Vivian Jenna Wilson, filha de Elon Musk, entrou na Justiça para mudar o nome por questões de gênero e escolheu excluir o sobrenome do pai biológico. Foto: Joe Skipper/REUTERS
A filha do bilionário Elon Musk entrou na Justiçapara mudar o registro do nome por questões de gênero e escolheu não incluir o nome do pai. Segundo informações do site norte-americano TMZ, Vivian Jenna Wilson é uma mulher trans e não quer mais ser associada a Musk.
O site teve acesso aos documentos que pediam pela mudança do nome de Vivian. No processo, ela indica que as mudanças se dão por “questões de gênero e o fato de que não desejo mais estar relacionada ao meu pai biológico de qualquer maneira, jeito ou forma”.
A audiência do processo está marcada para esta sexta-feira, 24. Vivian é filha da escritora Justine Wilson, que foi casada com o bilionário entre 2000 e 2008. Ela também tem um irmão gêmeo, Griffin.
Em 2020, Musk usou o perfil dele no Twitter para fazer diversas declarações contra a comunidade trans. Ele chegou a dizer que “pronomes são um s***” e que apoiava os transgêneros, mas achava “todos esses pronomes um pesadelo estético”.
Para militares, frota da Starlink poderia ser usada para interesses dos EUA
Elon Musk Foto: EFE/EPA/JUSTIN LANE
A China não está nada contente com o avanço da empresa de constelações de satélites fundada por Elon Musk, a Starlink. Cientistas das Forças Armadas chinesas consideram os equipamentos como uma ameaça à defesa da nação e estudam medidas para destruí-los caso julguem necessário.
De acordo com artigo publicado na revista China’s Modern Defense Technology, os satélites de Musk poderiam ser usados para rastrear mísseis hipersônicos, se chocar com os satélites chineses a fim de destruí-los deliberadamente, além de tornar a transmissão de dados de drones e jatos dos EUA ainda mais rápida. Há também o temor de que cargas militares norte-americanas pudessem estar sendo lançadas ao espaço junto dos novos satélites.
Como resultado, pesquisadores chineses sugeriram criar um sistema de monitoramento para vigiar cada um dos milhares de satélites de Musk que já estão em órbita e também os que serão lançados.
Para o Departamento de Defesa dos EUA, a China já possui tecnologia para começar uma destruição dos equipamentos e interromper a comunicação deles. No entanto, as medidas não seriam suficientes para derrubar toda os satélites de Musk.
Em 2021, a China registrou na ONU duas reclamações envolvendo a Starlink, afirmando que teve de realizar duas manobras emergenciais para evitar colisões de seus equipamentos com os satélites do bilionário.
Investidores dizem que o bilionário teria deixado de perder 156 milhões de dólares ao não divulgar que havia comprado ações da plataforma
Elon Musk Foto: EFE/ Adam S. Davis
Acionistas do Twitter resolveram processar o CEO da Tesla, Elon Musk, sob a acusação de que ele teria supostamente manipulado o preço das ações da plataforma para baixo. As acusações são referentes a um período anterior à oferta de 44 bilhões de dólares (R$ 209 bilhões) feita pelo bilionário para adquirir a rede. O Twitter também é réu no processo.
De acordo com os investidores, Musk teria deixado de perder 156 milhões de dólares (R$ 743 milhões) ao não divulgar que havia comprado mais de 5% da rede social até o dia 14 de março. No processo, os acionistas pedem compensação financeira em razão do ocorrido, mas não apontam os valores. O Twitter, por sua vez, é acusado de não investigar a suposta conduta de Musk.
Na ação, aberta na quarta-feira (25) no tribunal federal da cidade de São Francisco, no estado norte-americano da Califórnia, o grupo de acionistas ressaltou que Musk continuou a comprar ações após a primeira aquisição e que só divulgou suas operações no início de abril, quando a fatia dele na empresa já havia alcançado a marca de 9,2%.
