Além de funcionar também com grupos, a função não requer a instalação de aplicativos de terceiros no celular.
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O Telegram já faz sucesso com seus usuários há tempo, mas passou a ganhar mais notoriedade nas últimas semanas devido ao WhatsApp ter anunciado mudanças em sua política de privacidade. Nesta semana, o Telegram ganhou um recurso interessante para quem está querendo migrar conversas do WhatsApp.
A função em questão é bem simples de ser utilizada e, além de funcionar também com grupos, não requer a instalação de aplicativos de terceiros no seu celular.
Como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram
1. Acesse a Google Play ou App Store e atualize tanto o Telegram quanto o WhatsApp para a última versão disponível;
2. Abra o WhatsApp normalmente e entre na tela de conversa que deverá ser exportada; 3. Toque no ícone representado por três pontos e vá em Mais;
4. Clique em Exportar conversa e selecione se os arquivos de mídia devem ou não estar inclusos no processo;
5. Na janela aberta, selecione o Telegram e então o contato ou grupo que deverá receber a conversa;
6. Na mensagem que surge, toque em Importar e aguarde o processo ser realizado.
O tempo para ele ser concluído varia de acordo com o tamanho de sua conversa. Pronto! Agora, você já sabe como migrar conversas do WhatsApp para o Telegram sem ter que instalar nada no seu celular.
Antes de liberar a câmera para escanear QR Code, app vai pedir liberação por digital ou reconhecimento facial em celulares compatíveis.
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O WhatsApp anunciou nesta quinta-feira (28) que o login na versão web vai depender de uma autenticação biométrica nos celulares que possuem leitor de digital ou reconhecimento facial.
Para vincular o WhatsApp Web ou Desktop à conta do app, será solicitado o desbloqueio biométrico (com reconhecimento facial ou impressão digital), antes da leitura do QR Code.
A liberação por biometria será exigida somente no login da sessão. Após escanear o QR Code, a sessão vai permanecer ativa e não será encerrada quando você fechar o navegador.
O app explica que a autenticação acontece no dispositivo e que o WhatsApp não pode acessar as informações biométricas armazenadas pelo sistema operacional do celular.
O mecanismo de segurança vai ser habilitado por padrão em aparelhos compatíveis e não há opção para removê-lo a não ser que a pessoa desative a leitura de impressão digital ou reconhecimento facial no aparelho em si.
A tela de autenticação WhatsApp Web nos celulares também será remodelada, permitindo controle maior de quais computadores estão conectados.
A novidade vai começar a ser liberada nas próximas semanas, segundo o aplicativo.
CNN Brasil- Após dez anos de cegueira, um idoso de 78 anos conseguiu recuperar a visão em Israel. Ele também se tornou a primeira pessoa no mundo a receber um transplante de córneas artificiais bem-sucedido.
O paciente faz parte de estudos clínicos realizados pela startup israelense CorNet Vision, que criou um tipo de córnea sintética que se biointegra ao olho humano. O procedimento é recomendado apenas em casos de córneas deformadas, com cicatrizes ou opacificadas. O dispositivo tem uma lente projetada para se integrar com o tecido ocular usando nanofibra não degradável sintética, que é colocada sob a conjuntiva.
O implante é considerado relativamente simples e a expectativa é de que o paciente consiga novamente enxergar depois de horas em recuperação. No caso do idoso de 78 anos, identificado como Jamal Furani, ele foi capaz de um dia depois reconhecer os familiares. Ele também conseguiu ler textos.
“O procedimento cirúrgico foi direto e o resultado superou todas as nossas expectativas. O momento em que tiramos as bandagens foi emocionante e significativo. Momentos como este são o cumprimento de nossa vocação de médicos. Temos orgulho de estar na vanguarda desse empolgante e um projeto significativo que sem dúvida impactará a vida de milhões “, disse ao jornal Israel Hayom o médico Irit Bahar, chefe do Departamento de Oftalmologia do Rabin Medical Center Bahar, que realizou o procedimento.
Córneas artificiais
Além do paciente operado, ainda existem outros na fila de espera para receber as córneas artificiais durante os experimentos clínicos do dispositivo em humanos.
A expectativa é tornar o procedimento viável ao redor do mundo a fim de acabar com uma fila de pacientes no aguardo de doadores. A empresa, contudo, ainda não deu uma data para produção em grande escala do dispositivo.
