O presidente Jair Bolsonaro (esq) e Lula (dir), durante sabatina no Jornal Nacional | Foto: Reprodução/TV Globo
O presidente Jair Bolsonaro e Lula devem se enfrentar no debate da Band deste domingo, 28. O petista já havia anunciado sua presença no Twitter. O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), confirmou a ida de Bolsonaro ao evento.
Também participarão o ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE); o empresário Luiz Felipe D’Avila (Novo-SP); a senadora Simone Tebet (MDB-MS); e a senadora Soraya Thronicke (União Brasil-MS). A transmissão ocorrerá às 21 horas.
Acertou-se com as assessorias dos candidatos que não haverá plateia no estúdio. Apenas quatro assessores por campanha poderão assistir no local a atração. O debate terá três blocos, nos quais os candidatos falarão de temas sorteados, responderão a perguntas de jornalistas e farão perguntas entre si.
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O debate vai começar com todos os candidatos respondendo perguntas sobre os programas de governo. Cada um dos seis presidenciáveis terá um minuto e meio para responder.
Será uma mesma pergunta para cada dois candidatos. “As respostas acompanham a ordem de posicionamento no estúdio, conforme sorteado na reunião com os assessores”, informou a emissora, em nota.
Depois, os candidatos poderão questionar seus adversários. Também por ordem de sorteio, cada candidato terá um minuto para fazer a pergunta ao adversário escolhido. O candidato que for responder terá até quatro minutos para administrar entre a resposta e a tréplica. Aquele que perguntou terá mais um minuto para a réplica. Todos perguntam e todos respondem.
Seis jornalistas das empresas que organizam o debate farão perguntas para os candidatos e escolherão quem deve comentar. Será um minuto para a pergunta e um minuto para o comentário. O candidato que responder também terá 4 minutos para dividir como quiser entre resposta e réplica. Todos respondem.
O terceiro e último bloco será um novo confronto direto entre os candidatos mediado pelos jornalistas Fabíola Cidral, do UOL, e Leão Serva, da TV Cultura. Será um minuto para a pergunta, outro para a réplica e quatro minutos administrados entre resposta e tréplica.
Informações Revista Oeste

Não há ninguém no mundo que nunca tenha pensado haver nascido no tempo errado, no lugar menos propício, sob condições injustamente adversas e das pessoas mais inadequadas. Esses pensamentos torturam a alma e o corpo de muita gente às vezes por tempo demais — até por uma vida inteira — e não existe tanto assim a ser feito: se o indivíduo não resolve pegar o bicho feio chamado destino pelos chifres, arrastá-lo até pastagens seguras e domá-lo de uma vez por todas podem transcorrer anos, quiçá décadas, para que se tenha alguma ilusão quanto a se vencer a mais cruenta das guerras. Enquanto não se chega a esse termo, alguma coisa parece restar sempre por ser concluída, feito o alvorecer num dia sem sol, como se a noite não tivesse mais fim, prolongada pelo canto mavioso e sinistro dos pássaros madrugadores. Há quem resolva o enigma, há quem se feche para a vida e morra para tudo o mais que levanta e derruba o mundo, mas também existem os que passam por cima de uma tristeza impendente e renovam suas forças com a ajuda de um mecanismo admiravelmente imperfeito.
Um casal nada comum dá a “De Férias da Família” (2022) a profundidade que poucas comédias ditas banais, os tais besteiróis, alcançam. O diretor John Hamburg resolve abordar desilusões, sonhos frustrados, sonhos por deixar o limbo e emergir à superfície do real e, claro, o amor, onipresente nas relações humanas mais vigorosas e transformadoras, valendo-se de um núcleo familiar nada óbvio, e também por isso memorável, capaz de despertar a simpatia de públicos heterogêneos. Grande parte do mérito do filme de Hamburg se deve ao desempenho particularmente dedicado do protagonista. Kevin Hart é o homem certo para o papel certo e faz de Sonny Fisher um personagem memorável, guardadas as devidas proporções. “De Férias da Família” é uma produção assumidamente modesta, e é essa mesma a sua força. O diretor encaminha seu roteiro de modo a dar oportunidade a que todo o elenco, composto maciçamente de negros e latinos, tenha sua vez, o que imprime ainda mais fluidez aos enxutos 104 minutos. Tempo que não sobra nem falta para se contar uma boa história.