– Ao adiar a divulgação de sua participação no Twitter, Musk se envolveu em manipulação de mercado e comprou ações do Twitter a um preço artificialmente baixo – alegaram os investidores, liderados por William Heresniak.
Os acionistas também afirmaram que as críticas de Musk ao Twitter, como o tuíte publicado por ele no dia 13 de maio informando que o acordo para a compra da rede estaria “temporariamente suspenso”, seriam uma tentativa de derrubar ainda mais o preço das ações. Musk e seu advogado não responderam imediatamente aos pedidos de comentários. O Twitter também não comentou.
Lançamento ocorreu nesta quarta-feira no Cabo Canaveral, na Flórida
O foguete Falcon 9, da empresa SpaceX, colocou em órbita dois satélites de sensoriamento remoto radar (SRR) projetados pela Força Aérea Brasileira (FAB) nesta quarta-feira (25). O lançamento aconteceu por volta das 15h30, no Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida, nos Estados Unidos (EUA).
Os equipamentos, batizados de Carcará 1 e Carcará 2, fazem parte do Projeto Lessonia 1, da FAB, e consistem na aquisição de uma constelação de satélites de órbita baixa.
Eles serão usados pelo Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (Censipam), operado em conjunto pelas Forças Armadas e por agências governamentais.
Segundo a FAB, os equiapementos usam um sensor ativo de detecção capaz de gerar imagens de alta resolução, que podem ser obtidas a qualquer hora do dia e da noite, independentemente das condições meteorológicas, já que o sinal atravessa as nuvens.
“A ideia é vigiar as fronteiras e combater o tráfico de drogas, a mineração ilegal e as queimadas florestais. Também será possível monitorar desastres naturais e atualizar os mapas da região amazônica”, informou a Aeronáutica.
Cada satélite tem dimensão de um metro cúbico e pesa cerca de 100 quilogramas (Kg) e cinco paineis solares.
A SpaceX é uma empresa do bilionário norte-americano Elon Musk e atua no mercado de lançamentos espaciais comerciais. O empresário também é presidente da Tesla, maior fabricante de carros elétricos do planeta.
Na última sexta-feira (20), Musk esteve no Brasil e se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (PL), ministros e empresários. No encontro, eles conversaram sobre uma parceria do governo brasileiro com o projeto de conectividade sub-orbital Starlink, vinculado à SpaceX.
De acordo com Musk, a ideia é viabilizar a conexão de 19 mil escolas rurais na Amazônia usando o sistema de satélites de internet.
Nesta quarta-feira (25), o bilionário e CEO da Tesla, Elon Musk, anunciou uma nova proposta para comprar o Twitter. Ele ofereceu 33,5 bilhões (R$ 159 bilhões) de dólares em dinheiro pela rede social. As informações são do portal R7.
A nova oferta está bem acima dos 27,3 bilhões de dólares (R$ 130 bilhões) propostos anteriormente e reduz ainda mais o valor do crédito bancário para chegar ao valor total da compra de 44 bilhões de dólares (R$ 212 bilhões).
Inicialmente, Musk tinha assinado empréstimos da ordem de 25,5 bilhões de dólares (R$ 120 bilhões), mas reduziu esses créditos a 13 bilhões de dólares (R$ 62 bilhões), de acordo com o documento registrado nesta quarta-feira pela Comissão de Valores Mobiliários americana (SEC). A movimentação suaviza consideravelmente a carga financeira.
No início do mês, Elon chegou a anunciar a suspensão temporária de sua compra do Twitter. Segundo ele, a decisão foi tomada devido a falta de detalhes sobre a quantidade de contas falsas ou de robôs na rede social. Duas horas depois de seu anúncio, porém, o magnata garantiu que segue “comprometido com a aquisição”.
Satélites Carcará 1 e 2 serão lançados na 4ª feira (25.mai) no Centro Espacial Kennedy, nos EUA
A Aeronáutica informou em entrevista à imprensa que lançará na quarta-feira (25) 2 satélites-radar com a SpaceX, empresa do bilionário Elon Musk. Os satélites Carcará 1 e 2 fazem parte do projeto Lessonia 1 e serão lançados no Centro Espacial Kennedy, nos Estados Unidos.