“Esperamos que isso permita que milhões de pacientes cegos em todo o mundo, em áreas onde não há prática corneana nem cultura de doação de órgãos, recuperem a visão”, disse Gilad Litvin, diretor médico da CorNeat Vision.
Plataforma afirmou para vítima que conteúdo “não violava política” do site
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Pleno News- O Twitter se negou a remover imagens pornográficas de um adolescente que foi vítima de tráfico sexual, mesmo após denúncias do fato à plataforma sob a alegação de que “não encontrou violação” das políticas da companhia. A informação foi divulgada pelo jornal New York Post.
De acordo com a publicação, a vítima, que estava acompanhada da mãe, ingressou com um processo contra a plataforma no Distrito Norte da Califórnia. De acordo com o depoimento, obtido pelo NYP, o Twitter teria ganhado dinheiro ilegalmente com os elementos veiculados na plataforma.
O adolescente, identificado pelo jornal como John Doe, tinha entre 13 e 14 anos quando traficantes sexuais, se passando por uma colega de classe de 16 anos, começaram a conversar com ele no Snapchat. O garoto e os traficantes supostamente trocaram fotos sem roupa antes que a conversa se transformasse em chantagem.
De posse das imagens, os criminosos disseram que se o adolescente não compartilhasse mais fotos e vídeos sexuais, o material explícito que ele já havia enviado anteriormente seria compartilhado com seus “pais, treinador, pastor” e outras pessoas.
Doe, agindo sob coação, inicialmente obedeceu e enviou vídeos de si mesmo realizando atos sexuais e também foi instruído a incluir outra criança em seus vídeos, o que ele fez. Posteriormente, o garoto bloqueou os criminosos e eles pararam de assediá-lo, mas em algum momento de 2019, os vídeos apareceram no Twitter.
No mês seguinte, conforme a reportagem do NY Post, os vídeos foram denunciados ao Twitter pelo menos três vezes. Apesar disso, o Twitter respondeu a Doe e disse que não excluiria o material, que já havia acumulado mais de 167 mil visualizações e 2.223 retuítes.
– Agradecemos seu contato. Revisamos o conteúdo e não encontramos nenhuma violação de nossas políticas, portanto, nenhuma ação será tomada neste momento – dizia a resposta, de acordo com o processo.
Foi somente algum tempo depois, quando a mãe de Doe recebeu o suporte de um agente do Departamento de Segurança Interna, é que os vídeos foram removidos da plataforma. Procurado pelo New York Post, a rede social se recusou a comentar o caso.
Para Amen, transtornos de saúde mental são problemas cerebrais. Ele indica especialistas a olharem para o principal órgão do sistema nervoso
Foto: Yuichiro/Getty Images/ Reprodução/Instagram
Metrópoles- Dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) sugerem que 30% da população das Américas teve ou terá algum transtorno mental. No Brasil, depressão e ansiedadeestão entre as doenças que mais causam incapacidade. As condições afetam a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas. Geralmente, ao serem diagnosticados com os distúrbios, os pacientes são tratados com medicamentos e terapias. Contudo, antes de prescrever as terapêuticas, há um equívoco, segundo atesta Daniel Amen, o psiquiatra mais popular dos Estados Unidos.
De acordo com o Amen, os psiquiatras continuam sendo “os únicos médicos a raramente examinar o órgão que tratam”. Na avaliação dele, as condições de saúde mental são, na verdade, problemas de saúde cerebral, o que propicia analisar o principal órgão do sistema nervoso. Assim faz o norte-americano de 66 anos com os milhares de pacientes da clínica que fundou, a Amen Clinics. Para diagnosticar e tratar as doenças da mente, o especialista usa a SPECT, em outras palavras, tomografia computadorizada de emissão de fóton único.
“Psiquiatras de antes e até mesmo de hoje fazem o diagnóstico como em 1840. Quando você tem o privilégio de mudar o cérebro de alguém, não só muda sua vida, mas dispõe da oportunidade de impactar gerações futuras”, ressaltou o psiquiatra em uma palestra na TEDx Talks, em 2013. Líder em neuroimagem, Amen é o responsável por liderar a maior base de dados de varreduras cerebrais. Até 2018, o médico e equipe da clínica tinham feito 150 mil escaneamentos do “computador central” de pessoas de 93 países.
Como funciona?
