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Amantes povoam o inconsciente coletivo há muito tempo, de certo modo inspirando o cidadão comum a também nutrir suas ilusões de casamento perfeito — aos olhos da sociedade — com ampla margem para vivências extraconjugais que ao cabo de um tempo mais ou menos breve deixam pelo caminho uma fieira de egos cheios, corações destroçados, mágoas inexpugnáveis de parte a parte e não raro filhos desassistidos que, tomados pelo desespero, optam por decisões sem volta. Decerto a primeira história de um amor desditoso a capturar o público no contrapé, sem muita ideia do êxito que iria alcançar foi “Anna Kariênina”, do novelista russo Liev Tolstói (1828-1910). Tão popular quanto acerbo, o caso fictício entre a protagonista, Anna Kariênina, mulher de Alieksiéi Kariênin, alto comissário do czar Alexandre II, com o Conde Vronsky, oficial da cavalaria, foi um escândalo junto à aristocracia da Rússia imperial. Anna pede o divórcio, mas Kariênin, além de não aquiescer, ainda a impede de ver o filho. O casamento, claro, termina mesmo assim, bem como o romance extraconjugal e o fim da anti-heroína é o pior possível. Homem com os dois pés muito bem fincados na realidade, Tolstói jamais imaginara ter escrito um dos enredos de amor vívido, desamor oculto e ódio manifesto mais longevos se todos os tempos, não por acaso levado às telas cinco vezes, entre 1935 e 2012. Muito mais dado à louvação de seus pares e da audiência, o alemão Johann Wolfgang von Goethe (1749-1832) — escritor, poeta, diretor de teatro, crítico cultural, um generalista por natureza — conseguiu exprimir muito (mas não tudo) do abatimento de espírito do personagem central, desiludido, cônscio da impossibilidade de seu amor por Charlotte, prometida em matrimônio a Albert. Talvez não existam dois homens de letras mais díspares entre si que Tolstói e Goethe, gênios no mesmo ofício, donos de trajetórias longevas (ambos morreram com a mesma idade, 82 anos, um assombro tanto no século 18 do germânico como no 19, atravessado pelo russo) e bem-sucedidas, mas que enxergavam o amor — e por óbvio a vida ela mesma — por prismas diametralmente opostos. E por essa justa razão, complementares.

Querendo ou não, a dinamarquesa Barbara Rothenborg fora capaz de condensar em boa medida o melhor de Tolstói e de Goethe numa história cheia de altos e baixos ao falar de um casamento que deveria ter findado, mas que ao se prolongar indefinidamente — alicerçado na areia fina da vaidade e da hipocrisia — implica um cenário de desabrida loucura. Trata-se de “Um Marido Fiel” (2022), drama com notas de suspense em que a ânsia pela verdade se sobrepõe à verdade em si. O roteiro de Anders Rønnow Klarlund e Jacob Weinreich centra a história na figura de um casal aparentemente acima de qualquer suspeita, aparentemente apaixonado, aparentemente feliz e aparentemente normal. Como se vê, as aparências não só não enganam como podem ser um componente elementar na vida de duas pessoas que escolhem viver juntas, constituir uma família e enfrentar as vicissitudes do dia a dia. Rothenborg explora bem os pequenos, ínfimos sinais que explicariam a nuvem de paranoia que flutua sobre Christian e Leonora, quarenta e poucos anos e um filho, Johan, dezoito, recém-saído de um grave problema de saúde e prestes a se formar no ensino médio.

Os personagens de Dar Salim e Sonja Richter terminam de educar Johan, de Milo Campanale, na casa construída sob medida à beira lago, permeada por um bosque denso. Nem poderia ser de outra forma, uma vez que Christian é um dos mais bem-sucedidos arquitetos do mercado, e muito de sua excelente reputação profissional se deve a Xenia, a arquiteta-assistente vivida por Sus Wilkins, com quem mantém um caso. A vida do trio — não há muito a se especular acerca de Johan — conservar-se-ia numa paz de cemitério não fosse o imprevisto que sucede nos bastidores da festa que a empresa de Christian oferece para comemorar um negócio importante, gancho para todos os eventos trágicos que passam a se desenrolar na história.

