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O governo brasileiro se solidarizou neste domingo (12) com o líder oposicionista venezuelano, Juan Guaidó, depois de o político ter sido alvo de agressões ao deixar um restaurante na cidade de Cojedes, no sábado (11).

Em sua página oficial no Twitter, o Itamaraty publicou mensagem de apoio a Guaidó e condenou as agressões. O líder oposicionista foi forçado a deixar o estabelecimento em que estava acompanhado de apoiadores do partido Voluntad Popular.

“O governo brasileiro se solidariza com o Presidente Encarregado da Venezuela, Juan Guaidó, e manifesta sua condenação aos novos atos de violência dirigidos contra ele e sua comitiva, no estado de Cojedes, no dia de ontem”, disse o Itamaraty.

O governo também reafirmou o apoio à realização de eleições presidenciais “livres e justas” para superar a crise na Venezuela. “O governo brasileiro reitera seu apoio à retomada do diálogo nacional na Venezuela, com vistas à realização de eleições presidenciais livres e justas, passo necessário para a superação da crise multidimensional naquele país”, declarou.

Sobre o episódio de agressão, Guaidó disse que “os covardes da ditadura” não irão impedi-lo de estar nas ruas. “Continuaremos acompanhando todo o país em seu desejo de mudança e de reunir seus entes queridos, aqueles que a ditadura expulsou com seu ressentimento. Continuamos!”, disse em seu perfil no Twitter.

Em 2019, Juan Guaidó declarou-se presidente interino da Venezuela e foi reconhecido pelo presidente Jair Bolsonaro (PL). O presidente brasileiro recebeu Guaidó no Palácio do Planalto em fevereiro de 2019. Nicolás Maduro, no entanto, continua no poder como chefe de Estado venezuelano.

Créditos: Poder 360.


Rio Itaquaí na região da Terra Indígena Vale do Javari, em Atalaia do Norte (AM); - BRUNO KELLY/AMAZÔNIA REAL
Rio Itaquaí na região da Terra Indígena Vale do Javari, em Atalaia do Norte (AM); Imagem: BRUNO KELLY/AMAZÔNIA REAL

Relatórios elaborados pelas equipes de vigilância da Univaja (União dos Povos Indígenas do Vale do Javari) afirmam que há atuação de invasores, incluindo grupos armados, na região onde hoje estão desaparecidos o jornalista britânico Dom Phillips, do The Guardian, e o indigenista Bruno Araújo Pereira.

Os documentos obtidos pelo UOL foram encaminhados a diversos órgãos de segurança, como a PF (Polícia Federal), o MPF (Ministério Público Federal) e a Funai entre fevereiro e maio deste ano.

O Vale do Javari é a segunda maior terra indígena do Brasil. Localizada na fronteira com o Peru e a Colômbia, com acesso restrito por vias fluviais e aéreas, a região de 85 mil km² (maior que a Áustria) abriga 6.300 indígenas de 26 grupos diferentes, 19 deles isolados.

Dom e Bruno desapareceram em 5 de junho. A suspeita de lideranças indígenas é de que a dupla sumiu enquanto retornava para a cidade de Atalaia do Norte (AM) após visitarem a comunidade ribeirinha de São Gabriel (AM).

Em ofício com data de 12 de abril, enviado à Funai e à Força Nacional de Segurança Pública, a Univaja relata invasões nos rios Ituí e Itaquaí entre 13 de março e 4 de abril.

“Podemos afirmar que a invasão continua intensa e, com a cheia dos rios, quando a floresta é inundada, o aumento do ‘ingresso’ de infratores foi constatado pela EVU (Equipe de Vigilância da Univaja) em campo e por nós na cidade de Atalaia do Norte. Milhares de tracajás e tartarugas e toneladas de carne de caça e de pirarucu chegaram até a sede municipal”, relata o documento.

A rede de informações ainda afirmava que ao menos seis equipes de caçadores em embarcações de médio porte pescavam no interior da terra indígena.

“Algumas delas foram formadas por até 8 integrantes armados, em atividades há mais de 20 dias no interior da TI [terra indígena] e com mais de 900 kg de sal. Os nomes dos integrantes dessas quadrilhas, bem como seus líderes, receptadores, financiadores e métodos de atuação estão sendo repassados à Polícia Federal”, afirma o relatório.