“Ao contrário da psiquiatria tradicional, que dificilmente olha para o cérebro, a Amen Clinics usa tecnologia de imagens do órgão com finalidade de identificar o seu tipo específico de cérebro. Dessa forma, podemos definir um plano de tratamento direcionado para melhorar sua qualidade de vida”, explicou o especialista no site da clínica. Na palestra, o médico disse sobre esse trabalho ter ensinado lições importantes para não lançar “dardos no escuro” nem “adivinhar” diagnósticos.
Um dos aprendizados é que doenças como transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), ansiedade, depressão e vícios não atingem o cérebro de um único modo. “Há distintos tipos dos transtornos. Dois pacientes podem ter praticamente os mesmos sintomas, mas órgãos radicalmente diferentes. Como saber o que fazer com eles? Só se olharmos a atividade cerebral com objetivo de adaptar o tratamento de forma individualizada e não se pautar por conjuntos de manifestações”, salientou o médico.
A SPECT é um exame de imagem capaz de medir o fluxo sanguíneo em órgãos do corpo. O médico define esse tipo de tomografia como “um mapa capaz de orientar as pessoas a terem cérebros e vidas melhores”. Com a tecnologia, ele afirma ver as áreas de alta e baixa atividade cerebral. Ao examiná-las por meio do “scanner”, Amen consegue indicar os tratamentos e medicamentos mais eficientes. A primeira paciente do método do norte-americano foi Sandy Springs. A consulta ocorreu no início da década de 1990.
O psiquiatra recomenda “olhar o cérebro” por meio dos exames de imagem SPECT
“Olhe o cérebro”
À época com 40 anos, Sandy tinha distúrbio de déficit de atenção (DDA). Na noite anterior à consulta, ela tentou se matar. E a SPECT revelou haver uma queda abrupta na atividade do córtex pré-frontal, o centro de decisão do cérebro. “Uma das maiores lições da imagem foi que ela nos ajudou a prevenir erros, como estimular um cérebro hiperativo, acalmar um que está subativo ou rotular o comportamento como intencional, de fato, se baseando na atividade cerebral”, atestou Amen na página da clínica.
O corpo clínico da Amen Clinics descreveu seis tipos de cérebros de pessoas com vícios, cinco relacionados à compulsão alimentare três associados à violência. “A SPECT pode ajudar, especificamente, quem tem ansiedade, depressão e transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH); além de auxiliar pessoas a superarem conflitos conjugais, envelhecerem melhor e com problemas de peso”, escreveu o psiquiatra no site da clínica. O trecho foi usado em uma reportagem do The Washington Postsobre o método do especialista.
Com a tecnologia SPECT, o proprietário da Amen Clinics afirma ver as áreas de alta e baixa atividade cerebral
Alzheimer
Causa mais comum da demência, a doença de Alzheimer acomete 1,2 milhão de pessoas no Brasil e 35,6 milhões no mundo, conforme levantamento da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz). Com o envelhecimento da população, os números deverão dobrar em duas décadas. Geralmente, a enfermidade afeta pessoas acima dos 60 anos e, segundo Amen, o problema começa no cérebro de 30 a 50 anos antes de surgir algum sintoma.
“Uma das lições mais profundas de nosso trabalho com imagens cerebrais é que a doença de Alzheimer e outras formas de demência podem ser vistas em exames de SPECT anos antes que as pessoas apresentassem quaisquer sintomas. Estudos anatômicos, como tomografia computadorizada e ressonância magnética, são indicadores de atraso. Eles mostram problemas mais tarde no curso da doença, quando as intervenções tendem a ser menos eficazes”, defende o médico, líder em neuroimagem.
Reabilitação cerebral
O trabalho de imageamento ensinou aos profissionais da Amen Clinics que lesões cerebrais traumáticas leves são uma das principais causas de doenças mentais. “Praticamente ninguém sabia disso, porque eles iam aos especialistas por quadros de problemas de temperamento, ansiedade, depressão e insônia. Por não olhar o cérebro, como os psiquiatras deveriam saber?”, garantiu o médico no TEDx Talks. Ao abordar o assunto, ele cita um pacienteque caiu de uma escada aos 3 anos. A criança ficou inconsciente por alguns minutos.
Daniel Amen atendeu o paciente com 15 anos de idade. Na época, o adolescente tinha o histórico de expulsão de tratamentos para violência. No ponto de vista do psiquiatra, recomendaram a terapêutica errada: “Ele precisava de um programa de reabilitação do cérebro, não apenas mais medicação atirada contra ele no escuro, ou terapia comportamental, por vezes, se pensar, é cruel. O comportamento é a extensão do problema e não o problema”.