A diretora trabalha bem a psicopatia da dupla de protagonistas, oferecendo a Wilkins farto material para que também sua personagem, uma coadjuvante que cresce além do esperado, mostre a que veio. Numa análise ligeira, tudo leva a crer que Xenia seja de fato a grande vilã do filme, como Leonora sugere, mas causa espécie o jeito como Klarlund e Weinreich subvertem os papéis, revelando aos poucos quem é quem, momento em que a loucura da personagem de Richter vem à tona. Ex-virtuose que abandonou uma carreira promissora como violinista, Leonora não abre mão do marido adúltero e tampouco do casamento aos pedaços por um mero capricho. Nesse ponto, a narrativa dá uma guinada algo farsesca — trata-se de um suspense, certo? —, à Adrian Lyne ou Brian de Palma, conduzindo o longa para o desfecho literalmente catártico.

É cedo para se dizer como “Um Marido Fiel” há de se sair junto a plateias mais amplas, mas pode-se dizer sem receio que a condução de Rothenborg garante 105 minutos de poucas certezas e ótimas possibilidades de se exercitar o faro detetivesco que pulsa em cada um, assistindo-se uma imensa fogueira de veleidades diabólicas queimar um circo de horrores.


Filme: Um Marido Fiel
Direção: Barbara Rothenborg
Ano: 2022
Gêneros: Drama/Suspense
Nota: 9/10

Informações Revista Bula


Para especialista, diferença entre o apoio nas redes e nas pesquisas eleitorais pode ser reflexo de recorte socioeconômico

Toalhas com rosto de Lula e de Bolsonaro

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) tem 43,5 milhões de seguidores na internet, considerando Twitter, Instagram e Facebook. O número é 28,9 milhões a mais que o número de usuários que seguem seu principal rival, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que soma 14,5 milhões.

Segundo dados da Bites, levantados a pedido do Poder360, Bolsonaro começou 2022 com 37.268.938 seguidores e chegou a 43.520.816 em agosto –um crescimento de 16%. Já Lula saiu de 10.964.352 para 14.561.852, alta de 32% no período. Apesar do crescimento percentual do petista em 8 meses ser maior, Bolsonaro segue liderando.

Para o cientista político Leonardo Barreto, a questão da eleição deste ano é a diferença entre o mundo digital (que favorece Bolsonaro) e o mundo analógico (pesquisas eleitorais que favorecem Lula). Segundo ele, o atual chefe do Executivo migrou bem para internet, enquanto o ex-presidente sente-se mais confortável fazendo campanha no modo tradicional. 

“A hipótese natural [para o sucesso de Bolsonaro] é o legado das eleições de 2018. Talvez a diferença das redes para as pesquisas eleitorais seja o perfil do leitor. Lulistas mais pobres são menos inseridos na internet, mas captados pelas pesquisas. Eleitores com mais renda e ativismo nas redes podem apoiar Bolsonaro”, afirma Barreto. “Ou seja, a diferença pode ser reflexo de um recorte socioeconômico.”

Neste contexto, o especialista afirma que não haveria muito o que fazer por parte da esquerda, porque os eleitores de Lula seriam menos afeitos ao ativismo digital, por causa da exclusão social. Caberia à campanha de Lula pegar carona com quem já domina as redes sociais. 

“Lula está tentando ter sucesso no digital, mas, como não é nativo, tem dificuldade. Por isso, recorre a caronas, como o deputado federal André Janones [que ficou conhecido na internet a partir de 2020, quando se dedicou a tirar dúvidas e defender pautas relacionadas ao Auxílio Emergencial na pandemia], e a cantora Anitta”.

Lula ganhou pouco mais de meio milhão de seguidores no  Twitter, Instagram e Facebook desde que Anitta declarou apoio ao petista na disputa pela Presidência da República. 

Em 11 de julho, no dia que Anitta revelou seu voto e ofereceu ajuda para “bombar” o ex-presidente nas redes, Lula tinha 14.197.472 seguidores. Um mês depois, em 11 de agosto, o petista acumulava 14.716.451 —ou seja, 518.979 seguidores a mais.

Apesar de a cantora ter mencionado Lula em diferentes publicações e oportunidades, o petista manteve sua média de crescimento. Para efeito de comparação, o político também ganhou cerca de meio milhão de seguidores em julho, assim como em junho, segundo dados da Bites.

Eis os números de seguidores de Lula no comparativo de 11 de julho a 11 de agosto:

  • Instagram: foi de 542.0661 para 571.1171;
  • Twitter: foi de 3.804.864 para 3.991.935;
  • Facebook: foi de 4.971.947 para 5.013.345.

