
A exoneração do vereador licenciado Pedro Américo, da Secretaria de Agricultura e Recursos Hídricos de Feira de Santana aconteceu na noite desta terça-feira (7). A publicação foi divulgada através do Diário Oficial Eletrônico.
Não há informações sobre o que motivou a demissão do político.


Um levantamento feito pela Serasa e pelo Banco Pan mostrou que, apesar de 92% dos trabalhadores afirmarem conhecer o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 33% ainda não sabem em que condições podem utilizar o próprio dinheiro. Entre as possibilidades menos conhecidas pelos entrevistados estão “para fazer empréstimos” (64%) e “sacar o saldo após 70 anos de idade” (58%). Foram entrevistados 2.132 trabalhadores com registro em carteira no regime CLT, entre 12 e 22 de abril.
Segundo a pesquisa, divulgada hoje (7) na capital paulista, quatro em cada dez entrevistados (38%) admitem não saber qual o valor do seu saldo do FGTS, sendo que 16% nem sabem que é possível consultar o saldo junto à Caixa Econômica Federal. Entre os consultados, 40% têm até R$ 1.000 de saldo e 51% até R$ 2.500.
Entre aqueles que gostariam de usar o FGTS para realizar sonhos, 45% pensam em utilizar o saldo para adquirir um imóvel, 33% projetam usar os recursos para montar o próprio negócio, 17% para pagar todas as dívidas e outros 10% afirmaram que pretendem usar o resgate para limpar o nome. Os juros baixos são o principal atrativo para solicitar empréstimo com garantia do FGTS.
Em termos de investimentos, 43% afirmam que o FGTS é péssimo, pois há produtos com melhor rentabilidade, enquanto 39% consideram o FGTS um porto seguro para o futuro. Cerca de 33% só pretendem sacar em caso de extrema necessidade.
“A pesquisa é importante para entender a relação do brasileiro com o FGTS. Fica claro que há uma parcela significativa de pessoas que não têm um conhecimento de como utilizar esse recurso. É importante esclarecer todas as questões para o consumidor para que ele possa tomar uma decisão, porque esse é um dinheiro dele e que poderia ser utilizado para aliviar sua vida financeira, disse o responsável pelo Instituto Opinion Box, empresa responsável pela pesquisa, Felipe Sharpers.
“Os jovens trabalhadores não tem conhecimento pleno sobre o FGTS então é importante termos o cuidado de dar educação financeira para quem está entrando no mercado de trabalho”, completou Sharpers.
*Agência Brasil

A Prefeitura de Feira vai contratar nova empresa, por meio de processo emergencial, para gerenciar a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) na Mangabeira.
O secretário municipal de Saúde, Marcelo Britto, assegura que o trâmite será rápido para não prejudicar o atendimento na unidade. O contrato com o Instituto de Gestão Integrada (IGI), que gerenciava a UPA desde 2018, foi encerrado.
“Todas as garantias trabalhistas estão resguardadas. Dessa forma não há motivo para os profissionais de saúde e a população se preocuparem. Os usuários terão o atendimento prestado normalmente”, afirma Marcelo Britto.
Enquanto isso, os colaboradores estão sendo orientados a comparecer à UPA Mangabeira nesta quarta-feira, 8, para assinar o aviso prévio.
*Secom

Representantes do SENAI CIMATEC (Campus Integrado de Manufatura e Tecnologia) estiveram nesta terça-feira, 7, em Feira de Santana, para compartilhar com o Governo Municipal a experiência que o grupo detém em energia renovável – tendo como foco principal a energia solar – e informações sobre laboratório de análises químicas.
Os professores Fabian Diniz e Gisela Souza foram recebidos pelo vice-prefeito, Fernando de Fabinho, que coordena o Grupo Executivo para Captação de Recursos e Atração de Investimentos e secretários municipais.
“O SENAI CIMATEC é referência para o Brasil e o mundo. Eles são extremamente adiantados e tem expertise em energias renováveis e em análise de água”, afirmou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sebastião Cunha.
Cunha destaca que a vinda dos professores ao município é resultado do último encontro do prefeito Colbert Filho no SENAI CIMATEC, em Salvador. “Eles nos asseguraram a possibilidade em firmar parceria com a Prefeitura de Feira nesses campos do conhecimento”.
Participaram ainda da reunião, o procurador do Município, Carlos Alberto Moura Pinho, e os secretários municipais Carlos Brito (Planejamento) e Sérgio Carneiro (Desenvolvimento Urbano).
*Secom