Sonny é pai, mas não chefe de família, posto que cabe a Maya, a arquiteta bem-sucedida interpretada por Regina Hall — e nunca houve nenhum problema entre eles por essa razão. O abismo que os separa, deslindado com cautela por Hamburg, diz respeito a uma certa resistência do personagem central em amadurecer. Dono de um carisma magnético, Hart consegue fazer vir à tona alguns aspectos estimulantes em Sonny. Ao passo que assume a nobilíssima função de educar e assistir aos filhos, Dashiell e Ava, de Che Tafari e Amentii Sledge, ele também mete os pés pelas mãos ao querer se mostrar sempre solícito aos amigos, em especial Huck Dembo, que conhece desde tenra idade. Prestes a completar 44 anos, o tipo um tanto marginal vivido por Mark Wahlberg faz questão de contar com a presença do companheiro de toda a vida. Sonny continua a querer-lhe bem, mas os rumos que cada um escolheu tomar faz com que o protagonista verbalize com todos os esses e erres que não tem mais energia — e nem vontade — de despender uma noite de bebedeira (e outras farras) acompanhado de gente recém-saída da adolescência. Uma boa reviravolta na trama acaba garantindo que compareça à pândega e reviva tempos que se supunha mortos, como os que registra a abertura do longa, quinze anos atrás no deserto de Utah, oeste dos Estados Unidos.
Hamburg entulha o filme de uma pletora de subtramas, todas anticlimáticas em maior ou menor proporção e bastante duras de engolir. À participação de Luis Gerardo Méndez como Armando, espécie de guru do capitalismo que se aproxima de Maya e desperta a fúria ciumenta de Sonny, juntam-se as figuras de Thelma, personificada por Ilia Isorelys Paulino, e Stan, de Jimmy O. Yang, em extremos opostos, mas que vibram no mesmo diapasão: poluir o enredo de passagens escatológicas, sempre dispensáveis. Nesse particular, a atuação de Méndez ganha destaque graças a nuanças menos chapadas de seu personagem, um ricaço mulherengo e solitário.
Esse pecado de “De Férias da Família” — sempre pelo excesso, nunca pela falta — é até capaz de se constituir um capital do trabalho de Hamburg, responsável por outros filmes de escopo semelhante, qual seja, fazer com que a plateia simplesmente esqueça da vida. E nada como, de quando em quando, imaginar que todos os problemas da nossa patética existência se resolvem com um besteirol tolinho, como numa das finadas matinês de antanho.
Filme: De Férias da Família
Direção: John Hamburg
Ano: 2022
Gêneros: Comédia
Nota: 8/10
Informações Revista Bula

O Paris Saint-Germain conseguiu agir rápido e jogar para baixo do tapete o conflito de egos que estourou neste início de temporada entre Neymar e Kylian Mbappé. Mas isso não significa que a briga pública pelo posto de “dono do time” não tenha tido um vencedor.
Apesar de ter participado diretamente de 13 gols nas quatro primeiras partidas de 2022/23 (sete marcados por ele mesmo, além de seis assistências) e de viver um dos melhores momentos da sua carreira, astro brasileiro sabe que perdeu a queda de braço contra seu companheiro de ataque.
Afinal, apesar de recentes elogios públicos do técnico Christophe Galtier ao futebol que tem praticado e do seu comprometimento com o elenco, Neymar virou mesmo a segunda opção do clube francês para as cobranças de pênalti -ainda que essa situação possa se inverter dependendo do contexto das partidas.
E essa preferência nem é uma questão técnica (o camisa 10, assim como o zagueiro Sergio Ramos, possui aproveitamento melhor nas cobranças do que Mbappé), mas sim uma decisão hierárquica.