Eis os números de seguidores de Bolsonaro no mesmo período (conquistou 2.882 a menos que Lula):

  • Instagram: foi de 20.212.707 para 20.507.508;
  • Twitter: 8.395.694para 8.578.945;
  • Facebook: 14.581.370 para 14.619.415.

PODERDATA

Pesquisa PoderData com 3.500 entrevistas realizada de 14 a 16 de agosto mostra que Lula tem uma vantagem de 7 pontos percentuais sobre Bolsonaro no 1º turno. Hoje, o petista tem 44%; o presidente marca 37%.

Com o resultado, a dianteira de Lula sobre Bolsonaro segue estável. Há 15 dias, era de 8 pontos.

Os dados estratificados mostram que Lula se sai melhor entre os que ganham até 2 salários mínimos, com 49% contra 30% de Bolsonaro no 1º turno.

O presidente sai na frente entre os que ganham de 2 a 5 salários mínimos, com 45% contra 38% do petista.

Entre os ganham mais de 5 salários mínimos, Lula e Bolsonaro estão empatados, com 41% cada um.

A pesquisa foi realizada pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, com recursos próprios. Os dados foram coletados de 14 a 16 de agosto de 2022, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 3.500 entrevistas em 331 municípios nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. O intervalo de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-02548/2022.

Informações Poder 360


O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República acontece neste domingo (28). E o encontro poderá ter, logo de início, uma pergunta do presidente Jair Bolsonaro (PL) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), possibilidade prevista pelas regras do debate.

O encontro, organizado por UOL, Band, Folha de S. Paulo e TV Cultura, será realizado nos estúdios da Grupo Bandeirantes, na cidade de São Paulo.

Ao todo, foram convidados seis candidatos ao Palácio do Planalto:

A organização do debate definiu as regras em reunião com as campanhas dos postulantes e a posição de cada candidato foi definida por sorteio.

Confira as principais regras do encontro.

Três momentos. O debate será dividido em três momentos com perguntas sobre programas de governo, confronto entre os candidatos e questões feitas por jornalistas.

Os blocos terão moderação de jornalistas dos veículos organizadores.

Plano de governo. A primeira pergunta será feita para todos os candidatos e envolverá o plano de governo proposto por eles. Cada um terá um minuto e meio para a resposta.

Em seguida, começa o confronto entre eles. Bolsonaro é o primeiro a perguntar e poderá escolher qualquer candidato —incluindo Lula, seu principal adversário na corrida eleitoral. Depois do atual chefe do Executivo, farão perguntas:

  • Ciro;
  • Luiz Felipe d’Avila;
  • Soraya Thronicke;
  • Lula;
  • Simone Tebet.

Jornalistas perguntam. No segundo bloco, será a vez dos jornalistas de veículos, que integram a organização do debate, fazerem suas perguntas.

O candidato que responde terá quatro minutos para dividir entre resposta e réplica.

Novos confrontos. No último bloco do debate, os candidatos voltam a se confrontar seguindo uma ordem definida em sorteio prévio. Os postulantes ao Palácio do Planalto terão um minuto para pergunta e mais um para a réplica. Quatro minutos serão usados para resposta e tréplica.

Nessa fase, haverá também questões sobre o plano de governo e, por fim, os candidatos terão dois minutos para deixarem suas contribuições finais.

Direito de resposta. As regras do encontro também preveem que, em caso exclusivo de ofensa moral e pessoal, o candidato pode solicitar ao moderador direito de resposta imediatamente após a conclusão da fala do outro postulante.

A solicitação será avaliada por um comitê formado por quatro jornalistas da organização do encontro e um advogado. “A resposta será dada ainda no mesmo bloco. Na hipótese de deferimento do pedido de resposta, serão concedidos 45 segundos.”

***

Quando: o debate organizado por UOL, Folha de S.Paulo, TV Cultura e Grupo Bandeirantes será dia 28 às 21h.

Onde assistir: Ao vivo na home UOLUOL no YouTube e Facebook do UOL.

Informações UOL


Em Barretos, Bolsonaro monta cavalo e é ovacionado pelo público; VEJA VÍDEOS

O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) participou na noite desta sexta-feira (26) da 65ª Festa do Peão Boiadeiro, em Barretos (SP) e, novamente, apareceu na arena principal. O candidato foi ovacionado com gritos de “eu sou Bolsonaro, com muito orgulho, com muito amor”.