Um episódio narrado pelas equipes de vigilância descreve ainda um ataque armado ocorrido em 2 de abril, quando um dos pontos de apoio se deparou com “três pescadores, com camisas no rosto, se evadindo da terra indígena”.

São acionados os botes e eles são iluminados com holofotes no meio do rio Itaquaí, nas proximidades do cano do lago do Jaburu. Os infratores reagiram atirando sete vezes com espingarda contra a equipe da EVU, que recua ao ver eles adentrando no igapó na margem esquerda do Itaquaí”
Relatório das equipes de segurança da Univaja

Segundo o documento, a Base de Proteção da Funai foi acionada após a ocorrência, mas não foi autorizada a saída da equipe.

Em reunião com a PF, o MPF e a Univaja, o comandante da Força Nacional de Segurança Pública justificou a medida em razão do “baixo contingente na base naquele momento (2 policiais) e a carência de equipamentos logísticos na embarcação à disposição da Funai, sobretudo holofotes”.

Suspeito no desaparecimento é citado no relatório

Embora não identificado pelo nome, o apelido “Pelado” é citado no relatório da Univaja. Segundo o documento, no fim da noite de 3 de abril, quando a equipe de segurança estava finalizando as atividades, foi enviada a informação de que “Pelado”, morador da comunidade São Gabriel e de Benjamin Constant, estaria com “outros 4 ou 5 infratores pescando no interior da terra indígena”.

“‘Pelado’ tem sido apontado como um dos autores dos diversos atentados com arma de fogo contra a Base de Proteção da Funai entre 2018 e 2019”, diz o relatório.

Um dos suspeitos de envolvimento no sumiço do jornalista e do indigenista, Amarildo da Costa de Oliveira, 41 anos, também é conhecido como “Pelado”. Na quinta-feira passada (9), a PF pediu a prisão preventiva dele após encontrar vestígios de sangue em sua lancha, e testemunhas relatarem à Polícia Militar terem visto “Pelado” seguir a embarcação que levava Dom e Bruno.Imagem: Arte/UOL e Folhapress

Embarcações foram mapeadas

Há relatos, ainda, de embarcações de médio e grande porte na região voltadas para a caça e pesca na terra indígena.

Segundo o relatório, foram mapeadas somente em 15 de março cerca de “5 embarcações de grande porte (13 metros, caixa de gelo de 8 toneladas, e carga total de aproximadamente 12 toneladas) nas proximidades da Base de Proteção da Funai na boca do rio Ituí, estando três delas entre a comunidade São Rafael e a base”.

Foram mapeados também diversas estradas para embarcações menores, como canoas motorizadas de 9 a 12 metros, com capacidade de carga de até cinco toneladas.

No mesmo dia 15 de março, as equipes de vigilância descrevem que uma embarcação de médio porte conduzida por uma equipe de pesca de um homem conhecido como “Cabôco” conseguiu “sair tranquilamente da terra indígena pelo igapó, entre a Base da Funai e o Lago Jaburu”.

“Dois dias depois, centenas de tracajás e tartarugas estavam sendo comercializados em Atalaia do Norte”, disse.

Os relatórios das equipes de vigilância foram encaminhados a órgãos de segurança, controle e fiscalização, como a PF, o MPF (Ministério Público Federal) e a Funai.

Em nota, o MPF afirmou que instaurou um procedimento administrativo a partir dos relatórios em novembro do ano passado e, a partir dele, abriu um inquérito policial na semana passada para apurar os crimes praticados por invasores.

“Em novembro de 2021, o MPF realizou missão institucional à região com a Univaja para acompanhar os trabalhos e assegurar que tudo estava sendo realizado conforme as regras. A reunião de apresentação dos resultados das atividades da EVU ao MPF foi realizada em março, após passado o novo período de restrições devido à pandemia, ocasião em que o MPF destacou a importância de haver uma parceria direta com a Polícia Federal e a Força Nacional para que as irregularidades constatadas pela EVU fossem comunicadas e apuradas pelas autoridades competentes”, narra a Procuradoria.

O MPF diz ainda que, em maio, realizou missão institucional in loco em Atalaia do Norte, “durante a qual reforçou, entre outros assuntos, a necessidade de trabalho conjunto entre a EVU e as forças policiais para resguardar a segurança dos membros da entidade”.