Quando convenceu o atacante francês a recusar seu alegado sonho de se transferir para o Real Madrid para renovar contrato por três temporadas (até 2025), a diretoria do PSG não deu à sua jovem estrela apenas o maior salário do futebol mundial, mas também o direito de mandar e desmandar no Parc des Princes.
Voltar atrás nessa promessa logo no primeiro momento em que a liderança de Mbappé foi colocada em xeque por uma outra peça importante do vestiário teria um efeito catastrófico para as relações entre o clube e o jogador escolhido para ser o símbolo máximo do projeto futebolístico parisiense.
O francês é o único integrante do badalado trio ofensivo que forma com Lionel Messi e Neymar que ainda não chegou aos 30 anos (ainda 23). Logo, é aquele que provavelmente será útil ao clube por mais tempo.
Além disso, apesar de também ter seus rompantes, especialmente nos últimos meses, ainda é visto pela diretoria como uma influência mais positiva para o elenco que Neymar e como um atleta com nível de profissionalismo (cuidados com a saúde e com a preparação física) bem maior que o do brasileiro.
Os atritos entre os dois astros não são propriamente uma novidade. Durante o período de pré-temporada, até circularam rumores de que Mbappé teria pedido à diretoria para que o camisa 10 fosse negociado.
Mas os problemas de relacionamento estouraram para o público há duas semanas, durante a partida contra o Montpellier, válida pelo Campeonato Francês.
Após Mbappé perder um pênalti (o primeiro sofrido pela equipe) e Neymar (que até a última temporada era o responsável pelas cobranças) converter outro, o brasileiro curtiu postagens no Twitter com indiretas ao companheiro de ataque.
“”É importante para nossos atacantes marcar gols, para a confiança deles. Mas há situações de jogo, e cabe aos jogadores serem inteligentes para desaparecer quando necessário para dar confiança aos parceiros. Essa não foi realmente a mentalidade de Neymar no último fim de semana”, criticou Galtier, antes de começar a adotar um discurso mais conciliador.
O PSG é uma das atrações deste começo de temporada na Europa. A equipe do trio formado por Messi, Neymar e Mbappé goleou seus primeiros quatro adversários de 2022/23 (Nantes, Clermont, Montpellier e Lille), balançou as redes 21 vezes nesses compromissos e entrou no fim de semana como o dono do melhor ataque da Europa.
A campanha perfeita dos parisienses tem um clássico pela frente nesta tarde. A partir das 15h45 (de horário), os atuais campeões franceses recebem o Monaco para tentarem se manter como líderes isolados da Ligue 1.
O time da Cidade Luz também já sabe como será o início do seu caminho na Liga dos Campeões, competição que nunca venceu e que é a obsessão do seu dono, o governo do Qatar. Na fase de grupos, que começa no dia 6 de setembro, medirá forças com Juventus, Benfica e Maccabi Haifa.
Candidato a governador participou de carreata e comício ao lado de Fernando Brito
O candidato ao governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) recebeu neste sábado (27) a adesão de mais um prefeito que deixou a base governista. Fernando Brito, filiado ao PSD, que recebeu a comitiva da coligação Pra Mudar a Bahia numa carreata seguida de comício na sua cidade, que reuniu centenas de pessoas para declarar apoio.
“Fernando, obrigado pela sua decência, por ser um homem de coragem. Tenha certeza que você terá um parceiro, um cara que poderá contar em qualquer momento. E esse cara, se Deus quiser, estará aqui em Santa Luzia, ou lá em Salvador, como governador da Bahia. E nós vamos juntos enfrentar todos os seus desafios, e eu sei que são muitos”, discursou Neto no evento.
Em seu discurso, Fernando Brito disse ter tomado essa decisão porque o povo de Santa Luzia tinha deixado claro que preferia ACM Neto. O candidato agradeceu: “Não é fácil um prefeito, sobretudo de uma cidade pequena ou média, tomar a decisão de apoiar uma candidatura de oposição. Porque as ameaças de quem está no poder são muito grandes. Mas, como ele disse aqui em alto e bom som, Fernando ouviu o seu povo, e ele viu a alegria de vocês nas ruas hoje”, disse.