Os vereadores aprovaram em 1ª discussão, na manhã desta terça-feira (7), a suplementação de recursos no valor de R$ 1,1 milhão de reais (um milhão e cem mil reais), da Secretaria de Prevenção à Violência (Seprev), para a pasta de Cultura, Esporte e Lazer realizar os festejos juninos de Feira de Santana.
Foram 16 votos a favor e uma abstenção do vereador Edvaldo Lima.
Agora, o prefeito Colbert Filho tem cerca de 16 dias para estabelecer toda a estrutura das festas, além da contratação de bandas.
O projeto será apreciado nesta quarta-feira (8), em 2ª discussão.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) revelou nesta terça-feira (7), que seus apoiadores já organizam a edição deste ano do 7 de setembro. A data foi um marco do governo no ano passado, quando o chefe do Executivo falou em descumprir decisões da Justiça.
De acordo com Bolsonaro, a nova manifestação será feita para “sensibilizar o Judiciário”. “Povo daria demonstração de que lado está”, afirmou, em entrevista ao SBT News.
– Eles (o povo) estão do lado da ordem, do lado da lei, do lado da ética, da Constituição, da democracia. É isso que eles querem – disse o presidente, que seguiu a fala com uma série de temas caros ao seu eleitorado mais fiel, como a defesa da família e a pauta antiaborto.
Para o presidente, a data será uma “demonstração pública” de que grande parte da população brasileira “apoia um certo candidato”.
– Enquanto do outro lado, outro candidato não consegue juntar gente em nenhum lugar do Brasil – declarou, em referência ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pré-candidato do PT à Presidência da República.
*AE

Um grupo formado por duas dezenas de manifestantes bloqueou o trânsito na rua Olímpio Vital, por volta das 11h desta terça-feira, 7. O ato envolveu ainda a queima de galhos de árvore. A via foi liberada por volta das 12h, após negociações com a Guarda Municipal.
Os manifestantes reivindicam a posse de um terreno, invadido por eles, localizado na rua Natal, nas proximidades do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), no Centro. O grupo será ouvido ainda hoje, às 14h, pelo secretário de Prevenção à Violência, Moacir Lima.
*Secom

As Denúncias acerca da quantidade de fisioterapeutas que compõe o quadro de funcionários do Hospital Inácia Pinto dos Santos (Hospital da Mulher) foram consideradas infundadas pelo Ministério Público (MP), que decidiu pelo arquivamento do processo.
À época, o Conselho Federal de Fisioterapia questionou a quantidade destes profissionais, considerada como insuficiente, bem como o desempenho de atividades que não correspondem à função. No entanto, o MP constatou que não há irregularidades.
“Na ocasião [2020] enviamos ofício ao Ministério Público informando o quadro de fisioterapeutas atuantes no Hospital da Mulher. Temos 16 profissionais contratados para realização da assistência”, explica Gilberte Lucas, diretora-presidente da Fundação Hospitalar de Feira de Santana, que gerencia o Hospital da Mulher.
*Secom

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nessa segunda-feira (06) que o governo federal vai “pagar a conta” se o problema dos Estados é a “perda de arrecadação”. A publicação no Twitter foi feita horas depois de o presidente anunciar PEC para conter o preço dos combustíveis.
“Para aliviar o bolso dos brasileiros, estamos criando as condições necessárias para que os governadores ZEREM os impostos estaduais dos combustíveis, além de reduzir e limitar o teto do ICMS para outros bens essenciais”, disse o presidente.
No evento realizado no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse que pretende compensar os Estados para zerar os impostos que incidem sobre diesel e gás até dezembro de 2022. O governo quer também zerar PIS/Cofins e Cide sobre a gasolina e o álcool.
“Se o problema é perda de arrecadação, nós pagamos a conta”, acrescentou.