A PF respondeu a reportagem dizendo que informações relacionadas à Operação Javari serão unificadas e expedidas diariamente à imprensa. A Funai ainda não respondeu. O espaço segue aberto a manifestações.

Informações UOL


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) realizou a maior apreensão em quantidade de droga do ano de 2022. Foram 16,1 toneladas de maconha apreendidas na madrugada do sábado (11), em Ponta Porã, em Mato Grosso do Sul.

O casal que transportava a droga – um homem de 29 anos e uma mulher de 41 anos – foi preso no km 30 da rodovia estadual MS-164 em um veículo com placa de São Paulo.

Segundo a PRF, o homem disse que transportava soja, mas deu respostas contraditórias às perguntas dos policiais e demonstrou um nervosismo exagerado com a abordagem policial.

Após os policiais dizerem que realizariam vistoria no semirreboque, o condutor confessou que transportava produtos ilícitos junto à carga de soja.

O homem disse, ainda segundo a polícia, que receberia R$ 10 mil para levar a droga até Santos (SP). Já a mulher negou saber da existência da droga.

O valor da droga apreendida ultrapassa R$ 34 milhões.

Ponta Porã fica na fronteira com Paraguai, a 316 quilômetros da capital de Mato Grosso do Sul, Campo Grande.

*AE


As cantoras Maiara e Maraísa e o escritório WorkShow, responsável pela carreira de Marília Mendonça não podem mais usar a marca “As Patroas”. Caso a medida seja infligida, será gerada uma multa de R$ 100 mil.

A decisão foi publicada no dia 8 de junho, deferida pelo juiz substituto Argemiro de Azevedo Dutra, da 2ª Vara Empresarial de Salvador. De acordo com a Justiça, a cantora Daisy Soares, que canta utilizando o termo desde 2014, é a real dona da marca, usada desde o início da carreira.

Em 2017, Daisy conseguiu a patente no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Segundo a cantora, o empresário de Marília Mendonça, Wander Oliveira, teria feito um pedido da mesma marca, e manteve contato, alegando que usaria o título apenas para uma festa.

*Secom


Para Miriam Leitão, não aumentar preço dos combustíveis piora injustiça social
Foto: : Reprodução / TV Globo

O empresário Luciano Hang rebateu uma coluna publicada por Miriam Leitão no jornal O Globo sobre o projeto de lei que reduz o ICMS de combustíveis. A jornalista escreveu que a redução do ICMS iria empurrar a inflação para 2023 e seria considerado um “estelionato eleitoral”.

O dono das Lojas Havan “lamentou” que Miriam torça contra o Brasil e a mandou ir para a Venezuela.

– Deve ser difícil ter que torcer todos os dias contra o Brasil. Sempre o mesmo mimimi. Estelionato eleitoral é ser comunista desde criança e depois de velha não ter a coragem de admitir. Sai do armário Miriam e vá para Venezuela. Lá tudo o que você prega deu certo – escreveu Hang nas redes sociais.

Além de Hang, o presidente Jair Bolsonaro (PL) também rebateu a jornalista. Em sua live semanal na última sexta-feira (10), o chefe do Executivo disse não que existe notícia boa com Miriam.

– Não tem notícia boa com ela. E essa senhora aqui, para o sistema Globo, é uma grande economista do Brasil – apontou

– Temos uma matéria aqui, da nossa querida Miriam Leitão. Redução do ICMS empurra inflação para 2023 e é estelionato eleitoral. Então, pegando a matéria dela e fazendo ao contrário, se eu tivesse aumentando impostos, não seria estelionato eleitoral. Não vou discutir com a Miriam Leitão – declarou o presidente, além de ironizar que a Globo a considera uma grande economista.

*Pleno.News


Varíola dos macacos, monkeypox
Foto: Reuters

A Secretaria de Saúde de São Paulo informou que os dois pacientes confirmados com varíola dos macacos no estado estão em bom estado e em isolamento, um deles no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e o outro em casa.

Na última quinta-feira (9), o governo paulista confirmou o primeiro caso no país: um morador da capital paulista que está internado no Emílio Ribas, com boa evolução do quadro clínico.

A segunda ocorrência da doença foi detectada em um homem, de 29 anos, que está isolado em sua residência em Vinhedo, no interior do estado.