Antes, Fernando tratou com Neto sobre a situação das estradas ao redor de Santa Luzia, que estão em más condições e prejudicam a vida dos moradores, sobretudo os da zona rural. “Não apenas para isso, meu amigo, você me terá para o que precisar, porque além de tudo você está fazendo um grande trabalho aqui na cidade”, disse o candidato a governador.
Fernando Brito, que tem 45 anos, foi eleito em 2020 com 52,56% dos votos. Também participou do evento o candidato a senador da chapa, Cacá Leão (PP). Os prefeitos de Buerarema, Vinícius Ibrann (União Brasil), de Una, Tiago de Dejair (PP), e de Canavieiras, Dr. Almeida (PROS), também foram a Santa Luzia.
Agenda
No sábado, além de Santa Luzia, Neto percorreu as cidades de Arataca e Pau Brasil, também na região Sul da Bahia. Em ambas, realizou carreata. Em Pau Brasil, também participou de um comício ao lado da prefeita Babi de Prado (PSD), mais uma que deixou a base governista e manifestou apoio ao candidato de oposição.
Neste domingo (28), a comitiva realiza carreatas em oito cidades. São elas Apuarema, Itamari, Nova Ibiá, Piraí do Norte, Presidente Tancredo Neves, Teolândia, Wenceslau Guimarães e Gandu.
O prefeito de Casa Nova, Wilker Torres (PSB), está sendo acusado pela Associação Dissenção Contra Corrupção (ADICC) de inserir dados falsos e omitir informações referentes às contribuições previdenciárias junto ao Previdência Social. A denúncia com farta documentação foi publicada no site da entidade.
Wilker Torres é prefeito de Casa Nova e está cumprindo seu segundo mandato. Segundo o site da Associação contra a Corrupção, o prefeito tem provocado prejuízo ao erário municipal, uma vez que o Governo Municipal tem contraído dívidas, oriundas do acarretamento de multa, juros e correções monetárias.
De acordo o site da Associação contra a Corrupção, a omissão de dados e a inserção de valores a menor são as formas utilizadas para reduzir os valores que deveriam ser pagos a título de contribuição previdenciária ao INSS dos servidores da Prefeitura de Casa Nova.
REPASSE INDEVIDO
O site da Associação contra a Corrupção também denuncia o não repasse ao INSS da retenção de valores referentes a contribuição previdenciária da quota empregado, recolhidos diretamente na folha de pagamento do município.
O prefeito Wilker Torres ainda é apontado pelo site da Associação contra a Corrupção de promover compensações indevidas informadas em GFIP´s, correspondente ao período de janeiro de 2020 a janeiro de 2022. O site estima que o valor total das indevidas compensações gire em torno de R$18 milhões.
O site diz que no ano de 2018 o valor a recolher foi corretamente declarado pelo prefeito Wilker Torres. O valor declarado, na época, como “a recolher”, foi compatível com a folha salarial da Prefeitura. Mas neste ano também houve pagamento a menor. A contribuição mensal da Prefeitura com INSS gira em torno de cerca de R$ 2 milhões.
O prefeito de Casa Nova, Wilker Torres, não foi localizado para comentar a denúncia da Associação Dissenção Contra Corrupção.

A cantora Paula Fernandes sofreu um grave acidente de carro no sábado (27), em São Paulo (SP), como ela mesma relatou, em detalhes, neste domingo (28) em suas redes sociais.
Em mensagem publicada em seu Instagram, ela mostra a foto de seu carro, capotado, diz estar ainda em choque, mas revela que está bem e se sentindo grata, em particular porque hoje é dia de seu aniversário. “Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva! É um recomeço…”, escreveu ela, na legenda da foto que mostrava o carro capotado. A informação é do Portal R7.

“Eu ainda não sei bem como eu tô… Eu só sei que eu tô viva e sei que ontem eu renasci… Esta imagem chocante representa o dia mais difícil da minha vida, em que eu achei que seria o nosso fim”, afirmou.