O lançamento será feito através de um contrato elaborado em 2019 pela Aeronáutica e custará aproximadamente US$ 33 milhões. Segundo a FAB (Força Aérea Brasileira), o acordo com a empresa de Musk não foi direto, foi firmado através de um contrato entre as Forças Armadas e a empresa finlandesa Iceye.
A expectativa da Aeronáutica é de que o projeto Lessonia entre em operação em novembro. O projeto consiste na aquisição de satélites de órbita baixa, que vão possibilitar a captação de imagens de alta resolução e podem ser usadas no monitoramento da Amazônia.
Na sexta-feira (20), o bilionário Elon Musk veio ao Brasil e se reuniu com o presidente Jair Bolsonaro (PL) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria. Foi definido que a empresa Starlink —ligada à SpaceX— vai monitorar o desmatamento e os incêndios ilegais na Amazônia.
A Starlink tem uma constelação de satélites não geoestacionários, de baixa e média órbitas –quando a velocidade do satélite é diferente da Terra. Em janeiro, recebeu licença da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) para operar 4.408 satélites no país.
Em novembro de 2021, o ministro Fábio Faria se encontrou com Musk nos Estados Unidos. “Estamos trabalhando para fechar essa importante parceria entre o governo brasileiro e a empresa SpaceX. Queremos aliar a tecnologia desenvolvida por eles com o programa Wi-Fi Brasil, do Ministério das Comunicações”, disse na ocasião.
Na contramão das demais redes sociais, o BeReal despertou a atenção da geração Z por mostrar a “vida real” como ela de fato é.
O mais novo aplicativo favorito da geração Z, chamado BeReal, conquistou o primeiro lugar em número de downloads na App Store. O motivo para tanto sucesso? A plataforma promete, em tempos de busca pela perfeição no ambiente digital, uma nova maneira de expor quem as pessoas realmente são “em suas vidas diárias.”
Apesar de ter surgido em 2020, o BeReal só despertou mais atenção do público recentemente. De acordo com dados da Apptopia, empresa que analisa diversas redes sociais, os usuários mensais ativos dispararam mais de 315% apenas neste ano.
O mais novo fenômeno entre os jovens funciona da seguinte maneira: o aplicativo envia uma notificação simultânea para os usuários, em momentos aleatórios do dia. A mensagem indica a “hora de BeReal”. Em seguida, todos devem compartilhar uma foto do que estão fazendo naquele exato momento (independentemente da situação em que se encontram).
Caso a pessoa não envie um registro em até 2 minutos, o aplicativo irá indicar aos demais usuários quanto tempo o post demorou para ser publicado. Diferentemente das demais plataformas de mídia social, como o Instagram, o BeReal não conta com filtros, botões de edição ou quaisquer recursos semelhantes.
O número de seguidores e a exposição de anúncios publicitários também não fazem parte da proposta do app. Outra medida “diferente” diz respeito à visualização das fotos. No BeReal, só é possível ver as publicações alheias após postar a sua própria.
Segundo dados apurados pela SensorTower, empresa que estuda o mercado digital, a plataforma alcançou a marca de 7 milhões de instalações em dois anos de atividade. O aplicativo, que vai na contramão das outras redes sociais já criadas, pode ter aberto uma porta para que a vida real, como ela de fato é, seja cada vez mais compartilhada na internet.
Uma das empresas de Elon Musk é a Starlink ARQUIVO EFE/ Adam S Davis
A reunião do bilionário Elon Musk com o presidente da República, Jair Bolsonaro, aconteceu nesta sexta-feira (20), no interior paulista, envolveu um projeto da Starlink, empresa de Musk, para operar satélites de órbita baixa no Brasil.
O ministro da Comunicações, Fábio Faria, teve um encontro com Elon Musk em dezembro do ano passado para tratar do projeto.