Em um estudo, Amen verificou existir lesões cerebrais em jogadores da Liga Nacional de Futebol (NFL) – ativos e aposentados – em razão de danos provocados por golpes na cabeça, o mesmo ocorre com boxeadores. No programa de reversão do psiquiatra, há estímulos em áreas de fluxo sanguíneo, memória e humor. Em 2019, o especialista foi convidado pela Casa Branca para discutir tratamentos de saúde mental.
Livros
Ao longo de 30 anos de trabalho, o expert escreveu dezenas de livros, ocupando 12 vezes o posto de autor best-seller do The New York Times. Uma das obras mais vendidas de Amen é Mude seu cérebro, mude seu corpo, de 1996. Aos interessados, há uma versão do exemplar traduzida para português. A última publicação do especialista foi lançada em março de 2020 e tem como título O fim da doença mental: como a neurociência está transformando a psiquiatria, até então, somente em inglês.
CNN Brasil- Quando o quesito é criatividade, o brasileiro pode largar na frente de outros países. Exemplos que confirmam essa premissa vieram à tona recentemente, depois que algumas pessoas começaram a usar o Pix, novo sistema de pagamentos do Banco Central, para… paquerar.
A ferramenta foi lançada em novembro do ano passado com o objetivo de permitir transações financeiras entre usuários em tempo real e sem custos adicionais, uma alternativa ao DOC e à TED. No entanto, há usuários indo um pouco além e usando a plataforma como se fosse uma rede social.
Os flertes têm seguido o seguinte método: a pessoa envia uma quantia simbólica para a conta de quem está interessada e, no campo onde deveria escrever a identificação da transferência, acrescenta um flerte.
Um dos primeiros casos do tipo viralizou depois que um internauta fez um post contando que sua ex-namorada, bloqueada em todas as suas redes sociais, havia lhe enviado uma sequência de transferências pelo Pix, todas no valor de R$ 0,01, com pedidos para reatar o namoro.
Não demorou muito para que outras pessoas aderissem à ideia e compartilhassem suas chaves do Pix, pedindo que interessados lhe fizessem um “agrado” semelhante.
Outros foram ainda mais longe e deram um nome para isso: “pixsexual”, que virou sinônimo da brincadeira, e fez até o Banco Central se manifestar sobre o assunto.
O que o Banco Central tem a dizer
O Banco Central afirma que o único objetivo da ferramenta é dar mais agilidade às transações financeiras e ressalta: “O PIX é um meio de pagamento, não uma rede social”.
O BC acrescenta também que não há previsão legal para bloqueio de usuários específicos dentro do sistema. Contudo, para quem não quer ser incomodado com mensagens, indica que o usuário pode configurar o aplicativo do banco onde mantém a conta para não receber notificações de pagamentos.
Sobre quem compartilha suas chaves do Pix na internet, esperando receber uma transferência, a instituição alerta que a exposição tem riscos, principalmente quando a chave cadastrada é o CPF ou número de telefone, que são dados sensíveis.
Já para a chave aleatória, que não inclui dados pessoais, a entidade garante ser seguro compartilhá-la, já que ela não dá acesso à conta, servindo apenas para receber o dinheiro.
CNN Brasil- Durante o lançamento do iPhone 12, em outubro do ano passado, a Apple anunciou a retirada de alguns acessórios inclusos na compra dos smartphones.
De acordo com a consultoria de mercado Counterpoint Research, a empresa poupa cerca de US$ 4,20 (R$ 23 no câmbio de hoje) por unidade ao retirar adaptador de tomada e fones de ouvido. Os consumidores que não tinham as peças de compras anteriores precisam adquirir os itens separadamente.
A estimativa é que a empresa tenha vendido mais de 63 milhões de unidades somente no final do ano passado, representando uma economia de US$ 264 milhões (cerca de R$ 1,4 bilhão na conversão direta).
Ainda que a medida tenha sido anunciada durante o lançamento do iPhone 12, a estratégia também vale para outros smartphones da Apple. Agora, os aparelhos acompanham somente um cabo USB-C Lightning.
A empresa defende que a medida foi adotada como parte dos esforços para preservar o meio ambiente, alegando que muitas pessoas já têm carregadores e fones de outras compras e que a retirada dos acessórios ajudaria a reduzir o impacto da emissão de carbono. A decisão foi alvo de críticas de usuários e de solicitação de esclarecimentos por órgãos de defesa do consumidor.
