instituição do Estado pelas ações prestadas ao cidadão, “proporcionando um serviço de segurança pública com foco na paz social”.
“Percebemos que estamos no caminho certo pela confiança, no respeito e no reconhecimento que a sociedade baiana tem pela nossa corporação”.
O prefeito Colbert Filho destacou o reconhecimento que o Município tem à Polícia Militar.
“É preciso reconhecer como uma grande instituição. Venho aqui, em nome do povo de Feira, transmitir o desejo que o município tem em trabalhar permanentemente com a Polícia Militar. Temos atividades integradas, uma vez que entendemos que a segurança é responsabilidade do Estado, mas também dever do município de Feira de Santana”.
*Secom
Confira a lista de filmes indicados ao Oscar 2022, e quais plataformas estão disponíveis para assistir.
Os filmes indicados à 94ª edição do Oscar 2022, foram divulgados no dia 8 de fevereiro. O evento para premiação dos vencedores da estatueta está previsto para acontecer no dia 27 de março. O principal destaque na lista de indicados neste ano, é que contam com produções da Netflix e nenhuma produção brasileira aparece entre os indicados.
– Ataque dos cães
Uma produção da Netflix, lidera a lista de indicados, concorrendo a 12 categorias, entre elas, a de Melhor Filme.
Onde assistir?
O filme de Faroeste está disponível na Plataforma Netflix.
– Duna
É um filme inspirado na obra de ficção científica do autor Frank Herbert, publicado na década de 60. Destaca-se em segundo lugar na lista, com 10 indicações.
Onde assistir?
É possível assistir a produção no streaming da HBO Max .
– CODA: no ritmo do coração
Uma produção que entrou para história, com a primeira indicação de um surdo, o ator Troy KotSur, que concorre na categoria de Melhor Ator Coadjuvante. O filme narra a história de uma família americana de deficientes auditivos, que são empresários do ramo de pesca em Gloucester.
Onde assistir?
O longa faz parte do catálogo brasileiro da Amazon Prime Video.
– Drive My Car
Para surpresa de muita gente, o filme de produção japonesa está na lista de indicados.
Onde assistir?
Por enquanto não está disponível em nenhum lugar no Brasil. Mas tudo indica que em breve poderemos assistir pela plataforma MUBI que sinalizou o lançamento.
– Belfast
É a nova produção do diretor Kenneth Branagh, mesmo diretor do filme Assassinato no Expresso Oriente.
Onde assistir?
Estará em cartaz nos cinemas brasileiros, a partir de 10 de março.
– Não Olhe para Cima
A polêmica “dramédia” que causou grandes debates, e sucesso de audiência no final do ano passado, protagonizada pelos atores Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrence e grande elenco, aparece na lista de indicados deste ano.
Onde assistir?
Está disponível no catálogo da Netflix.
– Beco do Pesadelo
O drama estrelado por Bradley Cooper, Cate Blanchett, Toni Collette e Willem Dafoe e dirigido por Guillermo del Toro, também está na corrida da premiação.
Onde assistir?
Está disponível nos cinemas.
-King Richard: criando campeãs
Protagonizado por Will Smith, é baseado na história real da jornada do empresário King Richard, pai das tenistas Serena e Venus Williams.
Onde assistir?
Está no streaming da HBO Max .
-Licorice Pizza
A produção dirigida por Paul Thomas Anderson, indicado em produções passadas, costuma ser muito elogiado pela crítica especializada.
Onde assistir?
Vai estrear nos cinemas no dia 17 de fevereiro.
– Amor Sublime Amor
Narra uma história de amor e rivalidade entre gangues em Nova Iorque, nos anos de 1957. O filme trata-se de uma adaptação de um musical da Broadway.
Onde assistir?
Tem previsão de estreia nos cinemas em 10 de março.
Informações Edital Concursos Brasil

Num momento do país em que a polarização política respinga na mídia, com a existência de veículos claramente alinhados ao governo Bolsonaro e outros nitidamente críticos, a CNN Brasil lançou uma campanha buscando reforçar que a sua posição seria de imparcialidade.
“Se você quer ouvir falar mal do Jair Bolsonaro, você sabe aonde ir. Se você quer ouvir falar bem do Jair Bolsonaro, você também sabe aonde ir. Agora, se você quer os fatos para ter sua própria opinião: CNN. Porque jornalismo de fato não tem lado”, diz um dos cinco vídeos divulgados esta semana.
A campanha traz também vídeos com texto idêntico dedicados aos pré-candidatos presidenciais Lula, Sergio Moro, Ciro Gomes e João Doria. Questionada sobre a razão desta campanha, a CNN Brasil não respondeu diretamente. Em nota, o canal disse:
“A campanha traduz a linha editorial independente e imparcial que norteia o jornalismo na CNN Brasil, inclusive na cobertura das eleições deste ano. Fatos são matérias-primas relevantes para formação das opiniões, respeitando os limites da ordem democrática, constitucional e legal.”
Veja os vídeos da campanha:
Informações UOL