Em 2018, Bolsonaro também montou em um cavalo para desfilar na arena segurando uma bandeira do Brasil. Em 2019, já como presidente, ele retornou a festa e também montou a cavalo. A festa retorna este ano após dois anos sem acontecer em razão da pandemia da covid-19.

A arena estava tomada por bandeiras do Brasil e, após o hino, presentes ao local entoaram gritos de “mito”, em referência ao presidente e candidato à reeleição. O local tem capacidade para 35 mil pessoas sentadas.

O presidente chegou ao local da festa por volta das 22h (horário de Brasília) e foi aplaudido pela plateia. Ele estava acompanhado do ex-ministro da Infraestrutura e candidato ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), dos filhos Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Jair Renan, do candidato a vice General Braga Netto (PL) e do candidato ao Senado Marcos Pontes (PL). A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também estava no evento.

O empresário e dono da Havan, Luciano Hang também estava próximo ao presidente e chegou a discursar. O empresário estava de calça e chapéu verdes e camisa amarela.

Festa movimentar economia do interior

De acordo com dados preliminares da Setur-SP (Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo), a Festa do Peão de Barretos deve gerar R$ 1,24 bilhão em impacto direto e indireto em 11 dias (cerca de R$ 112 milhões/dia).

O cálculo do governo considera gastos dos turistas na festa, hospedagem, alimentação, transporte, compras e outras atividades de lazer em toda a região, além de custos diretos e indiretos com a organização.

Informações Terra Brasil Noticias


Candidato a governador fecha agenda no Oeste em evento ao lado do prefeito Júnior Marabá

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) encerrou a sua agenda de 10 cidades da região Oeste com três carreatas nesta sexta-feira (26). A derradeira foi realizada em Luís Eduardo Magalhães, onde a comitiva da coligação Pra Mudar a Bahia foi recebida pelo prefeito Júnior Marabá (PP). O evento reuniu centenas de veículos, numa fila que alcançou mais de 6 km e preencheu as principais vias da cidade.

O dia terminou com um comício na Praça do Jardim das Acácias, onde a carreata terminou depois de percorrer 14 km. Ao lado também dos candidatos a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e a senador Cacá Leão (PP), Neto e Marabá falaram para as pessoas que ocuparam a rua à noite.

Em seu discurso, Júnior Marabá disse que é hora de votar em ACM Neto para não dar nenhuma chance ao PT. “Já deu, agora é hora de mudar a Bahia. Depois de 16 anos o PT precisa de mais quatro para fazer o que? Eu preciso de Neto ao meu lado para realizar tudo o que tenho para fazer nessa cidade, como por exemplo nosso hospital municipal com mais de 100 leitos”, disse.

Neto disse que a ideia de Marabá tem tudo a ver com o seu plano de governo. “Uma das nossas propostas é implantar hospitais microrregionais. Vamos pegar bons hospitais municipais e vamos ampliar, colocar equipamentos, contratar profissionais e essas unidades vão atender aos municípios da região. Imaginem o que podemos fazer com o hospital municipal aqui de LEM. Júnior, não só vou ajudar você a terminá-lo como ele já será incluído como microrregional”, afirmou.

A carreata saiu do Estádio Municipal Coronel Arold, no bairro Conquista, e percorreu primeiro a Rua Ibitiba, no bairro Santa Cruz, repleta de comércios da cidade. Bem no final do expediente, os moradores que saíam do trabalho saudaram o candidato do União Brasil aos gritos de “uh é ACM” e ‘pongaram’ no carro aberto para retirar selfies com Neto.

Na BR-242, os caminhões tão presentes na cidade fizeram um buzinaço. De lá, a carreata seguiu pelo Centro, Mimoso I, Jardim Imperial e foi até o Jardim das Acácias. Pelo caminho, as pessoas acompanhavam nas caçambas dos veículos.

Quando despontou na Avenida Juscelino Kubitschek, uma das principais vias da cidade, deu para ver o tamanho da carreata. Centenas de carros com as luzes piscando ocuparam toda a extensão da avenida, que tem sozinha pelo menos 6 km. Como disse o locutor no carro de som, “nunca na história de LEM se viu uma carreata desse tamanho”.

Neto agradeceu: “Eu fiquei impressionado com o que vi hoje nas ruas de Luís Eduardo Magalhães, não só pela quantidade incrível de carros, mas também pela demonstração de carinho, que foi espontânea. Se Deus me der essa oportunidade de ser governador da Bahia, serei um grande parceiro de Júnior Marabá. Ele merece pelo trabalho que tem sido feito na prefeitura, é um cara jovem, sério e leal.