Leia abaixo a íntegra da mensagem de Paula Fernandes contando o acidente que sofreu:
“Eu ainda não sei bem como eu tô… Eu só sei que eu tô viva e sei que ontem eu renasci… Esta imagem chocante representa o dia mais difícil da minha vida, em que eu achei que seria o nosso fim.
Rony e eu estávamos voltando do interior para São Paulo, na rodovia Castelo Branco. Eu estava dirigindo, quando um carro desgovernado bateu na nossa traseira. Perdi o controle da direção com a força da batida, nosso carro capotou algumas vezes e se arrastou no asfalto até parar. Muita coisa passou pela minha cabeça naqueles segundos de horror e, quando finalmente parou, eu só queria saber como o Rony estava… E ele estava bem!
Tenho muitas coisas para dizer nesta mensagem. Eu ainda estou em choque, a cena se repete como filme, sinto taquicardia e medo quando lembro. Foi muito difícil dormir esta noite. Mas a coisa mais importante de todas neste momento é que nós renascemos. Somos gratos por termos sobrevivido a esse acidente.
O que nos salvou? Deus, o carro que se acabou por fora, mas nos protegeu como um cofre, evitando o pior, e o cinto de segurança, que pode salvar a vida de muita gente como salvou a nossa. Nós estamos bem, assustados, mas bem. Eu machuquei um pouco meu braço, mas o Rony só teve alguns arranhões.
Hoje é meu aniversário e Deus me deu de presente a oportunidade de continuar viva!
É um recomeço… E neste dia de tantos sentimentos e emoções misturadas, eu só quero agradecer. Obrigada, Deus, por ter nos dado essa chance de ficarmos mais um tempo aqui na Terra. Não sabemos o que poderia ter acontecido.
Eu sei que a minha hora vai chegar e pude experimentar isso com muita clareza ontem. Mas, diante do presente de estar viva e poder escrever esta mensagem, quero recomeçar, refletir mais sobre tudo isso e seguir.
Dia 27/08/2022, dia em que renasci para uma vida mais feliz, mais plena, mais leve e cheia de gratidão. Eu quero estar mais com quem eu amo e fazer dos meus próximos dias os melhores da minha vida.
A gente é finito… Temos que aproveitar nosso tempo aqui. Agradeço todas as mensagens de afeto e carinho pelo meu aniversário. E agora que renasci, temos muito mais para celebrar.”

O jornal o Estado de S. Paulo, divulgou neste sábado (27), um novo editorial, criticando o a entrevista do ex-presidente Lula (PT) ao Jornal Nacional, na última quinta-feira (26). “Lula admitiu, no ‘JN’, que houve corrupção nos governos do PT. Mas a habilidade retórica de Lula é incapaz de tapar o sol com peneira. O Estado petista é uma eficiente máquina de produzir escândalos de corrupção, e isso Lula ainda não reconheceu”, disse o veículo.
Confira um trecho do editorial do Estadão:

“Em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, o candidato do PT à Presidência da República, Lula da Silva, finalmente reconheceu a existência de corrupção nas administrações petistas. “Você não pode dizer que não houve corrupção se as pessoas confessaram (os crimes)”, disse Lula, ao ser questionado sobre desvios de recursos públicos durante as gestões do PT.
A admissão dos erros, no entanto, parou por aí, como se a corrupção nos governos petistas tivesse existido contra a vontade do partido. Tentando inverter os fatos, Lula deu a entender que os muitos escândalos de corrupção, mais do que revelarem condescendência com o ilícito, indicariam o funcionamento republicano das instituições nas gestões do PT. “A corrupção só aparece quando você permite que ela seja investigada”, disse.
A habilidade retórica de Lula – quando lhe convém, usa a máscara do comedimento e do equilíbrio – é incapaz, no entanto, de tapar o sol com peneira. Não basta admitir a existência de corrupção nos governos do PT. O ponto é outro. Por que houve tanta corrupção nos governos de Lula e de Dilma Rousseff? O que fez o PT para criar um ambiente tão propício à corrupção?