Transmissão

A varíola dos macacos, em inglês monkeypox, é uma doença viral rara, transmitida pelo contato próximo com uma pessoa infectada e com lesões de pele. O contato pode ser por abraço, beijo, massagens ou relações sexuais. A doença também é transmitida por secreções respiratórias. 

Ela pode ser transmitida ainda pelo contato com objetos, tecidos (roupas, roupas de cama ou toalhas) e superfícies utilizadas pelo doente. Não há tratamento específico, mas os quadros clínicos costumam ser leves, sendo necessários o cuidado e a observação das lesões.

Sintomas

De acordo com a Secretaria de Saúde, os primeiros sintomas podem ser febre, dor de cabeça, dores musculares e nas costas, linfonodos inchados, calafrios ou cansaço. De um a três dias após o início dos sintomas, as pessoas desenvolvem lesões de pele, geralmente na boca, pés, peito, rosto e ou regiões genitais.

Para a prevenção, deve-se evitar o contato próximo com a pessoa doente até que todas as feridas tenham cicatrizado, assim como com qualquer material que tenha sido utilizado pelo infectado. Também é importante a higienização das mãos, lavando-as com água e sabão ou utilizando álcool gel.


Se fosse possível classificar o cinema indiano com um único vocábulo, essa palavra teria, sem dúvida, de evocar a ideia de ousadia. Como isso pode até ser possível, mas certamente não é desejável, há que se aludir também ao exagero, recurso de que diretores hindus se valem desde sempre a fim de falar de assuntos elementares, tão banais que escandalizam precisamente por sua vulgaridade. Essas situações corriqueiras, esses fatos nada espetaculares da vida de qualquer um, revestem-se logo de uma aura de mistério, uma vez que há sempre um elemento oculto de alguma importância à espreita, pronto para tomar a trama de assalto. O público, por óbvio, já o espera, certo de que será exatamente este o detalhe a fazer a diferença e justificar as demais   extravagâncias por aflorar. Nada, nem mesmo aquela cantoria toda é em vão.

Sriram Raghavan incorpora um argumento no mínimo inventivo a fim de proporcionar a seu filme a chance de avançar sobre as expectativas e reduzi-las a pó. Em seu “Assassinato às Cegas”, thriller assumidamente insensato que junta deficiência física, música, casamento por conveniência e perversão sexual, o diretor elabora uma crítica com dimensões de verdadeira iluminação à hipocrisia humana. Exemplo mais bem acabado quanto a ilustrar tal raciocínio é a cena em que o casal de amantes formado por Simi, vivida por Tabu, e Manohar Jawanda, o inspetor de polícia mulherengo e corrupto interpretado por Manav Vij, tenta livrar-se da maior evidência de que algo está fora da ordem. Os dois assassinaram sem muita convicção — se é que isso é possível — o marido de Simi, Pramod, de Anil Dhawan, que frustrou mais um encontro fortuito dos adúlteros ao voltar mais cedo de uma viagem a trabalho. Existe, claro, a devida carga dramática no roteiro de Raghavan, Arijit Biswas, Hemanth M. Rao, Pooja Ladha Surti e Yogesh Chandekar, mas há também uma dose cavalar de humor, ora ingênuo, ora perniciosamente malicioso, muito bem encarnado por Akash, o pianista que simula ser cego e por esse motivo tem a vida revirada. O anti-herói de Ayushmann Khurrana e implicado no crime por acaso, num lance francamente tragicômico, à Chaplin ou “O Gordo e o Magro”, e o malabarismo que é obrigado a executar a fim de levar a cabo a denúncia do que não pode ter visto é a escolha mais feliz em que o diretor passa a trabalhar.

Tomando a cegueira forjada de Akash à luz de uma grande brincadeira, Raghavan jamais se preocupa em esclarecer por queseu protagonista se comporta assim, se foge do mundo ou de si mesmo. A provável psicopatologia do personagem passa longe de ser a preocupação central de “Assassinato às Cegas”, e o diretor prefere, acertadamente, concentrar-se nos planos de Akash para levar as autoridades até os culpados. A entrada em cena de Sophie, vivida por Radhika Apte, é o respiro romântico de que um filme que se revela tão tenso e acelerado tanto necessita; malgrado nunca tenham nada, Sophie compreende a agonia de Akash, intui que ele de fato padece de algum mal secreto terrível, mas que por uma razão muito forte deve se preservar mudo, além de cego. A inclusão de uma subtrama envolvendo tráfico de órgãos, na primeira grande guinada do filme, ameaça a coesão do roteiro, que felizmente retoma a direção do nonsense, apontando para a conclusão plena de ricos nuances dramatúrgicos.