Segundo o ministro, o governo federal quer utilizar satélites de órbita baixa para levar internet para áreas rurais e lugares remotos, além de ajudar no controle de incêndios e desmatamentos ilegais na floresta amazônica.
A internet da Starlink, de acordo com informações da empresa, funciona enviando informações através do vácuo do espaço, onde se desloca mais rapidamente do que em cabos de fibra óptica, o que a torna mais acessível a mais pessoas e locais.
CONSTELAÇÃO DE SATÉLITES Segundo a Starlink, enquanto a maioria dos serviços de internet por satélite, atuais, são possibilitados por satélites geoestacionários simples que orbitam o planeta a cerca de 35 mil quilômteros de altitude, a Starlink é uma constelação de vários satélites que orbitam o planeta a uma distância mais próxima da Terra, a cerca de 550 quilômetros.
Uma vez que estão em baixa órbita, o tempo de envio e recepção de dados entre o utilizador e o satélite – a latência – é muito menor do que com satélites em órbita geoestacionária, diz a empresa.
O direito de exploração pela Starlink no Brasil deve valer até 2027.
Novas ferramentas devem intensificar uso comercial da plataforma
O WhatsApp anunciou o lançamento de novas bibliotecas de funcionalidades, conhecidas como APIs, baseadas em serviços de nuvem – quando o processamento dos aplicativos é feito em tempo real por servidores e enviado via internet para o usuário – com foco específico no uso empresarial do aplicativo. A novidade foi apresentada pelo presidente-executivo da Meta, antiga Facebook e dona do WhatsApp, Mark Zuckerberg.
A rede social de troca de mensagens instantâneas tem atraído cada vez mais usuários corporativos, e tem lançado diversas atualizações que visam aprimorar a relação entre clientes e empresas, como a possibilidade de transferir dinheiro dentro da própria plataforma.
Zuckerberg disse que a oferta significa que “qualquer empresa ou desenvolvedor pode acessar facilmente nosso serviço, projetar diretamente no WhatsApp para personalizar sua experiência e acelerar o tempo de resposta aos clientes usando nosso seguro WhatsApp Cloud API hospedada pela Meta.”
A Meta, que comprou o WhatsApp por 19 bilhões de dólares em 2014, disse que as empresas não poderão enviar mensagens para as pessoas no WhatsApp, exceto se elas pedirem para ser contatadas.
*Com informações da agência internacional de notícias Reuters.
Apresentação foi feita durante conferência do gigante de tecnologia
O Google apresentou um par de óculos inteligentes capazes de traduzir idiomas em tempo real. Basta colocá-los e, imediatamente, o usuário consegue compreender o que a outra pessoa está falando ao ler as legendas que aparecem nas lentes.
O anúncio do protótipo foi feito na quarta-feira 11, durante o evento Google I/O — conferência anual do gigante de tecnologia, voltada à inovação. A empresa não informou se os óculos serão comercializados.
“A realidade aumentada pode romper as barreiras da comunicação”, informou o gigante de tecnologia, em outro anúncio dos óculos nas redes sociais. “Isso pode nos ajudar a entender melhor uns aos outros, tornando a linguagem visível.”
Augmented reality can break down communication barriers – and help us better understand each other by making language visible. Watch what happens when we bring technologies like transcription and translation to your line of sight. #GoogleIO ↓ pic.twitter.com/ZLhd4BWPGh
Há cerca de dez anos, a empresa já havia dado indícios de que iria investir em óculos inteligentes, quando lançou o Google Glass. O produto, que chegou a ser comercializado, era uma espécie de computador portátil atrelado a um par de óculos.
O produto não foi muito atraente para os consumidores por alguns motivos: lançamento limitado, preços altos e preocupação com a privacidade — tendo em vista que todas as buscas do usuário seriam monitoradas pelo Google. Atualmente, o produto não é mais comercializado.
Contudo, o gigante de tecnologia não desistiu do projeto e comprou, em junho de 2020, a North, empresa que já fabricava protótipos de óculos inteligentes desde 2012, quando foi criada.