A corrupção nos governos petistas não é um efeito colateral ocasional, tampouco reflexo de um sistema corrompido contra o qual é impossível lutar. Houve tantos escândalos de corrupção nas administrações do PT porque a concepção de Estado e de governo do partido propicia enormemente o surgimento desses desvios. A corrupção nos governos de Lula e de Dilma não é fruto do acaso. É fruto de uma concepção de Estado balofo – e, quanto maior o Estado, maiores são as oportunidades de corrupção. É fruto, igualmente, da concepção de política lulopetista infensa ao diálogo, mas aberta a negociar acesso a recursos e cargos públicos em troca de apoio a seus projetos. Por fim, é fruto da tomada do Estado pelos companheiros.“

Em retorno da Fórmula 1 após parada de férias, o holandês Max Verstappen voltou da mesma forma como parou: vencendo. Neste domingo, o piloto da Red Bull superou sua saída no grid na 14ª posição e venceu o GP da Bélgica. Esta é a nona vitória do piloto na temporada. Agora, ele tem 284 pontos.
Na sequência, Sérgio Pérez completou a dobradinha da Red Bull, depois de disputar a segunda colocação com Sainz e Russel boa parte da prova. Em seguida, o piloto da Ferrari figurou em terceiro para completar o pódio. O britânico George Russell veio logo em seguida, em quarto. A informação é da ESPN.
Como foi o GP da Bélgica
Logo no início da prova, Hamilton, que largou em quarto, deixou a corrida depois de uma batida com Fernando Alonso. Em seguida, Latifi e Bottas também colidiram e o piloto da Alfa Romeo também ficou de fora. Carlo Sainz, da Ferrari, que largou na pole position, ficou em primeiro lugar por algumas voltas, mas caiu de rendimento e desceu algumas posições.
O holandês Max Verstappen, que largou em 14° devido a punições, se recuperou, subiu posições e chegou na liderança quase na metade da prova. E em primeiro lugar seguiu até o final da prova, sem dar chance de ser ultrapassado, deixou a briga para o segundo lugar.
George Russell, da Mercedes, travou boa briga com Sergio Perez e Sainz pelas primeiras posições. O piloto britânico até chegou a figurar em segundo lugar algumas vezes, mas apesar da disputa, não conseguiu se manter e foi ultrapassado pelo mexicano e pelo espanhol.
Na penúltima volta, Alonso, que superou o choque com Hamilton no início, ultrapassou Leclerc, que defendia a quinta posição por bom tempo. No entanto, o monegasco se recuperou e ficou com o quinto lugar, enquanto Alonso terminou em sexto.
A próxima etapa da Fórmula 1 acontece no próximo domingo, dia 4 de setembro, às 10 horas (de Brasília), na Holanda.
Números fazem parte da pesquisa eleitoral EXAME/IDEIA que ouviu 1.500 eleitores de todo o Brasil entre os dias 19 e 24 de agosto

Maior colégio eleitoral do país, o Sudeste concentra mais de 66 milhões de eleitores aptos a votar em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Nesta parcela importante do eleitorado, a pesquisa EXAME/IDEIA, divulgada nesta quinta-feira, 25, aponta uma virada do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas intenções de voto.
De acordo com a sondagem, Bolsonaro tem 46% das intenções de voto, contra 34% do petista, entre os moradores do Sudeste. É a primeira vez em mais de um ano que o candidato à reeleição ultrapassa Lula. A distância entre os dois se mantinha estável, sempre dentro do limite da margem de erro da pesquisa, que é de três pontos percentuais para mais ou para menos. Em relação à sondagem de julho, o atual presidente cresceu oito pontos percentuais.

Na avaliação de Maurício Moura, fundador do IDEIA, esse crescimento de Bolsonaro na região Sudeste se deve a uma acomodação do sentimento antipetista diante da aproximação do dia da eleição (2 de outubro). Para ele, mesmo assim, o cenário ainda é considerado equilibrado e pode mudar conforme a campanha avançar.
Nas demais regiões, Bolsonaro tem vantagem sobre Lula apenas no Norte (51% X 34%). O petista lidera o pleito em uma sondagem de primeiro turno no Sul (42% X 35%), no Centro-Oeste (46% X 29%), e no Nordeste (62% X 11%).