Antes de percorrer as ruas de Luís Eduardo Magalhães, Neto e a comitiva realizaram carreatas nas cidades de Santana e Tabocas do Brejo Velho, também na região Oeste.


Roubando até proposta? Ciro diz que Lula copiou seu plano para reduzir endividamento

Candidato à Presidência, Ciro Gomes (PDT) disse em sabatina do Grupo Globo queo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) copiou sua proposta para revisão do endividamento das famílias. Ciro usou de ironia para endossar a efetividade do plano, que ele defende desde as últimas eleições.

“É uma cópia que gosto que se faça, porque as minhas ideias não são minhas. Estou recolhendo da realidade do povo, entre as experiências internacionais que estudo e entre as melhores literaturas disponíveis”, ressaltou o candidato do PDT.

A promessa de Ciro Gomes é de que o governo irá ajudar as famílias endividadas e revisar valores para aumentar o poder de compra da população. Ele definiu a ação como uma política “concreta”. “Uma campanha é exatamente para oferecer respostas concretas para problemas reais do povo”, ressaltou.

Ainda em relação à entrevista de Lula ao Jornal Nacional, o ex-governador do Ceará afirmou que o petista não apresentou ações efetivas. “Se ‘espremer’ a entrevista do Lula ontem, a única proposta que saiu foi essa. Eu fico feliz que é uma proposta eu tenha trazido e que tem sido levada ao deboche porque enfrenta o interesse de um novo escravismo que os bancos impuseram aos brasileiros.”

Informações Terra Brasil Notícias


Dados foram divulgados pelo IPEC nesta sexta-feira (26)

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) continua na liderança das pesquisas para a corrida eleitoral de 2022 na Bahia. Levantamento divulgado nesta sexta-feira (26) pelo IPEC – antigo Ibope – mostra o ex-prefeito de Salvador com 56% das intenções de voto para o Governo do Estado.

De acordo com a pesquisa encomendada pela TV Bahia, caso as eleições acontecessem hoje, ACM Neto seria eleito em primeiro turno na Bahia. A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

Ainda no cenário estimulado, o candidato Jerônimo Rodrigues (PT) acumula 13% e João Roma (PL), o terceiro colocado, somou 7% do apoio dos entrevistados. O candidato Millet (PCO) recebeu 2% das intenções de voto, e Kleber Rosa (PSOL) tem 1%.

Os votos brancos e nulos somaram 8%, enquanto 12% não souberam ou preferiram não responder.

O Instituto em Pesquisa e Consultoria (IPEC) entrevistou 1008 pessoas entre os dias 23 a 25 de agosto. Participaram do levantamento 51 cidades do estado. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA – 028732022 (TRE) e BR – 00575/222 (TSE), o estudo tem 95% de nível de confiança.

Pesquisa Datafolha

O resultado anunciado pelo IPEC hoje (26) corrobora com a informação divulgada na última quarta-feira (24) pelo Datafolha. Considerado um dos maiores e mais respeitados institutos de pesquisa do país, o Datafolha também apontou a vitória de ACM Neto ao Governo da Bahia ainda no primeiro turno das eleições de 2022.


Cães de estimação passam a ser proibidos na Coreia do Norte; veja motivo

Na Coreia do Norte, os norte-coreanos estão sendo obrigados a entregar seus cães de estimação, pois o ditador Kim Jong-un anunciou em julho, que ter um animal de estimação agora é contra lei, denunciando que ter um cachorro em casa é como “uma tendência contaminada de ideologia burguesa”, segundo informações do jornal britânico Daily Mail.

Os donos temem que seus animais de estimação estejam sendo usados para resolver a escassez de alimentos do País. De acordo com informações de uma fonte ao jornal sul-coreano Chosun Ilbo, “as autoridades identificaram famílias com cães de estimação e estão forçando as pessoas a entregar ou confiscar à força e abater os animais”, disse. 

“Alguns dos cães são enviados para zoológicos estatais ou vendidos para restaurantes de carne de cachorro”. 

A carne de cachorro é considerada um alimento na península coreana, embora a tradição de comer cachorro esteja aos poucos desaparecendo na Coreia do Sul.

SCC10


Candidato a deputado estadual, Carlos Geilson (Solidariedade) promove, neste sábado (27), o lançamento oficial da campanha para as eleições de outubro. Lideranças políticas, autoridades, apoiadores e amigos já confirmaram presença no evento.