Poder360

É nítido que o ex-presidiário Lula tem evitado aparecer na rua. A situação já tem até outro nome, pelo fato de que o PT intitulou de “ambientes não controlados”.
Em todas as suas aparições públicas, o petista tem dado preferência a eventos com rígido controle de acesso de público, resultado em plateias totalmente entusiásticas, com risco zero de contestação ou animosidade que desmintam a sensação de vitória iminente de Lula, quem sabe ainda no primeiro turno.
O partido, obviamente, tem a explicação pronta para que Lula não encare as ruas, e que vai de questões de segurança até o receio de algum ato público acabar caracterizado como propaganda eleitoral antecipada – como se um discurso para uma plateia puramente chapa-branca não pudesse também se encaixar nesse conceito. Mais ainda: o PT e Lula garantem que, a partir de 15 de agosto, quando a campanha eleitoral começar oficialmente, o hoje pré-candidato irá “viajar o Brasil” e “conversar com o povo brasileiro”. No entanto, mesmo na hipótese de que não haja um “medo das ruas” da parte do petista, há uma outra relutância que deveria ser vista com muita preocupação por todos os que partilham da preocupação com o futuro da economia brasileira.
Os grandes problemas atuais da economia nacional – inflação, desemprego, juros altos, real desvalorizado, saúde fiscal deteriorada – não serão resolvidos com aquilo que Lula vem prometendo; pelo contrário, eles serão agravados
Reportagem do jornal O Estado de S.Paulo publicada em 28 de maio mostra que Lula tem se recusado terminantemente a encontrar empresários para expor sua plataforma econômica. Membros da pré-campanha de Lula afirmaram que o petista já foi procurado para conversas com integrantes do mercado financeiro, mas já disse que não participará de nenhum evento no qual ele possa ser questionado abertamente sobre suas propostas para a economia. Em vez disso, ele acaba enviando emissários, como empresários amigos e ex-ministros. Oficialmente, o argumento é o de que o plano de governo ainda não está pronto; mas, neste caso, faltou combinar com o próprio Lula, que já anunciou todo tipo de loucura quando está diante de plateias que aplaudam entusiasticamente tudo o que saia de sua boca.
Afinal, o ex-presidente já prometeu derrubar o teto de gastos, revogar (ou ao menos “revisar” a reforma trabalhista de 2017 (criação de pessoas com “mentalidade escravocrata”, chegou a afirmar), interferir na política de preços da Petrobras para “abrasileirar” o preço dos combustíveis, e frear ou até mesmo revisar privatizações. Esse tipo de promessa, aliás, não é feito apenas diante de apoiadores; aparece dia sim, dia também nas mídias sociais de Lula, em artigos de jornal como o assinado por Guido Mantega no início deste ano, e até mesmo em alguns eventos com empresários aos quais o ex-presidente envia representantes. Um caso emblemático foi o de um jantar ao qual Lula mandou a presidente do PT, Gleisi Hoffmann – participantes descreveram o conteúdo como “horroroso”, remetendo à “nova matriz econômica” que devastou o Brasil no governo Dilma Rousseff.
Há quem diga que a retórica do atraso se destina apenas a “eletrizar a militância”, e que o programa de governo será diferente, como aconteceu com o “Lulinha paz e amor” de 2002 – afinal, todos os formadores de opinião que se esforçam diariamente em descrever Lula como um “moderado” teriam dificuldades em sustentar seu discurso diante de cada fala que anuncia a perspectiva de uma guinada tão radical à esquerda. Mas Lula não tem necessidade de pregar para convertidos. O mais provável é que o ex-presidente e seu partido estejam expondo suas reais convicções num raro rasgo de sinceridade, contando talvez que outra parte do eleitorado apenas associe a figura de Lula a um tempo de bons indicadores econômicos, sem refletir muito sobre como esses indicadores foram conquistados, sobre como Lula recebeu uma “herança bendita” de FHC e aproveitou um bom momento internacional, e sobre como o desastre veio assim que o PT implantou sua própria política econômica. Mas disso tudo os empresários e representantes do mercado financeiro – ao menos aqueles que não foram “amigos do rei” no passado, ou não tenham se deixado cegar pela ideologia – lembram muito bem, e isso pode explicar a relutância de Lula em se encontrar com eles.
Os grandes problemas atuais da economia nacional – inflação, desemprego, juros altos, real desvalorizado, saúde fiscal deteriorada – não serão resolvidos com aquilo que Lula vem prometendo; pelo contrário, eles serão agravados. Isso não é mera hipótese: já foi realidade menos de uma década atrás, quando o programa gastador e estatizante do petismo foi implantado e o resultado foi a maior recessão da história do país. Mas Lula não quer ter de ouvir isso, pois ele não teria resposta satisfatória a dar. É muito mais simples esconder-se e contar com a memória curta do brasileiro em outubro.
Informações Terra Brasil Notícias