Já olhando para os números gerais, a distância entre Lula e Bolsonaro caiu de 11 para 8 pontos percentuais. É a primeira sondagem com os candidatos definidos após o registro feito no TSE. Em uma pergunta estimulada, com os nomes apresentados previamente, Lula tem 44% das intenções de voto, mesmo número registrado na pesquisa feita há um mês. Já Bolsonaro saiu de 33% para 36%. O aumento está no limite da margem de erro da pesquisa.
Ainda na simulação de primeiro turno, Ciro Gomes (PDT) aparece com 9%, e Simone Tebet (MDB), 4%. Os demais candidatos fizeram 1% ou não pontuam. Brancos e Nulos somam 2%, e aqueles eleitores que dizem que não sabem são 3%.

Para a pesquisa, foram ouvidas 1.500 pessoas entre os dias 19 e 24 de agosto. As entrevistas foram feitas por telefone, com ligações tanto para fixos residenciais quanto para celulares. A sondagem foi registrada no TSE com o número BR-02405/2022. A EXAME/IDEIA é um projeto que une EXAME e o IDEIA, instituto de pesquisa especializado em opinião pública. Veja o relatório completo.
Maurício Moura, explica que a redução consistente da distância entre Lula e Bolsonaro ocorreu muito por conta de uma maior definição dos candidatos. Com isso, houve uma acomodação dos eleitores que diziam não saber em quem votar – eles somavam 12% no fim do ano passado.
Uma terceira questão foi a desistência de outros nomes mais bem posicionados, como o ex-juiz Sergio Moro (União Brasil), e do ex-governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
“Isso reflete o grau de consolidação de voto e uma grande definição neste momento da eleição. O Bolsonaro tem duas frentes de potencial crescimento: o primeiro é consolidar e acomodar o sentimento antipetista, o segundo é que ele precisa convencer eleitores que votaram nele em 2018. Esses eleitores estão espalhados entre indecisos, Ciro Gomes e também entre os eleitores do Lula”, diz.
A simulação de segundo turno entre Lula e Bolsonaro ficou estável, se comparado com a última pesquisa. O petista tem 49%, ante 47% em julho. O atual ocupante do Palácio do Planalto pontuou 40%, e há um mês tinha 37%. Os dois crescimentos estão dentro da margem de erro da pesquisa.

EXAME/IDEIA ainda testou outros quatro cenários de segundo turno. Lula venceria Tebet (46% X 26%), e Ciro Gomes (43% X 31%). Bolsonaro seria vitorioso em uma disputa contra Ciro Gomes (38% X 34%), e também contra Tebet (40% X 25%).
Informações Exame

Pesquisa realizada pela Atlas Intelligence e Arko Advice divulgada na tarde deste sábado, 27, mostra o presidente Jair Bolsonaro (PL) à frente de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na corrida presidencial no estado do Rio de Janeiro. De acordo com o levantamento, Bolsonaro, candidato à reeleição, tem 46% das intenções de voto no primeiro turno contra 37% de Lula.
A pesquisa ouviu 1,6 mil pessoas entre os dias 20 e 24 de agosto e tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos. Em terceiro lugar, aparece o candidato do PDT, Ciro Gomes, com 8% das intenções de voto, seguido por Simone Tebet, do MDB, com 3%.
O QG de campanha do presidente vê a região sudeste como ponto chave para a corrida à reeleição. O Rio de Janeiro é o berço eleitoral de Bolsonaro, que foi deputado federal pelo Rio de Janeiro.
A pesquisa também levantou as intenções de voto para governador. Claudio Castro, candidato à reeleição pelo PL, surge em primeiro lugar, com 29,8%, seguido de Marcelo Freixo, do PSB, com 26,8%. Para o senado, Romário (PL) lidera as intenções de voto, com 20,3%. Alessandro Molon, do PSB, têm 18,2% e Cabo Daciolo (PDT), está em terceiro, com 13.5%.
Informações Veja