Como não poderia deixar de ser em produções de Bollywood, “Assassinato às Cegas” é todo marcado por números musicais — tantos que exasperam o espectador mais pragmático —, mas a opção de K.U. Mohanan por uma fotografia mais sóbria, ainda mais se comparada ao que se observa no cinema indiano, pródigo de rosas-choque e verdes-limão cintilantes, oferecem, além de conforto, a certeza de que o suspense se mantém firme até o último quadro. De uma maneira ou de outra, as produções indianas sempre causam surpresa.


Filme: Assassinato às Cegas  
Filme: Sriram Raghavan
Ano: 2018
Gêneros: Crime/Comédia
Nota: 9/10

Informações Revista Bula


Nas redes sociais, presidente disse que “qualquer cidadão brasileiro” deve ser livre para se expressar

Presidente Jair Bolsonaro Foto: Marcos Corrêa/PR

Neste sábado (11), o presidente Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para esclarecer que “rebater matérias enviesadas não é atacar a imprensa, é se defender”. Para ele, alguns jornalistas “mentem, inventam e distorcem informações”.

– Rebater matérias enviesadas não é atacar a imprensa, é se defender. Atacá-la é controlar, prender e censurar como uns fazem e outros desejam. Se crítica for ataque, alguns jornalistas fazem pior, pois mentem, inventam e distorcem informações para manipular e enganar as pessoas – apontou.

Bolsonaro afirmou que os cidadãos também deve ser livres para se expressarem.

– A imprensa é livre para se expressar, assim como qualquer cidadão brasileiro também deve ser. Nós defendemos isso! Vivemos em uma democracia. Ninguém está acima de ninguém. Não existe meia liberdade. Ou ela existe, ou ela não existe. Boa tarde a todos! – ressaltou.

Informações Pleno News


EUA deixam de exigir teste de Covid para quem chega ao país de avião a partir deste domingo (12)

Os Estados Unidos deixaram de exigir testes de Covid-19 pré-embarque para passageiros que viajam de avião para o país. Criada em janeiro de 2021, a exigência deixou de valer a partir de 0h01 deste domingo (12).

O relaxamento foi autorizado pelo governo norte-americano após forte pressão das companhias aéreas e outras empresas do setor de turismo.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) entendeu que a ciência e os dados indicam que os testes pré-embarque não são mais necessários. O CDC fará uma reavaliação desta decisão em 90 dias, disse a autoridade.

O presidente-executivo da American Airlines, Robert Isom, disse na semana passada em conferência que as exigências de testes eram “sem sentido” e estavam afetando as viagens de lazer e negócios.

As companhias aéreas disseram que muitos norte-americanos não estão viajando internacionalmente por causa de preocupações de que eles testarão positivo e ficarão presos no exterior.

g1.


A Comissão de Transparência das Eleições (CTE), instaurada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em setembro do ano passado, acolheu, total ou parcialmente, dez sugestões feitas pelas Forças Armadas e pelo ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, para o pleito deste ano.

Na última sexta-feira (10), Nogueira enviou um documento ao presidente do TSE, ministro Edson Fachin, cobrando que as propostas feitas pelas Forças Armadas fossem atendidas. Disse também que “eleições transparentes são questões de soberania nacional” e que “não nos interessa concluir a eleição sob a sombra da desconfiança”.

Ao todo, a comissão acolheu 32 das propostas recebidas. Ou seja, um terço das sugestões aprovadas é de autoria dos militares. Além das Forças Armadas, o colegiado recebeu apontamentos feitos por pessoas ligadas a instituições de transparência eleitoral, universidades e da Polícia Federal.

Outras cinco recomendações feitas pelos militares serão analisadas somente para o próximo ciclo eleitoral. Apenas uma proposta foi rejeitada. Ela foi enviada pelo ministro Paulo Sérgio Nogueira.

Créditos: CNN Brasil