O espaço para a realização do lançamento oficial da campanha está sendo preparado para atender, com toda a estrutura, aos convidados. O local escolhido é o Spazio Eventos, localizado na avenida Nóide Cerqueira. O evento terá início às 14h30.

“Nossa intenção é apresentar para nossos convidados o que queremos para Bahia. Chega de tanta violência, de tanta gente sofrendo na fila da regulação, dentre tantos outros problemas que nosso estado enfrenta. Neste sábado vamos, mais uma vez, confirmar nosso apoio ao futuro governador da Bahia, ACM Neto”, disse Geilson.

O quê: Lançamento oficial de campanha
De quem: Carlos Geilson – 77077
Onde: Spazio Eventos, avenida Noide Cerqueira
Horário: A partir das 14h30.

(Assessoria de Carlos Geilson)


Candidato foi recebido pelo prefeito Chepa Ribeiro (PP), que criticou falta de atenção do atual governador às lideranças da região

O candidato a governador ACM Neto (União Brasil) participou na manhã desta sexta-feira (26) de uma grande carreata em São Félix do Coribe, que reuniu também lideranças da cidade irmã e vizinha, Santa Maria da Vitória. A comitiva da coligação Pra Mudar a Bahia, que também contou com os candidatos a vice-governadora Ana Coelho (Republicanos) e a senador Cacá Leão (PP), percorreu as principais vias da cidade.

Ao final da carreata, ACM Neto participou de um comício ao lado do anfitrião, o prefeito Chepa Ribeiro (PP), que deixou a base governista e anunciou apoio em julho. Mesmo em pleno meio-dia, na hora do almoço, sob um sol forte e calor de 31 graus, a Praça da Igreja ficou lotada para manifestar o seu apoio ao candidato do União Brasil.

“Vamos fazer um governo que vai construir as pontes com o Oeste, que vai encurtar a distância territorial que separa da capital. Um governo que vai acabar com esse sentimento do povo do Oeste, de que hoje quem governa a Bahia não dá atenção, e que é verdade. Eles estão aí há 16 anos, já tiveram muitas oportunidades, e o que deixam de legado para o Oeste? Nada que mereça destaque, nada que as pessoas possam dizer ‘isso mudou a minha vida’”, discursou Neto.

Também participaram do ato os prefeitos de Santa Maria da Vitória, Tonho de Zé de Agdônio (PL), de Barreiras, Zito Barbosa (UB), e o vice-governador João Leão (PP), além de lideranças de outros 10 municípios da região Oeste.

Chepa discursou em apoio a Neto: “Tenho orgulho de hoje fazer parte dessa chapa. Nós cansamos de ter um governador que sobe no palanque para fazer promessas e não cumprir. Aqui, temos um colégio estadual que eu preciso alugar uma escola particular, porque a estrutura do estado não consegue atender todos os alunos. Neto, depositamos em você os nossos anseios”, disse.

ACM Neto classificou como inaceitável a situação narrada pelo prefeito sobre a educação. “É inaceitável que não tenham feito uma escola de grande porte de ensino médio, que possa funcionar em tempo integral, aqui em São Félix do Coribe. Vamos recuperar o tempo perdido na educação. Não é possível que a Bahia seja o último lugar em qualidade de ensino no Brasil. É um absurdo que o governo tenha deixado para construir algumas poucas escolas agora, no apagar das luzes, porque ficaram 15 anos sem fazer praticamente nenhuma”, disse.

A carreata saiu da Prainha de São Félix do Coribe, às margens do Rio Corrente, e percorreu as principais vias da cidade. Pelo caminho, as pessoas pararam seus carros para subir nas caçambas e saudar Neto. Quando a comitiva passou pela BR-349, uma fila de caminhões fez um buzinaço para receber a chapa.

Chepa elogiou Neto pelo esforço em percorrer todas as regiões da Bahia nesta campanha. “Não é fácil estar em tantas cidades como você está, mas isso é muito importante. Porque, nos últimos anos, o povo não podia sequer ver o governador de perto. Em Barreiras, no último evento aqui, nem as lideranças puderam almoçar onde o governador almoçou”, disse.

O prefeito ainda criticou o tratamento dado pelo governador aos entes políticos. “A gente espera que você respeite todos os entes políticos, não faça como o atual governador que só agora na campanha começou a receber todo mundo. Foram quatro anos tratando mal as lideranças. A gente quer um governador que trate todo mundo de igual a igual em todos os quatro anos”, completou.