Plataforma do Facebook tem encontrado forte rejeição após anunciar alteração na política de privacidade de dados
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As mudanças na política de privacidade do WhatsApp têm se mostrado desastrosas dia após dia, com o crescimento vertiginoso dos concorrentes e a queda da plataforma de mensagens instantâneas mais utilizada no mundo. Segundo a plataforma Sensor Tower, o Telegram passou para a liderança como app mais baixado entre os usuários de iOS e o Signal entre os telefones Android. Em ambos os sistemas, o WhatsApp agora é o 3°.
A alta de downloads dos rivais nos últimos dias é devido ao fato de que o WhatsApp vem informando aos usuários que vai passar a compartilhar os dados de seus utilizadores com o Facebook, Instagram e Messenger. Usuários que não aceitarem os novos termos até o dia 8 de fevereiro poderão ter sua conta excluída.
Diante do fato, internautas se revoltaram contra a plataforma e começaram a buscar novas alternativas. Com isso, apps como Telegram e Signal têm sido muito procurados nos últimos dias. Na última terça-feira (12), Pavel Durov, fundador do Telegram, registrou a chegada de 25 milhões de novos usuários do app desde sábado (9) fazendo com que o app ultrapassasse a marca de 500 milhões de usuários ativos.
Outro aplicativo que teve grande ascensão desde a última semana é o Signal. Na quarta-feira (13), o aplicativo de mensagens tornou-se o app gratuito mais baixado na Play Store brasileira. Além disso, a plataforma ganhou o apoio público do bilionário Elon Musk. Para encontrar a página do Pleno.News no Signal basta clicar neste link e assim ficar atualizado com as principais notícias.
Inovação é responsável por mais de 4,5 mil acordos desde agosto
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Agência Brasil – Em pouco mais de quatro meses de funcionamento, a renegociação de dívidas pelo Whatsapp alcançou R$ 40 milhões, informou o Banco do Brasil (BB). O assistente virtual está disponível desde agosto a clientes da instituição financeira.
Inédita no sistema financeiro nacional, a solução tecnológica usa inteligência artificial e dispensa a necessidade de acionar atendente. Segundo o BB, cerca de 4,5 mil acordos de clientes pessoas físicas foram firmados exclusivamente com o assistente virtual.
Disponível para clientes com pagamentos em atraso, a ferramenta permite renegociações de até R$ 1 milhão, que levam, em média, quatro minutos para serem concluídas. As mulheres entre 18 e 29 anos lideram o uso da tecnologia.
Para ativar a comunicação com o Banco do Brasil pelo Whatsapp, o cliente deve salvar o número (61) 4004-0001 no celular e entrar em contato com a instituição. Para pedir a renegociação de dívidas, basta conversar com o assistente virtual ou enviar a palavra #renegocie.
O próprio sistema de inteligência artificial identifica as ofertas de renegociação disponíveis para o cliente. Ao escolher uma delas, o negócio é automaticamente fechado, com o boleto enviado pelo próprio Whatsapp. Durante o processo, há a opção de pedir para conversar com um atendente.
Para fazer uso da solução, o dispositivo móvel do cliente deve estar liberado para transações pelo WhatsApp. A ferramenta também permite o cancelamento de acordo realizado, a emissão de segunda via de boleto de renegociação e a liquidação antecipada de acordos.
Usuários do WhatsApp começaram a receber notificações de uma atualização nos termos de privacidade da plataforma de mensagens. Agora, qualquer pessoa que usa o aplicativo deve consentir com o compartilhamento de seus dados com o Facebook, empresa que é dona do WhatsApp. A mudança é obrigatória e não é possível optar por não compartilhar os dados pessoais.
A partir do dia 8 de fevereiro de 2021, os novos termos do aplicativo de mensagens tornam obrigatório o compartilhamento de informações como número de telefone, dados de transações, endereço IP, dados de dispositivo, dados sobre as interações com outros contatos (pessoas ou empresas), entre outros.
Até os grupos que o usuário ingressou ou seus status (em estilo de stories) podem ser coletados e compartilhados com o Facebook. As informações podem ser compartilhadas também com outras empresas do Facebook.
Para o WhatsApp, a coleta de dados serve para “melhorar, personalizar, apoiar e comercializar” suas funções, de acordo com nota publicada em seu site. “Precisamos de certas informações para fornecer nossos serviços”, disse a empresa em nota.